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DC Comics lançará livro explicando a anatomia dos seus personagens meta-humanos

A DC Comics anunciou o livro Anatomy of a Metahuman, um livro que será a referência da editora de como funciona o corpo dos maiores heróis e vilões do seu universo. O guia foi concebido por Batman para servir de estudo sobre os principais meta-humanos, explicando coisas como funciona a visão de raios-X do Superman ou de que é feito o Monstro do Pântano.

Confira a galeria abaixo:

 

Escrito por S.D. Perry e Mattew Manning, Anatomy of a Metahuman será publicado pela Insight Editions e contará com um extenso conjunto de capítulos cobrindo os membros da Liga da Justiça e vilões como Apocalypse e Darkseid. A bela arte anatômica foi feita por Ming Doyle. E se repararmos, realmente parece um livro de anatomia humana, como os que vemos nas escolas.

Anatomy of a Metahuman tem previsão de lançamento para setembro deste ano, mas já se encontra em pré-venda na Amazon, ainda sem tradução para o português. No link abaixo está rolando um desconto de 8%.

 

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Entrespaço | A arte de repensar a nossa vida

“Mas, sinceramente, valeu a pena? Grande merda, passar por anos de estudos, testes, simulações, se você mal tem a chance de apreciar as estrelas. Caras, vocês foderam com tudo espetacularmente.”

Todos nós temos um sonho. Muitos perseguem para realiza-los. Alguns deixam pelo caminho. E quando você finalmente realiza, mas as pessoas o fazem parecer banal, simples como se não fosse nada de mais? Essa é a principal bandeira de Entrespaço de Daniel de Sousa. Transvestida na trama de um Astronauta, a HQ faz você pensar na vida. No que você realizou no que pode realizar, se valeu a pena todo o esforço e se deixamos as influencias de fora diminuir o que você realizou.

Desenhada e escrita por Daniel de Sousa a partir de um conto que o autor fez em 2011, a trama de Entrespaço, tem a Lua como cenário, um Astronauta precisa recuperar um aparelho perdido no velho satélite. O personagem então começa a pensar e refletir sobre como lutou para chegar até ali, sobre a sociedade como um todo, como somos marionetes para algumas pessoas e de como depois de realizarmos nossos sonhos somos simplificados pelas pessoas.

Um dos pontos fortes de Entrespaço é a arte. Quando o Astronauta se vê sozinho refletindo sobre a vida, Daniel usa bem o fator imensidão espacial para demonstrar como nesses momentos estamos sós. Vou dar um exemplo básico: quando você está na sua cama, antes de dormir e pensa na sua vida, naquela oportunidade que perdeu, no que deixou de fazer, ou aquela vitória que teve. É um momento solitário. É um momento em que você está em intimidade com seus pensamentos. Sozinho. Como se estivesse no espaço.

Eu conheci Entrespaço pelo Twitter (podem seguir o autor no @bomdiavermes )quando ainda estava sendo concebida pelo Daniel. O autor vira e mexe postava artes da HQ e era uma coisa mais linda do que a outra. Logo em seguida veio à campanha vitoriosa no Catarse e, finalmente, o grande lançamento durante o FIQ deste ano. Apoiei a campanha mas não tive como ir ao festival, e daqui de casa, lia os relatos de quem já tinha “consumido” Entrespaço. O que só aumentou minha expectativa. E depois que ela chegou, sim, eu me vi como o Astronauta.

A sua saga para chegar ao seu sonho de criança, com intensivos estudos, treinamentos regados a vômitos e giros em maquinas, até chegar no auge de finalmente ir para o espaço realizar uma missão de apenas 30 minutos. Pode se assemelhar ao que nos temos como sonho também. Quantas e quantas vezes você quer realizar algo, planeja, corre atrás, sofre, vence, pensa em desistir, levanta a cabeça, consegue e vence. Mas as pessoas ao seu redor simplesmente lançam um “não fez mais do que sua obrigação”. “Isso é besteira”. “Você deveria arrumar um trabalho de verdade”. “Olha, isso que você faz não é nada demais”. Banalizam o teu sonho. As suas conquistas.

