Categorias
Quadrinhos

DC Comics anuncia Lanterna Verde por Grant Morrison e Liam Sharp

Há alguns meses, o Bleeding Cool reportou que uma minissérie do Lanterna Verde por Grant Morrison estava a caminho. Aparentemente, metade do rumor estava certo. DC Comics relançará a revista Lanterna Verde em novembro, com roteiros de Morrison e arte de Liam Sharp. Confira a prévia divulgada pelo IGN:

Em entrevista ao site, o roteirista declarou que o quadrinho não será um épico de 12 partes. Muito pelo contrário, a série terá como foco o dia-a-dia do policial espacial Hal Jordan:

“Hal Jordan. Você sabe que ele é um bom policial, mas ele é um cara bom? Estamos nos focando em seus relacionamentos e como ele lida com as pessoas. Além disso, o fato de você que trabalha como policial espacial, é difícil ficar preso ao planeta Terra. Ele tem outras experiências em outros planetas. Nós exploraremos aspectos, os quais acredito que nunca foram explorados antes.” – disse Morrison sobre o personagem.

No primeiro arco da HQ, o Lanterna Verde caçará três perigosos criminosos intergalácticos que vieram parar em nosso planeta. Mais detalhes devem ser divulgados em breve. Para saber sobre tudo o que acontece na Editora das Lendas, fique ligado na Torre de Vigilância.

Categorias
Quadrinhos

Confira a primeira prévia da primeira edição de Liga da Justiça Sombria

A Entertainment Weekly divulgou com exclusividade uma prévia de Liga da Justiça Sombria #1. Parte da fase New Justice, o quadrinho é escrito por James Tynion IV e desenhado por Alvaro Martínez Bueno. A nova formação é composta por Mulher-Maravilha, Zatanna, Monstro do Pântano, Detetive Chimp e Morcego Humano. Confira:

“Das páginas de No Justice! A magia da Terra um dia pertenceu a eles, agora, eles a querem de volta. Mas quem são eles? Cabe à Liga da Justiça Sombria descobrir e parar essa ameaça à qualquer custo. Após os eventos de No Justice, Mulher-Maravilha guia Zatanna, Monstro do Pântano, Detetive Chimp e Morcego Humano contra ameaças muito fantásticas para a Liga da Justiça. Além disso, que coisas horríveis se escondem na Árvore da Maravilha? Dias sombrios estão vindo.”

Liga da Justiça Sombria #1 será publicada no dia 25 de julho. Para saber sobre tudo o que acontece na Editora das Lendas, fique ligado na Torre de Vigilância.

Categorias
Quadrinhos

DC Comics anuncia novos crossovers com a Hanna-Barbera

Continuando a boa série de crossovers com o seu universo com os personagens dos desenhos da Hanna-Barbera, a DC Comics anunciou novos encontros. Agora será a vez de Lanterna verde (John Stewart), Dom Pixote, Superman, Manda-Chuva, Exterminador e um sinistro Zé Colmeia.

Confira abaixo as primeiras artes e sinopses dos crossovers:

Asa Noturna/Maguila, o Gorila

Dick Grayson vai para Hollywood encontrar com um agente de cinema. Mas quando chega, descobre que o tal agente foi assassinado e Maguila, o Gorila se torna o principal suspeito do crime. Asa Noturna resolve, então, ajudar Maguila para resolver o mistério e limpar o seu nome. O roteiro é de Heath Corson e desenhos de Tom Grummett.


Exterminador/Zé Colmeia

A trama vai apresentar uma nova versão do famoso urso ladrão de cestas de piquenique. Ele é um espírito de urso que habita no Parque de Yellowstone. Mas ele começa a sequestrar os visitantes, os guardas então são forçados a contratar o Exterminador para destruir o urso. Roteiros de Frank Tieri e desenhos de Mark Texeira.


Lanterna Verde/Dom Pixote

Durante a Guerra do Vietnã, John Stewart retorna para os EUA e entra para a Tropa dos Lanternas Verdes. Ao mesmo tempo, Dom Pixote está engajado em protestos contra a guerra e o publico se volta contra ele. Quando o cachorro se envolve no movimento dos Direitos Civis no Mississipi, John também entra em cena e as coisas complicam. Texto de Mark Russell e arte de Rick Leonardi.


