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Editora 85 publicará a série Morgan Lost no Brasil

Morgan Lost é a nova série da Sergio Bonelli Editore que está chegando ao Brasil pelas mãos da Editora 85. O primeiro lançamento, com pré-venda no Catarse prevista para começar em 06 de janeiro de 2020, será um álbum de 196 páginas com uma história completa, compilando os dois primeiros números italianos.

O formato será o mesmo de Mister No Especial da Editora 85 (16 x 21cm) e a novidade será o acréscimo da cor vermelha ao preto e branco tradicional da Sergio Bonelli Editore. Isso se deve ao fato de que Morgan é daltônico, vê a realidade em tons de cinza e vermelho: as mesmas cores das páginas da revista. Assim é criada uma espécie de tridimensionalidade onde nós, leitores, lemos as histórias como se estivéssemos vivendo através dos olhos do protagonista.

Morgan é um caçador de assassinos em série que vive em Nova Heliópolis, uma Nova Iorque distópica dos anos 1950, com dirigíveis no céu e uma arquitetura que lembra o Egito Antigo. O autor Claudio Chiaverroti, que além de sua famosa série Brendon assinou mais de 50 álbuns de Dylan Dog, revela pouco do personagem, e garante que o mistério faz parte de suas histórias.

O que podemos adiantar é que Morgan era dono de um velho cinema que exibia películas de terror B, e a única violência que ele conhecia era a dos filmes que projetava. Uma noite ruim mudou a sua vida, destruindo-a. O renascimento foi lento e doloroso, repleto de sofrimento, e Morgan volta à vida como um caçador de assassinos em série.

 

A sinopse completa presente no release da editora especifica:

“Em Nova Heliópolis, os assassinos seriais são considerados superstars. Vivem na sombra do mal e nos holofotes do sucesso. O mais alto órgão do poder da cidade é o Templo da Burocracia, governado pelo Diretor Geral, um gigante de quase dois metros que é o homem mais poderoso da cidade. Sofre de uma patologia que o torna vulnerável a qualquer tipo de micróbio, e que o obriga a viver confinado cem metros abaixo do solo, em um apartamento estéril, repleto de obras de arte tão loucas e assustadoras quanto ele.

Alguns personagens farão parte do mundo de Morgan Lost com mais frequência. Pandora Stillman é a maior criminologista de Nova Heliópolis e professora de Morgan Lost no curso para caçadores de assassinos em série. Uma mulher encantadora e brilhante, que deteve alguns dos piores assassinos da metrópole. Fitz é o dono do velho cinema que já pertenceu a Morgan e tem a habilidade de encontrar filmes raros a pedido do herói. Regina Dolarhyde é a chefe de polícia de Nova Heliópolis. Em cada assassino em série, ela revê o seu ex-marido. Igraine, Jack e Eva são os amigos de Morgan que se encontram para beber no Hopper’s Bar.

Nova Heliópolis é uma cidade cruel, dominada pela burocracia opressiva e imersa em uma atmosfera de nevasca sem fim. Morgan mora no topo de um arranha-céu, em um loft construído em um grande relógio que não funciona mais. Ele observa a cidade, o céu vermelho e a neve através da grande janela do relógio. Em Nova Heliópolis há gárgulas com cabeças de chacal ou crocodilos, e no lugar da Estátua da Liberdade está o deus Hórus, com a cabeça de um falcão, segurando o sinal de Ankh e inclinando-se para o céu.

Em Nova Heliópolis, a burocracia tomou o poder. Muitas pessoas trabalham dezesseis horas por dia em grandes escritórios, criando documentos dos quais nem sabem o significado. A burocracia vê com maus olhos os relacionamentos e amizades entre colegas, pois as pessoas solitárias têm mais desejos e gastam mais, movimentando a economia da cidade. Em um mundo permeado de loucura e solidão, é muito fácil enlouquecer e até matar. Assim os seriais killers se tornam verdadeiras estrelas de rock em um boletim dedicado a eles que se tornou a transmissão mais seguida de Nova Heliópolis.“

Acesse o site da Editora 85 clicando aqui.

