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E3 2017 | O que esperamos do evento?

A maior feira de games do planeta está contando os dias para abrir suas portas. A E3 2017 acontecerá entre os dias 13 e 15 de junho em Los Angeles, nos Estados Unidos.

Pela primeira vez, o evento será aberto ao público, nas suas edições anteriores apenas jornalistas, empresários, convidados e varejistas do setor tinham carta branca para participar. Em fevereiro foram disponibilizados 15 mil ingressos, para os interessados em adquiri-los, felizmente para alguns e infelizmente para a grande maioria, eles já se esgotaram. 

E como é comum entre os jornalistas e gamers, os ânimos estão sofrendo com tanto hype e com as novidades que o evento deve apresentar.

Decidimos reunir a cúpula de games da Torre de Vigilância para falar sobre suas expectativas em relação ao evento que esse ano promete muito. 

Luan Oliveira:

Sem dúvida quero ver como eles vão atualizar o VR virtual realitymuitos jogos já foram lançados anteriormente mas é visível que há muito para evoluir, e ver uma demonstração do poder real do VR na E3 seria épico.

Uma ideia que a Microsoft já vem maturando na mente do público é que eles querem ultrapassar seus concorrentes em termos de vendas, podemos esperar demostrações ou informações do seu novo console.

Falando especificamente sobre os prováveis anúncios de games. Gostaria muito de ver mais sobre o novo Assassin’s Creed, sem dúvida uma das apostas mais prováveis, pois já tivemos algumas fotos da própria Ubisoft confirmando a existência dele, a dúvida fica para sua data de lançamento. Estamos a quase 3 anos sem um novo Assassins Creed – excluindo os Chronicles então não seria surpresa o jogo ter seu lançamento confirmado para o final desde ano.

A Bethesda já havia deixado claro, que só faria uma conferência na E3 se tivesse novidades para apresentar, logo com sua participação confirmada e data definida para sua apresentação que acontecerá no dia 11 de junho, podemos supor que teremos algo muito bom para o público. Termos talvez um destaque para o novo Quake que tem data de lançamento próximo, mas não podemos descartar um Fallout, mas o que realmente quero ver é uma revelação sobre The Elder Scrolls VI, uma série muito aclamada pelo público e crítica.

Uma nova adaptação para o cinema da franquia está sendo produzido com lançamento em 2018. Então ver algo sobre um novo jogo de Tomb Raider pode acontecer.

E por último mas não menos importante. O anúncio da parceria entre Marvel e a Square Enix pegou todos da mídia de surpresa e empolgou os fãs, mesmo sendo pouco provável, fica minha torcida para que algo sobre o jogo seja divulgado nessa E3.

Pedro Ladino:

A Microsoft tem como carro chefe nesse ano a apresentação oficial do Project Scorpio. Creio que esse não será o nome verdadeiro do console. Estou ansioso pelos novos exclusivos da empresa, visto que com o Xbox Play Anywhere, teremos a possibilidade de jogar com suporte no Windows 10. Tenho esperanças de que Scalebound apareça novamente, acredito que não renovaram apenas para manter a patente.

Já pela Bethesda, só espero o anuncio de um novo The Elder Scrolls, não creio que a empresa anuncie um novo Fallout ou um novo DOOM nesse momento. Ela deve focar sua conferencia em Quake Champions. E sempre existe uma possibilidade de um novo Wolfenstein aparecer na conferência.

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Por parte da Ubisoft, claramente espero o anuncio oficial de Assassin’s Creed, sou um fanboy da franquia e desejo que esse hiato tenha feito a Ubisoft pensar nas péssimas escolhas que vinham estragando a franquia. Ele e Far Cry 5 devem tomar conta da apresentação desse ano. Uma nova IP também será bem-vinda, mas que não seja um novo Steep

De uns anos para cá a Sony tem dado um banho de água fria em apresentações de outras empresas, apesar da maioria dos jogos anunciados não terem nem data de lançamento, e nesse ano eu não espero nada abaixo disso. Quero que ela continue me deixando extasiado, durante e depois de sua apresentação. Espero ver noticias sobre Final Fantasy VII, God of War, The Last of Us 2 e Days Gone. E, é claro, ser surpreendido pelas novidades. O novo Homem-Aranha deve dar as caras também.

Na EA, que mais uma vez estará fora da E3, gostaria de ver novidades sobre Battlefront 2, tenho grandes esperanças de que irão acertar nesse jogo. A Bioware deve apresentar sua nova IP também. O novo capitulo do modo História de FIFA 18 também é algo que eu quero ver.

Daniel Estorari Fonseca:

E3 gosta de surpreender os gamers quando se trata de novidade, vários jogos de peso com certeza marcarão presença no evento.

Depois de alguns anos sem lançamento para os consoles, a franquia Assassin’s Creed deve retornar com tudo nesse novo jogo. Segundo rumores, se passará no Egito, ambientação totalmente inédita na franquia, um gameplay ou um trailer de anúncio seria muito bem vindo.

