A DC Comics anunciou que o manto do Superman terá um novo dono, e ficará tudo em família. Jonathan Kent, filho de Clark e Lois, vai ganhar uma série em quadrinhos, mas não como Superboy. E sim como o Superman, assumindo o legado do pai.
Com roteiro de Tom Taylor e artes de John Timms, Superman: Son of Kal-El, vai contar a trajetória ne Jonathan quando assume o posto do pai, enquanto este vai para o espaço sideral em busca de liberar a população escrava do planeta Warworld. O que acontecerá paralelamente em Action Comics. Confira abaixo uma galeria com lindas capas variantes:
“Jonathan Kent experimentou muito em sua jovem vida. Ele lutou contra o mal com Robin (Damian Wayne), viajou por galáxias com seu avô kryptoniano e viveu no futuro com a Legião de Super-Heróis, que pretendia treiná-lo para o dia em que seu pai não poderia mais ser o Superman”, diz a descrição do Superman: Son of Kal-El # 1. “Há um buraco na história da Legião que impede Jon de saber exatamente quando isso vai acontecer, mas todos os sinais apontam para que seja muito em breve. É hora de o filho vestir a capa de seu pai e continuar a batalha sem fim como um símbolo de esperança para seu planeta natal. “
A notícia do lançamento de Superman: Son of Kal-El foi muito bem recebida pelos leitores, ainda mais porque terá o roteirista Tom Taylor na frente da série.
Superman: Son of Kal-El começa a ser publicada em julho nos EUA.
A editora Comix Zone está lançando a graphic novel O Retorno do Messias – Versículo 1, do roteirista Mark Russell e com desenhos de Richard Pace. O primeiro volume inclui as histórias originalmente publicadas em Second Coming #1 a #6.
Na trama, Deus pede para o super-herói mais poderoso da Terra, Solar, aceitar Jesus como colega de apê e quer que o herói o ensine a usar o poder com mais firmeza. Chocado ao descobrir como os humanos distorceram sua mensagem nos dois milênios desde a última glória, Jesus decide botar todo mundo na linha.
O título seria publicado pelo selo Vertigo, da DC Comics. Mas com o cancelamento do projeto por parte da editora, a série foi publicada pela Ahoy Comics, em 2019. O Retorno do Messias foi alvo de protestos e até uma petição online pedindo para que a DC Comics não publicasse foi realizada. As pessoas alegaram “conteúdo impróprio e blasfemo” da série.
O Retorno do Messias – Versículo 1 176 páginas, capa dura, tradução do Érico Assis e está com um desconto de 30% na pré-venda. O lançamento oficial será em 15 de maio.
A nova graphic novel da editora Pipoca & Nanquim lida com um assunto muito sério da censura nos quadrinhos. Fredic, William e a Amazona – Perseguição e Censura aos Quadrinhos, dos franceses Jean-Marc Lainé e Thierry Olivier, narram os bastidores do conturbado cenário que levou à criação do Comics Code Autority, em 1954. Tudo isso na visão do psiquiatra Dr. Fredric Wertham e de William Moulton Martson, o criador da Mulher-Maravilha.
Dois homens com visões opostas sobre o efeito dos quadrinhos nos jovens leitores. Um deles escreveu um livro que quase acabou com os gibis nos Estados Unidos. O outro, ajudou na expansão inicial da indústria trazendo milhões de garotas para o gênero dos super-heróis. O que os levou a pensarem de forma tão diferente e a trilharem caminhos tão opostos?
Permeada pelo clima fervilhante e paranoico do Macarthismo, a obra mostra como Wertham, autor do infame Sedução do Inocente, uma autoridade em psiquiatria forense, relacionou a delinquência juvenil às HQs e desencadeou um inquérito sobre elas no Congresso dos Estados Unidos, culminando em uma batalha jurídica e moral que obrigou os homens que estavam por trás das páginas de quadrinhos a readequarem seus títulos para poderem continuar trabalhando.
Fredic, William e a Amazona – Perseguição e Censura aos Quadrinhos tem 116 páginas, capa dura e está com um desconto de 30% na pré-venda que acaba no próximo dia 30 de abril.
