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Aventuras de Um Punk Brega, Livro de Memórias de Wander Wildner, está no Catarse

O icônico Wander Wildner está escrevendo o livro Aventuras de Um Punk Brega, onde em dezoito capítulos o eterno vocalista do Replicantes, relata momentos dos seus quarentas anos de carreira no rock nacional. Wander Wildner teve duas passagens com sucesso na banda gaúcha e uma sólida carreira solo iniciada com o disco Baladas Sangrentas (1996) com o hit Bebendo Vinho. O livro tem o mesmo título de um DVD lançado pelo cantor em 2009.

A ideia do livro surgiu ano passado, durante a pandemia do COVID-19. Wander Wildner estava impossibilitado de realizar shows ao vivo, e estava no mundo das lives. Vale lembrar que o músico, no início do ano, tinha lançado o disco ao vivo, acompanhado de Georgia Branco (baixo) e Pitchu Ferraz (bateria). Mas devido as regras de restrições a turnê não aconteceu ainda. Então veio a ideia de escrever um livro de memórias com histórias de seus quase quarenta anos de carreira.

Aventuras de Um Punk Brega tem a capa e ilustrações de Allan Sieber e foto de capa da fotógrafa Fernanda Chemale, será editado pela Yeah Livros & Bugigangas. O livro está em campanha de financiamento coletivo no Catarse. Caso a campanha, atinja sua meta, tem a previsão de envio a partir do dia 15 de Junho.

Aventuras de Um Punk Brega terá formato 14 x 21 cm, 128 páginas, lombada quadrada e miolo em papel amarelado. Para saber mais sobre a campanha, recompensas e valores, clique AQUI.

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Quadrinhos

Lobonauta é a Nova HQ de Felipe Castilho no Catarse Assinaturas

Um lobisomen astronauta? Isso mesmo! E porque não? A HQ Lobonauta apresenta Russo, um lobisomen astronauta que busca mundos que possam ser dominados pelos vampiros, que dominaram a Terra. O quadrinho tem roteiro de Felipe Castilho (Ordem Vermelha: Filhos da Degradação) e desenhos de Tiago Holsi (Floresta Morta), a publicação será exclusiva par apoiadores do financiamento coletivo recorrente de Felipe no Catarse Assinaturas.

Lobonauta marca o início da segunda temporada da campanha de Felipe Castilho no Catarse Assinaturas, que tem a ideia de trazer histórias em quadrinhos todo mês. Na primeira temporada, Felipe buscou parcerias com artistas do Brasil inteiro, entregando cinco HQs digitais que fazem parte do acervo dos apoiadores. Agora, a segunda temporada será toda temática dentro de um único universo. Para saber mais detalhes clique AQUI.

Confira a sinopse de Lobonauta:

O planeta Terra sofreu um rebranding e tornou-se o planeta Sangue, dominado por vampiros que arrebanharam a humanidade cruelmente em suas numerosas Fazendas de Sangue. Russo, o protagonista da HQ, é um humano descartado como alimento para vampiros e usado como cobaia para missões espaciais. Com seu código genético manipulado para transformar-se em lobisomem, a sua missão é encontrar mundos habitados e “abrir as portas” para que os sanguessugas os dominem – já que a regra vampiresca do “não pode entrar sem ser convidado” se mostrou válida também para a entrada de vampiros em outros planetas. Porém, Russo não tem o mínimo interesse em servir seus senhores, criaturas milenares que se tornaram ignorantes após tanto tempo de consumo de sangue humano pasteurizado.
O Lobonauta visitará mundos, se metendo em encrencas, conhecendo aliados e procurando uma maneira de se livrar do rastreio do Planeta Sangue… sempre temeroso dos efeitos imprevisíveis de tantos satélites naturais espalhados pela galáxia. Afinal, se uma Lua pode fazer com que um lobisomem enlouqueça, já imaginou uma transformação em um sistema com dezenove delas?

Saiba mais detalhes sobre o Catarse de Assinaturas de Felipe Castilho, suas metas estendidas, informações clicando AQUI.

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Entretenimento Música

E.M.O – Emoções Misturam Ovos Está de Volta para a sua Segunda Temporada

E o E.M.O. – Emoções Misturam Ovos está de volta! O podcast sobre o todo o movimento EMO e suas influências, não somente na música, mas como em quadrinhos, filmes e na cultura em geral voltou para a sua segunda temporada desde ontem (01/04).

