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Conheça os 10 clipes mais vistos de Michael Jackson

Há exatos 10 anos, estávamos perdendo não só o Rei do Pop. Estávamos perdendo o ícone que revolucionou a produção de videoclipes e a maneira de se vestir durante a importante era da Disco Club, trazendo também grandes nomes como Bee Gees, Diana Ross, Marvin Gaye e ABBA, por exemplo.

Michael Jackson conseguiu dominar o mundo musical com clipes grandiosos e performances de dança invejáveis. É importante ressaltar que seu legado permanece nas vozes e estilos de Beyoncé, Bruno Mars e Justin Timberlake. Para isto, trago para vocês os clipes com as maiores visualizações do cantor no YouTube.

  • Billie Jean (655 milhões de visualizações)

  •  They Don’t Care About Us (610 milhões de visualizações)

  •  Thriller (597 milhões de visualizações)

  • Beat It (511 milhões de visualizações)

  • The Way You Make Me Feel (313 milhões de visualizações)

  • Remember The Time (308 milhões de visualizações)

  • Black Or White (292 milhões de visualizações)

  • Bad (282 milhões de visualizações)

  • Love Never Felt So Good (249 milhões de visualizações)

  • Smooth Criminal (236 milhões de visualizações)

Michael começou a cantar e a dançar aos cinco anos de idade, iniciando-se na carreira profissional aos onze anos como vocalista do grupo Jackson 5. Em 1971, iniciou a carreira solo, mesmo permanecendo como membro do grupo. Reconhecido nos anos seguintes como Rei do Pop, cinco de seus álbuns de estúdio se tornaram os mais vendidos mundialmente de todos os tempos: Off the Wall (1979), Thriller (1982), Bad (1987), Dangerous (1991) e HIStory (1995). Lançou-se em carreira solo no início da década de 1970, ainda pela Motown, gravadora responsável pelo sucesso do grupo formado por ele e os irmãos.

Segundo o Guinness World Records, MJ é o maior e mais relevante artista da história da música popular. Ele continua na lista dos 100 mais vendidos desde 1969, sem interrupção.

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Séries

Ghostface está de volta com sua máscara original no teaser de Scream: Resurrection

Demorou, mas finalmente chegaram novidades sobre a tão aguardada nova temporada de Scream. Depois de três anos do anúncio oficial, a franquia televisiva ganhou um novo lar: VH1. Além disso, decidiram realizar um reboot na história. Querem saber o novo clima? Assistam o primeiro teaser abaixo:

https://www.youtube.com/watch?v=DYIcj1dOb3k

O mais interessante do vídeo é o retorno da icônica máscara original do serial killer, que foi o principal apetrecho na franquia cinematográfica sob a tutela do mestre Wes Craven.

A terceira temporada de Scream será centrada no astro do futebol americano Deion Elliot (RJ Cyler), já que seu passado trágico volta para assombrá-lo e possivelmente arruinar seu futuro brilhante.

No elenco também estão: Keke Palmer, Tyga, Mary J. Blige e Paris Jackson.

A nova temporada de Scream terá seis episódios, sendo dois exibidos durante três noites. Começando em 8 de julho e finalizando no dia 10.

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Philip K. Dick e o seu Castelo Alto

O Homem do Castelo Alto é uma história muito singular dentro da literatura que aborda ficção cientifica e – por que não? – política. Dentro de várias obras de Philip K. Dick, O Homem do Castelo Alto se destaca por apresentar uma diversidade em seu discurso e foco temático. Enquanto o autor tenta discutir e criar parâmetros de comparações entre a nossa realidade e a do próprio livro, ele consegue levantar discursos relacionados à arte e política.

A genialidade de Phillip toma notoriedade quando a trama correlaciona todos os questionamentos levantados e os traduz de uma forma simples e eficaz. A história da sua vida é fascinante em alguns pontos. O autor se envolveu com vários tipos de experiências ao longo da carreira, e sempre esteve engajado em analisar a própria realidade e, principalmente, questioná-la. Embora o faça neste livro, suas críticas estão bem difundidas na história, e requer o esforço do leitor de interpretá-las de forma livre e pessoal.

