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Games

Cyberpunk 2077 sofre novo adiamento

A CD Projekt Red publicou em seu Twitter oficial, nesta quinta (18), uma nota revelando que o jogo Cyberpunk 2077 será adiado para o dia 19 de novembro de 2020. O jogo havia sido adiado anteriormente, a data anterior era 17 de setembro.

De acordo com a CD Projekt Red, Cyberpunk 2077 já está completo, e que esses adiamentos não são para adicionar ou melhorar suas quests, cutscenes, itens ou algo jogável, mas seriam para melhorar seu polimento final, assim como testes e correções de possíveis bugs.

Segundo a desenvolvedora, adiar um jogo é sempre muito difícil e ruim para a empresa, mas é algo necessário.  Isso porque a empresa pretende que Cyberpunk 2077 seja memorável, e tenha uma boa imagem por vários anos. A CD Projekt Red se desculpou com os fãs.

Cyberpunk 2077 chegará ao PS4, Xbox One e PC, agora no dia 19 de novembro de 2020.

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Gameplay Games

Samurai Shodown chegou ao PC com suas lutas estratégicas

Samurai Shodown está disponível no PC, mesmo com uma chegada não tão imponente quanto sua reentrada nos consoles, ele oferece os mesmos confrontos metódicos que os fãs desfrutavam, além de seus contadores punitivos. 

Samurai Shodown, é uma série de jogos de luta da SNK, baseada em espadas, jatos de sangue e uma atmosfera tensa. Esses elementos chegaram ao PC através da Epic Games Store, com quase um ano de diferença entre o lançamento no console. E não espere que este tempo de espera fez o jogo ganhar aprimoramentos, este é exatamente o mesmo Samurai Shodown que já havíamos recebido nas outras plataformas, mas com todos os seus DLCs incluídos. Mas é impressionante que mesmo o jogo possuindo a mesma jogabilidade apresentada no console, ele é um ótimo jogo para PC, infelizmente esperamos quase um ano para descobrir isto.

O Samurai Shodown original encantou o público nos anos 90, e sempre atraiu olhares por sua dificuldade aceitavelmente razoável, além de todo o cenário que remete ao Japão Feudal. Os personagens são um tanto quanto inflexíveis, e alguns erros básicos podem custar sua derrota na partida. Aqui somos apresentados a uma gama pequena de personagens, são 24 ao todo, contando com a DLC, e emprega quatro ataques com os botões principais, além de possuírem movimentos especiais, que são relativamente fáceis de executar durante os duelos. Samurai Shodown mostra que os jogos de luta não precisam se concentrar em espetáculos confusos de impactos durante as batalhas, o jogador precisa compreender o que está sendo realizado na tela, para poder criar estratégias contra seu adversário.

Samurai Shodown tem um ritmo de jogo mais antigo, se diferenciando dos visuais agitados e pouco compreensíveis dos jogos atuais, como  dito anteriormente. As lutas podem até ser rápidas, isso vai depender dos personagens escolhidos, mas, em sua grande maioria as lutas são bem mais consistentes e cautelosas. O foco em Samurai Shodown é a punição do adversário, o jogo concentra suas energias para fazer com que o jogador foque em sua defesa e crie uma estratégia que vença o adversário, assim como roteiro de cenas de lutas orientais nos cinemas. Ao golpear o adversário é necessário um cuidado ainda maior, pois não é muito comum encaixar um combo muito poderoso como em outros jogos do gênero, além de ser o momento ideal para um contra ataque, pois você estará com todas as suas guardas baixas, e caso o adversário entenda como funciona esta brecha, você certamente será punido.

Samurai Shodown possui uma curva de aprendizagem muito baixa, ele é bem simples de ser compreendido, mas para os mais experientes, ele não é chato, apresentando alguns elementos que podem encaixar com uma técnica mais avançada de gameplay. Apesar de ser um jogo baseado na defesa, Samurai Shodown não permite que você se esconda em entre um muro, já que há movimentos capazes de quebrar sua postura defensiva, deixando o inimigo momentaneamente aberto para receber um ataque. 

Infelizmente, Samurai Shodown sofre com seu tempos de carregamento. No PC, não importa qual o status de seu hardware, entre Menus, sua tela irá travar uma disputa impossível de ganhar contra o tempo.

VEREDITO: 

Samurai Shodown pode ter sido deixado de lado desde seu lançamento para consoles, mas este retorno ao mercado pode trazer de volta alguns jogadores, e fãs de jogos de luta, para o game. É um gênero que sempre evolui, porém para alguns, estas evoluções acabam com a experiencia de um verdadeiro jogo de luta. Samurai Shodown reergue seus pilares e traz uma vivência difícil de enxergar em jogos das atuais gerações. 

PONTOS POSITIVOS:

  • Combates estratégicos.
  • Estilo de arte japonês, bastante atraente.

