A Warner Bros. divulgou um vídeo promocional inédito de Bleach, adaptação em live action do famoso mangá e anime de Tite Kubo, que conta a saga de Kurosaki Ichigo. Confira.
Bleach chega aos cinemas japoneses no dia 20 de julho.
力の新本側
A Warner Bros. divulgou um vídeo promocional inédito de Bleach, adaptação em live action do famoso mangá e anime de Tite Kubo, que conta a saga de Kurosaki Ichigo. Confira.
Bleach chega aos cinemas japoneses no dia 20 de julho.
Quando estreou em 2014, o anime Tokyo Ghoul se tornou um grande fenômeno naquele ano, e não era para menos, apesar de ter sido uma adaptação rushada do mangá, cortando diversas partes importantes, ele possuia uma ótima produção, tanto em sua direção e animação quanto na sua trilha sonora. Contudo, em 2015, Tokyo Ghoul√a veio ao mundo, e… foi deplorável.
Seguindo um rumo completamente diferente do mangá, essa temporada não fazia nenhum sentido, além de possuir escolhas bastante duvidosas em relação aos seus personagens, muita coisa do original foi deixada de lado, se tornando um tremendo desastre, tanto de crítica quanto de público, fazendo com que os, possíveis, planos para uma terceira temporada fosse engavetada (digo possíveis porque o anime termina em aberto). Lembrando que o material original já havia sido finalizado em 2014, com 14 volumes.
Ainda em 2014, a obra recebeu uma sequência, chamada de Tokyo Ghoul:re, que é publicado até hoje, e que já se encontra em seu arco final. Ele se passa 2 anos após os eventos do primeiro mangá, apresentando novos personagens e dando continuação ao enredo, mas dessa vez com foco na CCG, a polícia anti-Ghoul da obra.
No final de 2017 foi anunciado que Tokyo Ghoul:re receberia uma adaptação em anime, também pelo estúdio Pierrot, mas com um novo diretor no comando, Odahiro Watanabe (Soul Buster). Visto que o √a tomou um rumo diferente da obra original, incluindo o seu final, como eles fariam para ligar, sem confundir aqueles que não leram o mangá? O que no caso é muita gente.
A resposta é simples: eles ignoraram a existência do √a, pelo menos é o que indica esse primeiro episódio.

Aqueles que tiveram o desprazer de assistir a temporada anterior devem ter percebido que decidiram matar o Hide, melhor amigo do protagonista, no entanto, na obra original, isso nunca aconteceu. O destino de Hide, inclusive, era um dos mistérios que o primeiro mangá havia deixado, pois a última vez que o vemos, ele, aparentemente, tinha sido comido por Kaneki, o dando forças para enfrentar Arima.
O novo anime ignora o fato de Hide ter morrido e o trata apenas como desaparecido. É claro que isso pode ser revertido mais para frente, mas é o que eu acredito no momento.
Agora sobre o anime em si, eles novamente erraram, mas talvez tenha sido compreensível (?).
A maioria dos leitores acham o início de Tokyo Ghoul:re maçante, pois há mais diálogos e ação, por se tratar de um lado oposto do que havíamos tido no primeiro mangá, sai a Anteiku, e entra a CCG. Como o estúdio Pierrot ainda acha que Tokyo Ghoul é um battle-shounen, decidiram correr, mais uma vez, com a história, indo direto para a ação.
O primeiro episódio adapta os 6 primeiros capítulos do mangá, isso é, 2/3 do primeiro volume, e corta bastante diálogos, incluindo um flashback sobre um dos personagens principais, mas esse eu creio que irão mostrar no futuro, pois é algo essencial para a trama.

Acerca do protagonista, por mais que a abertura tenha dado spoiler de quem ele é, muitas pessoas se perguntam como isso aconteceu. Eu realmente não sei se o anime decidirá mostrar essa parte, que não chegou a ser adaptada, então deixo aqui meu parecer sobre isso. Spoilers abaixo:
[spoiler]No final do mangá original, ocorre uma luta entre Kaneki e Arima, onde o protagonista leva uma surra, perde seus olhos e é dado como morto. Ao final da obra, somos apresentados a Haise Sasaki, o novo protagonista. E como falei acima, a própria abertura acaba dando o spoiler sobre a identidade de Haise, além de ser o gancho dado pelo primeiro episódio.[/spoiler]
Sobre os demais personagens, foi mostrado muito pouco deles nesse primeiro episódio, tirando o Urie, onde foi apresentado um pequeno trauma e uma vontade de sempre querer subir de rank e ser o melhor. O personagem no começo é bem irritante, mas nos capítulos atuais ele dá uma melhorada, assim como aconteceu com o Tsukiyama.

