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Resenha | Villains – Queens of Stone Age

“Todo mundo aqui vai dançar!”

No último dia 25/08 foi lançado oficialmente Villains, o novo disco do Queens of Stone Age. O sucessor do incrível …Live Clockwork (2013) chegou depois de uma extensiva campanha nas redes sociais com a massiva divulgação das (belas) artes do álbum por cidades da Europa e dos Estados Unidos.

Uma dessas campanhas um vídeo lançado em 14 de junho na página da banda onde o vocalista e líder Josh Homme é submetido a um teste de polígrafo e a medida que ele vai respondendo as perguntas, as suas mentiras vão confirmando os detalhes sobre o novo trabalho. A última pergunta do teste é: “Você gosta de dançar?”. Homme, com um tom de voz irônico responde: “Sim, eu gosto”, e pisca para a câmera.

Bem, Villains se trata de realmente isso. Dançar.

Com produção de Mark Ronson, famoso por trabalhar com Amy Winehouse, Adele, Bruno Mars, Robbie Williams, Lily Allen, Christina Aguilera entre outros artistas um tanto quanto distantes do estilo do Queen of Stone Age, mas que se tornou um belo casamento. O novo trabalho da banda tem um quê de dançante, remexe  com sonoridades, digamos, vintages, e ao mesmo tempo mantém a banda com um som atual.

As músicas brincam com elementos dos anos 60, 70, 80 e entrega um produto moderno e gostoso de ouvir. Algumas faixas, como “Feet Don’t Fail Me”, são três estilos de músicas diferentes, e que em momentos remetem (sem comparar, é claro) a David Bowie.

Os fãs mais antigos podem sentir falta dos diversos riffs hipnotizantes pesados tradicionais de trabalhos anteriores do grupo. Agora, o fator dominante é o groove, que corre solto durante praticamente todas as músicas de Villains, e diga-se de passagem, fez bem para os caras. A excelente música “Domesticade Animals” é um excelente exemplo de como o groove é importante nesse trabalho. Quando você pega um produtor, que está acostumado a trabalhar com artistas popstars que não são de arriscar muito em suas gravações, e compra a ideia da banda e ainda incrementa o bolo, tem resultados fantásticos.

Pode-se dizer também que a parceria entre Josh Homme com Iggy Pop ano passado (o vocalista produziu o ultimo disco Post Pop Depression) deu frutos. Ele deve ter escutado muitas conversas da lenda do punk com o Bowie durante os dias históricos que passaram em Berlim gravando o iconico The Idiot. Devem ter acentuado o gosto pelo retrô.

Mas não se engane que é um álbum de ode ao passado. As guitarras e o gingado do Queens of Stone Age ainda se encontram lá. “The Evil Has Landed” tem uma pitada de Led Zeppelin com riffs ferozes típicos do DNA da banda.  Já “The Way You Used to Do” traz a rockabilly onde são distribuidos riffs à vontade, dando um ar agitado, dançante e vivo para a canção. Ambas as canções vemos o dedo de Ronson na produção. Apesar da guitarra enfurecida de Troy Van Leeuwen, que sempre está em boa forma, ditar o ritmo e o destacado groove que sai do baixo de Michael Shuman, uma personagem estende a mão e coloca o ouvinte para dançar: a bateria de Jon Theodore. Frenética, enlouquecida e incendiária, o instrumento não soa como o normal e torna as músicas convidativas para “remexer as cadeiras”. O produtor deu uma importância peculiar para ela.

Entre as nove faixas, encontram-se as baladas “Fortress” e “Hideaway”  que dão uma cortada no ritmo de Villains, algo que parece até proposital. Já em “Un-reborn Again” apesar de ser meio cansativa, vale o destaque para o vocal de Homme, que interpreta a canção com variados tons. “Head Like A Haunted House” reencontramos a rockabilly depois de uma possível reformulação, em um riff rápido e mortal. E o encerramento com “Villains of Circunstance”, um tom intimista sobre um poema que fala sobre as coisas improváveis que acontecem na vida. Como o caminho é feito de vitórias e derrotas e nos apresenta diversos vilões das circunstâncias. Ela chega ser melancólica em alguns pontos, e dançante em outros.