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Quadrinhos

DCeased: Unkillables é o novo spin-off da aclamada minissérie

Com o grande sucesso de DCeased, DC Comics anunciou um novo spin-off da HQ. DCeased: Unkillables será composta por 3 edições focadas nos vilões e anti-heróis durante os eventos da saga. Além disso, Tom Taylor retorna aos roteiros enquanto Karl Mostert e Trevor Scott são responsáveis pelos desenhos.

“A série arrasa-quarteirão da DC Comics retorna para responder a pergunta: O que os vilões fizeram quando heróis falharam e o mundo acabou? Diretamente dos eventos dramáticos do grande sucesso de 2019, o roteirista Tom Taylor volta ao horripilante conto sobre morte, heroísmo e redenção. Liderados por Capuz Vermelho e Exterminador, os vilões e anti-heróis da DC lutam impiedosamente a fim de salvar a única comodidade restante em um planeta de mortos-vivos: Vida.”

DCeased: Unkillables #1 será publicado em fevereiro de 2020. Mais detalhes serão divulgados em breve. A fim de que se saiba sobre tudo o que acontece na Editora das Lendas, mantenha-se ligado na Torre de Vigilância.

 

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Temos Que Ter Política Nos Quadrinhos em Todas as Instâncias!

O mundo mudou muito. A velocidade da informação é feroz e assim como as mentiras propagadas são mortais. Na década de 90, uma das décadas mais largadas de todas, o Brasil estava recém saído de uma ditadura longínqua, e ainda pisávamos em ovos do que podíamos falar ou não. Mas mesmo com toda herança de assuntos mal terminados que ficou para a galera, política ainda era destinado as artes. Diferente de hoje em dia em que em qualquer roda de amigos, ele aflora. E aflora com muito veneno. E como toda a arte, os quadrinhos nunca ficaram de fora.

Vamos lembrar que X-Men sempre tocou em preconceitos. E os caminhos que tomavam seguiam muitas vezes pela política com jogos de interesses dos congressistas americanos sobre o Homo Superior. Nem vou chover no molhado com os arrasa-quarteirões como Watchmen, V de Vingança, Batman – Cavaleiro das Trevas, Maus, Persépolis, as tirinhas da Mafalda, entre outros. E ouso dizer que tudo existente em quadrinhos, respira política. John Constantine, nas primeiras edições de Hellblazer, vira e mexe citava Margareth Thatcher. As suas preciosas Marvel e DC Comics sempre lidam com política. Ou você acha que sagas como Guerra Civil ou até mesmo Injustiça falam sobre o que?

Sem falarmos de política nos quadrinhos não teríamos grandes obras nacionais. Como por exemplo Ditadura no Ar (Raphael Fernandes e Abel), Cidade de Sangue (Julio Shimamoto e Márcio Jr.), O Planta, Um Bípede Entre Plantas – Volume 1 (Gustavo Ravaglio), Acelera SP (Cadu Simões), Angola Janga (Marcelo D’Salete), as publicações da Zapata Edições do Daniel Esteves, entre tantas outras. Cada uma com seu estilo e sua abordagem. Sim, caro amigo que levanta bandeira de Quadrinhos sem Política. A nona arte é uma porta para diversos assuntos. Feminismo, sexualidade, amizade, preconceitos, dramas, romances e, obviamente, a política está entre eles.

As editoras brasileiras têm se esforçado para publicar grandes obras consagradas na gringa que abordam a política. A Veneta trouxe coisas como Asa Quebrada e Arte de Voar, O Processo. A Nemo trouxe Kobane Calling: Ou como fui parar no meio da Guerra na Síria. A Devir publicou inteiramente Saga. A Editora Comix Zone recentemente publicou o importante O Eternauta 1969. A Sesi trouxe o drama político futurista Shangri-la. Até a Panini trouxe coisas como Xerife da Babilônia e prosseguiu com The Walking Dead. Sim, os zumbis também falam de política.

