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Torre Entrevista: Jimmy London

Jimmy London fez a fama cantando sobre bebedeiras, brigas e roubos de caminhões em durante quase mais de vinte anos em frente ao Matanza. O seu jeito único de cantar e sua presença de palco criou uma legião de fãs a cantar as histórias do bebum acabado. Com shows históricos e performances destruidoras a banda foi uma das mais importantes nas últimas décadas. Por isso que muitos lamentaram o fim da banda.

Mas nunca é o fim para Jimmy London.

Foto: Felipe Diniz

O vocalista se uniu a banda carioca Rats, que ele já tinha produzido o primeiro disco, e formou a interessante Jimmy & Rats, onde mistura Irish, Folk, um tanto de Country com o bom e velho punk rock. A banda recentemente lançou o excelente álbum Só Há Um Caminho a Seguir.

Em meio a tudo isso ele ainda se uniu com dream team do metal brasileiro como Felipe Andreoli (Angra) no baixo, Antonio Araújo (Korzus) na guitarra e Amilcar Christófaro (Torture Squad) na bateria e assim foi formado o Matanza Ritual, onde pretende reencontrar com o público da antiga banda e no horizonte tem um disco de inéditas.

E ainda Jimmy ainda é ator e apresentador! Participou de produções como a minissérie Dois Irmãos e na novela Deus Salve o Rei, ambas na TV Globo, participou do filme A Viagem de Pedro (2018) e da série Cidade Invisível da Netflix. A próxima produção será O Anjo de Hamburgo do diretor Jayme Monjardim na Globoplay. Na TV ele ainda apresentou o Pimp My Rider Brasil, na antiga MTV e atualmente está de frente ao Rock Estúdio no Canal Bis.

Aqui batemos um papo sobre tudo isso e mais um pouco. Segura aí!

1 – Uma vez você postou no seu Instagram que estava lendo Watchmen. Você curte quadrinhos e está lendo o que atualmente?

Eu me amarro muito em quadrinhos. Quando era moleque, deixava de comer no recreio pra poder comprar duas revistinhas na hora de voltar pra casa. Quando as revistas mudaram de formato, o preço ficou salgado e eu me afastei, mas continuo achando esse tipo de literatura um tesão. Algum dia eu volto a ler com frequência, com certeza. Hoje em dia a vida tá corrida pacas e os livros tem preferencia, mas também entendo que as duas artes dialogam demais. Quem já leu um livro do jack London, com certeza sabe do que tô falando…

2 – Recentemente o Jimmy & Rats lançou o seu primeiro álbum de estúdio. A banda já tinha feito alguns shows, gravados algumas músicas, mas esse é o primeiro trabalho… digamos… completo. Esse tempo todo que passou até culminar no disco, rolou um bom caminho. Esse caminho foi necessário para muitos aspectos? Como por exemplo “afinar” mais a banda em um só ideal?

Bom, eu já tenho uma historia longa com o Rats. Ajudei o Fernando com algumas composições, produzi o primeiro disco deles, então sempre me senti muito confortável com a banda. Mas realmente, na hora em que começamos a trabalhar juntos foi necessário um ajuste de expectativas e no modo de fazer as coisas.

Eu tenho um jeito muito “guerrilha” de fazer as coisas, que se adaptava muito bem a realidade do Matanza, mas no J&R os ritmos são outros e os seres humanos são ímpares. Foi preciso ter um freio de arrumação pra gente conseguir andar em passos sincronizados, mas foi ótimo pra mim também. Sempre bom lembrar que o mundo não funciona de um jeito só e que sempre há uma opção, em qualquer cenário que seja.

Jimmy & Rats

3- É muito visível quanto o Jimmy & Rats de completa e te satisfaz. Vi umas entrevistas suas que você está bem satisfeito e orgulhoso do trampo. Ele foi uma evolução musical para a sua carreira?

