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Morre Álvaro de Moya um dos maiores nomes do quadrinho nacional

Faleceu aos 87 anos nessa segunda-feira (14/08) o icônico Álvaro de Moya, um dos maiores nomes que ajudou a divulgar os quadrinhos no Brasil. Álvaro era professor e jornalista, foi hospitalizado depois de sofrer um AVC em casa no último dia 06.

Moya foi um dos responsáveis por influenciar os quadrinhos na educação, cultura e tratar como um meio de comunicação. E também foi um dos pioneiros na televisão brasileira. Ele desenhou os letreiros de inauguração da TV Tupi, participou do começo da TV Bandeirantes e foi diretor da TV Excelsior.

Cartaz da histórica Primeira Exposição Internacional de Histórias em Quadrinhos.

Mas realmente foram nos quadrinhos que aconteceram as suas maiores contribuições para a cultura nacional, Álvaro de Moya foi um dos organizadores da Primeira Exposição Internacional de Histórias em Quadrinhos que ocorreu em São Paulo em 1951. A boa recepção na época mudou a percepção do publico para obras de artistas como Will Eisner, Milton Caniff, Hal Foster, Alex Raymond e Al Capp.

Moya foi autor de diversos livros sobre quadrinhos como Shazam!, História da História em Quadrinhos, O Mundo de Disney, Literatura em Quadrinhos no Brasil, Anos 50 – 50 anos. O seu último trabalho é o livro Eisner/Moya – Memórias de Dois Grandes Nomes da Arte Sequencial que marca os 70 anos da carreira do autor que será lançado pela Editora Criativo ainda esse mês.

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Panini republicará Superman: Entre a Foice e o Martelo

“E se o foguete que atravessou o universo com um bebê a bordo, caísse em uma fazenda coletiva da União Soviética ao invés da pacata Kansas…”

A Editora Panini confirmou que vai publicar um encadernado com os três volumes de Superman – Entre a Foice e o Martelo ainda em 2017. O anúncio caiu como uma bomba de felicidade para os leitores que há tempos esperam a republicação da minissérie escrita por Mark Millar em 2003.

“A ideia da história me passou pela cabeça na época que eu li Superman #300 quando anda era apenas uma criança” disse Millar na época do lançamento. “Era uma história imaginária onde o que aconteceria se o foguete do Superman tivesse caído em águas neutras entre EUA e a URSS e ambos os lados estavam correndo para reivindicar o bebê.”

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A trama, muito mais do que conhecida, mostra um Superman criado na extinta União Soviética, doutrinado pelos ideais comunistas e que assume o poder máximo do partido com a morte de Stalin. Os Estados Unidos, com medo de serem dominados, contratam Lex Luthor, que é considerado o maior gênio do planeta para matar o Homem de Aço. Ambientado na Terra 30, Entre a Foice e o Martelo foi publicado pelo selo Túnel do Tempo e mostra as versões dos personagens da DC Comics como, por exemplo, Jimmy Olsen, como um espião da CIA, Lois Lane esposa Luthor, Batman é um radical anarquista que se opõe ao regime do Superman… aliás temos aqui um grande confronto entre os dois heróis.

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O regime comunista do Superman se torna perfeito depois que ele começa a usar seus poderes para ajudar as pessoas do seu país, a característica nobre do personagem sempre presente, mas dessa vez, não com os valores políticos americanos, e acaba se tornando exemplo a ser seguido por todas as nações mundiais, o que acaba acontecendo, com exceção dos Estados Unidos e do Chile.

A visão apresentada por  Mark Millar sobre comunismo e capitalismo exercido pelos americanos, revela os pontos positivos e negativos de cada modelo econômico deixando que o leitor pense sobre a nova versão geopolítica do mundo aplicada na história. Algo que reflete na política mundial, com as falácias e embates de Donald Trump e Kim Jong-Un, que a cada dia que passa flertam com uma nova Guerra Mundial. E por que não trazer uma “ponta” disso para o momento partidário aqui no Brasil.

