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Hellboy Edição Histórica Volume 11 já está em pré-venda

O décimo primeiro volume da coleção Hellboy Edição Histórica já está em pré-venda pela Mythos Editora, republicando histórias famosas do personagem e trazendo algumas aventuras inéditas. Confira detalhes abaixo!

Quando ainda era o principal agente do Bureau de Pesquisas e Defesa Paranormal, Hellboy investigou e combateu de tudo: monstros, mortos-vivos, cultos pagãos, extraterrestres, casarões carnívoros… e, o mais incrível, chegou até mesmo a enfrentar seu ídolo de infância, o herói Lagosta Johnson, em um ringue de luta livre mexicana! São aventuras fantásticas como essas que você encontra neste volume de Hellboy Edição Histórica. Para ajudar a contá-las, o multipremiado Mike Mignola convidou alguns dos maiores artistas do ramo: Richard Corben (Hellboy: O Vigarista), Scott Hampton (Os Livros da Magia) e Kevin Nowlan (Superman versus Aliens). Como se três mestres não fossem atração suficiente, o próprio Mignola também volta a desenhar sua maior criação, em uma aventura curta produzida para o jornal USA Today.

Além de reapresentar conteúdo originalmente publicado em Hellboy: A Noiva do Demônio (2012), esta supercoletânea ainda inclui histórias inéditas ilustradas por megatalentos como Duncan Fegredo (A Morte de Hellboy), Ben Stenbeck (Hellboy e o B.P.D.P.: 1953), o argentino Sebastián Fiumara (Os Julgamentos de Loki) e Mike Norton (Arqueiro Verde e Canário Negro), que assina o divertidíssimo telecatch entre Hellboy e Lagosta Johnson! Com roteiros brilhantes, arte sensacional, aventuras completas e cronologicamente independentes, esta é uma edição empolgante para antigos fãs e um ótimo ponto de partida para novos leitores.

Em 2017 e 2018 os volumes 7, 8 e 9 da Edição Histórica, Paragens Exóticas e A Feiticeira Troll e Krampusnacht deram continuidade à coleção que por anos possuiu apenas 6 volumes. Em 2019 foi lançado o volume 10, O Vigarista e outras histórias. A ideia da editora Mythos é compilar nesta série todas as aventuras terrenas de Hellboy, prévias ao arco composto por Caçada Selvagem, Clamor das Trevas e Tormenta e Fúria, culminando em sua morte.

Hellboy Edição Histórica Vol. 11: O Monstro de Vargu e outras histórias possui 240 páginas encadernadas em formato americano e capa dura, e o preço sugerido é R$ 94,90. Clique aqui para reservar sua edição na pré-venda com preço mais baixo garantido ou compre com 35% de desconto na Loja Mythos.

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The Black Monday Murders 2 chega às livrarias e lojas especializadas

A continuação da obra de Jonathan Hickman, The Black Monday Murders, está chegando às lojas e livrarias de todo o Brasil em lançamento da editora Devir. Confira detalhes abaixo!

Todos saúdam o deus do dinheiro! Vocês não sabiam, mas existem escolas ancestrais ligadas à magia comandando secretamente toda a sociedade através das instituições financeiras mais poderosas do mundo. Um mundo secreto onde vampiros oligarcas russos, Papas das trevas e assassinos do Fundo Monetário Internacional trabalham juntos para controlar o mercado.

Neste volume o policial Thomas Dane mergulha ainda mais fundo no caso da morte de Daniel Rothschild. Com a ajuda do professor Tyler Gaddis, Dane segue para Washington para tentar desvendar os mistérios que cercam a sua investigação. Resta saber se ele está preparado para encarar as forças sobrenaturais que controlam o mundo. Enquanto isso, em Nova York, Grigoria Rothschild continua movendo as peças para consolidar o domínio das escolas ocidentais, Caina e Kankrin – as maiores instituições financeiras do mundo.

A arte de The Black Monday Murders é de Tomm Coker, ilustrador de Undying Love, encadernado de volume único publicado no Brasil pela editora Mythos.

Este encadernado reúne as edições #5 a #8 da série original. Jonathan Hickman publica hoje, também pela Image Comics, a série East of West, ainda inédita no Brasil. A editora Devir publicou outra série do autor lançada originalmente pela Image, chamada Projeto Manhattan.

