O canal DisneyXD liberou hoje o trailer da metade final da quarta e última temporada de Star Wars Rebels, que traz um tom de despedida.
Confira:
Os últimos episódios de Star Wars Rebels começarão a ser exibidos a partir do dia 19 de fevereiro.
"Just when I thought I was out...they pull me back in."
O canal DisneyXD liberou hoje o trailer da metade final da quarta e última temporada de Star Wars Rebels, que traz um tom de despedida.
Confira:
Os últimos episódios de Star Wars Rebels começarão a ser exibidos a partir do dia 19 de fevereiro.
DARLING in the FRANXX provavelmente é um dos animes que mais chamaram a atenção dos otakus, dentre as inúmeras novas produções da Winter Season 2018. Isso se deve ao fato da sua produção estar nas mãos do estúdio Trigger. Leia-se: sequências de animações fluidas. Dito isso, eu não cheguei a assistir Kill la Kill ou Little Witch Academia, e nem outras obras do estúdio. Então eu acabei indo assistir DARLING in the FRANXX na onda do hype, até porque, animes de Mecha não me interessam, motivo pelo qual até hoje eu ainda não assisti Evangelion (não me julguem!).

Além do Trigger, DARLING in the FRANXX está sendo produzido junto ao estúdio A-1 Pictures, conhecido por Fairy Tail, Sword Art Online, entre vários outros animes famosos. O que acaba deixando a comunidade com um pé atrás, pois o A-1 trabalha em muitos animes ao longo do ano, o que faz com que grande parte deles fiquem abaixo do esperado. A Internet já decidiu que, se o anime flopar, a culpa vai pro A-1 Pictures :p .
Enfim, vamos falar sobre o primeiro episódio de DARLING in the FRANXX.
Apesar de eu ter dito que não assisti nenhuma obra do Trigger, eu já vi diversos gifs de Kill la Kill, então é impressionante que, ao começar episódio você já consiga identificar automaticamente, que aquela é uma obra do Trigger. A fluidez da animação é excelente, todas as sequências são muito bem animadas. Quando um personagem está longe das câmeras e vem se aproximando, vemos o quanto bem produzido é esse anime, a transição é muito bem feita.

A história ainda não foi explicada direita, foi um primeiro episódio padrão: fomos apresentados ao protagonista, Hiro, e aos seus problemas. Tivemos também a apresentação da Zero Dois, que protagonizará o anime junto a Hiro, excelente personagem, devo dizer. O character design dela difere bastante dos outros personagens, e isso faz com que você acabe notando a mesma. Os designs dos outros personagens da “escola” não se destacam, são quase todos parecidos, só mudando o estilo e cor de cabelo. Mais que com o tempo a gente deve acabar se acostumando.

O principal ponto negativo de DARLING in the FRANXX é o seu fanservice. Apalpadas de bunda, e closes desnecessários em crianças. Provavelmente o único fanservice que foi necessário, foi o da personagem Zero Doisa, pois serviu para a construção da relação dela com Hiro. Ainda assim, é bem triste ver o anime partindo pra esse lado. Se não fosse por isso teria tido uma estreia impecável. Espero mesmo que isso diminua com o tempo, mas eu realmente duvido.

DARLING in the FRANXX terá 24 episódios e está sendo transmitido no Brasil pela Crunchyroll.
A Netflix divulgou hoje um novo trailer de A.I.C.O. -Incarnation-, anime produzido pelo Studio BONES (Fullmetal Alchemist: Brotherhood, Boku no Hero Academia).
Confira:
Um acidente conhecido como a “Explosão” aconteceu no ano 2035 durante a pesquisa de um projeto, liberando uma nova forma de vida artificial e descontrolada chamada “Matter”. Anos depois, Aiko Tachibana, órfã que perdeu sua família no evento, descobre que algo está escondido em seu corpo e a única forma de descobrir a verdade é ir até o centro da Explosão.
O elenco principal de vozes é composto por: Haruka Shiraishi, Yuusuke Kobayashi, Makoto Furukawa, Taishi Murata, Kaori Nazuka, Ryouta Takeuchi, M・A・O, Ai Kayano, Tooru Ookawa, Takehito Koyasu, e Atsuko Tanaka.
Kazuya Murata, responsável por Gargantia on the Verdurous Planet, dirigirá o anime.
A.I.C.O. -Incarnation- estará disponível na plataforma no dia 9 de março de 2018. No entanto, a Netflix ainda não confirmou se essa data é valida somente para o Japão ou se é a de lançamento mundial.
Quando o assunto é humor, o gosto pessoal do telespectador fica muito em jogo, muitas pessoas não conseguem se conectar com o humor de algumas obras, como é o caso de KonoSuba, onde você tem que desligar o cérebro para curtir, ou no caso de Gintama, onde algumas de suas piadas são totalmente direcionadas para o público japonês. Já em Saiki Kusuo no Psi Nan, o telespectador encontra um anime onde você simplesmente pode assistir sem se preocupar com nada. Claro, existem algumas referências à cultura japonesa, e até mesmo à outros animes, mas de resto, é de boa.