PONTOS NEGATIVOS:

  • Carregamento longos.
  • Personagens com pouco acabamento final.
  • A diferença de tempo entre os lançamentos no console e PC.

PRATA – CONSIDERÁVEL

Agradecimentos à SNK pelo envio do código. A nossa review feita no XONE pode ser encontrada aqui.

Samurai Shodown já está disponível para PS4Xbox One, Nintendo Switch e PC.

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Detective Comics Quadrinhos

O Melhor que Podíamos Fazer Amassa o seu Coração para Depois te Amar

Amassar o seu coração em uma viagem temporal. Essa deve ser a principal proposta de O Melhor que Podíamos Fazer, Graphic Novel autobiográfica de Thi Bui, publicada aqui no Brasil pela Editora Nemo. A história me levou às lágrimas algumas vezes, me trouxe aflição, me deu asco e me encheu de esperança. Uma saraivada de sensações e sentimentos na história da sofrida família.

Thi Bui escreve e desenha O Melhor que Podíamos Fazer, que começa com a protagonista em trabalho de parto acompanhada por sua mãe Má e por seu marido Travis. As primeiras impressões de conflito de gerações já começa ali, com sua mãe e seus ideais e costumes diferentes em relação a maridos. Thi, com muita maestria, começa a contar a história de sua família e de seus seis irmãos. Uma viagem do tempo regressa, somos apresentados a cada nascimento e como cada costume atingiu cada um de seus irmãos. E ao mesmo tempo, a ser contada a biografia da mãe, acabamos assumindo a sua visão e sentimentos. E é nesse momento que as coisas ficam mais tensas para o leitor.

é uma mulher criada com os costumes orientais no Vietnã. Com as mazelas daquele país. E sentimos em cada nascimento. Em cada aperto, perda, alegria ou como ela se vira com o seu marido. A narrativa apresenta um pai frio e orgulhoso. Às vezes o olhamos como o “vilão” da história. Mas quando voltamos no tempo e acompanhamos a vida de , com sua infância extremamente difícil,  sem muitas esperanças, começamos a ter uma certa empatia e passamos a entender sua frieza. E em meio essa salada de emoções temos a Guerra do Vietnã como personagem e fato que faz todo o destino da família mudar.

A família vai para o s EUA e começa uma jornada entre fagulhas de esperança por uma vida melhor e mais próspera, misturada com a convivência com o ódio e xenofobia. Agressões físicas, morais e trotes telefônicos de mau gosto são rotineiros e convivem com as crianças. E cada uma leva um jeito para reagir sobre cada caso. E não somente pesam sobre seus ombros e mentes infantis os casos de violência racial, mas também o convívio com o pai.

Thi Bui

O Melhor que Podíamos Fazer também não se prende somente aos dramas de Thi Bui e sua família. A Graphic Novel é uma aula de história. Os detalhes do Vietnã, desde sua colonização, passando por uma época da Segunda Guerra Mundial, e culminando no famoso conflito da década de 60 são ricos e de fácil entendimento. Mas a “aula” se dar mesmo quando vemos que cada período histórico, cada fato, atinge e influencia o seu povo. E como sempre durante décadas a família de Bui é atingida por esses fatos. Como um grandioso fantasma, o Vietnã assombra até mesmo quando a família vai para os EUA fugindo da guerra.

Mas como uma narrativa sensível, O Melhor que Podíamos Fazer é uma leitura esperançosa. E a esperança começa no início da Graphic Novel com o nascimento do bebê de Thi. E como a família se renova. Como o mundo se refaz. E como todo nascimento temos um novo começo, mas com a sabedoria do passado. O Melhor que Podíamos Fazer faz jus ao nome, mas não por conformidade, e sim que apesar de tudo, de todas as dificuldades, tentamos fazer o melhor.

Já pensou em levar isso para a sua vida?

Em tentar fazer o melhor que se pode fazer?

 

 

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Literatura Marca Página

A Leitura Intimista e Acolhedora de Guirlanda Rubra

Histórias de fantasias sempre me despertam pensamentos como: “o que irei encontrar nesse livro que possa ser diferente de outros?”. Todo livro de fantasia tem a sua identidade, seja com teor político, ou amizades, ou uma bela história de amor, aquela história de que o herói precisa se firmar no mundo… então temos criaturas fantásticas, mundos incríveis, lugares mágicos e pessoas com poderes especiais. O que eu encontraria em Guirlanda Rubra da Editora Draco? Bem, eu encontrei tudo isso. E encontrei algo que poucos livros do gênero abordam: um tom intimista.