Outras séries em publicação no Brasil pela Devir são Saga, Paper Girls, Black Science, Skyward, Lazarus, Criminosos do Sexo e Deadly Class.

The Black Monday Murders Vol. 2 possui 192 páginas e chega em dois formatos, capa cartão e capa dura. Os preços sugerido são R$ 69,90 (cartão) e R$ 89,90 (dura). Clique aqui para adquirir já sua edição!

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Batman: Pennyworth R.I.P | Prévia da HQ é divulgada

Em Batman #77, o vilão Bane assassinou brutalmente Alfred Pennyworth, a maior figura paterna da história do Morcego. Entretanto, a DC Comics celebrará o legado do personagem através do especial Batman: Pennyworth R.I.P.  Peter Tomasi (Batman e Robin) e James Tynion IV (Detective Comics) roteirizarão a HQ. Além disso, será ilustrada por Eddy Barrows, Chris Burnham, entre outros artistas.

“Até mesmo durante a morte dos pais de Bruce, Alfred Pennyworth serviu os Wayne por décadas. A morte dele nas mãos de Bane é o único evento comparável ao assassinato no Beco do Crime. Se era ele que mantinha a Bat família unida, como Batman lidará com isso? Ou ele pendurará a capa eternamente ou continuará sua busca por vingança.”

Batman: Pennyworth R.I.P será publicado em fevereiro. Além disso, o one-shot será composto por 48 páginas. A fim de saber sobre tudo o que acontece na Editora das Lendas, mantenha-se ligado na Torre de Vigilância.

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Quadrinhos Torre Entrevista

Torre Entrevista – Mike Mckone

Depois de um período sabático, as entrevistas voltaram à Torre! Para tal reinício escolhemos Mike Mckone, artista britânico já radicado nos Estados Unidos há anos que teve sua segunda passagem pelo Brasil durante a Comic Con Experience 2019. Desde sua última visita em 2015, no Festival Internacional de Quadrinhos de Belo Horizonte e também na CCXP, Mckone passou por mudanças em sua carreira, gradualmente indo de artista de páginas internas para hoje ilustrar quase que exclusivamente capas, além de desenvolver seu estilo em aquarela. Seu retorno ao evento, inclusive, mostra por essas novas escolhas que, de sua forma ao mesmo tempo tímida e atenciosa, o artista explicou para nós a respeito.


Recentemente você fez alguns headshots que me lembram aquelas Caixas de Canto (Corner Box, no original) da Marvel Comics dos anos 70 aos 90. Como é revisitar algo que era do passado agora no presente da editora?

Foi por isso que aceitei a tarefa. Porque sou grande fã do John Byrne e adorava ver os headshots dele nas caixas de canto. Então foi um desafio legal tentar condensar o que exatamente cada personagem é visualmente em pequenos headshots. Na verdade, não foram pequenas. [As ilustrações] foram bem grandes. É um baita desafio em não colocar muito da sua marca nos personagens que você está desenhando e apenas fazer uma versão “pura” dos componentes da Marvel. Foi bem agradável.

Capa de Marvel Legacy nº 6 – The Defenders. IMAGEM: ebay.com

Nos últimos anos você desenvolveu a técnica de aquarela para fazer commissions, mas voce tem planos para trabalhar assim em capas e páginas internas?

Não! Leva muito tempo. Aquarela também não tem uma boa resolução quando se escaneia então não fica no mesmo nível em material publicado. Cores digitais funcionam muito melhor. Se eu escolhesse fotografar os originais ao invés de os digitalizar talvez fosse possível, mas não tenho planos pra isso agora. Estou muito ocupado.

Hera Venenosa em aquarela por Mckone. IMAGEM: comicartfans.com

Você é um dos co-criadores de Academia dos Vingadores. Assim como em Jovens Titãs, estes são super-heróis “parcialmente desenvolvidos” porque eles estão em processo de descobrimento deles mesmos sobre suas habilidades, atitudes e etc. Para um desenhista e também co-criador, o quão confortável você se sente com personagens que pode criar mais? Por desenvolver seus poderes, técnicas e etc. ?