O novo anime possui uma produção bem abaixo das anteriores, os novos designs de personagens são horrendos, eles não se deram nem ao trabalho de copiar a arte original de Sui Ishida, você só reconhece os personagens pois é dito o nome deles, e a trilha sonora não é nada marcante, algo que as primeiras temporadas tinham de bom.
A direção não consegue passar emoção nenhuma, as cenas parecem sem vida. Mas pelo menos a animação está razoável.
Minha nota para essa estreia é 5/10. Foi menos pior do que eu havia imaginado.
Foi confirmado que o anime terá ao todo 12 episódios. Até o momento dessa publicação, Tokyo Ghoul:re não está disponível em nenhuma plataforma de streaming oficial no Brasil. O mangá é publicado pela Editora Panini.
Para a surpresa de ninguém que tenha lido o segundo volume, chegamos no terceiro tomo de Re:Zero, aquela novel que você nunca sabe se bota dois pontos pra escrever o subtítulo ou não, pois já tem dois pontos no próprio nome e repetições são feias. Se você caiu de paraquedas aqui e não sabe nem do que eu estou falando, a resenha (sem spoilers) do livro um pode ser um bom começo.
Como dito da última vez, esse volume foi uma continuação do arco da mansão – que, digo para vocês: Deixou de ser da mansão rapidamente – e trouxe não só um fim para o nosso sofrimento, mas também para muitas dúvidas que pairavam no ar.
Bem, todas as dúvidas sanadas podem ser classificadas em duas categorias distintas: ou eram “dúvidas” que você poderia concluir sozinho trinta e dois capítulos atrás; ou eram mais dúvidas relacionadas a fanbase do anime do que à novel em si. Vou falar sobre uma de cada vez.
Começando pela puxada de orelha ao autor, temos as “revelações” (que me esforço para chamar de tal modo) da trama. O que eu normalmente espero quando estou imerso em uma nova história, é que ela consiga me surpreender. Obras cujo foco estão em te manter preso a elas através de reviravoltas (plot twist: quase todas que existem são assim!) precisam… Bem, te manter preso através de reviravoltas.
Quando penso nisso, sempre me vem à cabeça livros de detetive, aquela coisa no melhor estilo Agatha Christie, que te dá dicas aqui e ali, e você interpreta da sua forma, mas nem sempre você está certo no final da história. É sempre uma sensação boa não importa o resultado. Acertou? Satisfação por um trabalho bem feito. Errou? Surpresa por uma reviravolta intrigante.

Por isso, quando peguei esse volume de Re:Zero, pensei: “Já tenho alguns palpites para as coisas que estão acontecendo… Mas elas parecem estar muito descaradamente fáceis de acertar… Não sou nenhum Xeroque Rolmes, mas acredito que é justamente isso que o autor quer, que eu tome conclusões precipitadas baseadas em suas falácias propositais…“.
Foi um suspense enorme, o autor ficou botando lenha no fogueira pra incendiar minha expectativa… E a realidade foi o maior fogo de palha do mundo. Tudo aconteceu da forma mais óbvia possível, tudo que estava praticamente PREMEDITADO desde o volume anterior aconteceu exatamente como eu estava esperando.
Sério, o autor é péssimo em guardar segredos. Não só as “surpresas” que deveriam ter sido o ponto alto desse volume, mas também a trama que virá no futuro. Acho impossível alguém ler a novel e não conseguir imaginar o que vai acontecer no futuro, ou o motivo de Subaru ter sido evocado para esse outro mundo. É tudo muito descarado, acaba até perdendo a graça.
Voltando ao ponto inicial, a segunda puxada de orelha é quanto a fanbase. Não necessariamente culpa deles, na verdade. Acho que é mais culpa do autor – de novo – do que dos leitores. É sobre como os personagens se desenvolvem ao redor do mundo de Subaru.
Após o fim do volume anterior, me indaguei: “Como diabos as pessoas podem gostar tanto da Rem? O que ela fez aqui é imperdoável!” e mantive esse pensamento durante a leitura do livro seguinte. O que senti foi que a barra estava sendo forçada demais, tentando nos fazer gostar da empregada. Não só dela, mas de outros personagens secundários também (A Beatrice, por exemplo, mas no caso da bibliotecária eu até consigo aceitar, tendo em vista suas ações anteriores).
Não só essa barra (que é gostar de você) que está sendo segurada, mas também a própria personalidade das personagens. Além de tentar nos convencer de que devíamos gostar delas, o autor, do nada, resolve mudar as personagens para fazê-las gostar da pior personagem já escrito na história da humanidade, o Subaru.
Não adianta, cara. Não importa o que você faça, eu nunca vou gostar do Subaru.