Superman/Manda-Chuva

Um novo vilão, chamado de Kalien, começa a ameaçar a Terra. O famigerado monstro é feito de… couve!? Superman e o Manda-Chuva devem se unir para por fim a esse perigo. Roteiro de Dan Didio e Shane Davis.

As HQs serão lançadas em outubro nos EUA.

 

Categorias
Quadrinhos

Novos volumes de Black Hammer serão lançados no Brasil

Muito elogiado pela crítica e leitores, Black Hammer – Vol. 1 – Origens Secretas, se tornou um sucesso em terras tupiniquins. Levando assim, a Editora Intrínseca confirmar que o segundo e terceiro volumes da graphic novel de Jeff Lemire, Dean Ormston e Dave Stewart serão lançados por aqui também.

A trama apresenta a vida de super-seres que depois de salvarem o mundo, levam vidas medíocres em uma cidade rural fora dos limites do tempo. Sem conseguirem fugir do lugar, Abraham Slam, Menina de Ouro, Coronel Weird, Madame Libélula e Barbalien empregam as suas habilidades extraordinárias para se libertarem desse estranho purgatório. Mas ao mesmo tempo, o grupo tem que disfarçar os seus poderes, suas naturezas e origens para os outros habitantes. Interpretando uma típica família que busca levar uma vida normal.

O segundo volume, intitulado The Event, mostra que uma jovem consegue atravessar as barreiras invisíveis da cidade, e revira o passado de cada personagem, acaba injetando uma nova esperança aos heróis.

Em Age of Doom, o terceiro volume, um novo Black Hammer surge e está prestes a revelar aos heróis como eles ficaram presos na fazenda e como podem escapar.

Até o fechamento dessa matéria, a Intrínseca não tinha revelado os títulos em português e nem as datas oficiais de lançamentos. Fique ligado na Torre de Vigilância para mais detalhes de Black Hammer.

 

Categorias
Detective Comics Quadrinhos

”Nós somos o Cavaleiro da Lua e finalmente, nossa mente permanece em silêncio”

De acordo com o dicionário oficial do Google, a definição de vida é a seguinte: ”propriedade que caracteriza os organismos cuja existência evolui do nascimento até a morte”.

 Derivando-se de um ponto de vista mais científico e racional, a manifestação dada pelo ”pai dos burros” moderno está mais do que certa, visto que a origem da existência, aparentemente se iniciou de uma gnose menos cultural e mais precisa.  Entretanto, com o nascimento da filosofia moderna e dos milhares ”maus do século”, a vida ganhou um significado mais amplo e dependendo do ponto de vista do indivíduo, pode-se dizer que a precedência de um alicerce é muito mais que simples termos criados pelo homem.

 Em inúmeros momentos da vida, tem-se a sensação que nada dará certo e que tudo conspira contra nosso favor, dando a impressão, que esse tipo de ”divindade” efetivamente é uma criatura sedenta por vingança por algo que não fizemos de errado, sendo capaz, de causar inúmeras doenças psicológicas e neurais em determinado sujeito, como por exemplo, a  depressão; que é a enfermidade que mais mata no mundo todo, que como consequência, vem se tornando algo difícil de se combater ao passar dos anos.

Imagem relacionada

 Do final de 2017 para cá, admito que a minha vida mudou drasticamente, tendo altos e baixos durante essa fase que eu posso chamar de ”fim da adolescência” para ”o começo de uma vida adulta visto a partir de um ponto de vista jovem”. Mas, como ninguém é de ferro, admito que estou no meu ápice, não aguentando mais determinadas atitudes e rumos que estou seguindo, mesmo que diferentes e maravilhosos fatores vem me abraçando ao decorrer que amadureço como pessoa.