Eu gostava muito! Não faço isso mais porque parei de desenhar páginas internas, então a última vez que fiz isso foi em Academia dos Vingadores cerca de dez anos atrás. Gostei de dar meus pitacos nas histórias e de fazer mais parte do processo criativo. Quando se faz as capas quase não se tem a oportunidade de fazer o design dos personagens, eles já vêm com seus respectivos modelos prontos para você. Isso é uma parte do trabalho que sinto falta, mas agora tenho a chance de fazer o design das minhas próprias criações sem pedir permissão ou esperar que seja aprovado e aproveito isso muito mais.

Relembrando aquela capa de Iron Man nº1 que você fez com o Jason Keith nas cores. O quanto os coloristas das suas capas o influenciaram na composição de suas aquarelas?

Eu não sei bem como ou quanto influenciaram. São trabalhos de coloristas que gosto, e acabo talvez aprendendo por osmose. Aprendo com eles, mas não penso que cores digitais me influenciam tanto. Acho que os que eu admirava quando mais jovem, como Jon J Muth e George Pratt… esses me influenciaram na aquarela muito mais. Adoro o trabalho de Jason Keith, fizemos também juntos Vingadores – Guerra Sem Fim além dessa capa em particular e foi muito bom. Deixei o traço bem claro, assim ele pôde adicionar textura e volume. Então nos consideramos ambos artistas daquela capa. Não foi só [da parte de Jason Keith] coloração.

Capa de Invincible Iron Man nº 1, de Mike Mckone e Jason Keith. IMAGEM: comic-odyssey.com

E ela [Riri Williams] é uma personagem jovem! Como os Jovens Titãs e Academia dos Vingadores. Você se sente mais confortável mexendo com super-heróis mais jovens?

Na verdade, não. Estou velho já! É mais fácil desenhar o Batman, Wolverine… então fazer adolescentes é bem difícil pra mim. É um desafio e espero estar indo bem pois não é fácil mas particularmente divertido.

Por fazer aquarela só em commissions, qual a diferença para você em desenvolver essa técnica somente desenhando para fãs?

Apenas fazendo e ver o que acontece. É um processo de produção diferente fazer em eventos. Se faz o melhor que pode em um espaço de tempo mais bem curto que no estúdio, onde se tem mais cuidado e é meticuloso. Então, acho que em breve vou tentar experimentar mais com guache e tinta acrílica mas eu tenho que me adaptar ao cronograma. Não tenho planos, vamos ver.

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Liga da Justiça por Robert Venditti e Doug Mahnke ganha prévia

Logo após o fim da passagem de Scott Snyder pela Liga da Justiça, o título ganhará uma nova equipe criativa. Conforme divulgado pela DC Comics, Robert Venditti (Gavião Negro) será o roteirista a partir da edição 40. Além disso, Doug Mahnke será o desenhista. Enquanto Bryan Hitch e Francis Manapul, serão os capistas.

“Uma nova era começa para a Liga da Justiça com uma chegada inesperada das estrelas e um aviso: Uma tropa de conquistadores em marcha. Com a liderança do Erradicador, o poderoso time vem para subjugar a Terra.”

Quando perguntado sobre a proposta do gibi, Venditti respondeu:

“Como é o maior time da DC, nós estaremos focado nisso: O time. Eles são poderosos, mas bagunçados. Porque sempre há um discordante dos outros. Ainda mais quando o grupo é composto pelos heróis mais famosos, lidando com crises. As ameaças enfrentadas por eles virão da mitologia de cada personagem. Logo, eles serão testados como nunca. Tanto externamente quanto externamente.”

Liga da Justiça #40 será publicada em fevereiro. A fim de saber sobre tudo o que acontece na Editora das Lendas, mantenha-se ligado na Torre de Vigilância.

 

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Entretenimento Quadrinhos

Kick Ass e os vigilantes de Mark Millar

Você já imaginou como seria se super-heróis, ou melhor dizendo, vigilantes mascarados existissem na vida real? Aposto que sim, e mostrar como seria isso (e acabar provando que tem tudo para dar errado) é o objetivo central de Kick Ass, HQ escrita por Mark Millar e desenhada por Romita Jr. Em suma, a HQ mostra a vida de Dave Lizewski e nela acompanhamos o começo, as consequências e o final de sua vida como um vigilante em três volumes recheados de violência e sangue.