O sonho do Astronauta era estar nas estrelas. Para isso ele dedicou uma vida de estudos e treinamentos. Para chegar finalmente e ir buscar uma peça que ficou perdida na Lua. O modo em que seus superiores tratam a missão que é o auge da vida do Astronauta é o que incomoda. Você chega no seu auge, e as pessoas vão sucateando sua vitória. Por isso a identificação com o personagem fica tão latente.

Mas, Entrespaço, também fala do ligar o f*da-se. Cara, você chegou no seu auge. Realizou o que mais queria. Chegou no resultado depois de tanto tempo de batalha. E aí? Vai deixar por isso mesmo? Vai deixar influências de fora diminuírem ou simplificarem o que foi conquistado? Tem que viver e valorizar o que alcançou. Tem que se orgulhar. Não ser arrogante, mas ser exemplo de quem lutou e conseguiu. O Astronauta não é uma pessoa cheia de si, daquela do tipo “só eu basta”. É um pensador contemporâneo. Que somente resolveu viver o que batalhou para a sua vida.

E você? Vai realizar o que quer para a sua vida? Vai deixar vozes de fora diminuírem o que você faz/fez?

Pense nisso.

Entrespaço tem formato 17 x 26 cm, 36 páginas em P&B com detalhes coloridos e ainda conta com (lindos) extras dos artistas Mario Cau, Eduardo Medeiros, João Pedro Chagas e Fabiano Lima. A HQ é a primeira publicação do Cavernna Comics, e você pode, e deve adquirir seu exemplar na loja online clicando AQUI.

 

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Steve Ditko, co-criador do Homem-Aranha e Doutor Estranho, morre aos 90 anos de idade

O co-criador do Homem-Aranha e Doutor Estranho, Steve Ditko, foi encontrado morto em seu apartamento no último dia 29/06/2018. A notícia só foi a público agora através do site The Hollywood Reporter.

O artista tinha 90 anos de idade e não tinha nenhum parente vivo ou amigos próximos. Ditko foi responsável por desenhar os heróis Homem-Aranha e Doutor Estranho na fase da  era de ouro, enquanto Stan Lee roteirizava os gibis.

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O desenhista não fazia aparições em público, pois não gostava de expor a sua vida pessoal à imprensa e odiava fazer questão que as pessoas soubessem de sua existência.

Nós da Torre de Vigilância lamentamos muito pela sua morte e para futuras  informações, fique ligado (a) em todas as nossas redes sociais.

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O Santo Sangue | Misticismo, fé e confrontos na nova HQ da Jupati Books

A Jupati Books, selo de quadrinhos da Marsupial Editora, está lançando O Santo Sangue. HQ nacional que mistura o agreste com o realismo fantástico. Com roteiro de Laudo Ferreira (Olimpo Tropical), a produção mistura misticismo, fé e confrontos de dualidades dos personagens.

Na trama de O Santo Sangue, um velho matador, conhecido como Vernio, é contratado por um fazendeiro para eliminar uma figura misteriosa que, segundo ele, causara uma a maldição em sua jovem filha Lucem: o poder curativo por meio de seus fluídos menstruais. Por causa desse dom, a jovem acaba sendo considerada uma santa pela pobre população local. O matador, então, parte para cumprir o seu trabalho, mas, ao invés de simplesmente ter mais uma morte em sua carreira, deverá confrontar a si mesmo.

Além do roteiro de Laudo, O Santo Sangue tem artes de Marcel Bartholo (Carniça). Esse é o primeiro trabalho dos dois juntos.

O Santo Sangue tem formato 20,5 x 27,5 cm, 80 páginas, e o preço de R$ 52,00. No site da editora já começou a pré-venda com desconto, clique AQUI para saber mais.

