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Transformers: Beast Wars ganhará HQ em 2021

A fim de comemorar o aniversário de 25 anos da série, Transformers: Beast Wars ganhará HQ pela IDW. Inspirada em uma das reinvenções mais icônicas da franquia, o título reintroduzirá os heroicos Maximals e os terríveis Predacons. As aventuras serão roteirizadas por Eric Burnham (Transformers/Ghostbusters) e ilustradas por Josh Burcham.

É uma das partes mais queridas de Transformers. Logo, não poderíamos perder a oportunidade de lançar um novo título em comemoração aos 25 anos da série. Erik e Josh trarão tudo o que os fãs amam sobre: as caracterizações, o drama e o humor.” – declarou o editor David Mariotte.

 

Transformers: Beast Wars #1 será publicada nos EUA em fevereiro de 2021. A fim de que se saiba sobre tudo o que acontece no mundo dos quadrinhos, mantenha-se ligado na Torre de Vigilância

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O Menino Maluquinho, Ziraldo, Meu Pai e boas Lembranças

O ano realmente eu não consigo me lembrar. Acho que eu deveria ter uns 10 ou 11 anos, ou seja, entre os anos de 1990 e 1991, realmente não lembro. Mas todos os momentos daquela leitura ficaram vivos e pulsantes na minha cabeça. Mas foi por toda atmosfera em volta e tudo aquilo que o livro O Menino Maluquinho representou para minha vida. A representação veio em formas diversas, com memórias deliciosas, conscientização de como o tempo passa, aproveitar a infância e pela divisão de leitura com o meu pai.

Contextualizando o tempo para vocês, O Menino Maluquinho me foi apresentado via os famosos livros extraclasses que as escolas pediam para ler durante o ano letivo, um adendo aqui em relação essa prática, que desculpem a ignorância, não sei se as escolas ainda adotam. Mas lembro de muitos alunos não ligarem para a leitura, por associarem aquilo à alguma prova, ou teste, e simplesmente não realizaram as leituras e por uma associação imbecil, não tiveram, e não quiseram, ter o hábito de ler na vida em geral. Mas esse método me apresentou Pedro Bandeira, Monteiro Lobato, Cecília Meireles, Jorge Amado, Quino e claro Ziraldo. E assim, por meio de uma lista de material escolar, me chegou O Menino Maluquinho.

A versão que meus pais compraram foi a uma pocket, que infelizmente se perdeu com o tempo. O livro era pequeno, o que tinha se tornado uma novidade para mim, pois até então nunca tinha visto uma versão daquela. E quando chegou a época de realizar a leitura mergulhei no livro. E sim, foi uma leitura voraz e veloz. Fiquei tipo: “ué… mas já acabou?”. E retornei mais uma vez a leitura, e reli, reli, reli, reli… tinha me tornado craque no livro e extremamente apaixonado. Ali me inspirei em brincadeiras com meu irmão. Fazia mapas de tesouro e criava corridas de dados, assim como estão descritas por Ziraldo.

O Menino Maluquinho traz a história de um garoto, entre seus 8 e 9 anos, muito esperto, ativo, que usa uma panela na cabeça e se diverte muito com os amigos, sempre usando demais a imaginação, criando brincadeiras e aprontando traquinagens. E essa imaginação, típica de uma criança, é o que me fazia viajar e também me trouxe pensamentos sobre a vida. Afinal, o Menino Maluquinho, no final das contas não era Maluquinho, era um menino feliz. E isso me fez pensar muito se eu tinha essa felicidade na época. Obviamente uma coisa que uma criança de 11 ou 12 anos não deveria pensar, e resolvi aproveitar a infância.

A editora Melhoramentos está lançando uma nova edição que será um item digno de colecionador, com 120 páginas, acabamento cartonado, capa dura e miolo colorido. E tem, como complemento, um marcador de páginas especial, ao estilo do personagem, além de um paper art, que o leitor destaca e monta, formando um objeto ser guardado. Entre as curiosidades na edição,  fala que desde seu lançamento, em 1980, já teve 129 edições, em mais de 10 países, e vendeu 4 milhões de exemplares.

Em 2020 temos muito o que comemorar, o livro O Menino Maluquinho completa 40 anos e recebeu. olha só! Está com a minha idade! O mestre Ziraldo irá completar 88 anos no final de outubro e podemos e devemos sempre agradecer e repassar a sua obra para o futuro, assim como passarei O Menino Maluquinho para a minha filha de 4 anos. Assim como meu pai leu comigo na minha época. A lembrança dele alternando comigo a leitura e falando de macaquinhos no sótão ou vento nos pés são fortes e reconfortantes. Meu pai foi um cara que veio da Bahia para o Rio de Janeiro, trabalhou a vida toda atrás de um volante de ônibus e nunca deixou de apresentar cultura para mim e meus irmãos. E mesmo assim, quando dava, no meio da sua correria de trabalho, ainda realizava alguma leitura. E essa é a melhor memória que tenho d’O Menino Maluquinho. Uma leitura que abraçou pai e filho no início da década de 90.

Obrigado por ajudar realizar essa lembrança Ziraldo.

E obrigado por tudo Menino Maluquinho.

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O Dilema das Redes (2020): A utopia e distopia das redes sociais

Desative suas notificações!

Não clique em vídeos recomendados para você no YouTube!

Saia do sistema!

Tenha domínio das redes sociais e não o contrário!

São com esses pedidos que o recente documentário da Netflix encerra o seu debate sobre um assunto atual e amplamente debatido entre diversos níveis da sociedade: a influência das redes sociais nas pessoas. O Dilema das Redes trouxe como convidados os principais representantes ou ex-representantes em inúmeros setores dentro das principais mídias como Google, Facebook, Twitter, Pinterest e Instagram, entre outros. O objetivo da produção era mostrar os dois lados da mesma moeda: apresentar os pós e contra da criação dos principais entretenimentos digitais da humanidade. Posso adiantar que o debate conseguiu ser provocativo o suficiente para reflexão e mostrar a realidade: somos apenas produtos dessa indústria tecnológica.

Se o seu celular está ao seu lado, posso supor que esteja lendo esse texto ao mesmo tempo que se atualiza nas notificações que estão bombardeando seu celular neste exato momento. Aquelas conversas no WhatsApp, os tweets no Twitter, as curtidas no Instagram e os comentários no Facebook de algum meme que você postou ou alguma posição que tomou sobre algum assunto. Mesma coisa quem está usando o PC/Notebook. Ninguém está imune daquela ansiedade quando aparece notificação nova, certo? Aquela tentação de parar o que está fazendo para ver uma dessas mídias. Não precisa ser vidente para adivinhar algo tão óbvio que se enraizou na nossa sociedade nos últimos anos.

“Se você não estiver pagando pelo produto – você é o produto”

Os especialistas não fazem rodeios nos tópicos apresentados e expõem diretamente todo o planejamento feito para mantermos conectados de uma forma cada vez mais intensa e frenética. Aquela sensação de termos tudo, mas ainda assim queremos mais. Muito mais. O documentário ganha muito com essa abordagem e consegue tirar-nos dessa bolha mágica de que as redes sociais só servem para a nossa diversão e criar essa conexão com nossos amigos.