Eu necessitava de uma história em quadrinhos que me intrigasse e que me envolvesse emocionalmente com a sua trama, mas, eu sabia que narrativas comuns de super-heróis não iriam me entreter por muito tempo. Após uma longa procura (ok, não foi tão longa assim) de algo que se distanciasse do Homem-Aranha, Flash, Batman, Vingadores, Liga da Justiça e Superman, acabei encontrando um personagem que sem sombras de dúvidas, é um herói que marcará minha vida e que será praticamente impossível de ser eliminado do meu coração. Senhoras e senhores, estou falando de ninguém mais ninguém menos, que o esplêndido Cavaleiro da Lua.

Imagem relacionada

Diferente dos dramas e motivações convencionais dos audaciosos vigilantes que cercam o mundo do entretenimento nos dias de hoje, o  Cavaleiro da Lua é um dos poucos que se diferenciam do restante da ”massa popular”.

Antes de resumir a sua trajetória nos quadrinhos, e assim, poder ir direto ao ponto, é preciso expressar a minha imensa gratidão ao roteirista Jeff Lemire e ao desenhista Greg Smallwood, que graças a eles, foi-me entregue o melhor gibi que eu li em anos.

Lemire tem em seu currículo grandes nomes, como: Black Hammer, Teen Titans: Earth One, Wolverine: Old Man Logan e dentre outros. O roteirista é conhecido por abordar temais mais realistas e pé no chão em seus gibis, fazendo na maioria das vezes, com que o leitor se identifique com o que está acontecendo nas entrelinhas de seus projetos. 

Já Smallwood, trabalha quase de maneira exclusiva para a Marvel, sendo Black-out e Dream Thief: Escape os seus únicos projetos fora da casa das ideias. No momento, o artista vem se consolidando com a atual fase do Cavaleiro.

Imagem relacionada

Sintetizando de maneira breve a origem e história do personagem criado por  Doug Moench e Don Perlin em 1975, Marc Spector  é filho de um rabino que conseguiu fugir do regime nazista na época da Segunda Guerra Mundial. Spector é um ex-pugilista e fuzileiro naval que após abandonar a sua carreira militar e se tornar um mercenário, foi deixado por Raul Bushman a beira da morte no deserto enquanto cumpria uma missão especial.

No entanto, o deus egípcio Konshu cedeu ao mercenário, mais uma chance para viver, se tornando assim, o vigilante Cavaleiro da Lua. Mas será que isso aconteceu mesmo? Ou foi apenas ilusão da mente traiçoeira de Steven Grant e  Jake Lockley, as duas personalidades que compartilham o mesmo corpo de Marc? 

O protagonista dessa loucura, possui transtorno dissociativo de identidade, enfermidade que certifica a psique de um determinado sujeito a acreditar que uma ou mais consciências diferentes abitam o seu corpo, tendo controle total de sua mente e alma. No caso de  Spector, ele desenvolveu três principais identidades, que são: O Cavaleiro da Lua propriamente dito; Steven Grant, um milionário e produtor de filmes hollywoodianos e o taxista Jake Lockley, que sai em patrulhas noturnas em busca de informações que possam favorecer as investigações do Cavaleiro.

Marc Spector descobriu o trastorno ainda criança e logo após a descoberta, foi levado por seu pai para um sanatório em busca de uma eventual cura, que óbvio, não adiantou em nada e só ajudou o pequeno garoto a ficar ainda mais louco, dando início a uma incrível e longa jornada até a sua vida adulta.

Um homem chamado Marc Spector

Após um breve resumo sobre a história do personagem, finalmente pude chegar aonde eu queria, que é contar para você meu (minha) caro (a) leitor (a), o que me fez amar tanto o personagem e quais são as semelhanças da nova e atual fase do herói com a filosofia feita nos primeiros parágrafos dessa coluna. Lançado em 2016 e tendo continuidade até os dias de hoje, o novo gibi do vigilante mascarado mescla entre a realidade do nosso mundo, com a fantasia vista nas HQ’s da Marvel. Mas não se deixe enganar, a ficção presente em Cavaleiro da Lua: Lunático e Cavaleiro da Lua: Reencarnação , é totalmente diferente com o que é testemunhado nas histórias da casa das ideias, pois enquanto uma trama de um personagem distinto fala sobre um vilão que viaja entre dimensões para caçar diferentes versões desse herói com a finalidade de se alimentar, aqui, é visto algo mais pé no chão que em determinados momentos, fica óbvio que uma critica ao mundo moderno está sendo feita.