Escrito por Erick Santos, editor da Draco e fazendo a sua estreia como escritor, Guirlanda Rubra apresenta o jovem Garlando Espendi. O herdeiro de uma família de burgueses muito influentes por toda Terra Pátria. Ele segue os padrões de um jovem mimado rico. Sedutor, amante de boas festas e muitas mulheres. Mas o leitor sente que toda essa áurea festiva de Garlando é como um escudo para dores individuais profundas. Onde ele sempre teve que lidar com nunca ter uma escolha para a sua vida. E sempre lidar com perdas. Seja na morte de seus pais, quando a única mulher que amou, Celestiana Tessitore, a popular Celes, tem que ir embora para outra cidade e o deixa e quando a sua tia Reggiane quer que ele assuma os negócios da família. Toda riqueza, sedução e destreza de Garlando nunca o fez independente. Ele sempre teve seu destino programado por alguma coisa ou alguém. E é justamente aí que a leitura é intimista.

Quem nunca foi o jovem que já se sentiu sendo “manipulado” ou “guiado” para viver uma vida programada? Quem nunca quis viver para aproveitar o máximo possível de uma festa sem pensar no amanhã? Esse conflito sofrido por Garlando me pareceu muito latente. Me impressionou. E ainda mais sabendo que Erick Santos começou a elaborar toda a história há mais de 15 anos, em uma época em que o jovem escritor poderia estar vivendo conflitos de como seguir na vida como o personagem principal. Considerando esse fórum íntimo, o personagem estreita laços com o leitor facilmente. A ponto de você lembrar e assimilar histórias suas com Garlando. Mesmo quando chega o momento de ruptura da “inocência”, onde precisa assumir a postura do herói, ainda é possível se prender e espelhar.

Mas o destaque fica mesmo na narrativa adotada. Em Guirlanda Rubra, a narrativa é leve e de muito fácil entendimento. As palavras são usadas de forma cadenciada mas ao mesmo tempo, são diretas em suas informações. Por que sendo o primeiro livro onde um novo mundo é apresentado, muitos autores se fixam em explicar geografias, costumes, gestos, sotaques etc e tal. A escrita do Erick explica com jeito, economicamente, mas não deixa de ser rica. Ela transporta facilmente o leitor para a cena. Eu senti isso logo de cara, no começo do livro. Em uma sequencia de ação. Onde envolve magia e lutas, é possível sentir os pontos de desespero e satisfação de alguns personagens. E como é uma história de amadurecimento, o livro segue Garlando nesse processo. A primeira parte é bem mais leve, e a partir da segunda sente-se um peso na trama que segue assim por diante.

A miscelânea de influências também se destaca em Guirlanda Rubra. Erick pegou coisas que gosta e as transmutou para a trama sem parecer forçado. Magia, tecnologia, personagens que parecem de etnias diferentes… tudo bem encaixadinho sem atropelar ou encher linguiça. O que me incomodou foi uma falta de conhecer ou aproveitar mais os outros personagens. Temos um foco totalmente em cima de Garlando, que é totalmente compreensível até. Mas ficou um gosto de que os outros personagens poderiam ser bem mais trabalhados. Como a proposta é apresentar um novo mundo e acompanhar Garlando nesse primeiro livro, é normal isso.

Outro grande trunfo de Guirlanda Rubra são as ilustrações. O desenhista Abel apresenta personagens ricos em detalhes com traços muito bonitos e pomposos. A capa em si já é um espetáculo a parte, lembrando antigos livros de RPG de Steve Jackson e Ian Livingstone, ou em filmes de fantasia fantástica. Essa ambientação visual contribui muito para o leitor se ambientar na trama, o que é muito favorável para leitores novatos e para leitores experientes. É um traço com tantos detalhes, mas que ao mesmo tempo não são confusos e de fácil entendimento.

Guirlanda Rubra é um excelente começo de Erick Santos como escritor. Ele conduz bem a trama que apresenta um novo mundo, rico em detalhes com uma fácil narrativa. Muitas vezes me senti “jogando” um Final Fantasy para os antigos consoles de 16 BITS. A Editora Draco iniciou uma campanha de financiamento coletivo no Catarse para disponibilizar a publicação e fez um podcast com mais detalhes. Os links estão abaixo:

Catarse – Guilarnda Rubra

Podcast Imaginários #14 – Guirlanda Rubra

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Detective Comics Quadrinhos

Canil | O Terror e Agonia Que Amadurece a Trilogia Carniça

Canil é um amadurecimento. Ou pelo menos tem um gosto de amadurecimento. Além do sabor de horror e sangue. Mas a HQ que encerra a trilogia de terror de Marcel Bartholo e Rodrigo Ramos abrilhanta com uma evolução a série que começou em Carniça, continuou em Lama e termina agora. Essa parceria, uma das mais talentosas dos quadrinhos nacionais na atualidade, rendeu o selo Carniça Quadrinhos, abrindo um leque para o horizonte nas produções do gênero.

O amadurecimento que Canil traz para a trilogia, e muito fundamentada com a base da ousadia. A série tem essa marca de criticar e expor mazelas da sociedade e dos maus tratos de seus governantes ou então das grandes empresas e seus conglomerados milionários. Canil não fica atrás e apresenta uma critica social onde envolve, política, ego, abuso de menor, crime organizado e o corrupto sistema carcerário. E no meio disso tudo ainda temos espíritos e o mito da licantropia sendo explorado. E com uma ousadia de inovar em um lobisomen original, monstruoso e único.