As notificações são as principais causas para a criação deste grande ciclo vicioso e ansioso ao olharmos as novas mensagens ao longo dia. Só paramos quando não tem mais nada, porém em poucos minutos estaremos repetindo esse processo. Nós estamos seguindo exatamente o propósito desses especialistas convidados e por conta disso, o poder deles se amplifica. A manipulação entra aqui. Somos manipulados todos os dias e vamos continuar sendo. Até porque time que está ganhando não se mexe, não é mesmo?

É nesse viés que a produção da Netflix também explora a saúde mental dos jovens nas redes sociais e a relação com o desenvolvimento de depressão, ansiedade e suicídio. Os comentários depreciativos ou os chamados gatilhos são apresentados de maneira descontrolada nas mídias, ou seja, mostra como não estão prontas para lidar com essa faixa etária. Isso foi muito bem apresentado com a caçula de uma família fictícia que se viu numa situação delicada quando recebeu um comentário ofensivo em seu filtro. Assim como ela, seus entes queridos também apresentam uma grande dependência do celular e de suas redes. E é através do irmão que desenvolvem o outro lado emblemático da tecnologia: o mundo político.

Nos últimos anos, o Facebook presenciou o seu nome ser mencionado diversas vezes na mídia mundial pela forma que lida com as informações de seus usuários e também pelas acusações de influenciar as eleições norte-americanas que elegeram Donald Trump em 2016. É notável como as carreiras políticas estão encontrando essa rede com o objetivo de alavancar suas intenções de voto. Como pontualmente mencionado, a campanha de Jair Bolsonaro foi nela. Temos vistos muitos levantes partidários ganhando seguidores. Discussões intensas são presenciadas diariamente e toda essa bola de neve culminou na cultura das fakes news.

“A verdade é chata.”

Um entrevistado pontua que criaram um sistema que privilegia informações falsas, pois é mais lucrativo às empresas do que dizer a verdade. É isto! É mais gostoso uma mentira bombástica do que uma verdade mediana. Esse mecanismo gera mais engajamento em seus usuários, uma vez que acontece o famoso telefone sem fio. Eu repasso para você e você repassa para seus amigos no WhatsApp em letras garrafais ”URGENTE! FULANO FEZ ISSO” e seus amigos repassam para mais amigos. Vai crescendo como um vírus faminto por mais hospedeiros que repassem a palavra.

 

Mesmo que a família fictícia não tivesse o mesmo impacto dos relatos, a proposta de mostrar o vício nas redes sociais foi explorada de forma pontual. O final do documentário consegue ser ainda mais provocativo com os dizeres sobre os filhos dos especialistas ficarem longe das próprias mídias que criaram e eles dão conselhos para evitar esse crescente poder sobre nós. Os próprios sabem como essa moeda é dividida entre utopia e distopia. Vivemos os dois ao mesmo tempo. Porém, você aí que leu tudo quer esquivar-se dessa manipulação digital? Volte para as frases que abrem este texto. É sério! Você conseguiria?
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Quadrinhos

TROFÉU HQMIX Divulga os indicados de 2020 ao prêmio do Quadrinho Nacional

E foi liberada a lista de indicados para o Troféu HQMIX, que irá contemplar os melhores de 2019. A 32º edição da premiação terá como troféu do ano Radical Chic, do cartunista Miguel Paiva. Como é tradição, todo ano um personagem brasileiro das HQs é homenageado, esse ano será a famosa Radical Chic, criada pelo Miguel Paiva que era publicada na revista Domingo, suplemento do Jornal do Brasil. Na década de 90, a personagem ganhou a sua versão live action estrelada pela atriz Andreia Beltrão. O artista Wilson Iguti é o responsável pela escultura.

No dia 12 de dezembro será realizado, em formato on-line, nas redes sociais do SESC, a divulgação dos vencedores. Foram 1.162 itens inscritos, em 32 categorias, os jurados especialistas na área trabalharam durante quatro meses para analisar os trabalhos e escolherem em média de 10 indicados em cada item. Os vencedores sairão da votação nacional, neste mês de outubro, pelos profissionais dos quadrinhos entre editores e autores.

Troféu do Ano: Radical Chic

Confira os indicados ao 32º Troféu HQMIX:

ADAPTAÇÃO PARA OS QUADRINHOS

A Nova Califórnia (Independente)
A Viola Encarnada (Independente)
Jane (Pipoca & Nanquim)
Lenora (Independente)
Manga-Documentário – Virgem Depois dos 30 Anos (Pipoca & Nanquim)
O Corvo (Diário Macabro)
O Elísio: Uma Jornada ao Inferno (Avec)
O Ninguém (Pipoca & Nanquim)
Os Mitos de Cthulhu (Pipoca & Nanquim)
Travesti (Veneta)

ARTE-FINALISTA NACIONAL

Al Stefano (Salseirada)
Alex Genaro (Valkiria)
André Vazzios (Tuhú e o Andarilho do Tempo)
Chairim Arrais (E8!)
Felipe Fox (Seedtown)
Luciano Salles (Grand Prix Metanoia)
Mario Cau (Monstruário 2)
Santtos (Blackout 2)
Shiko (Três Buracos)
Victor Harmatiuk (Shimra)

COLORISTA NACIONAL

Amaury Filho (Nas Profundezas da Loucura)
Danilo Freitas (Monstruario 2)
Fred Rubim (A Todo Vapor!)
Italo Silva (Bill Finger)
João Gutkoski (Por Assim Dizer)
Marcelo Costa (Piteco – Fogo)
Mary Cagnin (Bittersweet)
Pedro Cobiaco (Lila)
Rafael Torres (Simultâneo)
Renato Dalmaso (O Elísio: Uma Jornada ao Inferno)
Wagner William (Silvestre)
Wesley Samp (A Última Dança)

DESENHISTA NACIONAL

Al Stefano (Salseirada)
Alex Rodrigues (O Último Assalto)
Cavani Rosas (Polinização)
Danilo Beyruth (Love Kills)
Fefê Torquato (Tina – Respeito)
Jefferson Costa (Roseira, Medalha E Engenho)
Marcel Bartholo (A Necromante)
Marcello Quintanilha (Luzes De Niterói)
Mary Cagnin (Bittersweet)
Orlandeli (Os Olhos de Barthô)
Santtos (Blackout 2)
Shiko (Três Buracos)
Wagner William (Silvestre)

EDIÇÃO ESPECIAL ESTRANGEIRA

A Louca do Sagrado Coração (Veneta)
Aurora das Sombras (Darkside)
Benzimena (Zarabatana)
Deadwood Dick – Negro Como a Noite, Vermelho Como Sangue (Panini)
Intrusos (Nemo)
Luz Que Fenece (Pipoca & Nanquim)
Mister No – Revolução (Panini)
Moonshadow (Pipoca & Nanquim)
O Dia de Julio (Nemo)
O Eternauta 1969 (Comixzone!)
Solitário (Pipoca & Nanquim)
Spinning (Veneta)

EDIÇÃO ESPECIAL NACIONAL

Capa Preta (Comixzone!)
Love Kills (Darkside)
Luzes de Niterói (Veneta)
O Elisio: Uma Jornada ao Inferno (Avec)
Obscuro Fichário dos Artistas Mundanos (Cepe)
Roseira, Medalha e Engenho (Pipoca & Nanquim)
Silvestre (Darkside)
Tina: Respeito (Panini)
Três Buracos (Mino)
Último Assalto (Zapata)

