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Mulher-Maravilha enfrenta futuro pós-apocalíptico em nova HQ

Uma nova graphic novel do selo DC Black Label está vindo. Wonder Woman: Dead Earth trará a Mulher-Maravilha em um futuro pós-apocalíptico. Marcando sua estreia na DC Comics, Daniel Warren Johnson escreverá e desenhará a obra. Além disso, a HQ será colorizada por Mike Spicer e composta por 4 edições. A publicação terá início em dezembro.

Capa da primeira edição

“A princesa Diana de Themyscira deixou o paraíso para salvar o Mundo dos Homens dele mesmo. Quando a Mulher-Maravilha acorda de um coma secular, ela descobre que a Terra foi reduzida a um depósito de lixo nuclear. Logo, ela sabe que falhou. O mundo foi destruído e os heróis também falharam. Presa sozinha em um futuro sombrio, Diana precisa proteger a última cidade humana de monstros titânicos. Assim como precisa descobrir os segredos por trás disso e talvez, como ela é responsável por tais eventos. “

Johnson é conhecido pela minissérie indicada ao Eisner, Extremity. Assim como também é o autor de Murder Falcon, também da Image/Skybound.

Wonder Woman: Dead Earth #1 será publicada em dezembro nos EUA. Cada edição conta com 48 páginas e mais detalhes devem ser divulgados em breve. A fim de que se saiba mais sobre a Editora das Lendas, mantenha-se ligado na Torre de Vigilância.

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Tom Taylor e Bruno Redondo: A nova equipe criativa de Esquadrão Suicida

Há alguns dias, Tom Taylor divulgou em seu Twitter o visual de duas novas personagens da DC. A postagem, sob a hashtag #SquadGoals, indicou que seu próximo projeto seria relacionado ao Esquadrão Suicida. Conforme oficializado hoje, o grupo de vilões retornará com sua própria revista em dezembro. Taylor assume os roteiros e Bruno Redondo, os desenhos. Ambos são conhecidos pelo seu trabalho na aclamada série Injustiça: Deuses Entre Nós. 

Em entrevista ao THR, o roteirista falou sobre a nova abordagem da HQ:

“Um dos motivos principais pelo qual eu quero fazer essa série, e meus editores estão comigo nessa, é tornar as missões realmente suicidas. Nenhum leitor deve saber o que esperar quando pegar esse gibi. Não queremos ninguém lendo e pensando: “Esse aqui não vai morrer porque está em um filme.” Ninguém está a salvo. Nossos novos personagens e alguns mais obscuros já estabelecidos na continuidade, oferecem a nós as chances de termos perigos reais. Se alguém morrer, não vai voltar. Queremos leitores nervosos. As vitórias deles, quando e caso eles sobrevivam, terá um peso enorme.”

Capa da primeira edição por Ivan Reis

Esquadrão Suicida #1 será publicado em dezembro nos EUA. A fim de que se saiba tudo o que acontece na Editora das Lendas, mantenha-se ligado na Torre de Vigilância.

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Detective Comics Quadrinhos

De repente, alguns líderes deveriam ler mais quadrinhos

Com atitudes como a do Prefeito Crivella, que, no dia 05/09, ordenou o recolhimento, na Bienal do Livro do Rio de Janeiro, do quadrinho Vingadores – A Cruzada das Crianças de Allan Heinberg e Jim Cheung, publicada pela Salvat, as palavras de Charles Xavier se tornam reais: “as pessoas temem o que não compreendem”. Mas me permito a discordar do Professor X, não é temor, é o fato de opinar sem ao menos saber do que se trata. Segundo Crivella, a publicação consta com conteúdo sexual para menores. Ora Sr. Prefeito, se você conhecesse pelo menos um pouco da história, ou pelo menos tivesse visto a publicação, ela apenas mostra, em uma única página, um beijo de dois jovens apaixonados. Essa ordem foi considerada um ato autoritário e homofóbico.

Os quadrinhos sempre puderam falar abertamente sobre tudo que ocorre na sociedade, de modo que todas as idades possam compreender e aceitar (ou não). Mas, principalmente, a nona arte sempre buscou ensinar (preste atenção na palavra) as pessoas que o respeito é fundamental. Em X-Men aprendemos que o preconceito e a diferença entre raças é errado e mortal. Alias, uma história dos mutantes seria muito bem aplicada agora: Deus Ama, o Homem Mata de Chris Claremon. A mesma coisa que temos, sendo relatada historicamente com uma perfeição ímpar, sobre os atos nazistas em Maus de Art Spiegelman. Aprendemos em quadrinhos como Socorro! Polícia! de Amanda Ribeiro e Luiz Fernando Menezes, publicado pela Editora Draco, que a rotina policial é tensa, perigosa e poucas vezes reconfortante.