Anunciado como um projeto misterioso da Bandai e posteriormente revelado como Code Vein, o jogo traz uma história diferente com vampiros. Quando o projeto foi anunciado para o público, muito ficaram surpresos pela proposta, inclusive eu. Com um grande potencial, a Bandai em sua conferência poderia mostrar mais da história e um gameplay totalmente inédito, para atiçar os fãs.

Ambientado em Montana, o novo jogo da série FarCry irá explorar o lado mais mau e religioso das pessoas. O trailer oficial foi revelado pela Ubisoft, mas sem um gameplay para que os fãs pudessem ter uma pequena noção de como será o sistema do game. Tem muito chão pela frente, mas a E3 seria o lugar ideal para divulgar mais novidades de Far Cry 5.

O jogo de luta mais frenético da Marvel vai voltar. Marvel Vs Capcom Infinite ainda não tem lista completa de personagens que estarão presentes no game, tanto do lado da Marvel, quanto os da Capcom. A E3 seria ideal para mostrar o leque de personagens que o jogo terá e até mesmo surpreender os gamers com personagens surpresas, e uma apresentação com gameplay.

Outros jogos que eu quero ver no evento são: Frostpunk. Call Of Duty: WWII, Avengers da Square Enix, Spider-Man da Insominiac, Star War Bttlefront 2, o reboot da franquia Arkham ou algo novo da DC, Darksiders III, o glamouroso e cheiroso Death Strading dentre muitos outros!

A cobertura completa da E3 2017 você pode acompanhar aqui na Torre de Vigilância.

E você? Quais são as suas expectativas e palpites para a E3 2017?

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Detective Comics Entretenimento

Você não precisa ser babaca para ser fã de quadrinhos

Quadrinhos, gibis, HQs, comics, revistinhas, banda desenhada. Todos termos que representam uma única coisa, que une as pessoas que compartilham uma mesma paixão ao redor do mundo. O amor pelas histórias em quadrinhos nasce de diversas fontes: adaptações cinematográficas, uma revista aleatória na banca, um encadernado na livraria, uma paixão de infância, curiosidade… E no meio nerd moderno, conforme o tempo passa, algumas pessoas tendem a desmerecer os costumes ou preferências de seus semelhantes, sempre ressaltando seu ponto de vista como o ideal, fazendo chacota do colega ao lado.

Apesar de não parecer, a geração de leitores de gibis está se renovando. O cinema tem sido o responsável por trazer novos ares a este mundo até então dominado por pessoas mais velhas, as mesmas que liam gibis trinta anos atrás, especialmente de super-heróis. Através da modernização não somente do público, o formato das histórias em quadrinhos tem se alterado bastante, passando do formatinho para o original, da revista para o encadernado, do capa cartão para o capa dura, da banca para a livraria, e mais recentemente para a mídia digital. E inevitavelmente surgem novos consumidores a cada mudança, que facilitam a introdução a este universo.

Pra começo de conversa, é importante ressaltar uma coisa: preferência é preferência. Você pode escolher degustar um gibi dos anos 70, em seu primeiro formato publicado, ao invés de comprar um encadernado de luxo que compila exatamente o mesmo material. Se você se sente melhor assim, vai fundo. Mas isso não lhe dá o direito de menosprezar quem opta por outras opções e formatos.

É comum, em grupos e sites espalhados pela internet, presenciarmos os famosos esteriótipos do mundo nerd. “Colecionadores de lombadas“, “bazingueiros” ou “civis” são termos que se difundiram na nossa cultura, e todos possuem o mesmo intuito: tratar o consumidor diferente de você como algo a ser ridicularizado, um “nerd inferior” da espécie nerdis inferioris, comparado ao outro que possui anos de experiência. E estas barreiras, que visam inicialmente o humor, fecham o mercado numa bolha. Uma bolha dentro de um nicho, quão ridículo isso possa soar.

Não há problema algum em colecionar e consumir somente encadernados, sejam eles com capa dura ou capa cartão. Nem há qualquer problema em fazer somente as coleções que formam um desenho na lombada, ornamentando a prateleira. O dinheiro é seu, e você faz o que bem entender com ele, sem que ninguém tenha o direito de julgar ou lhe menosprezar por isso. E a limitação mental de certas pessoas não parece demonstrar que, comprando para ler ou não, a pessoa está ajudando o mercado a continuar vivo, investindo seu rico dinheirinho naqueles gibis. Só isso já é algo a ser comemorado.

Termos como “bazingueiro” caem no antigo problema da aceitação no mundo nerd, que engloba também as garotas que tentam fazer parte deste nicho que possui pessoas tão lamentáveis. Se você é um iniciante, que está aprendendo ou só conhece filmes e determinadas histórias, automaticamente é tratado como um lixo por boa parte dos “nerds iniciados” (seja lá o que isso signifique, numa escala de nada a nada), que aparentemente são tão intelectuais que não conseguem conviver com outros perfis de leitores. Nem com as famosas mudanças de status quo, como já foi discutido aqui.

