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Arthur Fleck – O Início, o Fim e o Meio do Vitimismo e do Desvario

“Tente me ensinar das tuas coisas. Que a vida é séria e a guerra é dura. Mas se não puder, cale essa boca, Pedro, e deixa eu viver minha loucura.”
(Meu Amigo Pedro)

Alguns momentos que leio Watchmen ou assisto a sua adaptação cinematográfica, minha mente pratica um exercício de imaginar a substituição daqueles personagens maravilhosos pelos pesos pesados icônicos da DC Comics. O mesmo que tentei fazer após que assisti Coringa do Todd Philips. Muitas pessoas falaram que poderia ser qualquer personagem ali, fosse de quadrinhos ou não, que o resultado seria o mesmo. O homem que passa por distúrbios mentais, com uma vida desgraçada, ignorado pela sociedade e que chegou ao seu limite. Talvez faça sentido. Mas tem coisa mais Coringa do que isso?

O filme de Todd Philips apresenta uma levada no melhor estilo Maluco Beleza, onde Arthur Fleck vai controlando sua maluquez misturada com a sua lucidez no meio que o turbilhão do sistema e do maremoto que vai destruindo a sua vida pessoal. Lidar com o fracasso, com o derrotismo, com a falta do amor ao próximo e sua mãe sonhadora. É um pesado fardo mas que ao mesmo tempo ele leva o fato de ser uma pessoa que nasceu para ser um agente de alegria para os outros. Quando ele assume para si ser o ativo da revolução dos oprimidos de Gotham City, Arthur Fleck entende que é uma forma de levar alegria para o povo. A revolução.

“A minha enfermeira tem mania de artista, trepa em minha cama, crente que é uma trapezista. Eu não vou dizer que eu também seja perfeito. Mamãe me viciou a só querer mamar no peito. Ehê, ahã! Quando acabar o maluco sou eu!”
(Quando Acabar o Maluco sou eu)

Não considero válido usar a imagem do personagem do filme como um “símbolo” nas recentes manifestações que estão ocorrendo ao redor do mundo atualmente. A revolução contra os poderosos, ou o sistema da podridão de Gotham é o cenário para a verdadeira face de Arthur Fleck aflorar. Mas ouso dizer que mesmo não existindo pessoas o seguindo e levantando essa bandeira revolucionária maquiada de palhaço no filme, o Coringa surgiria do mesmo jeito. Ele é a válvula de escape. É o motor ligado de Arthur. E que é iniciado sempre em sua dança.

“Por que cargas d’águas. Você acha que tem o direito de afogar tudo aquilo que eu sinto em meu peito.”
(Sapato 36)

Arthur Fleck é um personagem sofrido. Um personagem que tem um pesado fardo, mas que muitas vezes, ele mesmo enriquece bizarramente o peso desse fardo. Ele apanha da sociedade de todas as formas. Mas isso também não significa que ele seja um coitadinho. O filme, que tem uma forte crítica social que há tempos grita nos EUA, às vezes dá a sensação de criar um ar de vitimismo ao personagem. E muitas vezes ele abraça isso. O público abraça isso. Onde ele apoia seus argumentos, ou disfarça os seus argumentos, para chegar a insanidade do Coringa nisso. Quando ele tem seus argumentos confrontados pelo personagem Murray Franklin de Robert De Niro, como se fosse uma bronca de um pai, ele fica mais nervoso, a ponto de quase perceber que é algo estúpido beirando à “pirraça” de um cara grande. Mas ele tem o seu transtorno mental causado por uma série de fatos. Como por exemplo a falta de uma figura paterna mais caridosa. Já que seus exemplos de pai foram os ex-companheiros violentos de sua mãe. E Arthur procura muito essa figura paterna no apresentador e no Thomas Wayne. E isso contribui para a formação do personagem.

“É sempre mais fácil achar que a culpa é do outro, evita o aperto de mão de um possível aliado. Convence as paredes do quarto, e dorme tranquilo. Sabendo no fundo do peito que não era nada daquilo.”
(Porque os Sinos Dobram)

A involução de sua sanidade, ou quando sua insanidade realmente mostra a sua cara, é medida por suas risadas. Ao longo da película acompanhamos as gargalhadas causadas pela risada patológica, também chamada de afeto pseudobulbar ou labilidade emocional. No início era sofrida, agoniante, beirando ao desespero. As risadas além de desesperadoras, fazem parte de um método do personagem para tentar se enquadrar no mundo. Um bom exemplo é a cena em que seu colega de trabalho faz uma piada com o anão, ele gargalha e, ao sair da vista deles, subitamente para, com a expressão séria, dando a entender que ele só fingiu que achou aquilo engraçado para poder se encaixar na situação. Outro termômetro de transtorno mental são as risadas fora de hora. Como quando ele está no bar assistindo ao show de comédia, e só ri quando a piada acaba.

