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Entretenimento Quadrinhos

Kim W. Andersson, autor de Alena, virá ao Brasil no fim de semana

Autor da premiada graphic novel Alena, lançada pela AVEC Editora em março de 2017, Kim W. Andersson estará no Brasil para sessões de autógrafos nos dias 04, 05 e 07 de novembro, passando por Porto Alegre e São Paulo. Confira os detalhes abaixo.

Em Porto Alegre o autor marcará presença nos dias 04 e 05 de novembro na Feira do Livro de Porto Alegre. Durante o fim de semana ele integra a delegação de autores da região homenageada pela Feira, os países nórdicos. Sua graphic novel Alena é a primeira da nação europeia a ser publicada em terras tupiniquins, e conta a história de uma jovem que sofre bullying ao se mudar para um novo colégio e sua melhor amiga – morta – decide que é hora de vingança. Confirme sua presença clicando aqui.

Dia 04 ele conversará com o público no Auditório Barbosa Lessa do Centro Cultural CEEE Erico Verissimo (Rua dos Andradas, 1223 – Centro Histórico) e autografa na praça em seguida. Já no dia 05 de novembro, às 16h, também participa de um bate-papo sobre quadrinhos na Tenda de Pasárgada!

Em São Paulo o autor marcará presença no dia 07 de novembro na Livraria Cultura da Avenida Paulista das 19h às 21h! Confirme presença clicando aqui. Será organizado um bate-papo e sessão de autógrafos.

A entrada é gratuita em ambos os eventos, não perca! Para conferir a resenha de Alena feita pela Torre de Vigilância, clique aqui.

Neste quadrinho, Kim Andersson brinca com a dicotomia entre vilania e heroísmo através da protagonista da obra, e a trama é baseada em suas próprias questões e sentimentos crescentes, tornando-a também uma história sobre amadurecimento.

Em 2015 a obra foi adaptada para o cinema, com um longa dirigido e roteirizado por Daniel di Grado, com textos de Kerstin Gezelius e Alexander Onofri.

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Detective Comics

Chega uma hora que a gente cansa de Marvel e DC

Super-heróis, no geral, são a alegria da infância e adolescência de muita gente. Raramente um leitor de quadrinhos não começou lendo Homem-Aranha, Batman e outros personagens icônicos. E a leitura contínua desses personagens em boa parte provenientes das editoras Marvel e DC Comics segue até a vida adulta, mesmo com tantas repetições no decorrer das histórias.

É claro que, muitas vezes, um leitor segue acompanhando os personagens que mais gosta por puro preciosismo. Aquele herói do coração sempre terá um espaço na prateleira, na ida à banca ou no acervo digital. Não importa quantos casamentos sejam apagados com pactos demoníacos ou quantas vezes o super-alienígena teve a mente dominada pelos vilões, seguimos acompanhando os altos e baixos na esperança de que surja algo diferente.

E muitas vezes essa espera é recompensada. Em um dos reboots anuais, uma equipe criativa (verdadeiramente criativa) pode soprar ar fresco para uma criação ultrapassada. O herói amargurado há 30 anos, de repente, retoma suas origens da Era de Prata e passa por um momento mais divertido. Ou um roteirista careca irlandês resolve trazer de volta conceitos descartados que renderiam boas histórias para o vigilante da cidade gótica. Essas mudanças são, sim, inovadoras após tanto tempo de mesmice, mas também são rapidamente ignoradas pelas editoras ou demoram para receber o destaque que merecem.

É fato que os leitores de quadrinhos de super-heróis muitas vezes buscam mais do mesmo e deixam de prestigiar algumas mudanças. A ideia de acompanhar um arco com o Vilão X atacando a cidade por meia dúzia de revistas faz parte da rotina do consumidor. No fim das contas a história pode ter um final ruim, mas valeu o passatempo. E algumas vezes esse hábito torna-se prejudicial.

No momento em que o leitor está anestesiado, acompanhando por rotina até os maus momentos de todos os personagens que gosta, seu senso crítico também torna-se mais do mesmo. “Ah, não vamos mudar isso. Tá funcionando assim.” E nesse ritmo tudo permanece… O mesmo. E a mesmice domina as HQs de super-heróis das grandes editoras por mais alguns anos.

Algumas pessoas notam que, no geral, quadrinhos de super-heróis são cíclicos, apesar de pérolas momentâneas que surgem de tempos em tempos. Nos últimos anos, inclusive, muitas novidades relevantes foram feitas. Mas essa percepção abre horizontes: ainda gosto de quadrinhos, mas o que ler após o cansaço? E editoras norte-americanas como a Image Comics, Dark Horse, IDW, Dynamite e tantas outras estão cheias de boas histórias esperando para serem lidas, algumas inclusive na temática dos super-heróis, porém com mais liberdade criativa. Todas elas contidas em uma parcela mínima das vendas de quadrinhos nos EUA.