Com tantas ideias de Direita e Esquerda, que pessoas defendem com unhas e dentes, assim como são defendidos também os “ídolos” construídos por redes sociais de cada, mas quando olhamos bem de perto percebemos altos e baixos em ambas. Entre a Foice e o Martelo é uma obra que rompe o tempo, e a ideia que ela propõe a torna bem atual em alguns momentos.

Millar fez uma importante pesquisa sobre história para escrever a obra. Os fatos, lugares, figuras históricas e principalmente não entregou uma União Soviética caricata, mas ao mesmo, de fácil entendimento para o leitor que seja mais leigo no assunto.

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E a falta de poder mundial dos Estados Unidos é muito explorada na história também,  quando Lex Luthor entra em cena para combater o Superman que é considerado uma ameaça. Os sucessivos fracassos acabam alimentando obsessão do cientista ao decorrer dos anos, o que afeta sua vida particular com sua esposa Lois Lane. As inúmeras tentativas de Luthor e dos EUA em se mostrarem uma nação forte, reflete a realidade de como o país lida em diversos pontos da política mundial, sempre indo contra aqueles que são considerados ameaças aos americanos. Mas uma bela sacada de Millar. A disputa entre o Homem do Amanhã e a Maior Mente da Terra, tem sua reviravolta quando Brainiac se envolve na história de forma magistral.

Entre a Foice e o Martelo tem tudo que uma boa história em quadrinhos precisa: um enredo forte, personagens bem construídos, uma mistura bem feita entre realidade/ficção e não perde o fato de ser história em quadrinhos. O final, surpreendente, lembra ao leitor que estamos lendo um gibi.

Superman – Entre a Foice e o Martelo, foi indicada para o Prêmio Eisner em 2004 e têm na sua equipe criativa, além de Mark Millar, artes de Dave Johnhon e Kilian Plunkett.

 

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Senhor Milagre | Confira as primeiras páginas da HQ de Tom King

A DC Comics divulgou, via Nerdist, uma prévia da aguardada HQ do Senhor Milagre com roteiro do Tom King. A editora tornou públicas as sete primeiras páginas mostrando o belo começo. A Torre de Vigilância já havia publicado algumas páginas da nova HQ. Confira aqui.

Atualmente escrevendo a elogiada série mensal do Batman, Tom King classificou o projeto do Senhor Milagre como o mais ambicioso da sua carreira. Lembrando que ele é o autor da premiada série do Visão publicada pela Marvel Comics no ano de 2015.

Confira a prévia na galeria abaixo:

 

“Quero que seja um quadrinho de herói”, disse King no seu painel na SDCC desse ano. “Mas que ao mesmo tempo, ele reflita o momento em que vivemos e faça o leitor pensar mais sobre a nossa atualidade”.

Ao ser questionado o porquê de usar um personagem que não figura entre os medalhões da DC Comics para um conto que reflete o nosso mundo, Tom King respondeu: “Vivemos em um mundo onde não há mais lugares para correr. E as regras que eu pensava que tinham sentido, não fazem mais sentido algum. É como estivéssemos todos juntos sem nenhuma saída para escapar. E não teria melhor jeito de descrever esse sentimento do que com uma história protagonizada pelo Deus das Fugas?”

Senhor Milagre, alter ego de Scott Free, foi criado pela lenda Jack Kirby em 1971, depois de crescer no orfanato da Vovó Bondade na terrível Apokolips, ele se revolta contra o regime de Darkseid e foge para a Terra. Aqui ele encontra a proteção de Thaddeus Brown, um famoso artista escapista de circo que usa o nome artístico de Senhor Milagre. Depois do falecimento de Thaddeus, Scott assume o manto e vira o super-herói Senhor Milagre, o mestre das fugas.

