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Saiki Kusuo no Psi Nan: Ser um psíquico não é tão legal assim

Quando o assunto é humor, o gosto pessoal do telespectador fica muito em jogo, muitas pessoas não conseguem se conectar com o humor de algumas obras, como é o caso de KonoSuba, onde você tem que desligar o cérebro para curtir, ou no caso de Gintama, onde algumas de suas piadas são totalmente direcionadas para o público japonês. Já em Saiki Kusuo no Psi Nan, o telespectador encontra um anime onde você simplesmente pode assistir sem se preocupar com nada. Claro, existem algumas referências à cultura japonesa, e até mesmo à outros animes, mas de resto, é de boa.

A comédia de Saiki Kusuo funciona perfeitamente, ela beira o nonsense, e o que ajuda bastante é o fato da sua animação não ser “a melhor coisa do mundo”, é uma animação padrão, mas que combina muito bem com a comédia. E quando o Saiki usa um poder mais elaborado, a animação acompanha e tem um aumento de qualidade.

Ainda sobre a comédia, é bastante notável a influência de Gintama no anime, e provavelmente no mangá. O humor de Gintama flerta bastante com o absurdo, além de quebrar frequentemente a quarta parede. Em Saiki Kusuo, o protagonista também possui noção de que é um personagem, e ainda que não quebre repetidamente a quarta parede, ela funciona bem quando acontece. Saiki Kusuo é o filho legítimo de Gintama e com certeza irá ocupar o seu lugar, quando a obra de Sorachi terminar. O anime consegue desconstruir vários clichês de shounens e shoujos  e isso é feito de uma maneira totalmente hilária.

A primeira temporada de Saiki Kusuo no Psi Nan tem ao todo 120 episódios com 5 minutos de duração cada, que depois foram compilados nos já tradicionais 24 episódios que conhecemos. Esse formato de exibição é uma faca de dois gumes, ele funciona bastante quando a história é episódica, ou seja, ela é fechada naquele episódio e suas consequências vão passando pelo anime. No entanto, quando temos uma sequência de episódios, como aquelas da Viagem Escolar ou do Aniversário de Saiki, por exemplo, a quebra de ritmo entre os episódios incomodam bastante, é como se tivéssemos vários cliffhangers em menos de 15~20 minutos. Não chega a estragar a experiência, mas incomoda.

A trilha sonora de Saiki Kusuo no Psi Nan também é muito boa, em especial o tema de Kaidou, ela fica na cabeça e faz você se mexer no ritmo dela. Ambas as aberturas e encerramentos são fantásticos, tanto na parte sonora quanto em seus vídeos.

E grande elenco.

Os personagens do anime são bem desenvolvidos, apesar do curto tempo de tela de cada um. Os personagens vão se construindo conforme vão interagindo com Saiki e você acaba entrando na mente deles.
O elenco de vozes também está fantástico, com destaque para Hiroshi Kamiya, que interpreta o protagonista, e Daisuke Ono que está irreconhecível no papel de Riki Nendou.

Saiki Kusuo é um poço de expressões…

Os quase monólogos de Saiki são bastante legais de se acompanhar, suas frustações por causa de seus poderes fazem qualquer um desistir querer ter esses poderes. Porém, é interessante quando eles são usados de maneiras inovadoras, tirando o protagonista de várias enrascadas. É sempre hilário quando Saiki finalmente esboça uma expressão, seja de surpresa, alegria ou raiva, pois não é algo comum para ele.

Uma segunda temporada do anime está prevista para estrear no dia 16 de janeiro de 2018.
No Brasil, nem o anime e mangá de Saiki Kusuo no Psi Nan são licenciados oficialmente.

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Quadrinhos

O Velho Gavião Arqueiro tem as primeiras imagens divulgadas

Old Man Hawkeye ganhou as suas primeiras imagens divulgadas pela Marvel Comics. A HQ derivada do arco Velho Logan, vai se ambientar antes dos acontecimentos da história original, e mostrará as aventuras do Velho Gavião Arqueiro.