A editora Quadriculando começou a campanha de financiamento coletivo para a HQ Morrer pelo Che, dos uruguaios Pablo Roy Leguisamo, Marcos Vergara e Caio Di Lorenzo. A história reproduz a viagem que o comandante Che Guevara vez para o Uruguai e toda a repercussão na sociedade e mídia local, mesclando aspectos reais e fictícios.
Os eventos retratados em agosto de 1961, a partir da visita de Che Guevara ao Uruguai, mostram claramente as características de uma época contraditória, na qual a violência e a ingenuidade se misturavam no entorno político e social da América Latina. Grupos de esquerda e de direita, influenciados por agentes da CIA e da KGB, estavam envolvidos em uma rede de espionagem que superava a compreensão de ambos os lados.
O roteiro de Morrer pelo Che parte de um feito histórico real que ocorreu durante a visita de Guevara ao Uruguai, enquanto ele discursava na Universidade, foi assassinado em circunstâncias misteriosas o professor Arbelio Ramirez; tão misteriosas que se criaram múltiplas teorias, se escreveram livros, se fizeram filmes e agora existe também essa HQ.
A HQ tem reproduções fiéis das capas dos jornais, do discurso de Che e outros fatos que têm ligação com seus dias nesse país, a exemplo das relações dos personagens reais que aparecem (por exemplo, a agente da KGB e Ramírez).
Morrer pelo Che é um primoroso trabalho de resgate histórico. O discurso de Che é reproduzido fielmente palavra por palavra. Por conta desse trabalho, a obra venceu os Fundos Concursáveis para Cultura do Ministério da Educação e Cultura do Uruguai em 2012.
Morrer pelo Che terá formato 19 x 25 cm, 100 páginas coloridas e a edição da Quadriculando terá capa exclusiva desenhada por Marcos Vergara. Para saber mais sobre a campanha, recompensas e valores, clique AQUI.
Escrito entre os anos de 1819 e 1817, Frankenstein de Mary Shelley se tornou um dos maiores clássicos da literatura mundial e é considerada a primeira ficção científica da história. O romance relata a história de Victor Frankenstein, um estudante de ciências naturais que constrói um monstro em seu laboratório. Mas a história tem mais camadas do que ser uma história de monstro, camadas que confundem até mesmo com a vida particular da autora.
Durante décadas a história foi adaptada em diversas mídias, como cinema, animações, teatro e quadrinhos. E agora mais uma adaptação em formato de HQ chega. O power-trioLarissa Palmieri, Pedro Okuyama e Laís Bicudo apresentam Frankenstein: em Quadrinhos pela editora Principis.
Victor Frankenstein concluiu seu projeto. Depois de anos de estudos e dedicação, é chegada a hora de dar vida à matéria morta. Ressurreição. Uma nova espécie. Mas o encontro entre criador e criatura não é exatamente o que se espera. Rejeitado, o novo ser agora vaga pelo mundo. O que será capaz de fazer? Haverá um preço para Viktor Frankenstein pagar pelas atrocidades que cometeu para atingir seu objetivo? Horror, medo, amor. A vida e a morte estão em jogo.
Aquela deliciosa fase da Jane Foster empunhando o Mjolnir está de volta. A Panini Comics começou a pré-venda de Thor: A Deusa do Trovão, elogiado run de Jason Aaron com a personagem, que fez muito sucesso com a crítica e principalmente com os leitores.
Mjolnir está sem dono, agora que os segredos do Deus do Trovão o tornaram indigno de levantá-lo. Mas quando Gigantes de Gelo invadem a Terra, uma nova mão deverá tocar o martelo. e uma misteriosa mulher assumirá o manto do Poderoso Thor! Quem é essa nova Deusa do Trovão? Nem mesmo Odin sabe, mas ela pode ser a única esperança da Terra contra os Gigantes de Gelo! Confira o início desse passo do mito em direção ao futuro!
Com roteiro de Jason Aaron, desenhos de Russel Dauterman e cores de Matthew Wilson, a Poderosa Thor, empolgou e emocionou ao apresentar toda a trajetória da Jane Foster como Deusa do Trovão, com todos os poderes incríveis, mas ao mesmo tempo enfrentando um câncer quando voltava a forma humana.