Quadrinhos apresentam belas histórias que podemos levar como experiência de vida, como Não era você que eu esperava de Fabien Toulmé publicado pela Nemo. Ou o Virgem Depois dos 30, publicada pela Pipoca & Nanquim, baseado no livro de Atsuhiko Nakamura, que revelou o gravíssimo problema social por trás dos virgens de meia-idade existentes no Japão. O livro foi adaptado para o formato mangá por Bargain Sakuraich. E o registro histórico de A Marcha publicado também pela Nemo, e recontando a luta de John Lewis e Martin Luther King contra a terrível segregação racial. Na Graphic MSP Jeremias – pele, de Rafael Calça e Jefferson Costa, mostra como o racismo é sutil e terrivelmente cotidiano em todos os lugares. Os quadrinhos são tão importantes que deveriam estar em salas de aulas, como Angola Janga do Macelo D’Salete.

 

E sem contar todas as vezes que os quadrinhos contaram belas histórias de amor. Peter Parker e Mary Jane. Clark Kent e Lois Lane. Mônica e Cebolinha (nas versões jovens). O amor sempre foi tema recorrente. E todo o tipo de amor.

Esse tipo de pessoa deveria ler mais quadrinhos. Pois todo tipo de quadrinho falar sobre amor. Talvez falte nesse tipo de pessoa, deva ler um quadrinho sobre um amor verdadeiro e puro. como o do casal Clementine e Emma, da graphic novel Azul é a Cor Mais Quente da francesa Julie Maroh. Deveria ler Apolo e Meia-Noite, que um casal homossexual é totalmente igual a qualquer outro, enfrentando problemas com o dia a dia e combatendo o crime. Deveria ler Batwoman. Onde Kate Kane divide o fato de ser uma vigilante com sua coragem de cair de cabeça dentro dos relacionamentos com outras mulheres. Aprender sobre ter coragem e sensibilidade. Achou que já passou da hora de conhecer a latina América Chavez da Marvel. Talvez para uma pessoa como essa, lhe falte ler Justin de autoria de Gauthier ou conhecer Bendita Cura do brasileiro Mário Cesar. Ou deveria ler sobre Arlequina e Hera Venenosa. Um relacionamento que cresceu muito nos últimos anos por ser sincero e alegre. De repente uns momentos alegres que falte para esse tipo de pessoa. Quer continuar a alegrar o seu coração? Então leia o Cara-Unicórnio de Adri A.

E eu nem toquei em outras diversas obras, sejam nacionais ou gringas, que falam e relatam sobre o assunto. E produzidas por quem entende. E a nona arte não se prende em ensinar sobre o amor LGBTQ, também temos fatos históricos, ecológicos, contra a violência, contra racismo, contra xenofobia, contra homofobia etc e tal. Não são os quadrinhos que fazem as pessoas empunhar armas, a espancar negros, hostilizar homossexuais… assim como os videogames, filmes e músicas NÃO transformam pessoas em psicopatas assassinos. Como eu disse antes, os quadrinhos ensinam a formar o caráter e a respeitar a escolha de cada um. Respeitar é a palavra que precisamos. Não precisamos de censura em cima de quadrinhos.

De repente, você está precisando ler mais quadrinhos Sr. Prefeito.

 

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Malandragem. Picaretagem. Três russos idiotas. Conheça a HQ Trambik!

Pegue vídeos de russos bêbados, tretas do jogo do bicho e o filme Snatch – Porcos e Diamantes, misture tudo com uma malandragem brasileira e quadrinhos. No resultado você terá Trambik, a HQ que embola tudo isso com bom humor negro, sarcasmo e um psicopata que adora alicates. A publicação está em campanha de financiamento coletivo no Catarse. E já alcançou a casa dos 10% com apenas um dia no ar.

Trambik conta a história de Boris, Sacha e Wassilu, três russos muito loucos e imbecis que fogem para o Brasil após se envolverem em um acidente na Rússia que acabou resultando em uma vítima fatal: um dos primos do presidente Putin. Ao chegarem em terras Tupiniquins, o trio resolve montar uma biqueira na casa da tia deles, uma senhorinha idosa totalmente insana e violenta que fala mais palavrão que traficante dando esculacho.