O livro nos mostra um mundo completamente diferente do que nós vivemos hoje. Os EUA, a Rússia e a França perderam a Segunda Guerra Mundial. A Alemanha é a grande potência mundial, liderada e comanda pela organização nazista de Adolf Hitler e seus apoiadores. Se hoje temos um EUA consolidado em estados federativos, no livro temos um país com uma grande fragmentação política e cultural, com divisões territoriais envolvendo os domínios de Japão e Alemanha.

Com essa organização, o autor parece brincar com as inúmeras possibilidades de sua criatividade. Não só por colocar os japoneses como seres de grande ascensão econômica no território americano, sendo eles empresários, gerentes ou até mesmo políticos, mas também por encaixar uma tensão entre os povos vitoriosos. Ao contrário do que se imagina, já que os japoneses e alemães venceram a guerra, a relação entre os povos não é harmoniosa, e sim conflitante, por envolver visões puramente nacionalistas e orgulhosas – te lembra de algo?

 

Abordando diferenças territoriais e sociais, a análise passa por campos artísticos e culturais. Robert Childan, um dos primeiros personagens a nos ser introduzido, é dono de uma loja de artigos da história americana antes da guerra. Os maiores frequentadores e compradores são japoneses da elite, que são fascinados pela arte americana. Assim sendo, mesmo tendo derrotado os ideais do american way of life, os japoneses se sentem bem ao adquirirem artes americanas. No mundo imaginativo, a posse de antiguidades denota inteligência e prestígio social. Desse modo, mesmo desprezando o viés ideológico, a cultura americana serve como artifício intelectual para a sociedade japonesa e alemã.

Além desse aspecto de valor associado à arte, existe um julgamento moral aos japoneses da história. Mesmo adquirindo e consumindo antiguidades, estes não parecem entender o valor dos itens. Há um distanciamento entre a reflexão e a valorização social. Só para deixar como exemplo, há uma passagem em que o personagem Nobusuke Tagomi, representante do comércio japonês, recebe uma peça que não parece transmitir nenhum valor estético, e começa a tentar senti-la de várias formas sensoriais, já que os valores atrelados ao objeto são desconhecidos pelo personagem.

A utilização de judeus virou inerente a qualquer história que envolva nazismo e Segunda Guerra, já que o povo judeu foi o mais perseguido e massacrado durante o período nazista. Imagine no cenário em que a raça ariana estabelece sua expansão ao redor do globo. Obviamente, aqui os personagens judeus – Frank Frink e Juliana Frink, prioritariamente – tentam sobreviver criando novas identidades, se escondendo por meio de perfis falsos e mudanças físicas. Talvez os melhores momentos do livro sejam aqueles que abordam justamente os ideais inflamados dos judeus, que se sentem presos e enjaulados em um sistema totalitário nazista.

O I Chiang, o oráculo chinês, é parte importantíssima para o desenvolvimento da trama. É por causa dele que os personagens tomarão diversas decisões, ele será um dos condutores principais da trama. Toda esta realidade depende exclusivamente do que o oráculo mostra, sendo seguido firmemente por toda a sociedade. Esta crença é que, de certa forma, conecta os personagens uns aos outros.

Além do I Chiang, há um outro objeto que interliga as histórias dos personagens, mesmo que apenas no campo das ideias. O Gafanhoto Torna-se Pesado é um dos livros de ficção abordados no próprio “O Homem do Castelo Alto”, que relata uma outra realidade em que a Tríplice Entente tenha ganhado a guerra, ou seja, a NOSSA realidade. Ao aprofundar a perplexidade dos personagens com o livro, Philip impões duas versões de mundo em uma mesma linha de raciocínio, colocando o próprio leitor em dúvida sobre a veracidade de tudo aquilo.

O homem do Castelo Alto é o autor do O Gafanhoto e se demonstra ser uma pessoa misteriosa, mas com a capacidade incrível de análise e observação. Claro que este personagem se assemelha propositalmente ao próprio Philip K. Dick. O autor gosta de flertar com a sua genialidade em problematizar as bases políticas que hoje nos estabelecem; discute-se, portanto, o quão estamos iludidos em um sistema tão amplo e complexo. Esta ficção se torna uma brincadeira entre o real e o ficcional, e no final, não obtemos nenhuma resposta, resultando em uma conclusão frustrante, porém perspicaz.