EDITORA DO ANO

Avec Editora
Comix Zone
Devir Brasil
Jbc
Jupati/Marsupial
Marca de Fantasia
Mino
Nemo
Pipoca & Nanquim
Todavia Editora
Panini
Darkside
Veneta
Draco
Zarabatana

LIVRO TEÓRICO

– Catálogo HQ Brasil por Bienal de Quadrinhos Curitiba
– Como Escrever Tirinhas de Quadrinhos?- Um Pequeno Manual de Roteiro e Storytelling por Rafael Duarte Oliveira Venancio
– Educando Na República – Charges, Cartuns E Histórias Em Quadrinhos Da Revista -Illustrada Por Thiago Modenesi
– Grande Almanaque De Super-Heróis Brasileiros Por Franco De Rosa
– Mulheres & Quadrinhos Por Dani Marino E Laluña Machado
– Mulheres Quadrinistas – No Ceará Tem Disso Sim Por Jeanni Cordeiro Barros
– O Estatuto Das Belas-Artes Nos Quadrinhos Por Gazy Andraus
– O Justiceiro De Garth Ennis E O Mundo Como Graphic Novel Por Alberto Pessoa
– São Internacional De Humor Da Caratinga – 15 Anos Por Edra (Elcio Danilo Russo Amorim)
– TIRAS PAULISTAS 1963-1968 Por LUIGI ROCCO

NOVO TALENTO – DESENHISTA

Andre Luis da Silva Pereira (Tuhu e o Andarilho do Tempo)
Brendda Maria (Cais do Porto)
Deborah Salles (Viagem em volta de uma ervilha)
Fabio Quill (Amálgama)
Gio Guimarães (Hologramas)
Gleisson Cipriano (Caçada Azul)
Greg (O Obscuro Fichário dos Artistas Mundanos)
Gustavo Novaes (A Cabana)
Juliana Fiorese (Lenora)
Natália Vulpes (A Casa Da Lua Cheia)
Renato Dalmaso (O Elísio: Uma Jornada ao Inferno)
Victor Harmatiuk (Shimra)

NOVO TALENTO – ROTEIRISTA

Al Stefano (Salseirada)
Amanda Miranda (Tabu)
Caru Moutsopoulos e Caroline Favret (A Cabana)
Eliane Bonadio (Hologramas)
Gabriela Antonia Rosa (Shimra)
Guilherme Match (Kophee)
Jefferson Costa (Roseira, Medalha e Engenho)
Marília Marz (Indivisível)
Mille Silva (Doce Jazz)
Rafael Marçal (Filhote de Mandrião)
Renato Dalmaso (O Elísio)
Silva João (HQ de Briga)

PRODUÇÃO PARA OUTRAS LINGUAGENS

Turma da Mônica: Laços – O Filme (Cinema)
Espetáculo Teatral Turma da Cabeça Oca contra o bullying (Teatro)
The Boys 1ª Temporada (Série)
Turma do Pererê.Doc (Documentário)
A Mulher Surda na Segunda Guerra Mundial (Exposição Virtual)
Umbrella Academy 1ª Temporada (Série)

PUBLICAÇÃO DE CLÁSSICO

Akira 6 (JBC)
Almanaque 50 Anos de The Supermãe (Melhoramentos)
Biblioteca Eisner: Um Contrato Com Deus (Devir)
Capa Preta (Comixzone!)
Lendas do Universo DC, Quarto Muno – Jack Kirby (Panini)
Lone Sloane (Pipoca & Nanquim)
Moonshadow (Pipoca & Nanquim)
O Eternauta 1969 (Comix Zone)
Squeak The Mouse (Veneta)
Tio Patinhas por Carl Barks: A Coroa Perdida de Gengis Kahn (Panini)

PUBLICAÇÃO DE TIRA

A Vida e Outras Ansiedades (Independente)
Batatinha Fantasma (Independente)
Corenstein: Como faz para Parar? (Independente)
Malu: Pequena, Comum e Extraordinária (Independente)
Memes são a Salvação (Independente)
Navio Dragão (Bast!/Jambô)
Os Mundos de Liz (Noir)
Razão Vs Emoção (Independente)
Teo & O Mini Mundo (Independente)
Vida Besta (Independente)

PUBLICAÇÃO INDEPENDENTE DE AUTOR

A Cabana
Blackout 2
Brisa Errada
Doce Jazz
Existe Outro Caminho
Hologramas
Kophee
Mjadra
O Cramulhão e o Desencarnado
Salsadeira
São Francisco
Tengu – Hyakki Yakou

PUBLICAÇÃO INDEPENDENTE DE GRUPO

Café Especial 17
Harmonihq
Histórias Passageiras – Baseado nos Contos “Entreouvidos no Metrô”
Histórias Quentinhas sobre sair do armário
Orixás: Ikú
Pé De Cabra 2
Segunda-Feira Eu Paro
Shoujo Bomb
VHS – Video Horror Show
Volkan 2

PUBLICAÇÃO INDEPENDENTE EDIÇÃO ÚNICA

A Cabana
A Nova Califórnia
Caroço de Abacate
Divino Mundanismo
Entre Cegos e Invisíveis
Hologramas
Mjadra
Os Olhos de Barthô
Pedra Pome
Simultâneo
Último Assalto

PUBLICAÇÃO INFANTIL

A Casa da Lua Cheia (Independente)
A Última Dança (Independente)
Boa Noite Planeta (VR Editora)
Bravo (Independente)
Como fazer amigos e enfrentar fantasmas (Independente)
Filhote de Mandrião (Independente)
Luberjanes (Devir)
Milka (Empíreo)
Mônica Tesouros (Panini)
Princesa Astronauta Fantasma – Em Aterrissagem Forçada (Independente)
Tuhú e o Andarilho do Tempo (Independente)

PUBLICAÇÃO MIX

Bruttal (Omelete)
Café Espacial 17 (Independente)
Gibi de Menininha 2 (Zarabatana)
Histórias Passageiras – Baseado nos Contos “Entreouvidos no Metrô” (Qualidade em Quadrinhos)
Mulheres & Quadrinhos (Skript)
Na Quebrada – Quadrinhos de Hip Hop (Draco)
Pé de Cabra 2 (Independente)
Sangue no Olho (Draco)
Segunda-Feira Eu Paro (Independente)
Tools Challenge – Sayonara Bye Bye (Draco)

ROTEIRISTA NACIONAL

Aline Zouvi (Pão Francês)
Daniel Esteves (Sobre o tempo em que estive morta e último assalto)
Danilo Beyruth (Love Kills)
Fefê Torquato (Tina: Respeito)
Felipe Nunes (Clean Break)
Lillo Parra (O Cramulhão e o Desencarnado)
Marcello Quintanilha (Luzes de Niterói)
Mário César (Bendita Cura 2)
Milena Azevedo (Penpengusa)
Orlandeli (Os Olhos de Barthô)
Shiko (Três Buracos)
Thiago Ossostortos (Mjadra)

WEB QUADRINHOS

A Todo Vapor!
Bendita Cura
Bittersweet
Gemini
Instacomics The Last Drive
Laços
O Abismo
Por Assim Dizer
Porto Alegre em Quadrinhos
Valkíria – Guerra Fria