E não só das grandes editoras vivem os quadrinhos, obviamente. O segmento underground e independente proporciona experiências fantásticas para leitores E autores. Ao expandir um pouco mais os horizontes, o mercado europeu (quadrinhos franco-belgas, italianos e outros) está cheio de obras-primas, enquanto no Brasil este permanece sendo um filão pouco prestigiado pelos consumidores. Mas não somente no Brasil: por aqui existem séries europeias que não foram lançadas nem nos Estados Unidos. É o caso, por exemplo, da excelente Lanfeust de Troy. Ou da série Elric, levada aos EUA somente por uma editora britânica. E também dá para mencionar os maravilhosos quadrinhos nacionais que necessitam de todo o apoio possível para alcançarem o estrelato.

É impossível afirmar que a insistência em revistas de baixa qualidade, afundadas no mais do mesmo dos heróis, impede que o leitor possa ‘sair da caixinha‘ para consumir novidades. Mas este é, sem dúvidas, um fator predisponente. Nunca haverá oportunidade (e dinheiro) para tentar explorar outros tipos de HQs enquanto todo o tempo e esforço for investido naquela rotina de 30 anos de vida ou mais.

E a questão não é cortar para sempre a leitura de materiais repetitivos que mais causam frustrações do que alegria. Se aquilo lhe proporciona diversão, não há nada de errado. Mas é possível manter um hábito mais variado, para quem ama quadrinhos, consumindo coisas diferentes. Ninguém vai te julgar se você deixar de ler uma revista do Flash. Também não existe problema nisso.

No Brasil, as portas para novas descobertas estão sempre abertas, inclusive pelas grandes editoras que publicam quadrinhos de super-heróis. Partes dessas editoras também fazem um esforço para trazer uma variedade de títulos ao mercado, nem sempre recebendo a atenção que merecem. E, pela falta de apoio de leitores mergulhados no mais do mesmo, diversos bons investimentos não dão certo.

A questão, claro, não é tão simples. Marketing por parte das editoras também ajudaria na expansão dos quadrinhos em terras tupiniquins, mas antes de tudo a cabeça dos leitores deve mudar um pouco: será que continuar com essa revista ou série de encadernados está valendo a pena? Minha insistência tornará impossível que eu esteja aberto a novidades? Ou não? E apesar do empecilho do preço (quadrinhos que fogem das duas “maiores editoras” dos EUA geralmente possuem menor tiragem, por venderem menos, e o preço é elevado), é sempre possível fazer um esforço. Com toda certeza, este esforço será recompensador.

Os super-heróis estão aí para receber o prestígio que merecem, especialmente quando estão nas mãos de bons roteiristas, desenhistas e editores. Fora disso, realmente fica difícil se empolgar com tantas grandes-mudanças-que-não-impactam-mais-ninguém. A não ser, é claro, que você já esteja anestesiado de tudo isso ou ainda se empolgue. Nestes casos, só permanece a sugestão de que existem HQs tão recompensadoras quanto por aí. É só procurar ou seguir boas dicas. Pessoas focadas em divulgá-las é o que não falta.

E saiba também que, dentro da Marvel e DC, o pensamento tem mudado. Iniciativas como o Batman de Enrico Marini (formato de criação totalmente europeu) são verdadeiros testes de mercado, algo similar à revolução das graphic novels proporcionada há algumas décadas, e o resultado pode ditar o futuro dos super-heróis nos EUA e no mundo. Somente o tempo dirá.

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Cinema

Shazam | Mark Strong em negociações para interpretar Doutor Silvana

De acordo com o The Wrap, o ator estaria em negociações para interpretar o vilão no primeiro filme-solo de Shazam.

Strong não é estranho ao Universo DC nos cinemas, uma vez que já interpretou Sinestro em Lanterna Verde de 2011.

Nos quadrinhos, o Doutor Silvana é aquele cientista inimigo do famoso super-herói. O vilão é um gênio científico que se voltou para o crime.

Apareceu pela primeira vez no gibi Whiz Comics #2 (com data de 1940, mas vendido nas bancas americanas ainda no final de 1939). No início, Silvana era um personagem caricato, semi-cômico, que fazia sucesso entre os leitores da época, até que, em 1953, quando a editora Fawcett cancelou suas revistas do Capitão, o personagem consequentemente desapareceu das bancas.

Shazam terá a direção de David Sandberg e contará com Zachary Levi no papel principal. As filmagens estão previstas para começarem no início de 2018 e o lançamento está marcado para abril de 2019.

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Quadrinhos

Exclusivo: Mythos Editora lançará The End League de Rick Remender

A Mythos Editora lançará no Brasil em 2018 a série The End League publicada pela Dark Horse e escrita por Rick Remender, em parceria com os artistas Mat Broome e Eric Canete.