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Pitty e Elza Soares | Ouça a inédita música “Na Pele”

Durante a produção do álbum Sete Vidas (2014),  Pitty escreveu a música “Na Pele”, mas desde então, a cantora sentiu que ela não pertencia ao disco que estava sendo trabalhado, e achou que ela teria muito mais a “cara” da icônica cantora Elza Soares. Foi quando enviou a canção para Elza, e foi quando a ideia de gravarem juntas surgiu.

“Mandei uma demo da música para ela. Disse que a música era dela”, disse Pitty à Rolling Stone Brasil. “Ela então sugeriu gravarmos juntas, o que me deixou imensamente honrada. A Elza é uma mulher que admiro totalmente pela carreira, postura, vida e energia. Já queria fazer alguma coisa com ela há muito tempo”.

A letra de “Na Pele” fala sobre o tempo, as vivências e a bagagem que as pessoas vão juntando e como essas coisas acabam nos moldando. Uma boa metáfora da água que ao longo do tempo, vai cavando leitos de rio na pele. É uma celebração das mulheres que enfrentam e driblam os preconceitos na pele e na raça.

Confira a “Na Pele” no vídeo abaixo:

A Pitty disse, por meio de um comunicado à imprensa, que compôs “Na Pele” e deixou a música guardada. Um dia veio na cabeça de como a letra tem haver com a Elza Soares: “Cada palavra dessa letra na boca dela adquire um significado maior e mais profundo; eu escrevi essa música exatamente para a Elza, eu só não sabia disso no momento em que a compus”.

O single ganhou uma belíssima capa da ilustradora Eva Uviedo:

Elza Soares por sua vez disse que a música é profunda e muito forte e que sentiu uma identificação total com a letra. “Quando li o trecho ‘o olhar tentado e atento. Se essas são marcas externas, imagine as de dentro’. Ali tomei coragem, escutei e enlouqueci. A Pitty é doce e rocha ao mesmo tempo. É como se de algum modo eu me enxergasse no olhar dela, uma Elza lá do passado. Estranho é que quando ela me olha, sinto como se enxergasse uma Pitty lá da frente a música selou essa conexão maluca” afirmou a cantora.

 

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Editora Estronho lança duas HQs nacionais inéditas

E estão chegando mais duas HQs brasileiras nas livrarias. A Editora Estronho está lançando A Loira Fantasma de Curitiba e À Moda da Casa, as mais novas graphic novels nacionais inéditas. Confira as capas e algumas artes na galeria abaixo:

 

A Loira Fantasma de Curitiba tem roteiro da dupla Má Matiazi e Fulvio Pacheco, e fala sobra a mais famosa lenda urbana da capital do Paraná. A trama foca na terrível vingança da loira contra um grupo de taxistas da cidade após ter sido assassinada por um deles. A HQ tem ilustrações do próprio Fulvio Pacheco e de um time de desenhistas convidados que acabou rendendo uma galeria de artes especial na edição.

A Loira Fantasma de Curitiba tem formato 21 X 28 cm, 64 páginas e preço de R$ 35,00.

A graphic novel À Moda da Casa tem roteiro do cineasta Julio Wong e Ser Cabral. Os desenhos são do Kiko Garcia. A HQ é baseada nos curtas-metragens Mal Passado e Snuff Said do próprio Wong. A trama impressa aumenta o universo das duas produções, que apresenta um conto em que atores morrem de verdade para produzirem filmes totalmente realistas onde as pessoas jantam corpos das vítimas. Canibalismo e um tom de humor negro predominam na HQ.

À Moda da Casa, ainda tem prefácio do ator, diretor e roteirista Petter Baiestorff, publicado em formato 21 x 28 cm, contendo 64 páginas e preço de R$ 30,00.

As duas graphic novels brasileiras já se encontram à venda tanto no site da Estronho como no banner abaixo.