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Kick Ass: Quebrando Tudo! é o primeiro volume da série nos apresenta Dave, um adolescente de 16 anos, fã de quadrinhos, com poucos amigos e que, assim como todo leitor de quadrinhos, sempre se indagou: e se existissem heróis mascarados? Tendo isso em mente, ele decide vestir uma roupa de mergulho verde e, com dois bastões, resolve procurar justiça. Logo na sua primeira noite como vigilante já é recebido com diversos socos, uma facada e ainda é atropelado durante sua fuga. Após tudo isso, ele entra em cirurgias e recebe diversas placas de metal em seu corpo e, o que ele decide fazer em seguida? Isso mesmo, voltar para as ruas vestido de Kick Ass e continuar sua jornada. Com isso, sem pensar nas consequências e sempre agindo por impulso, acaba descobrindo a existência de mais dois vigilantes: Big Daddy e Hit Girl, pai e filha; E acaba inspirando outras pessoas a fazerem o mesmo – uma dessas pessoas é o vigilante Red Mist.

Big Daddy (McCready) era outro viciado em quadrinhos que virou vigilante e treinou sua filha para seguir ele nesse estilo de vida. Hit Girl (Mandy McCready) foi treinada a vida toda, se mudando de cidade em cidade com o seu pai e basicamente é uma criança de 12 anos com sérios problemas de agressividade (bem sérios, por sinal). Já Red Mist (Chris Genovese) é, supostamente, um vigilante inspirado pelas ações de Dave como Kick Ass. Big Daddy e Hit Girl estão numa caçada contra os membros da máfia, onde seu alvo final é John Genovese. Kick Ass se junta aos vigilantes nessa missão e esse acaba sendo o enredo principal do primeiro volume da série.

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Se em seu primeiro volume vimos a origem da vida de Dave como vigilante, em Kick Ass: Volume 2 vemos as enormes consequências de seus atos. A trama já começa com Mandy aposentada e ocupada somente em treinar Dave, afinal, ele não sabia quase nada de luta no volume anterior além de bater seus bastões nos outros. A inspiração causada pelo surgimento de Kick Ass fez diversas pessoas a se revelarem como vigilantes mascarados, resultando na criação da Forever Justice: uma espécie de Liga da Justiça amadora, inclusive até temos a presença de uma mesa enorme para as futuras reuniões da mesma.

Dentro dessa equipe, temos nomes como Doutor Gravidade, que diz ser um professor de física que criou um bastão que fica vinte vezes mais pesado ao ser ativado, mas na verdade é um estudante de Letras; Coronel Stars e sua cachorra, Sofia; Tenente Stripes; Night-Bitch; Homem-Inseto; Batalheiro, que acaba sendo revelado ser um dos amigos de Dave; Entre outros. Decidi não aprofundar muito a história de cada um pois não se sabe exatamente a versão verdadeira das mesmas, afinal, cada um cria sua própria história e motivação para ficarem semelhantes aos personagens dos quadrinhos tradicionais. A atuação da equipe não fica só restrita a evitar assaltos ou invadir locais ilegais, mas sim em também doar sangue, distribuir sopa para desabrigados, espalhar panfletos de crianças desaparecidas, dentre outras ações sociais.

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Mas não é somente Kick Ass que inspira as pessoas, com o surgimento do super-vilão Motherfucker várias outras pessoas decidiram se aliar a sua causa e, com isso, temos a formação de um exército de vilões. Como consequência dos atos terroristas desse grupo, os policiais decidem caçar e prender todos os mascarados independente de serem heróis ou vilões. Com isso, o pai de Dave acaba sendo preso no lugar dele e morto na cadeia, que faz com que Mandy decida vestir o traje de Hit Girl mais uma vez. Todos os eventos de Kick Ass 2 resultam em uma épica batalha em plena Times Square, onde temos todos os vigilantes contra todos os vilões.

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Agora, chegamos na conclusão dessa história em Kick Ass: Volume 3. A trama começa após os eventos anteriores, onde vemos os vigilantes lidando diretamente com as consequências do volume anterior e o retorno da máfia de Genovese. Dave se forma na escola, começa um relacionamento e continua vivendo sua vida dupla como vigilante. A máfia começa a se fortalecer novamente e Genovese tem o plano de dominar toda a cidade obtendo poder de todas as outras famílias mafiosas. Don Rocco começa a caçar todos os membros da Forever Justice e encomenda a morte de Mindy, que faz com que ela volte como Hit Girl – e aí temos a última missão da dupla Kick Ass/Hit Girl: livrar Nova York dos mafiosos de uma vez por todas.