Mas qual seria a melhor resposta, senão a dúvida?

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Detective Comics Quadrinhos

Conheça o MELHOR quadrinho moderno sobre Excalibur e Rei Artur

Rei Artur, Uther, Merlin, Guinevere (Genebra em tradução portuguesa), Morgana, Gorlois, Igraine. Estes nomes conhecidos protagonizaram no decorrer das décadas diversas obras fantásticas contando as histórias de suas vidas. No rádio e no cinema, nos livros e nos quadrinhos, as chamadas lendas arturianas estiveram em contato conosco algumas vezes com qualidade, outras nem tanto.

Especificamente nos quadrinhos diversos autores já se utilizaram do Ciclo Arturiano para contar histórias. O maior nome de referência é, provavelmente, Hal Foster com seu Príncipe Valente. Ainda nos EUA, Jack Kirby se baseou nas lendas do Rei Artur para a criação de Etrigan na DC Comics, que posteriormente veio a publicar também a minissérie Camelot 3000. Na Marvel Comics, Alan Moore criou o Capitão Britânia, que assim como o Cavaleiro Negro, bebeu das mesmas influências. Excalibur, a espada do Rei Artur, dá nome a uma das séries mais consagradas da Casa das Ideias.

Mike Mignola descreveu em sua criação máxima, o Hellboy, que o personagem é um descendente direto de Mordred, o filho bastardo de Artur e sua meia-irmã Morgana. Em Mage, de Matt Wagner, o autor reimagina a lenda de Artur nos dias de hoje. E na Europa há também muitos quadrinhos sobre o assunto, alguns inclusive publicados no Brasil, como Arthur de David Chauvel e Jérôme Lereculey (Delcourt, 1999 a 2006).

Mas também na Europa está sendo produzida hoje a série que é, possivelmente, a melhor obra moderna a adaptar as lendas da Excalibur e do Rei Artur, apresentando algo novo em um tema explorado à exaustão. Trata-se de Crônicas de Excalibur, de Jean-Luc Istin e Alain Brion, publicada na França pela Soleil (um selo editorial da Delcourt especializado em fantasia) que chegará ao Brasil em breve através de publicação da Mythos Editora.

Crônicas de Excalibur apresenta a mítica saga da espada mais famosa do mundo na visão de Istin, criador de um dos maiores sucessos dos quadrinhos europeus modernos, Elfos. No primeiro volume vemos o Mago Merlin entregando Excalibur para Uther Pendragon visando a união dos reinos bretões contra os invasores. Nisso já presenciamos algumas das figuras mais recorrentes: Viviane, Gorlois e Igraine. Ao mesmo tempo, a igreja busca influenciar os futuros líderes, atacando as tradições antigas e as Damas de Avalon.

Esta série mostra acontecimentos já conhecidos, como a paixão do orgulhoso Uther pela belíssima Igraine, sua batalha contra Gorlois, a presença da jovem Morgana, assim como o amadurecimento do Rei Uther como pessoa através da mentoria de Merlin, potencializando sua derrocada; porém, todos os pontos são abordados de maneira quase poética e mais violenta, com designs e arte do magistral ilustrador Alain Brion, que apresenta vestes e cenários totalmente diferentes de tudo que já presenciamos, por exemplo, em live-actions.

Sua arte é fantástica e cinematográfica, e diversos quadros possuem aspecto de grandes pinturas antigas. As feições dos protagonistas são retratadas com extrema precisão real, e os cenários bem detalhados inserem o leitor nos mais variados tempos e ambientações.

Merlin serve como o fio condutor da história e a magia nesta representação das lendas é mais tangível que, para fator de comparação, em obras como a consagrada trilogia literária de Bernard Cornwell. Suas dúvidas e certezas com relação ao futuro de Uther, da Excalibur e das visões que vem tendo aos poucos tecem um intrincado plano maior, e a rixa inicial de Uther e Vortigern cria um aspecto violento que casa com a temática, se estendendo às outras batalhas, além de modernizar a forma como os leitores poderão encarar as lendas.

