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Entrevista | Raphael Fernandes, da Draco e um dos operários do quadrinho nacional

A Editora Draco está completando dez anos e com uma baita história de sucesso junto com ela. Sempre investindo em produtos inéditos e nacionais, a Draco já arrebata prêmios, grandes publicações, aborda um tom crítico (e necessário) e uma legião de fãs.

Esse ano, a Draco caiu de vez no mundo do Catarse. Em uma cruzada de praticamente uma campanha por mês, e todas elas bem sucedidas, a editora vem publicando grandes obras em diversos temas e gêneros. Batemos um papo com Raphael Fernandes, editor da Draco, já foi editor da MAD no Brasil, roteirista e um dos grandes “operários” do quadrinho nacional. Falamos sobre Catarse, sobre a Draco e sobre projetos futuros. Da editora e pessoal.

1 – Rapha, a Draco já andou por terrenos do Catarse no passado, mas em 2019 caiu de vez nessa estrada do financiamento coletivo. A campanha dupla de Cabra D’Água e a Peleja Contra os Gigantes e Opticus – Intervenções é a quinta do ano, como surgiu essa ideia de abraçar de vez a plataforma?

Raphael: Nosso principal objetivo como editora é alcançar o maior número de leitores com nossas histórias originais. Por isso, nós estamos nas grandes livrarias, na Amazon e em muitas das feiras de literatura, quadrinhos e cultura pop. Sentíamos que uma grande parcela do nosso público estava consumindo apenas nas plataformas de financiamento coletivo. Também percebemos que não é só uma questão de venda, mas de um conjunto de ações que apresentam o projeto da melhor maneira possível: vídeos, imagens, releases, muitas postagens etc. Tudo isso, ajuda a chegar em um número ainda maior de leitores. O financiamento coletivo é um caminho inevitável e o Catarse tem sido um grande parceiro.

2 – Quando se fala de Catarse, a gente sabe que é um “risco” que se corre. Do tipo se a campanha não for bem, se não chegar no planejado mesmo. Por exemplo, sabemos que o 100% é o top. Mas sabemos que podemos passar dessa marcar e ficar melhor ainda. Existe esse “receio” de não chegar? E se não chegar (vamos bater na madeira três vezes) tem um planejamento “coringa” para isso? Tipo uma reserva para completar a verba da campanha, ou algo assim?

Raphael: Depende muito, Ricardo! A real é que se o projeto não alcançar nem 50%, não faz sentido completar a grana. O Catarse nos ajuda a lançar as publicações com redução de riscos e também já com um número bacana de leitores de saída. Nós estamos no meio de uma crise editorial que deixou todas as editoras com problemas de caixa, as campanhas têm nos ajudado a sair dessa situação e conquistar novos leitores.

3 – Na Draco, vocês já estão bem carimbados na plataforma do Catarse, mesmo assim quando a campanha começa deve rolar aquele frio na barriga, do tipo “será que é esse o projeto correto para lançar agora?”. Como ocorre as escolhas dos projetos para irem nas campanhas?

Raphael: Para falar a verdade, quanto mais a gente faz, menos óbvio fica a produção e a escolha de um projeto. Por exemplo, nós tivemos relativa facilidade em arrecadar a meta mínima com as quatro primeiras obras, mas nessa campanha recente percebemos que não está tão fácil. A escolha das obras está relacionada com uma mistura de sua relevância cultural com o potencial de público da mesma. O frio na barriga vai do começo ao fim, acredite!

4 – Até agora, qual foi o projeto mais “tranquilo” que teve e o mais “tenebroso”?

Raphael: Eu ia dizer “Cyberpunk – Relatos recuperados de futuros proibidos”, mas só conseguimos bater as metas extras nos dois últimos dias. Para falar a verdade, nenhum deles foi tranquilo. Estamos seguindo um modelo muito próprio de campanha: 20 dias apenas, meta inicial baixa e o máximo de divulgação e buzz possível. Reduz o tempo do meio da campanha, mas torna todos os dias relevantes, não há descanso.