WEB TIRA

A vida e outras ansiedades
Astro Não Mia
Batatinha Fantasma
Cartumante
Depósito do Wes!
Larkness
O Capirotinho
Razão Vc. Emoção
Tirinhas de Helô D’angelo
Tirinhas do Silva João

EVENTO

Butantã Gibicon
Esquentamente Artist’s Alley
Heromix 2019
Kuadrombi!
Nitcomics
Panorama Nona Arte
Poccon – Feira LGTBQ+ De Quadrinhos e Artes Gráficas
Semana De Quadrinhos da UFRJ
Siq – Semana Internacional de Quadrinhos
Virada Nerd – Dia do Quadrinho Grátis

EXPOSIÇÃO

O Ordinário Rafael Sica
Batman 80 – A Exposição
Angola Janga De Marcelo D’salette Em Angola/Moçambique
O Matrimônio De Céu & Inferno
Malu – Pequena, Comum E Extraordinária
Exposição Catálogo Hq Brasil – Gibiteca De Curitiba
Exposição Ao Mestre Com Carinho – Ziraldo
Este Não É Um Lugar Seguro
Underground Ilustrado
Traços Curitibanos 3

PUBLICAÇÃO JUVENIL

A Heroica Lenda de Arslan 1 (JBC)
Cabra D’água (Draco)
Golias (Todavia)
Luz que Fenece (Pipoca & Nanquim)
Malu – Pequena, Comum e Extaordinária (Independente)
O Mundo de Yang – Rumo ao Sul (Gambatte)
Os Mundos de Liz (Noir)
Província Negra (Independente)
Tina – Respeito (Panini)
Umbrella Academy Hotel Oblivion (Devir)

PUBLICAÇÃO DE AVENTURA/TERROR/FANTASIA

A Cabana (Outside)
A Grande Odalisca (Pipoca & Nanquim)
A Última Flecha (Monomito)
Aurora nas Sombras (Darkside)
Gibi de Menininha 2 (Zarabatana)
Gideon Falls 2 (Mino)
Monstruário 2 (Jupati/Marsupial)
O Esqueleto – O Fim de todas as espécies (Zarabatana)
Penpengusa (Zarabatana)
Sobre O tempo em que estive morta (Zapata)
Três Buracos (Mino)

PUBLICAÇÃO DE HUMOR

Corenstein: Como faz para parar? (Independente)
Hell, No! Bem vindo ao inferno (Balão)
Malu – Pequena, Comum e Extraordinária (Independente)
Navio Dragão (Bast!/Jambô)
O Clube da Criança Junkie (Independente)
Olga, A Sexóloga Vol. 2 (Cubzac)
Os Catecismos de Mama Jellybean – Minha Vida no Convento (Independente)
Razão Vs Emoção (Independente)
Trambik (Independente)
Vida Besta (Independente)

PUBLICAÇÃO EM MINISSÉRIE

Akira 6 (JBC)
Boa Noite Punpun 7 (JBC)
Bone 3 (Todavia)
Erased 9 (JBC)
Little Witch Academia 3 (JBC)
Monstruario 2 (Jupati/Marsupial)
O Marido Do Meu Irmão (Panini)
Rosa De Versalhes (JBC)
Senhor Milagre (Panini)
Tengu – Hyakki Yakou (Independente)

Parabéns para todos os indicados!

 

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Enola Holmes: A sessão da tarde que precisamos

A nova obra distribuída pela Netflix promove uma sessão leve e tranquila. Se tivéssemos filmes como Enola Holmes no programação da Sessão da Tarde estaríamos muito bem servidos. Assistir à história da pequena detetive resulta em uma leveza totalmente necessária por agora. Contudo, sua leveza não é obstáculo para tratar assuntos sérios e pertinentes de maneira correta, com a extrema sensibilidade requisitada por eles.

Enola Holmes é irmã do mais conhecido detetive da literatura e das artes, Sherlock Holmes. Com adaptações, tanto na TV como no cinema, além das diversas edições produzidas por Arthur Conan Doyle, sua fama foi o construindo em um verdadeiro símbolo da cultura. Palavras e expressões como “elementar” e “meu caro Watson” ficaram popularmente conhecidas e usadas ao redor do mundo; a perspicácia do detetive aliada à complexidade das tramas que Doyle concebera o fizeram ser uma figura incontestável, de julgamentos indispensáveis. Através da obra de Nancy Springer, tivemos o surgimento de uma caçula na família Holmes, Enola, onde esta toma o protagonismo para si. E em sua adaptação cinematográfica, Enola é justamente a caçula que toma as rédeas da história, colocando às vezes o próprio “maior detetive da história” no bolso.

E é nessa mudança de protagonismo que Enola Holmes funciona tão bem, como filme e discurso. Millie Bobby Brown, que fez sucesso escandaloso em Stranger Things, interpreta aqui uma menina completamente transgressora das regras sociais impostas na Inglaterra do século XIX. Sua postura é resultado da criação provida pela mãe, Eudoria Holmes (Elena Bonham Carter), que participa de movimentos feministas ingleses enquanto ensina a filha tudo o que for necessário para torná-la uma cidadã exemplar, mas, principalmente, livre. O desaparecimento da mãe, contudo, ocorre de forma repentina e serve como ponto de partida ao desenrolar da trama, fazendo com que Enola saia em uma busca desenfreada. Millie, aliás, é impressionante no papel, conseguindo aplicar um tom equilibrado à personagem, enquanto consegue mostrar rigidez e descontentamento nas horas corretas, também sabe evidenciar as dificuldades e os conflitos internos da protagonista, afinal, é apenas uma garota de 16 anos.

Como elenco de apoio, temos Sam Claflin e Henry Cavill como Mycroft e Sherlock, respectivamente. Ambos compõem a família Holmes e são irmão de Enola. Por ser o irmão mais velho, Mycroft, devido ao desaparecimento da mãe, se torna responsável pela guarda de Enola e decida colocá-la em um internato. E digo logo de cara que Claflin está ótimo, mesmo com poucas cenas e cumprindo um papel burocrático, o ator tem as feições e os gritos de um verdadeiro malfeitor de um filme infantojuvenil. Do outro lado, temos o nosso detetive Superman – e talvez isso seja suficiente. Diferentemente de Millie, que consegue distanciar Eleven de Enola, Cavill se tornou tão icônico no papel de Superman que não se consegue diferenciá-lo de Sherlock, e a atuação dele, embora não comprometa, pouco ajuda nessa desassociação. Entretanto, não há só lados negativos na interpretação de Cavill, seu figurino e sua maquiagem, além do notório físico do ator, dão imponência à presença de Sherlock no ambiente – repare na cena do internato, onde a luz solar se confunde com a figura de Sherlock; nela, podemos dizer que há realmente um Sherlock Holmes.

Acerca da narrativa, há surpresas agradáveis na direção de Harry Bradbeer. O diretor encontra soluções criativas para o desenvolvimento da história, como o uso fluido dos flashbacks na montagem junto às cenas do presente; quando Enola se encontra em uma enrascada, se lembra imediatamente da mãe a ensinando e a treinando – existe uma passagem particular onde ocorre uma briga física (até onde a classificação 12+ permite), e as cenas do passado e do presente se intercalam criando um ritmo muito satisfatório. Complementando esse sensação, a trilha sonora composta por Daniel Pemberton é animada e eleva o tom aventuresco do filme. Outra solução interessante de Bradbeer é o uso da quebra da quarta parede; quando o autor olha para a câmera e conversa diretamente com o espectador. Millie parece dominar a técnica há anos, conseguindo, através de poucos olhares à câmera, expressar tudo o que ela está passando. E o estilo da movimentação da câmera – captando a ação das cenas juntamente às quebras de Enola – é um ponto altíssimo da cinematografia de Giles Nuttgens (com belo currículo.).