Minissérie composta por 9 edições lançadas nos EUA entre 2008 e 2009, The End League é uma mistura das temáticas de O Senhor dos Anéis, Reino do Amanhã e Watchmen, onde os super-heróis remanescentes da Terra, agora dominada e escravizada por supervilões após um acidente irresponsável que aniquilou boa parte da população e deu poderes para os poucos sobreviventes, embarcam numa missão em busca de um artefato que pode salvar a humanidade: o poderoso Martelo de Thor.

A série teve início com roteiros de Remender e arte de Mat Broome e Sean Parsons. Na quinta edição, Broome foi trabalhar para a Marvel Comics e o artista Eric Canete o substituiu, com cores do premiado Dave Stewart. A mudança deu início ao segundo arco da série. A nona e última edição finalizou a saga com o dobro de páginas das revistas mensais comuns e possui arte de Andy MacDonald.

Confira na galeria abaixo as seis páginas de preview, em inglês, selecionadas pela Dark Horse:

 

A edição nacional da editora Mythos será baseada na Library Edition capa dura que compila o material na íntegra em cerca de 256 páginas de quadrinhos. A capa do encadernado original é de Eric Canete com cores de Naomi Baker e o lançamento foi feito nos EUA em setembro de 2017. Há também uma seção de extras com designs e sketches feitos por Broome.

O lançamento no Brasil está previsto para 2018.

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Quadrinhos

The Walking Dead volta a ser publicada no Brasil pela Panini

Não demorou muito e The Walking Dead já está de casa nova no Brasil. A série em quadrinhos, versão original da epopéia de Robert Kirkman que narra a tentativa de  sobrevivência de seres-humanos ao apocalipse zumbi retorna às livrarias e comic shops em dezembro de 2017.

A estratégia de publicação segue com projeto gráfico e número de páginas similar aos escolhidos pela editora HQM, que publicava anteriormente a saga no Brasil. Além do relançamento à partir do volume 1, a editora planeja seguir à partir do encadernado 19, exatamente de onde a editora predecessora parou.

Confira o release oficial:

“Sucesso no mundo todo e aclamado pela crítica, os quadrinhos de The Walking Dead, que deram origem à série televisiva de mesmo nome serão relançados pela PANINI. A editora multinacional líder na publicação de quadrinhos, revistas para crianças e mangás na Europa e América Latina vai recomeçar a saga de Rick Grimes contra zumbis desde o volume 1. Mas para não abandonar os fãs que já acompanham as edições lançadas anteriormente no Brasil, a PANINI vai continuar a publicação a partir do volume 19, ainda inédito.

The Walking Dead está previsto para chegar às livrarias e comic shops em dezembro, durante a Comic Con Experience 2017. A publicação também estará disponível na loja virtual da Panini (loja.panini.com.br) pelo preço de R$ 36,00.

Publicação mensal, The Walking Dead foi lançada nos Estados Unidos em 2003. A história foi criada e escrita por Robert Kirkman e o desenhista Tony Moore, substituído posteriormente por Charlie Adlard. A série narra a história de um grupo de pessoas tentando sobreviver em um mundo atingido por um apocalipse zumbi.”

Além disso, duas ações de marketing estão previstas pela editora: A primeira é o envido de cupcakes em formato da cérebro para mídias que veicularam a estreia da oitava temporada da série televisiva mais uma cartinha com a divulgação da hashtag #TWDNAPANINI. A segunda acontecerá durante a Zombie Walk SP, que acontece 2 de novembro no centro de São Paulo.  Um cosplay da personagem Michonne marcará presença no beckdrop da PANINI para tirar fotos. Também serão distribuídos marcadores de páginas com o link para acessar a pré-venda do quadrinho no site da PANINI.

The Walking Dead começou a ser publicada no Brasil pela Editora HQM com o nome de Os Mortos Vivos em maio de 2006 com o formato de encadernados até setembro de 2015 totalizando 18 volumes. Em outubro de 2012  a mesma editora relançou a série com seu nome original dessa vez em formato mensal por 48 edições até fevereiro de 2017. A série em quadrinhos original continua até os dias atuais, com 172 edições mensais publicadas e diversas versões de encadernados, sendo este modelo adotado pela Panini contando com 28 volumes.

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Tela Quente

Thor: Ragnarok: Vale a meia-entrada

Thor: Ragnarok tinha uma missão grande nas mãos, as expectativas estavam altíssimas pela primeira empreitada do diretor Taika Waititi no universo Marvel, que poderia mudar completamente o jeito do estúdio de fazer cinema e apresentar um filme digno para um personagem tão querido pelos fãs de quadrinhos. Infelizmente, posso afirmar que este terceiro longa de Thor (Chris Hemsworth) é só outro genérico da Marvel, porém, se prova um ótimo filme para o personagem. Isso já paga metade do ingresso.