Todo mundo começou, em qualquer coisa, sem saber absolutamente nada sobre aquilo. Porém, anos atrás, não existia a internet para facilitar a vida dos iniciantes nem possibilitar que os iniciados destilassem seu ódio gratuito e elitista em direção aos mais novos. Não existe paciência em explicar qualquer coisa, há somente a raiva descrita em “começou agora e já tá falando merda“, ou o famoso “vai aprender sozinho, na minha época não tinha nada disso“. Uma mídia, uma forma de expressão que sempre pregou a união e aceitação entre as pessoas, hoje é dominada por um público que faz o exato oposto do que os valores pregados por seus heróis os ensinavam e continuam a ensinar. Ou tentam ensinar.

O fã do Homem-Aranha, que se identificava com Peter Parker sofrendo bullying na escola por ser nerd, hoje despreza e ofende o leitor iniciante que compra os encadernados por qualquer que seja a razão, desde a praticidade até o embelezamento da coleção. Peter Parker tornou-se Flash Thompson. E aparentemente, só ele não vê isso. E se vê, acha que está certo nas suas atitudes. “Onde já se viu ler somente gibis com capa dura, quando há tanto material bom sendo publicado em outros formatos?” Mas a coisa mais simples não passa pela cabeça de ninguém: cada um faz o que bem entender com a sua vida, e se eu quiser posso escolher comprar somente encadernados capa dura da Angélica ou da Revista do Gugu. Se é o que me interessa, posso não estar nem aí (pelo menos no momento) para o gibi cultuado que acabou de ser republicado. É meu direito comprar o que eu quiser. E não sou inferior a ninguém por isso. Somos todos leitores da mesma arte. E você deve ter muito tempo livre para se importar com o que eu leio ou não.

Os limites do bom senso são extrapolados há algum tempo. A famosa frase “sua liberdade termina quando começa a do próximo” não parece se aplicar no meio nerd, onde cada uma das pessoas faz questão de tecer seus comentários, positivos ou – especialmente – negativos, sobre o que bem entender, sem a vergonha de estar tentando parecer mais foda que o outro. Parabéns, você sabe tudo sobre o Batman. Grande conquista.

Estamos estagnados num perfil deplorável de leitores e consumidores de quadrinhos, agravado também por boa parte da “mídia especializada“, composta por sites, vlogs e podcasts. Convivendo diariamente na toxicidade da intolerância, inalamos gases que não nos dão super poderes, mas nos tornam retratos claros de vilões, ao encarar com naturalidade os comentários depreciativos do nerd superior, que deve achar incrível parecer o intelectual sobre um personagem fictício a ponto de menosprezar e ofender quem escolheu o diferente. Ou até agir como um juiz da leitura alheia. Mas tudo bem, afinal, ele faz parte do público que leu gibis durante toda a vida, não é mesmo?

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Literatura Marca Página

Discworld | O Aprendiz de Morte

Sinopse: ”No quarto volume de Discworld, Morte, um esqueleto com brilhantes luzes azuis em suas órbitas oculares e dono de uma voz semelhante a ” lajes de chumbo caindo sobre granito” , oferece a Mortimer, um desajeitado rapaz de interior, uma proposta irrecusável: tornar-se seu aprendiz. Após receber a garantia de que não é preciso estar morto para conseguir esse trabalho, Mort aceita o cargo. Mas os conflitos surgem quando a descoberta do amor passa a interferir nas responsabilidades do garoto.

O Aprendiz de Morte é o primeiro volume do ciclo da Morte dentro da saga Discworld, protagonizada por nada mais e nada menos que pela própria Morte, personagem ícone da saga por sua FALA PECULIAR… Ah, e seu aprendiz Mortimer, ou simplesmente Mort.

Publicada em 1987, O Aprendiz de Morte já foi adaptado como musical. A história começa com o Morte observando um garoto franzino que tem sérios problemas para arranjar alguma orientação na vida. O pai de Mortimer preocupado, leva o filho para uma feira para arranjar um ofício ao filho, quase sem sucesso por não aparecer nenhuma oferta, aparece uma figura encapuzada. Pronto! Mortimer está encaminhado para o serviço funerário… E que serviço!

Morte e Mort por Omar Rayyan

Mortimer será introduzido nas artes de ‘’CONDUZIR ALMAS PARA O PRÓXIMO MUNDO’’ (pode parecer estranho, mas as falas de Morte são todas em letras maiúsculas), contudo a parte humana talvez o atrapalhe nesse serviço ‘’mortal’’.

A Morte possui diversas representações na literatura mundial, mas com certeza não houve personagem tão carismático quanto o Morte de Pratchett. Nessa obra vemos a crise de ”identidade” de Morte, um pouco fadigado do emprego e em busca de algo bem humano: diversão.

Acompanhado de seu cavalo Pituco e do mais jovem aprendiz Mortimer (ou apenas ”garoto”), Morte nos leva aos dilemas da vida (e da morte claro) e ficamos diante poder do destino inexorável. O trabalho da Morte parece simples, mas diante da ”injustiça” no reino de Sto La, Mortimer intervém e provoca uma distorção na realidade.

Mortimer, Pituco e Princesa Keli por Omar Rayyan

Como já foi dito em resenhas anteriores sobre a saga Discworld, Terry Pratchett tem um humor único e inteligente. Em O Aprendiz de Morte, Pratchett nos apresenta um enredo cômico, trágico e até mesmo filosófico. Será a (ou o) morte o fim? Não podemos mudar nosso destino? Esses e outros questionamentos se encontram entre as linhas do livro.