Isso já seria ruim o bastante se não fosse pela participação de dois otários que ganham a vida através do jogo do bicho. A partir daí, a ideia passou de ruim para péssima e atingiu os níveis catastróficos de “vai dar merda” estabelecidos pela ONU.

 

Trambik tem roteiro de Airton Marinho (HellDang, Cabra D´Água, Demônios da Goetia), artes  de Gustavo Lambreta (Revista Escape, Traje de Rigor) e foi colorida por Raphael Paiva (Decahedrom). As recompensas vão de marcadores de páginas, adesivos, prints, artes originais e outras publicações dos criadores.

Trambik terá formato 17 x 26 cm, capa cartão e papel couché. O lançamento oficial será durante a CCXP 2019. Para saber mais detalhes, valores e, claro, para apoiar, clique AQUI.

 

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Detective Comics Quadrinhos

Graffic Noire Jersey | Scorsese, Tarantino e uma boa trilha sonora em quadrinhos

Uma leitura que passeia por influências de filmes de máfia de Martin Scorsese e os tiroteios violentos, tensos e uns tantos pastelões de Tarantino. Essa seria uma boa explicação para a Graffic Noire Jersey, HQ do estreante Gerson de Lima. Publicada esse ano via financiamento coletivo, a trama apresenta um jogo de assassinos nos melhores estilos dos filmes dos já citados cineastas, com reviravoltas, flashbacks, bom texto, excelente músicas (sim, isso mesmo) e muita ação.

A trama começa um dia após de um trabalho barulhento feito por Jack, nosso protagonista. Jack é um assassino profissional, à serviço de uma grande organização chamada de AGÊNCIA e Frank é o contato que lhe consegue os seus alvos. O encontro desses dois começa a destrinchar o que aconteceu no trabalho de Jack, que era para ser simples, e acabou se tornando um grande circo. O alvo era o poderoso Julian, um dos maiores matadores do mundo e um dos líderes do sindicato dos assassinos. E esse alvo, para Jack, é perfeito. Só que uma série de coisas acontecem no lugar e acaba até com um restaurante destruído. E Frank, a mando da AGÊNCIA, quer saber o que aconteceu.

A arte de Graffic Noire Jersey apresenta personagens que planam entre o realismo e o caricato. Mas o que realmente se destaca são os enquadramentos. Eles são praticamente personagens na história. Mas o casamento perfeito acontece entre os enquadramentos e a narrativa visual. As cenas de ação onde se misturam tiroteios, brigas e até lutas de espadas, são cinematográficas e não ficam cansativas e nem confusas para o leitor. Os detalhes como nomes dos personagens ou letras de músicas, como trilhas sonoras, em onomatopeias funcionam e não deixam perdido ao longo da história.

A trama em alguns momentos soa como um clichê, mas ela é funcional e prende. Apesar de ser um tema muitas vezes recorrente como uma organização de assassinos, sempre existem novas formas de serem contadas e criar o interesse de quem for consumir o produto. Gerson transforma Jack em um personagem destemido e sem muita complexidade. Sendo até mesmo simples demais, mas de forma proposital. Pois percebemos que Jack é um cara que sabe onde está e quer ficar ali. Assim como Julian que flerta entre o onipresente e o humano, como uma verdadeira estrela do rock intocável, mas que de repente está no meio do supermercado vivendo coisas normais de pessoas normais. E assim como Jack, Julian sabe de sua “supremacia de lenda-viva” e mantém a sua áurea poderosa.

Graffic Noire Jersey tem todo um ar, como eu disse antes, de grandes filmes de Scorsese e Tarantino misturados com o cinema chinês. E ela transmite um ar meio que noir e sua trilha sonora, que contém Johnny Cash, Bob Dylan, Pixies, Queen entre outros. contribui muito. Aconselho a lerem a HQ ouvindo a trilha no Spotify, faz a ambientação ficar muito mais agradável.

No balanço geral, Graffic Noire Jersey é uma das boas surpresas do ano no quadrinho independente nacional. É uma bela estreia do Gerson de Lima, que estará na CCXP 2019 com a continuação Graffic Noire Memphis.

Graffic Noire Jersey está sendo publicado pelo selo editorial Meia-Noite e para adquirir o seu exemplar, você pode entrar em contato direto com o Gerson de Lima em seu perfil no Twitter: @theimmigrantart.

[ATUALIZAÇÃO] Graffic Noire Jersey está sendo publicado pela Editora Skript em formato 25,8 x 10.8 cm e 80 páginas.