Em seus minutos iniciais, o filme abre com um monólogo do protagonista consigo mesmo, contextualizando os acontecimentos mais recentes com humor e até uma sutil imaturidade incomuns ao herói. Logo após, nos é apresentado um vilão VISUALMENTE ameaçador dentro de um cenário bem feito com cores escuras, que logo iriam contrastar com o resto do filme (colorido e vibrante), além da sequência de ação com a trilha “bombando” mostrando como a dupla Thor e Mjölnir são imbatíveis, colocando a câmera seguindo o homem e o martelo no excelente tratamento da pós-produção. Se você entender todo esse início, não é difícil desvendar o que te espera nas próximas duas horas.

E se essa previsibilidade já incomoda – as piadas excessivas, os personagens descaracterizados, um vilão “tanto faz” e esquecível, além das cenas de ação sem nenhum impacto – o potencial que é desperdiçado pelo subtítulo “Ragnarok” é outro incômodo para a cabeça. O apocalipse nórdico, numa visão completamente pessoal de Waititi, está lá para ser o centro dos problemas… só que apenas no ato final. Enquanto este não chega, todo o problema que está acontecendo em Asgard, a repressão que os asgardianos estão sofrendo pela vilã Hela (Cate Blachett) (esquecível em grande parte), fica completamente em segundo plano.

Como em Doutor Estranho (2016), Ragnarok não consegue se entender no ritmo e é mal resolvido. O diretor deve ter se lembrado no meio das gravações todo o potencial que tinha nas mãos, e coloca cenas – relação entre Odin (Anthony Hopkins) e os filhos, valquírias contra Hela são algumas delas – que não estão aliadas com a proposta cômica do filme. O problema é que elas representam um peso e até uma qualidade cinematográfica significativamente maior do que nos é apresentado, deixando o gostinho de que poderia ser uma história maior e melhor do ponto de vista narrativo. Poderia realmente mudar os rumos da Marvel Studios para sempre.

Mas Taika Waititi parece não se importar com grandes feitos e entrega uma aventura pelo menos decente ao seu personagem. Começando pela forma como este trata a relação entre Loki (Tom Hiddleston) e Thor, que não recebe o apelo melodramático como em O Mundo Sombrio (2013), mas que ganha outra abordagem interessante e leve ao procurarem seu pai na Terra até a diferença de ideais: Thor quer salvar Asgard, enquanto Loki quer ganhar os holofotes de Asgard. Além disso, há um envolvimento enorme de Thor com o universo compartilhado, talvez esse seja um dos filmes solo com mais conexões. A pequena participação do Doutor  Estranho (Benedict Cumberbatch) e a relevância de Hulk (Mark Ruffalo) demonstram isso.

Seguindo o padrão de título: Homem Formiga e Vespa, poderia muito bem se chamar Thor & Hulk. Já que o envolvimento de Bruce Banner/Hulk o torna protagonista ao lado de Thor. Todo o ato que se passa dentro do Planeta Sakaar é o mais divertido e envolvente. Não só pelos ótimos personagens introduzidos: o grão-mestre colorido e com a dose ácida de sarcasmo interpretado por Jeff Goldblum, perfeito para o papel. A valquíria interpretada por Tessa Thompson é ótima como alavanca para ação, e Korg que é realmente engraçado pela sua voz e seu jeitão desajeitado de ser. Mas também pelos diálogos e cenas escritas por Eric Pearson, que não necessitam de nenhum requisito tecnológico para se sustentarem, deixando a ação para a batalha entre os vingadores. E essa não é apenas uma jogada marketeira como Optimus Prime vs. Bumblebee.

Relacionado aos cenários escolhidos, as cores, os formatos, os figurinos, as câmeras em constante movimento, a cinematografia de Thor: Ragnarok é ótima. Remete à genialidade de Jack Kirby em criar quadros cósmicos perfeitos, utilizando pinturas e estruturas para construir uma ambientação perfeita. Sendo que todas as cores, tanto quente quanto frias, são completamente presentes e poluem a tela intencionalmente. Parece carnaval quando as tintas e as poeiras coloridas vão sendo jogadas pela população de Sakaar; ou até mesmo o visual de Thor que adquire marcas e faixas coloridas, representando sua inserção forçada com o planeta.

Após muita aventuras entre Hulk e Thor, o foco do terceiro ato finalmente está em Ragnarok e toma uma posição séria e madura, mas sem perder a leveza. Tudo o que o filme poderia ser foi reduzido em um ato, que literalmente salva a comédia muitas vezes forçada de Taika Waititi. E esse caminho poderia ser adotado pela Marvel. O ato que traz ação, emoção e humor sem se colidirem, criando um ritmo natural e muito melhor do que nos fora apresentado. Importante salientar como o público na sessão riu mais no terceiro ato, já que as piadas pontuais soavam em tom de equilíbrio com os apelos emocionais.