A leitura é rápida e calorosa, nós divagamos pela Discworld no lombo de Pituco. Uma experiência cheia de aventura e ótima para passar o final da tarde lendo.

Infelizmente a obra está esgotada, mas pode ser encontrada facilmente em pdf. Em julho teremos o lançamento de Homens de Armas.

Confira nossas outras resenhas de Discworld: Direitos Iguais Rituais Iguais, Estranhas Irmãs e Lordes e Damas.

Escrito por RM

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Quadrinhos

Mythos republicará A Origem de Zagor em Edição Especial colorida

No mês de junho os fãs de Zagor no Brasil poderão reler a história de origem do personagem, que marcou sua estreia nas bancas brasileiras na década de 70. Em uma Edição Especial em Cores, chegará A Origem de Zagor, um compilado essencial para a coleção dos fãs e uma perfeita porta de entrada para o universo do Rei de Darkwood publicado pela Mythos Editora.

Zagor conta a Chico a triste história de seu passado, desde quando ele era menino e morava com o pai e a mãe numa cabana às margens do rio Clear Water e, num dia terrível, os Wilding foram atacados e mortos pelos índios abenakis, liderados por um branco, Salomon Kinsky. Jurando vingança, o futuro Rei de Darkwood não conseguia aplacar a sua sede de vingança, até que um dia se viu frente a frente com Kinsky, e esse encontro mudaria para sempre a sua vida.

Via: Tex Willer Blog

A história já foi publicada no Brasil em duas ocasiões, uma em 1978 pela Editora Vecchi e outra em 1989 pela Record. Em ambas as vezes a história foi lançada em preto e branco, tornando a edição especial da Mythos a primeira vez que este histórico arco é lançado em cores por aqui, dando início a uma possível nova coleção.

O material original italiano é composto pelas histórias “A origem de Zagor” (edição 55), “O Rei de Darkwood” (edição 56) e “A Lenda de Wandering Fitzy” (sétimo especial). O texto é de Guido NolittaMoreno Burattini e Maurizio Colombo, e a arte de Gallieno Ferri, que também assina a capa do especial.

A previsão de lançamento nas bancas é para o dia 28 de junho. Zagor Especial em Cores: A Origem de Zagor possui 168 páginas encadernadas no típico formatinho dos fumettis da editora.

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Detective Comics Quadrinhos

O Monstro de Alan Moore, John Wagner e Alan Grant

Uma saga que soma elementos de clássicos monstruosos da ficção, Monstro narra a história de Terry, o monstro, e Kenny Corman, sobrinho do monstro, enquanto eles embarcam numa espécie de road trip de sobrevivência buscando ajuda. A série foi criada pelo gênio dos quadrinhos Alan Moore e continuada por John Wagner e Alan Grant, uma verdadeira santíssima trindade dos quadrinhos ingleses, e chegou ao Brasil em 2017 com uma edição de luxo publicada pela Mythos Editora!

Em março de 1984 a revista semanal britânica Scream!, uma antologia de horror, estreava para os ingleses. Com ela algumas séries em quadrinhos como The Dracula File, Library of Death e The Thirteen Floor, essa última o provável maior sucesso da época, alcançaram o inconsciente popular ao longo das pouquíssimas 15 edições do título. O catálogo da revista também continha o trabalho criado por Alan Moore, em um período marcante da carreira do autor, e Heinzl, que foi assumido posteriormente por Wagner e Grant sob pseudônimo Rick Clark, com arte de Jesus Redondo. O já citado Monstro, assim como Thirteen Floor, foi continuado após o cancelamento da Scream! (devido a uma disputa interna com a IPC Magazines) na revista Eagle, casa do clássico personagem Dan Dare. E anos depois, seguindo o costume das suscetivas mudanças, a 2000 AD obteve os direitos deste clássico obscuro, republicando-o numa luxuosa compilação que serviu como base para o encadernado nacional.

Ao enterrar seu pai abusivo no quintal de sua velha casa, Kenny Corman decide investigar a causa da morte, dirigindo-se ao sótão da mansão. As primeiras quatro páginas desta história foram escritas por Moore, que deu somente o pontapé inicial para a série. Ao ser substituído pela dupla Wagner e Grant, o leitor descobre que o monstro vivendo no sótão é Terry, tio de Kenny, que possui uma deformidade física e a mentalidade de uma criança de no máximo três anos. Criado a vida toda em situação precária e sem sair do sótão, Terry torna-se um fardo para Kenny, após os cuidados do tio serem passados ao garoto de 12 anos por sua falecida mãe. Com um detalhe preocupante: seu temperamento explosivo o faz matar com facilidade qualquer pessoa que venha a incomodá-lo.