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Conheça a HQ Nacional Anarquia Vol. 1: Três Lados Para Cada História

Aqui na Torre de Vigilância estamos sempre que possível falando sobre quadrinhos nacionais, o mercado ultimamente tem andado bem aquecido e com bons lançamentos. Seja com publicações lançadas por editoras tupiniquins que estão aumentando seu portfólio com obras fora do nicho Marvel/DC ou com produções de artistas brazucas em editoras como a Draco, Avec e recém-criada Plot!. Outro caminho para se chegar as obras nacionais são ações por meio do Cartase e também em formatos digitais. Anarquia do escritor Emílio Baraçal é um exemplo bem sucedido nessa mídia.

Anarquia é publicada originalmente de maneira gratuita pelo aplicativo SNP Digital Comics em quatro histórias. O primeiro arco Anarquia Vol. 1: Três Lados Para Cada História, já foi publicado em formato de encadernado que pode ser adquirido nesse link.

 

“Ao saber que fez parte de um experimento secreto do governo brasileiro, Adriana Katsumoto, uma adolescente vivendo na cidade de Santos, acaba sendo ajudada pelo misterioso Caolho, que vai contar toda a sua história e ainda ajudar a jovem a controlar as suas novas habilidades como Anarquia” diz a sinopse da HQ, que trata de assuntos como a tecnologia a favor da corrupção, e como a internet e os métodos de comunicação são usados como ferramentas de vigilância em massa.

Anarquia Vol. 1: Três Lados Para Cada História têm roteiro de Emílio Baraçal e artes de um time de desenhistas: Eduardo Vienna, Geanes Holland, Celso Ricardo, Hélio Oliveira, Éder Messias e Leo Rodrigues. E as capas produzidas por Danilo Beyruth, Geanes Holland, José Luís, Bruno Oliveira e Thony Silas.

Confira o trailer da publicação:

Anarquia Vol. 1: Três Lados Para Cada História teve seu lançamento oficial na CCXP de 2015 e foi indicada ao 28º Prêmio HQMIX no ano passado nas categorias Melhor Web quadrinhos e Melhor Colorista/Arte-Finalista.

O volume 2 já está em produção e tem o título de A Casa dos Horrores. E vai colocar Anarquia contra uma rede criminosa que envolve traficantes, milícia, juízes e promotores.

Fique ligado na Torre de Vigilância para mais notícias do quadrinhos nacional. E prestigiem os trabalhos dos nossos artistas!

 

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Eagles of Death Metal | Documentário sobre a volta ao Bataclan está na Netflix

Já está disponível na Netflix desde o último domingo (30 de julho), o documentário No Amis, que mostra o retorno da banda Eagles of Death Metal à casa de shows Le Bataclan em Paris, após o ataque terrorista de novembro de 2015.

O terrível ataque aconteceu quando um comando jihadista invadiu o local e matou cerca de 90 pessoas. Entre elas o responsável comercial da banda e três membros da gravadora. Marcou todo o mundo na noite de 13 de novembro de 2015.

Confira o trailer de No Amis abaixo:

No Amis tem direção de Colin Hanks, filho de Tom Hanks, e foi ao ar originalmente na HBO em fevereiro desse ano. O documentário mostra relatos emocionantes de membros da banda, as reações das pessoas e cenas da apresentação da banda em um show do U2 que aconteceu logo após da tragédia.

Além disso, No Amis, ainda mostra na integra a primeira apresentação do Eagles of Death Metal em Paris depois do atentado. O show tem participação de Josh Homme e Bono Vox.

 

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Motörhead | Confira a versão de “Heroes” de David Bowie

Para a divulgação do disco Under Cöver, o Motörhead, liberou um vídeo com a versão da banda para o clássico “Heroes” de David Bowie. O vídeo mostra um compilado de imagens de bastidores, ao vivo e a única vez que a música foi tocada ao vivo em um show, que aconteceu no festival Afftershock na Alemanha em 2015.

Confira o “Heroes” abaixo:

O Motörhead gravou a canção durante as sessões do álbum Bad Magic (2015) o último da banda antes da morte de Lemmy Kilmister. “Heroes” foi uma das últimas gravações do vocalista. A faixa vai fazer parte do Under Cöver, o disco de covers gravados ao longo da carreira da banda.