Sem duvida alguma. São novas vozes, novos instrumentos e um fim a uma “cela auto-imposta” do Matanza. A verdade é que deixávamos nos fazer reféns do estilo Matanza e a inovação tava ficando de lado. Além disso, meu som mesmo começa com Country, Irish, Folk, Bluegrass, e é exatamente isso que fazemos no J&R.

4 – O Jimmy & Rats tem uma influência de Flogging Molly muito forte. E se olharmos para a música nacional, não temos muitos trabalhos assim, apesar de termos um bom público para esse estilo. Pode-se dizer que esse caminho do Jimmy & Rats é algo novo por aqui?

Não. Aqui no Brasil nós temos o Terra Celta, Confraria e mais uma porrada de banda fazendo essa mistura de Irish e Celta aqui, nos curtimos muito isso mesmo. Talvez nos sejamos a banda que mais mistura isso com o punk rock, mas também não estamos inventando nada. Mas estamos definitivamente colocando nosso tempero nessa mistura, e fico feliz que isso seja percebido como algo único.

Capa do novo álbum

5 – Fiquei sabendo que o Matanza Ritual está com novas músicas engatilhadas e que um álbum de inéditas será possível no futuro. O quanto é importante para a nova banda ter um disco com músicas inéditas nesse “universo” do Matanza? É uma nova identidade ou uma repaginada do que já foi feito?

Na verdade, ainda não sabemos exatamente qual será o futuro do Ritual. O disco tá nascendo porque ele nos obrigou a ser escrito (risos).. As músicas são uma mistura completamente insana das influencias dos quatro integrantes, então acho seguro dizer que vai surpreender a maioria das pessoas.

Obvio que tem sangue de Matanza, mas também vem cheio de korzus, Angra, Torture e mais uma porrrraaaada de coisa. Melhor esperarem pra tirar suas próprias conclusões.

6 – E como foi essa montagem do Matanza Ritual? Foi algo que aconteceu naturalmente ou você chegou a escolher do tipo: “Quero esse aqui no baixo. Esse aqui eu quero na guitarra…”?

Os parâmetros eram simples: tem que tocar pra caralho e ser um puta profissional e gente finíssima. Era uma escolha pra fazer com que fosse, antes de mais nada, um enorme prazer pra se excursionar. Então não houve dúvidas, pq os três caras a bordo são dentre os melhores músicos do Brasil e do mundo, e de uma elegância ímpar.

7 – Eu acredito que a pessoa passe por uma evolução seja na vida pessoal e/ou na vida profissional. O Jimmy de hoje não é o mesmo dos tempos do Matanza. E não será o mesmo de dez anos para frente. Como essa evolução tem ajudado tanto no Rats e para voltar com algo como o Matanza Ritual?

Bom, que bom que eu evolui, né? comecei o Matanza com 20 anos, agora tô prestes a fazer 45 (essa entrevista foi realizada no dia 15/07, um dia antes do aniversário do Jimmy). Se nada tivesse mudado eu teria sérios problemas… eu acho que, hoje em dia, tenho mais clareza sobre o que quero alcançar e mais capacidade de trabalho. Acho que meu discurso também ta mais limpo, com menos interferência externa e isso me ajuda muito na comunicação com o público.

E como também tô fazendo várias coisas ao mesmo tempo, isso ajuda muito a não patinar, quando algo para de andar eu simplesmente mudo o que tô fazendo e volto depois. Costuma dar certo.

O Matanza Ritual, da esquerda para a direita: Felipe Andreoli, Amilcar Christófaro, Jimmy e Antonio Araújo. A banda fará shows em 2022!

8 – Você uma vez falou que sente falta do público do Matanza, (como público do Matanza, também digo que sentimos falta), e como você acha que vai encontrar esse público? Você acha que ele chegou a se renovar?