Monstro é uma aventura que soma elementos de Frankenstein com os quadrinhos de horror dos anos 50 publicados pela EC Comics, como Tales from the Crypt, The Vault of Horror e The Haunt of Fear. A descrição perfeita para esta aventura seria “um monstro gentil em fuga.” A dupla de roteiristas brinca com a dualidade entre a criação e a falta de conhecimento e contato social de Terry, que o tornam um monstro a ser temido pela sociedade, constantemente perseguido pelas entidades governamentais. O “Monstro de Bricester” é realmente uma criatura malvada, ou apenas mais uma vítima inocente? E a atitude de Kenny, que decidiu fugir para buscar ajuda por estar com medo da reação das pessoas, foi a mais correta a se tomar? Essas questões permeiam a história do início ao fim, enquanto o leitor analisa cada um dos acontecimentos.

Se Dr. Jekyll e Sr. Hyde receberam o pseudônimo de “o Médico e o Monstro“, Kenny Corman e Terry, apesar de serem entidades separadas, podem ser descritos como “o Garoto e o Monstro.” As viagens da dupla, deixando um rastro de destruição por onde passam e sendo constantemente perseguidos pelos oficiais do governo, é um tipo de road trip do desastre. Na época, Moore estava iniciando sua fantástica Saga do Monstro do Pântano, e a dupla sucessora assumiu com maestria as rédeas do título, rumando para um estilo de narrativa diferente do início, onde há uma transformação de horror para uma espécie de horror reflexivo e algumas vezes até bem humorado.

A busca por ajuda médica em que Kenneth e Terry estão submetidos é magistralmente ilustrada pelo espanhol Jesus Redondo, que substituiu o artista italiano Heinzl. Com um traço “sujo” que brinca muito com o claro e escuro, Redondo é dono de uma arte que passa profundidade, dramaticidade e possui semelhanças nas expressões e movimentos com outros grandes mestres da nona arte, que também seguem a apelidada linha latina.

O texto também faz questão de deixar clara a consciência infantil de Terry, deficiente não somente física como também mentalmente. As situações em que os protagonistas se metem (por vezes, convenientes ou até cômicas) criam um desenrolar para a história que traz um ar de algo inesperado, visto que a cada virada de página um plot twist pode explodir na face do leitor. E no desenrolar das desventuras, as proporções dos problemas crescem exponencialmente.

A ideia do horror das primeiras páginas de Moore é mantida ao longo da trama. Mas seria o horror, a impressão de repulsa, que choca o leitor ou o faz refletir sobre todos os acontecimentos? A perspectiva dos policiais também é mostrada, com destaque para o Inspetor Halley, criando mais uma camada de entendimento dos civis comuns, que é expandida com a introdução de outros personagens “normais“, como médicos, famílias viajantes ou velhinhas viúvas.

Com capítulos de apenas quatro páginas, a leitura flui de maneira ágil e com uma sucessão prazerosa de reviravoltas. Na reta final a aventura chega a tomar proporções mundiais, rumando para um desfecho totalmente inesperado e apesar de tanta dificuldade, extremamente comum, fechando um ciclo para a vida de Terry. Porém, mesmo após o término, diversos questionamentos ficam em aberto, com a incessante busca por um culpado na mente do leitor.

Seria o inconsequente garoto, que negligencia diversos acontecimentos e piora todas as situações? Os pais de Terry, que o criaram como uma aberração? O pai de Kenny, que judiava do pobre cunhado preso no sótão? Ou um conjunto de pessoas desinformadas, que elevaram uma deficiência para algo extremamente caótico? Encarar o Monstro como uma vítima é o correto a se fazer, ou a forma conscientemente violenta como ele age é algo naturalmente ruim? Um diagnóstico poderia provar que a agressividade é originária da deficiência mental de Terry ou de seu temperamento? Como seria sua análise psicológica?

Algumas interpretações, no final, variam na mente de cada um. Um dos atrativos da história é poder ser analisada por diferentes perspectivas, algo que torna bastante especial e muito relevante o Monstro de Moore, Wagner e Grant. Uma história que merece ser conhecida.

Monstro possui 176 páginas encadernadas em capa dura no formato 25,9 x 18,7 cm, com preço de capa R$ 64,90.

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Música Vitrola

Resenha | One More Light – Linkin Park

O ano era 2000 e o consagrado estilo nü-metal estava na posição de perda fôlego, muito por causa das idiotices egomaníacas de Fred Durst no Limp Bizkit ou pelo excesso de drama do Korn em Issues (1999), os seus dois maiores representantes na época. Foi quando o Linkin Park surgiu como uma bomba e sacudiu todo o gênero. Os dois primeiros álbuns Hybrid Theory (2000) e Meteroa (2003), elevaram o grupo a super-estrelas da música mundial com sua saraivada de sucessos e seus clipes exibidos a exaustão na MTV. E deram também a confiança necessária para que os anos seguintes fossem usados para desbravar as fronteiras musicais e buscar novos estilos além da mistura de rock com hip-hop e eletrônico. Que já saturavam àquela altura do campeonato.

Depois de três álbuns buscando crescimento e maturidade musical, Minutes to Midnight (2007), A Thousand Suns (2010) e Living Things (2012) e um que voltava às raízes The Hunting Party (2014), o Linkin Park mais uma vez tenta se reinventar e evoluir, às vezes soando até como um grupo mais pop do que o habitual. O novo trabalho intitulado One More Light, lançado no ultimo dia 19 de maio, traz uma sonoridade algo um tanto pessoal e sincero. Mas ao decorrer das faixas parece faltar um pouco da identidade conquistada pela banda no inicio da carreira.