A comédia de Saiki Kusuo funciona perfeitamente, ela beira o nonsense, e o que ajuda bastante é o fato da sua animação não ser “a melhor coisa do mundo”, é uma animação padrão, mas que combina muito bem com a comédia. E quando o Saiki usa um poder mais elaborado, a animação acompanha e tem um aumento de qualidade.
Ainda sobre a comédia, é bastante notável a influência de Gintama no anime, e provavelmente no mangá. O humor de Gintama flerta bastante com o absurdo, além de quebrar frequentemente a quarta parede. Em Saiki Kusuo, o protagonista também possui noção de que é um personagem, e ainda que não quebre repetidamente a quarta parede, ela funciona bem quando acontece. Saiki Kusuo é o filho legítimo de Gintama e com certeza irá ocupar o seu lugar, quando a obra de Sorachi terminar. O anime consegue desconstruir vários clichês de shounens e shoujos e isso é feito de uma maneira totalmente hilária.
A primeira temporada de Saiki Kusuo no Psi Nan tem ao todo 120 episódios com 5 minutos de duração cada, que depois foram compilados nos já tradicionais 24 episódios que conhecemos. Esse formato de exibição é uma faca de dois gumes, ele funciona bastante quando a história é episódica, ou seja, ela é fechada naquele episódio e suas consequências vão passando pelo anime. No entanto, quando temos uma sequência de episódios, como aquelas da Viagem Escolar ou do Aniversário de Saiki, por exemplo, a quebra de ritmo entre os episódios incomodam bastante, é como se tivéssemos vários cliffhangers em menos de 15~20 minutos. Não chega a estragar a experiência, mas incomoda.
A trilha sonora de Saiki Kusuo no Psi Nan também é muito boa, em especial o tema de Kaidou, ela fica na cabeça e faz você se mexer no ritmo dela. Ambas as aberturas e encerramentos são fantásticos, tanto na parte sonora quanto em seus vídeos.

Os personagens do anime são bem desenvolvidos, apesar do curto tempo de tela de cada um. Os personagens vão se construindo conforme vão interagindo com Saiki e você acaba entrando na mente deles.
O elenco de vozes também está fantástico, com destaque para Hiroshi Kamiya, que interpreta o protagonista, e Daisuke Ono que está irreconhecível no papel de Riki Nendou.

Os quase monólogos de Saiki são bastante legais de se acompanhar, suas frustações por causa de seus poderes fazem qualquer um desistir querer ter esses poderes. Porém, é interessante quando eles são usados de maneiras inovadoras, tirando o protagonista de várias enrascadas. É sempre hilário quando Saiki finalmente esboça uma expressão, seja de surpresa, alegria ou raiva, pois não é algo comum para ele.
Uma segunda temporada do anime está prevista para estrear no dia 16 de janeiro de 2018.
No Brasil, nem o anime e mangá de Saiki Kusuo no Psi Nan são licenciados oficialmente.
Mais um ano se passou, e mais de 200 animes estrearam. Fica muito difícil escolher o que assistir, ainda mais com cada bomba que aparece durante as quatro temporadas do ano.*cof cof Black Clover cof cof*
Para tentar ajudar os nossos leitores a escolherem algo para assistir, reunimos os três otakus fedidos da Torre de Vigilância, e os forçamos a montar o seu ranque pessoal dos seus dez desenhos japoneses prediletos do ano.
Confira abaixo:

Redator: Pedro Ladino
10 – Ao no Exorcist: Kyoto Saga – Talvez tenha sido uma decepção para a maioria das pessoas, mas como leitor do mangá, eu sei a importância desse arco para o futuro da série. E também sei que ele isolado pode ser um “porre”, mas Ao no Exorcist foi um dos meus primeiros animes e tenho um grande carinho por ele. E teve música do UVERworld na abertura, quer mais alguma coisa? :p
9 – KonoSuba S2 – Continuou com aquele humor galhofa, desligue o cérebro e seja feliz.
8 – Made in Abyss – Uma das surpresas do ano, e mesmo que eu não tenha curtido tanto, foi melhor que muita coisa que saiu.
7 – Boku no Hero Academia S2 – Nem sei o que falar desse aqui, o Studio BONES continua mandando muito bem na adaptação do mangá, e estou ansioso para a terceira temporada.
6 – Shoujo Shuumatsu Ryokou – Acho que pode ser considerado o anime surpresa da Fall Season, um slice of life sensacional e relaxante, mas que quando queria passar algo mais extremo, conseguia.
5 – Gamers! – Meu anime “amorzão” do ano. Tem texto no site sobre ele, mas resumindo: é uma baita surpresa e uma ótima comédia romântica.
4 – Tsurezure Children – Melhor anime da Summer Season, com 12 minutos em cada episódio conseguiu me fazer rir bastante e me deixar bastante feliz enquanto era exibido.
3 – Gintama. e Gintama. Porori-hen – Só porque maratonei tudo esse ano mesmo :p , se tornou um dos meus animes favoritos, e mesmo não sendo as melhores temporadas da obra, estão aqui representando todo o anime. E que venha a última temporada.
2 – Mahoutsukai no Yome (The Ancient Magus Bride) – O maior hype de 2017, e que, para a surpresa de muitos, conseguiu ser real. Simplesmente mágico, Wit Studio vem mostrando que não é só o “estúdio de Shingeki no Kyojin”.
1 – 3-Gatsu no Lion S02 – Esse aqui realmente não tem o que falar, é uma obra-prima dos animes e essa segunda temporada tem dado cada porrada que meu amigo… Que venha o segundo cour.
Menções honrosas: Just Because!, Kujira no Kora wa Sajou ni Utau e Net-juu no Susume.