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Nesses três volumes, Mark Millar fez um trabalho sensacional e bem radical, digamos assim. Por que radical? Pois colocar em uma HQ adolescentes e uma criança de 10 anos que saem na rua bancando os heróis e espancando bandidos é algo bastante chocante, ainda mais com uma forte violência visual. Porém tal violência cumpre o seu papel diante do quadrinho, não é feito somente para chocar o leitor e mostrar uma história que só tenha pancadaria, muito pelo contrário, a trama dos três volumes se desenvolvem de uma forma bastante inteligente. Um detalhe interessante é o que Millar fez com Kick Ass e Hit Girl, ambas as personalidades são totalmente opostas: enquanto um é mais próximo da realidade, um nerd fraco que não sabe se defender mas se vira com a máscara, a outra é uma menina de 10 anos que sabe várias artes marciais e manusear armas de fogo, katanas, facas, dentre outras coisas.  Diferente de muitas sagas em quadrinhos, Kick Ass apresenta um término satisfatório ao leitor.

A arte de Romita Jr não tem defeitos, é algo que se encaixa perfeitamente no tom que a HQ propõe, nada que fuja da realidade mas nada tão próximo da mesma. Em suma, a trama escrita por Mark Millar e a arte de John Romita Jr, juntas, formam uma grande obra que vale a pena conferir.

As três edições de Kick Ass foram lançadas pela Panini aqui no Brasil, em um encadernado com capa dura e todos eles com, em média, 200 páginas.

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Um comentário rápido: foi lançado em 2010, antes inclusive do primeiro volume de Kick Ass ter o seu final publicado, a adaptação cinematográfica da primeira HQ. Em 2013, sua continuação foi para os cinemas. Falando sobre os filmes, o primeiro é uma adaptação bastante fiel do quadrinho nas telonas, funciona tanto no roteiro como com o elenco. Entretanto, não se pode dizer o mesmo do segundo filme que começa com sua fidelidade mas no final sofre um desvio enorme que não dá para ignorar, o que acaba estragando um pouco a experiência do filme. Mas em suma, até que ambos os longas valem a pena serem assistidos depois de ler os quadrinhos.

 

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Quadrinhos

Editora DarkSide inicia pré-venda de Lady Killer vol. 2

A fantástica série Lady Killer da quadrinista Joëlle Jones chega ao seu segundo volume encadernado lançado no Brasil pela editora DarkSide. Confira detalhes abaixo!

Josie Schuller é uma esposa dedicada, uma mãe amorosa e… uma assassina de aluguel. Capaz de equilibrar os deveres de uma típica dona de casa norte-americana dos anos 1960 com vários assassinatos a sangue-frio, ninguém desconfia que ela leva uma vida dupla.

Após as perseguições e imprevistos do primeiro volume, Josie decide se mudar com a família para Cocoa Beach, na Flórida, onde as coisas continuam mais ou menos como era antes: Josie vende Tupperware, cuida da família e vai colecionando alguns cadáveres pelo caminho. A única diferença é que, agora, ela está trabalhando sozinha. Fazer vítimas continua fácil, o problema é cuidar da bagunça depois. Então, quando uma figura do seu passado aparece com uma proposta de parceria, Josie não consegue recusar. Mas há muito mais em jogo do que uma cena do crime sangrenta para limpar…

Neste volume, que também é o último, começamos a descortinar o passado de Josie e a entender suas motivações. A relação com sua sogra, que já não era das melhores, ganha novos atritos. Revelações chocantes vêm à tona, e, enquanto isso, o marido de Josie continua sem desconfiar de nada…

Publicado nos EUA pela Dark Horse Comics, o segundo arco de Lady Killer chegou às lojas norte-americanas em 2017. Joëlle Jones (Batman, Mulher-Gato) assina roteiro e arte, e as cores são de Michelle Madsen. Em 2019, Jones foi uma das convidadas internacionais da CCXP e esteve no Brasil durante os quatro dias de evento.

A graphic novel é mais uma adição ao selo DarkSide® Graphic Novel, que já trouxe títulos como Meu Amigo Dahmer, Creepshow, Aurora nas Sombras e Floresta dos Medos.