De início, Lunático e Reencarnação são extremamente confusos e sem nexo, fatores essenciais para que o leitor se sinta desconfortável, como se estivesse passando pela mesma situação de  Marc, que é praticamente impossível de associar com o que é real e com o que não é. Claro, depois tudo é explicado e pontuado como deve ser feito. Isso deve-se ao fato do excelente roteiro de Lemire, que em pequenos quadros e dizeres de personagens, mostra ao leitor o quão duro é enfrentar o cotidiano e como tudo pode ir por água a baixo por mais boa que a situação pode aparentar.

Não tenho outra palavra para descrever o quão bela é a arte de Smallwood além de ”espetacular”. Com traços finos e cuidadosos, seus desenhos levam a cabeça dos fãs a outro mundo, encantando qualquer um ao decorrer das diversas páginas da revista.

Outro ponto que merece ser mencionado, é que o Cavaleiro da Lua se distingue de todos os outros personagens da Marvel em vários aspectos, mas o mais evidente, é a sua motivação. Enquanto os outros heróis buscam redenção por algum ocorrido que aconteceu no passado, o propósito do  Cavaleiro é apenas combater a sua mente, e conseguir viver em paz com as suas outras personalidades e nada mais. Pode parecer um pouco distante da realidade até então, mas a sua representação nessas duas histórias citadas no parágrafo anterior, se aproxima muito com o que vem assolando a humanidade, que é ninguém mais ninguém menos, que o maior vilão da coletividade mundial, a Depressão. Alem do que, o parecer final de sua jornada, se assemelha muito com os males da vida mencionados anteriormente. Portanto, o herói é definitivamente, uma representação com o que acontece com todos nós. 

Além de ser o título desse artigo, a frase: ”nós somos o Cavaleiro da Lua e finalmente, nossa mente permanece em silêncio” foi a que mais me chamou a atenção em toda a história. Parando brevemente para refletir, eu percebi o quão bom foi acompanhar essa jornada do Cavaleiro da Lua até a saída de Jeff e Greg, que com muito orgulho, posso falar com toda a certeza nesse mundo: o personagem é mais que um herói de gibis convencionais, mas foi com ele que eu aprendi a ver a vida com um olhar mais otmundia e o melhor, foi Marc que me ensinou à seguir em frente e nunca desistir do melhor, pois o êxito sempre irá recompensar as falhas.

Espero que tenha gostado, até a próxima e não se esqueça, a chuva é real o suficiente para cair em nossos rostos.

Categorias
Detective Comics Quadrinhos

The Man of Steel: A cueca vermelha não deveria ter voltado

“Ele finalmente voltou a usar a cueca vermelha” – diz uma das personagens durante a terceira edição de The Man of Steel. A nova minissérie do Superman marca o início da fase de Brian Bendis pelo personagem. Para quem não sabe, o roteirista assinou um contrato de exclusividade com a DC Comics. Era esperado que ele assumisse os roteiros de um personagem urbano, afinal ele tem mais afinidade com vigilantes. Entretanto, o inesperado aconteceu: Ele se tornou o novo roteirista do Superman.

Sua primeira história pelo personagem foi publicada em Action Comics #1000 – uma edição comemorativa – e acabou se tornando a pior parte da coletânea. Por isso, criar expectativas para The Man of Steel foi uma tarefa árdua. Primeiro, pois leva o nome da pior reformulação do personagem: O Homem de Aço por John Byrne. Segundo, pois a premissa está longe de ser original ou interessante.

Afinal, quando foi a última vez em que os roteiristas revelaram o que aconteceu durante a destruição de Krypton? Isso mesmo. Ano passado, Dan Jurgens durante o Efeito Oz, já nos fez uma revelação em relação a este fato. Agora, Bendis, tenta repetir o feito com Rogol Zaar, o novo vilão do personagem, o verdadeiro destruidor de Krypton. Sendo uma mistura visual entre a imponência do General Zod e o visual monstrengo do Apocalipse, ele é o pior personagem da história.