5 – Indo para Cabra D’Água e a Peleja Contra os Gigantes e Opticus – Intervenções… fale um pouco desses projetos, de como foi reunir o Airton e o Zanetic e o estalo de fazer um gibi de herói brazuca.

Raphael: Esses projetos estão em andamento há alguns anos! Trabalhamos com esses autores em diversas coletâneas e percebemos que era hora de lançar HQs de fôlego de ambos. Porém, com a crise do mercado, as obras coloridas foram sendo adiadas. Até que com o sucesso das outras campanhas no Catarse, percebi que era hora de colocar esse material pra rodar. Como as HQs tem certa sinergia e dividem um mesmo tipo de público, além dos caras serem amigos, acreditamos que poderia ser muito bacana juntar em uma mesma proposta. Por enquanto, tem dado muito certo!

6 – Está virando uma “tradição” do segundo semestre, uma onda de projetos de quadrinhos no Catarse. E todos os tipos de gêneros, alguns muito bons, outros nem tantos… às vezes acho que os leitores ficam meio que perdido em tanta coisa boa para apoiar. Essa onda de projetos é benéfica, mesmo sabendo que muitas pessoas têm que escolher qual projeto apoiar por causa de grana?

Raphael: Acredito que a onda é benéfica, mas cada campanha tem que trazer novos leitores e também incentivar que apoiem outros artistas. Nós fazemos parte da Coesão Independente, grupo de editoras indie que trabalham em conjunto, e nós ajudamos muito. Sinto que falta uma união maior dos autores de quadrinhos, mas uma boa parcela já colabora muito com as campanhas. E não falo de dinheiro, mas de divulgar o trabalho um do outro. Menos retroalimentação e mais troca de leitores.

7 – Eu pergunto benéfica do tipo: o Catarse é a melhor solução, a melhor forma ou é a forma que temos para publicarmos o que queremos?

Raphael: Sem dúvida, o Catarse é uma ótima plataforma de financiamento de um projeto. No entanto, a Draco sempre atua em diversas frentes: grandes livrarias, Amazon, comic shops e o próprio site da editora. Essa é uma das melhores formas de publicar, mas tem que ter outras cartas na manga.

8 – Saindo um pouco do Catarse, quais são os planos para o futuro da Draco?

Raphael: Estamos completando dez anos e lançando o máximo de coisas para celebrar com nossos leitores! Ainda haverá muitas surpresas, mas estamos esperando tudo ficar pronto para ir anunciando. Há até a possibilidade de uma festa. A agenda está muito cheia com CCXP, Horror Expo e Bienal do Livro do Rio! Alguns spoilers: as gangues estarão de volta, o treinamento só começou, parecia fantasia mas não era, uma estreia dramática, um épico sobre a guerra.

9 – E os planos do Raphael Fernandes? Quem te acompanha nas redes sociais, sabe que assunto é o que não falta para você. Teremos novos roteiros? Alguma coisa, quem sabe (vou dar uma dica se possível) relacionada ao rock? E o Fuzz Tarot, volta à ativa quando?

Raphael: AHHAHA! Gosto de produzir, me faz uma pessoa mais feliz! Estou sempre escrevendo novas histórias e no momento tenho trabalhado em alguns dos projetos da Draco pra 2020. No entanto, existe uma possibilidade de lançar uma ou duas HQs longas novas esse ano. Vai depender de alguns fatores, mas acredito ser plenamente possível. Sobre o rock, tenho um projeto, mas vai ficar pro futuro. Já sobre o Fuzz Tarot, só voltar será em outra plataforma que não o Instagram. Porém, continuo lendo tarot pra galera!