Lady Killer: Graphic Novel Vol. 2 possui 144 páginas encadernadas em capa dura, com soft touch e uma luva protetora. O formato adotado é o americano (26 x 17 cm). O preço sugerido é R$ 59,90. Clique aqui para garantir sua edição na pré-venda matadora!

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Detective Comics Quadrinhos

Saiba como Thor se tornou [SPOILER] em sua nova fase nos quadrinhos

Contém spoilers de Thor #1 (2020).

Em fevereiro de 2006 chegava às lojas norte-americanas um curioso “What If” (O que aconteceria se… em português) protagonizado por Thor, o Deus do Trovão. Com roteiro de Robert Kirkman (sim, o criador de The Walking Dead) e arte de Michael Avon Oeming, What If: Thor apresentou aos leitores uma história fechada em pouco mais de 20 páginas onde o Filho de Odin tornou-se… Arauto de Galactus.

O que aconteceria se Thor fosse o Arauto de Galactus?

A premissa é simples. A fome do Devorador de Mundos atingiu Asgard. Lady Sif, Volstagg, Hogun, Fandral, Valquíria e todos os bravos guerreiros do Reino dos Deuses iniciaram suas batalhas contra o gigante e seu arauto, uma mulher criada para esta aventura (e que nunca foi nomeada).

A destruição resulta na morte de Sif e Thor, possuído pela ira, vingou-se derrotando a assassina. Asgard está em frangalhos e seus guerreiros não aguentam mais, então Galactus propõe para Thor que ele se torne seu novo arauto em troca da salvação de seu reino.

Thor é transformado em Arauto.

A trama descrita acima resume os acontecimentos iniciais da história criada por Kirkman e Oeming. Thor, ao tornar-se arauto de Galactus, deve lidar com a já conhecida sina de “condenar mundos habitados ou não” para que o Devorador sacie sua fome, sob o perigo de, caso falhe, Asgard seja condenada.

A ideia (por mais maluca que pareça) rende uma boa aventura, com reviravoltas a respeito de Loki e o destino de Asgard, soando muitas vezes como uma aventura padrão do Deus do Trovão. E cerca de 13 anos depois, o exercício de imaginação tornou-se realidade… Nas mãos do roteirista Donny Cates.

O Thor de Donny Cates.

Thor #1, lançada nos EUA no dia 01 de janeiro de 2020, marcou a estreia de Cates como roteirista do deus nórdico, acompanhado do ótimo artista Nic Klein. Cates assume as rédeas deixadas por Jason Aaron após um longo run de quase sete anos onde o personagem foi revolucionado algumas vezes, de indigno a Rei de Asgard passando obviamente por um meio onde a Poderosa Thor foi criada.

Cates estabelece Thor como rei e aos poucos demonstra o status dos coadjuvantes de seu núcleo de personagens. Até que o inesperado acontece: um Galactus moribundo desaba em Asgard durante um pronunciamento do Rei, e Cates traz os personagens cósmicos em que trabalhou ao longo dos últimos anos para esta aventura, como o Motoqueiro Fantasma Cósmico e o Surfista Prateado Sombrio, e recupera outros como Nova (Frankie Raye) e Raio Alfa.

O Rei Thor confronta seu irmão Loki.

Não é a primeira vez que Galactus é usado nas histórias modernas de Thor. Durante o run de Jason Aaron, Galactus desempenhou um forte papel como antagonista do Rei Thor no futuro apocalíptico, unindo-se à Necroespada até finalmente ser morto por Ego, o Planeta Vivo. Donny Cates dá a entender que Galactus viu o momento de sua morte e este está associado ao Thor. Por conta disso, condena que ele e o Deus do Trovão devam enfrentar o vindouro Inverno Sombrio juntos. Este evento é previsto pelo Surfista durante a reunião após a queda de Galactus.

A edição termina com um gancho matador onde Galactus transforma Thor em seu arauto, apelidado de Aurato do Trovão. Esta fase do Thor parece ser a junção de tudo que Cates estabeleceu previamente em outros títulos,  de Thanos ao Motoqueiro Cósmico passando por sua minissérie do Surfista, realizando agora seu sonho de escrever um de seus personagens favoritos. Cates recupera os membros perdidos do herói (um braço e um olho) ao se utilizar desta tunada em seus poderes – e responsabilidades.

