Categorias
Quadrinhos

Conheça Canil, nova publicação do selo Carniça Quadrinhos

O selo Carniça Quadrinhos está lançando mais uma publicação. Canil é a nova história de terror que tem roteiro de Rodrigo Ramos e arte de Marcel Bartholo, idealizadores do selo. A HQ encerra a trilogia que começou em Carniça e seguida logo depois em Lama.

Na trama de Canil, conhecemos Pedro. Filho de um importante político, que se torna o mais novo detento do terrível presídio de Guarás. Por causa do pai famoso, ele acaba se tornando um troféu par ao diretor do local e como um criminoso da pior espécie por seus companheiros de cárcere. Pedro tem que lutar para sobreviver todos os dias, em um lugar onde somente a morte é a última esperança.

 

Em Canil, a dupla criadora resolveu contar a lenda do Lobisomen com referências a casos reais, como o massacre do presídio de Carandiru. A HQ será lançada durante o Fuzuê Nerd, que acontece durante os dias 7 e 8 de março em São Paulo.

Canil tem 44 páginas, capa cartonada e o preço de R$ 40,00. Após o lançamento, a HQ estará disponível no site dos autores e nas comic shops.

Categorias
Quadrinhos

Todo Wood&Stock está em pré-venda pela Quadrinhos na Cia.

Os hippies mais gente boa dos quadrinhos nacionais estão de volta! A Quadrinhos na Cia. colocou em pré-venda a coletânea Todo Wood&Stock, personagens do vasto mundo do histórico cartunista Angeli. É a terceira coletânea do artista publicada pela editora. A primeira foi Toda Rê Bordosa e Todo Bob Cuspe.

Todo Wood&Stock é um petardo digno do peso que foram os anos 1970. São 264 páginas com tiras e histórias dos dois velhos hippies reunidas em um álbum de luxo, restauradas a partir dos originais do próprio Angeli.

Com calças boca de sino, óculos em forma de flor, sandálias de couro nos pés, Wood & Stock fizeram história na ancestral revista Chiclete com Banana. Com tiragens que chegavam a mais de 100 mil exemplares mensais, a revista foi um marco do quadrinho independente brasileiro. Fumando orégano e escutando Jimmy Hendri e Janis Joplin, os dois caras cabeludos que já estiveram na estrada para o festival de Woodstock, com polegares estendidos em busca de carona, tomaram um ácido e estão por lá, viajando, até hoje. Os anos 1970 ficaram para trás. Mas Wood & Stock nunca saíram dela.

A edição já está em pré-venda na Amazon com frete grátis para os usuários Prime, com uma tiragem de 400 edições autografadas. Também existem edições sem autógrafos.

Todo Wood&Stock tem formato 19,5 x 26,5 cm, 264 páginas, capa dura e o preço de R$ 99,90. O lançamento será em abril desse ano.

 

Categorias
Quadrinhos

Laerte Coutinho I Obra da cartunista será toda republicada

Ela está de volta!

A obra da cartunista Laerte Coutinho será publicada em uma nova coleção. São mais de 50 anos de carreira que será produzida em um esquema de auto publicação na Amazon KDP (Kindle Distribution Progam) em parceria com, a editora especializada em publicações digitais, Z Edições.

Laerte Total – Volume 1 – O Condomínio reúne tiras que, muitas delas, nunca foram republicadas em mais de trinta anos. Nelas surgiram personagens clássicos como o Zelador, Fagundes, o Puxa-saco, o mafioso Luigi e os Gatos.

Os primeiros oito volumes de Laerte Total, será totalmente focado nessas tirinhas do Condomínio. Já as edições seguintes, trarão tiras, cartuns e histórias completas de personagens como Overman e Piratas do Tietê.

Serão mais de 50 volumes para contar toda a obra de Laerte Coutinho. As edições em papel serão produzidas no sistema Print On Demand, que é um procedimento que imprime um a um, de acordo com as vendas. Como são impressos nos Estados Unidos, seu preço varia de acordo com a cotação do dólar.