Fica impossível analisar o roteiro de Rodrigo Ramos sem mesclar com a arte de Marcel Bartholo. Impossível. Assim como queijo com goiabada, é incrível como eles se completam. O roteiro do Rodrigo é reto e sem firulas. Você assimila bem o que está sendo proposto principalmente na metáfora do Homem e a Besta-Fera Interior. Um rapaz condenado vivendo em uma prisão, quando na realidade a verdadeira prisão é ele mesmo. A agonia, o medo e o prazer depois de transformado é repassado na narrativa de Canil. Assim como o pavor dos outros detentos e oficiais da prisão.

E todo esse horror, agonia, terror e prazer depois da transformação, é bem reproduzida na arte do Marcel Bartholo, que está entre um dos melhores desenhistas nacionais. O olhar profundo e sem esperança do jovem amaldiçoado é como uma prisão, um canil, durante a sua estadia na cela enquanto luta contra o seu monstro interior e entrega sua desistência para a vida exterior. Os obscuros cenários com o tom vermelho sangue, em alguns momentos incomoda. Passa desconforto. Como toda prisão brasileira passa com seu falido sistema. É tenebroso e assustador a sequência após a transformação e o Lobisomem atacando os outros presos e guardas.

Como dito antes arte e roteiro fazem um casamento perfeito em Canil, e acaba transformando a HQ na mais madura em termos de roteiro e arte da Trilogia. Assim como Rodrigo Ramos e Marcel Bartholo repassam esse amadurecimento para o leitor com uma história que traz critica social, terror e repulsa. Tradicional característica da Trilogia Carniça.

Carniça, Lama e Canil podem ser adquiridas no site e pelas redes sociais dos artistas. Links abaixo:

marcelbartholo.com

facebook.com/CarnicaHQ

 

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Cultura Japonesa Mangá Pagode Japonês

10 mangás seinen que mereciam ser publicados no Brasil

A variedade de títulos e demografias de mangás disponíveis no mercado nacional – apesar da pandemia – está cada vez maior, mesmo que engatinhando em comparação com outros países como França e Estados Unidos. E entre os gêneros de maior destaque, junto dos shounen, estão os mangás seinen, destinados ao público masculino adulto no Japão.

Abaixo, listamos dez mangás desta demografia que poderiam ser lançados no Brasil com base em alguns critérios, tais como: gosto pessoal, histórico de publicação do(a) autor(a) no Brasil e adaptação para animê em andamento ou já concluída.

Designs (Daisuke Igarashi)

Com duas obras já publicadas em território nacional pela editora Panini (Witches, série completa em 2 volumes e Children of The Sea, completa em 5 volumes), Daisuke Igarashi não é exatamente uma novidade para os leitores do Brasil, porém, algumas de suas obras ainda poderiam ser boas apostas, e talvez a opção de maior destaque seja Designs.

Serializada entre 2015 e 2019 na revista Afternoon, Designs é uma série completa em 5 volumes centrada em “híbridos humano-animal”, criados com um propósito misterioso de importância para o futuro da humanidade, e enviados para missões de massacre. O autor, que sempre aborda a ligação da natureza com o homem em seus mangás, entrega o estilo narrativo similar ao utilizado na série que alavancou sua fama, Kaijuu no Kodomo (a já citada Children of The Sea), porém com foco também em ação.

Dorohedoro (Q Hayashida)

Série adaptada recentemente para animê pelo estúdio MAPPA – e disponível internacionalmente na Netflix -, a coleção de Dorohedoro possui 23 volumes (190 capítulos) e foi serializada nas revistas Ikki e posteriormente HiBaNa e Gessan. A obra é uma ficção pós-apocalíptica que se passa em duas dimensões, o Buraco (a paisagem sombria e urbana onde residem os humanos) e o mundo dos feiticeiros.

A garota Nikaido conhece Caiman, um homem com cabeça de réptil e amnésia grave, e enquanto um clã de feiticeiros vem utilizando pessoas como cobaias em experimentos das artes negras, a dupla começa a caçar e matar os mesmos buscando desfazer o feitiço. A serialização de Dorohedoro, no Japão, se deu de 2000 a 2018.

A série animada está disponível na Netflix.

Eizouken ni wa Te wo Dasuna! (Sumito Owara)

Um dos sucessos recentes dos animês no mundo todo, Keep Your Hands Off Eizouken! (nome internacional) ganhou o carinho de todos graças ao carisma das protagonistas e a fantástica direção do animê, por Masaaki Yuasa, com produção espetacular. O mangá, de autoria de Sumito Owaara, é serializado no Japão na revista Gekkan! Spirits desde 2016, ainda em andamento com 5 volumes.