A campanha dupla de Cabra D’Água e a Peleja Contra os Gigantes e Opticus – Intervenções, já se encontra com 66% da meta alcançada. Para saber mais detalhes como valores, recompensas e claro para apoiar, clique AQUI.

 

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A leitura psicodélica, colorida e musical de Beatles – Yellow Submarine

“If you’re listening to this song, you may think the cords are going wrong. But they’re not. We just wrote it like that”

Tudo que os Beatles fizeram, acabou se tornando parte da história musical do mundo. Seja o que eles se interessaram em fazer, seja o que eles não estavam muito interessados em fazer. Nessa segunda opção temos, por incrível que pareça, Yellow Submarine. Concebido como décimo primeiro disco de estúdio da banda, ele foi gravado entre 1967 e 1968 no lendário Estúdio Abbey Road, sendo lançado em 1969. O projeto foi comercializado como banda sonora para o filme de animação do mesmo nome (que chegou aos cinemas em 1968).

Cartaz original do longa animado.

Os Beatles consideraram Yellow Submarine como uma obrigação contratual, o álbum em si possui 13 músicas no total, sendo seis compostas pela banda, incluindo a faixa-título e All You Need Is Love. O restante do álbum são regravações da banda sonora orquestral do filme pelo produtor George Martin. Já o longa animado foi recebido com muito agrado pela crítica. Mesmo com a banda não dando muita importância, eles não dublam seus próprios personagens por exemplo, o filme foi um sucesso de bilheteria justamente por ser uma das bandas mais populares do momento e por ser lançado no meio da cultura pop psicodélica da década de 1960.

E essa psicodelia toda está na graphic novel.

No aniversário de 50 anos de Yellow Submarine, a Titan Comics recrutou Bill Morrison, que tem em seu currículo Mad Magazine e Os Simpsons, para roteirizar e desenhar a adaptação. Morrison seguiu o estilo inigualável do filme e acertou na nota. Falar que a Graphic Novel é um prato cheio para os fãs é chover no molhado. Mas me impressiona como ela é gostosa de ler para quem não é ouvinte da banda. E esse texto, estimado leitor que não gosta de Beatles, é muito para você. Uma pequena curiosidade é que em 1968, também já tinha sido lançada uma adaptação em quadrinhos de Yellow Submarine.

 

“We all live in a yellow submarine… Yellow submarine, yellow submarine”

A trama começa com uma invasão na idílica Pepperland pelos Malvados Azuis, que odeiam música e tudo que o local representa. O recém-nomeado Almirante Fred embarca no Submarino Amarelo atrás de ajuda, recrutando Ringo, John, George e Paul, que voltam com ele para livrar aquela terra do domínio dos autoritários Azuis.

A primeira coisa que tem que se ter em mente para quem não é familiarizado ou simplesmente não curte os Beatles é: Não se prenda à razão. Yellow Submarine não foi feita para pensar muito. Ela é o retrato de uma viagem de ácido em uma kombi cruzando os EUA. Ela não tem momentos surreais. Ela é totalmente surreal. Como algo que só veríamos em histórias do Grant Morrison muito chapado com um baita colorista. A trama tem um norte, ela sabe para onde vai e sabe conduzir o leitor. Mas os devaneios no meio dela são de você se pegar pensando: “mas o que é isso que estou lendo?”

Bill Morrison usou e abusou de cores, nos tamanhos de personagens e nas páginas duplas. Diagramações e quadros exagerados ajudam a compor o estilo psicodélico que a trama exige e urra, às vezes você se pega em uma página dupla lendo uma sequência de diálogos tão ágil que misturada com a colorização te deixa atordoado. Isso sem contar os detalhes em cenários, roupas e personagens. Tudo tão intenso e forte. Mas o grande barato é a satisfação de se ler Yellow Submarine. Pois é uma leitura sem compromisso. Para quem vem de quadrinhos tensos, sejam de heróis ou de outro gênero, que te deixa vibrado ou sonolento no gibi, essa Graphic Novel é um alívio mental e te faz sair da caixinha total.