 

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São Francisco | Livro reportagem em quadrinhos relata a vida no Velho Chico

Está em campanha de financiamento coletivo no Catarse, o livro-reportagem São Francisco. Um projeto que une quadrinhos e fotografia abordando, em forma de narrativa jornalística, três aspectos: água, seca e obra. A obra é recheada de histórias reais vivenciadas pelas margens do Velho Chico.

Durante 15 dias, a jornalista-quadrinista Gabriela Güllich e o fotojornalista João Velozo passaram por todas as cidades do Eixo Leste da Transposição do São Francisco, percorrendo mais de 1000km. O que resultou no livro-reportagem São Francisco.

 

Além de falar sobre uma das obras mais importantes do país, São Francisco, narra com perfeição histórias da vida sertaneja, a relação das pessoas como Rio e o fenômeno da seca. É um registro importante e necessário onde é apresentado uma cultura, sendo eternizada para as futuras gerações.

São Francisco terá 110 páginas. As recompensas vão de adesivos, marcadores páginas, fotografias em A3 e até um zine com bastidores da viagem. Para saber mais sobre a campanha e seus valores clique AQUI.

 

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Confira uma prévia da nova minissérie Harley Quinn & Poison Ivy

ATENÇÃO PODE CONTER SPOILER DE HEROES IN CRISIS

A DC Comics divulgou uma prévia de Harley Quinn & Poison Ivy #1, a minissérie da dupla de vilãs de Gotham City, que começa a ser comercializada em no início de setembro nos EUA.. A HQ começa bem no ponto do final de Heroes in Crisis e acontece em meio de Year of the Vilain, as personagens vão lidar com as consequências dos eventos que foram apresentados na minissérie.

“Arlequina e Hera Venenosa estão na estrada! Elas terão que fugir de vilões e heróis, enquanto exploram o seu relacionamento e compartilham o tempo e a experiência que viveram no Santuário. Será uma jornada pelo Universo DC que mudará a amizade delas para sempre… se elas viverem tanto tempo!”

 

Harley Quinn & Poison Ivy terá seis edições, roteiro de Jody Houser e artes da brasileira Adriana Melo, que recentemente ganhou um Prêmio Eisner pela antologia Puerto Rico Strong: A Comics Anthology Supporting Puerto Rico Disaster. Mas informações sobre a antologia clique AQUI.

 

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VHS | Antologia em quadrinhos de terror está em campanha no Catarse

A galera mais antiga vai lembrar: houve uma época que a internet não existia e os meios de verem filmes eram  mais limitados. Mas, porém, não menos divertidos. Era como ser parte da turma, assistir o filme na Sessão das Dez, Tela Quente, aquela fita VHS na locadora e no dia seguinte virar conversa nas principais rodinhas da escola. Obviamente, muitos filmes de terror eram temas. As gigantescas produções como A Hora do Pesadelo, Sexta-Feira 13, Brinquedo Assassino e as películas mais trash como por exemplo O Monstro do Armário. E é para celebrar esses filmes, que foi criada a antologia VHS.

VHS terá no total 13 histórias que vão desde terror mais interiorizado e intimista a grandes arroubos de ação que certamente irão satisfazer qualquer fã do gênero. Um grande time de quadrinhistas brasileiros foram reunidos com a missão de dar corpo a essa bela homenagem a esses filmes que fizeram parte de nossas imaginações e que deixavam nossas mães fulas da vida quando víamos que alugamos determinado filme.

As referências para esta coletânea foram diretores como Peter Jackson e Sam Raimi no começo de carreira, David Cronenberg, Luigi Cozzi, Dario Argento, Clive Barker, John Carpenter, o estúdio Troma e os famosos Grindhouses americanos. Nos quadrinhos, bebemos da fonte de Cripta/Creepy, Creepshow, Strange Tales, Calafrio, Garra Cinzenta e Mirza, entre tantos outros. Além de uma mini-história introdutória de Kiko Garcia, VHS contará com as seguintes histórias:

A casa em um lugar que não existe (roteiro: Joel Caetano/desenho: Azrael Bueno de Aguiar)

Em meio a uma discussão de casal, a mulher tenta conter o homem que, num rompante de ódio, decide atacar a criança. Essa ação desencadeia uma série de acontecimentos que culminarão em uma fantástica e violenta viagem pelo inimaginável.