 

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Lua Negra | HQ nacional de terror está em campanha no Catarse

Já está no ar a campanha de financiamento coletivo no Catarse, Lua Negra, o novo trabalho do roteirista Alex Magnos. A publicação é um lançamento do selo editorial Red Dragon Publisher e faz uma homenagem aos contos de terror que Alex ouvia quando era criança.

Lua Negra é uma história sombria, controversa, de conflito e terror físico e psicológico. A trama conta a história de Ezekiel, um sujeito tranquilo que, por ironia do destino, é forçado a enfrentar as forças da escuridão e descobrirá que as coisas nem sempre são exatamente como elas aparentam ser.

Em uma noite perturbadora, o bravo Ezekiel, após se despedir de sua amada, é forçado a encarar um mal antigo e inominável na forma de uma horrenda criatura egressa do mais terrível e nefasto pesadelo. Ezekiel terá então, que enfrentar as forças das trevas e da natureza para preservar a própria vida, sua alma e o amor da bela e misteriosa Raquel.

Lua Negra tem artes de Gean Bandeira, formato 18,5 x 27,5 cm, 76 páginas, P&B e você pode conferir os valores, recompensas e claro, apoiar o projeto clicando AQUI.

 

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Batman #50 é uma linda, poética e brilhante carta de amor

É chegado o grande dia. Após uma massiva campanha de divulgação, vários prelúdios e polêmicas com New York Times, Batman #50 está entre nós. O Casamento, veio para fazer história na cronologia do personagem. Mas não da forma o qual muitos leitores anseiam ou aguardam. A edição já está dividindo opinião de muitos leitores. Enquanto uns dizem que é apenas enrolação por parte do roteirista, outros defendem a história como uma brilhante carta de amor.

É compreensível a revolta, mas esperamos e torçamos para que ela não atinja o patamar de Império Secreto. Edições sendo queimadas e xingamentos direcionados aos autores seria uma atitude extremamente desrespeitosa. A culpa, portanto, reside na campanha de marketing, mas ao mesmo tempo, é compreensível. Analisando a situação como editora, essa é a chance para aumentar ainda mais as vendas do título. Como diria um sábio: “É Batman. Batman vende.”

Capa variante da edição. Por Jim Lee

Logo, o que nos resta é analisar a história de forma isolada ou como uma continuação a tudo o que o roteirista desenvolveu até agora. Alerta de spoiler: Funciona. Mais uma vez, King faz o que sabe fazer de melhor: Poesia. A narrativa é dividida em duas: A preparação para o evento e as cartas de amor do Morcego para a Gata, ou vice-versa. King faz o seu “Como a Luz dos Olhos Teus“ em mais de 20 páginas. Tudo isso acompanhado de uma equipe talentosa de artistas incluindo seus parceiros: Mikel Janín, Joelle Jones, Mitch Gerads e David Finch. Assim como outros grandes artistas: Paul Pope, Frank Miller, Tim Sale, Jason Fabok e outros.

A outra história, como eu disse, são as preparações para o casamento. Mikel Janín mais uma vez entrega um bom trabalho e há uma splashpage espetacular e extremamente romântica. Há um paralelo traçado na distribuição dos quadros, uma característica sempre bem-vinda nos roteiros de King. Assim como, alguns momentos emocionantes. Daqueles de fazer qualquer fã do Morcego chorar.  Agora, vamos entrar na zona de spoilers: Eles se casam ou não?

Uma fantástica splashpage

A resposta é: Não. Entretanto, ainda há esperança. “Como assim, depois desse marketing todo?” Isso é algo o qual muitos não entenderam ainda. Este não é o fim do run de King pelo personagem. Como o roteirista descreveu em entrevista a Entertainment: “Imagine que você está assistindo ao Império Contra Ataca e Vader acabou de pegar a arma do Han”. A ideia central é um questionamento: Bruce Wayne pode ser feliz? Nós ainda vamos descobrir, mas ao que tudo indica, ele pode. Selina não o larga no altar pois ele é uma criança a qual se recusou a crescer – como foi erroneamente interpretado pelo New York Times – , mas sim, pois Gotham precisa do Batman.