“All you need is love… All you need is love, love… Love is all you need”

Mas, assustadoramente, Yellow Submarine pode ser um tema atual. Onde vemos os Malvados Azuis que quer dominar a todos de sua maneira, usando de sua ignorância e afogando a cultura musical que dá alegria e vida ao povo de Pepperland. É fácil enxergar o genocídio da felicidade cometido pelos Azuis em alguns governantes atuais… mas, sinceramente… esse não é o papel dessa Graphic Novel. Ela só tem uma missão: te fazer desligar do mundo e curtir somente o barato e bom da vida. Nem que seja somente durante as suas 128 páginas.

Como de praxe, a edição da Darkside Books ficou formidável. Uma graphic novel bem bonita, com cores bem vibrantes que se destacam onde você estiver e que fazem bem aos olhos. Mais um excelente trabalho da editora.

Beatles – Yellow Submarine tem formato 29,4 x 19,4 cm, capa dura e contém extras como esboços originais.

 

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Blackout Vol. 2 | A terrível aventura de Rian está de volta no Catarse

Depois do sucesso do primeiro volume, o leitor vai poder revisitar a vida do jovem Rian em Blackout – Vol. 2. A nova empreitada já está com a campanha a todo vapor no Catarse e a previsão de lançamento será na CCXP 2019 que acontece no final do ano. Mais uma vez a dupla criadora, os tarimbados, Chris Tex (roteiro) e Santtos (arte) estão capitaneando o projeto.

Blackout – Vol. 2 é sobre Rian, um garoto de 8 anos que é esquecido no supermercado pelo seu irmão mais velho, Theo. Misteriosas criaturas aparecem e não sabemos ao certo se Rian está delirando ou se de fato esses monstros são reais. À medida que você vai acompanhando a narrativa, vemos que Rian enfrenta essas criaturas enquanto Theo arma um plano de invadir o supermercado e resgatar o seu irmão.

Durante esse combate pela sobrevivência e em busca do seu irmão, Rian acaba conhecendo um ser ambíguo. Esse ser pode ser a chave para descobrir a verdadeira origem dessas criaturas, mas isso pode custar caro para a humanidade.

Confira a capa e as belas páginas de Blackout – Vol. 2 na galeria abaixo:

 

Blackout – Vol. 2 tem formato 25,5 x 18 cm, 130 páginas coloridas e capa em verniz. Para saber mais sobre a campanha, suas recompensas e valores, clique AQUI.

 

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O Esqueleto | Novo Volume da Série de Terror de Salvador Sanz Está à Venda

A Zarabatana Books já colocou à venda O Esqueleto – O fim de todas as espécies, terceiro volume da obra apocalíptica criada pelo argentino Salvador Sanz. Os dois primeiros volumes são O Esqueleto – O Início (2015) e O Esqueleto – Museu Esquecido (2016).

Tudo começou em 2013, quando Salvador Sanz publicou uma curta história em quadrinhos no livro Antologia Zumbi, da editora argentina Ovni Press, apresentando um apocalipse zumbi que surgiu por meio de um vírus e cria que contagiou todo o gado do planeta, contaminando logo depois os seres humanos. Apenas os vegetarianos foram poupados, entre eles o interessante protagonista, Esqueleto.

 

Em O Esqueleto – O fim de todas as espécies, a saga continua seguindo o mundo aterrorizante de zumbis e seres estranhos, juntamente com personagem Leto e seus companheiros de sobrevivência: Deborah, Dragão e Forcado. Agora, Deborah descobre uma nova realidade com a qual Leto precisa lidar.

Esqueleto – O fim de todas as espécies tem formato 21 x 30 cm, 80 páginas em P&B e está à venda no site da Zarabanta Books.