As primeiras páginas divulgadas, já vemos que uma espécie de “gangue” do Madrox, o mutante que se multiplica, vai estar no caminho do herói.  Confira na galeria abaixo:

 

A trama vai mostrar Clint Barton perdendo a sua visão e, por causa disso, sendo obrigado a encarar um fato terrível que ele passou há cerca de 45 anos. Em O Velho Logan, o Gavião Arqueiro revela que ficou cego por causa de um glaucoma.

A minissérie Old Man Hawkeye tem roteiros de Ethan Sacks e desenhos de Marco Checchetto. O lançamento será ainda esse mês nos Estados Unidos.

 

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Board games Games Quadrinhos

Hellboy ganhará um jogo de tabuleiro

Hellboy é um personagem de sucesso. Além dos quadrinhos, dos dois primeiros filmes dirigidos por Guillermo Del Toro, um novo filme intitulado Hellboy: Rise of The Blood Queen, que será estrelado por David Harbour (Stranger Things), uma participação no game Injustice 2 e até nome de whisky, o Vermelho está estampando. Agora, a maior criação de Mike Mignola, vai chegar aos jogos de tabuleiros.

A Mantic Games, fabricante de jogos dessa espécie que tem base no Reino Unido, anunciou um acordo com a Dark Horse Comics que permite o uso do universo de Hellboy para ser título de um próximo jogo.

“Hellboy tem um grande elenco de personagens, locais diversos e monstros lendários das páginas do folclore”, disse Ronnie Renton, CEO da Mantic Games. “Os quadrinhos fornecem uma base fantástica para construir um jogo de tabuleiro cooperativo divertido e rápido. Que vai permitir os jogadores experimentar alguns dos seus momentos favoritos da série”.

Em um comunicado, a Dark Horse Comics, falou que está animada e vai trabalhar em conjunto com a fabricante para oferecer um produto de qualidade para os fãs do Hellboy e de todo o seu universo.

A descrição oficial do jogo diz que será miniaturas de plástico deslumbrantes e pré-montadas que vão capturar com precisão a aparência e o clima das HQs de Mike Mignola. Além de exercer aos jogadores uma experiência cooperativa para poder enfrentar os famosos vilões do Hellboy. Quatro jogadores vão assumir os controles dos membros da Bureau of Paranormal Reserach and Defence (BPRD).

O jogo de tabuleiro de Hellboy ainda não tem data oficial de lançamento, mas a Mantic Games garante que será feito em 2018. Fique ligado na Torre de Vigilância para mais detalhes e vamos torcer para que chegue ao Brasil.

 

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Quadrinhos

The Terrifics, novo grupo da DC Comics ganha prévia

Foi divulgada a prévia de The Terrifics, o mais novo grupo da DC Comics, que é formado por Senhor Incrível, Metamorfo, Phantom Girl e Homem-Borracha.  A HQ será um derivado de Dark Nights: Metal, e você pode saber mais sobre eles clicando AQUI.

“Reunidos pelo destino, ligados pelo espírito de exploração e esperança pelo amanhã, The Terrifics acabam juntos por conta dos desdobramentos do Multiverso Sombrio de Metal. O grupo se forma por conta de um acidente e devem confiar um nos outros para encontrar o caminho de casa”, diz a sinopse da nova série.

 

Durante a busca para casa, algumas questões vão aparecer como: Por que o Homem-Borracha ainda está em forma de ovo? Como o ambicioso Simon Stagg conhece sobre o Multiverso Sombrio de Metal? E o que ele pode ganhar acessando ele? O Metamorfo é capaz de replicar o Metal Nth? E onde está Tom Strong?

The Terrifics tem roteiro de Jeff Lemire e desenhos de Joe Prado e Ivan Reis. A HQ começa a ser publicada em fevereiro nos Estados Unidos.

 

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Games

Rainbow Six Siege | Novas organizações estão a caminho

No ano de 2017 um dos destaques no mundo do e-Sports foi sem dúvida o cenário competitivo de Tom Clancy’s Rainbow Six Siege.

Principalmente no Brasil o cenário mostrou grande força, conquistando fãs, além de disputar e conquistar algumas premiações voltadas para o e-Sports. Todo esse investimento e auxílio da comunidade conquistou a confiança de investimentos internacionais.