Thor: Ragnarok é longe de ser uma catástrofe. Tem muitos pontos positivos e diverte enquanto entretenimento. Porém, o que esse filme poderia representar para os heróis no cinema fica só na nossa mente, decepcionando expectativas que esperavam um filme empolgante, emocionante e memorável da Marvel. Deixando na dúvida a capacidade do estúdio de conseguir fazer algo que realmente nos faça lembrar e se apaixonar novamente.

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Detective Comics Quadrinhos

Melhores quadrinhos para ler no Halloween

O Halloween chegou! E com ele os espíritos mais sombrios passam a dominar os leitores de quadrinhos, que procuram por leituras temáticas para o Dia das Bruxas. Monstros e entidades não compreendidas pela mente humana fazem parte desta lista de melhores quadrinhos para saborear na noite de Halloween! Confira abaixo!

Wytches

Esqueça tudo o que você já ouviu falar sobre bruxas. Ninguém jamais contou para você que as mulheres queimadas nas fogueiras morreram para proteger uma terrível realidade escondida dos meros mortais: bruxas, bruxas de verdade, que existem e estão por aí.

Elas são criaturas muito mais perversas e diabólicas do que você poderia pensar — e, portanto, muito mais assustadoras. Ver uma é coisa rara; sobreviver a elas é mais raro ainda. Em Wytches, Scott Snyder e Jock trazem para os quadrinhos uma versão bem diferente das bruxas, com um arco envolvendo a família Rook e todo o domínio e pavor que as BRVXAS (Wytches) exercem sobre as pessoas. E as florestas ao redor de New Hampshire escondem algo macabro…

Frankenstein: Entre o Céu e o Inferno

Depois de um encontro com o Hellboy em uma luta livre mexicana, o Frankenstein de Mike Mignola conseguiu fugir da instalação secreta na qual estava aprisionado. Mas tanto a liberdade quanto a esperança de viver em paz são sonhos quase impossíveis para o amargurado monstro, pois o destino lhe reserva um misterioso papel em um sobrenatural conflito entre poderes ancestrais.

Cansado da perseguição humana, torturado pela solidão e padecendo de remorso pelas atrocidades que já cometeu, Frankenstein é levado às trevas abissais em busca de redenção… e de algum propósito para sua existência! Esta história, com arte de Ben Stenbeck e cores de Dave Stewart, traz a visão de Mignola (tão conhecido nos EUA por seus quadrinhos aterrorizantes e monstruosos) para a criação do Dr. Frankenstein.

Batman: Dia das Bruxas

Em três momentos distintos passados durante o Dia das Bruxas, o Cavaleiro das Trevas se vê às voltas com alguns de seus mais terríveis adversários, tendo que sobrepujá-los e, ao mesmo tempo, não sucumbir à loucura. Porém, sua batalha ganha contornos sobrenaturais quando o Cruzado Encapuzado é visitado por seres fantasmagóricos que pretendem mostrar-lhe de que modo sua vida pode acabar.

Concebidos pelo roteirista Jeph Loeb e o artista Tim Sale, os três contos que compõem Batman: Dia das Bruxas estão situados no início da carreira do Homem-Morcego. Anos depois, a mesma equipe criativa retornou para a temática com O Longo Dia das Bruxas, que rendeu-lhes muitos prêmios e fama mundial.

Legião

O autor argentino Salvador Sanz possui em seu currículo algumas das melhores obras de terror dos quadrinhos. Um dos destaques é Legião, que conta a história de um grupo de desconhecidos que tenta sobreviver a uma estranha invasão em Buenos Aires, após uma cor impossível irromper dos céus (como no conto de Lovecraft, A Cor Que Caiu do Espaço).

Com trama recheada de gore e mistérios, este grupo de sobreviventes deve fugir dos territórios ocupados por estranhas criaturas Lovecraftianas enquanto tudo ao seu redor está tomado por torturas e incertezas. Outros quadrinhos do autor, como Noturno e O Esqueleto, também são boas pedidas para o Halloween.

Paper Girls

A magnífica série de ficção-científica criada por Brian K. Vaughan, com arte de Cliff Chiang, chegou ao Brasil em 2017 pela editora Devir. Quatro entregadoras de jornal, no Dia das Bruxas de 1988, se veem envolvidas numa misteriosa batalha com viagens no tempo, criaturas bizarras, dinossauros e drama suburbano.

Muito similar às criações de Stephen KingStranger Things e Steven SpielbergPaper Girls possui um elenco de protagonistas cativantes e trama que prende o leitor do início ao fim. Com monstros e visuais de cair o queixo, Paper Girls é uma deliciosa jornada pelo Halloween norte-americano.

Creepshow

Primeira HQ (e roteiro de filme) de Stephen King, Creepshow da DarkSide Books é a adaptação em quadrinhos do filme de George A. Romero, uma das maiores mentes do cinema e do terror.  Em 1982, King juntou forças com o diretor para realizarem um filme inspirado em quadrinhos clássicos dos anos 1950, como Contos da Cripta, da EC Comics.