Mas quando o Coringa realmente surge, a risada muda. As risadas se tornam prazerosas para o personagem. É a sua evolução. É quando ele se livra dos grilhões que considera impostos pela sociedade, pelas mentiras e maus tratos da mãe, pela violência doméstica quando era criança, da busca frustrada pela figura paterna e de suas próprias limitações que ele se impõe. É importante salientar que nesse momento, não existe mais Arthur Fleck. Nesse momento ele se matou. Até o enquadramento muda. Antes da icônica cena da dança na escada, vemos a câmera focando por cima. Como se o mundo pesasse nas costas do Arthur. E depois muda focando de baixo para cima, mostrando como ele cresceu. Mas vamos lembrar que o filme é contado pela ótica de um homem conturbado mentalmente.

“Eu sou o medo do fraco. A força da imaginação. O blefe do jogador. Eu sou, eu fui, eu vou!” (Gita)

O mundo particular de Arthur Fleck é atingido como um Trem das 7 desgovernado da realidade da vida. E ele não é capaz de lidar com rejeição e o fracasso que estão à bordo. Então somos levados para uma viagem em que não sabemos a linha tênue entre delírios e realidade. Assim como o relacionamento de sua vizinha foi tudo uma viagem de sua cabeça. Podemos discordar de outros momentos também? Como por exemplo a batida da ambulância na viatura onde o personagem está preso, e acontece aquela ovação. Será que aquilo aconteceu mesmo? Ou foi um delírio onde Arthur recebe o tão sonhado reconhecimento do publico finalmente? Seria o final do seu grande ato que começa no programa de TV. Uma cena me questionou é quando Arthur confronta Thomas Wayne no banheiro do cinema. Arthur está apoiado em uma pia. Quando acontece o corte, ele está na mesma posição. Logo após acontece a cena da geladeira. Será que realmente existiu essa conversa? Ou ele teve outro devaneio?

O Coringa de Todd Philips tem várias camadas e diversos caminhos que podemos nos sentar em uma mesa de bar e conversar durante horas sobre o que cada pessoa entendeu e assimilou do filme. Isso somado com uma atuação monstra do Joaquim Phoenix. Mas buscando a discussão que foi recorrente: qual é o Coringa desse filme? Vamos entender que o personagem sempre foi uma incógnita em todos os seus 80 anos de existência. Nem a própria DC Comics tem algo definitivo para sua origem. O mais próximo é A Piada Mortal de Alan Moore, que definiu uma espécie de origem plausível para o personagem. Mesmo assim, sem nunca dá um simples nome próprio para ele. Vale lembrar que A Piada Mortal só veio a ser considerada cânone depois da reformulação Renascimento da DC Comics. Mas ao mesmo tempo a editora considerou a existência de três Coringas no universo. Fato que até agora não foi publicado mais detalhadamente, mas que sabemos que terá uma edição futura sobre isso. Seja o Jack Napier do Jack Nicholson, ou o elogiado Coringa de Heath Ledger, o contestado de Jared Leto. Ou pode ser o Coringa dos desenhos de Bruce Timm, ou às inúmeras versões dos quadrinhos. Pegue todo o excesso, prazeroso, de versões dos personagens, e você pode abraçar e aceitar a versão Arthur Fleck. Sim ele pode ser o Coringa de algum lugar.

Se lembra do exercício mental que eu falei no primeiro parágrafo? Então realize-o usando outros Coringas.

 

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Dylan Dog e Batman vão se encontrar em crossover entre Bonelli e DC Comics

Dando sequência à série de crossovers entre seus personagens, anunciado na Lucca Comics & Games 2018, as duas casas editoriais se juntarão para uma nova aventura, dessa vez em Gotham City, juntando os dois melhores detetives, Dylan Dog (SBE) e Batman (DC Comics), em uma história que, segundo artes divulgadas no site, colocarão as duas maiores nêmesis dos heróis juntas, Doutor Xabaras e o Coringa.

Detalhes do crossover ainda não foram revelados e a data não foi fixada, a não ser que será lançado em uma minissérie de 3 números a partir de 2020.

Todos na Sergio Bonelli Editore estamos emocionados em fazer parte de um evento dessa grandeza“, declarou o diretor editorial Michele Masiero. “As nossas mentes criativas começaram a trabalhar no mesmo momento em que encontramos pela primeira vez os amigos da DC“.