E modernização é a palavra que curiosamente se aplica à série Crônicas de Excalibur. Apesar de tratar de um assunto conhecido há séculos, explorado infinitas vezes pelas mais variadas mentes criativas, este quadrinho traz uma ousadia única na forma como desenvolve as relações dos personagens e no que tange ao aspecto religioso do período, apresentando contestações sobre o cristianismo em paralelo com a adoração politeísta.

Gorlois nesta encarnação é mostrado como um louco possivelmente manipulado por um sacerdote cristão. A relação de sua filha Morgana com o Mago Merlin cresce aos poucos e o esboço de Camelot vai se montando. Excalibur tem o deve de unir a todos, e inicialmente usada como força separatista para agradar as luxúrias e o espírito heroico de Uther, sua primeira etapa na jornada maior é desenhada com intrigas e momentos marcantes de pacificação.

Crônicas de Excalibur planta a bela semente do que pode se tornar um épico que narra toda a jornada da espada Excalibur ao longo dos anos. O primeiro tomo (na França, cinco tomos foram publicados até o momento) é introdutório e estabelece o que parece ser o tom a ser seguido até o fim, e o início da trajetória de personagens como a já mencionada pequena e enigmática Morgana, filha de Gorlois e Igraine de Avalon, que terá papel vital no futuro. A relação de mãe e filha, em momentos tocantes e apreensivos, também é um destaque positivo da obra.

E ao final se mantém a questão de que aquele que empunhar Excalibur se tornará rei de todos os bretões, que irá reger a terra e calar a discórdia. Mas há sempre a possibilidade de não existir o sangue real digno de tal feito entre os vivos até então.

E cabe aos magos e sábios desvendarem os desdobramentos da linhagem real e digna, que pode ou não mergulhar a todos em um grande período de trevas.

A edição brasileira publicada pela Mythos Editora com selo Gold Edition possui 132 páginas encadernadas em capa dura e grand format. A tradução é de Jotapê Martins e Helcio de Carvalho. O preço sugerido é R$ 89,90 e você pode reservar o seu na pré-venda com 35% de desconto clicando aqui.

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Tela Quente

Suspense e comédia garantem uma boa diversão em Mistério no Mediterrâneo

Começo esta singela crítica com uma confissão a fazer: ela não estava nos meus planos. Isso mesmo! Navegando pela Netflix para continuar com minha maratona de Demolidor, deparei-me com o trailer iniciando de forma automática e invés de tirar, deixei rolando. Ao terminar, fiquei na dúvida se continuava com as aventuras do Atrevido ou arriscaria nessa trama de assassinato com a dupla Adam Sandler e Jennifer Aniston.

Arrisquei e após 1h 37min, tive a seguinte certeza: Mistério no Mediterrâneo consegue entreter o telespectador com o suspense bem executado em meio a piadas mais contidas e no tom certo.

A rotina de casamento dos Spitz muda quando Audrey ganha de presente do seu marido Nick uma viagem para a Europa, no qual estava ansiando há bastante tempo. No avião, eles conhecem Charles Cavendish (Luke Evans), que logo os convidam para conhecer o iate de seu velho tio pervertido. A apresentação dos personagens é realizada um pouco rápida, porém sem a necessidade de atropelar os eventos até a fatídica noite. E que noite, hein! 

Terence Stamp (Malcolm Quince) é responsável por expor todo o interesse dos personagens em relação a sua grande fortuna e ao modificar o testamento em benefício de sua namorada Suzi, acaba recebendo o troco sendo assassinado. O suspense para descobrir quem cometeu o crime é o pilar do filme e diverte completamente em todas as cenas. Todos os suspeitos ganham um tempo de tela razoável e também garantem boas risadas com as situações impostas pelo roteiro.

Com leves referências a escritora Agatha Christie, o filme possui boas surpresas em relação ao mistério e acrescentam muito para o que já estava satisfatório em sua execução. Sandler e Aniston repetem a parceria como casal visto em Esposa de Mentirinha, e continuam maravilhosos na interação. Não existe diminuição de tela de um para favorecer o outro. Os dois recebem o destaque juntos.