Além disso, é necessário falar sobre a última página da edição: Vários personagens dos arcos anteriores reunidos no Asilo Arkham. Entre estes personagens, vilões como o Coringa e Charada. Assim como, aliados: Thomas Wayne de Flashpoint e Gotham Girl. Simultaneamente, Holy (Amiga de Selina) e Bane falam sobre o Morcego ter sido quebrado. As teorias começam: A busca pela felicidade de Wayne é um plano dos vilões, ou é algo maior?

Ok… o que está acontecendo?

De qualquer forma, chegamos à metade deste fantástico run e as coisas prometem (e irão) pegar fogo nos próximos anos. Além disso, Selina ganhou uma revista mensal escrita e desenhada por Joelle Jones a qual começou bem e promete mostrar o “novo” status dela. Para saber sobre tudo o que acontece na Editora das Lendas, fique ligado na Torre de Vigilância.

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Eu Sou Bane: “Você sofreu tudo isso pela possibilidade de vitória.”

Em seu primeiro ano na revista Batman, Tom King revolucionou o personagem. Em Eu Sou Gotham, introduziu aos leitores a heroína Gotham Girl. Assim como, iniciou uma trama com o Pirata Psíquico. Em Eu Sou Suicida, entrelaçou os destinos de Bruce e Selina enquanto desenvolvia uma história de assalto. Em Eu Sou Bane, a conclusão deste primeiro ano, o roteirista entrega a revanche entre o Morcego e o homem que quebrou suas costas.

Assim como A Queda, publicada na década de 90, Eu Sou Bane não é apenas sobre brutalidade física, mas também espiritual. A diferença é claro, reside no fator suicida envolvendo o Batman o qual está sendo constantemente explorado durante o run. Além disso, King traça paralelos entre as dores do protagonista e do antagonista. Aspecto o qual confere mais poesia e antecipação à obra.

Paralelos entre Batman e Bane

Como é o fim do início, Eu Sou Bane é grande em sua escala e envolve a maioria dos personagens utilizados desde o início da revista. O Tigre de Bronze, a Mulher-Gato, Gotham Girl e a Bat-família, todos eles desempenham algum papel fundamental para a narrativa, mas funcionam apenas como peças, as quais são movimentadas da maneira certa.

Na verdade, o arco pode ser interpretado como uma partida de xadrez repleta de sangue e socos. O jogo violento é ilustrado por David Finch. O artista apresenta um desempenho levemente inferior ao seu trabalho em Eu Sou Gotham, mas ainda assim, entrega a pancadaria. As cores de Jordie Bellaire mais uma vez fazem grande diferença na composição artística, assim como a distribuição de painéis proposta por King.

 

Para finalizar, é incrível como o roteirista entrelaça todos os eventos até aqui através de um gigantesco e brilhante monólogo de uma personagem bastante conhecida. Essa gigantesca fala a qual percorre a última parte do arco, define o Batman trazido pelo autor e sua jornada. O Batman sofre, quer sofrer e precisa sofrer. É a sua morte, ele está buscando por ela, pois acredita na vitória após o sofrimento. Recitando o que é dito pela mensageira misteriosa: “Você sofreu tudo isso pela possibilidade de vitória.”

Eu Sou Bane finaliza com maestria o primeiro ano do Cavaleiro das Trevas por Tom King. Impossível não elevar as expectativas para o segundo ano com A Guerra das Piadas e Charadas. O arco foi publicado por aqui entre as edições 10 à 12 da revista Batman, pela Panini. Para saber sobre tudo o que acontece na Editora das Lendas, fique ligado na Torre de Vigilância.