A capa de Thor #2 traz o herói sendo controlado por Galactus.

A segunda edição de Thor chegará às lojas americanas em fevereiro. Clique aqui para acessar o site da Marvel Comics. No Brasil, a Guerra dos Reinos de Jason Aaron está para começar, e paralelamente a editora Panini vem publicando encadernados de capa dura com toda a fase de Aaron no personagem, além da série Loki: Agente de Asgard e do título Asgardianos da Galáxia.

Thanos, Motoqueiro Fantasma Cósmico e A Morte dos Inumanos de Donny Cates foram publicados por aqui em formato encadernado, e seu Surfista Prateado permanece inédito, bem como sua fase dos Guardiões da Galáxia. Além das aventuras cósmicas, a elogiada passagem de Cates no Venom possui uma revista mensal, e seu Doutor Estranho também foi publicado em encadernados.

Clique aqui para acessar a Loja Panini e completar sua coleção!

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Quadrinhos de Stranger Things chegam ao Brasil pela Panini

Stranger Things, uma das séries de maior sucesso da Netflix, chegará ao Brasil adaptada para a nona arte em lançamento da Panini Comics. Confira detalhes abaixo!

O Mundo Invertido, um lugar vislumbrado apenas em visões e pesadelos… Will Byers certamente não sabe o nome da dimensão sombria na qual se encontra, mas sabe que está sem os amigos e muito, muito longe da segurança. Um estranho e barulhento monstro o espreita a partir cada sombra e fragmentos de vozes conhecidas chegam a seus ouvidos desde o outro lado. Para sobreviver, Will se agarra às lições que aprendeu com os amigos enquanto sonha em voltar para sua casa e família algum dia.

Este é o primeiro volume de uma coleção lançada nos EUA pela Dark Horse Comics e apresenta um arco em quatro partes situado no decorrer da primeira temporada da série de TV. Possui roteiro de Jody Houser e arte de Stefano Martino.

Em novembro de 2019 a editora também compilou um segundo arco de histórias em um volume encadernado intitulado “SIX“. Uma terceira minissérie está em publicação neste momento no mercado norte-americano. Há também um encadernado intitulado “Zombie Boys” que dá continuidade aos eventos da primeira temporada.

Stranger Things estreou em julho de 2016 e fez grande sucesso por conta da temática anos 80 com horror e RPG, onde a trama se sustenta com o auxílio de um elenco juvenil cativante. Em julho de 2019 a terceira temporada da série foi lançada através do serviço de streaming Netflix.

Stranger Things: O Outro Lado possui 96 páginas encadernadas em capa dura e formato 26 x 17 cm. O preço sugerido é R$ 41,00. Reserve sua edição na pré-venda da Amazon clicando aqui.

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Strange Adventures | Nova prévia da HQ é divulgada

A DC Comics divulgou uma nova prévia de Strange Adventures. Escrita por Tom King, ilustrada por Mitch Gerads e Doc Shaner, a minissérie examinará o personagem Adam Strange.

Criado em 1958 por Julius Schwartz e Murphy Anderson, o personagem é, para King, como Tarzan e Flash Gordon: “Homens estólidos queixudos prosperadores em terras estrangeiras. É uma metáfora para o sonho colonialista europeu do século XIX. Entretanto, obviamente, colonialismo não era como esse sonho e o meu interesse é o contraste: A grande disparidade entre mito e realidade.”

“Eu queria contar duas histórias simultaneamente: As contadas por nós mesmos e as contadas pelos outros. A fim de representar tais aspectos, nós utilizamos os dois maiores artistas de quadrinhos, depois, unimos as duas narrativas. É uma forma de fazer algo novo, diferente, legal e convincente, eu espero.”

“É uma história estranha, lindamente ambiciosa e chocante conforme o desenrolar do nosso mistério espacial.” – disse Gerads

“Acho que estamos fazendo algo especial…mesmo com a parte do Mitch sendo ok.” – acrescentou Shaner

 

Strange Adventures será composta por 12 edições e a primeira edição será publicada em março de 2020. A fim de saber sobre tudo o que acontece na Editora das Lendas, mantenha-se ligado na Torre de Vigilância.