Humor equilibrado, trama leve e sem rodeios foram os ingredientes necessários para tornar o Mistério no Mediterrâneo uma ótima produção. Se você é adepto a estes elementos, então o longa cairá como luva. Só garantir a pipoca e torcer que o assassino não seja o mordomo.

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Board games Games

Seja o melhor comprador de peixes e frutos do mar no jogo Tsukiji

Através dos board games você pode ser de tudo: herói, vilão, investigador, árvore (!), etc. Mas você já sonhou em ser o melhor comprador de peixes de todos os tempos? Em Tsukiji, lançamento da Redbox Editora, é possível!

Tsukiji é um jogo em que seu objetivo é tentar ser o comprador mais bem preparado, sendo capaz de influenciar as oscilações dos preços e fazer as melhores compras, para terminar o jogo com o conjunto de Cartas de Produto mais valiosas para o seu restaurante, que incluem sake, takusan, hotategai, ebi e mais. Ao final o jogador que terminar com mais dinheiro após a conversão de seus produtos é declarado o vencedor.

O mercado de peixes de Tsukiji, localizado em Tóquio, é o maior atacadista de peixes e frutos do mar do mundo, e também é um dos maiores mercados atacadistas de comidas de qualquer tipo.

Cartas de Produto.

Tsukiji pode ser jogado por dois a quatro jogadores, e cada partida dura em média 20 minutos. É uma criação do designer Leandro Pires com ilustrações de Alex Mamedes e projeto gráfico de Dan Ramos, e o gameplay se desenrola através de cartas, alguns tokens de ação, um tabuleiro e tokens de moedas.

A variedade de cartas é pequena: existem apenas três tipos, sendo elas Cartas de Produto, Cartas Coringa e Cartas da Yakuza. As Cartas de Produto são representadas também por marcadores que irão caminhar pelo tabuleiro conforme o desenrolar das especulações financeiras, deixando aquele produto mais ou menos valioso.

O tabuleiro.

Após o setup, descrito de forma muito clara no Manual do jogo, cada jogador será representado por uma cor e receberá os Tíquetes de Avaliação daquela cor, que serão usados para o desenrolar das especulações dos produtos. Há quatro turnos em cada rodada: o turno de oferta, quando são revelados os lotes de produtos (através da disposição das cartas na mesa), o turno de avaliação (quando os jogadores avaliam cada um dos lotes em sigilo), e o de cotação (quando os Tíquetes são revelados e verifica-se o valor final de cada lote). Então, em ordem definida, no quarto turno cada jogador que já recebeu suas moedas iniciais irá comprar um lote de produtos.

Tsukiji é um jogo muito exitoso em ser uma experiência simples porém extremamente agradável e avaliativa. Com belíssimas ilustrações, o desenrolar de cada partida possui uma infinidade de variáveis que tornam cada jogo único. Cartas especiais (Yakuza e Coringa) irão influenciar positiva ou negativamente a compra de produtos de um determinado jogador, que poderá sofrer graças ao jogo mental feito por seus adversários.

Em contrapartida, os jogadores também poderão avaliar cada rodada para gastar seus Tíquetes Especiais, que ao invés de somente adicionarem um valor a um lote de produtos, poderão subtrair, multiplicar ou alterar drasticamente o valor daquele lote cobiçado.

Os lotes são avaliados através dos Tíquetes de cada jogador.

Vale lembrar que os lotes com produtos mais competidos se tornarão os mais valiosos, e com isso os produtos terão melhor desempenho no andar do tabuleiro, tornando-os ao final da partida mais caros, gerando assim mais dinheiro a quem os comprou. É importante verificar como andam as compras dos adversários, e quais suas possíveis estratégias.

Este é o primeiro board game nacional da Redbox Editora, e seus componentes foram inteiramente fabricados no exterior, além de ser apresentado de forma globalizada em português, inglês, espanhol e alemão. As cartas e tokens, além do tabuleiro, são de extrema qualidade, e a arte, caricata (da melhor forma possível) e totalmente exclusiva, é um show por si só.

Moedas.