Redator: Luis Alex Butkeivicz
10 – Fate/Stay Night Heaven’s Feel Part 1 – A nova entrada na série Fate trás consigo a última rota até então não adaptada do Fate/Stay Night original. Heaven’s Feel será lançado em três partes, mas quanto ao primeiro filme posso afirmar que o mesmo tem êxito em reviver o interesse dos fãs da série na timeline original, algo que não ocorria desde Unlimited Blade Works.
9 – Gamers! – Acredito que tenha sido uma das maiores surpresas do ano, especialmente por quebrar em partes a expectativa de muitos durante sua exibição. Gamers! por si só surpreendeu por ser uma comédia romântica focada em personagens gamers, além da temática de desentendimentos que era recorrente em todos os episódios. O show sucedeu em tirar várias risadas e entregar uma história de amor não muito convencional. Se tratando de Gamers!, entrei pelas referências à jogos e acabei ficando pelo incrível drama multilateral de jovens apaixonados que não sabem se expressar direito.
8 – Kobayashi’s Dragon Maid – Foi certamente um dos pontos altos da temporada de inverno de 2017. Embora tenha começado a assistir apenas como uma forma de ocupar meu tempo, Kobayashi-san acabou se tornando uma incrível experiência me lembrando da sensação de acordar cedo e apenas relaxar assistindo anime enquanto toma café da manhã.
7 – Konosuba S2 – Reconhecendo que a maioria dos shows mencionados nesta lista são de fato continuações, a segunda temporada de Konosuba adentra esta lista com mérito ao trazer de volta o mesmo humor e sátira da primeira temporada, mas também trazendo consigo novos elementos e personagens para o enredo. Konosuba é certamente uma das grande obras do gênero isekai, embora o mesmo já esteva saturado, Konosuba se mantém de pé o satirizar sua própria comédia e personagens de forma que, acho difícil não acabar amando este show.
6 – Kuzu no Honkai – Diante de diversas obras abordando a temática de amor e relacionamentos como um slice of life, focando exclusivamente no desenvolvimento amoroso, Kuzu no Honkai me surpreendeu no início deste ano ao entregar uma história plausível sobre a forma como relacionamentos funcionam e como pessoas lidam com eles. A história se prejudica um pouco devido ao seu elemento de narração que pode ficar um pouco respetivo, porém ela sucede em apresentar um drama através dos diversos personagens.
Kuzu no Honkai é, acima de tudo, uma história de mentirosos. De pessoas incapazes de aceitar seus sentimentos, incapazes de encarar a verdade ou de deixar alguém para trás. Certamente é merecedora desse lugar na lista não apenas pela qualidade da história, como o realismo das relações em que se baseiam.
5 – Boku no Hero Academia S2 – Acredito que não seja necessário citar o hype e qualidade de Boku no Hero Academia, e sua segunda temporada foi ainda melhor. Agora adaptando o Arco do Torneio e do Assassino de Heróis, o anime adapta o mangá com êxito entregando diversos momentos de arrepiar. Definitivamente merecedor de um dos melhores shonens da atualidade, mas não o primeiro lugar dessa lista.
4 – 3-gatsu no Lion S2 – Entre as diversas histórias que fizeram seu lugar na minha lista de 2017, esta é uma que também fez um lugar no meu coração. Embora as palavras que tenha não sejam o suficiente para expressar a qualidade de 3-Gatsu no Lion, acredito que assim como o primeiro lugar da minha lista é um show que fala por si próprio, com suas próprias palavras. Um drama, uma comédia, uma história que através de personagens bem construídos e uma narrativa consistente cria uma sensação de realismo naquele mundo. Certamente encontrarei as palavras para falar sobre esse incrível obra e sua predecessora, mas por hora, resta apenas minha recomendação
3 – Kizumonogatari Part 3 – Sou incapaz de falar sobre a série Monogatari e seu lugar nesta lista sem falar sobre o esplendor de Kizumonogatari, e a forma majestosa que sua adaptação entrega o início da história de Koyomi Araragi. O último filme da trilogia que constitui a adaptação da novel de Kizumonogatari é o resultado do extenso desenvolvimento do primeiro filme, e ação intensa do segundo que culminaram em uma obra prima. Uma história de sangue, uma história de cicatrizes que, mais tarde neste mesmo ano chegou ao seu fim.
2 – Owarimonogatari S2 – Com o fim da adaptação de Owarimonogatari, fomos deixados apenas com as memórias destes 8 anos dourados que lembraremos com imensa nostalgia. No meu último ano do colegial pude ver a história de Koyomi Araragi chegar ao fim. O último ano de Araragi foi marcado por garotas bizarras e esquisitices, marcado por sangue e tragédia, marcado por compaixão e alegria.
Quando eu pensar nos meus anos do colegial, eu irei lembrar desta história. Uma história que tem um lugar especial no meu coração. Trailer.
1 – Shouwa Genroku Rakugo Shinjū S2 – Uma obra que me surpreendeu pelo enredo maturo, embora que já esperado de um jōsei, e que despertou um grande interesse no próprio Rakugo. Shouwa Genroku não apenas entrega uma história emocionante com personagens trágicos, como orquestra com maestria uma narrativa entrelinhas percebida ao assistir a série pela segunda vez.
Através de uma direção impecável, o show consegue apresentar diversas histórias ao mesmo tempo ao espectador, de forma que, todas se conectam brilhantemente.
Não tenho muitas palavras sobre esse show, mas acredito que isso se deve ao fato de que ele fala por si próprio. Para mim não é apenas um dos melhores shows de 2017 como um dos melhores anime de todos os tempos, junto da sua primeira temporada.