Para tornar a referência ainda mais memorável, King adaptou seu roteiro de cinema para os quadrinhos, contando com a arte do magistral Bernie Wrightson, um dos criadores e primeiro ilustrador do Monstro do Pântano, e capa de Jack Kamen, autor da EC Comics. As cinco histórias presentes neste compilado possuem zumbis, alienígenas e assassinatos, com o que algumas das maiores mentes das sombras sabem fazer de melhor!

Drácula: A Obra Completa

Pela primeira vez em mais de cem anos, a obra-prima de Bram Stoker foi restaurada por completo. Os escritores Leah Moore e John Reppion, responsáveis pela adaptação em quadrinhos de Alice no País das Maravilhas, unem-se ao talentoso artista Colton Worley (O Aranha: O Terror da Rainha Zumbi) numa odisseia pela vida, pela morte e pelo sangue que corre em nossas veias…

Trazido ao Brasil pela Mythos Editora, Drácula é um maiores clássicos da literatura de todos os tempos, e está adaptado para os quadrinhos nesta luxuosa edição em cores reunindo a minissérie completa publicada pela  editora Dynamite, além do conto O Hóspede de Drácula e das capas de John Cassaday.

Creepy: Contos Clássicos de Terror

Que outra forma de saborear o Halloween seria tão boa quanto ler alguns dos maiores clássicos do terror em quadrinhos? Esta coleção da editora Devir desenterra todas as histórias da macabra série original da revista Creepy. A Creepy e o publisher Jim Warren virou o mundo da narrativa gráfica de cabeça para baixo no começo dos anos 1960, quando artistas fenomenais como Joe OrlandoAlex TothWallace WoodGray MorrowAl WilliamsonFrank Frazetta e muitos outros atingiram novos patamares artísticos com suas explorações fascinantes de histórias de horror modernas e clássicas.

Um outro “charme” destas edições são as páginas que reproduzem anúncios de produtos relacionados a terror e que eram vendidos na época. Um deleite para todos os fãs!

Espíritos dos Mortos

Como tantos nomes já citados anteriormente, Richard Corben faz parte da seleta lista de melhores autores de quadrinhos de terror do mundo. Em Espíritos dos Mortos, Corben adapta uma coleção de clássicos de Edgar Allan Poe com a maestria única que somente seu traço é capaz de reproduzir.

Misturando características surrealistas com a prosa eloquente de Poe, esta edição da editora Mino (originalmente publicada pela Dark Horse) transmite alguns dos medos e impulsos mais básicos da humanidade, característica mais profunda e genial das melhores obras de terror.

Monstros Noturnos

A versão ilustrada que o artista Bernie Wrightson fez de Frankenstein, o grande clássico de Mary Shelley, conferiu-lhe renome universal. Quase 30 anos depois, ele retorna triunfalmente ao personagem, com a ajuda dos roteiros de seu frequente colaborador, Steve Niles, em Frankenstein Vivo!

Monstros Noturnos traz todo este material disponível do recém-falecido e já citado Bernie Wrightson, mestre dos quadrinhos de terror, em uma compilação maravilhosa de um dos personagens mais conhecidos da literatura!


E então? Pretende conferir alguma HQ assombrosa nesta reta final do Halloween de 2017? Acha que faltou alguma história nesta lista?

Não deixe de comentar, e cuidado… As criaturas das trevas surgem quando menos se espera. Ótima Dia Noite das Bruxas para todos! ☠✚

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Séries

Sexta temporada de House of Cards será a última

Nesta segunda-feira (30), a Netflix decidiu cancelar a série após cinco temporadas exibidas, com a última chegando em 2018.

O elenco principal e produção já foram avisados sobre a decisão do canal de streaming.

O anúncio acontece ao mesmo tempo que o ator Kevin Spacey foi acusado de assédio sexual pelo ator Anthony Rapp (Star Trek: Discovery) durante uma festa em 1986.

Remake de uma série da BBC dos anos 90, House of Cards tem como protagonista Frank Underwood (Kevin Spacey), um político que lidera a bancada majoritária da Câmara dos Representantes dos Estados Unidos.

Underwood fica decepcionado quando descobre que não ocupará o cargo de Secretário de Estado da nova gestão, posto que foi prometido anteriormente a ele, pelo agora recém-eleito presidente. Em vez de aceitar a derrota, Frank decide usar seu conhecimento sobre os bastidores da política para orquestrar sua vingança.

A sexta temporada de House of Cards está atualmente em produção em Maryland.

 

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Cultura Japonesa Pagode Japonês

Re:Zero: Começando uma Vida em Outro Mundo – Livro 1

Isekai. Essa é uma palavra que pode não ter muito sentido em português (e não tem mesmo), mas que adquiriu enorme proporção na mídia japonesa por conta da – literal – avalanche de títulos desse sub-gênero que tomou as prateleiras orientais.