Mas quem dera este fosse o único problema. A escrita de Bendis é um problema ainda maior. Particularmente, sou um grande fã de monólogos. Alguns dos meus momentos favoritos nas HQs são monólogos. Às vezes, eles são o recurso narrativo certo para impactar o leitor, tornar a leitura mais imersiva e fazê-lo sentir o que o personagem sente. Entretanto, em The Man of Steel, Bendis faz o oposto. Com exceção de dois momentos, tudo o que pode ser visto nas páginas é descrito pelo Superman.

Esses dois momentos os quais são uma exceção, são os únicos em que nós realmente sentimos o que o personagem sente. O excesso de monólogos tornam a leitura uma experiência monótona assim como atrapalha a narrativa dos quadros e dos desenhos – lindos, por sinal. Outro grande problema do roteiro é a descaracterização dos personagens. Não acreditaria se eu dissesse que “Ca Ca Po Po” é algo dito duas vezes neste gibi, certo?  Provavelmente pensaria: “O que diabos é isso?” Nem o redator que vos escreve, sabe. Enquanto o Superman continua sendo o herói clássico porém extremamente unidimensional, todos os outros personagens agem como idiotas.

Mas é claro, há pontos positivos. A arte está impecável. Ivan Reis, Doc Shanner, Ryan Sook, Kevin Maguire e Jason Fabok fazem um trabalho fenomenal e dinâmico. A primeira edição, apesar de atuar na zona de conforto, é divertida e realmente boa. Além disso, a trama envolvendo os incêndios em Metropolis e toda a crise do Planeta Diário são ideias interessantes e promissoras.

Por Jason Fabok

Uma delas, a qual altera todo o status-quo do personagem, é uma faca de dois gumes. Ao mesmo tempo em que é uma progressão do run de Peter Tomasi e Patrick Gleason, é também uma contradição ao run de Dan Jurgens em Action Comics. Entretanto, esta contradição pode gerar os frutos não colhidos por Jurgens, ou não. Só o tempo dirá.

Contudo, o maior problema de The Man of Steel está fora dele: A editora. A DC tem medo do Superman. Enquanto o Batman busca pela felicidade e é reinventado, o Homem de Aço é obrigado a voltar com a cueca vermelha e salvar crianças de incêndios em todas as edições. Não bastasse a falta de coragem, eles contratam alguém que não está interessado em modernizá-lo. O Superman, um imigrante alienígena, no contexto político em que vivemos hoje, poderia render histórias realmente relevantes e deixar de ser apenas o cara da cueca vermelha. Talvez a DC deva seguir à risca a famosa frase do personagem: “Para o alto e avante.”

Categorias
Literatura Quadrinhos

Darkside comemora a sexta-feira 13 com promoção especial

Desde antes de Cristo o número 13 é sinônimo de azar para muitos povos, mas não para os leitores de suspense e terror.

Para comemorar a data simbólica, a editora Darkside está com uma promoção irresistível aos seus leitores: A cada 4 títulos da editora adquiridos no site da Amazon Brasil, o mais barato é grátis!

 

São vários títulos entre livros e quadrinhos, com destaque para Hex, O Corvo – Edição Definitiva, Black Dog: Os Sonhos de Paul Nash, Paraíso Perdido e muitos outros! Para conferir a lista completa, acesse a página da promoção AQUI.

A promoção vai até às 23:59 do dia 15/07 e é válida somente para livros impressos.

A Editora Darkside é a primeira editora brasileira especilizada nos gêneros terror e suspense. Seu catálogo abrange obras de autores de diversas as partes do mundo, oferecendo ao seu público de livros a mangás.

Categorias
Quadrinhos

Silas – Uma Desventura Steampunk já está em campanha no Catarse

Já está em andamento a campanha de financiamento coletivo no Catarse, Silas – Uma Desventura Steampunk. Escrita e desenhada por Rapha Pinheiro, a trama se passa no mesmo universo da HQ Salto, do próprio Rapha, que foi lançada no ano passado.

Silas é um habitante de uma cidade subterrânea onde todos são feitos de fogo. Eles vivem nessa cidade por medo da chuva que assola o mundo exterior e dependem de uma fábrica de oxigênio para manter suas chamas acesas.

