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Confira as capas de Marvel’s Voices: Pride #1, o Especial LGBTQ+ da Marvel Comics

A Marvel Comics divulgou as capas variantes de Marvel’s Voices: Pride #1, publicação que será o primeiro especial totalmente focado nos personagens LGBTQ+ da Casa das Ideias, e que será protagonizado pelo Estrela Polar.

Para quem não sabe, Estrela Polar, foi o primeiro personagem da Marvel Comics que foi confirmado como membro da comunidade LGBTQ+, em 1992. Ele também foi o primeiro personagem da editora a protagonizar o casamento de pessoas do mesmo sexo, quando declarou o seu amor por Kyle Jinadu em 2012.

Confira a galeria de capas abaixo:

 

Marvel’s Voices: Pride #1 irá reunir diversos heróis e vilões que se identificam como parte da comunidade LGBTQ+ , como Homem de Gelo, Daken, Karma, Mística e Sina, Nico Minoru e Karolina Dean entre outros. A edição ainda terá o retorno da dupla Allan Heinberg e Jim Cheung para produzirem o próximo capítulo dos queridíssimos Wicanno e Hulking e todo o seu amor!

Marvel’s Voices: Pride #1 faz parte de uma série de antologias que já teve os títulos: Marvel’s Voices, Marvel’s Voices: Indigenous Voices e Marvel’s Voices: Legacy.

O lançamento será em junho nos EUA.

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Suzy Sukeban Chegou Destruindo Tudo pela Escória Comix

E começou mais uma pré-venda especial da Escória Comix. E com aquele kit especial e imperdível que somente essa amada editora poderia conceder para seus leitores. Suzy Sukeban é uma criação de Dave L. Araújo e já se encontra no site para ser adquirido.

Confira a sinopse:

“Suzy é uma garota do ensino médio que não tem medo de nada, influenciada por sua colega de classe maloqueira Ana, aprendeu a ser uma ‘sukeban’ , garota delinquente, e agora se mete nas tretas mais cabulosas que você já viu!”

Dave L. Araújo deu os primeiros passos de Suzy Sukeban no site Tapas. As loucas aventuras da garota agora está ao alcance de todos. No kit de pré venda da Escória Comix, conta com um quadrinho, boné, camisa, adesivo e bottom. E um baita pôster exclusivo!

Suzy Sukeban tem formato 20×20 cm, 132 páginas em preto e branco e está à venda no site da Escória Comix, na versão do kit ou individual. Para saber mais clique AQUI.

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Conheça os Detalhes da Coleção Histórica Marvel, que começou a ser publicada pela Panini

A Editora Panini já começou a venda da sua série Coleção Histórica Marvel, onde podemos conhecer as aventuras originais dos personagens da Casa das Ideias em suas primeiras aventuras, lá pelos idos de 1963. Ou seja, muito artista histórico como Jack Kirby, Steve Ditko, Stan Lee e etc dando os primeiros passos com os heróis que se tornariam ícones da cultura pop mundial.

A publicação de Coleção Histórica Marvel será de forma quinzenal e alternará os personagens. Ou seja, uma edição terá o Homem-Aranha, na outra terá o Quarteto Fantástico, depois os Vingadores e assim vai. Até que volte a ser o Homem-Aranha novamente. A sequência inicial é Homem-Aranha, Quarteto Fantástico, X-Men, Vingadores, Hulk e Demolidor.

 

Não se sabe quantas edições cada personagem aproximadamente terá. E nem quantas edições a Coleção Histórica Marvel terá, tudo dependerá das vendas, claro. Na Europa, por exemplo, essa linha já tem dezenas de volumes publicados. Na Itália já se encontra no Número 214 atualmente.

O mais legal é que não necessariamente o leitor precisa pegar todas as edições. Se por exemplo ele quiser ter somente a coleção do Homem-Aranha, é só comprar as edições do Cabeça de Teia e esperar até chegar a vez dele ser publicado novamente na coleção.

Coleção Histórica Marvel tem mais de cem páginas por edição (algumas chegam a 160 páginas), capa cartão e pode ser encontrado no site da Panini ou então nos links abaixo.

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Fun, publicação da Editora Veneta, Conta a origem das Palavras Cruzadas

Narrativas gráficas compostas por imagens e textos. Geralmente em quadros pequenos. 10 letras.