 

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Mayara & Annabelle estão de volta em campanha no Catarse

Uma das duplas mais queridas do quadrinho nacional está de volta! Mayara & Annabelle terão meio que seu passado revisitado nesse novo volume que irá apresentar momentos importantes das meninas e de outros personagens de seu universo. Esse é o espírito das duas histórias curtas lançadas na Dragão Brasil nas edições #119, Assombração Turística e #128, Frente Fria. Ou seja, esse sexto volume, intitulado Mayara & Annabelle – Hora Extra, será uma antologia com tramas situadas entre os outros volumes.

Se você não conhece (corra para conhecer já) Mayara & Annabelle é uma divertida série que conta as aventuras de duas funcionárias públicas que combatem demônios e outras coisas sobrenaturais. Toda a elogiada série é criação do desenhista Talles Rodrigues (Cortabundas) com roteiros de Pablo Casado (Sabor Brasilis).

Segundo a dupla criadora, se você já acompanha as aventuras das meninas, terá a oportunidade de revisitar os volumes anteriores de um jeito novo; se você sempre quis ler a série mas fica indeciso por “já tem não sei quantos volumes publicados como faz”, poderá começar por este sem problema. Se você quiser adquirir os volumes antigos, clique AQUI.

Para saber mais sobre a campanha no Catarse de Mayara & Annabelle – Hora Extra, seus valores e recompensas, clique AQUI.

 

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As Muitas Mortes do Batman | Clássico arco do Homem-Morcego é republicado

A Panini não está de brincadeira em 2019 em relação às publicações do Homem-Morcego. Justamente no ano em que o personagem completa 80 anos de existência, a editora já publicou importantes momentos do Morcegão, com histórias queridas e amadas por diversas épocas. Como por exemplo Batman – Messias, As Dez Noites da Besta, Morte em Família entre outros. E agora chega nas lojas e sites especializados As Muitas Mortes de Batman e Outras Histórias, um compilado com histórias clássicas publicadas no início da década de 90.

Publicado originalmente como uma minissérie em três partes, com roteiro de John Byrne e arte de Jim Amparo, a trama apresenta um serial killer que está assolando Gotham City. Só que o assassino mata as pessoas vestidas como o Cavaleiro das Trevas, deixando assim, uma trilha de corpos com trajes do Batman. Esse arco foi famoso na época, pois ele foi publicado no Brasil em 1990, quando ainda estava fresca a Bat-mania provocada pelo filme de Tim Burton lançado no ano anterior. Muitas pessoas que assistiram o filme se voltaram para as HQs e encontraram um personagem diferente dos desenhos do Superamigos, da série de 60 e até mesmo do próprio filme. Essa fase do Batman serviu de introdução para muitos no mundo dos super-heróis, inclusive desse que lhe escreve.

A edição especial da Panini ainda tem a história Batman: Ano 3. Onde o leitor se aprofunda ainda mais nas origens de Dick Grayson e explora o início de sua carreira como Robin e a parceria com o Batman. Ano 3 tem roteiro de Marv Wolfman e desenho de Pat Broderick.

As Muitas Mortes de Batman e Outras Histórias têm formato 17 x 26 cm, 256 páginas e reúne as edições 433 a 439 e 443 a 444 de Batman e Batman Annual 13. Mais informações nos links abaixo ou no site da Panini.

 

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Bendita Cura | Segundo volume está em campanha no Catarse

Já está no ar a campanha de financiamento coletivo no Catarse, o segundo volume de Bendita Cura, HQ de Mário César que tem como tema a “cura gay”. Para quem não conhece, no primeiro volume conhecemos Acácio, um garoto que foi submetido a vários “tratamentos” para a homossexualidade durante a sua infância e adolescência. Nesse novo volume vemos o início da vida adulta do nosso protagonista. E a sua indecisão entre viver um amor verdadeiro ou se casar com uma mulher por imposição.