Foi anunciado que em 2018 algumas organizações estão interessadas em ingressar no cenário br de Rainbow Six Siege. Pelas informações temos a FaZe Clan, Team Liquid, Immortals, Flamengo eSports, SK Gaming, além de uma nova organização estruturada por Gabriel “FalleN” Toledo.

 

 

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Anime Cultura Japonesa

Netflix divulga trailer de Godzilla: Planet of the Monsters e data de estreia

A Polygon Pictures e a Netflix anunciaram que o filme Godzilla: Planet of the Monsters (Godzilla: Kaijū Wakusei) estreia mundialmente no catálogo da empresa de streaming no dia 17 de janeiro. Para comemorar o anúncio, um novo trailer foi divulgado. Confira!

O filme será estrelado por:

Mamoru Miyano como Haruo Sakaki.

Takahiro Sakurai como Metphies.

Kana Hanazawa como Yuko Tani.

Tomokazu Sugita como Martin Lazzari.

Yuuki Kaji como Adam Bindewald

Junichi Suwabe como Mulu-Elu Galu-gu.

Kobun Shizuno (Detective Conan: The Darkest Nightmare, Fist of the North Star: The Legend of Kenshirô, Fist of the North Star: The Legend of Toki) e Hiroyuki Seshita (Ajin, Knights of Sidonia) estão dirigindo os filmes pela Polygon Pictures.

Gen Urobuchi (Puella Magi Madoka Magica, Fate/Zero, Psycho-Pass), da Nitroplus, é creditado pelo conceito da história e pelo roteiro. Urobuchi é também responsável pela composição ao lado de Yūsuke Kozaki.

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Você não precisa ter um QI alto para assistir à Rick and Morty

Quando a  primeira temporada foi lançada em 2013, Rick and Morty não atraiu tanto a atenção do público quanto o esperado, aparentando ser mais um desenho escrachado para adultos do Adult Swim. Porém, com a vinda do seu segundo e terceiro anos em 2015 e, respectivamente, em 2016, a animação ganhou um destaque mais exorbitante no ramo televisivo, graças aos seus episódios que tratavam de vários temas do cotidiano, com um humor ácido recheado de palavões censurados e de personagens cativantes.

De início, não me simpatizei com o seriado graças a sua fanbase chata e irritante, mas, ao ver vários comentários  de amigos e conhecidos falando bem do seriado, decidi dar uma chance. Infelizmente ou felizmente, agora  faço parte dessa comunidade de fãs que eu tanto criticava.

Rick Sanchez é um dos seres mais inteligentes do universo, que sempre se divertiu viajando por infinitas realidades e por todo o cosmo. Junto ao seu neto Morty, o cientista e o garoto não muito inteligente, embarcam em novas aventuras com o objetivo de se divertir e, se sobrar tempo, aprender alguma coisa com as viagem intergalácticas.

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Os criadores Justin Roiland e Dan Harmon criaram o desenho com o objetivo de conceber uma critica ao mundo moderno, exorbitando-se de temas como: política, niilismo (não existência), abusos de poder e até mesmo sexuais, depressão (que ainda será citada nessa coluna ou crítica, como preferir) e fraternidade. Querendo ou não, o telespectador acaba se identificando com os pontos citados, afinal, Rick and Morty pode ser o mais fantasioso possível, mas ainda é realista em seus atos e dizeres.

A existência conjugal dos protagonistas é o ponto alto do seriado, que mesmo com seus dramas individualistas, os personagens acabam compartilhando um pouco de seus sentimentos com o resto dos indivíduos que o cercam. Por exemplo, o casal Beth e Jerry Smith, que vivem um relacionamento conflituoso que reflete nas personalidades dos seus filhos: Morty e Summer. De um lado, temos um garoto com deficit de atenção e com poucos amigos (sem contar o seu avô) e do outro, uma garota mimada e carente que só pensa em fazer compras e ficar o dia inteiro em suas redes sociais. Não é estranho uma briga de pais ser mencionada de maneira recorrente na animação, afinal, nós somos frutos da geração divórcio, tornando-se uma atitude regular dos nossos progenitores se divorciarem ou separarem com frequência.