Se você, lindo leitor(a), não conhece a carreira do Queens of Stone Age, e pedisse minha singela opinião, eu falaria que Villains não é um bom álbum para começar a ouvir os caras. O disco de estreia Queens of Stone Age (1998), Rated- R (2000), Songs for the Deaf (2002) ou o já citado aqui …Like Clockwork (2013) seriam melhores escolhas. Villains faz mais sentido para quem já conhece a banda e acaba sentindo essa “evolução” musical dançante proposta por eles e bem executada em vários pontos. Mas ao mesmo tempo, os fãs ardorosos da banda irão torcer o nariz para o recente trabalho. Sim, aquele papo de perder a identidade, não serem mais o que eram antes, flertando com o pop… ele nunca morre no rock.

 Mas se o Queens of Stone Age faz um Villains um trabalho marcante e sólido na carreira, e quer colocar a galera para dançar… bem, é melhor os headbangers deixarem o mal humor de lado e começar a se remexerem. E muito.

 

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Graphic MSP | Confira a sinopse de Capitão Feio – Identidade

Será durante a Bienal do Rio de Janeiro o lançamento de Capitão Feio – Identidade, a nova publicação da bem-sucedida linha Graphic MSP. Onde vemos os famosos personagens de Mauricio de Sousa em histórias feitas por artistas brasileiros consagrados nos mais diferentes padrões e estilos.

A Editora Panini, além de confirmar o lançamento, também revelou a sinopse de Capitão Feio – Identidade. Confira:

“A trama foca nas origens do vilão Capitão Feio, como um homem que não possui memórias e nem passado, e se torna extremamente poderoso. Solitário, quanto mais ele descobre seus misteriosos dons, mais difícil fica a sua relação com a sociedade”.

 

A HQ é de autoria dos irmãos Magno e Marcelo Costa, e o lançamento será durante uma sessão de autógrafos com a dupla no dia 09 de setembro. A publicação tem 96 páginas, contendo materiais extras incluindo prefácio, estudos de arte, capas, curiosidades do personagem e biografia dos autores.

Capitão Feio – Identidade tem formato 19 x 27,5 cm, e está sendo comercializado em duas versões: com capa cartonada (nas bancas) e em capa dura (nas livrarias e lojas especializadas).

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Música

Oxigênio Hardcore Fest 2017 acontece nesse final de semana em São Paulo

O próximo final de semana, nos dias 26 e 27 de agosto, o Hardcore vai comer solto em São Paulo! Vai acontecer a nova edição do Oxigênio Hardcore Fest. Bandas como Dead Fish, Cueio Limão, Dance Days, Garage Fuzz, Pense, Sugar KanePlastic Fire entre outras vão se apresentar divididas em dois palcos onde os shows serão simultâneos.

Confira o Line-up completo:

Além dos shows, o Oxigênio Hardcore Fest 2017 vai ter diversos outros tipos de atrações para o publico. Como pista de skate, fliperama, exposições de arte e outras interações para os visitantes. Os interessados podem levar seus skates ou patins.

“Não é um evento apenas musical, mas artístico. Você terá exposição de arte, skate, a chance de ver a sua banda favorita e ainda conhecer novos artistas que estão atrás do seu lugar ao sol. É uma oportunidade de juntar e fortalecer não só a cena do punk rock ou hardcore, mas do rock em geral”, falou Ricardo Galano, guitarrista do Não Há Mais Volta ao site TMDQA.

O Dead Fish é uma das principais atrações do festival.