Redator: Vini Leonardi
10 – Fate/Apocrypha
9 – Koi to Uso
8 – Renai Boukun
7 – New Game!!
6 – Urara Meirochou
5 – Just Because!
4 – Rokudenashi Majutsu Koushi to Akashic Records
3 – Masamune-kun no Revenge
2 – Princess Principal
1 – Shingeki no Bahamut: Virgin Soul
Comentário do Redator: Dois mil e dezessete foi um ano interessante para os animes, tanto profissionalmente quanto pessoalmente. Tivemos diversas mudanças e permanências descobertas pelo “público”, fazendo as pessoas olharem para seus desenhos com outros olhos.
Tretas industriais a parte, o conteúdo dos animes foi excepcional e trouxe diversas pedras preciosas para a superfície. Alguns diamantes, e algumas pérolas. Apesar dos excelentes títulos, tivemos também alguns péssimos para balancear. Afinal, não poderia ser anime se não fosse ruim. Sabe como é, Japonês é um povo estranho.
A maioria dos que conseguiram uma posição no meu ranque, foram cobertos pelas Primeiras Impressões – quase todas – escritas por mim. Os primeiros três episódios são os mais importantes pois, se eles forem ruins, os seguintes nunca serão assistidos. Então acho que vale a pena dar uma conferida nos posts (que estão linkados no próprio ranque) para ter uma noção de qual jaca você estará metendo o pé.
Destaques para Koi to Uso (9º Lugar) e Akashic Records (4º Lugar), que tiveram um desenvolvimento que foi de encontro às suas impressões iniciais: O primeiro começou forte e desandou um pouco, enquanto o segundo começou cambaleante e conseguiu se firmar no longo prazo. De resto, os títulos conseguiram seguir o que minha intuição previu, e você pode confiar nas postagens. Se você souber o que está assistindo, é claro.
Porém, o caneco vai para uma continuação: Shingeki no Bahamut (Rage of Bahamut) foi o show que mais me surpreendeu esse ano. A cada semana eu dizia pra mim mesmo que “é impossível eles se superarem depois dessa, simplesmente não dá”… E dava! E deu! Toda semana eles me surpreendiam mais e mais. Foi surpreendente do início ao fim, mas em momento nenhum deixou o seu lado carismático e caricato de lado. Conseguiu ser melhor do que a sua primeira temporada (Shingeki no Bahamut: Genesis), que já tinha sido ótima.
Que venha 2018!
Fazer um mangá de sucesso é o sonho de inúmeros mangakás, e se for na Shonen Jump é mais notável ainda, afinal de contas, é a maior revista de mangás do Japão. No entanto, é bem “simples” conseguir com que sua série seja publicada se você parar de tentar inovar e simplesmente seguir um padrão. É isso que Yuuki Tabata, autor de Black Clover, decidiu fazer.
Após fracassar em sua obra anterior, Hungry Joker, que apesar de não ser tão bom assim, tinha algumas características diferentes, Tabata decidiu chutar o “pau da barraca” e criar um mangá que basicamente seguia uma fórmula de sucesso na revista Shonen Jump. Porém, o mangá é cercado por críticas, sendo a principal delas, o fato dele não inovar em nada e ser genérico.
Dito isso, vamos a análise dos 10 primeiros episódios do anime.
Primeiramente, quero dizer que eu li apenas os 5 primeiros capítulos do mangá quando eles saíram e acabei dropando o mangá, realmente não curti, não precisava de outro Battle Shonen na minha vida. No entanto, uma adaptação para anime tinha sido anunciada no final de 2016 (e eu tinha cagado pra isso), e quando ele estreou agora, em Outubro, decidir dar uma nova chance a Black Clover.
Para o desgosto de toda nação, o estúdio responsável pela adaptação foi o… Pierrot. Sim, aquele estúdio que estragou Tokyo Ghoul, que deu a fama de “Rei dos Fillers” a Bleach, e que enrolou quase 2 anos para terminar o anime de Naruto, porque encheram de fillers, esse mesmo. Com isso, muitas pessoas ficaram com o pé atrás sobre a adaptação. Mas será que eles erraram em Black Clover também?

Para a surpresa de ninguém, eles erraram, e muito. Começando pelo fato de que estamos no episódio 10 e apenas 9 capítulos do mangá foram adaptados. O que não faz o mínimo sentido, pois Black Clover é um mangá semanal, de 19 páginas, então deveríamos ter uma adaptação de no mínimo 2 ou 3 capítulos por episódio. O episódio 02 do anime, que conta o flashback do Asta e do Yuno, dura quase que o episódio inteiro, já no mangá, são apenas 2 PÁGINAS! O ritmo do anime é muito lento, coisa que no mangá, até onde eu li, era relativamente frenético.
Quanto a animação, é quase sempre cena estática, o sétimo episódio foi isso, 20 minutos de cena estática. Em alguns momentos temos cenas de golpes bem animadas, com mudança de cores para preto e branco, são bastante legais, mas acabam enjoando. No geral as magias acabam não sendo tão mágicas assim, e há bastante CGI quando elas invocam objetos.