Ambos os pontos negativos de lado, posso dizer que o restante do volume (se é que sobrou alguma coisa) foi até que proveitoso. Como já dito anteriormente, a única coisa que me prende a história é o seu mundo e as coisas e pessoas excepcionais que existem nele. Esse volume nos trouxe um grande desenvolvimento de world-building, mesmo quando a melhor parte do livro tenha sido a preview do próximo.
Não, sério, estou ansioso pelo próximo, pois finalmente vamos ter alguma coisa acontecendo.
Sobre a parte física do negócio… Eu não vou nem comentar mais sobre a qualidade da impressão, do acabamento e da lombada. Segue a mesma maravilha dos outros volumes. Se um dia mudar, eu comento.
Agora algo que não mudou mas será sempre comentado é aquela, o nêmesis da editora e que eu preciso sempre cutucar sobre: a revisão. Dentre os três volumes, esse foi o que teve maior número de erros de revisão. São todos erros bobos, coisas que eu, lendo o livro de madrugada, consegui notar. Não consigo entender como esse tipo de coisa continua acontecendo.
Mas nesse volume, pela primeira vez, tivemos alguns erros que prejudicaram o entendimento da obra. Perdi a conta de quantas vezes os nomes Rem e Ram foram trocados. Em algumas frases fica óbvia a troca entre as irmãs (até pelo contexto), mas em alguns momentos, talvez eu tenha realmente tido uma interpretação errada da cena, por pensar que tal fala foi dita por uma das gêmeas, e não a outra.
Isso não pode continuar. Fica difícil defender a obra, a editora, e o mercado de light novels do país, quando esse tipo de erro amador continua acontecendo edição após edição.
Apesar dos pesares, o volume três de Re:Zero foi muito superior ao seu antecessor, e a promessa de COISAS™ no próximo volume nos dá esperança de que a leitura possa continuar valendo a pena. Se acharem com desconto na Amazon, acho que vale o preço.
Desde que o mangá de Naruto chegou ao fim, em 2014, tanto a Shueisha, quanto a TV Tokyo/Pierrot, sabiam que teriam que fazer algo para continuar a nadar no dinheiro que a obra proporcionava. O primeiro passo já tinha sido dado ao apresentar o filho de Naruto, Boruto, no último capítulo do mangá. Após isso, tivemos um filme sobre o protagonista, em 2015, chamado de Boruto: Naruto the Movie. Era questão de tempo para que o filho do ninja laranja ganhasse sua própria série.

Em 2016, começou a ser serializado mensalmente, na revista Shounen Jump, o mangá Boruto: Naruto Next Generations, que começou adaptando o filme de 2015, e depois seguiu seu rumo, se tornando uma das piores coisas em publicação na revista atualmente. Incluindo sexualização de personagens, como Sarada. Mas isso é papo para outra hora.
Já no anime, a Pierrot, estúdio responsável pela série, como sempre, esticou Naruto Shippuden até o episódio 500, adaptando algumas das light novels da série, que se passam pós-mangá. Com isso, em Abril de 2017, começou a exibição do anime. Não adaptando nem o filme, nem o mangá, mas sim trazendo uma história original, mostrando Boruto entrando na Academia Ninja. E… acabou não sendo o que os fãs esperavam, se é que esperavam alguma coisa.
Então, respondendo a pergunta do título: ambos.
Claramente Boruto: Naruto Next Generations é um caça níquel, mas isso não quer dizer ele que seja de todo ruim, pelo contrário, o anime, em sua maioria, apresenta histórias muito boas. Claro, tem episódios fracos, o próprio inicio do anime (Arco da Academia/Fantasmas) é bem meia boca, o que fez com que as pessoas o dropassem.
Eu gosto de dizer que Boruto: Naruto Next Generations possui uma vibe meio slice of life, é simplesmente o dia-a-dia dos alunos na Academia Ninja, e não simplesmente porradaria toda semana. É bem desenvolvido, apesar de episódios de pura vergonha alheia, como o 49, com personagens vestidas de animais, é algo que tem que ser relevado.
Conforme o anime vai avançando, percebe-se uma melhoria, mas tem que ter paciência, e, antes que eu me esqueça, Boruto é um péssimo personagem, namoral.
Não só de história original tem vivido o anime. Durante os episódios 19 e 23, foi adaptado o mangá Naruto Gaiden: O Sétimo Hokage e a Lua que Floresce Vermelha, a primeira continuação oficial do mangá de Masashi Kishimoto, e escrito pelo mesmo, servindo de prólogo para o filme de 2015. Ele desenvolve a personagem Sarada e sua relação com seu pai, Sasuke, e sua admiração por Naruto, tendo assim, seu sonho de se tornar Hokage. Sarada de longe, é a melhor personagem dessa nova safra de Naruto. Esse é o segundo arco do anime, apelidado de “Arco da Uchiha Sarada“.