Abramellin (roteiro: Bernardo Aurélio/desenhos: Caio Oliveira)

Uma youtuber com vídeos de temática ocultista chama a atenção de um grupo e é convidada a participar de um projeto de reality show, exibido ao vivo diariamente pelo youtube. O objetivo o projeto é realizar um ritual chamado Abramellin, no qual ela deverá passar 1 ano inteiro sem praticar sexo, sem se alimentar de carne, sem se expor à luz solar do dia, vivendo no meio de uma floresta, isolada numa cabana.


A nova ordem (Roteiro: Rodrigo Ramos/Desenhos: Leopoldo Anjo)

Um casal deve enfrentar uma horda de criaturas pelas ruas da cidade em seu caminho para a sede de um grande conglomerado midiático de onde uma série de ordens é enviada para transformar humanos em vermes.


Ave Satana (roteiro: Airton Marinho/desenho: Marcelo Damm)

Os conflitos entre dois irmãos irão tomar rumos sinistros quando a irmã leva pra casa mais um animal acolhido pela ONG onde trabalha: um bode negro salvo de um sacrifício.


Carpe Diem (Cristal Moura e Leander Moura)

Isolados numa muralha, duas sentinelas conversam sobre assuntos banais. Uma fala sem parar enquanto a outra, que apenas ouvia em silêncio, adormece e “vivencia” uma experiência talvez mais real e cruel do que o mundo que as cerca…


Controle de pragas abençoado (roteiro: Hedjan Costa/desenhos: Marcel Bartholo)

Acompanhe uma jovem dedetizadora da Gideão Controle de Pragas em sua missão sagrada de livrar a Terra do pior tipo de praga.


Elusiva (roteiro: Larissa Palmieri/desenhos: Joane Barros)

Uma cientista genial especializada no estudo de insetos faz diversos experimentos bizarros e proibidos com o cruzamento de mamíferos e invertebrados… o que poderia dar errado?


Monga: a sedução dos inocentes (roteiro: Victor Freundt/desenhos: Daniel Sousa)

Um padre é chamado para fazer um favor um tanto peculiar: dar a extrema-unção para MONGA, a mulher-gorila, que acabara de morrer no parto. Porém, nem tudo é o que parece e os segredos obscuros do circo colocarão em xeque a fé de um homem que julga aquilo que não conhece com uma verdade que não lhe cabe…


O Atalho (roteiro: Alessio Esteves/desenhos: Tiago Palma)

Após se ferir ao buscar abrigo de uma forte chuva em uma construção abandonada, Paulo irá descobrir que nem sempre toda ajuda é bem-vinda.


Sci-Fire (roteiro: Antonio Tadeu Ferreira Sobrinho/desenhos: Michell ED)

Em algum ponto do futuro, uma empresa vende pacotes de safáris interdimensionais para que pessoas ricas e cruéis possam caçar criaturas e humanos fora da jurisdição terrestre. Entretanto, alguma coisa dá errado e a CWAT (Cyber Warfare Against Terrorism) é acionada.


Tentáculos do prazer (roteiro Felipe Morcelli – desenhos: Ricardo Carandes)

Bebendo da mesma fonte de Clive Barker e inspirado no caso da menina Eloá, de 2008, esta história nos mostra como o homem pode ser violento quando é influenciado – e enganado – pela religião, pelo passado e pela falta de conhecimento.


Turismo Macabro (roteiro: Fernando Barone/desenho: Samuel Sajo)

Cansado das multidões nos pontos turísticos de Roma, um jovem arrogante e preguiçoso fará um acordo do qual se arrependerá amargamente…


Verme (roteiro: Bruno Bispo/desenho: Victor Freundt)

Após perderem a comunicação com um laboratório experimental, um grupo de pesquisadores e militares entram no complexo buscando respostas, mas talvez fosse melhor ficar com as perguntas.

Vale destacar as recompensas temáticas de VHS. Como se trata de uma homenagem aos filmes de terror e trash, tudo foi pensado nesse sentido. As recompensas vão de carteirinhas de sócios da videolocadora, a adesivos estilo anos 80, e se bater a meta, a publicação virá com uma capa de fita VHS.

VHS terá o formato 12 x 20 cm (como uma antiga fita de vídeo), 288 páginas, capa de Dudu Torres e pôsteres internos (que separam as histórias) por Lula Carneiro. Para saber mais detalhes da campanha, valores, recompensas e, óbvio, para apoiar, clique AQUI. O lançamento oficial será na CCXP 2019.