Temos caso em que quadrinhos lançados como meio de campanha eleitoral. Em 1961, o candidato democrata George Wallace, publicou uma HQ que falava sobre seu plano de governo. Divulgando suas qualificações, promovendo sua personalidade como um “outsider” político e reforçando sua aliança com facções supremacistas brancas no estado. E pasmem, ele venceu. Essa publicação é um item raro fisicamente, mas ainda é encontrado, infelizmente, na internet. Em uma edição, Savage Dragon declarou seu apoio ao então candidato Barack Obama. Também podemos lembrar de The Authority, na sua nova fase lidando com concepções e valores intimamente ligados ao movimento antiglobalização. Outro que andava muito em terras políticas era o Tintim. Personagem criado por Hergé, se meteu em casos políticos na América Latina, Japão e na antiga União Soviética.

Se assumirmos que devemos ficar em cima do muro, e não se posicionar, como ficaríamos sem essas obras? Ora bolas, os quadrinhos são uma forma de contracultura! Como vamos simplesmente agir como Pôncio Pilatos e simplesmente lavar as mãos? Qual é o problema de falar sobre política? Como fazer quadrinhos sem falar de política? Não cara, não tem como.

Talvez o problema esteja em no posicionamento de alguns artistas sobre movimentos políticos A ou B. Talvez você não queira que seu precioso ídolo não seja atingido por uma horda de enfurecidos por demonstrações políticas. Todos nós temos nosso posicionamento. Isso é obvio e livre. O problema é quando usamos do nosso posicionamento para aplaudir algum tipo de violência, isso é errado. E nem vou tocar na editora que tenta consertar a lambança feita por um dos sócios em uma postagem tendenciosa. E se a postagem atingisse o movimento político contrário, também estaria errada.

Se lutamos e berramos por democracia, ela também engloba o direito da pessoa acreditar no que quiser. Por mais idiota que essa coisa seja.

Por isso, não levante essa bandeira. Quadrinhos tem que ter política sim. Filmes tem que ter política sim. Músicas tem que ter política sim. Games tem que ter política sim. Sua conversa na mesa do bar tem que ter política sim. Em todas as instâncias. Desde que saiba do que esteja falando. Desde que tenha embasamento do que está falando.

E os quadrinhos são uma porta para grandes entendimentos nesses assuntos.

 

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Arthur Fleck – O Início, o Fim e o Meio do Vitimismo e do Desvario

“Tente me ensinar das tuas coisas. Que a vida é séria e a guerra é dura. Mas se não puder, cale essa boca, Pedro, e deixa eu viver minha loucura.”
(Meu Amigo Pedro)

Alguns momentos que leio Watchmen ou assisto a sua adaptação cinematográfica, minha mente pratica um exercício de imaginar a substituição daqueles personagens maravilhosos pelos pesos pesados icônicos da DC Comics. O mesmo que tentei fazer após que assisti Coringa do Todd Philips. Muitas pessoas falaram que poderia ser qualquer personagem ali, fosse de quadrinhos ou não, que o resultado seria o mesmo. O homem que passa por distúrbios mentais, com uma vida desgraçada, ignorado pela sociedade e que chegou ao seu limite. Talvez faça sentido. Mas tem coisa mais Coringa do que isso?

O filme de Todd Philips apresenta uma levada no melhor estilo Maluco Beleza, onde Arthur Fleck vai controlando sua maluquez misturada com a sua lucidez no meio que o turbilhão do sistema e do maremoto que vai destruindo a sua vida pessoal. Lidar com o fracasso, com o derrotismo, com a falta do amor ao próximo e sua mãe sonhadora. É um pesado fardo mas que ao mesmo tempo ele leva o fato de ser uma pessoa que nasceu para ser um agente de alegria para os outros. Quando ele assume para si ser o ativo da revolução dos oprimidos de Gotham City, Arthur Fleck entende que é uma forma de levar alegria para o povo. A revolução.