A mecânica simples facilita a jogabilidade para apreciadores casuais de board games; entretanto, não é demérito algum dizer que sua simplicidade é o ponto-chave da diversão. Este é um jogo de extrema criatividade artística, e jogá-lo sempre trará uma experiência única graças ao seu gameplay que beira a inovação no funcionamento do leilão.

Tsukiji é composto por 105 cartas, 36 tíquetes de avaliação, 12 tabuletas de preço, 36 moedas, 5 marcadores de produto, 1 marcador de primeiro jogador, 1 tabuleiro de cotações e 1 manual de regras.

O preço sugerido é R$ 179,90 e você pode comprá-lo na Loja Redbox clicando aqui. Você também pode adquirir moedas de metal e o playmat oficial do jogo para incrementar sua experiência.

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Detective Comics Quadrinhos

Os diabos mais esdrúxulos e divertidos estão em Helldang: Pandemônio

“Leitura indispensável aos recém-desencarnados e para diabos que já foram exorcizados, a vagantes e atormentadores, o guia para demônios e espíritos obsessores. Tudo o que acontece depois das velas e das flores.” (Matanza Inc.)

Expansão divertida! Esse seria termo correto para classificar Helldang: Pandemônio. A HQ independente escrita por Airton Marinho e com desenhos de Samuel Sajo aumenta mais o leque de possibilidades que foi apresentado na primeira edição. Para quem não lembra, na primeira edição de Helldang, uma banda de rock super fracassada resolve dar a sua cartada final para chegar ao estrelato. Tentam fazer um ritual satânico com a ajuda do caminhoneiro Tião. Obviamente rola uma cagada danada e tudo dá errado. Esse segundo volume apresenta um pouco das consequências desse ritual errado, revelando qual foi o demônio invocado pela desgraçada banda.

Em Helldang: Pandemônio, Tião precisará se livrar de um adolescente com o espírito de um demônio preso no corpo. Após tentar tirar o encosto do moleque usando todas as formas conhecidas pelas ciências ocultas e demonologia, a única alternativa que lhe resta é ir até a Arena Pandemônio, uma realidade onde capetas e monstros de toda qualidade se enfrentam numa espécie de rinha de demônios. Porém, algo mal resolvido no passado nebuloso de Tião irá atrapalhar todos os seus planos.

Assim como na primeira edição, o maior ponto de Helldang é a diversão. E como é divertido ler esse gibi. Airton Marinho coloca todo tipo de sandice dentro da curta história, misturando coisas como Hellblazer, doutrinas católicas, trash podreira, críticas políticas, misticismo brasileiro, Garth Ennis, Trad Moore e rinha de galo! A leitura é tão divertida que quando o leitor percebe já acabou o gibi e já está começando a ler novamente. Ouso dizer que Helldang tem o naipe de ser uma coisa que o mestre José Mojica Marins, o Zé do Caixão, escreveria para os seus filmes.

“Se entra numa briga apanha até de anão, rabo de arraia, voadora e soco no coração, pelo menos no amor tudo era verso e prosa, até sua mina confessar trabalhar na vila mimosa. Encosto! Encosto!” (Grangena Gasosa)

A HQ tem uma correria desenfreada, mas organizada. São várias coisas acontecendo ao mesmo tempo e tem muitas vezes na primeira leitura, você não absorve tudo que acontece e aos detalhes nos quadros. É um típico roteiro trash total que funciona magnificamente!

A arte do Samuel Sajo anda de mãos dadas com o roteiro do Airton. Imagino as conversas e gargalhadas dos dois no tipo: “Ei! Vamos fazer isso aqui!”. Na primeira edição, Sajo estava limitado a desenhar poucos personagens, mas com gigantescos demônios e quadros espalhados que engolem o leitor. Em Helldang: Pandemônio, a coisa cresceu. São muito mais personagens e os ambientes estão populosos. O estádio, apesar das pessoas estarem com capuz, percebe-se que cada uma tem um tipo de expressão quando são acionadas.

Como disse antes, o maior mérito de Helldang: Pandemônio é ser expansivo e divertido. Se na primeira edição o cenário estava limitado a somente um lugar, agora, Airton e Samuel puderam brincar e se jogaram sem pudor nenhum na história. Uma trama tirada da cartola que abriu um leque de possibilidades gigantescos. E sopram os ventos do inferno que o terceiro volume vem aí…

Helldang: Pandemônio foi lançada durante a última Comic Con Experience, e para conseguir o seu exemplar, entre em contato com a page deles no Facebook clicando AQUI.