Não sei se chegou a se renovar ainda, nao tem nem três anos do fim da banda, mas acho que essa galera vai ficar feliz quando sentir a energia que tá guardada dentro de mim pra fazer esses shows do Ritual. Como também tivemos essa sinistra pandemia, eu tô acumulando quase dois anos em casa sem tocar. Imagina quando eu puder colocar pra fora? sai de baixo, mermão…

9 – E a carreira de ator, bicho? Quem viu o Jimmy lá no início do Matanza, nunca imaginaria ver você como ator em novelas. Como está sendo esse rolê? O próximo trabalho será O Anjo de Hamburgo do Jayme Monjardim, que tem uma forte história e uma certa ligação sua por causa de uma parente próxima.

Atuar é tão divertido quando fazer shows, e isso é uma afirmação bem radical. Tô apaixonado por essa nova atividade onde os mais mínimos detalhes ficam enormes a tela e meus instintos precisam ser utilizados ao máximo. Vou ate me conter, ou acabaria falando demais sobre isso. Só digo que tá foda, uma diversão gigantesca e uma honra poder estar fazendo projetos tão importantes.

Sobre a segunda guerra, acho que é um dos capítulos mais terríveis da nossa humanidade. Eu sou judeu e minha família passou em primeira mão vários desses horrores. É essencial falar sempre sobre isso pra que não caia no esquecimento e pra que as pessoas não comecem a usar estapafurdiamente o holocausto como certos políticos tem usado. A humanidade tem capítulos drásticos: os massacres, escravidões, guerras, extermínios…

Não sei como ainda existimos, sendo um ser tao defeituoso e capaz de tanta maldade.

Jessica Córes e Jimmy em cena na série Cidade Invisível.

10 – E qual seria o sonho de atuação? Uma produção que se pudesse gravar seria a cereja no topo do bolo?

Quero muito fazer cinema, algo grandioso. Meu sonho é um puta papel num filmão estilo Senhor dos Anéis. Em breve num cinema perto de você!

11 – O lançamento do disco do Jimmy & Rats agora e as preparações do Matanza Ritual, que terá shows (se tudo der certo com a vacinação) ano que vem, enquanto isso quais os planos do Jimmy para o restante de 2021?

Tudo andando ao mesmo tempo agora! Lives pro J&R, disco pro Ritual, atuando cada vez mais, Rock Estúdio no Canal Bis voltando em breve, e mais uma porrada de surpresa vindo ai!

Seguuura, e puuutaquipariu!!!

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Conheça as simpáticas Genô e Gertrú – Abalando as estruturas

Já está à venda a HQ Genô e Gertrú – Abalando as estruturas, criado pelo cartunista mineiro Sunça. Genô e Gertrú são duas senhorinhas que vivem em pé de guerra e em lances de amor. Mostrando que a amizade e a rivalidade podem estar muito próximas e que isso pode fazer as pessoas rirem. O gibi foi selecionado pelo Edital da Lei Aldir Blanc 2020 na categoria Quadrinhos.

O formato da HQ segue o estilo gibi tendo como objetivo de alegrar, divertir e entreter. Trazer novamente a sensação e alegria dos quadrinhos de banca. Uma publicação barata e acessível. A ideia é fugir da atual tendência do mercado de oferecer quadrinhos de capa dura e grandes formatos. É um material de qualidade, um entretenimento alegre e divertido.

 

Genô e Gertrú – Abalando as estruturas comprova que a melhor idade é uma época sábia, uma etapa da vida em que extensos e profundos conhecimentos foram adquiridos. É também, o momento de utilizar todo esse saber em uma rixa armada causada por uma ojeriza sem sentido. Ou então, uma contenda só de farra mesmo.

Genô e Gertrú – Abalando as estruturas tem formato 14 x 21 cm, 64 páginas coloridas e você pode adquirir o seu exemplar clicando AQUI.

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Começa a campanha no Catarse para OPArt, HQ que mistura artistas do Brasil e da Irlanda

Começou a campanha de financiamento coletivo no Catarse para OPArt, um projeto de quadrinhos idealizado e organizado por Rodrigo Ortiz Vinholo e Mari Rolin. A ideia de OPArt é unir artistas residentes no Brasil e na Irlanda e realizar uma mistura de duplas criativas para produzir histórias em quadrinhos que possuem entre 8 e 12 páginas.