Contudo, o virtuosismo técnico de Enola Holmes esbarra na própria limitação do diretor. A quebra da quarta parede e a montagem dos flashbacks são bem executados, mas usados em excesso constrangedor, porém, compreensível pelo público-alvo. A Enola fala tanto, mas tanto com a câmera, que esse elemento começa a se desgastar e você só quer que a história dê prosseguimento no meio de inúmeras interrupções. Os flashbacks também são excessivos, usados demasiadamente na explicação de QUALQUER momento importante ou decisivo dos mistérios apresentados. Parece que o Bradbeer se acomodou nesses elementos e esqueceu que um filme investigativo também pode ser solucionado e desenvolvido com outros auxílios, sem excessos ou soluções fáceis (presentes aqui).

Em relação ao tema proposto de Enola Holmes, só elogios a serem feitos. A história é sobre emancipação e amadurecimento, onde coloca uma garota tendo que enfrentar diversas opressões, de caráter social principalmente, que ditam normas e regras pautadas em um conservadorismo moral gritante. Mesmo que estes assuntos espinhosos estejam dimensionados a um público mais infantil, o filme não deixa de tratá-lo com a seriedade devida, servindo como incentivo para jovens que buscam viver seus próprios desejos e convicções. Além disso, a mensagem construída no final aquecerá até o coração dos mais velhos, concluindo uma trama marcada por superações e pela busca de autonomia.

Enola Holmes é, indiscutivelmente, a sessão da tarde em sua melhor expressão. Há aqueles que tratarão o filme como um simples conto infantojuvenil – e ele também é isso – e deixarão escapar significados que possam interessá-los. A lição que fica é nunca subestimarmos filmes que, no início, possam parecer que não têm nada a dizer. Esta obra não é o caso, embora passe longe de ser perfeita.Para quem está trabalhando?”, “Inglatera.”, é um bom exemplo de diálogo que reflete a capacidade de um filme infantojuvenil ser tão sutil e, ao mesmo tempo, tão ambicioso ao trabalhar seu discurso. Em tempos difíceis como esse em que vivemos, talvez essa ambição seja o que precisamos.

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Cultura Japonesa Pagode Japonês

Relacionamentos e seus problemas com “Rent-a-Girlfriend” e “Oregairu”

Nessa altura do ano, acho que nem preciso mais comentar sobre o estado absurdo de insanidade que o planeta Terra está, não é? Para todos os lados que você olha, é um absurdo atrás do outro. E um dos principais problemas que muitos de nós estamos precisando lidar é a falta de contato humano. Seja em maior ou menor escala, todo mundo precisa se relacionar com outras pessoas.

Relacionamentos são coisas complexas, com tantas nuances quanto você desejar pensar, e isso que faz com que sejam algo tão fascinante, e o esqueleto de nossa sociedade. Não à toa, temos o relacionamento humano como sendo o mote de praticamente toda obra de ficção que existe. Algumas se debruçam mais no tema do que outras, mas é inegável que seja um fator onipresente em seja lá o que você esteja consumindo.

E é claro que os animês não são exceção. Não importa o quão frio e calculista Peaky Blinder você pense que é por ficar dentro de casa o dia inteiro só assistindo seus shows japoneses, você ainda está lidando com relacionamentos humanos. E na temporada atual, existem dois animês em especial, onde toda a história é centrada em relacionamentos, e seus impactos na vida daqueles que estão envolvidos neles: “Rent-a-Girlfriend” e “My Teen Romantic Comedy SNAFU” (Apenas “Oregairu”, para encurtar). São shows absurdamente diferentes, voltados para públicos diferentes e com origens diferentes, mas com um ponto em comum: ambos se baseiam em relacionamentos problemáticos e nos problemas que eles causam.

Baseado em um mangá de Reiji Miyajima, Rent-a-Girlfriend é mais um dos típicos haréns absurdos que já conhecemos e vivemos numa relação problemática de amor e ódio. Premissas e questionamentos à parte, o ponto que precisa ser levantado é o aspecto predatório e abusivo do protagonista, Kazuya.

Relacionamentos abusivos não são brincadeira, e podem causar sequelas permanentes nas pessoas envolvidas. Uma das práticas mais comuns nesse tipo de relacionamento é o abuso psicológico e a chantagem emocional, que são usadas como ferramenta de vitimização para buscar estender a duração de algo que já deveria ter acabado. Mesmo que acidentalmente ou sem perceber, Kazuya usa de ambas as táticas para manter sua namorada de aluguel, vizinha e colega de universidade em cheque.

Felizmente, eu nunca passei por um relacionamento abusivo, mas apenas de assistir as interações de Kazuya com a Chizuru, já fiquei meio deprê. Fui buscar, nos cantos mais remotos da Torre, por algum redator que tenha passado por esse problema no passado, e encontrei dois. Sem qualquer consideração por seus traumas, os forcei a assistir os primeiros episódios do show, e a resposta foi imediata: reconhecimento instantâneo de que aquilo é, de fato, um abuso absurdo, e que eles nunca mais vão assistir qualquer coisa sob recomendação minha.

Nem precisa esperar muito não. No PRIMEIRO EPISÓDIO ele já tá se vitimizando.

E a questão não para por aí. Queria eu que parasse! Não só o protagonista se vitimiza e força suas vontades na garota, como todos os relacionamentos do show são quebrados por dentro. Fica claro que a intenção do autor é justamente expor esse tipo de comportamento, e buscar dar visibilidade para um problema que muitas vezes não é levantado com tanta frequência quanto deveria. Ao menos, isso é o que eu gosto de imaginar.

O show em si é uma montanha-russa de emoções, te deixando irritado, ansioso, triste e alegre em questão de minutos. Além disso, é um raro caso de comédia romântica que não se passa num ambiente escolar. E com personagens adultos (bem, na faixa dos 20 anos), a história tem muito mais liberdade em abordar temas e acontecimentos que jamais seriam vistos num show colegial. Vale uma conferida, nem que seja para passar nervoso comigo.

Por outro lado, temos “Oregairu”, uma light novel de Watari Wataru, que está recebendo sua terceira e última temporada agora no meio do ano. A busca de um relacionamento “genuíno” é a força-motriz da terceira iteração de Hikigaya Hachiman, e olha rapaz, quantos problemas isso não vai causar.

O grande conceito que Oregairu aborda é a importância dos relacionamentos, e como a moderação é a chave para um relacionamento saudável. Começamos com nosso protagonista, Hikigaya, no extremo negativo da balança: ele é o clássico “isoladão”, que odeia as pessoas populares e não entende o motivo de precisar de outras pessoas em sua vida. Temos todo o show como uma grande jornada de aprendizado e autorrealização, mostrando para o nosso Batman do clube de voluntários a relevância que um relacionamento pode ter em sua vida.