Eizouken conta a história de, principalmente, três garotas que iniciam um clube de animê na escola e desejam fazer animação, enfrentando as dificuldades de produção, orçamento, som e etc. Asakusa, Mizusaki e Kanamori são três garotas bem diferentes em personalidade que, juntas, dão início ao clube e aos poucos ganham destaque. A obra chama atenção especialmente pelo carisma, mas também pela criatividade visual.

A série animada está disponível na Crunchyroll.

Billy Bat (Naoki Urasawa)

Naoki Urasawa não é novidade no Brasil. Já tivemos os lançamentos de algumas séries completas, como 20th e 21st Century Boys, Monster (que vem sendo republicado em novo formato, de luxo) e Pluto. Mas a produção de Urasawa no Japão é muito extensa e entre suas diversas séries que poderiam ser lançadas no Brasil (como Master Keaton ou Yawara!) destaca-se Billy Bat.

A história é centrada num autor nipo-americano chamado Kevin Yamagata, criador da popular série Billy Bat para a editora Marble Comics em 1949. Kevin se dá conta de que pode ter copiado inconscientemente a imagem de Billy Bat a partir de algo que viu durante o período em que o Japão estava ocupado no pós-guerra, e aos poucos o autor se vê envolvido numa série de mistérios, assassinatos e profecias quando tenta buscar a permissão do autor original para que utilize o personagem. Como outras séries de Urasawa, esta traz um crescente de dramas psicológicos envolventes.

Shinya Shokudou (Yarou Abe)

Um simples restaurante que só abre durante a madrugada onde os clientes interagem contando histórias diversas. Shinya Shokudou (conhecido internacionalmente como Midnight Diner) é um mangá de autoria de Yarou Abe serializado desde 2006 na revista Big Comic Original contando com 22 volumes encadernados lançados até o momento.

Com um desenho único e bem diferente do habitual, Midnight Diner cativa pelo retrato perfeito do que é um slice-of-life. O dono do restaurante serve um menu fixo e prepara pratos customizados caso seja possível e, enquanto isso, histórias de vida são narradas. O mangá foi adaptado para uma série live-action que possui 5 temporadas, duas delas disponíveis na Netflix com o subtítulo Tokyo Stories.

A série live-action está disponível na Netflix.

Atom: The Beginning (Masami Yuuki, Tetsuroh Kasahara, Makoto Tezuka)

Adaptado para animê em 2017, Atom: The Beginning é um mangá baseado na criação de Osamu Tezuka, o Astro Boy. Com roteiro de Masami Yuki e arte de Tetsuro Kasahara, ATB é serializado na revista Monthly Hero’s, onde também é publicada a série moderna do Ultraman, também adaptada há pouco tempo para animê.

Como o nome sugere, este mangá é centrado no que aconteceu antes da criação do Astro Boy propriamente dito, com personagens clássicos como o Dr. Ochanomizu e Umatarou Tenma em versões mais jovens interagindo com A106, o protótipo de robô criado por eles que pode vir a ser um deus ou simplesmente um amigo. No Japão, a coleção de encadernados contém até o momento 11 volumes, e a serialização teve início em 2014. No México a publicação da série se dá pela editora Panini.

Bokurano (Mohiro Kitoh)

A criação mais famosa de Mohiro Kitoh (autor publicado no Brasil uma única vez pela editora L&PM com o compilado Fim de Verão), Bokurano é uma série de mecha serializada entre 2003 e 2009 na revista Ikki que ganhou destaque por diversas razões ao longo da publicação de seus 66 capítulos, totalizando 11 volumes encadernados e sendo adaptada para animê em 2007.

Quinze estudantes se envolvem num misterioso evento ao adentrarem uma caverna na praia onde recebem o convite suspeito para jogar um jogo onde cada um terá a chance de pilotar um robô gigante para batalhar contra inimigos que estão invadindo a Terra. O preço que o controle do robô cobra após o fim de uma batalha é chocante. Desta forma, as quinze crianças estão com um contrato assinado onde, no final, todas podem perder tudo.

Mushishi (Yuki Urushibara)

Mushishi ganhou o mundo desde o início de sua serialização na revista Afternoon entre os anos de 1999 e 2008, totalizando 50 capítulos compilados em 10 volumes. Criação da mangaká Yuki Urushibara, o sucesso foi tanto que a obra já possui três séries animadas e dois OVAs. O mangá possui uma continuação de apenas um volume, e uma antologia também de volume único.

A história apresenta criaturas onipresentes chamadas Mushi que frequentemente apresentam poderes sobrenaturais. Os mushis são descritos como seres em contato com a essência da vida na sua forma mais básica e pura. Devido à sua natureza efêmera, a maioria dos seres humanos são incapazes de perceber os mushis e são alheios à sua existência, mas há alguns que possuem a capacidade de ver e interagir com tais seres. Uma dessas pessoas é Ginko, o personagem principal. Ele emprega-se como um “Mushishi” (termo dado a pessoas que possuem a habilidade de enxergar mushis) viajando de um lugar para outro a pesquisar mushis e ajudar pessoas que sofrem de problemas causados por eles.