 

“O Print On Demand é uma ótima solução para viabilizar coleções como esta”, disse o editor Heinar Maracy. “Sem estoques e sem grandes custos iniciais de produção, é possível colocar toda a obra de um artista à disposição dos fãs, sem o risco que um dia ela saia de catálogo”.

Laerte Total – Volume 1 – O Condomínio tem formato 21,6 x 27,9 cm, 88 páginas, capa cartonada e o valor de R$ 43,28 na versão impressa. A versão digital custa apenas R$ 22,00.

Fonte: Universo HQ

Categorias
Detective Comics Quadrinhos

Temos Que Ter Política Nos Quadrinhos em Todas as Instâncias!

O mundo mudou muito. A velocidade da informação é feroz e assim como as mentiras propagadas são mortais. Na década de 90, uma das décadas mais largadas de todas, o Brasil estava recém saído de uma ditadura longínqua, e ainda pisávamos em ovos do que podíamos falar ou não. Mas mesmo com toda herança de assuntos mal terminados que ficou para a galera, política ainda era destinado as artes. Diferente de hoje em dia em que em qualquer roda de amigos, ele aflora. E aflora com muito veneno. E como toda a arte, os quadrinhos nunca ficaram de fora.

Vamos lembrar que X-Men sempre tocou em preconceitos. E os caminhos que tomavam seguiam muitas vezes pela política com jogos de interesses dos congressistas americanos sobre o Homo Superior. Nem vou chover no molhado com os arrasa-quarteirões como Watchmen, V de Vingança, Batman – Cavaleiro das Trevas, Maus, Persépolis, as tirinhas da Mafalda, entre outros. E ouso dizer que tudo existente em quadrinhos, respira política. John Constantine, nas primeiras edições de Hellblazer, vira e mexe citava Margareth Thatcher. As suas preciosas Marvel e DC Comics sempre lidam com política. Ou você acha que sagas como Guerra Civil ou até mesmo Injustiça falam sobre o que?

Sem falarmos de política nos quadrinhos não teríamos grandes obras nacionais. Como por exemplo Ditadura no Ar (Raphael Fernandes e Abel), Cidade de Sangue (Julio Shimamoto e Márcio Jr.), O Planta, Um Bípede Entre Plantas – Volume 1 (Gustavo Ravaglio), Acelera SP (Cadu Simões), Angola Janga (Marcelo D’Salete), as publicações da Zapata Edições do Daniel Esteves, entre tantas outras. Cada uma com seu estilo e sua abordagem. Sim, caro amigo que levanta bandeira de Quadrinhos sem Política. A nona arte é uma porta para diversos assuntos. Feminismo, sexualidade, amizade, preconceitos, dramas, romances e, obviamente, a política está entre eles.

As editoras brasileiras têm se esforçado para publicar grandes obras consagradas na gringa que abordam a política. A Veneta trouxe coisas como Asa Quebrada e Arte de Voar, O Processo. A Nemo trouxe Kobane Calling: Ou como fui parar no meio da Guerra na Síria. A Devir publicou inteiramente Saga. A Editora Comix Zone recentemente publicou o importante O Eternauta 1969. A Sesi trouxe o drama político futurista Shangri-la. Até a Panini trouxe coisas como Xerife da Babilônia e prosseguiu com The Walking Dead. Sim, os zumbis também falam de política.

Temos caso em que quadrinhos lançados como meio de campanha eleitoral. Em 1961, o candidato democrata George Wallace, publicou uma HQ que falava sobre seu plano de governo. Divulgando suas qualificações, promovendo sua personalidade como um “outsider” político e reforçando sua aliança com facções supremacistas brancas no estado. E pasmem, ele venceu. Essa publicação é um item raro fisicamente, mas ainda é encontrado, infelizmente, na internet. Em uma edição, Savage Dragon declarou seu apoio ao então candidato Barack Obama. Também podemos lembrar de The Authority, na sua nova fase lidando com concepções e valores intimamente ligados ao movimento antiglobalização. Outro que andava muito em terras políticas era o Tintim. Personagem criado por Hergé, se meteu em casos políticos na América Latina, Japão e na antiga União Soviética.