O terceiro arco do anime, chamado de Excursões Escolares (25-32), ocorre na Vila da Névoa, e possui boas lutas, além de ser bem animado. Sua história é um tanto simples, e só serviu pra fazer ligação entre o anime e o mangá, que é pós-filme, canonizando o anime na timeline oficial da série. Apesar de ser óbvio que o personagem Kagura irá retornar para a série em breve.
Após isso, veio o arco da Graduação (33-41), que como o nome já diz, traz a graduação de Boruto e seus amigos como Genins, dando inicio assim, as suas missões em time. Vale mencionar que o episódio 39 adapta o one-shot Naruto Gaiden: O Caminho Iluminado pela Lua Cheia, focado em Mitsuki.

Já o arco da Gangue Byakuya (42-47) traz um foco maior em Shikadai e possui uma ótima animação, mostrando que quando a Pierrot quer, ela consegue trazer uma boa animação. Para falar a verdade, o anime em si é bem consistente em questão de animação, parece que o estúdio decidiu colocar os animadores de verdade trabalhando em Boruto, e deixou o resto em Black Clover.
Já os episódios 48 e 49 são focados em times de personagens B, os desenvolvendo para o próximo arco, que trará o exame Chuunin, e será uma adaptação do filme, trazendo personagens novos, que, segundo informações, estavam no roteiro original do filme, escrito por Kishimoto. O episódio 50 é nada mais do que uma recapitulação do anime até então.

Pode ser clichê o que vou falar, mas sim, dá para se divertir com Boruto: Naruto Next Generations, basta desapegar ao passado, ter paciência e abraçar o novo. Ou simplesmente assistir outro anime :p
No episódio 51, exibido no dia 28 de março, foi iniciada a adaptação do filme. Vamos ver como isso será.
Comemorando onze anos desde sua fundação, a Editora NewPOP promoveu o seu já tradicional evento, o NewPOP Day, neste dia 18. Dessa vez em um local maior e mais chique, tivemos programação para todos os gostos, com descontos exclusivos em todo o catálogo (que conta com títulos de diversos gêneros e demografias), palestras, debates, oficinas e interação com o público.
Como não pode faltar em eventos desse calibre, tivemos da boca do próprio editor-chefe Júnior Fonseca, novidades e anúncios da editora para o ano que está apenas começando. Confira os anúncios:
Outras novidades incluem o Retorno de Loveless agora Semestral; Happiness em Junho; GTO com periodicidade mensal; Girls and Panzer e Velvet Kiss em Março, ambos mensais; Toradora em Julho; e a gravação de um tema musical para a editora, na voz da banda Snolkel (que estará no novo CD da banda!).
E aí, o que achou dos anúncios? Surpreso por algum título? Esperava algo mais? Qual atingirá seu bolso com sucesso, e qual economizará seu dinheiro no fim do mês? Fique ligado nas novidades aqui na Torre de Vigilância.
O mangaká ONE, anunciou em seu twitter oficial, que escreverá um mangá spin-off de Mob Psycho 100, focado no personagem Reigen.
「モブサイコ」のイベントが今週の日曜にあって楽しみです。
それに加えて、先ほどマンガワンで告知バナーが出てました。
今度はアイツが主人公なようです。 pic.twitter.com/9qN5azEkmJ— コバヤシショウ (@sho_MangaOne) March 15, 2018
O mangá começará a ser serializado em 19 de Março no Japão.
Mob Pyscho 100 foi finalizado no Japão em Dezembro do ano passado. No Brasil, o mangá é publicado pela Editora Panini e se encontra no volume 3, programado para sair nesse mês de Março.
ONE é conhecido por One-Punch Man, também publicado no Brasil pela Panini, com ilustrações de Yusuke Murata.
Mob Pyscho 100 possui um anime de 12 episódios lançado em 2016, pelo Studio BONES. Um OVA, também focado em Reigen está previsto para sair no Japão agora em Março.
Uma série em Live-action estreou na Netflix japonesa em Janeiro desse ano, ainda não se sabe se a mesma virá para o catálogo brasileiro.
No mais recente vídeo do seu canal no YouTube, a Editora Pipoca & Nanquim anunciou qual será o seu primeiro mangá: Guardians of the Louvre, de Jiro Taniguchi.