Os personagens também não são grande coisa, até agora não apresentaram nada de inovador. A guilda dos Touros Negros é basicamente uma nova Fairy Tail. E o protagonista… você já deve ter visto alguns memes com isso, mas deixo aqui um vídeo mostrando como ele é. E já aviso, é assim o anime inteiro. Damos um desconto pelo fato de ser um ator novato, mas ele deveria maneirar.
https://www.youtube.com/watch?v=GA_CjK_Rbd8
De qualquer forma, o Asta é o típico protagonista shonen, que nunca desiste do seu sonho de se tornar o Hokage Rei Mago do Reino Clover. O poder da espada é algo bastante interessante e que combina com o fato do Asta não possuir poderes mágicos.
E o Yuno é um novo Sasuke, não tem mais o que falar sobre ele.
Um dos plots que a história apresenta é a desigualdade entre classes (também não é difícil não notar, já que sempre repetem isso a cada 5 minutos). Desde o primeiro episódio, Asta e Yuno são “humilhados” por serem de uma zona rural do Reino Clover, e que não eram aptos a concorrem como Cavaleiros Mágicos. Esse é um plot que eu espero que seja mais (e bem) trabalhado no futuro.
O mundo de Black Clover até o momento é bastante vazio e sem vida, diferente do de The Ancient Magus Bride, que também fala sobre magia, e é da mesma temporada, que, absolutamente, traz cenas mágicas e lindas de se assistir.

A parte sonora de Black Clover também não tem nada demais, porém, tanto a Abertura, quanto o Encerramento, são bastante legais.
Quem leu o mangá diz que a partir do arco da Dungeon, que se inicia no capítulo 11, a obra começa a melhorar consideravelmente, porém, não sabemos se no anime isso irá acontecer, visto que a Pierrot está conseguindo piorar o que já não era bom.
Muitos comparam Black Clover com Naruto, mas eu acho que ele é mais comparável com Fairy Tail, que apesar de não ser essas coisas, tinha personagens carismáticos.
Sobre as vendas do mangá, elas não aumentaram quase nada desde que o anime estreou, o que é algo preocupante para a Shonen Jump. Mas eles têm 41 episódios para consertar isso. SIM, Black Clover terá 51 episódios ao todo, olha que merda maravilha. Espero não viver até lá.
Até o momento nenhuma editora brasileira se propôs a publicar Black Clover, mas isso é algo que deve mudar em breve. O anime é exibido nas terças-feiras pela Crunchyroll.
Comecei a assistir Overlord pois procurava um isekai diferenciado, encontrei isso em KonoSuba com sua comédia galhofa, porém estava afim de assistir algo mais focado no mundo em si, do que no fato do protagonista querendo voltar para casa, e achei isso em Overlord.
A história se passa no ano de 2138 onde os jogos de realidade virtual fazem grande sucesso. Yggdrasil, um popular jogo desse estilo, um dia seus servidores são fechados. Porém, um dos jogadores, Momonga, resolve não deslogar do jogo, e fica preso dentro dele. Então, Momonga acaba se transformando num esqueleto que é conhecido como “o mais poderoso feiticeiro”. O mundo do jogo começa a mudar, com essa mudança NPCs começam a ganhar emoções e sentimentos. Sem parentes, amigos, ou um lugar na sociedade, o jovem Momonga se esforça para assumir o controle do novo mundo em que o jogo se tornou.
Overlord está longe de ser uma obra-prima, quanto menos uma bosta fumegante, ele acaba sendo bastante assistível quando você está sem nada para ver.
Minha primeira preocupação quando eu comecei o primeiro episódio foi de que o anime fosse para um lado cheio de fanservice, o que, graças a Deus, não acontece. Os únicos momentos de fanservice acontecem nos dois primeiros episódios, de resto é coisa normal de animes.