Durante a infância, Silas sofreu um acidente que o deixou em situação terminal. Mas ele foi salvo pelo aristocrata mais influente da cidade, o Barão. Com o passar dos anos, Silas cresce para se tornar o capitão da polícia. Mas tudo muda quando ele faz uma nova amizade e descobre que a vida pode ser mais do que ele conhecia até então.

Silas – Uma Desventura Steampunk será distribuído pela Editora Avec, que também publicou Salto. Vale lembrar que o preço que irá para as livrarias será maior do que o da recompensa do Catarse. Para saber mais sobre a campanha, recompensas e, claro, apoiar, clique AQUI.

 

Categorias
Quadrinhos

G. Willow Wilson, de Ms. Marvel, é a nova roteirista de Mulher-Maravilha

G. Willow Wilson é a nova roteirista da Mulher-Maravilha. A informação foi divulgada durante o programa DC All Access em entrevista com Dan DiDio, editor-chefe da DC. Logo depois, foi confirmada pela própria roteirista em sua conta oficial no Twitter.

Assim como, Cary Nord será responsável pela arte.“The Just War” será o primeiro arco da nova equipe criativa. Confira a sinopse:

“Quando a unidade de Steve Trevor desparece em um país da Europa Oriental dilacerado pela revolução, Mulher-Maravilha atravessa o mundo para ajudá-lo. Mais tarde, é descoberto que Ares está diretamente envolvido com a revolução. Além disso, o vilão possui um estranho interesse neste conflito. Entretanto, por que ele está agindo de forma estranha? Ele mudou de lado? Ela conseguirá resgatar Trevor? Se o Deus da Guerra voltou ao planeta Terra, o que aconteceu à Themyscira?”

Wilson assinou um contrato de exclusividade com a Marvel em 2014. Contudo, já escreveu para a DC Comics há alguns anos, uma minissérie da Vixen. Ela é a criadora de um dos maiores sucessos dos quadrinhos de super-heróis atuais: A Ms. Marvel Kamala Khan.

G. Willow Wilson ao lado de uma fã da Ms. Marvel

 

G.Willow Wilson e Cary Nord começam sua fase pela Mulher-Maravilha na edição 58 da revista, em novembro. Atualmente, o título é escrito por James Robinson e a partir de setembro, por Steve Orlando. Para que você saiba sobre tudo o que acontece na Editora das Lendas, fique ligado na Torre de Vigilância.

Categorias
Quadrinhos

Mort Cinder | Clássico dos quadrinhos argentino será publicado no Brasil

Mort Cinder, a maior obra de Héctor Oesterheld e Alberto Breccia, uma das maiores duplas dos quadrinhos argentinos, será lançada no Brasil pela Editora Figura. A edição brasileira ainda contará com o prefácio do desenhista Eduardo Risso (100 Balas) e será viabilizada por uma campanha de financiamento coletivo no Catarse.

A trama de Mort Cinder fala de Ezra Winston, que é proprietário de um antiquário londrino, e vive rodeado de objetos que trazem um pedaço da história. Um dia, um relógio estilo Luís VI misteriosamente volta a funcionar, enquanto chega às mãos de Winston um intrigante amuleto. Ambos serão a chave de um intricado enigma que fará Winston adentrar os sombrios subúrbios de Londres, proporcionando o encontro com um ser imortal: Mort Cinder, o Homem das Mil Mortes, que irá se erguer novamente de sua tumba.

Mort Cinder participou de todas as sagas da humanidade. Como as obras da Torre de Babel, os navios que traficavam escravos, as trincheiras da I Guerra Mundial, a Batalha de Termópilas entres outras. E o Homem das Mil Mortes quer falar sobre todas elas.

Confira uma pequena prévia na galeria abaixo:

 

Escrito por Héctor Oesterheld que inclui um roteiro profundamente humano e com uma arte vanguardista de Alberto Breccia, Mort Cinder é considerado um clássico do quadrinho argentino. A obra foi publicada pela primeira vez entre 1962 até 1964.

Mort Cinder tem formato 21 x 29,7 cm, capa dura e 232 páginas. Para saber mais sobre a campanha no Catarse clique AQUI.