Na Torre de Vigilância, já falamos sobre toda a importância dessa fase, no texto Eu te amo Jane Foster.
Thor – A Deusa do Trovão terá 208 páginas, capa dura e reúne as edições Thor (2014) 1-8; Thor Annual (2014). O lançamento oficial está previsto para 29 de abril.
O Soldado do Inferno está de volta às bancas brasileiras! A editora New Order começou a pré-venda de Spawn – Guerra Contra Satã, a sua segunda edição do personagem criado por Todd McFarlane.
Com roteiro e arte de Erik Larsen (Savage Dragon), um dos fundadores da Image Comics junto com McFarlane, a edição mostra o agente do governo Al Simmons foi morto pelos seus próprios homens. Ressuscitado das profundezas do Inferno, ele voltou à Terra como o guerreiro Spawn, protegendo os becos esquecidos da cidade de Nova York. Enquanto busca respostas sobre o seu passado, Spawn combate as forças das trevas que o devolveram ao mundo, enfrentando inimigos e descobrindo aliados improváveis. Ao aprender a utilizar seus extraordinários poderes, começa também a entender toda a extensão do que o trouxe de volta… e do que deixou para trás.
Além de Larsen, Jonboy e Szymon Kudranski também contribuem com desenhos.
Spawn – Guerra Contra Satã é continuação direta de Spawn – Ressurreição, publicado em 2019, e leva o anti-herói a uma busca pelas entranhas do Inferno para salvar as almas de sua amada Wanda e de seu filho não nascido. Enquanto ela definha nas mais negras profundezas do ardente desconhecido, Spawn enfrenta hordas sem fim de demônios na esperança de que ele possa alcançá-la a tempo.
No site da New Order você ainda consegue comprar Spawn – Guerra Contra Satã com 30% de desconto, ou comprar as duas edições em um combo especial.
Spawn – Guerra Contra Satã tem formato 17 x 26 cm, 186 páginas e capa dura.
Quem nunca teve na sua rua um velhinho rabugento? Aquele que reclama das crianças que ficam brincando na rua, que reclama se está calor demais, se está frio demais; o rabugento só reclama. Partindo desse personagem tão comum nos bairros brasileiros, os quadrinhistas Phellip William Gruber e Eduardo Ribas, produziram a HQ Uma nuvem no seu Oliveira, que está em campanha de financiamento coletivo no Catarse.
Em um pequeno bairro do interior do Paraná, vive Joana. Ela e seus amigos tentam aproveitar as férias com o melhor que as crianças podem fazer no começo dos anos 2000: soltando pipa, jogando bete-ombro na rua, atirando laranjas para o alto, essas coisas.
Contudo, eles terão que encarar o rabugento Seu Oliveira, um velhinho que mora na rua de Joana. Ele fará de tudo para “educar” as crianças, mostrando que mesmo um dia ensolarado pode rapidamente virar uma tempestade se tem gente briguenta por perto.
A campanha de financiamento coletivo já está à todo vapor e já passou mais da metade da meta estabelecida. Uma nuvem no Seu Oliveira, ainda terá uma galeria de convidados e curiosidades sobre a produção.
Uma nuvem no seu Oliveira terá formato 26 cm x 17 cm e 80 páginas coloridas. Para saber mais sobre as campanhas, recompensas, valores e para apoiar, clique AQUI.
Quando eu me apaixonei por Joey Ramone? Não sei dizer ao certo. Acho que primeiro não exatamente por ele. Era apenas um guri beirando na idade de 13 ou 14 anos, talvez já estivesse com 15 anos. Talvez. Mas lembro de conhecer algumas coisas dos Ramones, mas não tinha desenvolvido o mantra: “Tudo que você faz escutando Ramones, fica melhor”. Até que um amigo me emprestou uma fita K7 com uma (com o perdão do trocadilho) cassetada de músicas dos Ramones. Ali tudo mudou.
Infelizmente, quando comecei a gostar dos Ramones foi também o mesmo período em que a banda já estava na reta final de sua existência. Nunca tive o prazer divino de ir nos shows dos meus heróis. E confesso que na época eu também não era tão fã como sou atualmente, ou como eu era a 20 anos atrás. Infelizmente. Eu tinha amigos que amavam mais do que eu, que ouviam mais do que eu e sabiam mais sobre a banda do que eu. E quando eu me apaixonei por Joey Ramone já era um tanto tarde demais para ir em shows dos caras. Mas graças ao punk amor sempre é eterno.