O nome da coletânea deriva do conceito em comum que une todas as histórias: “Out of Place Artifacts” (“artefatos fora de lugar”). A sigla OoPArt se refere a artefatos que vão contra as expectativas de lógica da história, como o Mecanismo de Anticitera ou as Linhas de Nazca. Todas as histórias giram em torno de um objeto completamente fora do lugar e como isso redefine as vidas dos personagens que se envolvem com eles.

O título, ainda, é um trocadilho com o “Out of Place” por “deslocarmos” artistas de dois países para um lançamento único. Além disso, há por associação a ligação com a ideia de Op-art, que ainda que não seja “óptica” no sentido de “ilusão de óptica”, estamos nos focando em artes visuais para este trabalho.

O que resultou em seis histórias, todas mudas, e a publicação contará com introdução e outros elementos bilíngues (português e inglês). Confira o nome das histórias e a dupla criativa de cada uma:

1- THE FIND/A DESCOBERTA – Colin O’Mahoney (roteirista) e Luiza Nasser (artista)
2- EXHIBIT/EXPOSIÇÃO – Rodrigo Ortiz Vinholo (roteirista) e Coireall Carroll Kent (artista)
3- RUNED LIVES/VIDAS MARCADAS – Emmet O’Brien (roteirista) e Mari Santtos (artista)
4- SWINGIN’/NO BALANÇO – Camila Suzuki (roteirista) e Nene Lonergan (artista)
5- AND SHE WAS/E ELA ERA – SC Ormond (roteirista) e Roberta Cirne (artista)
6- RITUAL – Pedro Hutsch Balboni (roteirista) e Mari Rolin (artista)

OPArt terá formato 16 x 23 cm, lombada quadrada, 80 páginas em P&b e para saber mais sobre a campanha, valores, recompensas e para apoiar, clique AQUI.

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Editora Skript começa a pré-venda de Rasputin & Blavatsky – Aurora Vermelha

A editora Skript começou a pré-venda de Rasputin & Blavatsky – Aurora Vermelha, sobre o conto mágico dos dois maiores ocultistas do século XIX, Grigori Yefimovich Rasputin e Helena (ou Elena) Petrovna Blavatsky.

Elena Petrovna Blavatskaya nasceu em 1831 e veio falecer em 1891 e ficou conhecida como Madame Blavatskaya e foi uma prolífica escritora filófa e teóloga da Rússia, responsável pela sistematização da moderna Teosofia e co-fundadora da Sociedade Teosófica. Considerada uma mulher a frente do seu tempo, ela iniciou a sua carreira pública nos EUA onde começou a Sociedade Teosófica, m 1875, com o objetivo de fundar um núcleo de fraternidade humana sem distinção de crença, de raça, de sexo, de casta ou de cor. Além de investigar as leis da natureza, os poderes latentes do homem e encorajar os estudos de religião comparada, filosofia e ciência. Logo depois muda-se para a Índia, mas a estadia no país oriental traria consequências negativas.

Um incidente intitulado de Caso Coulomb abalou fortemente a reputação de Helena Blavatsky, que foi declarada culpada por fraudar um relatório da Sociedade de Pesquisas Psíquicas de Londres. O evento forçou Helena a voltar para a Europa, onde continuou publicando textos sobre a Teosofia.

Grigori Rasputin foi um monge, místico russo e homem de confiança do czar. Personagem poderoso do final da era czarina foi favorito da corte do czar Nicolau II e Alexandra Feodorovna. Ganhou fama de ter poderes sobrenaturais, foi chamado de “o monge maluco”, sofreu vários atentados. Em um deles cortaram o seu pênis, enrolaram o monge em um cobertor e o jogaram no rio Neva, o que o levou a morte. um pouco antes do atentado, Rasputin teria dito ao czar que, se ele morresse pelas mãos de desconhecidos, tanto o monarca como seus filhos continuariam governando a Rússia durante os próximos séculos. Por outro lado, caso ele fosse morto pelas mãos de conspiradores, o czar e sua família seriam mortos pelo povo russo. Em menos de 2 anos depois a família real foi assassinada.