A série animada está disponível na Crunchyroll.

Yokohama Kaidashi Kikou (Hitoshi Ashinano)

Mais uma série da espetacular revista Afternoon, Yokohama Kaidashi Kikou (nome internacional Quiet Country Cafe) possui a incrível capacidade de contar uma história que soma 142 capítulos e 14 volumes encadernados onde quase nada acontece, girando em torno de contemplação e ideias muito simples.

Sendo uma ficção científica muito singular, YKK (como é chamada pelos fãs) é a série pós-apocalíptica mais good vibes de todos os tempos. Num Japão futurista onde o nível do mar subiu e invadiu boa parte das áreas costeiras do planeta, onde a população diminuiu drasticamente e as instituições políticas e tecnológicas ruíram, impedindo a existência de formas de comunicação que não sejam presenciais ou através de cartas e também blindando a existência de eletrodomésticos como a televisão, a robô Alpha é dona de uma pequena e simples cafeteria onde recebe seus poucos clientes e vive sua vida de forma simples e extremamente calma. Ela observa a passagem do tempo e faz amizade com outros robôs e humanos, e suas experiências são passadas com imersão única com poucos diálogos e muita apreciação dos momentos através da narrativa e bela arte do mangaká Hitoshi Ashinano.

Saint☆Oniisan (Hikaru Nakamura)

Após a publicação de Arakawa Under The Bridge pela editora Panini, é natural que um dos mangás listados aqui e que mereciam ser lançados no Brasil seria Saint☆Oniisan (nome internacional Saint Young Men), da mesma autora de Arakawa, Hikaru Nakamura.

Saint☆Oniisan narra a história de Jesus e Buda morando no Japão moderno, dividindo um apartamento pequeno e tendo que lidar diariamente com as situações mais inusitadas que existem. As duas figuras religiosas enfrentam problemas variados com relação ao dinheiro, interações humanas, tecnologia e muitos mais. O humor é afiadíssimo, fazendo piadas inteligentes sem ofender quaisquer crenças, e a autora evolui gradativamente enquanto toma controle das rédeas da publicação, lançada no Japão na revista Morning Two e totalizando 18 volumes até o momento, tendo iniciado em 2006.

Menção Honrosa

Kaguya-sama wa Kokurasetai: Tensai-tachi no Renai Zunousen (Aka Akasaka)

Série de sucesso da revista Young Jump em publicação desde 2015, totalizando 18 volumes até agora, Kaguya-sama: Love is War (nome internacional) ganhou muito destaque no mundo por conta das duas recentes temporadas de animê adaptando o mangá.

Shinomiya Kaguya e Miyuki Shirogane são membros do Conselho Estudantil da Academia Shuchiin, sendo ambos gênios entre os gênios. O tempo que eles passam juntos acabou fazendo com que se apaixonassem, mas o orgulho deles não permite que se confessem, pois quem o fizer será considerado inferior. Começa uma batalha mental: quem conseguirá fazer o outro se confessar primeiro?

A primeira temporada da série animada está disponível na Crunchyroll.


Acha que algum outro título merecia chegar por aqui? Deixe nos comentários, e vamos trocando uma ideia!

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Games

League of Legends: Wild Rift disponível a partir de 6 de junho

De 06 a 26 de junho (horário de Brasília), League of Legends: Wild Rift será disponibilizado para um grupo seleto de jogadores no Brasil e nas Filipinas, neste momento apenas para a plataforma Android. O teste vai acontecer para testar diversos aspectos do jogo que ainda está em desenvolvimento, mas a Riot quer um feedback dos jogadores, para melhorar a experiencia dos jogadores, antes do lançamento oficial.

Os convites serão enviados a partir do dia 06, algumas horas antes da abertura do servidor, que só ficarão disponíveis das 18h as 22h, enquanto é testado a estabilidade do jogo.

https://twitter.com/WildRiftBR/status/1266385565844418560

Foi disponibilizados pontos que a equipe de desenvolvimento vai focar neste teste inicial. A Riot informou que serão testados:

  • As mecânicas fundamentais do League of Legends: Wild Rift. Queremos saber se o jogo faz jus às suas expectativas para proporcionar uma experiência autêntica de League of Legends;
  • Os sistemas de jogo. Queremos saber se está fácil apresentar o League of Legends: Wild Rift para seus amigos, se os sistemas de progressão são satisfatórios e se obter Campeões parece justo;
  • A estabilidade do serviço e da infraestrutura. Queremos garantir um serviço de primeira em cada partida.