Liderado pelo Pablo Sarmento, Emoções Misturam Ovos 021 – Revival – Revival, aborda o presente e o futuro do emocore e a construção de toda sua cultura. E como o movimento EMO está se renovando com novos protagonistas e bandas na cena. Essa nova temporada tem a missão de olhar para frente, apresentar o futuro e vislumbrar como o movimento EMO está se adaptando a novas tecnologias como, por exemplo, o Tik Tok.

A temporada anterior abordou muito da história do EMO e tem em seus episódios belas entrevistas como Rodrigo Tavares (Fresno), Tiago Garcia (Display e Havana Hookers), Gabriel “Bill” Zander (Noção de Nada) e Rodrigo Koala (Hateen). E participação de quadrinhistas como Tiago Zanetic e Brendda Maria.

E.M.O – Emoções Misturam Ovos tem episódios de aproximadamente 30 minutos e periodicidade semanal. A edição de Matheus Gramigna, sonorização da LB Records e conta com arte do quadrinista Daniel Sousa (Entrespaço, Tachyon).

Você pode conferir o E.M.O – Emoções Misturam Ovos em diversas plataformas de streamings, abaixo está o novo episódio no Spotify:

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Literatura

Bolsonaro Genocida é o mais novo Livro da Editora Elefante

A Editora Elefante está lançando o livro Bolsonaro Genocida, que compila pesquisas que demonstram a ação do governo de Jair Bolsonaro no sentindo de potencializar o desrespeito aos direitos indígenas e à preservação do meio ambiente. Onde coloca em risco a sobrevivência cultural e material dos povos tradicionais brasileiros e a proliferação do coronavírus no país.

Como diz o comunicado da editora, o título do livro poderia ser Me chame pelo meu nome, mas o momento é muito grave, onde foram registrados 222.798 focos de queimadas em 2020, milhões de hectares de mata nativa incinerados, povos indígenas ameaçados de Norte a Sul e mais de 300 mil brasileiros mortos por covid-19. Por essas e outras razões as coisas precisam ser ditas com muita clareza, para não deixar dúvidas do quê e de quem estamos falando.

Bolsonaro Genocida são dois livros em um. Um conteúdo relativo aos direitos indígenas e ao meio ambiente se baseia na denúncia apresentada pelo Coletivo de Advocacia em Direitos Humanos (CADHu) e pela Comissão ARNS ao Tribunal Penal Internacional sediado em Haia, na Holanda, em novembro de 2019, sistematizando os ataques generalizados e a incitação ao genocídio contra os povos indígenas cometidos por Jair Bolsonaro no Brasil. O texto conta com introdução e atualização de Eloísa Machado e Luiz Eloy Terena.

Quanto à covid-19, a investigação conduzida pela Conectas Direitos Humanos em parceria com o Centro de Pesquisas e Estudos de Direito Sanitário (Cepedisa) da Faculdade de Saúde Pública da USP, concluída em janeiro de 2021, demonstra a estratégia de propagação do coronavírus conduzida de forma sistemática pelo governo e a relação direta entre os atos normativos federais, a obstrução constante às respostas locais e a propaganda promovida por Jair Bolsonaro. O texto introdutório é de Deisy Ventura, Rossana Rocha Reis e Fernando Aith.

Bolsonaro Genocida tem formato 13,5 x 21 cm e o lançamento será em maio. A pré-venda está a preço de custo no site da Editora Elefante clicando AQUI.

 

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Cinema Tela Quente

O Legado e “Vingança” de Zack Snyder e do Seu Snydercut

Finalmente foi lançado o tão falado e esperado Liga da Justiça – Snydercut. E pasmem (para os haters) ele é bom! Sim! A visão/versão do Zack Snyder para a filme do maior grupo de heróis da DC Comics, lançado em 2017, capitaneado (em sua maior parte) pelo diretor Joss Whedon, que foi uma decepção tanto de crítica, para o estúdio, para os fãs e até para os atores, finalmente recebeu o seu devido tratamento. O filme de 2017 pareceu ganhar mais corpo e as coisas que ocorrem nele fizeram mais sentido com o Snydercut. Para os fãs foi um alento e alívio.