Juntar essas duas figuras históricas foi o trabalho do bruxo e historiador Marcos Keller (Magickabdo e Mundo Freak) se une a Gerson de Lima (Graffic Noire Jersey), que em uma graphic novel imperdível para quem curte quadrinhos e magia.

Rasputin & Blavatsky – Aurora Vermelha tem 48 páginas e o lançamento oficial será no início de agosto. Você pode adquirir a Graphic Novel com 25% de desconto no site Amazon Brasil.

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Editora Comix Zone começa a pré-venda de O Golpe da Barata – Tem Fantasmas em Casa

Durante a live de resenhas no canal do Youtube do Universo HQ, Thiago Ferreira, editor da Editora Comix Zone, anunciou o lançamento de O Golpe da Barata – Tem Fantasmas em Casa, graphic novel argentina de autoria da Gato Fernández. A trama é uma autoficção que narra a infância de uma sobrevivente de abuso sexual intrafamiliar.

Confira a sinopse abaixo:

“Entre bichos de pelúcia falantes, ratos antropomórficos e bidês celestiais, acompanhamos o cotidiano da menina Lucía, alter ego da autora, e sua relação com a mãe, o irmão e com Alberto, seu pai e algoz.”


O Golpe da Barata – Tem Fantasmas
em casa é uma história de diversas camadas. Além do fato do abuso familiar, a graphic novel lida com depressão. O próprio título é baseado em uma expressão francesa Avoir le cafard (ter a barata em tradução literal), que significa estar deprimido, no fundo do poço.

Pupila das lendas Carlos Trillo e Horacio Lalia, Cecilia “Gato” Fernández é uma das maiores revelações dos quadrinhos argentinos contemporâneos, como revela essa história que precisou usar toda sua força pessoal e criativa. Obra ganhadora do Concurso de Letras 2020 do Fundo Nacional das Artes do Ministério da Cultura da Argentina, O Golpe da Barata já foi publicado na Itália, na França e na Espanha.

O Golpe da Barata – Tem Fantasmas em Casa tem formato 19 x 25.5 cm, 112 páginas coloridas, capa dura e tradução de Jana Bianchi.

Você já pode adquirir O Golpe da Barata – Tem Fantasmas em Casa com 30% de desconto na pré-venda na Amazon Brasil.

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A Vida Eterna, HQ que adapta conto de Machado de Assis, está em campanha no Catarse

Está no ar a campanha para financiamento coletivo no Catarse de A Vida Eterna, adaptação de um conto publicado por Machado de Assis. O conto foi publicado originalmente no Jornal das Famílias em 1870, na ocasião o escritor usou o pseudônimo Camilo da Anunciação.

Vale lembrar que Machado de Assis, quando escreveu A Vida Eterna, estava com 31 anos e ainda não tinha escrito os clássicos Dom Casmurro e Memórias Póstumas de Brás Cubas. A quadrinização está por conta de Marcel Bartholo, que fez as artes e o roteiro em cima do conto e será publicado pela revista Escafandro da Editora Ultimato do Bacon.

Na trama, Camilo D’Anunciação durante uma noite de conversas com seu caro amigo, o Dr. Vaz, ouve batidas a sua porta e ao atender, se depara com o enigmático Tobias, que tem uma estranha proposta a fazer para nosso protagonista. A bizarra proposta leva a uma rápida escalada nos acontecimentos, num crescente clima de tensão e terror até seu final.

A Escafandro é uma HQ pulp que traz histórias fechadas, completas em cada edição. Mergulhando em diferentes gêneros como terror, ficção científica, aventura e comédia, a ideia é variar autores e estilos de histórias a cada volume.