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Nova história da DC Comics esclarece quem é o mais rápido entre o Flash e o Superman

Atenção, a matéria contém spoilers de Flash Wars #49

Durante a edição #49 de Flash Wars, Barry Allen corre atrás de Wally Wast para impedir que o jovem salve a sua família da Força de Aceleração, para assim, não criar um novo Flashpoint nos quadrinhos. Contudo, a perseguição acabou criando muitos problemas ao redor do mundo, como por exemplo, diversas ondas de choques escaparam da Força de Aceleração.

Para impedir que mais danos na Terra fossem feitos, Amanda Waller contacta o Superman, o único herói capaz de parar os dois velocistas escarlates. Como já se era esperado, o azulão não consegue alcançá-los, confessando para Waller: “…Eles estavam indo rápido demais”. Então, uma das dúvidas mais antigas dos fãs foi finalmente respondida: o Flash é o super-herói mais rápido da DC Comics.

Para futuras informações a respeito do Flash e seu universo, fique ligado (a) aqui, na Torre de Vigilância!

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Homem-Aranha adquiri novo poder inusitado nos quadrinhos

Atenção, a matéria contém spoilers da edição #306 de Peter Parker: The Spectacular Spider-Man e de Venom #3

Durante a edição #306 do gibi Peter Parker: The Spetacular Spider-Man, acompanhamos os personagens Teresa Parker, J. Jonah Jameson e Peter Parker voltando aos tempos atuais após viajar no passado e impedir uma invasão alienígena, arquitetada pelo vilão Consertador.

Contudo, enquanto estava no passado de uma terra alternativa, o amigão da vizinhança acaba tomando uma cápsula misteriosa, que lhe concede a habilidade de acessar a memória de qualquer ser vivo do universo. E não é só isso, os antigos poderes do herói tiveram grandes melhorias. Mas, como consequência, em algumas ocasiões, a pele do teioso emite uma luz verde, parando minutos depois de sua emissão.

 E mais, durante a edição #3 de Venom, foi apresentado pela primeira vez o deus dos simbiontes, que promete dar muito trabalho ao Venom até a conclusão da sua atual saga.

Venom Knull God of Symbiotes

Por último, a Marvel disponibilizou a primeira capa oficial da nova saga do teioso. Denominada de SpiderGedon, a saga será uma espécie de continuação dos eventos vistos em SpiderVerse e começa a ser publicada em Outubro nos Estados Unidos.

Fique por dentro de todas as redes sociais da Torre de Vigilância para mais novidades do universo do Homem-Aranha!

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Vélox | Pabllo Vittar e ginastas participam da HQ de personagem assumidamente gay

O quadrinista Elyan Lopes divulgou as primeiras artes e esboços de Vélox – O Campeão da Liberdade. O seu gibi com super-heróis inspirados nos atletas da ginástica olímpica brasileira e no cantor Pabllo Vittar. Em entrevista à revista Quem, o autor e editor do projeto explicou como surgiu a ideia:

“Eu decidi criar o Vélox por conta da falta de representatividade da comunidade LGBTQI nos quadrinhos e principalmente no Brasil”, disse Elyan. “As poucas publicações do gênero sempre são voltadas para o humor ou sátiras. Por isso, o Vélox é o primeiro super-herói solo assumidamente gay dos quadrinhos nacionais”.

 

O autor buscou na personalidade da música e nos ginastas para mostrar exemplos positivos e de sucesso dentro do, muitas vezes, marginalizado mundo gay. Segundo Elyan, para mostrar a garra, força e exemplo de superação dando o melhor de si para alcançar os seus objetivos.

Vale lembrar que esse ano também foi lançado Cara-Unicórnio Vol.1 de Adri A. que fala da diversidade LGBTQ partindo do princípio de desconstruir os clichês das histórias de super-heróis. Confira AQUI mais detalhes.

Vélox – O Campeão da Liberdade tem roteiro de Gian Danton, ilustrações de Marcio Abreu e cores de Vinicius Townsend. A partir de setembro o projeto vai começar uma campanha no site de financiamento coletivo Catarse.