Bendita Cura retrata o que é ter a vida marcada pelo preconceito e os efeitos de terapias de reversão que tentam curar algo que simplesmente não é uma doença. Mário César, até por conta do teor social da história, disponibilizou o primeiro volume de forma on-line e gratuita no site Tapas.

Mário César, escreveu e desenhou os dois volumes de Bendita Cura, é autor vencedor do Troféu HQ Mix e organizador da POC CON, feira de quadrinhos realizada por artistas LGBTQ+ que aconteceu esse ano em São Paulo.

Bendita Cura tem formato 16 x 23 cm , 96 páginas, miolo em papel couché fosco 115g e capa em papel supremo. Para saber mais da campanha, recompensas e valores clique AQUI.

 

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Literatura

Romance que adapta O Labirinto do Fauno é publicado no Brasil

Já se passaram 13 anos que O Labirinto do Fauno estreou nos cinemas, encantando todos com seu conto de fadas gótico e obscuro. A obra de Guilhermo Del Toro foi um sucesso de crítica e publico, conquistando prêmios, como o Oscar nas categorias Maquiagem e Penteados, Direção de Arte e Fotografia. Agora você poderá ter a história na palma da sua mão.

A editora Intrínseca está lançando o livro que adapta O Labirinto do Fauno. A autora Cornelia Funke (da trilogia Mundo de Tinta), assina a nova versão, com base no roteiro original de Del Toro. O livro intercala a trajetória da menina Ofélia com ilustrações e contos de fadas inéditos, baseados em elementos chave da história.

 

“No ano de 1944, Ofélia e a mãe cruzam uma estrada de terra que corta uma floresta longínqua ao norte da Espanha, um lugar que guarda histórias já esquecidas pelos homens. O novo lar é um moinho de vento tomado pela escuridão e pela crueldade do capitão Vidal e seus soldados, dispostos a tudo para exterminar os rebeldes que se escondem na mata.”

“Mas o que eles não sabem é que a floresta que tanto odeiam também abriga criaturas mágicas e poderosas, habitantes de um reino subterrâneo repleto de encantos e horrores, súditos em busca de sua princesa há muito perdida. Uma princesa que, segundo os sussurros das árvores, finalmente retornou ao lar.”

O Labirinto do Fauno tem formato 23,6 x 16,2 cm, 320 páginas e já se encontra à venda nos sites e lojas especializadas.

 

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A Editora Draco apresenta Cabra D’Água e Opticus, os novos heróis brasileiros!

O Brasil está todo confuso. O tempo ruge que heróis apareçam para dar ao povo tupiniquim uma luz no fim desse tenebroso túnel. E sim, estimado leitor, esses heróis já estão entre nós! Sempre que surgem novas responsabilidades, elas vem acompanhadas por grandes problemas que precisam ser enfrentados. E assim a Editora Draco traz as novas HQ’s Cabra D’Água e a Peleja Contra os Gigantes e Opticus – Intervenções.

Com supervisão do editor Raphael Fernandes, um super time foi montado para realizar Cabra D’Água e a Peleja Contra os Gigantes e Opticus – Intervenções, e ambas estão em campanha JUNTAS no Catarse. Saiba mais sobre cada uma abaixo:

Cabra D’Água e a Peleja Contra Gigantes

Com roteiro de Airton Marinho (o criador do personagem e Helldang) e arte de Lederly Mendonça (MSP Novos 50), vamos acompanhar as aventuras de um paladino, que tem um passado misterioso, possui poderes de água no sertão nordestino e vai ajudar os moradores das regiões mais quentes e carentes do Brasil.

“Após controlar um estouro de manada, um rapaz de camisa branca, calça preta e cabelo comprido acaba se metendo nas artimanhas dos poderosos de uma cidadezinha do interior do nordeste. O que os aproveitadores não sabem é que esse carinha singelo é o CABRA D’ÁGUA, um sujeito totalmente feito de água e que não leva desaforo para casa.”