Rafael Pelegrino, o popular Piu, um dos organizadores do Oxigênio Hardcore Fest 2017, falou que o um dos objetivos é trazer de volta o espírito de ir até um show, rever os amigos. “Ver as novidades, conhecer gente nova, mostrar a cara. Se não curtir a banda, vai ver a outra, reclama, xinga, pula, corre. Mas ali, trocando energia com o cara do lado. Longe de casa, sem tela do computador”.

O Oxigênio Hardcore Fest 2017 vai acontecer na Via Matarazzo Nº 746, a partir das 14h. E os ingressos ainda se encontram à venda na Loja 255 na Galeria do Rock (sem taxa) ou no site do evento (com taxa) AQUI.

 

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Doomsday Clock | Nova capa variante é baseada no Rorschach

Depois de divulgarem as duas primeiras capas de Doomsday Clock #1, esperada saga que vai colocar o Superman frente a frente com o Dr. Manhattan, foi liberada a (bela) arte da terceira variante da publicação. E ela tem o foco em um dos personagens favoritos de Watchmen, o vigilante Rorschach.

A arte de Gary Frank apresenta os traços inconfundíveis da máscara de Rorschach misturados com os símbolos da Trindade da DC Comics: Superman, Mulher-Maravilha e Batman. Ao divulgar a nova capa, uma dúvida surgiu entre os fãs: será um indício que veremos o anti-herói no Renascimento?

Já se sabe que Dr. Manhattan e que Ozymandias, que deve ser a identidade do misterioso Oz, são figuras certas para participarem do Renascimento, e obviamente, esperto e estimado leitor, uma capa com os traços do Rorschach NÃO É EVIDÊNCIA NENHUMA da participação do personagem. É até natural ele ser usado em materiais de marketing graças a sua popularidade alcançada no clássico de Alan Moore e Dave Gibbons.

Mas a ponta de esperança fica nas palavras do próprio Geoff Johns, que escreve Doomsday Clock, durante a San Diego Comic-Con no mês passado: “Isso vai muito além do Dr. Manhattan. É uma coisa única na vida e nós vamos buscar fazer a melhor história que podemos contar, e é isso que ela exige”.

“Mas o Rorschach morreu em Watchmen, seu mané!”, pode você falar para mim.

Sim. Morreu. E o Comediante também.

Vamos lembrar que Doomsday Clock vai colocar em evidência o Dr. Manhattan, um personagem que além de controlar viagens interdimensionais e temporais tem o dom da Reconstrução Molecular, onde ele não se limita a fazer em si mesmo, mas frequentemente ele “desmonta” e “monta” objetos e pessoas.

Lembrando que tudo não passa de TEORIA. Só saberemos mesmo quando Doomsday Clock for lançada em novembro. Até lá segura a ansiedade e se benze contra as maldições lançadas pelo bruxo Moore!

 

 

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As Aventuras de Tibor Lobato | Último livro da trilogia será lançado na Bienal

Será durante a Bienal Internacional do Livro no Rio de Janeiro que vai acontecer o lançamento de A Carruagem da Morte, livro que fecha a trilogia de As Aventuras de Tibor Lobato escrito por Gustavo Rosseb. A informação foi divulgada pela Editora Jangada.

A trilogia explora o rico folclore brasileiro com uma linguagem ágil e bem interessante. Misturando magia com temas nacionais, a série deve ganhar sua versão cinematográfica em breve, já que seus direitos foram adquiridos pela Parakino Filmes.

Os livros acompanham as aventuras de Tibor Lobato e sua irmã, que depois de perderem os pais e viverem em um orfanato, são levados pela avó para morarem em seu sítio. Lá eles lidam com seres fantásticos da mitologia brasileira.

Os dois primeiros livros da trilogia são O Oitavo Vilarejo e A Guardiã de Muiraquitãs, também lançados pela Editora Jangada.

A XVIII Bienal Internacional do Livro Rio acontece entre os dias 31 de agosto e 10 de setembro do Riocentro, Zona Oeste do Rio de Janeiro. Os ingressos tem o valor de R$ 24 a inteira e R$ 12 a meia e podem ser adquiridas AQUI.