Primeiro porque os fãs ardorosos, alguns são muito mais fãs do Zack Snyder do que dos personagens do Universo da DC Comics fizeram acontecer em inúmeras petições online pelo mundo, os atores, principalmente o Ray Fisher, que interpreta o Cyborg no longa, foi um que mais levantou a bandeira para dar força ao diretor, que começou uma campanha na rede social Vero soltando esboços, storyboards de sua versão. E na verdade o Snyder merecia contar essa história. Desde que ela foi interrompida pela sua tragédia familiar. Eu imagino o grande UFA que ele soltou ao terminar.

O Snydercut foi chegando aos poucos, com muitas ironias de pessoas espalhadas pela internet, a cada notícia viam piadas e zombações com os fãs. Fãs esses, que obviamente não foram todos, se mostraram um fandom tóxico demais. Muitas vezes abrindo o esgoto que se encontra na rede mundial de computadores. E muitas vezes com atrocidades que quase equivalem a de trolls cibernéticos. Mas como eu disse acima, não são todos. E na força desse fandom, o Snydercut nasceu.

Um filme de quatro horas de duração, que completa a famigerada película de 2017. E possivelmente seja o maior calo do filme, em certa altura do filme, fica o pensamento de que poderia ser menor. Em certo momentos você torce para o filme acabar logo. Mas não é somente isso. Primeiro que sendo óbvio, melhorar o filme de 2017 não é nenhum mérito. A história é ruim. E o Snydercut tem uma história ruim. Ela não envolveu em 2017, e não envolve agora em 2021. O excesso de slow motion e cenas (que muitos consideram épicas) é cansativo e desgasta muito o que poderia ter de narrativa. E o CGI está falho em diversas cenas, chegando em alguns momentos ser até amador. Como a cena do Lex Luthor dentro da água vislumbrando o Lobo da Estepe e as Caixas Maternas.

O espectador não se apega muito na importância, por exemplo, das Caixas Maternas, onde a trama gira em volta. Mas esse “não se apegar”, sejamos justos, nem é totalmente culpa do filme. Sem querer comparar mas já comparando, você entende mais a importância das Joias do Infinito por exemplo. Mas essa importância foi construída durante anos, as Caixas Maternas praticamente caíram no colo de quem assiste.

Onde o Snydercut ajudou e melhorou?

Em lances pontuais. Abrir novos horizontes. Gostaria mesmo de ver um filme, ou quem sabe uma série, sobre Batman do Ben Affleck com o Exterminador de Joe Manganiello, caçando o Morcego por Gotham City e com J.K. Simons como Gordon. Ainda mais depois daquele final do Exterminador no iate com Lex Luthor, aliás esse dialogo ficou muito melhor do que “vamos montar nosso clubinho do mal”.

A construção do Victor Stone. Essa peça faltou no primeiro filme e foi colocada com o Snydercut. Uma importância ao Cyborg. Um personagem tão clássico da DC Comics. Aqui ele tem um desenvolvimento tão importante que abrange diversos personagens do filme. Principalmente a ligação e relacionamento com seu pai. A história de derrota e redenção dele é excelente e empolga. O que é uma recompensa para o ator, que foi o único do elenco que falou sobre o comportamento abusivo do diretor Joss Whedon nos sets de filmagem e as acusações de racismo pelos executivos Toby Emmerich, Geoff Johns e Jon Berg. O que resultou a retirada do ator no futuro filme do Flash.

O Lobo da Estepe também é outro personagem que melhorou muito, não tanto visualmente (pelo menos para mim) mas na sua essência. Em muitos momentos o vilão realmente mete medo. Ele é grandão, monstruoso e sem escrúpulos. A devoção à Darkseid é messiânica como se espera de um lacaio e mesmo ele sendo tão poderoso, se rebaixa para obter o perdão de seu líder maior. Darkseid é um espetáculo a parte. Gostaria de ver mais filmes com ele. Ele ficou do jeito que todos esperávamos e acho que ficou até melhor. Ele tem o porte de conquistador, tirano e também mete medo. É aquele cara que você não quer enfrentar. A batalha dos antigos deuses contra ele é muito boa também. O início em que ele segura a terra é de arrepiar.

O Coringa de Jared Leto, também foi melhorou demais. Zack Snyder mostrou que pode fazer o personagem sem inventar muito em cima. O dialogo dele com o Batman no “pesadelo/premonição”, é possivelmente, o melhor do filme.