Temas como política, guerra, desigualdade social e racial são abordados nas letras de One More Light, algumas pessoas vão se identificar com algumas das letras, mas não espere um disco para pular e bater cabeça. Ele é para se ouvir relaxado e tranquilo.

O primeiro single divulgado foi “Heavy” gravada em parceria com a cantora Kiiara, uma levada meio pop meloso com direito a refrão grudento que pega na cabeça. Confesso que quando ouvi pela primeira vez fiquei esperando entrar os riffs de guitarras e esperei em vão. Penso eu que os saudosistas seguidores do Linkin Park não tenham curtido muito não.

O clima meio pop continua em “Good Goodbye”, “Battle Symphony” e “Invisible”. Ouvindo as faixas eu fiquei imaginando a pessoa que tem de lembrança a banda nos tempos de “In the End” escutando essas músicas. Obviamente tudo muda, para melhor ou para pior. Depende do que a pessoa quer ouvir e/ou gosta de ouvir. Mas o bacana é sentir que temos uma evolução, um passo adiante na carreira da banda. Pois o disco não é mal trabalhado, e as canções não são feias, mas faltou a identidade dos caras nesse trabalho.

“Talking To Myself” dá uma agitada no disco com suas guitarras unificadas e sua percussão. “Sharp Edges” tem uma levada harmônica graças ao piano e um toque extrovertido por causa do violão. uma batida eletrônica bem leve no fundo acompanha o ritmo. O piano também dá o ar da graça na diferente “Halfway Right”.

Vale resaltar que Chester Bennington e os programadores Mike Shinoda e Joe Hahn fazem um bom trabalho e são os destaques do One More Light. Apesar de não ser aquele Chester de antigamente, o que é normal, a voz se desgasta com o tempo e as vezes não é necessário berrar sempre. Agora o resto da banda praticamente passa despercebida no trabalho.

No conjunto da obra, One More Light, não é um disco ruim, e sim estranho. Mas é estranho para a carreira do Linkin Park. O problema não é tentar algo novo. Não é arriscar nos campos do pop, do eletrônico, ou aonde for. O grande X da questão é que em muitos momentos (momentos demais até) não lembra o Linkin Park de outrora. A identidade da banda ficou perdida em algum lugar, só resta agora que o novo trabalho seja o principio para reencontra-la.

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Detective Comics Quadrinhos

Artes conceituais de Thor por Russell Dauterman

Atualmente, o título The Mighty Thor da Marvel Comics, com roteiro de Jason Aaron e arte de Russell Dauterman, é um dos mais elogiados da editora, inclusive, é um dos indicados na categoria de Melhor série mensal do Eisner Awards 2017.

Em The Mighty Thor, Jane Foster é a nova Deusa do Trovão e, em meio à sombra de uma Guerra dos Reinos, Jane ainda tem que lidar com uma batalha muito delicada e pessoal: a luta contra o câncer. Nesse contexto, todo um cenário épico foi construído por Jason Aaron e Russell Dauterman. Já abordei as facetas épicas da fase do Aaron em Thor aqui.

Capa de The Mighty Thor #1 por Russell Dauterman e Matt Wilson

Dauterman, junto ao colorista Matt Wilson, são responsáveis por grande parte da beleza do quadrinho. A dupla constrói e colore o Universo Thor de forma mágica, capaz de encher os olhos do leitor com muitas cores e detalhes.

“Russell está ficando cada vez melhor. Quanto mais coisas eu jogar para ele, mais personagens ele tem para projetar, cenas maiores e mais loucas ele tem que desenhar. Ele apenas continua a ficar melhor, mais forte, mais surpreendente e mais inventivo.

Eu acho que Russell agregou muito a Thor em termos de seus projetos para os vários personagens e, especialmente, aos locais. Muito do que eu tenho feito no meu trabalho em Thor é dar corpo à configuração de todos os diferentes Reinos. Russell tem sido uma grande parte disso.

Ele percorreu um longo caminho até construção dos mundos e caracterização das pessoas e culturas dos diferentes locais.” – Jason Aaron elogiando o desempenho de Russell Dauterman durante uma entrevista. Confira a entrevista aqui.

Como o próprio escritor do título The Migthy Thor título disse, Russell Dauterman é muito inventivo em relação ás suas concepções do Universo Thor, trazendo novos detalhes que enriquecem o visual de alguns personagens já existentes nos quadrinhos, e também cria visuais incríveis para personagens novos.

Confira algumas artes conceituais de que Russell Dauterman disponibilizou em seu site:

 

Atualmente, The Mighty Thor de Jason Aaron e Russell Dauterman está sendo publicado pela editora Panini em uma revista mensal intitulada Thor.