Quem nunca viu, já preencheu ou pensou em palavras cruzadas? Mas como esse tipo de jogo e exercício mental surgiu? É sobre isso que Fun a nova graphic novel da Editora Veneta conta para seus leitores. Escrita e desenhada pelo italiano Paolo Bacilieri, a HQ mostra a origem desse passatempo e seu impacto na sociedade, que vai desde as guerras à arte.

“No dia 21 de dezembro de 1913, o jornal New York World (o mesmo que tinha lançado o Yellow Kid, a suposta primeira HQ de todos os tempos) publicou, pela primeira vez no mundo, uma nova forma de charada: as palavras cruzadas. Se no primeiro momento, a invenção passou quase desapercebida pelo grande público, logo se transformou em uma febre, virou tema de letras de jazz, se espalhou pelo mundo, criou impérios editoriais e apareceu em filmes nas mãos do Batman e de Marcello Mastroianni.
Foi usada para selecionar agentes dos serviços secretos durante a Segunda Guerra Mundial e Simone de Beauvoir reclamou que as palavras cruzadas haviam sido proibidas pelo governo de ocupação nazista, que temia o uso delas como meio da Resistência se comunicar por mensagens cifradas. O escritor Vladimir Nabokov foi o pioneiro das palavras cruzadas russas, batizando-as ‘krastoslovicy’ e o poeta francês Georges Perec cuidou da seção de ‘mots croisés’ da revista Le Point até o fim da vida. As palavras cruzadas se tornaram o passatempo favorito de empregados e desempregados, de intelectuais e taxistas, de presidiários e monarcas.”

Fun,é um trabalho de pesquisa impecável, que apresenta de maneira ousada, explorando as conexões entre a linguagem visual das palavras cruzadas e a dos quadrinhos. O autor ainda conta também uma história de suspense, com um atentado que envolve um escritor respeitado, um roteirista da Disney e um misterioso grupo de guerrilha situacionista.

Fun tem formato 23,4 x 16,6 cm, 312 páginas e desconto de 20% na pré-venda.

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Raposa & Gengibre – Volume 2 está na reta final do financiamento no Catarse

Está na reta final a campanha de financiamento coletivo para Raposa & Gengibre – Volume 2, HQ da quadrinista gaúcha Letícia Pusti, que depois do sucesso do primeiro volume, continuou a série de tirinhas que misturam desabafos e uma homenagem ao seu gatinho Gengibre, que foi muito importante para a sua vida em um momento complicado.

Letícia conta, como ao lado de Gengibre, aprendeu sobre a importância do afeto e compreendi melhor a minha vontade de viver. Estávamos doentes, e passar por isso juntos me fez perceber uma força que eu não sabia que existia em mim. A reciprocidade que tivemos foi algo único, e como o amor dele está eternizado em mim, resolvi eternizá-lo junto aos meus leitores, com a minha arte.

Raposa & Gengibre – Volume 2 reúne 60 momentos da jornada da Raposa em busca do autoconhecimento, acompanhada por Gengibre, seu melhor amigo. Vale reforçar que se trata de um compilado de momentos publicados gratuitamente no instagram e outra parte exclusiva para os apoiadores.

Raposa & Gengibre – Volume 2 terá formato digital 1920 x 1080 px e pelo menos 150 páginas. Para saber mais sobre a campanha, valores e recompensas, clique AQUI.

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Quadrinhos

Coprólitos, Coletânea de Marcatti, está à venda na Läjä Records

Você conhece a Läjä Records?

A Läjä Records é um selo que lança material de bandas de hardcore, punk, grind, crust, power violence e rock podre em geral, criado por Fábio Mozine, músico de bandas como Mukeka di Rato, Merda entre outras. Além de discos, a Läjä Records também comercializa roupas, (como a camisa do SUS que tem sua renda destinada para compra de cestas básicas para pessoas carentes) bonés e livros. E agora quadrinhos também.

Coprólitos de Francisco Marcatti chegou na Läjä Records, a publicação é um resgate completo e definitivo da fase mais alucinada da produção do genial quadrinista. Ele reúne trabalhos do Marcatti, publicados entre 1986 e 1992, se transformando em um registro precioso de como se moldou a verve do humor escatológico e contundente que influenciou toda uma geração.