Guardians of the Louvre é um mangá de volume único.
No vídeo, é dito que a edição brasileira seguirá o formato lançado na França, ou seja, em capa dura e totalmente colorido. Além da leitura ser em sentido oriental. O preço do mangá ainda não foi divulgado.
Recentemente, a Editora Devir lançou o mangá, O Homem que passeia, também de autoria de Jiro Taniguchi.
Todo ano, a Editora NewPOP faz um evento para comemorar seu aniversário, sempre recheado de atrações, ofertas e anúncios. Estivemos lá ano passado, e fizemos uma cobertura do evento, que contou com bate-papos e palestras, além de todo o catálogo da editora com pomposos descontos.
Há algumas semanas, foram liberadas as informações sobre a edição de 2018, ano em que a editora completa onze anos:
Ela ocorrerá no Domingo, 18 de março, a partir das 13h, e será no Nikkey Palace Hotel, no bairro da Liberdade.
A própria editora compartilhou uma descrição do evento, e destacou que haverão sorteios e novidades:
A NewPOP Editora convida a todos para o “NewPOP Day”, evento especial para celebrar a interação entre nós e nossos leitores! Onze anos atuando no mercado de livros, mangás e quadrinhos, trazendo séries de sucesso, clássicos, light novels e obras de autores renomados.
O “NewPOP Day” acontece no dia 18 de março (domingo), com os portões abertos a partir das 13h, a entrada é gratuita, mas recomendamos chegar cedo, pois as vagas são limitadas e preenchidas em ordem de chegada.
Vocês não podem perder! Teremos promoções exclusivas em todo nosso catálogo, brindes e sorteios entre todos os presentes, além de uma programação especial com bate-papo, novidades da editora e palestras!
Reservamos ainda um lote promocional de copos temáticos e balde de pipoca das séries Street Fighter e Hetalia, além de camisetas e a lata temática do energético Fontt Energy Drink.
Uma outra novidade é a mudança de local, o “NewPOP Day” ocorrerá no Nikkey Palace Hotel, localizado em um ponto da cidade de São Paulo que todos os fãs de cultura oriental adoram: o bairro da Liberdade.
Além de tudo isso, presença confirmada de profissionais da Escola de Desenho ÁreaE (que farão caricatura estilo mangá dos interessados). Não fiquei de fora, leve seus amigos e vista seu cosplay! Nos vemos lá!
A programação do evento também já foi divulgada:
PROGRAMAÇÃO:
13h00 – Abertura
13h30 – Mangás: Além do entretenimento, uma ferramenta de ensino
14h30 – O poder do “Isekai” no Japão
15h30 – Da proposta à distribuição, o duro processo de lançar mangás no Brasil
16h30 – Com a palavra, nosso diretor!
Nossa equipe estará no evento novamente este ano para fazer, mais uma vez, a cobertura das novidades.
Você pode confirmar sua presença e conferir mais detalhes sobre a programação, pelo evento no Facebook.
Estreou nessa última sexta-feira (2), o anime B: The Beginning, que tem produção do estúdio Production I.G (Haikyuu!!, Psycho-Pass), e possui exibição exclusiva pela Netflix, ou seja, ao contrário de animes como Kakegurui, Nanatsu no Taizai, o anime não foi exibido no Japão antes de chegar ao serviço de streaming.
A direção ficou nas mãos de Kazuto Nakazawa (sequência animada de Kill Bill) a e Yoshiki Yamakawa (Little Busters!).
A animação, de longe é a parte mais chamativa de B: The Beginning, e é o que o fará ser bem popular. As sequências de luta são excepcionalmente bem animadas, se você procura fluidez, aqui encontrará. Prepare-se para os inúmeros AMVs que irão surgir. A Production I.G soube aproveitar o fato do anime ir direto para um serviço de streaming, e com isso colocou bastante sangue e gore durante as lutas.
A única ressalva, é em relação aos CGI utilizado nos carros. Ele funciona durante os primeiros episódios, em cenas de perseguição, mas conforme o anime vai avançando, os carros acabam destoando muito em relação aos cenários e personagens, e eles aparecem bastante. Não é algo que possa estragar a experiência, mas é incomodo.
A ideia de colocar os pensamentos do Keith na tela foi bastante acertada e trouxe um diferencial ao anime.
O design de personagens não é lá muito original, é mais algo que irá chamar o publico geral para assistir ao anime. Já o design de mundo, chama atenção, sobre o quão bem ele é estruturado, a cidade é muito bonita.
A trilha sonora composta por Yoshihiro Ike também chama bastante atenção, em especial nos momentos finais do anime. E o encerramento com a música “Perfect World“, é simplesmente incrível.