Os personagens não são tão desenvolvidos, pode ser que isso mude lá pra frente, na segunda temporada, é esperar para ver. No entanto, ainda em questão de desenvolvimento, é o fato do protagonista, Momonga, já possuir todos os poderes necessários, ele é overpower e não precisa ficar treinando, algo que difere da maioria dos isekais de jogos, onde somos “obrigados” a ver o protagonista aumentando as suas habilidades. Ele só quer dominar aquele mundo, e pronto.
Os melhores momentos de Overlord são quando as cenas de RPG aparecem, seja os personagens indo procurar quests, ou quando eles usam itens e magias. Tem uma cena no penúltimo episódio, do Momonga (ou Ainz-sama) utilizando inúmeras magias antes de começar a luta, que é sensacional. Em algumas lutas, o anime parece ficar com uma estética de RPG de turnos.
A animação não tem nada demais, mesmo sendo da Madhouse, é bem provável que os melhores animadores estivessem trabalhando em One-Punch Man, e com isso, uma equipe menos qualificada ficou a cargo de Overlord. O que explica os inimigos em CGI, que me incomodaram em todos os momentos em que apareceram.
A abertura e o encerramento não são nada demais, possuem animações padrões, porém ambas as músicas são legais, principalmente a de abertura.
Algum dia eu gostaria de entender o porquê da decisão da Madhouse de ter abandonado One-Punch Man e continuar com Overlord.
A segunda temporada está prevista para estrear no dia 9 de Janeiro de 2018.
Durante a PlayStation Experience 2017, a Sony divulgou um novo vídeo do aguardado God of War, dessa vez focado em Atreus, filho de Kratos.
Confira:
Além de poder utilizar arco e flecha, Atreus contará com algumas habilidades especiais, como traduzir vários idiomas e poder se comunicar telepaticamente com os animais.
God of War ainda não possui data de lançamento mas chegará ao PlayStation 4 em 2018. A versão brasileira contará novamente com a voz de Ricardo Juarez do papel de Kratos.
A Jump Festa 2018 começou! O evento anual da editora Shueisha que sempre traz novidades para os seus mangás já começou com o pé na porta, trazendo novidades sobre My Hero Academia (ou Boku no Hero Academia).
Confira um compilado dos anúncios que ocorreram no evento. Conforme forem saindo mais novidades, iremos atualizar.
Primeiramente, foi divulgado o primeiro teaser da terceira temporada do anime, confirmando a estréia para Abril de 2018:
Foi divulgada também uma nova imagem de My Hero Academia: The Movie, que será lançado nos cinemas japoneses entre Junho e Agosto de 2018 e contará com uma história original:

O filme terá o roteiro e design de personagens feitos pelo autor do mangá, Kouhei Horikoshi, que também trabalhará como supervisor chefe. Kenji Nagasaki, o diretor de ambas as temporadas, também irá dirigir o filme.
A Bandai Namco também esteve presente e divulgou dois vídeos sobre o jogo My Hero Academia: One’s Justice, um trailer e um gameplay, mostrando a luta entre Midoriya e Bakugou.
Confira:
https://youtu.be/ChgN_e4VGTQ
https://youtu.be/MH1NzRPTUnU
Game será lançado para PlayStation 4 e Nintendo Switch.
Por fim, uma triste notícia (ou boa, dependendo do ponto de vista), o autor do mangá postou uma mensagem falando sobre o final da obra.
“Quanto a história do mangá, ela se encontra atualmente em um estado de “preparação” para a batalha final que ocorrerá antes do final da série. O último capítulo não chegará em breve, mas as sementes já foram plantadas, pouco a pouco, para um grande final.”
My Hero Academia é publicado no Brasil pela Editora JBC e se encontra no volume 7. Já o anime é exibido pela Crunchyroll.
A Editora Panini separou um momento do seu painel da CCXP 2017 para falar de mangás.
Foram três anúncios no total, sendo o primeiro deles Children of the Sea, de Daisuke Igarashi (Witches)

Sinopse:
A heroína, Ruka, conhece um estranho menino chamado Umi, por quem fica fascinada, ao encontrá-lo a nadar livremente em um aquário. Em seguida, um meteorito cai no mar e todos os peixes desaparecerem do mundo. O mistério do mar se aprofunda…
Completo em 5 volumes.
O segundo anúncio foi de Innocent, de Shinichi Sakamoto

Sinopse:
No século 18, em busca de “liberdade e igualdade”, o evento que se tornou o ponto de partida da sociedade francesa moderna, a Revolução Francesa, começou. Havia mais um protagonista que viveu dentro da escuridão, Henry Charles Sanson. Ele era o chefe de família da quarta geração da família Sanson e carrasco de Paris. Esta é a historia dele nobremente enfrentando o seu destino cruel…
Completo em 9 volumes. Vale lembrar que o mangá possui uma continuação em andamento.
E por último, mas não menos importante: JOJO’S BIZARRE ADVENTURE, de Hirohiko Araki está em nós! Sim, o fim de um meme.

JoJo’s Bizarre Adventure é divido em 8 partes:
Segundo a editora Beth Kodama, JoJo’s virá no formato Bunkoban (ou 2 em 1), e que, por enquanto só estão confirmadas as três primeiras partes do mangá: Phantom Blood com 3 volumes, Battle Tendency com 4 volumes e Stardust Crusaders com 10 volumes. A Panini não confirmou se será mesmo essa contagem.
E então, o que acharam dos anúncios?