A perda, fracasso, decepção e carência são problemas comuns em nossas vidas, no fim das contas, ninguém é feliz 100%, pois para haver a felicidade, tem que ter a infelicidade e para o sucesso existir, o fracasso do outro tem como obrigação, coexistir. As pertubações, em alguns casos, são transformadas em depressões, assunto que é relatado quase toda hora em Rick and Morty, seja de maneira escondida e bem humorada ou evidente. Rick Sanchez teve uma filha muito novo, se separando no auge de sua juventude. Isso conseguiu mexer muito com o seu psicológico, em que sua mente o incentivava toda hora a cometer suicídio que, por bem, sempre se ressumia no fracasso do ato. Por coincidência ou não,  quase todo dia, é noticiado que mais uma pessoa foi ”vítima” da depressão, ou seja, ela está sim presente em nossas vidas, de maneira direta ou indireta.

Como os universos DC e Marvel, Rick and Morty tem estrutura e capacidade para sustentar um macrocosmo inteiro que, a cada episódio, os capítulos dão vida à diversos sujeitos de várias raças, com poderes, personalidades e competências diferentes, podendo abrir várias oportunidades para futuros spin-offs.

A simpatia da série é sustentada com as suas loucuras, tramas da ”pá-virada” , personagens com traços cativantes e atitudes inesperadas. No fim, é isso que faz o espectador querer mais e mais, acompanhando a história e a jornada até a sua famigerada conclusão, abrindo a porta para varias teorias boas e ruins.

Somando 21 episódios (entre a primeira e segunda temporada), quase nenhum cria uma sensação de desconforto e chatice, pelo contrário, a maioria cativa e abre um sorriso no rosto de seu seguidor a cada piada e desfecho das conjunturas. Porém, alguns posicionamentos sem resposta (mesmo sendo propositais) podem incomodar quem não está acostumado com esse tipo de material. Pode-se dizer o mesmo sobre as suas saídas fáceis, que sempre ficam na cara o que vai acontecer, em que tudo dará certo em seu epílogo, mesmo tendo um raro plot twist em todo o seriado.

Ok, mesmo dando várias e várias voltas em apenas um único texto, você deve estar se perguntando: ”mas o que a crítica tem haver com o seu título?” Ora meu caro leitor, embora Rick and Morty abre as margens para diversas interpretações, é possível você sentar em seu sofá, colocar um episódio e assistir sem preocupação nenhuma em elucidar as suas metáforas e piadas cheias de besteiras. No final, a animação é feita para o público em geral, sendo você um entendedor de ciências ou não, apenas ignore toda a filosofia feita nessa coluna e divirta-se!

Espero que tenha gostado, até a próxima e Wubba Lubba Dub Dub!

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Torre Indica | Animes de 2017

Mais um ano se passou, e mais de 200 animes estrearam. Fica muito difícil escolher o que assistir, ainda mais com cada bomba que aparece durante as quatro temporadas do ano.*cof cof Black Clover cof cof*

Para tentar ajudar os nossos leitores a escolherem algo para assistir, reunimos os três otakus fedidos da Torre de Vigilância, e os forçamos a montar o seu ranque pessoal dos seus dez desenhos japoneses prediletos do ano.

Confira abaixo:

3-Gatsu no Lion

Redator: Pedro Ladino

10 – Ao no Exorcist: Kyoto Saga – Talvez tenha sido uma decepção para a maioria das pessoas, mas como leitor do mangá, eu sei a importância desse arco para o futuro da série. E também sei que ele isolado pode ser um “porre”, mas Ao no Exorcist foi um dos meus primeiros animes e tenho um grande carinho por ele. E teve música do UVERworld na abertura, quer mais alguma coisa? :p
9 – KonoSuba S2 – Continuou com aquele humor galhofa, desligue o cérebro e seja feliz.
8 – Made in Abyss –  Uma das surpresas do ano, e mesmo que eu não tenha curtido tanto, foi melhor que muita coisa que saiu.
7 – Boku no Hero Academia S2 –  Nem sei o que falar desse aqui, o Studio BONES continua mandando muito bem na adaptação do mangá, e estou ansioso para a terceira temporada.
6 – Shoujo Shuumatsu Ryokou – Acho que pode ser considerado o anime surpresa da Fall Season, um slice of life sensacional e relaxante, mas que quando queria passar algo mais extremo, conseguia.
5 – Gamers!  – Meu anime “amorzão” do ano. Tem texto no site sobre ele, mas resumindo: é uma baita surpresa e uma ótima comédia romântica.
4 – Tsurezure Children – Melhor anime da Summer Season, com 12 minutos em cada episódio conseguiu me fazer rir bastante e me deixar bastante feliz enquanto era exibido.
3 – Gintama. e Gintama. Porori-hen – Só porque maratonei tudo esse ano mesmo :p , se tornou um dos meus animes favoritos, e mesmo não sendo as melhores temporadas da obra, estão aqui representando todo o anime. E que venha a última temporada.
2 – Mahoutsukai no Yome (The Ancient Magus Bride) –  O maior hype de 2017, e que, para a surpresa de muitos, conseguiu ser real. Simplesmente mágico, Wit Studio vem mostrando que não é só o “estúdio de Shingeki no Kyojin”.
1 – 3-Gatsu no Lion S02 – Esse aqui realmente não tem o que falar, é uma obra-prima dos animes e essa segunda temporada tem dado cada porrada que meu amigo… Que venha o segundo cour.

Menções honrosas: Just Because!, Kujira no Kora wa Sajou ni Utau e Net-juu no Susume.

 

Shouwa Genroku Rakugo Shinjū S2

Redator: Luis Alex Butkeivicz

10 – Fate/Stay Night Heaven’s Feel Part 1 – A nova entrada na série Fate trás consigo a última rota até então não adaptada do Fate/Stay Night original. Heaven’s Feel será lançado em três partes, mas quanto ao primeiro filme posso afirmar que o mesmo tem êxito em reviver o interesse dos fãs da série na timeline original, algo que não ocorria desde Unlimited Blade Works.
9 – Gamers! – Acredito que tenha sido uma das maiores surpresas do ano, especialmente por quebrar em partes a expectativa de muitos durante sua exibição. Gamers! por si só surpreendeu por ser uma comédia romântica focada em personagens gamers, além da temática de desentendimentos que era recorrente em todos os episódios. O show sucedeu em tirar várias risadas e entregar uma história de amor não muito convencional. Se tratando de Gamers!, entrei pelas referências à jogos e acabei ficando pelo incrível drama multilateral de jovens apaixonados que não sabem se expressar direito.
8 – Kobayashi’s Dragon Maid – Foi certamente um dos pontos altos da temporada de inverno de 2017. Embora tenha começado a assistir apenas como uma forma de ocupar meu tempo, Kobayashi-san acabou se tornando uma incrível experiência me lembrando da sensação de acordar cedo e apenas relaxar assistindo anime enquanto toma café da manhã.
7 – Konosuba S2 – Reconhecendo que a maioria dos shows mencionados nesta lista são de fato continuações, a segunda temporada de Konosuba adentra esta lista com mérito ao trazer de volta o mesmo humor e sátira da primeira temporada, mas também trazendo consigo novos elementos e personagens para o enredo. Konosuba é certamente uma das grande obras do gênero isekai, embora o mesmo já esteva saturado, Konosuba se mantém de pé o satirizar sua própria comédia e personagens de forma que, acho difícil não acabar amando este show.
6 – Kuzu no Honkai – Diante de diversas obras abordando a temática de amor e relacionamentos como um slice of life, focando exclusivamente no desenvolvimento amoroso, Kuzu no Honkai me surpreendeu no início deste ano ao entregar uma história plausível sobre a forma como relacionamentos funcionam e como pessoas lidam com eles. A história se prejudica um pouco devido ao seu elemento de narração que pode ficar um pouco respetivo, porém ela sucede em apresentar um drama através dos diversos personagens.
Kuzu no Honkai é, acima de tudo, uma história de mentirosos. De pessoas incapazes de aceitar seus sentimentos, incapazes de encarar a verdade ou de deixar alguém para trás. Certamente é merecedora desse lugar na lista não apenas pela qualidade da história, como o realismo das relações em que se baseiam.
5 – Boku no Hero Academia S2 – Acredito que não seja necessário citar o hype e qualidade de Boku no Hero Academia, e sua segunda temporada foi ainda melhor. Agora adaptando o Arco do Torneio e do Assassino de Heróis, o anime adapta o mangá com êxito entregando diversos momentos de arrepiar. Definitivamente merecedor de um dos melhores shonens da atualidade, mas não o primeiro lugar dessa lista.
4 – 3-gatsu no Lion S2 –  Entre as diversas histórias que fizeram seu lugar na minha lista de 2017, esta é uma que também fez um lugar no meu coração. Embora as palavras que tenha não sejam o suficiente para expressar a qualidade de 3-Gatsu no Lion, acredito que assim como o primeiro lugar da minha lista é um show que fala por si próprio, com suas próprias palavras. Um drama, uma comédia, uma história que através de personagens bem construídos e uma narrativa consistente cria uma sensação de realismo naquele mundo. Certamente encontrarei as palavras para falar sobre esse incrível obra e sua predecessora, mas por hora, resta apenas minha recomendação
3 – Kizumonogatari Part 3 – Sou incapaz de falar sobre a série Monogatari e seu lugar nesta lista sem falar sobre o esplendor de Kizumonogatari, e a forma majestosa que sua adaptação entrega o início da história de Koyomi Araragi. O último filme da trilogia que constitui a adaptação da novel de Kizumonogatari é o resultado do extenso desenvolvimento do primeiro filme, e ação intensa do segundo que culminaram em uma obra prima. Uma história de sangue, uma história de cicatrizes que, mais tarde neste mesmo ano chegou ao seu fim.
2 – Owarimonogatari S2 – Com o fim da adaptação de Owarimonogatari, fomos deixados apenas com as memórias destes 8 anos dourados que lembraremos com imensa nostalgia. No meu último ano do colegial pude ver a história de Koyomi Araragi chegar ao fim. O último ano de Araragi foi marcado por garotas bizarras e esquisitices, marcado por sangue e tragédia, marcado por compaixão e alegria.
Quando eu pensar nos meus anos do colegial, eu irei lembrar desta história. Uma história que tem um lugar especial no meu coração. Trailer.
1 – Shouwa Genroku Rakugo Shinjū S2 – Uma obra que me surpreendeu pelo enredo maturo, embora que já esperado de um jōsei, e que despertou um grande interesse no próprio Rakugo. Shouwa Genroku não apenas entrega uma história emocionante com personagens trágicos, como orquestra com maestria uma narrativa entrelinhas percebida ao assistir a série pela segunda vez.
Através de uma direção impecável, o show consegue apresentar diversas histórias ao mesmo tempo ao espectador, de forma que, todas se conectam brilhantemente.
Não tenho muitas palavras sobre esse show, mas acredito que isso se deve ao fato de que ele fala por si próprio. Para mim não é apenas um dos melhores shows de 2017 como um dos melhores anime de todos os tempos, junto da sua primeira temporada.