Cabra D’Água e a Peleja Contra Gigantes tem formato 17 x 24 cm, 68 páginas coloridas, papel couché e capa em papel cartão.


Opticus – Intervenções

Com roteiro de Tiago P. Zanetic (O Rei Amarelo), artes de Mauricio Leone (The Last Phantom) e cores de Rodrigo Fernandes (Doctor Who), Opticus – Intervenções conta a história de Theodoro que se submete a um experimento para curar seu problema de visão. Mas ele vai acabar descobrindo que ver as coisas melhor que todo mundo pode ser uma maldição. Que se pode se tornar uma benção.

“Por causa de uma intervenção cirúrgica, utilizando-se de nanobots, Dr. Théo vê além do que um ser humano deveria ser capaz, conseguindo observar microrganismos, bactérias e até mesmo as cordas da realidade! Essas linhas que separam as diversas versões do universo revelam ser uma visão maravilhosa e ao mesmo tempo perigosa, como ele irá descobrir ao salvar a vida de uma garotinha de uma criatura chamada Coletor.”

Opticus – Intervenções tem formato 17 x 24 cm, 80 páginas, papel couché e capa em papel cartão. A capa é por Mauricio Leone e Raphael Salimena.

Para saber mais sobre Cabra D’Água e a Peleja Contra os Gigantes e Opticus – Intervenções, a campanha, recompensas, valores e para apoiar, clique AQUI.

 

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Rancho do Corvo Dourado | Conheça a versão steampunk para a obra de Moteiro Lobato

O americano Projeto Manhattan e o Uranprojekt alemão conseguiram construir a bomba atômica ao mesmo tempo, deflagrando assim a guerra definitiva. Tal conflito bélico, de proporções gigantescas, reduziria as áreas habitáveis na Terra em poucos lugares. E se um desses lugares fosse aqui no Brasil? Mas precisamente em um sítio na zona rural, que foi protegido pela mágica ao seu redor? Como os nazistas lidariam com isso? Como os habitantes do sítio lidariam com as consequências? Seja bem-vindo ao Rancho do Corvo Dourado!

No início desse ano, a obra de Monteiro Lobato entrou em domínio público após 70 anos da morte do escritor. Apesar de ser um grande nome da literatura brasileira, Lobato também era conhecido por inúmeras controvérsias sobre racismo e simpatia a regimes autoritários. O Rancho do Corvo Dourado revisa a sua maior obra sob uma ótica contemporânea e inclusiva. Trazendo uma coletânea com sete histórias, com grandes nomes do quadrinho nacional onde os clássicos personagens do Sítio vivem tramas steampunk pós-apocalípticas recheadas de ação, terror e humor.

 

Confira os títulos das histórias e suas respectivas equipes criativas:

  • “A Bruxxa” (roteiro de Larissa Palmieri; arte de Pedro Okuyama; cores de Cris Camargo)
  • “A Semente de Sangue” (roteiro e layouts de Pedro Ponzo; arte e cores de Roberta Cirne)
  • “Cucazilla” (roteiro, arte e cores de Cris Camargo)
  • “EM-1 L 1.4” (roteiro de Felipe Morcelli; arte e cores de Juliano Sousa)
  • “Liberdade para o Futuro” (roteiro de Felipe Morcelli; arte de Sandro Andrade)
  • O Nobre e o Rifle” (roteiro de Marcelo Grisa; arte e cores de Juliano Sousa)
  • “Rancho da Fúria” (roteiro, arte e cores de Luiza Lemos)
  • “What a wonderful world” (roteiro e layouts de Beatrice Witt; arte de Thiago Henrique)

O Rancho do Corvo Dourado terá formato 17 x 26 cm, 110 páginas coloridas, capa cartonada com verniz e miolo em papel couchê 115g. A publicação será viabilizada via Catarse e para saber sobre a campanha, valores e recompensas clique AQUI.