Se assumirmos que devemos ficar em cima do muro, e não se posicionar, como ficaríamos sem essas obras? Ora bolas, os quadrinhos são uma forma de contracultura! Como vamos simplesmente agir como Pôncio Pilatos e simplesmente lavar as mãos? Qual é o problema de falar sobre política? Como fazer quadrinhos sem falar de política? Não cara, não tem como.

Talvez o problema esteja em no posicionamento de alguns artistas sobre movimentos políticos A ou B. Talvez você não queira que seu precioso ídolo não seja atingido por uma horda de enfurecidos por demonstrações políticas. Todos nós temos nosso posicionamento. Isso é obvio e livre. O problema é quando usamos do nosso posicionamento para aplaudir algum tipo de violência, isso é errado. E nem vou tocar na editora que tenta consertar a lambança feita por um dos sócios em uma postagem tendenciosa. E se a postagem atingisse o movimento político contrário, também estaria errada.

Se lutamos e berramos por democracia, ela também engloba o direito da pessoa acreditar no que quiser. Por mais idiota que essa coisa seja.

Por isso, não levante essa bandeira. Quadrinhos tem que ter política sim. Filmes tem que ter política sim. Músicas tem que ter política sim. Games tem que ter política sim. Sua conversa na mesa do bar tem que ter política sim. Em todas as instâncias. Desde que saiba do que esteja falando. Desde que tenha embasamento do que está falando.

E os quadrinhos são uma porta para grandes entendimentos nesses assuntos.

 

Categorias
Cinema Quadrinhos Tela Quente

Arthur Fleck – O Início, o Fim e o Meio do Vitimismo e do Desvario

“Tente me ensinar das tuas coisas. Que a vida é séria e a guerra é dura. Mas se não puder, cale essa boca, Pedro, e deixa eu viver minha loucura.”
(Meu Amigo Pedro)

Alguns momentos que leio Watchmen ou assisto a sua adaptação cinematográfica, minha mente pratica um exercício de imaginar a substituição daqueles personagens maravilhosos pelos pesos pesados icônicos da DC Comics. O mesmo que tentei fazer após que assisti Coringa do Todd Philips. Muitas pessoas falaram que poderia ser qualquer personagem ali, fosse de quadrinhos ou não, que o resultado seria o mesmo. O homem que passa por distúrbios mentais, com uma vida desgraçada, ignorado pela sociedade e que chegou ao seu limite. Talvez faça sentido. Mas tem coisa mais Coringa do que isso?

O filme de Todd Philips apresenta uma levada no melhor estilo Maluco Beleza, onde Arthur Fleck vai controlando sua maluquez misturada com a sua lucidez no meio que o turbilhão do sistema e do maremoto que vai destruindo a sua vida pessoal. Lidar com o fracasso, com o derrotismo, com a falta do amor ao próximo e sua mãe sonhadora. É um pesado fardo mas que ao mesmo tempo ele leva o fato de ser uma pessoa que nasceu para ser um agente de alegria para os outros. Quando ele assume para si ser o ativo da revolução dos oprimidos de Gotham City, Arthur Fleck entende que é uma forma de levar alegria para o povo. A revolução.