 

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Crônicas de Excalibur em quadrinhos chega ao Brasil em lançamento da Mythos Editora

Publicada na França pela Soleil, Crônicas de Excalibur é uma série composta por, até o momento, cinco álbuns. Com lançamento previsto para o final do mês de junho, esta elogiada saga chega ao Brasil pela Mythos Editora com selo Gold Edition! Confira detalhes abaixo.

As lendas arturianas estão entre as mais consagradas da literatura medieval. Em As Crônicas de Excalibur, o roteirista Jean-Luc Istin, consagrado autor da série Elfos, mostra sua visão da mítica saga da espada mais famosa do mundo com a bela arte de Alain Brion.

Neste primeiro volume, vemos o Mago Merlin entregando Excalibur para Uther Pendragon, visando a união dos reinos bretões contra os invasores. Ao mesmo tempo, a influência da igreja busca influenciar os futuros líderes, atacando as tradições antigas e as Damas de Avalon!

A publicação das Crônicas de Excalibur teve início na França em 2012, com publicação ininterrupta anual até 2015, e um hiato de 3 anos, com o quinto álbum sendo publicado em 2018. O artista, Alain Brion, foi o desenhista inaugural da série Corpus Hermeticum e trabalhou com Julien Blondel (roteirista de Elric) em Gilgamesh.

Confira algumas páginas deste álbum no preview abaixo:

 

O primeiro volume da editora Mythos compila dois álbuns da série original, que possui ótimas avaliações no site Bedetheque.

Crônicas de Excalibur – Canto 1: Pendragon possui 132 páginas encadernadas em capa dura e grand format. O preço sugerido é R$ 89,90. Clique aqui para reservar sua edição na pré-venda na Amazon.

Ou, se preferir, visite a Loja Mythos para garantir o seu!

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Detective Comics Quadrinhos

A Simplicidade Visceral de Robert Kirkman em The Walking Dead

ESSE ARTIGO POSSUI SPOILERS DE EDIÇÕES RECENTES DE THE WALKING DEAD!

 

Depois de 16 anos, a trajetória de Rick Grimes chegou ao fim em The Walking Dead. Nas duas últimas edições (#191 e #192), o autor Robert Kirkman apresentou o destino do principal protagonista. E muitos leitores ficaram surpresos, digamos não da forma que foi, mas COMO foi e toda a trama que cercou. Kirkman é muito sagaz na série dos quadrinhos. Geralmente esperaríamos um evento como esse, com essa importância em uma edição especial. Ou comemorativa. Ele poderia ter feito o óbvio e ter esperado chegar na edição de número 200, ter montado um grande desenvolvimento onde veríamos a vida toda do personagem, com suas vitórias, derrotas, ganhos e perdas. Rever pessoas importantes que ambientaram a sua trajetória. Um grande acontecimento. Como qualquer editora faria.

Mas, como dito antes, Robert Kirkman é muito sagaz na trama, segura bem a direção dela e sabe onde atingir e quando atingir o leitor. Ele nunca teve medo de ter que matar o personagem seja lá qual ele fosse, querido ou não, popular ou não, rentável financeiramente ou não. O que normalmente seria decidido com uma grande batalha final, ou com o personagem agonizando em uma cama, como uma imensa ópera trágica… foi resolvido em um simples quarto e como fio condutor um personagem que foi recém introduzido na trama e que não era aspirante a nada na trama. Sem grandes alardes.

Sebastian Milton no momento do assassinato.

Sebastian Milton, o filho da governadora de The Commonwealth, Pamela Milton, foi apresentado como um rapaz frágil e mimado. Que tinha Mercer como guarda-costas e muitas vezes como capacho. Ou seja, não representava uma ameaça tão terrível e real como foi o Governador, Negan, Shane, Sussurradores e nenhum dos milhares de zumbis que cruzaram o caminho de Rick Grimes. Mas essa perversa ironia do destino que Robert Kirkman criou, reflete a realidade de como grandes líderes/influenciadores mundiais encontram seus fins de onde menos esperam, ou de onde não vejam que pode ser ameaçador.