Mas principalmente, a melhor coisa foram as exclusões de cenas onde o antigo diretor buscava sensualizar algumas personagens, principalmente a Diana. Como a famigerada cena do Flash caindo por cima dela e o olhando os seus seios. E as inúmeras cenas de piadas sem nexo e indesejáveis, como o Superman e o Cyborg rindo caídos no chão. Uma coisa de se lamentar do gigantesco fandom que brigou bravamente pelo filme, é que muitos comemoraram mais a exclusão das cenas das “piadas” do que as que sensualizavam.

O Snydercut chegou e mostrou uma versão mais engordada, um tanto quanto brega (que é muito bom!), mas não tão diferente do filme original de 2017. Ainda é um filme com uma história ruim, mas ele tem excelentes pontos que abrem para o futuro. Muitos falam que Snyder não entende dos personagens, pode até ser que ele escorregue aqui e ali. Até porque isso é uma coisa que é desde o Homem de Aço e continuou nos filmes dessa linha da DC Comics, os personagens são bem rasos e genéricos. Mas ele sabe o que queria fazer com os personagens. E onde queria colocar cada um deles no futuro. E em cima disso montou o que ele montou um horizonte interessante e introduziu um universo que pode e
deveria ser trabalhado.

No final das contas, Zack Snyder meio que se “vingou” da Warner ao abrir segmentos bastante interessantes para o futuro. E fez isso sabendo que o seu fandom estará sempre pronto para lutar por esse futuro. E agora com a adição de quem antes não acreditava em respiro desse universo.

Para a Warner só resta segurar essa batata quente.

E eles que lutem.

 

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Quadrinhos

Um Grande Acordo Nacional, de Robson Vilalba, narra o período recente da política brasileira

Episódio recente da história do Brasil ganhou uma adaptação para os quadrinhos, começou a pré-venda e Um Grande Acordo Nacional, do jornalista em quadrinhos Robson Vilalba com publicação da Elefante Editora. O título faz referência ao diálogo entre o empresário Sérgio Machado e o então senador e futuro ministro Romero Jucá.

Um Grande Acordo Nacional apresenta Robson em uma tentativa de entrevistar Dilma Rousseff em Curitiba mesclando com uma busca pessoal para entender as razões que levaram à destituição da primeira presidenta do Brasil e a reconstituição dos episódios mais relevantes da trama golpista que deixou a população atenta ao noticiário político em 2015 e 2016.

A graphic novel imprime sinceridade e perplexidade à narrativa gráfica enquanto resgata cenas das Jornadas de Junho; do humilhante 7 a 1 na Copa do Mundo; da trajetória da jurista Janaína Paschoal; da operação Lava Jato; do protagonismo nefasto do deputado Eduardo Cunha; e da esdrúxula votação do impeachment na Câmara, entre outros momentos decisivos para a queda de Dilma, seguindo para a posse do vice Michel Temer e explica como o Brasil chegou no ponto político que estamos hoje em dia.

Robson Vilalba que é ilustrador e animador, tem em sua bagagem reportagens em quadrinhos publicadas pela Folha de S. Paulo, Le Monde Diplomatique Brasil e Gazeta do Povo. Em 2014, ele recebeu o Prêmio Vladimir Herzog de Jornalismo e Direitos Humanos por Pátria Amada Brasil.

Um Grande Acordo Nacional tem formato 18,2 x 25,5 cm e 160 páginas. O lançamento oficial será em maio de 2021, a pré-venda já começou no site da Elefante Editora com um belo desconto e frete grátis. Para garantir o seu exemplar clique AQUI.

 

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Quadrinhos

Editora Comix Zone começa a Pré-Venda de Crônicas Ameríndias

Já começou a pré-venda do mais novo quadrinho da editora Comix Zone, agora é a vez de Crônicas Ameríndias, quadrinho argentino que tem roteiro de Gustavo Schimpp e desenhos de Enrique Alcatena.

Ao longo de dez histórias, Crônicas Ameríndias mergulha nas lendas e tradições dos povos indígenas da região dos Grandes Lagos. Schimpp e Alcatena apresentam as sociedades ritualísticas, as quais coragem e covardia não necessariamente se opõem, crueldade e violência fazem parte da vida cotidiana, e em que a relação com a natureza está muito além da nossa compreensão.

Crônicas Ameríndias tem formato 21,5 x 29 cm, 144 páginas, capa dura, tradução de Jana Bianchi e o valor de R$ 89,90. Comprando na pré-venda na Amazon você garante 30% de desconto.