“A minha enfermeira tem mania de artista, trepa em minha cama, crente que é uma trapezista. Eu não vou dizer que eu também seja perfeito. Mamãe me viciou a só querer mamar no peito. Ehê, ahã! Quando acabar o maluco sou eu!”
(Quando Acabar o Maluco sou eu)

Não considero válido usar a imagem do personagem do filme como um “símbolo” nas recentes manifestações que estão ocorrendo ao redor do mundo atualmente. A revolução contra os poderosos, ou o sistema da podridão de Gotham é o cenário para a verdadeira face de Arthur Fleck aflorar. Mas ouso dizer que mesmo não existindo pessoas o seguindo e levantando essa bandeira revolucionária maquiada de palhaço no filme, o Coringa surgiria do mesmo jeito. Ele é a válvula de escape. É o motor ligado de Arthur. E que é iniciado sempre em sua dança.

“Por que cargas d’águas. Você acha que tem o direito de afogar tudo aquilo que eu sinto em meu peito.”
(Sapato 36)

Arthur Fleck é um personagem sofrido. Um personagem que tem um pesado fardo, mas que muitas vezes, ele mesmo enriquece bizarramente o peso desse fardo. Ele apanha da sociedade de todas as formas. Mas isso também não significa que ele seja um coitadinho. O filme, que tem uma forte crítica social que há tempos grita nos EUA, às vezes dá a sensação de criar um ar de vitimismo ao personagem. E muitas vezes ele abraça isso. O público abraça isso. Onde ele apoia seus argumentos, ou disfarça os seus argumentos, para chegar a insanidade do Coringa nisso. Quando ele tem seus argumentos confrontados pelo personagem Murray Franklin de Robert De Niro, como se fosse uma bronca de um pai, ele fica mais nervoso, a ponto de quase perceber que é algo estúpido beirando à “pirraça” de um cara grande. Mas ele tem o seu transtorno mental causado por uma série de fatos. Como por exemplo a falta de uma figura paterna mais caridosa. Já que seus exemplos de pai foram os ex-companheiros violentos de sua mãe. E Arthur procura muito essa figura paterna no apresentador e no Thomas Wayne. E isso contribui para a formação do personagem.

“É sempre mais fácil achar que a culpa é do outro, evita o aperto de mão de um possível aliado. Convence as paredes do quarto, e dorme tranquilo. Sabendo no fundo do peito que não era nada daquilo.”
(Porque os Sinos Dobram)

A involução de sua sanidade, ou quando sua insanidade realmente mostra a sua cara, é medida por suas risadas. Ao longo da película acompanhamos as gargalhadas causadas pela risada patológica, também chamada de afeto pseudobulbar ou labilidade emocional. No início era sofrida, agoniante, beirando ao desespero. As risadas além de desesperadoras, fazem parte de um método do personagem para tentar se enquadrar no mundo. Um bom exemplo é a cena em que seu colega de trabalho faz uma piada com o anão, ele gargalha e, ao sair da vista deles, subitamente para, com a expressão séria, dando a entender que ele só fingiu que achou aquilo engraçado para poder se encaixar na situação. Outro termômetro de transtorno mental são as risadas fora de hora. Como quando ele está no bar assistindo ao show de comédia, e só ri quando a piada acaba.

Mas quando o Coringa realmente surge, a risada muda. As risadas se tornam prazerosas para o personagem. É a sua evolução. É quando ele se livra dos grilhões que considera impostos pela sociedade, pelas mentiras e maus tratos da mãe, pela violência doméstica quando era criança, da busca frustrada pela figura paterna e de suas próprias limitações que ele se impõe. É importante salientar que nesse momento, não existe mais Arthur Fleck. Nesse momento ele se matou. Até o enquadramento muda. Antes da icônica cena da dança na escada, vemos a câmera focando por cima. Como se o mundo pesasse nas costas do Arthur. E depois muda focando de baixo para cima, mostrando como ele cresceu. Mas vamos lembrar que o filme é contado pela ótica de um homem conturbado mentalmente.