 

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Quadrinhos

Batman: Creature of the Night | HQ de Kurt Busiek será lançada em novembro

Finalmente a HQ Batman: Creature of the Night de Kurt Busiek será publicada pela DC Comics. A história começou a ser produzida em 2010 e tem tudo para ser interessante.

Kurt Busiek foi quem escreveu a ótima Superman: Identidade Secreta (2004), para quem não conhece, ela conta a história de um jovem chamado Clark Kent em um mundo onde o Homem de Aço é apenas um personagem de quadrinhos. Em Batman: Creature of the Night ele mostrará como a vida de um menino muda ao perder seus pais.

Na HQ vamos conhecer um menino chamado Bruce Wainwright, que vive em Boston no ano de 1968, que é viciado nas histórias do Batman. Até que ele passa por uma tragédia semelhante à de Bruce Wayne. Então o jovem terá que lidar com seus demônios em um mundo real onde os super-heróis não existem.

Confira a prévia na galeria abaixo:

 

“O jovem Bruce Wainwright perdeu seus pais em um crime violento… e no mundo real, não existem super-heróis para salvar o dia. Mas, à medida que o sofrimento e a raiva se acumulam dentro de Bruce até ele sentir que não pode mais segurar os sentimentos, algo estranho começa a tomar conta das noites! Talvez o sofrimento de Bruce não esteja dentro dele, afinal?” fala a sinopse de Batman: Creature of the Night.

Com roteiros de Kurt Busiek e desenhos de John Paul Leon, Batman: Creature of the Night, começa a ser publicada em novembro nos Estados Unidos.

 

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Tom King mostrará o primeiro encontro entre Batman e Mulher-Gato

Há anos que Bruce Wayne e Selina Kyle vivem uma vida de gata e rato, ou morcego e gata se preferirem. Independente da mídia que for, a síntese de herói e vilã se mistura com romance, desde as antológicas histórias da década de 70 e 80 onde as inúmeras HQ’s em que perseguições são temperadas com um tanto de amor, passando pelo famoso beijo/lambida em Batman – O Retorno (1992), episódios das séries animadas e alguns games também. A fase do Renascimento do Homem-Morcego, capitaneada por Tom King obviamente não ficaria de fora, e está dando um grande destaque para a ladra, desde o arco I Am Suicide (ainda inédito no Brasil), chegando ao ponto máximo de acontecer até um pedido de casamento.

Pois bem, o que Tom King agora irá fazer é contar como foi o primeiro encontro do Batman com a Mulher-Gato. O escritor vai remexer de novo no passado do Morcegão e em Batman Annual #2 vamos saber como tudo começou entre os dois inimigos/amantes.

“Volte no tempo conosco para ver os primeiros dias do Morcego e da Gata. Quando foi o primeiro encontro entre Bruce e Selina? Como da rivalidade floresceu um romance e depois voltou a ser uma rivalidade novamente? Em Batman Annual #2 vamos ver um pouco de amor sob capas e máscaras. E um pouco de crime, também”, diz a sinopse oficial da HQ.

Batman Annual #2 tem desenhos de Lee Weeks, que trabalhou com King no crossover Batman/Hortelino Troca-Letra, e começa a será lançada em novembro nos Estados Unidos.

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Batman Asilo Arkham 2 | Jim Lee e Dan DiDio falam sobre a continuação

Durante a San Diego Comic-Con foi anunciado Batman: Asilo Arkham 2, a continuação do clássico de Grant Morrison publicado em 1989 pela DC Comics. A nova graphic novel terá 120 páginas e artes de Chris Burnham, e por revelação do próprio Morrison será situado no universo de Batman #666.

Em recente entrevista ao site CBR, os publishers da DC Comics, Dan DiDio e Jim Lee, falaram sobre a continuação, e que na verdade a nova história é uma extensão da fase de Morrison na série do Batman.