Joey em sua casa. Foto de André Barcinski
Em razão de alimentar esse amor, como fazemos com qualquer companheiro(a) que encontramos na vida, busquei saber tudo sobre ele, sobre a banda, integrantes e tudo que aconteceu ao redor. Desde o início da banda na década de 1970 até o “final” na década de 1990. E isso é algo perigoso pois em certo momento pode gerar algum tipo de decepção, quando desnudam os seus heróis. E meio que me senti assim em certos momentos. Em relação a todos os Ramones. Sem exceção. Mas, em uma escala menor com Joey.
Jeffrey Ross Hyman teve uma infância difícil, sofrendo com o bullyng das crianças da escola, com a separação dos pais, com um pai que considerava que ele (e o irmão Mickey Leigh) deveriam ir para uma escola militar, com o fato de ser o “esquisitão” da rua e com os primeiros sintomas do TOC. O menino Joey passou por uns maus bocados. Era a personificação de momentos que muitos passam na vida mas buscam esconder, e não me excluo dessa. Tenho momentos em que sofri muito para ir à escola quando criança por causa do meu peso, eu me fechava por dentro e não demonstrava. Ficava introspectivo e silencioso, juntamente com meus quadrinhos e músicas.
Joey, Mike (seu irmão) e um tio deles.
Joey Ramone é um case de sucesso que faz os olhos de qualquer coach, desses bem charlatão, brilharem. Era o derrotado, que montava banda após banda com baterista, em certo momento foi posto para fora de casa, virou Jeff Starship e tocou na Sniper, uma banda de GLAW ROCK, de onde foi expulso por não ser bonito o suficiente para ser vocalista. Muitas idas e vindas em clínicas psiquiátricas, onde foi atestado como “O paciente essencialmente se enxerga com baixa autoestima, sofrendo grande dor emocional na forma de ansiedade; a personalidade do paciente é consistente com o diagnóstico de esquizofrenia do tipo paranoide”, lutou contra um linfoma de 1994 até 2001 e se tornou lenda amada do rock.
Isso sem falar em tocar em uma banda que vivia em zona de conflito. Muitas vezes graças ao domínio de ferro de Johnny Ramone e seu tradicional mau humor e jeito conservador. Joey ainda teve a decepção de ver a sua namorada, Linda, começar a ter um caso com o guitarrista da sua banda. Aliás ele não viu, depois de muitos comentários foi que tudo explodiu.
Joey, Johnny e Linda.
E perdeu a namorada, foi traído, descobriu a traição e continuou na banda. Uma banda que não explodia no sucesso que todos achavam que ia fazer. Os Ramones só foram ser tornar pilares deuses do rock quase ou já no final da carreira, a maior parte de suas carreiras eram grandiosos no circuito underground. Eles por exemplo, se posicionam hoje em um local como (serei xingado) os Beatles. Os rapazes de Liverpool foram o grande estopim de diversas bandas como o Black Sabbath e os próprios Ramones. E inspiraram milhares de pessoas ao redor do mundo. O efeito Ramones no punk é equivalente a isso. Pois muitas bandas como o Green Day, Ratos de Porão e Racind, por exemplo, citam os caras como grandes mestres.
Os Ramones nunca tiveram um grande disco de sucesso. As vendagens sempre foram baixas. Os motivos nunca foram claros. De repente foi a estratégia que tiveram no inicio, o discursos, as suásticas que usavam para chocar a sociedade judaica, apesar de ter judeus em seus integrantes (Joey era um), as confusões etc e tal.
GABBA GABBA HEY!
Os Ramones, incluindo o próprio Joey, tiveram momentos esdrúxulos que acabaria com o fanatismo de qualquer fã. Johnny tinha uma namorada que ele batia com regularidade, por exemplo. Dee Dee Ramone, além de todas as drogas, ele ainda foi diagnosticado com Distúrbio de Bipolaridade. O próprio Joey era um turbilhão de emoções, e ao mesmo tempo que era uma pessoa mais amável do mundo, era o tremendo escroto irritante. De gritar com quem tivesse que gritar. Sem pudor.