Acontece que essa jornada é efetiva até demais. O clímax da história (que dá até nome para a temporada final) mostra o extremo positivo da balança: quando um relacionamento passa a ser tão vital para sua existência, que acaba se tornando prejudicial para ambas as partes. A chamada “codependência” é uma relação perigosa que é tratada pela psicologia como um risco que pode instigar novos comportamentos negativos e reforçar os já existentes.

Quando um relacionamento passa do plano da confiança e começa a se tornar perigoso, é aí que os problemas começam.

Sendo um dos mais populares animês dos últimos anos, “Oregairu” merece toda a glória que recebe, por ser engraçado, irônico, ríspido e absurdamente ciente de si mesmo, sem perder o seu senso de realidade. É um drama adolescente que chega a assustar de tão pé no chão que é, fazendo qualquer adulto olhar para a situação e simplesmente rir com um “aiai, como adolescente é bobo né”.

Em ambos os shows, temos pessoas sofrendo, causando e participando de uma gama de diferentes tipos de relacionamentos problemáticos, e se esforçando (ou não) para sair da (ou se afundar ainda mais na) situação em que estão. Enquanto não conseguimos vivenciar e superar nossos próprios relacionamentos na vida real, e enquanto as novelas forem reprises de coisas que já assistimos antes, Rent-a-Girlfriend e Oregairu suprem nossa cota de problemáticas, semanalmente.

Caso tenha se interessado por alguns desses shows, e queira conferir por conta própria, “Rent-a-Girlfriend” está disponível na Crunchyroll, com novos episódios toda sexta-feira. Já “Oregairu” possui suas três temporadas disponíveis no Hidive (Primeira temporada | Segunda temporada | Terceira temporada), e também está disponível na Crunchyroll. Novos episódios são disponibilizados nas duas plataformas toda quinta-feira.

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Entretenimento Games

GDLK: High Score e a Importância da Representatividade na Origem e História dos Games

Durante esse mês de agosto, estreou na Netflix a minissérie-documental GDLK, chamada de High Score nos Estados Unidos, e ela destrincha todas as histórias que envolvem o início dos videogames, passando pelos jogos icônicos como Pac-Man, Space Invaders, Sonic the Hedgehog, MADDEN NFL e por aí vai. O programa é um banquete para quem gosta dos games e serve para entender os alicerces da indústria mais lucrativa de todos os tempos e que cada ano mais cresce em números financeiros e de jogadores.

GDLK: High Score tem narração do lendário Charles Martinet (você o conhece por ser a voz o Mário), e uma saraivada de entrevistas com pilares da indústria como Nolan Bushnell, Tomohiro Nishikado, John Tobias, John Romero, Yoshitaka Amano e várias outras figuras importantes. Criada e dirigida pela francesa France Costrel, GDLK tem seis episódios que, deliciosamente, vão discorrendo sobre os bastidores da criação e dando nome aos bois do processo. Começando com a criação de Space Invaders, como a Nintendo entrou e se tornou uma gigante no mundo dos games, a estratégia da Sega contra o reinado de Super Mário e Cia, os processos judiciais que ocorreram na época, o começo dos games esportivos, a criação dos jogos de luta e como a violência neles promoveram a ira de parte da sociedade e os famosos campeonatos de games e como uma indústria que somente visava colocar moedas nas máquinas se tornou multi bilionária, vindo até lucrar mais do que Hollywood em alguns anos.



“Mas Ricardo… qual o diferencial de GDLK para outros programas que falam sobre a história dos games?”

Bem, GDLK tem o fator de apresentar como essa indústria cresceu, e se tornou o que muita gente joga hoje em dia, teve sua parcela de inclusão social e para os mais diversificados tipo de pessoas e gêneros. Sabemos que os videogames é muito a área de “refúgio” ou então de “segurança”  e até mesmo de auto-afirmação de várias pessoas. Mas não sabemos como essas pessoas mudaram e ajudaram a evoluir essa indústria que hoje em dia é um celeiro de preconceituosos imbecis. E essas histórias são inseridas e apresentadas de forma sutil e inteligente. É como um “Cavalo de Troia”.

O plano de batalha da Sega contra a Nintendo.

Graças a GDLK conhecemos a transexual Rebecca Heineman, a primeira pessoa a vencer um campeonato nacional de Space Invaders nos EUA. Rebecca é programadora e designer de videogames, e teve sua vida mudada depois de se sagrar campeã. E como ela mesmo disse, antes dos videogames, ela era uma pessoa reclusa e vencer um campeonato mudou a sua vida pessoal e profissionalmente.

Conhecemos figuras que, são anonimas para o grande público, mas foram importantes para a evolução dos videogames. como o engenheiro elétrico Jerry Lawson (1940-2011), ele foi responsável pela criação dos cartuchos, invenção importantíssima que mudou a trajetória de comercialização de games. A sua família aponta Jerry como um dos raros afro-americanos que trabalhavam no Vale do Silício na década de 70. Conhecemos também Gordon Bellamy, um negro e gay, que incluiu atletas de afro-americanos (que representam a maior parte da NFL) na franquia Madden NFL.

Gordon Bellamy

Apresentar essas e outras pessoas, prova que é importante a diversificação em qualquer meio. Principalmente nos games que tem uma grande parte pessoas machistas, preconceituosas e xenofóbicas. Dar espaço e voz para essas pessoas que contribuíram de alguma forma para a industria de tornar o que tornou, é como um tapa de película nos “trolls”. E até para quem não contribui para o proliferação dessa imbecilidade, GDLK é muito bem-vinda! Pois, se bobear, o grande público jamais saberia da existência e da importância dessas pessoas.

A narrativa de GDLK é empolgante e transporta o telespectador para o ambiente e tempo. As montagens e os efeitos se casam com o contexto apresentado em cada episódio. O que eu senti mais falta foi um conteúdo mais rico em alguns momentos. Como apresentar mais fatos, como por exemplo no episódio quando entrevistam Howard Scott Warshaw. O desenvolvedor do game E.T. para o Atari. O jogo foi programado para ser o carro chefe da empresa no natal de 1982, e foi um fracasso total de vendas. Apesar de ser trágico, chega ser meio engraçado ver Howard meio que “jogando a culpa” em Steven Spielberg pelo desenvolvimento do game. Mas faltou falar sobre a Atari enterrar milhares de cartuchos no deserto. Ou simplesmente se aprofundar mais quando, na década de 80, a indústria de videogames sofreu um poderoso crash.

Mas mesmo com um gosto de faltou um tantinho para a perfeição, GLDK é um importante registro sobre a indústria de videogames, com suas histórias e pessoas que moldaram e a fizeram evoluir como está hoje. Vale lembrar que a minissérie não aborda a fase de XBox e Playstation. De repente ficou para uma segunda temporada, apesar de não revelarem algum possível desenvolvimento sobre. Ela será muito bem-vinda.

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Acertar a Cronologia e Reformular os X-Men é Importante Para Todos

Ter uma cronologia complicada beira ser uma característica dos X-Men e seu universo. São tantas indas e vindas. Xavier morre, Xavier ressuscita. Jean Grey morre, Jean Grey ressuscita. Magneto fica jovem, Magneto fica velho… se o leitor ficasse um tempo sem ler qualquer título dos Mutantes da Marvel, depois que voltava ficava mais perdido que cego em tiroteio. Mas os últimos lançamentos da Marvel Comics, pelo menos os mais importantes dos últimos anos, vem para colocar tudo no eixo finalmente. E chegou em boa hora.