Foi assim com John Lennon, Abraham Lincoln, Julio Cesar, Lady Di… muitos influenciadores e líderes, que arrebatavam milhões, mas tiveram seus destinos simplesmente em formas, digamos, simplórias, por pessoas ou meios. O ato de Sebastian Milton me lembra muito quando Robert Ford assassinou o terrível bandido Jesse James. Um total desconhecido, que matou o famoso fora da lei. Mas a fama de “o homem que matou Jesse James” se tornou uma maldição e um motivo de vergonha por onde passava. Mas Rick Grimes foi um grande líder. A pergunta agora é a seguinte: “Quem assumirá essa estirpe na trama?”

Uma coisa que sempre pensei era a seguinte: o Rick tinha o “dom” da liderança. Como todo líder era motivador e questionado. Ele às vezes tombava e tinha o a sua liderança questionada, e até mesmo por si mesmo. Mas sempre dava a volta por cima e as pessoas sempre ouviram e o seguiram. Vejo uma galera falando que o Carl vai assumir esse “cargo”.

Mas será que o Carl também tem isso? Será que as pessoas escutariam e seguiriam o jovem? É de se esperar que as pessoas esperem essa liderança “messiânica” dele por acreditarem que seja algo hereditário, mas será que ele tem o mesmo “dom”? Será que ele QUER isso? Pode ser que ele se veja forçado a fazer isso. E as pessoas com o tempo percebam que Carl tem pensamentos diferentes de seu finado pai. Pode ser que venha acontecer mais uma evolução do personagem. O jovem Carl Grimes ficaria irritado com todo o acontecido da morte do pai e buscaria vingança com sede de sangue. Ele teve que matar o zumbi que o seu progenitor se tornou. Mas aceitou que a prisão de Sebastian pelo assassinato, foi a coisa mais certa. Seria algo que seu pai iria fazer.

Recentemente, estava relendo a fase da Prisão. Ali nunca imaginaríamos que a Maggie chegaria a liderar uma comunidade. Ela se viu em uma posição que a obrigou a tomar as rédeas. Ela não tinha a veia da liderança. Foi uma grande evolução. Apesar do seu pai ter sido o líder de família e com grande poder de decisão de ser ouvido e respeitado. Mas era algo patriarcal. Mas não sei se Robert Kirkman faria a mesma coisa duas vezes. Mesmo sendo personagens distintos.

Depois dessa morte de Rick Grimes, ficou mais que provado que não podemos esperar o óbvio vindo de Robert Kirkman. Veremos como irá se desenrolar a trama daqui por diante. Será que estamos testemunhando a reta final? Ou o início de uma nova era?

 

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Espionagem americana será o tema para a versão russa sobre o desastre em Chernobyl

Corrida televisiva a caminho!

Após o término da aclamada minissérie da HBO recontando o pior desastre nuclear da história, agora será a vez da Rússia apresentar uma versão diferente sobre os eventos.

De acordo com várias publicações internacionais e confirmado pelo The Hollywood Reporter, a rede de TV estatal russa NTV está desenvolvendo sua própria versão mais pró-Rússia sobre o acidente. A série, que supostamente já foi gravada no ano passado na Bielorrússia, foi parcialmente financiada pelo Ministério da Cultura da Rússia com uma doação de 30 milhões de rublos.

O diretor russo, Alexey Muradov, disse que seu novo programa ”propõe uma visão alternativa sobre a tragédia em Pripyat”.

”Há uma teoria de que os americanos se infiltraram na Usina Nuclear de Chernobyl”, disse ele ao jornal russo Komsomolskaya Pravda (via BBC News). ”Muitos historiadores não descartam a possibilidade de que, no dia da explosão, um agente do serviço de inteligência do inimigo estivesse trabalhando na estação.”

A série seguirá com um grupo de oficiais soviéticos da KGB que trabalham para descobrir o agente da CIA infiltrado na usina envolvido em espionagem.

A versão russa sobre Chernobyl não possui data oficial de lançamento.