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Séries

Tudo sobre a série de TV do Juiz Dredd

Há algum tempo a EW anunciou com exclusividade que a produtora independente IM Global, ao lado da Rebellion, está produzindo uma série de TV do Juiz Dredd intitulada Judge Dredd: Mega-City One. Confira abaixo todos os detalhes que já foram divulgados sobre o seriado, incluindo dicas de leitura sugestionadas pela própria Rebellion e as entrevistas completas de todos os produtores!

Na cidade apocalíptica da costa leste dos EUA, Mega-City Um, a série será focada em um grupo de Juízes, policias futuristas do século 22 que possuem o poder de juízes, júris e executores, enquanto eles lidam com as dificuldades e loucuras desta época. Esta foi a breve sinopse divulgada com o anúncio da série.

Dredd surgiu nos quadrinhos em 1977. Criado por John Wagner e Carlos Ezquerra, o incorruptível e mais temido Juiz de Mega-City Um é publicado semanalmente na revista britânica 2000 AD, tendo dois filmes protagonizados por ele, um de 1995 onde o Bom Juiz foi vivido por Sylvester Stallone, e outro mais recente, de 2012, com Karl Urban no papel principal. O filme moderno, apesar de ter sido um fracasso de bilheteria, arrebatou uma quantidade de fãs e boas críticas considerável graças ao tom fiel ao material original, o que possibilitou que os produtores da Rebellion fossem atrás de outra adaptação live-action.

Veja o primeiro pôster divulgado:

O presidente da IM Global Television, Mark Stern (Battlestar Gallactica, Helix, Defiance) e Stuart Ford, CEO da IM Global Television, estão diretamente ligados à produção. Os donos da Rebellion, Jason e Chris Kingsley, também estão envolvidos.

Essa é uma das propriedades intelectuais de ficção-científica que ficam mais e mais relevantes conforme o tempo passa“, disse Stern. “Não é somente um mundo muito rico com diversas críticas sociais, como também é divertido pra inferno! Como um fã dos quadrinhos e de ambos os filmes, é um sonho tornando-se realidade poder trabalhar com Jason e Chris nesta adaptação para a TV.

Estamos muito empolgados para começar essa jornada e ter mais de Mega-City Um nas telas“, disseram Jason e Chris. “Graças aos fãs que pressionaram-nos nas redes sociais, e muito trabalho e entusiasmo, estamos mirando em uma produção com grande orçamento que irá satisfazer tanto a audiência composta por fãs quanto pelo público geral.

Há poucos dias os produtores também manifestaram interesse em convocar Karl Urban para repetir o papel principal, graças a sua impecável interpretação no longa de 2012, extremamente fidedigna ao material original. O produtor Brian Jenkins disse em entrevista: “Tivemos muitas conversas sobre isso, sobre todo o tipo de coisa. Ele [Urban] é um ator em tempo integral muito ocupado. Então eu imagino que nós teremos algumas conversas bem longas e complicadas, e veremos onde isso vai dar. É muito cedo para dizer, mas se pudermos usá-lo e ele estiver disponível para nós, então eu acho que seria algo absolutamente brilhante. Sempre existe a chance de que ele esteja ocupado, ou que sua agenda de filmes não permita – basicamente, neste momento nós ainda não sabemos.

Urban compartilhou o anúncio do seriado em seu perfil no Twitter logo após a divulgação, causando alvoroço entre os fãs.

Logo após o anúncio, o canal oficial da 2000 AD no YouTube também liberou um vídeo comemorativo, onde os apresentadores sugeriram os melhores quadrinhos de introdução ao universo do Juiz. No vídeo, ambos dizem que o seriado deve estrear somente daqui a dois anos e sugerem as histórias: América, Juiz Morte, Apocalypse War, Dia do Caos, Origens, e a série Complete Case Files. É importante ressaltar que boa parte destas sugestões já foram (ou serão) publicadas no Brasil pela Mythos Editora, além de outros materiais altamente recomendados.

Se você está interessado em conhecer mais sobre o universo do Juiz Dredd, confira o Guia de Leitura do personagem clicando aqui.

Outro detalhe interessante a se notar é como, no pôster, diz-se que Mega-City Um possui 400 milhões de habitantes. No filme de 2012, Dredd dá início ao longa fazendo uma narração em off onde diz que Mega-City possui 800 milhões de habitantes. Caso o seriado esteja situado no mesmo universo (é pouco provável), podemos deduzir que a Guerra do Apocalipse aconteceu em algum momento da história, aniquilando 50% da cidade, como nos quadrinhos. Porém, graças ao visual futurista presente na imagem, definitivamente as chances da série estar situada no mesmo universo do filme são praticamente nulas.

Se Judge Dredd: Mega-City One vier a estrear em meados de 2019, com certeza será uma das produções mais aguardadas do ano. A proposta de utilizar um orçamento altíssimo para criar um visual deslumbrante chama muito a atenção, e a dúvida sobre a entrega de tamanha qualidade permeia a cabeça de todos.

Não deixe de acompanhar a Torre de Vigilância para ficar ligado em todas as novidades sobre o Juiz Dredd, na TV e nos quadrinhos!

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League of Legends | Datas da Segunda Etapa do CBLOL 2017

A Riot Games anunciou o calendário da Segunda Etapa do Campeonato Brasileiro de League of Legends, o CBLoL, que tem data de início marcado para 3 junho, sábado.