Clássicos nunca morrem.

Os X-Men sempre foram um grande produto da Marvel Comics. Quantas e quantas vezes salvou a editora com seus diversos produtos, licenciamentos, games etc e tal. Reconheço que os títulos tiveram bastante sucesso nos anos 80, com grandes sagas e participando de momentos históricos. Muitos mesmo, ali fermentou uma base sólida com personagens se tornando verdadeiros arrebatadores de fãs, como o Wolverine e a Tempestade. Mas a grande popularização veio realmente na década de 90.

Os games presentes no Mega Drive, Super Nintendo etc, o icônico desenho animado e até mesmo as sagas de gosto duvidoso como Era do Apocalipse e Massacre não abalavam o sucesso dos Mutantes e muito menos as suas vendas. Com o passar do tempo, apesar dos filmes com sucesso de público, os quadrinhos já não cativavam tanto quanto antes, até chegar o momento em que praticamente foram “jogados para o escanteio” pela própria editora. Com o advento dos filmes dos Estúdios Marvel e os Mutantes (e também o Quarteto Fantástico) em outros estúdios, os títulos foram diminuindo, personagens importantes foram saindo de cena e muita coisa foi testada, usada, sem muito sucesso. Os, até então, um dos carro chefe mais lucrativos da editora ficaram à sombra até mesmo dos Inumanos.

X-Men: Grand Design
X-Men por Jonathan Hickman

Mas agora com X-Men: Grand Desing de Ed Piskor e a nova fase nas mãos do badalado Jonathan Hickman, um novo capítulo está sendo escrito. Sim, confesso que até agora não li nenhuma das edições, isso é uma verdade. Então escrevo aqui como o Ricardo, menino lá da década de 90, que comprava formatinho dos X-Men e do Wolverine, que está empolgado infinitamente com essa “guinada” dos Mutantes. Pelo o que já li de resenha das edições, ou de pessoas que leram e deram feedbacks sinceros, elas em sua maioria abraçaram os novamente os Mutantes. E isso é muito importante, para os personagens, e para o mundo em que vivemos. Isso mesmo.

X-Men Gold e Red

O principal fator dos X-Men e toda comunidade mutante, sempre foi enfrentar o inimigo chamado preconceito. Cada vez que vemos um caso de racismo, homofobia ou algo do tipo, e que esse tipo de idiotice vem de algum “nerd” ou leitor de HQ, usamos um jargão: “esse não entendeu X-Men”. E realmente ele não deve ter entendido. Até porque esse tipo de pessoa não se conectou com as histórias e personagens que trazem o peso do preconceito. Esse tipo de pessoa conheceu os personagens em games lutando contra Ryu, Ken e CIA. Conheceu por cima dos filmes que abordam muito superficialmente o assunto e nas HQs, esse tipo de pessoa leu um mundo sem mutantes, ou então eles lutando contra os Vingadores, ou contra sua própria extinção por causa da Névoa Terrígena dos Inumanos. Qual foi a última grande história ou momento dos quadrinhos em que vimos os mutantes abordando o preconceito de forma efetiva contra aqueles que os temem? As mais recentes foram nas HQ’s X-Men Gold e na ótima X-Men Red. Que sinceramente, apesar de serem boas publicações, não fizeram o estardalhaço do peso do assunto.


“Ah Ricardo, você está sendo um radical chato. A culpa de existir preconceito é da Marvel que não publicou histórias de racismo contra os mutantes?”

Não, estimado leitor, não mesmo. É algo maior do que isso. Mas se cada um fizer a sua parte, usando as “armas de propagação” que tem, podemos subir um degrau de cada vez. Hoje mais do que nunca é importante que as pessoas entendam os X-Men. Por que são justamente com essas “armas de propagação” ou com a “máquina de propaganda”, usadas de forma errada e maliciosa, que as fakes news são espalhadas. Mas também o ódio, o preconceito, ignorância contra outras pessoas e até governos são eleitos com ela. Hoje mais do que nunca é importante que as pessoas saibam que preconceito de qualquer forma é nocivo e maligno. Por isso é muito bom que os X-Men sejam acertados cronologicamente, reformulados e venham ensinar.

E lá em cima, no começo do texto, eu disse que Ed Piskor e Jonathan Hickman vieram em boa hora para colocar tudo no eixo e criar novos leitores e arrebatar os antigos. XMenGrand Design veio para recolocar a galera na cronologia e nova fase do Hickman para dar uma nova… digamos… roupagem, atualizada… nos personagens e tudo aquilo que os cercam. Os Mutantes daqui a algum tempo vão estar de volta aos cinemas e agora pelos poderosos Estúdios Marvel. Vão surgir/criar novos fãs e quem sabe novos leitores. Mais uma incrível chance de usar personagens queridos e poderosos na mídia, para ensinar, de forma clara, o que sempre foi um alicerce na criação deles no passado. Sim, os X-Men tem um papel importante na “criação educacional e moral” de muita gente.

E aquele, que mesmo depois de ler sobre X-Men e continuar com o mesmo sintoma de preconceito imbecil… sim, esse nunca vai entender os X-Men.

Vida longa aos X-Men!

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Tela Quente

Torre Indica | Filmes para assistir sobre a II Guerra Mundial

Os mais aficionados em eventos históricos não abrem mão daquele conteúdo que reconta algum momento pretérito e podem conhecer mais sobre o que aconteceu através de diversas mídias como séries, filmes e documentários. Produções baseadas em eventos reais nos aguçam a curiosidade e somos transbordados por vários sentimentos. Ficamos tristes, surpresos e horrorizados com as malezas do mundo. A II Guerra Mundial foi assim e até hoje é relembrada por esses sentimentos. Tivemos inúmeras produções que tocaram direto na ferida e outras que honraram o valor patriótico em tempos de guerra. Estou aqui para apresentar alguns para vocês.

*A lista não segue uma ordem de preferência*

A Conquista da Honra (2006) 

Fevereiro de 1945. Apesar da vitória anunciada dos aliados na Europa, a guerra no Pacífico prosseguia. Uma das mais importantes e sangrentas batalhas foi a pela posse da ilha de Iwo Jima, que gerou uma imagem-símbolo da guerra: cinco fuzileiros e um integrante do corpo médico da Marinha erguendo a bandeira dos Estados Unidos no monte Suribachi. Alguns destes homens morreram logo após este momento, sem jamais saber que foram imortalizados. Os demais permaneceram na frente de batalha com seus companheiros, que lutavam e morriam sem qualquer ostentação ou glória.

Pelas informações do Estadão Acervo, essa é a mais simbólica fotografia da Batalha do Pacífico durante a Segunda Guerra Mundial. A imagem foi capturada em 23 de fevereiro de 1945 (completou 75 anos em 2020) pelo fotógrafo Joe Rosenthal durante a Batalha de Iwo Jima, e mostra soldados americanos fincando a bandeira dos Estados Unidos no Monte Suribachi, ponto mais elevado da ilha japonesa. A foto rendeu ao autor o prêmio Pulitzer de 1945. A posse da estratégica ilha do Pacífico, situada a 1.200 km de Tóquio, só aconteceu no final de março de 1945. Os combates ali travados estão entre os mais violentos da Segunda Guerra.