Essa postagem de hoje é sobre o Volume 1 da Light Novel de “Re:Zero – Começando Uma Vida em Outro Mundo“, escrita por Tappei Nagatsuki, com belíssimas ilustrações de Shinichirou Otsuka, e publicada no Brasil pela Editora NewPOP.

É só que simplesmente não dá pra resenhar uma Light Novel Isekai, sem falar do próprio gênero Isekai antes: Traduzindo do japonês, “Isekai” significa “Outro mundo“. É um gênero que viu um crescimento tão grande quanto o da população chinesa, que retrata personagens sendo transportadas (por quaisquer desculpas esfarrapadas que sejam) para uma outra realidade, normalmente (mas não necessariamente) fantasiosa. Os motivos para a explosão do gênero são diversos mas não cabem ao momento, então ficaremos apenas com a introdução.

Dito isso, podemos cair de cabeça nessa tempestade de emoções que foi o primeiro volume de Re:Zero. Com um título que trás “Isekai” logo de cara (do japonês, Re:Zero Kara Hajimeru Isekai Seikatsu), não se podia evitar um começo cheio de confusões e mais perguntas do que respostas.

Subaru, nosso protagonista, é um “Hikikomori” (mais conhecido no Brasil pelo Fantástico termo “Nem-Nem”), que sabe-se-lá-Deus o motivo, acaba sendo teletransportado para um outro mundo. Utilizando-se de seu vasto conhecimento de histórias Isekai, adquiridos por ficar em casa o dia todo, Subaru consegue manter a calma, e procede em fazer todas as escolhas erradas possíveis.

Tá vendo como presta pra algo? [Capítulo 1, página 59]

O primeiro capítulo é involuntariamente hilário. Toda vez que o protagonista toma uma decisão, logo em seguida ele se arrepende amargamente, e vê-lo se dando mal nunca deixa de ser engraçado. Se a série se centrasse em simplesmente mostrar o Subaru se ferrando por suas más escolhas, eu não teria nenhuma reclamação a fazer. Acontece que, como toda história que se passa num mundo fantasioso medieval, precisamos ter uma história digna de um RPG. E como qualquer jogo do gênero deve ser jogado, as personagens também decidem ignorar completamente a missão principal e fazer todas as trezentas side-quests que lhe são oferecidas.

A “missão principal” do volume é bem simples e poderia ser resolvida de forma rápida, fácil e sem baixas. Eu consigo imaginar, no mínimo, sete ou oito tipos de desenrolar para a história onde tudo acabaria bem. Mas como o nosso protagonista parece sofrer de lapsos mentais convenientemente posicionados (já falo disso), temos a descoberta do maior ponto da novel: o “Retorno na Morte“.

Viagens no tempo precisam ser tratadas com cuidado pois, quando usadas da forma errada, podem acabar com uma história. Eu, particularmente, detesto viagens no tempo e vou matalas. Re:Zero revolucionou o gênero Isekai quando, não contente com ser um simples Isekai, decidiu também ser uma Light Novel de loops temporais. De forma tão bem explicada que levanta mais dúvidas do que você já tinha (como se ser transportado pra um outro mundo já não fosse estranho o bastante), Subaru possui esse poder de voltar no tempo sempre que morre.

Seria legal se cada vez que ele voltasse, o mundo ficasse mais VAPORWAVE

É o tipo de ferramente de roteiro que, pra mim, acaba completamente com qualquer tensão que uma história poderia criar. Isso é dito pelo próprio protagonista, que sabe que se alguma merda acontecer, ele pode simplesmente resetar o mundo e estará tudo bem. Contudo, ainda é muito cedo para julgar. Com a pequena quantidade de ‘loops’ que tivemos até agora, não dá para saber como o autor vai lidar com isso. Alguns exemplos famosos mostram que mesmo situações dessas podem gerar tensão, se usadas corretamente (Bites the Dust vem à mente). Alguns exemplos famosos mostram que mesmo situações dessas podem gerar tensão, se usadas corretamente (Bites the Dust vem à mente).

O elenco de Re:Zero é algo a se destacar. Todas as personagens são muito bonitas (graças às belas ilustrações de Shinichirou Otsuka), têm uma personalidade bem definida e conseguem se firmar bem na história proposta. Todos… Menos Subaru.

Parece ser algo padrão em histórias japonesas: Fazer o protagonista o cara mais absorto e desgostável possível. Não só sua personalidade e ações são horríveis, como ele também parece ser o único personagem mal-escrito da trama. Lembra dos lapsos de memória que eu comentei antes? O Subaru é um cara que possui um conhecimento enorme de… diversos tópicos. Ele os usa abundantemente durante o primeiro capítulo da novel. E apesar de várias vezes se dar mal por conta disso, ele consegue sim tomar algumas decisões sensatas com base neles.