“A minha enfermeira tem mania de artista, trepa em minha cama, crente que é uma trapezista. Eu não vou dizer que eu também seja perfeito. Mamãe me viciou a só querer mamar no peito. Ehê, ahã! Quando acabar o maluco sou eu!”
(Quando Acabar o Maluco sou eu)

Não considero válido usar a imagem do personagem do filme como um “símbolo” nas recentes manifestações que estão ocorrendo ao redor do mundo atualmente. A revolução contra os poderosos, ou o sistema da podridão de Gotham é o cenário para a verdadeira face de Arthur Fleck aflorar. Mas ouso dizer que mesmo não existindo pessoas o seguindo e levantando essa bandeira revolucionária maquiada de palhaço no filme, o Coringa surgiria do mesmo jeito. Ele é a válvula de escape. É o motor ligado de Arthur. E que é iniciado sempre em sua dança.

“Por que cargas d’águas. Você acha que tem o direito de afogar tudo aquilo que eu sinto em meu peito.”
(Sapato 36)

Arthur Fleck é um personagem sofrido. Um personagem que tem um pesado fardo, mas que muitas vezes, ele mesmo enriquece bizarramente o peso desse fardo. Ele apanha da sociedade de todas as formas. Mas isso também não significa que ele seja um coitadinho. O filme, que tem uma forte crítica social que há tempos grita nos EUA, às vezes dá a sensação de criar um ar de vitimismo ao personagem. E muitas vezes ele abraça isso. O público abraça isso. Onde ele apoia seus argumentos, ou disfarça os seus argumentos, para chegar a insanidade do Coringa nisso. Quando ele tem seus argumentos confrontados pelo personagem Murray Franklin de Robert De Niro, como se fosse uma bronca de um pai, ele fica mais nervoso, a ponto de quase perceber que é algo estúpido beirando à “pirraça” de um cara grande. Mas ele tem o seu transtorno mental causado por uma série de fatos. Como por exemplo a falta de uma figura paterna mais caridosa. Já que seus exemplos de pai foram os ex-companheiros violentos de sua mãe. E Arthur procura muito essa figura paterna no apresentador e no Thomas Wayne. E isso contribui para a formação do personagem.

“É sempre mais fácil achar que a culpa é do outro, evita o aperto de mão de um possível aliado. Convence as paredes do quarto, e dorme tranquilo. Sabendo no fundo do peito que não era nada daquilo.”
(Porque os Sinos Dobram)

A involução de sua sanidade, ou quando sua insanidade realmente mostra a sua cara, é medida por suas risadas. Ao longo da película acompanhamos as gargalhadas causadas pela risada patológica, também chamada de afeto pseudobulbar ou labilidade emocional. No início era sofrida, agoniante, beirando ao desespero. As risadas além de desesperadoras, fazem parte de um método do personagem para tentar se enquadrar no mundo. Um bom exemplo é a cena em que seu colega de trabalho faz uma piada com o anão, ele gargalha e, ao sair da vista deles, subitamente para, com a expressão séria, dando a entender que ele só fingiu que achou aquilo engraçado para poder se encaixar na situação. Outro termômetro de transtorno mental são as risadas fora de hora. Como quando ele está no bar assistindo ao show de comédia, e só ri quando a piada acaba.

Mas quando o Coringa realmente surge, a risada muda. As risadas se tornam prazerosas para o personagem. É a sua evolução. É quando ele se livra dos grilhões que considera impostos pela sociedade, pelas mentiras e maus tratos da mãe, pela violência doméstica quando era criança, da busca frustrada pela figura paterna e de suas próprias limitações que ele se impõe. É importante salientar que nesse momento, não existe mais Arthur Fleck. Nesse momento ele se matou. Até o enquadramento muda. Antes da icônica cena da dança na escada, vemos a câmera focando por cima. Como se o mundo pesasse nas costas do Arthur. E depois muda focando de baixo para cima, mostrando como ele cresceu. Mas vamos lembrar que o filme é contado pela ótica de um homem conturbado mentalmente.