“Arkham Asylum 2 é algo que Grant já fala com a gente há bastante tempo. Ele já queria contar essa história, mas nunca achou que ia sair, mas agora sente que encontrou o ângulo correto para contar”, falou DiDio. “Será como uma extensão da fase dele em Batman, não é algo isolado da continuidade. Faz sentido se você acompanhou o que ele criou com Batman e Damian na edição #666”.

Jim Lee e Dan DiDio

“Estamos entusiasmados com o que Grant está fazendo”, disse Lee. “Os fãs da DC o adoram. Quando o trouxemos para o palco como convidado surpresa, o público ficou enlouquecido. E o fato dele ainda ter histórias incríveis para contar, especialmente sobre esse universo que foi fantástico em 1989, é realmente emocionante”.

Batman: Asilo Arkham (1989) na fantástica arte de Dave McKean.

Em Asilo Arkham, escrito por Grant Morrison e ilustrado magistralmente por Dave McKean, Batman protagoniza um conto de horror psicológico com praticamente todos os seus maiores inimigos liderados pelo Coringa dentro do Asilo. Os internos tomam o lugar e fazem os empregados de reféns. A única condição para liberar os funcionários é se o Homem-Morcego se entregar e se tornar um deles.

Batman: Asilo Arkham 2 ainda não tem data prevista para lançamento.

 

 

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Superman: Year One | John Romita Jr. fala sobre a graphic novel de Frank Miller

Durante a Boston Comic Con que aconteceu no último final de semana, o desenhista John Romita Jr. falou um pouco mais sobre Superman: Year One. A HQ de Frank Miller que vai mostrar os primeiros anos do Homem de Aço.

“Eu vi algumas reações online, ’meu Deus, de novo uma origem do Superman’, mas na verdade não se trata exatamente de uma nova versão da origem. É sobre o pós-origem, depois que ele chega na Terra, o que acontece, mas precisamente na época entre a aterrissagem e o momento em que ele descobre quem é”, disse Romita. “Ele só pensa que é alguém especial, e não aparece de uniforme até o fim. É parecida com a do Demolidor: Homem Sem Medo da década de 90. O período que antecede o herói vestindo seu uniforme pela primeira vez.”

Segundo o desenhista, a HQ vai ser mesmo extensa, terá 100 páginas, mas pode chegar até 200. E vai ter diversos coadjuvantes nela. “Teremos mais de um milhão de personagens”, completou o Romita.

Superman: Year One ainda não tem data de lançamento confirmada. Saiba mais sobre a graphic novel AQUI.

 

 

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Dark Nights | Batman se encontra com Sandman na saga

Começa a ser publicada essa semana pela DC Comics a primeira edição de Dark Nights: Metal de Scott Snyder e Greg Capullo. O primeiro número já chega com o pé na porta com um encontro inédito e inusitado.

CUIDADO COM OS SPOILERS ABAIXO

No final da edição, Batman está investigando sobre o Multivero Sombrio e recebe a visita de Daniel Hall, a reencarnação de Morpheus, o Senhor dos Sonhos, personagem de Sandman, da histórica série de Neil Gaiman.

“Sim, sou eu. Eu sou Sonho entre os Perpétuos, e vim para dizer que este pesadelo… está apenas começando”, fala Sonho.

Em entrevista ao Washington Post, Snyder disse que Gaiman amou a ideia e deu a benção para utilizar o personagem. Daniel Hall vai ser uma figura crucial em Dark Nights: Metal.

Na saga, o Universo DC é ameaçado pela misteriosa invasão de um Multiverso Sombrio. No centro disso tudo está o Metal Enésimo dos Thanagarianos, que permite que, a pessoa que usa esse metal, obter poderes como voar ou então ter fatores de cura. Depois da morte do Gavião Negro, Batman resolve investigar e acaba abrindo as portas para Metal.

Saiba mais sobre Dark Nights: Metal AQUI.