“Eu sou o medo do fraco. A força da imaginação. O blefe do jogador. Eu sou, eu fui, eu vou!” (Gita)

O mundo particular de Arthur Fleck é atingido como um Trem das 7 desgovernado da realidade da vida. E ele não é capaz de lidar com rejeição e o fracasso que estão à bordo. Então somos levados para uma viagem em que não sabemos a linha tênue entre delírios e realidade. Assim como o relacionamento de sua vizinha foi tudo uma viagem de sua cabeça. Podemos discordar de outros momentos também? Como por exemplo a batida da ambulância na viatura onde o personagem está preso, e acontece aquela ovação. Será que aquilo aconteceu mesmo? Ou foi um delírio onde Arthur recebe o tão sonhado reconhecimento do publico finalmente? Seria o final do seu grande ato que começa no programa de TV. Uma cena me questionou é quando Arthur confronta Thomas Wayne no banheiro do cinema. Arthur está apoiado em uma pia. Quando acontece o corte, ele está na mesma posição. Logo após acontece a cena da geladeira. Será que realmente existiu essa conversa? Ou ele teve outro devaneio?

O Coringa de Todd Philips tem várias camadas e diversos caminhos que podemos nos sentar em uma mesa de bar e conversar durante horas sobre o que cada pessoa entendeu e assimilou do filme. Isso somado com uma atuação monstra do Joaquim Phoenix. Mas buscando a discussão que foi recorrente: qual é o Coringa desse filme? Vamos entender que o personagem sempre foi uma incógnita em todos os seus 80 anos de existência. Nem a própria DC Comics tem algo definitivo para sua origem. O mais próximo é A Piada Mortal de Alan Moore, que definiu uma espécie de origem plausível para o personagem. Mesmo assim, sem nunca dá um simples nome próprio para ele. Vale lembrar que A Piada Mortal só veio a ser considerada cânone depois da reformulação Renascimento da DC Comics. Mas ao mesmo tempo a editora considerou a existência de três Coringas no universo. Fato que até agora não foi publicado mais detalhadamente, mas que sabemos que terá uma edição futura sobre isso. Seja o Jack Napier do Jack Nicholson, ou o elogiado Coringa de Heath Ledger, o contestado de Jared Leto. Ou pode ser o Coringa dos desenhos de Bruce Timm, ou às inúmeras versões dos quadrinhos. Pegue todo o excesso, prazeroso, de versões dos personagens, e você pode abraçar e aceitar a versão Arthur Fleck. Sim ele pode ser o Coringa de algum lugar.

Se lembra do exercício mental que eu falei no primeiro parágrafo? Então realize-o usando outros Coringas.

 

Categorias
Quadrinhos

Butantã Gibi Con | Evento vai reunir grandes nomes do quadrinho nacional

Um evento sobre quadrinhos nacionais, sem custos para os artistas e o público e que valorize nona arte praticada por aqui e seus imensos talentos. Foi com um coletivo de boas ideias, embrionadas no último FIQ (2018) que a Butantã Gibi Con começou a dar o ar da graça. Com essa meta traçada, San Merg, idealizador do evento, resolveu iniciar o sonho de reunir grandes nomes para um evento que fique na história.

Em seu corpo Butantã Gibi Con, terá palestras e oficinas sobre quadrinhos (que serão divulgados em breve) e já conta com grandes nomes em sua realização como Larissa Palmieri, Samuel Sajo, Thiago Ossostortos, Cris Camargo, Cris Eiko, Renata Rinaldi, Daniel Oliveira, Alessio Esteves, Marcel Bartholo entre outros que você pode conferir AQUI. O homenageado dessa primeira edição será o grande Marcatti, autor do principal e lindo poster do evento.

 

Para ser realizado, o Butantã Gibi Con está promovendo uma campanha de financiamento coletivo no site Benfeitoria com recompensas que vão desde bottons, canecas, camisas oficial do evento e até descontos em alguns itens. Para mais detalhes da campanha, valores e claro, para apoiar, clique AQUI.