“Eu sou o medo do fraco. A força da imaginação. O blefe do jogador. Eu sou, eu fui, eu vou!” (Gita)

O mundo particular de Arthur Fleck é atingido como um Trem das 7 desgovernado da realidade da vida. E ele não é capaz de lidar com rejeição e o fracasso que estão à bordo. Então somos levados para uma viagem em que não sabemos a linha tênue entre delírios e realidade. Assim como o relacionamento de sua vizinha foi tudo uma viagem de sua cabeça. Podemos discordar de outros momentos também? Como por exemplo a batida da ambulância na viatura onde o personagem está preso, e acontece aquela ovação. Será que aquilo aconteceu mesmo? Ou foi um delírio onde Arthur recebe o tão sonhado reconhecimento do publico finalmente? Seria o final do seu grande ato que começa no programa de TV. Uma cena me questionou é quando Arthur confronta Thomas Wayne no banheiro do cinema. Arthur está apoiado em uma pia. Quando acontece o corte, ele está na mesma posição. Logo após acontece a cena da geladeira. Será que realmente existiu essa conversa? Ou ele teve outro devaneio?

O Coringa de Todd Philips tem várias camadas e diversos caminhos que podemos nos sentar em uma mesa de bar e conversar durante horas sobre o que cada pessoa entendeu e assimilou do filme. Isso somado com uma atuação monstra do Joaquim Phoenix. Mas buscando a discussão que foi recorrente: qual é o Coringa desse filme? Vamos entender que o personagem sempre foi uma incógnita em todos os seus 80 anos de existência. Nem a própria DC Comics tem algo definitivo para sua origem. O mais próximo é A Piada Mortal de Alan Moore, que definiu uma espécie de origem plausível para o personagem. Mesmo assim, sem nunca dá um simples nome próprio para ele. Vale lembrar que A Piada Mortal só veio a ser considerada cânone depois da reformulação Renascimento da DC Comics. Mas ao mesmo tempo a editora considerou a existência de três Coringas no universo. Fato que até agora não foi publicado mais detalhadamente, mas que sabemos que terá uma edição futura sobre isso. Seja o Jack Napier do Jack Nicholson, ou o elogiado Coringa de Heath Ledger, o contestado de Jared Leto. Ou pode ser o Coringa dos desenhos de Bruce Timm, ou às inúmeras versões dos quadrinhos. Pegue todo o excesso, prazeroso, de versões dos personagens, e você pode abraçar e aceitar a versão Arthur Fleck. Sim ele pode ser o Coringa de algum lugar.

Se lembra do exercício mental que eu falei no primeiro parágrafo? Então realize-o usando outros Coringas.

 

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Editora Mino inicia pré-venda de Apanhadores de Sapos, de Jeff Lemire

A Editora Mino segue sua publicação de obras do autor canadense Jeff Lemire, agora com seu mais recente lançamento – além de Gideon Falls -, Apanhadores de Sapos (Frogcatchers no original). Confira detalhes abaixo!

Um homem acorda sozinho em um quarto estranho sem se lembrar quem é ou como foi parar lá. As portas trancadas e o saguão deserto reforçam a estranheza do local que logo ele descobre se tratar do Hotel Beira D’Água. Algo sinistro parece estar à espreita em um dos quartos… Quando encontra um jovem companheiro — a única alma viva nessa vastidão que o envolve — seu novo amigo implora para que ele não destranque a porta. Deve ter algo atrás dela… mas o quê? Um hotel mal-assombrado à beira da realidade, uma ponte interminável estendendo-se em um oceano infinito, um homem e um garoto procurando por uma saída. Esse é o cenário de uma nova obra desafiadora de ficção de um dos mestres da narrativa em quadrinhos.