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Quadrinhos

Assombracontos – Causos que o povo conta Está em Campanha no Catarse!

Já está no ar a campanha de financiamento coletivo para Assombracontos – Causos que o povo conta, uma parceria do quadrinhista Kiko Garcia, da Kikomics com o jornalista e escritor Roberto Beltrão, de Recife Assombrado e La Ursa Livros.

Uma clareira no meio de um antigo cemitério tomado pelo mato. Quatro jovens se acomodam junto às lápides de pedra. Fogueira acesa! É hora de começar a contar os causos que o povo conta. Kiko Garcia e Roberto Beltrão trazem até você, corajoso leitor, quatro contos do mais puro horror brasileiro. Contos que vão mexer com a sua imaginação, num macabro passeio por lendas de sítio, de folclore, de susto, de medo e de assombrar a alma.

Assombracontos traz quatro histórias inspiradas em lendas ou no universo dos causos regionais do interior do Brasil. Essas histórias, que diversas pessoas juram de pés juntos que são reais, são o grade tema do livro.

para Assombracontos – Causos que o povo conta tem formato 26 x 18 cm, capa colorida e 80 páginas. Para saber mais sobre a campanha, as recompensas, valores e para apoiar, clique AQUI.

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Cultura Japonesa Mangá

NewPop abre a pré-venda de Patrulha Estelar Yamato

A editora NewPop começou a pré-venda de Patrulha Estelar Yamato, de Leiji Matsumoto, um clássico criado no Japão em 1973 e que foi concebido pelo produtor Yoshinobu Nishizaki, após muitas revisões e principalmente com a entrada de Leiji na produção, veio o sucesso e o reconhecimento.

O ano é 2199, a Terra está sofrendo com as invasões e ataques do Império Gamilas, o que força a humanidade a se refugiar em uma metrópole subterrânea, devido às armas de radiação. Mas a situação está rapidamente se deteriorando e dentro de um ano o planeta inteiro se tornará inabitável.

Em meio a isso, uma mensagem misteriosa vinda dos confins do universo é captada pela base de Marte, contendo o método para a produção do “motor de ondas” e instruções que usassem essa tecnologia de viagem espacial para ir até o planeta Iskandar, onde conseguiriam um dispositivo que eliminaria por completo toda a radiação dos gamilanos. Para essa missão é escolhido um antigo couraçado utilizado na guerra de 250 anos atrás, o Yamato. Assim, o Couraçado Espacial Yamato parte em rumo a uma galáxia distante para trazer à Terra, dentro de um ano, a única e última esperança da humanidade.

A série original deu origem a um mangá chamado Cosmoship Yamato, diversos filmes de animação, spin-offs e um filme live action. No Brasil ela foi exibida pela Rede Record e pela extinta TV Manchete, tudo na década de 80.

Patrulha Estelar Yamato tem formato 15 x 21 cm, 648 páginas e o valor de R$ 96,90. Se a compra for feita na pré-venda, o leitor garante um desconto de 20%.

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Quadrinhos

Confira os detalhes de A Voz das Mulheres nos Quadrinhos Nacionais

Neste sábado, dia 06/03, será lançado A Voz das Mulheres nos Quadrinhos Nacionais, o segundo episódio da série documental A Importância do Quadrinho Nacional, produzida pela plataforma Social Comics. O novo episódio tem apresentação da dupla Aline Diniz e Patrícia Gomes e conta com a participação de mais de 20 mulheres que trabalham com quadrinhos.

A Voz das Mulheres nos Quadrinhos Nacionais fala sobre o trabalho das pioneiras nas HQs brasileiras, o surgimento de coletivos e eventos criados para reforçar a presença das mulheres, jornalismo e política em quadrinhos, mangás, pluralidade de gêneros, descentralização de narrativas e muito mais.

Entre as participantes do episódio estão Marina Takeda e Sousa, Adriana Melo, Larissa Palmieri, Sonia Luyten, Germana Viana, Natália Bridi, Marina Shoji, Lilian Mitsunaga, Helô D’Angelo, Gabriela Güllich, Marília Marz, Ju Loyola, Petra Leão, Thaís Carmo, Marcela Godoy e Gabriela Franco.

Você pode conferir A Voz das Mulheres nos Quadrinhos Nacionais pelo canal do YouTube da Social Comics, clicando AQUI.