Após a Primeira Etapa do Campeonato Brasileiro de League of Legends 2017 e um Mid-Season Invitational para guardar na memória, começa no dia 3 de junho, sábado, a tão esperada Segunda Etapa do CBLoL, que dará ao time vencedor o título de melhor equipe brasileira do ano, e um prêmio de R$70.000 e a chance de disputar o Campeonato Mundial de League of Legends, este ano na China.

As oito equipes classificadas para a competição – paiN Gaming, CNB, INTZ, Keyd Stars, Red Canids atual campeã, e as estreantes ProGaming, Team One e T Show, já estão prontas para se enfrentarem no maior campeonato de LoL do país. As escalações foram divulgadas pela Riot Games no site oficial LoL eSports BR.

Confira aqui o nome dos jogadores profissionais que vão participar do CBLoL 2017 – Segunda Etapa.
O local da grande final do CBLoLSegunda Etapa ainda não foi definido e será divulgado em breve pela Riot Games.


Formato de disputa

O formato da última etapa do campeonato brasileiro será mantido. A Fase de Grupos continua com as partidas de MD2 (Melhor de 2). Em caso de vitória, a equipe recebe 3 pontos, e em caso de empate, 1 ponto. Em seguida, a disputa segue para a Fase Eliminatória, em MD5, quando serão realizadas as semifinais e a grande final.

O último colocado do CBLoL (8º) será automaticamente rebaixado para o Circuito Desafiante. Consequentemente, o primeiro lugar do Desafiante será promovido para o CBLoL 2018Primeira Etapa. A Série de Promoção envolverá apenas os 2º e 3º lugares do Desafiante contra o 6º e 7º colocados do CBLoL.

Transmissão e das partidas
O CBLoL será realizado aos finais de semana, como normalmente acontece, no sábado e domingo, até o dia 2 de setembro, data da grande final. Entre os dias 2 e 15 julho, o CBLoL terá uma pausa para a realização do recém-anunciado Rift Rivals.

A parceria entre a Riot Games e a SporTV segue o mesmo formato nesta Segunda Etapa.  A emissora transmitirá ao vivo, no canal SporTV 2, o primeiro confronto de todos os sábados da Fase de Grupos, além das duas semifinais e da final, sempre às 13h.

A competição também terá transmissão todos os sábados e domingos nos canais da Riot Games no YouTube e no Twitch, também a partir das 13h.

Datas:

SEMANA 1
Sábado, 03/06
13h –
Red Canids x paiN Gaming
15h –
T Show x ProGaming

Domingo, 04/06
13h – CNB e-Sports x INTZ e-Sports
15h – Team oNe x Keyd Stars

SEMANA 2
Sábado, 10/06
13h –
Keyd Stars x CNB e-Sports
15h –
INTZ e-Sports x Team oNe

Domingo, 11/06
13h – T Show  x paiN Gaming
15h – ProGaming x Red Canids

SEMANA 3
Sábado, 17/06
13h –
Red Canids x INTZ e-Sports
15h –
Team oNe x ProGaming

Domingo, 18/06
13h – Keyd Stars x T Show
15h – paiN Gaming x CNB e-Sports

SEMANA 4
Sábado, 24/06
13h –
T Show x Team oNe
15h –
Red Canids x CNB e-Sports

Domingo, 25/06
13h – Keyd Stars x ProGaming
15h – INTZ e-Sports x paiN Gaming

SEMANA 5
Sábado, 01/07
13h –
Keyd Stars x Red Canids
15h –
CNB e-Sports x Team oNe

Domingo, 02/07
13h – INTZ e-Sports x T Show
15h – paiN Gaming x ProGaming

SEMANA 6
Sábado, 15/07
13h –
paiN Gaming x Keyd Stars
15h –
ProGaming x INTZ e-Sports

Domingo, 16/07
13h – CNB e-Sports x T Show
15h – Team oNe x Red Canids

SEMANA 7
Sábado, 22/07
13h –
ProGaming x CNB e-Sports
15h –
Red Canids x T Show

Domingo, 23/07
13h – Team oNe x paiN Gaming
15h – INTZ e-Sports x Keyd Stars

Série de Promoção: 05 e 06 de agosto (MD5)
Semis
: 19 e 20 de agosto (MD5)
Final: 02 de setembro (MD5)

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Cinema

Liga da Justiça Sombria perde o seu diretor

O Universo Estendido da DC acaba de sofrer mais um desfalque em sua equipe criativa: Doug Liman se afastou de Liga da Justiça Sombria.

Quem informa a notícia foi o site Variety, onde a razão pela saída foi relacionada a conciliação de horários, uma vez que o diretor está envolvido em Chaos Walking (2018). Para completar o relatório, a Warner já começou a se reunir com outros diretores para anunciar um substituto em breve.

Apesar disto, o filme que reunirá Constantine, Desafiador, Monstro do Pântano, Zatanna e Etrigan mantém Scott Rudin na produção e Michael Gilio no roteiro.

Este ano, Doug terá American Made sendo lançado em setembro.