Algumas declarações sobre a obra e sobre o autor: “Um perfeito retrato em miniatura da memória e da perda, contado de forma bela e comovente num excepcional exercício do uso da mídia dos quadrinhos. Um assombroso sonho de livro.” — Warren Ellis (Planetary, Transmetropolitan).

“Com uma graça espontânea que faria Raymond Carver sentir inveja, a narrativa de Lemire é construída através de momentos ingênuos e aparentemente desconexos que se juntam e ganham peso quando vistos sob muitas luzes… Seus personagens sobrevivem com firmeza e um silencioso desespero. Nos preocupamos com eles graças ao talento de Lemire em revelar sua força interior, não suas fraquezas.” — Darwin Cooke (DC: A Nova fronteira, The Spirit).

“O artista ganhador do Prêmio Eisner prende o leitor com o mistério dessa fina fábula onírica. As linhas rabiscadas de Lemire e as erupções de cores no “mundo real” adicionam uma qualidade visceral a essa meditação de como lidar com a morte.” — Publishers Weekly.

A Editora Mino publicou outras obras de Jeff Lemire, sendo elas Condado de Essex, O Soldador Subaquático e Gideon Falls. Editoras como Nemo, Intrínseca, Pipoca & Nanquim e Panini Comics também possuem títulos de Lemire em seus catálogos.

Apanhadores de Sapos possui 112 páginas encadernadas em capa dura com preço sugerido de R$ 69,90. Clique aqui para reservar sua edição na pré-venda com 30% de desconto!

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Dylan Dog e Batman vão se encontrar em crossover entre Bonelli e DC Comics

Dando sequência à série de crossovers entre seus personagens, anunciado na Lucca Comics & Games 2018, as duas casas editoriais se juntarão para uma nova aventura, dessa vez em Gotham City, juntando os dois melhores detetives, Dylan Dog (SBE) e Batman (DC Comics), em uma história que, segundo artes divulgadas no site, colocarão as duas maiores nêmesis dos heróis juntas, Doutor Xabaras e o Coringa.

Detalhes do crossover ainda não foram revelados e a data não foi fixada, a não ser que será lançado em uma minissérie de 3 números a partir de 2020.

“Todos na Sergio Bonelli Editore estamos emocionados em fazer parte de um evento dessa grandeza“, declarou o diretor editorial Michele Masiero. “As nossas mentes criativas começaram a trabalhar no mesmo momento em que encontramos pela primeira vez os amigos da DC“.

“Estamos orgulhosos em colaborar e fazer parte deste projeto histórico“, disse Pasquale Saviano, administrador responsável pela RW Edizioni, a editora responsável pela publicação dos títulos DC na Itália. “Não vemos a hora de poder trabalhar com a Sergio Bonelli e a DC para oferecer aos leitores uma história emocionante, jamais esperada“.

“Esperamos ansiosamente o momento em que todos lerão este especial, que estará disponível durante a Lucca Comics & Games com duas capas variantes, uma Heróis e a outra Vilões“, completou Masiero.

Esse crossover faz parte de uma série de outros encontros que ainda ocorrerão e que começou com o anúncio Zagor e Flash, ano passado. O número zero desse crossover, intitulado “Relazioni Pericolose” (Relações Perigosas em tradução livre), escrito por Roberto Recchioni e com artes de Gigi Cavenago e Werther Dell’Edera, será apresentado com exclusividade no estande da Sergio Bonelli Editore durante a Lucca Comics & Games 2019, e focará em como Dylan Dog, Bruce Wayne, Coringa e Xabaras se cruzarão.

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Editora 85 inicia campanha de Mister No Especial no Catarse

Mister No, quadrinho italiano de muito sucesso da Sergio Bonelli Editore, protagoniza pela primeira vez uma campanha pelas mãos da Editora 85. Após três volumes publicados no Brasil entre 2018 e 2019, agora os leitores poderão garantir o quarto número em pré-venda pelo Catarse!

E como será a edição?