Mas então porque eu me apaixonei por Joey Ramone? E possivelmente você também?
Pode ser toda a mística que envolve os Ramones. O jeito fácil que pega quando você é moleque e pensa: “uma banda inteira que toca em três notas. Eu posso fazer isso também!”, esse tipo de ensinamento é algo que se pode levar para a vida. “Se fulano consegue, porque eu também não consigo” (brilham os olhos dos coachs novamente).
Pode ser pelo fato de Joey teve uma vida complicada desde criança. Muitos de nós temos nossos momentos em que somos ridicularizados, nos sentimos para baixo, mas sabemos que temos os Ramones para afagar e Joey levantar o astral com seu HEY HO!
A placa em homenagem a Joey Ramone, fica na esquina da Bowery com a East Second Street em Nova York e é a placa mais roubada da cidade. O que obrigou a prefeitura instalar a seis metros de altura.
Não sei o motivo na verdade porque me apaixonei por Joey Ramone. Só sei que hoje, 15 de abril, completam 20 anos de sua morte. E sinceramente sinto a falta de como se fosse um amigo. Um amigo que esteve em momentos felizes e tristes da minha vida adolescente e adulta. Mas um amigo que eu nunca vi pessoalmente, que é só eu dar um play em alguma música e sei que ele estará ali para me abraçar novamente.
No livro Eu Dormi com Joey Ramone, escrito por Legs McNeil e Mickey Leigh. Mickey revela a última música que Jeffrey Ross Hyman ouviu no dia em que faleceu, aos 49 anos, após uma batalha de sete anos contra o linfoma no Hospital Presbiteriano de Nova York em 15 de abril de 2001, foi “In Little While” do U2. Confira abaixo a versão legendada em português.
A história de Jack, o Estripador todo o mundo conhece. O caminho de mortes e mistério que ronda até hoje o assassino, foi base de diversas produções, nas mais diversas mídias diferentes. O assassino em série aterrorizou Londres ente os anos de 1888 e 1891, nunca teve a sua identidade descoberta, e que matou, em números oficiais e até onde se tem conhecimento, cinco mulheres.
Os ataques de Jack, o Estripador envolviam prostitutas que viviam e trabalhavam nos bairros pobres de East End. Ele cortava suas gargantas, realizava cortes abdominais e de pelo menos em três vítimas, o assassino removeu os órgãos internos. Como dito aqui, o assassino
sempre foi alvo de diversas mídias, apesar de ninguém saber a sua verdadeira identidade.
Mas e as cinco mulheres mortas por Jack? Quem eram Polly, Annie, Elizabeth, Catherine e Mary-Jane? As cinco mulheres que ficaram famosas e unidas pelo mesmo trágico motivo.
São exatamente essas questões que a historiadora Hallie Rudenhold responde no livro The Five – A história não contada das mulheres assassinadas por Jack, o Estripador. Ao apresentar detalhes sobre essas mulheres, com fatos sobre a vida real de cada uma delas, a escritora apresenta um retrato sensível e sofrido de mulheres que eram esposas, mães e tinham famílias e defeitos como todos nós.
Em uma narrativa sombria e devastadora, Hallie muda completamente a nossa visão dos assassinatos do Estripador. Ela nos desafia a voltar para a Londres de 1888, quando a polícia e a imprensa local assumiram e resumiram a história dessas vítimas a um cenário de prostituição, como se, de alguma forma, esse rótulo tivesse tornado suas vidas menos dignas de reconhecimento ou comemoração. É hora de conhecermos os surpreendentes triunfos e as dificuldades de partir o coração que essas mulheres encontraram ao longo de suas vidas, revelando que a mesma Inglaterra de Dickens e da rainha Vitória também era um mundo de pobreza e misoginia desenfreada.
The Five – A história não contada das mulheres assassinadas por Jack, o Estripador tem formato 15,5 x 23 cm, 416 páginas, capa dura com verniz localizado e tradução de Carolina Caires Coelho.
O livro está em pré-venda no site da Editora Wish com um belo desconto de R$ 95,00 por R$ 72,00, para garantir o seu basta clicar AQUI.