Estamos orgulhosos em colaborar e fazer parte deste projeto histórico“, disse Pasquale Saviano, administrador responsável pela RW Edizioni, a editora responsável pela publicação dos títulos DC na Itália. “Não vemos a hora de poder trabalhar com a Sergio Bonelli e a DC para oferecer aos leitores uma história emocionante, jamais esperada“.

Esperamos ansiosamente o momento em que todos lerão este especial, que estará disponível durante a Lucca Comics & Games com duas capas variantes, uma Heróis e a outra Vilões“, completou Masiero.

Esse crossover faz parte de uma série de outros encontros que ainda ocorrerão e que começou com o anúncio Zagor e Flash, ano passado. O número zero desse crossover, intitulado “Relazioni Pericolose” (Relações Perigosas em tradução livre), escrito por Roberto Recchioni e com artes de Gigi Cavenago e Werther Dell’Edera, será apresentado com exclusividade no estande da Sergio Bonelli Editore durante a Lucca Comics & Games 2019, e focará em como Dylan Dog, Bruce Wayne, Coringa e Xabaras se cruzarão.

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Superman divulgará sua identidade secreta ao Universo DC em dezembro

Após reformular o fim de Krypton, retornar com a Legião dos Super-Heróis, Brian Bendis trará ainda mais mudanças para o cânone do Superman. Conforme divulgado pela DC Comics, o Homem de Aço revelará sua identidade secreta ao Universo DC em Superman #18. A edição contará com os roteiros de Bendis, os traços de Ivan Reis e será publicada em dezembro.

Apesar de alterar o status quo do personagem, não é a primeira vez em que sua identidade secreta é anunciada. Há 4 anos, Lois Lane revelou o segredo do herói ao mundo, em Action Comics #41 (DCYou). Além disso, em Action Comics #662, de 1991, Clark disse a Lois quem ele realmente era.

Superman

De acordo com o Bendis, esse acontecimento fará com que o Superman seja a melhor versão dele mesmo e comparou até mesmo com Matt Murdock em seu run pelo Demolidor. Ele também informou que o personagem ganhará duas edições especiais em janeiro explorando as consequências da revelação.

Superman
Capa de “Superman: Heroes” por Bryan Hitch

A decisão de Clark afetará sua vida, a de seus entes queridos, também o fará com os heróis e os vilões. De acordo com Bendis, as reações dos personagens serão mistas. Além disso, o roteirista afirma que essa foi a melhor solução para a polêmica da filmagem do beijo entre Lois e Superman.

Quando questionado se Clark Kent continuará atuando como repórter, ele respondeu:

“Excelente pergunta. Eu juro que esse foi o primeiro pensamento do Greg Rucka após contá-lo sobre a trama.”

Superman #18 será publicado em dezembro nos EUA. A fim de que se saiba sobre tudo o que ocorre no Universo das Lendas, mantenha-se ligado na Torre de Vigilância.

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Artista imagina novos visuais para o Batman de Robert Pattinson

O artista digital Tiago Datrinti imaginou dois novos visuais para o Batman de Robert Pattinson, que até o determinado momento, não possui um traje oficial.

https://www.instagram.com/p/B3XTT7jBHGP/

Após perder seus pais devido a um assassinato a sangue frio, o milionário Bruce Wayne prometeu vingança em nome de seus progenitores, protegendo as ruas de Gotham dos criminosos, sob o manto do herói Batman.

The Batman estreia em 25 de Junho de 2021.

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Falcone estará presente em The Batman

O jornalista Umberto Gonzalez, do renomado site The Wrap, confirmou que o mafioso Falcone estará presente em The Batman, uma vez que o Homem-Morcego estará investigando um assassinato envolvendo os maiores nomes de Gotham City.

Falcone é o chefe da mais poderosa família de mafiosos e controla negócios ilícitos na cidade de Gotham, como narcotráfico e tráfico de armas.

Além de Robert Pattinson, apenas Jeffrey Wright está confirmado no elenco, enquanto Jonah Hill está em negociações finais para interpretar o Charada ou o Pinguim.

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The Batman será focado nos primeiros anos de Bruce Wayne como o cavaleiro das treva. Entretanto, sua origem não será recontada e não haverá um flashback da morte de Thomas e Martha Wayne, apenas uma pequena menção durante a trama.

The Batman estreia em 25 de Junho de 2021.

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Robert Pattinson não entende como foi escalado para protagonizar The Batman

Durante uma entrevista para a revista Esquire UK, Robert Pattinson afirmou que ainda não entende como foi escalado para protagonizar o filme The Batman, que chega em Junho de 2021.