O objetivo do projeto é arrecadar R$ 10.000,00 para as despesas básicas do evento, como impressão de cartazes e flyers, crachás e todo o material de apoio necessário à realização do mesmo, bem como as recompensas e seus custos de envio. E todo e qualquer dinheiro que sobre será usado para pagar (ainda que simbolicamente) os artistas e voluntários, bem como efetuar doações para eventos similares, como a PerifaCon. Ou seja, não terá fins lucrativos.

A 1º Butantã Gibi Con será realizada no dia 1º de dezembro na Casa de Cultura do Butantã, que fica na Av. Junta Mizumoto, 13 em Jardim Peri na cidade de São Paulo. Mais informações no site do evento AQUI.

 

Categorias
Quadrinhos

Justiça Sideral | Uma nova edição está em campanha no Catarse!

Justiça Sideral chegou ao seu terceiro volume. A equipe de investigadores da ELITE passou duas edições em busca do assassino dos irmãos Awvis e Raoul Rhages, agora surge uma terceira vítima. Impondo assim, uma nova missão para as agentes Anisha Seubert e Eileen Haas.

Mas a situação é ainda mais complicada. Os noticiários apontam que a perigosa assassina Elora Ishk escapou do complexo penitenciário de Agglos durante uma rebelião e as três mortes seguem um modus operandi muito próximo da criminosa. Como se não bastasse tudo isso, Elora é uma antiga rival da Tenente Eileen Haas desde que as duas eram companheiras de regimento nas Forças Especiais MAJIN.

Escrita por Deyvison Manes e Luis Carlos Sousa. A nova edição de Justiça Sideral inicia a terceira parte do ato O Conselho. A história começou a ser publicada em 2013, sendo originado como uma webcomic em seu próprio site. Mas foi sendo cada vez mais elogiado pela crítica e pelo público. A trama envolve uma série de assassinatos envolvendo o setor corporativo, intrigas familiares e o passado batendo à porta. As artes são de Mauro Fodra.

 

Além da nova edição de Justiça Sideral, a campanha está recheada de grandes recompensas. Como por exemplo posters, prints e as duas primeiras edições. A segunda edição da série, intitulada de Recomeços, foi publicada em parceria com a Editora Avec.

Justiça Sideral – O Conselho Parte 3 terá formato 17 X 26 cm, capa couché verniz e 32 páginas coloridas. Para saber mais sobre a campanha de financiamento coletivo, valores e como apoiar, clique AQUI.

 

Categorias
Quadrinhos

Graffic Noire Menphis | HQ sobre assassino de aluguel está no catarse

Está no ar a campanha de financiamento coletivo para a publicação de Graffic Noire Menphis, HQ que expande o universo criado por Gerson de Lima que tem o matador de aluguel Jack como figura central. A sua antecessora, Graffic Noire Jersey foi lançada no ano passado e apresentou o mundo de uma organização de assassinos de aluguéis. Para saber mais sobre a primeira edição, confira nossa resenha clicando AQUI.

Graffic Noire Menphis continua focando em Jack, porém em uma fase totalmente diferente de sua vida, onde ele conhece novas pessoas e novas situações. Assim como na primeira edição, a edição tem uma playlist exclusiva no Spotify, que vale muito a pena ser conferida.

 

Confira a sinopse oficial:

“Jack está procurando seu lugar no mundo. Sem direção e com um passado conturbado ele chega à Memphis, cidade do estado de Tennessee. É apenas uma pausa, recarregar as energias da estrada, porém ele acaba no meio de algo com o qual não esperava! E sua vida irá mudar para sempre. Antes do jogo de assassinos, antes de Chinatown…Jack encontra seu caminho no mundo de assassinos de uma forma incrível.”

Graffic Noire Menphis terá formato americano, 40 páginas em preto e branco e capa colorida cartão 300g. Para saber mais informações, valores, recompensas e claro apoiar o projeto, clique AQUI.