O teste específico vai ser disponibilizado para jogadores selecionando ao acaso, mas que tiverem feito o pré-cadastro no Google Play para jogar o League of Legends: Wild Rift durante a apresentação de 10 anos da Riot Games. Mais jogadores serão convidados ao decorrer do teste, a Riot pediu para que os jogadores fiquem de olho no seu e-mail mesmo que não conseguam um convite no primeiro dia.

A escolha pelo Brasil e Filipanas, segundo a Riot, foi pelo fato de seus jogadores não possuírem estilo de jogo tão “homogêneo”. Assim, pode-se contar com um leque mais amplo de dados e garantir a satisfação de grupos bem diversos de jogadores.

Os requisitos mínimos de League of Legends: Wild Rift em seu Alfa Regional são:

Só para dispositivos Android

Processador: só processadores de 64 bits com 8 núcleos e 1,5 GHz ou mais

RAM: 3 GB ou mais

Resolução: 1280 × 720 ou mais

Requisitos mínimos almejados para o lançamento:

Dispositivos Android

Processador: processadores de 32 ou 64 bits com 4 núcleos e 1,5 GHz ou mais

RAM: 1,5 GB ou mais

Resolução: 1280 × 720 ou mais

Dispositivos iOS

iPhone 6 ou posterior

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Serial-Nerd Séries

Arremesso Final e a Construção Esportiva e Cultural do Mito Chicago Bulls

 “Que horas são? É hora do jogo!”

Imagina que você é dirigente de um time pentacampeão? Imagina que você é dirigente de um time que tem simplesmente o melhor jogador de todos os tempos? Imagina que você é dirigente de um time que se torna um marco máximo do esporte e da cultura mundial? Agora imagina que você decide desmontar esse time e avisa para o seu técnico no início da temporada? Essa foi a ideia do gerente geral do Chicago Bulls, Jerry Krause.

Partindo do principio do desmanche, Arremesso Final, Last Dance no original, a série documental sobre o lendário time da década de 90 do Chicago Bulls, apresenta um dos pilares daquela década. Um pilar que envolveu esporte, cultura pop, marketing esportivo, polêmicas, recordes e Michael Jordan. Com direção de Jason Herir, a série é uma co-produção da ESPN com a Netflix  tem como dois pontos que devem ser muito destacados: a qualidade jornalística e por não esconder, digamos, nenhum “podre” de ninguém. Nem do ídolo Michael Jordan.


Ao longo de dez episódios somos bombardeados em uma incessante viagem em tempos distintos. A linha temporal é contada de forma não linear, mas de muito fácil entendimento. E sim, temos mais de um documentário dentro de Arremesso Final. A série fala sobre a fabulosa última temporada do lendário time do Bulls, com todos os seus conflitos, mazelas, dores, alegrias etc. Ela fala de como esse mesmo time foi importante para a globalização do NBA. A série fala sobre Michael Jordan.

Destrinchando com maestria a vida do maior jogador de basquete de todos os tempos. Arremesso Final destila toda trajetória de como ele foi eleito cinco vezes o jogador mais valioso da NBA, de como foi o maior pontuador em um único jogo (com 69 pontos) e cestinha máximo durante 10 temporadas. Acompanhamos um menino Michael Jordan, que saiu de terceira opção do Draft de 1984, para lenda máxima do esporte. Mas não somente no basquete. Jordan foi, ou ainda é, um ícone da cultura. Da moda. Da perseverança. Momentos de sua carreira dão excelentes cases de sucesso em palestras motivacionais que se espalham por aí. Ele criou tendências influenciando não somente uma geração de atletas, mas também na moda com os tênis Air Jordan. Protagonizou a super produção da Warner Bros., Space Jam – O Jogo do Século e se tornou uma das personalidades mais famosas e importantes de todos os tempos.

Scottie Pippen, o técnico Phil Jackson e Michael Jordan.

Mas as suas polêmicas e jeito duro também são mencionados durante Arremesso Final. De como apesar de muito querido por boa parte dos jogadores, ele era uma pessoa altamente competitiva. A ponto de magoar seus companheiros de equipe em assédios morais em treinamentos e jogos. Momentos de vulnerabilidade a perda do pai e o vício por jogos são contados minuciosamente. E a série não esconde isso. O próprio Jordan, em depoimentos sinceros ao longo dos episódios, relata cada um deles. Inclusive depoimentos rancorosos. Que aos 57 anos, o atleta ainda os guarda. Como no momento em que ele chama Scottie Pippen de egoísta, por este forçar sua saída do Chicago Bulls por receber um salário menor. São momentos que poderiam desconstruir o mito. Mas muito pelo contrário, só fortalecem. Impossível não terminar a série gostando ainda mais dele. Querendo consumir mais leituras ou filmes sobre ele. Ou simplesmente assistir um jogo do Chicago Bulls daqueles gloriosos anos.