A Lista de Schindler (1993)

A inusitada história de Oskar Schindler (Liam Neeson), um sujeito oportunista, sedutor, “armador”, simpático, comerciante no mercado negro, mas, acima de tudo, um homem que se relacionava muito bem com o regime nazista, tanto que era membro do próprio Partido Nazista (o que não o impediu de ser preso algumas vezes, mas sempre o libertavam rapidamente, em razão dos seus contatos). No entanto, apesar dos seus defeitos, ele amava o ser humano e assim fez o impossível, a ponto de perder a sua fortuna, mas conseguir salvar mais de mil judeus dos campos de concentração.

Numa matéria realizada pelo site DW para divulgar a biografia sobre Oskar Schindler, o autor da obra (David M. Crowe) levantou a ideia da Lista nunca ter existido. Pelo menos não a referida lista apresentada no romance de Thomas Keneally e que serviu de fonte para o filme de Steven Spielberg. Para os interessados, a biografia se chama Oskar Schindler – O relato não narrado de sua vida, atividades durante a guerra, e a verdadeira história por trás da lista.

A Vida é Bela (1997)

Durante a Segunda Guerra Mundial na Itália, o judeu Guido (Roberto Benigni) e seu filho Giosué são levados para um campo de concentração nazista. Afastado da mulher, ele tem que usar sua imaginação para fazer o menino acreditar que estão participando de uma grande brincadeira, com o intuito de protegê-lo do terror e da violência que os cercam.

A trama é bastante emotiva em mostrar de forma descontraída a rotina do pai em entreter o seu filho para que não perceba o horror da guerra.  Assim, consegue transmitir uma mensagem de pureza e inocência sobre o que acontece ao redor do personagem. É simplesmente uma mensagem de amor de pai para filho.

Até o Último Homem (2016) 

Desmond Doss (1919-2006) foi um militar norte-americano. Foi socorrista de guerra recebendo Medalha de Honra por salvar a vida de mais de 75 homens de infantaria durante a Batalha de Okinawa em 1945. Soldado Desarmado é um livro de memórias sobre o herói militar da II Guerra Mundial. A obra foi escrita por Frances Doss, segunda esposa do soldado e lançado aqui no Brasil em 2016. No filme, ele foi interpretado por Andrew Garfield.

Cartas de Iwo Jima (2006)

Assim como A Conquista da Honra, o diretor Clint Eastwood ficou responsável por este filme. Os dois retrataram a mesma batalha, porém por óticas diferentes. Isso foi um fator interessante e enriquece ambas as tramas. Cartas foi baseado num livro que relata a descoberta de cartas dos combatentes numa escavação.

Corações de Ferro (2014)

Durante o final da Segunda Guerra Mundial, um grupo de cinco soldados americanos é encarregado de atacar os nazistas dentro da própria Alemanha. Apesar de estarem em quantidade inferior e terem poucas armas, eles são liderados pelo enfurecido Wardaddy (Brad Pitt), sargento que pretende levá-los à vitória, enquanto ensina o novato Norman (Logan Lerman) a lutar.

A trama explorou os efeitos psicológicos que o personagem do Lerman foi sofrendo e como a sua inocência foi sendo fragmentada ao tentar lidar com os horrores que presencia ao seu redor.

Dunkirk (2017)

O longa retrata a Operação Dínamo, um resgate que tinha como objetivo a retirada de 45 mil ingleses presos na praia de Dunquerque (França) sob o ataque dos inimigos alemães. Os soldados ingleses estavam do outro lado do Canal da Mancha sob a mira constante por terra, mar e ar. Os civis foram essenciais para o resgate e o milagre de Dunquerque aconteceu.

O Menino do Pijama Listrado (2008)

O filme explorou a amizade inusitada entre Bruno (Asa Butterfield) e Shmuel (Jack Scanlon) de uma forma cativante. A inocência das crianças foi um ponto catalisador de toda a emoção que o telespectador sentiu e temendo um desfecho cruel dessa relação linda e singela.

O Pianista (2003)

Inspirado nas memórias do pianista Wladyslaw Szpilman, o filme mostra como foi sua vida sob o regime nazista e a rotina dele no Gueto de Varsóvia. Belíssimo longa que rendeu 3 Oscar, 2 BAFTAs, 6 Césars e a Palma de Ouro.

Pearl Harbor (2001)

O longa mostrou o triângulo amoroso formado entre Rafe, Evelyn e Danny antes do famoso bombardeio japonês em Pearl Harbor. Este ataque à base naval aconteceu em 7 de dezembro de 1941 e marcou o início do conflito entre EUA e Japão.

O objetivo do ataque foi a conquista e expansão territorial sobre as ilhas do Pacífico (informações retiradas do site História do Mundo). A resposta dos Estados Unidos veio com o lançamento das bombas atômicas em Hiroshima e Nagasaki em agosto de 1945, encerrando o sangrento conflito. O Japão realizou cerimônia simbólica para os 75 anos deste lançamento na semana passada.

O Resgate do Soldado Ryan (1998)

Capitão Miller (Tom Hanks) desembarcou na Normandia no dia 6 de junho de 1944 para resgatar o soldado James Ryan. Esse dia entrou para a História como o famoso Dia D. Soldados dos Aliados desembarcaram nas praias da Normandia para a grande ofensiva contra as tropas nazistas (informação histórica retirada do site DW).

 

Posso mencionar também os seguintes filmes: Tora! Tora! Tora!, 1945, Paraíso e mais inúmeros documentários sobre o tema (como Segunda Guerra Mundial em Cores pela Netflix). No mundo televisivo, não poderia deixar de mencionar Band of Brothers e The Pacific, duas minisséries excelentes da HBO.

É isto! Espero que tenham gostado e influenciado para que assistam ou até revejam algumas obras cinematográficas e televisivas. Fiquem bem e até a próxima, vigilantes.

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Gustavo Villani assume a responsabilidade da narração em FIFA 21

Gustavo Villani, atualmente narrador esportivo do Grupo Globo, substituirá Tiago Leifert, nas narrações do FIFA. Sua voz já estará presente em FIFA 21.

A EA (Eletronic Arts), desenvolvedora da franquia FIFA, já buscava uma renovação. Unindo pesquisas com o público alvo da franquia e algumas indicações, tanto de Tiago Leifert quanto de seu companheiro de comentários, Caio Ribeiro,  a empresa chegou ao nome de Gustavo Villani.

Em entrevista para o GloboEsporte, Gustavo Villani explicou alguns dos motivos da substituição de Leifert – “Thiago Leifert sai do jogo porque tá nascendo a Lua (sua primogênita), ele está vivendo um momento profissional e pessoal ótimo… Eu estou jogando há duas edições para entender o que o Thiago fazia, então tem uns momentos hilários como o Caio cantando paródias. Nós cantamos “We will never walk alone”, do Liverpool, a gente se permitiu se divertir, muito além de narrar e ele comentar, a gente teve um bom entrosamento logo de cara para levar para também dividir alegria com quem joga” – explicou Villani.

Assista o trailer do jogo abaixo:

FIFA 21 tem lançamento previsto para 6 de outubro, para PC, PS4, Xbox One e Switch em versão Legacy. E posteriormente, disponível para PS5 e Xbox Series X.