“É meio que insano. Eu estava bem longe de pensar que era uma possibilidade real. Eu literalmente não entendo como eu consegui o papel, de jeito nenhum.”

Além de Pattinson, apenas Jeffrey Wright está confirmado no elenco, enquanto Jonah Hill está em negociações finais para interpretar o Charada ou o Pinguim.

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The Batman será focado nos primeiros anos de Bruce Wayne como o cavaleiro das treva. Entretanto, sua origem não será recontada e não haverá um flashback da morte de Thomas e Martha Wayne, apenas uma pequena menção durante a trama.

Para futuras informações a respeito de The Batman, fique ligado aqui, na Torre de Vigilância.

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Coringa é a experiência cinematográfica mais impactante do ano

Filmes bons entretém e filmes excelentes fazem isso e muito mais. Coringa é uma daquelas obras arrebatadoras deixando o espectador em um estado catatônico e eufórico após os créditos subirem. Poderia ser mais um estudo de personagem interessantíssimo fadado ao desinteresse do público, caso tivesse outro título. O próprio diretor Todd Phillips concorda que o filme não precisaria ser necessariamente sobre o maior vilão do Batman. Porém, Hollywood vive hoje em uma era repleta de filmes baseados em HQs e o público é atraído por heróis e vilões fantasiados (encare os fatos, quem não?). É certo que as intenções não se refletem em adaptação, mas sim, em tornar visível, uma tragédia sobre a psique humana.

Quem carrega o conto melancólico é Arthur Fleck, um homem com uma doença neurológica provocadora de risadas compulsivas. Ele trabalha como palhaço de placa para comprar remédios para a sua mãe. Ele quer ser um comediante, fazer as pessoas rirem, mas é rejeitado, mal tratado e violentado pela sociedade. Além disso, sua condição também é ignorada pelo sistema. Como tudo o que separa um homem da loucura é um dia ruim (nesse caso, uma vida), ele resolve revidar, tornando-se o Coringa. Com isso, ele inspira, por acidente, uma revolução contra Thomas Wayne e toda a elite de Gotham.

A forma como Coringa se inspira nas obras de Martin Scorsese era evidente desde as suas prévias. A direção de Phillips traz diversos planos semelhantes a Taxi Driver e O Rei da Comédia, mas nunca se torna uma cópia, ou homenagem forçada. O cineasta imprime um estilo próprio em sua direção. Como a maioria dos seus trabalhos consistem em comédias, Coringa caiu como uma luva para Phillips. Ele é um excelente diretor de atores e imprime uma certa subversividade na condução do humor, contraditório e pesado, encontrando nele, a carga dramática. Ele entende como ser caótico e ter domínio de seu espetáculo.

Mas existe um ingrediente especial conhecido como Joaquin Phoenix. Os trabalhos anteriores do ator são impressionantes, com bastante intensividade e tudo isso é entregue aqui, porém dessa vez, ele também entrega um resultado assustador. Sua performance passa por diversas fases durante a trama e próximo do final da obra, Phoenix é o próprio clímax. O que o difere das outras interpretações do Palhaço do Crime é, certamente, a humanidade. Já o vimos como alguém cômico, como anarquista, como gângster, mas nunca o vimos como uma pessoa. Aquilo que torna Coringa assustador é a proximidade emocional de Arthur com a plateia. Não é como olhar para uma tela, é como estar ao lado daquele homem trágico e dentro de sua mente.

Aliás é necessário comentar sobre a perfeição que é o roteiro de Phillips e Scott Silver, extremamente coeso, fornecendo todas as peças necessárias do desenvolvimento de seu protagonista e a sua queda à insanidade. A montagem por Jeff Groth também é extremamente importante para se situar na mente do personagem e questionar sobre o senso de realidade e ficção dentro da película. A cinematografia do Lawrence Sher é melancólica, claustrofóbica, deixa uma impressão fortíssima em quem assiste e a trilha sonora composta por Hildur Guðnadóttir, pautada por acordes extremamente agudos, quase como desafinação, é essencial para compôr a tragédia.

Coringa é um filme extremamente relevante, pois dá visibilidade a doenças mentais e denuncia a forma como são tratadas desumanamente pelo sistema. Talvez alguns considerem o último terço da obra, expositiva, mas ao meu ver, é um soco no estômago misturado com um choque de realidade aos 220 volts. É uma obra em que as gotas de humanidade restantes se secam justamente para lembrar a nós que ainda possuímos alguns desses pingos conosco. Às vezes é necessário filmar um circo pegando em fogo apenas para provocar uma reflexão e é exatamente a isso que, excelentemente, a produção se propõe.