Como nas três edições anteriores, a história deste volume também publica uma aventura inédita da série italiana Mister No Speciale, que saía anualmente nas bancas da Velha Bota. Com o título “Zulus!“, a história desta edição foi publicada originalmente em 01 de junho de 1990 na Itália… há somente 29 anos!

O apoio mínimo para garantir a nova edição é de R$ 22,00 (e frete). É possível também garantir as outras edições da série em combos específicos, e caso você deseje que seja criado um novo combo, basta contatar a editora pelo e-mail 85editora@gmail.com.

E quem é Mister No? Em junho de 1975 chegou nas bancas italianas o primeiro número daquele que estava cotado por seus criadores para ser uma minissérie de apenas cinco episódios, mas o que se viu foi completamente diferente, foi um sucesso absoluto! Mister No é como é chamado o piloto americano Jerry Drake, um sobrevivente da Segunda Guerra Mundial que abandonou sua pátria, desiludido pela violência e as imposições da sociedade ocidental. Em sua fuga, escolhe viver em Manaus, no coração da Amazônia. E é nessa cidade que compra um velho Piper e passa a ganhar a vida como guia turístico. Honesto, sincero, amante do álcool e de mulher bonita, é um rebelde por natureza, como demostra o seu apelido.

Todos os detalhes estão descritos na campanha do Catarse, prevista para se encerrar em 16/11/2019.  A editora também publica as séries Dampyr e Diabolik, e deve anunciar novidades em breve.

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Butantã Gibi Con | Evento vai reunir grandes nomes do quadrinho nacional

Um evento sobre quadrinhos nacionais, sem custos para os artistas e o público e que valorize nona arte praticada por aqui e seus imensos talentos. Foi com um coletivo de boas ideias, embrionadas no último FIQ (2018) que a 1º Butantã Gibi Con começou a dar o ar da graça. Com essa meta traçada, San Merg, idealizador do evento, resolveu iniciar o sonho de reunir grandes nomes para um evento que fique na história.

Em seu corpo Butantã Gibi Con, terá palestras e oficinas sobre quadrinhos (que serão divulgados em breve) e já conta com grandes nomes em sua realização como Larissa Palmieri, Samuel Sajo, Thiago Ossostortos, Cris Camargo, Cris Eiko, Renata Rinaldi, Daniel Oliveira, Alessio Esteves, Marcel Bartholo entre outros que você pode conferir AQUI. O homenageado dessa primeira edição será o grande Marcatti, autor do principal e lindo poster do evento.

 

Para ser realizado, o Butantã Gibi Con está promovendo uma campanha de financiamento coletivo no site Benfeitoria com recompensas que vão desde bottons, canecas, camisas oficial do evento e até descontos em alguns itens. Para mais detalhes da campanha, valores e claro, para apoiar, clique AQUI.

O objetivo do projeto é arrecadar R$ 10.000,00 para as despesas básicas do evento, como impressão de cartazes e flyers, crachás e todo o material de apoio necessário à realização do mesmo, bem como as recompensas e seus custos de envio. E todo e qualquer dinheiro que sobre será usado para pagar (ainda que simbolicamente) os artistas e voluntários, bem como efetuar doações para eventos similares, como a PerifaCon. Ou seja, não terá fins lucrativos.

A 1º Butantã Gibi Con será realizada no dia 1º de dezembro na Casa de Cultura do Butantã, que fica na Av. Junta Mizumoto, 13 em Jardim Peri na cidade de São Paulo. Mais informações no site do evento AQUI.

 

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Superman divulgará sua identidade secreta ao Universo DC em dezembro

Após reformular o fim de Krypton, retornar com a Legião dos Super-Heróis, Brian Bendis trará ainda mais mudanças para o cânone do Superman. Conforme divulgado pela DC Comics, o Homem de Aço revelará sua identidade secreta ao Universo DC em Superman #18. A edição contará com os roteiros de Bendis, os traços de Ivan Reis e será publicada em dezembro.