 

Shingeki no Bahamut: Virgin Soul

Redator: Vini Leonardi

10 – Fate/Apocrypha
9 – Koi to Uso
8 – Renai Boukun
7 –  New Game!!
6 – Urara Meirochou
5 – Just Because!
4 – Rokudenashi Majutsu Koushi to Akashic Records
3 – Masamune-kun no Revenge
2 – Princess Principal
1 – Shingeki no Bahamut: Virgin Soul

Comentário do Redator: Dois mil e dezessete foi um ano interessante para os animes, tanto profissionalmente quanto pessoalmente. Tivemos diversas mudanças e permanências descobertas pelo “público”, fazendo as pessoas olharem para seus desenhos com outros olhos.

Tretas industriais a parte, o conteúdo dos animes foi excepcional e trouxe diversas pedras preciosas para a superfície. Alguns diamantes, e algumas pérolas. Apesar dos excelentes títulos, tivemos também alguns péssimos para balancear. Afinal, não poderia ser anime se não fosse ruim. Sabe como é, Japonês é um povo estranho.

A maioria dos que conseguiram uma posição no meu ranque, foram cobertos pelas Primeiras Impressões – quase todas – escritas por mim. Os primeiros três episódios são os mais importantes pois, se eles forem ruins, os seguintes nunca serão assistidos. Então acho que vale a pena dar uma conferida nos posts (que estão linkados no próprio ranque) para ter uma noção de qual jaca você estará metendo o pé.