Em suma, Coringa é um conto trágico, irônico, controverso, caótico, que tira o espectador do assento, o deixa trêmulo, espantado, entretido, chocado e faz com que seja para sempre, lembrado. É a experiência cinematográfica mais impactante do ano.

Observação: Não levem crianças para assistir ao filme.

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James Tynion IV será o novo roteirista da revista Batman

Há dois dias, o Bleeding Cool reportou que James Tynion IV será o novo roteirista da revista Batman. Agora é oficial! A DC Comics anunciou a nova equipe criativa ontem, durante o Batman Day. Além do roteirista, foi divulgado que Tony Daniel, Danny Mikki e Tomeu Morey ficarão responsáveis pela arte.

Apesar de já ter roteirizado outras histórias do Morcego, é a primeira vez em que Tynion assume o título principal:

“Eu adorei escrever Eterno, Detective Comics e Batman/Tartarugas Ninja. Entretanto, o meu desejo em contar uma história do Batman, focada no Bruce Wayne e não na família, me trouxe de volta à Batcaverna.” – Disse Tynion “Porque eu quero me aprofundar no Morcego e testar os seus limites. Quero contar uma história que abrace o horror, a elegância gótica de Gotham e me aprofundar em seus vilões.”

A nova equipe criativa fará sua estreia em Batman #86, com publicação prevista para janeiro. A fim de que se saiba sobre tudo o que acontece à Editora das Lendas, mantenha-se ligado na Torre de Vigilância.

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Mulher-Maravilha enfrenta futuro pós-apocalíptico em nova HQ

Uma nova graphic novel do selo DC Black Label está vindo. Wonder Woman: Dead Earth trará a Mulher-Maravilha em um futuro pós-apocalíptico. Marcando sua estreia na DC Comics, Daniel Warren Johnson escreverá e desenhará a obra. Além disso, a HQ será colorizada por Mike Spicer e composta por 4 edições. A publicação terá início em dezembro.

Capa da primeira edição

“A princesa Diana de Themyscira deixou o paraíso para salvar o Mundo dos Homens dele mesmo. Quando a Mulher-Maravilha acorda de um coma secular, ela descobre que a Terra foi reduzida a um depósito de lixo nuclear. Logo, ela sabe que falhou. O mundo foi destruído e os heróis também falharam. Presa sozinha em um futuro sombrio, Diana precisa proteger a última cidade humana de monstros titânicos. Assim como precisa descobrir os segredos por trás disso e talvez, como ela é responsável por tais eventos. “

Johnson é conhecido pela minissérie indicada ao Eisner, Extremity. Assim como também é o autor de Murder Falcon, também da Image/Skybound.

Wonder Woman: Dead Earth #1 será publicada em dezembro nos EUA. Cada edição conta com 48 páginas e mais detalhes devem ser divulgados em breve. A fim de que se saiba mais sobre a Editora das Lendas, mantenha-se ligado na Torre de Vigilância.

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Tom Taylor e Bruno Redondo: A nova equipe criativa de Esquadrão Suicida

Há alguns dias, Tom Taylor divulgou em seu Twitter o visual de duas novas personagens da DC. A postagem, sob a hashtag #SquadGoals, indicou que seu próximo projeto seria relacionado ao Esquadrão Suicida. Conforme oficializado hoje, o grupo de vilões retornará com sua própria revista em dezembro. Taylor assume os roteiros e Bruno Redondo, os desenhos. Ambos são conhecidos pelo seu trabalho na aclamada série Injustiça: Deuses Entre Nós. 

Em entrevista ao THR, o roteirista falou sobre a nova abordagem da HQ:

“Um dos motivos principais pelo qual eu quero fazer essa série, e meus editores estão comigo nessa, é tornar as missões realmente suicidas. Nenhum leitor deve saber o que esperar quando pegar esse gibi. Não queremos ninguém lendo e pensando: “Esse aqui não vai morrer porque está em um filme.” Ninguém está a salvo. Nossos novos personagens e alguns mais obscuros já estabelecidos na continuidade, oferecem a nós as chances de termos perigos reais. Se alguém morrer, não vai voltar. Queremos leitores nervosos. As vitórias deles, quando e caso eles sobrevivam, terá um peso enorme.”

Capa da primeira edição por Ivan Reis

Esquadrão Suicida #1 será publicado em dezembro nos EUA. A fim de que se saiba tudo o que acontece na Editora das Lendas, mantenha-se ligado na Torre de Vigilância.