Com 11 faixas, o Motörhead toca músicas de artistas como Ramones, Sex Pistols, Judas Priest, Rolling Stones, Metallica entre outros. Para saber mais detalhes do disco Under Cöver confira a matéria AQUI.

 Under Cöver será lançado em 1º de setembro em versões em CD, vinil e digital.

 

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Mythos vai publicar Conan de Roy Thomas no Brasil

Esteja pronto para retornar a Era Hiboriana sobre a batuta do lendário Roy Thomas, o escritor que trouxe o Conan, o Bárbaro para os quadrinhos. A Mythos Editora anunciou mais uma edição especial com duas histórias do bárbaro: Conan: O Povo do Círculo Negro – A Estrada dos Reis chega às bancas e livrarias em setembro.

Em 1974, pela Marvel Comics, Thomas foi o primeiro artista a trazer o personagem criado por Robert E. Howard para o formato de quadrinhos. A série foi um sucesso durante anos, aumentando a popularidade do gênero que foi apelidado de Espada & Feitiçaria, e elevando a obra de Howard para outro patamar.

As duas histórias de Conan: O Povo do Círculo Negro – A Estrada dos Reis são duas aventuras inéditas protagonizadas pelo Cimério. A primeira é uma adaptação de um conto, com o mesmo nome, de Fred Van Lente e tem desenhos de Ariel Olivetti.

Já a Estrada dos Reis, que é escrita por Roy Thomas, mostra uma jornada longa e cheia de perigos na época hiboriana.

A edição traz as capas originais e tiras sobre episódios da vida de Robert E. Howard feitas por Bob Cano-duplo. Conan: O Povo do Círculo Negro – A Estrada dos Reis tem formato 18,5 X 28,5 cm, capa dura, 264 páginas e o preço ainda foi divulgado. E como dito aqui antes, será lançado em setembro.

 

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Medieval Spawn/Witchblade | Novo crossover será publicado ainda esse ano

Durante o seu painel na última San Diego Comic-Con, Todd McFarlane revelou alguns detalhes sobre o novo filme do Spawn e também anunciou a volta da HQ Medieval Spawn/Witchblade. O crossover já foi publicado em minissérie de três edições no ano de 1996 com roteiros de Garth Ennis e artes de Brandon Peterson.

Medieval Spawn apareceu pela primeira vez no ano de 1993, quando Neil Gaiman fez um curto arco na mensal do personagem (edição #9), onde também apareceu pela primeira vez a Angela, a caçadora de Spawns. Foi então o inicio da briga judicial entre McFarlane e Gaiman.

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O crossover original apresentou a história de Sir John Of York, um cavaleiro do século XV que lutou em uma guerra civil na Bahávia. Sir John e outros três cavaleiros foram expulsos pelo Rei Louis II depois de assassinarem o arcebispo Sir Thomas. Quando Sir John tenta se aproximar de rei durante a batalha na Freedonia em busca de perdão, os guardas-costas matam o cavaleiro. John então é enviado ao inferno e retorna à Terra anos depois equipado com armaduras simbióticas. Ele então percorre a Bahavia realizando boas ações.

Capa da primeira edição de Medieval Spawn/Witchblade (1996)

Já a Medieval Witchblade é a ex-amante de Sir John, Katarina Godliffe, uma caçadora de tesouros que acidentalmente descobre a poderosa Witchblade em uma pilha de estrume. Ela se une ao Spawn para lutar contra Darkness, sem saber que era na verdade o Sir John. Anos mais tarde, Angela mata Spawn em uma emboscada e Katarina finalmente perde a Witchblade. Mas ela assume o cargo de xerife em um reino das fadas.

A nova série de Medieval Spawn/Witchblade terá artes de Brian Haberlin e roteiro de Brian Holguin. Não foi divulgada detalhes da trama, somente que o lançamento será durante o outono americano, que corresponde aos meses de setembro, outubro e novembro, desse ano.