Destaques para Koi to Uso (9º Lugar) e Akashic Records (4º Lugar), que tiveram um desenvolvimento que foi de encontro às suas impressões iniciais: O primeiro começou forte e desandou um pouco, enquanto o segundo começou cambaleante e conseguiu se firmar no longo prazo. De resto, os títulos conseguiram seguir o que minha intuição previu, e você pode confiar nas postagens. Se você souber o que está assistindo, é claro.

Porém, o caneco vai para uma continuação: Shingeki no Bahamut (Rage of Bahamut) foi o show que mais me surpreendeu esse ano. A cada semana eu dizia pra mim mesmo que “é impossível eles se superarem depois dessa, simplesmente não dá”… E dava! E deu! Toda semana eles me surpreendiam mais e mais. Foi surpreendente do início ao fim, mas em momento nenhum deixou o seu lado carismático e caricato de lado. Conseguiu ser melhor do que a sua primeira temporada (Shingeki no Bahamut: Genesis), que já tinha sido ótima.

Que venha 2018!

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Uma Irmã, do francês Bastien Vivès, chega ao Brasil pela Nemo

O premiado autor francês Bastien Vivès retorna às livrarias de todo o Brasil com o lançamento de Uma Irmã pela Editora Nemo. Confira detalhes abaixo.

Ao ter suas férias pacatas transformadas por Hélène, o jovem Antoine passa a viver os dias mais intensos de sua vida, repletos de emoção e receios. De forma sutil, ainda que forte, ele vai descobrindo um universo feminino tão gracioso quanto perturbador. E o que poderia ser apenas mais uma história de verão, se transforma, pelas mãos de Vivés, em uma narrativa apaixonante. Um conto delicado e sensual sobre o despertar de um adolescente que provoca um turbilhão de sentimentos.

Bastien Vivès nasceu em 11 de fevereiro de 1984 e ficou conhecido pelas graphic novels O gosto do cloro (publicada no Brasil pela LeYa) e, posteriormente, por Amitié étroite (Amizade). Graduou-se em Animação pela Gobelins após estudar três anos de Design Gráfico. Iniciou sua carreira em uma oficina de quadrinhos que ajudou a fundar em Paris. Desde então publicou diversos trabalhos, vários deles aclamados pela crítica. Um desenhista em plena evolução, Vivès é um dos principais nomes dos quadrinhos contemporâneos.

O famoso jornal francês Le Monde, comentando sobre Uma Irmã, disse: “Às vezes cru. Também muito sensual. Mas nunca falso, nem no tom nem no desenho, quase minimalista, próximo à abstração.” Vivès já recebeu os prêmios Angoulême e Grand prix de la critique.

Uma Irmã possui 214 páginas encadernadas em acabamento brochura e formato 24 x 17 cm. O preço sugerido é R$ 47,90. Para garantir sua edição na pré-venda com 17% de desconto, clique aqui.

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Lançado o clipe oficial para os 100 anos de animação japonesa

Os animes começaram a ser lançados no Japão em 1917 e agora estão completando 100 anos de existência. Para comemorar tal data, os estúdios de animação lançaram uma mega clipe para o projeto Anime Next 100, reunindo séries produzidas nesse centenário para relembrar do que já passou e se preparar para o que virá.

A canção tema dos 100 anos de anime, Tsubasa Wo Motsu Mono ~Not An Angel Just A Dreamer~ (Aqueles com asas ~ Não é um anjo Apenas um sonhador ~), tem letras de Aki Hata e Seiko Fujibayashi, e composição de Kohei Tanaka e Noriyasu Uematsu.

A música foi interpretada pelos artistas: i ☆ Ris, Azumi Inoue, Wake Up, Girls!, Maaya Uchida, Akira Kushida, GRANRODEO, Isao Sasaki, Hiro Shimono, JAM Project, Konomi Suzuki, Kenichi Suzumura, Ayana Taketatsu, Chihara Minori, TRUE, Toshiyuki Toyonaga, Shoko Nakagawa, Wataru Hatano, Mitsuko Horie, Minami, Mizuki Ichiro, Suzuko Mimori, May’n, e Chihiro Yonekura.