São 32 histórias curtas que representam sua fase mais alucinada e repugnante. Publicadas em ordem cronológica, o livro também mostra como foi sendo moldada sua verve do humor escatológico e traz as clássicas da baixaria: Tia Surubinha, A Hemorróida de 1,80m, O Homem das 10 mil Bronhas.

Coprólitos tem formato 15,5 x 23 cm, 132 páginas e para adquirir pela Läjä Records, você pode acessar clicando AQUI.

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Detective Comics Quadrinhos

A Casa, de Paco Roca, tem em sua moradia saudades e lições de vida

– Pai, agora você vai ficar aqui e a enfermeira vai cuidar do senhor. Vai ficar tudo bem.
– Obrigado por cuidar de mim.
– Sempre vou cuidar do senhor, pai.

Esse foi o meu último dialogo com meu pai antes dele falecer em setembro de 2020, depois de passar uma madrugada com ele no hospital. Ele teve um câncer que em um mês e meio o levou. Fui o último filho a vê-lo com vida. E ainda não é fácil.

No posfácio de A Casa, Fernando Marías diz que a morte do pai é um dos grandes desafios da literatura. Por um lado é complicado para o autor não seguir somente os instintos e sentimentos, à mercê de dúvidas racionais que chegam de todos os lados. Por outro lado, a escrita meio que flui mais tranquila, parecendo que o pai morto está passeando com o filho. E realmente a obra de Paco Roca você sente a presença do pai dos personagens vivendo e pulsando pela casa em questão.

“As mesmas histórias tristes que se ouve dizer. Dessa vez o escolhido fui eu.” (Honrar teu Nome – CPM #22)

A história gira em torno de três irmãos que perderam o pai e agora precisam decidir o que fazer com a casa, que antes era de veraneio quando eram crianças, e veio se tornar a moradia definitiva dos pais. Assim como é o normal da vida, todos os filhos seguiram seus destinos, saindo das tutelas familiares, mas chegou o momento de encontrar novamente com o passado e o pior, ter que decidir o que fazer com esse passado.

Em meio a lembranças, que na maioria dos casos são boas, os três filhos se apegam a casa que o pai deixou em uma viagem no tempo com essas lembranças. E como eu disse são lembranças boas, porque é do ser humano lembrar somente das coisas boas de pessoas recém falecidas. Isso me remete ao pequeno dialogo que está no inicio desse texto, por mais que seja uma lembrança dolorosa é uma boa lembrança. Pois ali eu vi que pela primeira vez em um mês em meio, o meu pai estava em paz. Ele estava se sentindo bem. Por isso guardo esse momento com tanto carinho. Obviamente existem momentos melhores.

Com uma leveza pura e uma arte que descansa os seus olhos, A Casa de Paco Rosa é uma delícia de leitura, todo detalhe dela parece ter sido feita com amor e cuidado de não forçar um sentimento no leitor, mas sim de fazer a gente adentrar na casa e se sentir membro da família e se sentir apegado e amado pela casa. É como o leitor fosse um “quarto irmão”. Não é uma história de manter legados e sim de cultuar e celebrar o que foi construído. Não somente em bens materiais, mas também com sentimentos, ensinamentos e lembranças.

“Naquela mesa ‘tá’ faltando ele. E a saudade dele ‘tá’ doendo em mim” (Naquela Mesa – Nelson Gonçalves)

A Casa também fala de elos quebrados e “desquebrados”. A família tinha um elo de união que era a casa onde passavam as férias, quando cada um segue a sua vida, esse ela é partido. E o elo se refaz, e esse elo é o pai recém-falecido, ela já não se encontra mais unida há tempos (o que é normal também), a obra apresenta como o único elo que era a união da família depois de quebrado, pode vir a unir todos depois. Pois isso também é da natureza humana, sofrer um machucado e lamberem as feridas juntos. Mas se essa união irá continuar… quem sabe?

A Casa atinge em cheio quem já perdeu um ente querido, seja qual membro familiar for ou até mesmo aquela amizade. Mas a obra também atinge quem não perdeu ninguém. Pois faz aflorar a ideia que temos que celebrar enquanto estamos vivos, criar boas lembranças, pois um dia tudo vai passar. No meu caso não foi uma obra fácil de ler, mas também não me levou às lágrimas. Ela me passou uma coisa boa, e um tanto clichê, de que a vida é assim. Tudo passa e que devemos continuar sempre em frente.