A Vida Eterna terá formato 17 x 25 cm, 36 páginas, miolo offset e capa cartão. Para saber mais sobre a campanha, valores, recompensas e para apoiar, clique AQUI.

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DC Comics anuncia minissérie Batman: The Imposter que terá artes de Andrea Sorrentino

A DC Comics anunciou a minissérie Batman: The Imposter, que terá três edições e será lançado simultaneamente nos países: Espanha, Alemanha, Brasil, México, Itália, França, Rússia, República Tcheca, Polônia, Japão, Coreia do Sul, Turquia e Argentina. A publicação será pelo selo Black Label.

Com roteiro de Mattson Tomlin e com artes do badalado Andrea Sorrentino, Batman: The Imposter vai apresentar uma versão corajosa e mais dura de Gotham City e que segundo o roteirista quer deixar o Homem-Morcego “mais real possível”.

 

Aqui encontraremos um jovem Bruce Wayne que está combatendo o crime por mais ou menos um ano, e ele vem feito a diferença na cidade. Mas também vem colecionando inimigos poderosos. Além da máfia, dos ricos que querem sugar o povo de Gotham, o Departamento de Polícia corrupto e dos malucos fantasiados, existe um segundo Batman atuando contra o crime. E este outro Batman não tem código moral e ético nenhum.

Batman: The Imposter terá versões digitais e impressa e começa a ser publicada em outubro nos EUA.

Se você quiser acompanhar a versão de Batman: The Imposter original, fique de olho no site Comics and Signatures, primeira loja brasileira 100% online especializada em quadrinhos importados, assinaturas e colecionáveis.

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Stuck Rubber Baby, clássico do quadrinho mundial, chega ao Brasil pela Conrad

Um dos clássicos do quadrinho mundial chega ao Brasil pela Editora Conrad. Stuck Rubber Baby – Quando Viemos ao Mundo de Howard Cruse, se tornou um marco entre as HQs sobre direitos civis e LGBTI+. Lançada originalmente em 1995 nos EUA, a graphic novel é conhecida pela complexidade no tratamento dos temas e também na ambientação dos anos 1960, com temas como racismo e homossexualidade em uma narrativa pesada e dramática.

Como um jovem gay levando uma vida enrustida em um estado sulista dos Estados Unidos dos anos 1960, Toland Polk se esforça ao máximo para se manter discreto. Ele está ciente da injustiça racial ao seu redor, os políticos segregacionistas, os policiais corruptos e os membros violentos da Klan, mas se sente impotente para fazer alguma diferença. Tudo isso muda quando o seu caminho cruza com a estudante Ginger Raines.

A garota o apresenta a um grupo animado e diversificado de ativistas dos direitos civis, cantores folk e artistas de boates, homens e mulheres que vivem uma vida autêntica, apesar dos valores conformistas de sua cidade natal. Encorajado por essa nova comunidade, Toland se junta aos protestos locais e até encontra coragem para se aventurar em um bar gay. Cansado de ficar à margem da sociedade, Toland resolve se juntar a seus amigos em suas lutas contra o preconceito. Mas em Clayfield, Alabama, isso pode ser perigoso… e até mortal.

Stuck Rubber Baby – Quando Viemos ao Mundo tem em sua bagagem prêmios Eisner, Harveys, UK Comic Art Awards na categoria Melhor Graphic Novel. Além disso, foi indicada ao Lesbian and Gay Book Award da American Library Association e ao Lambda Literary Award. Também foi vencedora do Comics Creators Guild Award no Reino Unido, do Prix de la Critique na França e do Luche na Alemanha.

Stuck Rubber Baby – Quando Viemos ao Mundo tem formato 24,4 x 17,6 cm, 240 páginas, tradução de Dandara Palankof. A graphic novel encontra-se com 25% de desconto no site da Amazon Brasil.