 

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A Menina do Outro Lado – Melancolia e suspense em forma de mangá

Em um mercado de mangás saturado por shounens de ação e outros estilos com roteiro duvidoso, duas editoras começaram a apostar em títulos diferenciados: Devir e DarkSide Books. Justamente da última vem esta recente publicação focada n0 terror e suspense: A Menina do Outro Lado, escrito e ilustrado por Nagabe.

Se passou quase dois anos até a citada editora voltar para nos apresentar alguma outra publicação oriental. A primeira havia sido Fragmentos do Horror, coletânea de Junji Ito em volume único. Em seu segundo mangá, a Darkside dessa vez aposta em uma série. Mesmo com a crescente junção de mais de um volume original nas edições brasileiras de mangás voltados para livraria, a DarkSide adota por respeitar o formato e quantidade de páginas da publicação original.

O mangá começa já mostrando a relação entre Shiva, uma garotinha e Sensei, uma criatura híbrida entre animal e humano. Após ser deixada na floresta, Shiva acaba sendo encontrada por Sensei, cuja identidade real é desconhecida. Shiva não pode tocá-lo, caso contrário ela também será amaldiçoada e então expulsa da sociedade. Reclusão que já ocorre com Sensei, este afastado do convívio com outras pessoas e já ciente de perigos e maldições contidas nos arredores do ambiente, assim alertando Shiva para que não saia sozinha. Na esperança de encontrar sua tia, a garota decide quebrar esta regra e seu convívio é colocado em sério risco.

A arte de Nagabe é fenomenal e bem diferente do que o público geral está acostumado. O autor utiliza muito bem o branco e o preto pra criar uma ambientação sufocante. O tom de melancolia percorre por todo o mangá, um dos pontos mais gratificantes da obra. A composição de quadros e movimentação deixa a narrativa do mangá bastante fluida, tornando a leitura bem rápida e dinâmica.

O volume 01 serve para apresentar e construir aquele mundo, sem diálogos expositivos. Fazendo (ou não) algumas revelações nos momentos certos. O volume 02 aprofunda mais um pouco. Nagabe também sabe deixar ganchos ao final dos volumes, deixando o leitor apreensivo.

 

A edição da DarkSide é composta por papel Lux Cream, acabamento do título em fita de seda e capa dura. Este último detalhe possivelmente é o fator determinante para o preço de capa. R$ 54,90 por em média 176 páginas é um valor salgado, ainda mais considerando que a obra ainda não foi concluída em seu país de origem e não se sabe ao certo quantos volumes terá a coleção completa. Outro ponto negativo é a falta de páginas coloridas. Poderiam ter feito um esforço, ainda mais pelo preço cobrado.

De resto, é uma edição que merece ser chamada de luxo. Mesmo sendo em capa-dura, o manuseio é bem fácil e a costura está perfeita, então não tenha medo de abrir o mangá para poder ler os diálogos que ficam nos cantos da página. É uma edição espetacular. Não há como negar.

A obra está andamento no Japão com 8 volumes. Até o momento foram lançados dois volumes no Brasil, com o terceiro já em pré-venda.

A Menina do Outro Lado
Nagabe
176 páginas por volume
Formato: 21 x 13 cm
R$54,90
Capa dura
Editora: DarkSide
Data de publicação: 02/2019 (volume 01) e 04/2019 (Volume 02)

 

 

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Conheça o livro O Negro Nos Quadrinhos do Brasil, da editora Peirópolis

A Editora Peirópolis está lançando o livro O Negro Nos Quadrinhos do Brasil, de autoria do professor e escritor Nobu Chinen. O autor promove um belo resgate de parte importante de nossa historiografia, com obras de autores negros e como eles influenciaram positivamente a forma de representação do negro na nona arte, restituindo-lhe o papel fundamental na formação de nosso país como nação política independente.

Para realização de O Negro Nos Quadrinhos do Brasil, foi feita uma minuciosa pesquisa buscando a construção da imagem do negro nas narrativas gráficas, desde as artes visuais em seus primeiros registros da presença dos africanos no Brasil, sequestrados e escravizados para servir ao proposito colonizador, ate a produção atual, do mainstream às HQs autorais.

O Negro Nos Quadrinhos do Brasil terá um evento de lançamento no dia 31 de agosto, a partir das 16h, na Ugra Press (Rua Augusta, 1371 – Loja 116), em São Paulo/SP.

O Negro Nos Quadrinhos do Brasil tem formato 17 X 24 cm, 344 páginas e mais de 400 figuras.