A Casa foi publicada aqui no Brasil pela Devir, tem formato 24,7 x 17,9 cm, capa dura, 136 páginas coloridas e a tradução da Jana Bianchi.

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DC Comics anuncia a minissérie Blue and Gold

A DC Comics anunciou o lançamento de uma minissérie que terá como protagonista uma das duplas mais queridas dos quadrinhos mundiais. Blue and Gold terá o Besouro Azul e Gladiador Dourado buscando se tornar ícones das mídias sociais na internet.

Com roteiro de Dan Jurgens e arte de Ryan Sook, Blue and Gold, como dito antes, vai apresentar a dupla buscando notoriedade nas mídias sociais. A ideia, óbvio, partiu do Gladiador Dourado, que tenta buscar os holofotes para sua vida e carreira. Entretanto, ele não é o herói com mais tecnologia e nem dinheiro, então ele recruta seu melhor amigo para ajudar nessa “missão”.

Os fãs da dupla se animaram com o anúncio da DC Comics, pois já vem de muito tempo o pedido para alguma produção com a dupla, e muitos pedidos até de adaptações para o cinema. Será no mínimo divertido.

Blue and Gold terá oito partes e começa a ser publicada em julho nos EUA.

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A HQ Luzia é uma adaptação da literatura brasileira que chega pela Editora Draco

A HQ Luzia é o mais novo lançamento da Editora Draco e caminha para ser um dos quadrinhos mais bonitos do ano. Com roteiro de Zé Wellington e arte de Débora Santos, Luzia é uma adaptação de um clássico da literatura brasileira, intitulado Luzia-Homem do escritor cearense Domingos Olímpio, escrito no ano de 1903.

Confira a sinopse abaixo:

“A Grande Seca, ocorrida de 1877 a 1879, foi o mais devastador fenômeno de estiagem da história do Brasil, e pode ter sido responsável pela morte de até meio milhão de pessoas. Em meio a uma multidão de retirantes no sertão de Sobral, no Ceará, Luzia sonha com uma vida melhor, enquanto lida com a doença da mãe e o assédio de um soldado. Por ter músculos fortes, força incomparável e características masculinizadas, ela ganha a alcunha de Luzia-Homem. Mesmo nesse clima desfavorável, a determinada jovem vê florescer uma nova amizade e também um grande amor.”

A história de Luzia-Homem já chegou ao teatro e ao cinema, em um filme estrelado pela atriz Cláudia Ohana em 1988. O livro descreve as agruras do sertanejo em um dos períodos mais difíceis da história da região Nordeste, enquanto trata de temas como assédio e violência de gênero.

Luzia tem formato 17 x 24 cm, 96 páginas e o preço de capa de R$ 31,90. O quadrinho já se encontra à venda no site da editora Draco, clicando AQUI.

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Editora Guará começa a pré-venda de uma edição especial de Kriança Índia

A Editora Guará começou a pré-venda de Kriança Índia, HQ de Rafa Campos e Álvaro Maia que fala sobre um fantasma que ronda a Amazônia profunda. Um fantasma de carne, osso e temido por todos os milicianos, garimpeiros, madeireiros e capangas do agronegócio que assolam a floresta latino-americana. A editora apresenta uma edição completa.

Kriança Índia nos narra, sem qualquer pudor, as aventuras, digamos, viscerais… literalmente viscerais, de uma criança mítica em defesa de sua terra, a selva amazônica. Nessa sátira terrivelmente catártica a cada golpe e imaginada sob medida aos novos tempos.

Não se sabe o sexo, a idade exata e sequer a etnia a que pertence Kriança Índia. O que descobrimos é que o pequeno azougue é uma máquina de matar brancos, e ela não vai descansar enquanto não tiver varrido de sua floresta todos os exploradores inescrupulosos da Amazônia. Os primeiros 500 números ganharão um adesivo surpresa.

Kriança Índia tem formato 23 x 16 cm, 160 páginas, capa dura e o valor promocional de pré-venda de R$ 40,00. Você pode comprar o seu exemplar no site da editora clicando AQUI.