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Cultura Japonesa Mangá

Editora Pipoca & Nanquim começa a pré-venda do mangá A Espera

A editora Pipoca & Nanquim iniciou a pré-venda de A Espera o seu mais novo mangá. A graphic novel é uma produção de Keum Suk Gendry-Kim, a mesma autora de Grama, que foi muito elogiada no ano passado aqui no Brasil. Agora a autora conta a história envolvendo uma revelação em seu núcleo familiar e que envolve a sua mãe.

A mãe de Keum Suk Gendry-Kim foi separada da irmã durante a Guerra da Coreia. Então ela veio descobrir depois que não se tratava de algo tão incomum entre o povo coreano, cuja vida completamente alterada quanto Sul e Norte se lançaram em um combate armado nos anos 1950.

Jina é uma romancista, filha de Gwija, uma senhora coreana que, aos dezessete anos, foi obrigada a se casar com alguém que não conhecia para escapar do destino cruel de servir às tropas japonesas como “mulher de conforto”, na Segunda Guerra Sino-Japonesa. Apesar do casamento forçado, Gwija encontra a felicidade; mas ela durou pouco. Separada do marido e do filho durante a Guerra da Coreia, ela consegue chegar ao Sul e começar uma nova família, porém, sem jamais se esquecer da antiga.

Anos depois, Jina promete ajudar a mãe a encontrar seus amores de outrora, só que, tendo se passado 70 anos desde a trágica separação, essa espera torna-se cada vez mais aflitiva e desesperançada. Gwija, agora uma idosa de saúde frágil, vê-se cada vez mais distante do sonho de rever seus entes queridos e de fazer as pazes com o passado.

A partir de entrevistas com sua mãe e outras vítimas de separações forçadas, Keum Suk Gendry-Kim concebeu A Espera que assume contornos documentais e pessoais caros à autora e que influenciaram o direcionamento deste quadrinho.

A Espera tem 252 páginas, capa dura e verniz localizado. O mangá está com 30% de desconto no site Amazon Brasil.

 

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Quadrinhos

Cliff Chiang está de volta na DC Comics com Minissérie da Mulher-Gato

Cliff Chiang está de volta à DC Comics! Depois de fazer sucesso em Mulher-Maravilha e Zatanna, Cliff está com mais um ícone feminino da Casa das Lendas: Mulher-Gato. Em Catwoman: Lonely City vamos acompanhar Selina Kyle em seu último trabalho em uma espécie de futuro distópico em uma Gotham City salva do crime e com justiceiros e vilões fantasiados extintos.

Catwoman: Lonely City se ambienta em uma Gotham City dez anos depois do massacre que ficou conhecido como Fools ‘Night (Noite dos Tolos, em tradução livre). O evento ficou marcado com as mortes de Batman, Coringa, Asa Noturna e do Comissário Gordon. A Selina Kyle foi para a prisão, e lá ficou durante dez anos.

Durante esse tempo de reclusão prisional da Selina, Gotham City cresceu, o heroísmo fantasiado e a vilania se tornaram coisas infantis. A nova cidade é mais limpa, segura e com um ar ditatorial bem forte, graças a regência dura do prefeito Harvey Dent e seus Batcops. É para essa nova cidade que Selina Kyle retorna, mais madura e mudada, pensando no último grande assalto: os segredos escondidos na Bat-caverna. Mas mais do que dinheiro, ela quer saber quem é o misterioso Orpheus.

 

Na cronologia da DC Comics, Orpheus foi um combatente criado em 2001 por Alex Simmons e Dwayne Turner. Mas a editora não deu mais detalhes sobre o seu papel em Catwoman: Lonely City, já que o Orpheus original foi assassinado pelo Máscara Negra.

Catwoman: Lonely City será uma minissérie de quatro edições publicada pelo selo Black Label. A publicação começa a ser publicada em outubro nos EUA.

Se você quiser acompanhar Catwoman: Lonely City antes de ser publicada no Brasil, fique de olho no site Comics and Signatures, primeira loja brasileira 100% online especializada em quadrinhos importados, assinaturas e colecionáveis.