Arremesso final tem sua dose dramática que se eleva em diversos momentos. O décimo e último episódio é o melhor. Quando relata sobre a sofrida série de seis jogos finais contra o Utah Jazz, onde os jogos finais são apresentados como um épico do estilo Senhor dos Anéis – O Retorno do Rei. Onde todos os personagens estão já exauridos, praticamente se arrastando, tirando forças sabe-se lá de onde, e mesmo assim estão indo para um último objetivo maior, para uma última e melhor dança. É praticamente impossível não ficar nervoso com a construção que a direção deu ao último episódio. Mesmo sabendo da história, é como estar dentro daquele estádio lotado.

Mas Arremesso Final constrói bem todo épico mitológico do Chicago Bulls pelos seus campeonatos. Ele vai cutucando cada mazela de seus jogadores. Sem nenhum pudor de falar da insatisfação de Scottie Pippen, das loucuras de Dennis Rodman e da obsessão de Michael Jordan com o topo e a vitória sempre. Muitas vezes vemos a narrativa da série, transformar “personagens” em vilões. E de uma hora para outra se tornarem heróis. É uma série que agrada quem gosta de basquete e viveu a Bulls-Mania e também agrada e prende quem não gosta do esporte. Os depoimentos dos jogadores, do técnico Phil Jackson, de adversários, os ex-presidentes Barack Obama e Bill Clinton, familiares e de profissionais da imprensa esportiva abrilhantam a série. O que só eleva ainda mais o Chicago Bulls daquela época.


Arremesso Final, é obviamente uma série que conta a vida e carreira de Michael Jordan. Mas ela constrói é como o time chega ao ponto de se tornar um marco cultural e esportivo. Vamos lembrar que era uma década em que a internet dava seus primeiros passos. Não existiam os celulares poderosos, as redes sociais nem nada do tipo que pudesse compartilhar com outros países e se tornar viral uma imagem de time vencedor. O que esse Chicago Bulls fez foi entrar para a história pelo basquetebol. Michael Jordan, apesar de ser uma personalidade midiática, não tinha um aparato como Instagram para se promover. Suas clicadas e curtidas não eram com atrizes famosas ou festas badaladas. E sim com suas enterradas, performances e determinação nas quadras.

Arremesso Final é uma das séries documentais mais bem produzida de 2020. Uma série que não tem medo de desconstruir um mito, assim como ela não tem medo de elevar para um patamar maior. Para quem não teve a oportunidade de assistir nada daquele Chicago Bulls, é uma excelente chance. Para quem teve chance der assistir, quando chegava aqui no Brasil, assim como esse que lhe escreve, é uma chuva de lembranças. De boas lembranças.

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Safe Room #01 – Notícias de Assassin´s Creed, Valorant, Remake de Máfia e muito mais

Sejam bem-vindos ao Safe Room, podcast de games da Torre de Vigilância. Neste primeiro episódio os vigilantes, Guilherme Keys, Luan Oliveira e Pedro Ladino, irão comentar sobre as notícias da semana (17/05 a 23/05). 

Entre estas notícias temos, algumas declarações sobre o novo Assassin´s Creed Valhalla, informações sobre o remake de Máfia, o lançamento oficial de Valorant, além da HQ de Horizon: Zero Dawn e GTA V ganhando batendo novos recordes.

O feed do podcast pode ser encontrado aqui.

Notícias comentadas neste podcast:

Valorant será lançado oficialmente em 2 de junho.

InXile Entertainment anuncia jogo com Unreal Engine 5.

Remake de Máfia.

Kingdom Hearts mobile é adiado.

Assassin´s Creed Valhalla terá mapa gigantesco.

Ghost of Tsushima e sua gameplay.

HQ de Horizon: Zero Dawn.

CD Projekt RED é empresa mais valiosa da Europa.

Iron Man VR.

Vídeos e informações sobre Last of us parte II.

Gostou do nosso podcast? Não deixe de trazer seu feedback para nós! Deixe seu recado, opinião e crítica nos comentários e em nosso email, escreva para: games@torredevigilancia.com

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Ja imaginou Hideo Kojima trabalhando com a Riot Games?

Marc Merrill, conhecido também como Tyndamere, CEO da Riot Games dona doLeague of Legends, perguntou em seu perfil oficial do Twitter se seus seguidores e fãs dos jogos da empresa, gostariam de um jogo dirigido por Hideo Kojima , que já trabalhou na Konami, e atualmente diretor-executivo e chefe de estúdio da Kojima Productions

“Quem quer um jogo de Hideo Kojima no universo de League of Legends?”, logo em seguida, o perfil oficial da equipe de publicação da Riot Games a Riot Forge, respondeu “Prontos quando estiver, Kojima”.

Hideo Kojima não respondeu esta publicações de Marc Merrill ou a da Riot Forge, até o momento desta publicação desta matéria.

Valorant foi a mais recente adição da Riot Games no mercado de jogos, e de eSports. O jogo encontra-se em beta fechado até 2 de junho.