Mas em diversos momentos ao longo do volume, Subaru parece simplesmente ESQUECER princípios básicos. O autor decide torná-lo burro sempre que lhe é conveniente, para fazer a história prosseguir no rumo planejado. A maior prova disso é que as melhores passagens do livro são justamente aquelas onde Subaru não está presente, ou está incapacitado de abrir a boca ou pensar. Basicamente, Re:Zero seria muito melhor sem ele, mas infelizmente estamos presos a esse protagonista. Pode se tornar até algo positivo, já que, quando se está no fundo do poço, o único caminho é pra cima.

Se você gosta de mundos de fantasia medieval, no melhor estilo Tolkien, The Elder Scrolls ou Warcraft, a ambientação vai com certeza te prender. Junte isso com um elenco de personagens excepcional, uma narrativa divertida (nos momentos mais leves da história) e descrições de cenas de ação muito bem elaboradas, e Re:Zero pode ser a sua praia. É só aguentar o protagonista mais irritante dos últimos anos.

Mas, agora que o conteúdo já foi analisado, podemos ir ao que realmente importa: a qualidade da edição brasileira. Afinal, somos todos sommelier de lombada, não é?

Como sempre, a NewPOP caprichou na impressão. A capa é linda (ambas são, inclusive. Vale como item de colecionador!), as ilustrações internas estão com qualidade excelente, e o papel é ótimo. O formato “pocket” (chamado assim por aqui, mas que é o original japonês para a obra) facilita muito a leitura, e ainda economiza espaço na estante. Nesse quesito, só pontos positivos para a editora do Sr. Júnior.

Comparação de tamanho. Moeda de um real para padrão.

Já a parte escrita possui algumas coisas que ficaram entaladas na garganta. A revisão sempre foi um problema, e apesar das incansáveis tentativas de melhorar (que estão funcionando! Não me levem a mal, está muito melhor do que era antes!), ainda vemos erros de digitação e palavras sobrando ou faltando. No volume como um todo, pude contar seis erros que se encaixariam nessa categoria.

A qualidade do texto está boa. Apesar de uma ou outra frase que poderia ter sido escrita de forma mais fluida, e um exagero no número de artigos antes dos nomes das personagens, a leitura aconteceu sem nenhum problema.

Re:Zero – Começando uma Vida em Outro Mundo – vale a pena? Eu diria que meu julgamento final é que sim, compensa a compra e rende uma boa leitura. Desde que você entenda que se trata de uma Light Novel. E se você não sabe do que se trata uma Light Novel, pode aprender clicando aqui.

Você pode adquirir Re:Zero pela loja online da NewPOP, ou pela Amazon (Capa normal | Capa variante).

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Novos encadernados de Star Wars e Darth Vader entram em pré-venda. Confira!

Após uma longa espera, a Panini finalmente anunciou seus próximos encadernados de uma galáxia muito, muito distante. Star Wars vol.2 e Darth Vader vol.2 dão continuidade ao Novo Cânone, e compilam as histórias pelo selo Disney. Confira os detalhes:

Star Wars – Confronto na Lua Dos Contrabandistas

Sinopse: “Para poder continuar sua busca e aprender sobre os caminhos dos Jedi, Luke Skywalker decide ir até o Templo Jedi em Coruscant. No entanto, ao fazer uma parada em Nar Shaddaa, a infame Lua dos Contrabandistas, ele acaba tendo o seu sabre de luz roubado e isso o coloca em uma aventura inesperada e cheia de perigos! Han Solo e Leia, por sua vez, se veem às voltas com uma rival que surge do passado de Han. E ainda: em uma história do passado, veremos como Ben Kenobi sempre esteve presente na vida do jovem Luke.”

Star Wars – Confronto na Lua Dos Contrabandistas engloba as edições de Star Wars #7-12 com 136 páginas.


Star Wars Darth Vader – Sombras e Segredos

Sinopse: “O sinistro lorde sith recebe uma nova missão das mãos do Imperador, mas ele mesmo já tem seus próprios planos… e não necessariamente condizem com as necessidades de seu mestre. Vader, em sua aliança com a astuta doutora Aphra, acaba por contratar um bando de caçadores de recompensas para executar um golpe de proporções épicas, cujo alvo é o Império! Conseguirá ele resistir à pressão das investigações conduzidas pelo inspetor imperial Thanoth e, ao mesmo tempo, cumprir com o que lhe foi pedido? Uma coisa é certa: os caminhos desses personagens se entrelaçarão de uma forma que poderá ser fatal para todos!”

Star Wars Darth Vader – Sombras e Segredos terá 136 páginas e compilará as edições de Darth Vader do número 7 ao 12. Você pode adquirir as duas HQ’s no link abaixo.