Apesar de alterar o status quo do personagem, não é a primeira vez em que sua identidade secreta é anunciada. Há 4 anos, Lois Lane revelou o segredo do herói ao mundo, em Action Comics #41 (DCYou). Além disso, em Action Comics #662, de 1991, Clark disse a Lois quem ele realmente era.

Superman

De acordo com o Bendis, esse acontecimento fará com que o Superman seja a melhor versão dele mesmo e comparou até mesmo com Matt Murdock em seu run pelo Demolidor. Ele também informou que o personagem ganhará duas edições especiais em janeiro explorando as consequências da revelação.

Superman
Capa de “Superman: Heroes” por Bryan Hitch

A decisão de Clark afetará sua vida, a de seus entes queridos, também o fará com os heróis e os vilões. De acordo com Bendis, as reações dos personagens serão mistas. Além disso, o roteirista afirma que essa foi a melhor solução para a polêmica da filmagem do beijo entre Lois e Superman.

Quando questionado se Clark Kent continuará atuando como repórter, ele respondeu:

“Excelente pergunta. Eu juro que esse foi o primeiro pensamento do Greg Rucka após contá-lo sobre a trama.”

Superman #18 será publicado em dezembro nos EUA. A fim de que se saiba sobre tudo o que ocorre no Universo das Lendas, mantenha-se ligado na Torre de Vigilância.

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O Fantasma chega às lojas e livrarias em graphic novel luxuosa

A Mythos Editora segue sua empreitada publicando materiais diversos do clássico Fantasma, criação máxima de Lee Falk. Com duas revistas lançadas em banca paralelamente, chegou a hora dos lançamentos luxuosos, se iniciando com a graphic novel O Fantasma: Em Busca da Cidade Perdida. Confira detalhes abaixo!

Nesta graphic novel de luxo, a Mythos Editora apresenta uma espetacular aventura do Espírito-que-Anda, totalmente inédita, escrita pelo lendário roteirista Peter David e ilustrada pelo consagrado Sal Velluto! A trama mostra a diabólica Irmandade Singh em ação, comandada por seu líder de mão metálica, disposta a tudo para encontrar e saquear uma antiga e mitológica cidade dourada. Para detê-los, há apenas o Fantasma, Diana e um novo aliado, extraído da primeira história escrita pelo criador Lee Falk!

Repleta de suspense, intriga e reviravoltas no melhor estilo Indiana Jones, Em Busca da Cidade Perdida é ação de alta octanagem envolvendo toda a mística e fascínio do herói que se tornou o símbolo maior da Era de Ouro dos quadrinhos.

A publicação do personagem pela editora Mythos já possui duas séries, sendo O Fantasma uma revista mensal em formato americano trazendo as histórias do Team Fantomen da editora sueca Egmont com equipes criativas variadas, e Crônicas do Fantasma uma série bimestral de reapresentação de histórias clássicas (em boa parte inéditas) em preto e branco, com roteiros de Lee Falk e arte de Ray Moore, Wilson McCoy e Sy Barry.

Este encadernado também possui um agrado especial para os fãs, pois traz o Anel do Fantasma, feito de metal, como brinde. Confira em detalhes:

A minissérie em seis partes intitulada Em Busca da Cidade Perdida foi publicada originalmente pela Hermes Press, editora americana de livros e HQs que também publica outros materiais clássicos do personagem. Esta série teve início em 2014, e o roteirista Peter David traz diversos elementos clássicos do herói para a aventura, resgatando até mesmo coadjuvantes do Fantasma há muito esquecidos.

Sal Velluto, ilustrador desta minissérie, é um desenhista italiano consagrado por séries como Lazarus Ledd, Cavaleiro da Lua e Força-Tarefa Liga da Justiça, trabalhando com quadrinhos norte-americanos desde 1998. Esta é sua primeira (e até então, única) história do herói.

O Fantasma: Em Busca da Cidade Perdida possui 148 páginas encadernadas em capa dura com verniz localizado, hot stamping e formato 26 x 17 cm. O preço sugerido é R$ 69,90 e você pode garantir sua edição na Amazon clicando aqui.