 

Categorias
Quadrinhos

Tachyon é uma viagem sobre passado, futuro, um garoto, um velho e aliens

Daniel Sousa, autor das elogiadas Entrespaço e Bar do Pântano, está lançando um novo projeto no Catarse. Tachyon é uma história introspectiva e experimental, mas nem por isso monótona ou sombria. Mas também sem ser nenhum pastelão, mas ao mesmo tempo reflete sobre a vida de forma divertida. Entendeu? É mais ou menos por aí, mas pode ter certeza que fará sentido e será divertido. Confira a sinopse abaixo:

“Um garoto vislumbra o seu futuro, e percebe que sua vida é uma corrida contra o tempo para que ele possa tornar o seu futuro realidade. Um velho à beira da morte está decidido a esmiuçar sua trajetória e romper com um círculo vicioso que se repete à gerações. A humanidade enfim encontra a prova definitiva de que há vida lá fora, e o contato com uma civilização extraterrestre é iminente. Por 28 páginas, você vai acompanhar, não necessariamente em ordem cronológica, o caminho de duas pessoas e o quanto suas decisões afetam não só suas vidas, mas toda a existência na Terra. E fora dela. Então Tachyon é uma história sobre tudo isso. E também é sobre viagem no tempo. E sobre aliens. E sobre um velho ranzinza, um moleque ingênuo, e toda a linha do tempo que possa haver entre os dois, por mais difusa, confusa, psicodélica e fantástica que ela seja.”

 

Entre as recompensas estão obras já lançadas do Daniel, prints e bottons para marcar Tachyon em todos os lugares. O autor disponibilizou uma prévia da HQ no site Tapas e você pode conferir um bate papo que tivemos com ele AQUI.

Tachyon tem formato 17 x 26 cm, 28 páginas em preto e branco e capa em couchê fosco 170g. Para mais detalhes da campanha como valores e outras informações, clique AQUI.

 

Categorias
Quadrinhos

O mundo sujo de Corruption – O Senhor do Abismo Cósmico está de volta

O Brasil Cyberpunk e assolado (ainda mais) pela sujeira da corrupção está de volta! Corruption – O Senhor do Abismo Cósmico: Volume 2, apresenta um detetive do setor de inteligência de Brasília, responsável por investigar uma série de mortes misteriosas de políticos corruptos, aparentemente relacionados com o surgimento de um vigilante mascarado extremamente inteligente. Corruption tem roteiro de Tom Gomes e artes de Ronilson Freire.

“O mascarado magistralmente realiza seu plano de matar a elite política e econômica brasileira e decide vingar o povo brasileiro da forma mais imprevista: aniquilando corruptos e corruptores, e fazer do mundo um lugar melhor, iniciando seu processo de “purificação” dando fim a vida de políticos corruptos que estão no poder. O mascarado começa a jogar luz no que à primeira vista parece algo simples, mas vai revelar algo muito mais perturbador do que um Governo que apenas silencia opositores. Mas sim seguidores de um demônio babilônico antigo, e que o culto é responsável por controlar o destino de milhares de pessoas no brasil e no mundo. Tanto o detetive Cley e o mascarado são extremamente inteligentes e precavidos, mas entendem que partir para ofensiva é a única forma de superar o adversário. E aí começa um eletrizante jogo de gato e rato entre essas duas mentes brilhantes.”

 

Corruption – O Senhor do Abismo Cósmico: Volume 2 terá uma capa exclusiva e limitada que só poderá ser adquirida através da campanha de financiamento coletivo. A arte da capa é assinada pelo artista José Luís: Justice League (DC), Superwoman, Conan Exiles, X-men Gold (Marvel).

Corruption – O Senhor do Abismo Cósmico: Volume 2 tem formato 21 x 29 cm, capa em papel supremo e miolo com 28 páginas coloridas. Para mais detalhes sobre a campanha, clique AQUI.