No entanto, se as partes técnicas são bastante bem feitas, não se pode dizer o mesmo do roteiro. Primeiramente, nem de longe B: The Beginning é um anime para pensar (apesar dele querer forçar isso com os tiques do Keith), ele é puro entretenimento. Mas, isso não quer dizer que os mistérios do mesmo, possam ser bastante previsíveis. O próprio “plot twist” sobre quem é o vilão é bastante meia boca, e é praticamente revelado por causa do visual do mesmo, assim que o personagem aparece pela primeira vez, você já sabe que ele é o vilão.
O desenvolvimento de personagens é algo que poderia ser mais explorado, alguns deles são unidimensionais e você acaba esquecendo que estão ali. A relação entre eles também é algo deficiente. Gostaria de ter visto o que o Koku fez durante esses anos (além de matar), e até mesmo como ele conheceu a Lily e sua família. Dá a entender que ele só apareceu ali e pronto.
Os diretores decidiram incluir uma cena pós-créditos nos levando a acreditar que uma possível segunda temporada está por vir. Desnecessária, ao meu ver, pois o anime já havia encerrado sua história, e não precisava ser continuado.
Apesar de previsível e esquecível, B: The Beginning funciona como entretenimento.
Conforme prometido, a Editora Panini anunciou nessa última quinta-feira (01), três novos títulos para o seu catálogo de mangás.
São eles:

Em um mundo em que a magia reina, alguém com um poder tão limitado não é absolutamente nada! Este é Asta, um jovem que sonha em se tornar o “Mago Imperador”, o maior de todos os magos. Com esforço e trabalho duro, será Asta capaz de alcançar seu sonho e corresponder às expectativas de seu amigo de infância, Yuno?
Escrito e desenhado por Yuki Tabata.
Em andamento com 14 volumes.

Com a população japonesa diminuindo e as taxas de homicídios crescendo sem limites, o governo japonês resolveu implementar leis mais severas para conter os piores criminosos. Porém até mesmo a pena de morte já não era suficiente para por medo nos criminosos mais violentos. Eis que o Japão trouxe uma lei do século XIX de volta: A lei de “Vingança”. Agora, esta lei permite que as famílias das vítimas possam recorrer ao governo para que as forças especiais capturem os assassinos e então possam fazê-los passar pela mesma experiência de morte da sua vítima, ou seja, os utando da mesma forma que estes mataram os inocentes. Yamagishi Yuji é o membro n°7 das Forças Especiais “Sekedachi-Nine”. Os membros desta força especial foram escolhidos para cumprir a lei de Vingança, porque eles mesmos foram vítimas desses crimes no passado.
Escrito e desenhado por Seishi Kishimoto.
Concluído em 5 volumes.

Natsuki Subaru, um adolescente comum, conhece uma linda garota de cabelos prateados vinda de outro mundo. Subaru quer ficar ao lado dela, mas o fardo que ela carrega é maior do que Subaru pode imaginar. Eles enfrentam o feroz ataque de monstros, traições, violência irracional… e, por fim, a morte. Subaru promete derrotar qualquer inimigo, qualquer destino, tudo para protegê-la. E assim, o pobre garoto sem poder algum obtém o “Retorno da Morte”, uma habilidade única que permite ao usuário voltar no tempo ao morrer. Usando esse poder, o passado é perdido e as memórias são reescritas. Via: BBM
Escrito por Tappei Nagatsuki e desenhado por Daichi Matsuse.
Concluído em 2 volumes.
Adaptação das Light Novels de mesmo nome, lançadas no Brasil pela Editora NewPop.
Os títulos ainda não possuem data de lançamento, mas serão lançados ainda esse ano.