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Quadrinho sobre heroína comunista chega ao Brasil pela Mythos Editora

Já está em pré-venda o mais recente lançamento da Mythos Editora: Red Skin, de Xavier Dorison e Terry Dodson, série bem-humorada publicada na França pela editora Glénat que mostra a história de uma agente soviética infiltrada nos EUA para espalhar a palavra do comunismo. Confira os detalhes abaixo.

Em 1977, a agente soviética Vera Yelnikov foi enviada pelo Kremlin para Los Angeles para espalhar a propaganda comunista na terra do Tio Sam. Como Red Skin, ela vai empunhar a Foice e o Martelo em defesa de verdade, da justiça e do modo de vida comunista. E entre seus inimigos bizarros estão psicopatas e forças sinistras, que contribuem para criar o clima nesta divertida aventura escrita por Xavier Dorison.

Na França, a série da agente comunista possui dois álbuns (um de 2014 e outro de 2016), compilados na íntegra neste volume da editora Mythos. Entretanto, haverá continuação. O artista, Terry Dodson, é americano e já trabalhou em títulos como Arlequina, Princesa Leia, Fabulosos X-Men e Mulher-Maravilha. Sua arte chama atenção especialmente pelas belas mulheres e possui colaboração de sua esposa, Rachel Dodson.

Confira abaixo uma galeria especial com páginas e a quarta capa do encadernado:

 

Xavier Dorison é conhecido por trabalhos como O Terceiro Testamento, Asgard, W.E.S.T., Santuário e Prophet, tendo criado séries para editoras como Dargaud, Les Humanoïdes Associés e Le Lombard, além da Glénat. Red Skin foi levada para os EUA com os direitos comprados pela Image Comics, que alterou o nome da série para Red One a fim de evitar conotação referente ao termo ofensivo “peles vermelhas” usado para se referir aos índios.

Red Skin: Vol 1. Bem-Vinda à América possui 120 páginas encadernadas em capa dura e formato 32 x 24 cm, e o preço sugerido é R$ 84,90. Garanta sua edição na pré-venda com 21% de desconto clicando aqui.

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Os dez melhores quadrinhos da Image publicados no Brasil

A Image Comics tornou-se um símbolo de alta qualidade dos quadrinhos norte-americanos. Usufruindo de um processo que dá mais liberdade aos criadores a editora vem conquistando sua parcela do mercado, e, cada vez mais, atrai grandes nomes da indústria para trabalhar por lá. Com a qualidade, diversos prêmios vêm sendo – merecidamente – dados às suas séries.

E a evolução da Image nos EUA, tornando-se algo similar ao que a Vertigo já foi e representou com seus quadrinhos adultos, também vem aos poucos conquistando o mercado brasileiro. Apesar da pequena quantidade (se comparada ao total de material publicado lá fora), os títulos da Image publicados no Brasil nos últimos anos já entregam uma parte do que há de melhor para os leitores.

Este post especial irá apresentar algumas das melhores séries lançadas por aqui, conforme você confere abaixo!

Saga

A premiadíssima série de Brian K. Vaughan e Fiona Staples já soma 48 edições nos EUA, com oito encadernados lançados até o momento. Este épico de space opera conta a história de Alana e Marko, um casal proibido de raças inimigas, tetando sobreviver com sua filha recém-nascida, Hazel. Saga já acumula mais de 30 prêmios, divididos entre Eisner, Harvey, Hugo, Joe Shuster e British Fantasy Award. No Brasil, a editora Devir segue publicando a série em encadernados, tendo lançado até o momento cinco volumes. Saga impressiona pela magnífica criatividade dos autores, entregando uma construção de universo impecável com personagens muito cativantes e sinceros.

Cidade Selvagem

Cidade Selvagem (Fell no original) é uma série de Warren Ellis e Ben Templesmith que narra as desventuras de um detetive chamado Richard Fell, recém-transferido para a pior cidade da região: Snowtown. Lá, Richard deve lidar com os problemas locais e aplicar sua experiência como investigador. Somando características de filmes policias com uma dose de Sherlock Holmes e clima angustiante, Cidade Selvagem foi publicada entre 2005 e 2008, totalizando apenas 9 edições narradas em poucas páginas de nove quadros cada, compiladas no Brasil num encadernado de luxo da Mythos Editora. A série venceu dois Prêmios Eisner em 2006: Melhor Série Estreante e Melhor Série Continuada. Ellis também foi indicado ao prêmio na categoria Melhor Roteirista.

No momento em que esta postagem é escrita, Cidade Selvagem está com 70% de desconto no site da editora.

Eu Mato Gigantes

A emocionante história de Bárbara, uma garota excluída e sem amigos que vive imersa num mundo fictício ao melhor estilo Dungeons & Dragons, foi publicada no Brasil pela NewPOP Editora. Se perdendo em seu mundo de fantasia, tudo sobre o que Bárbara consegue conversar são: gigantes! Ela se prepara para a vinda iminente das criaturas, e convencida de que é uma matadora de gigantes, deve encarar seus problemas da vida real e superar a fantasia; pelo menos de acordo com as pessoas que vivem à sua volta. Eu Mato Gigantes é da autoria de Joe Kelly e J. M. Ken Niimura e foi publicado entre 2008 e 2009, totalizando 7 edições (apenas um encadernado). O quadrinho também ganhou um filme live-action.

Paper Girls

A magnífica série de ficção-científica criada pelo já citado Brian K. Vaughan, com arte de Cliff Chiang, chegou ao Brasil em 2017 pela editora Devir. Quatro entregadoras de jornal, no Dia das Bruxas de 1988, se veem envolvidas numa misteriosa batalha com viagens no tempo, criaturas bizarras, dinossauros e drama suburbano. Muito similar às criações de Stephen King, Stranger Things e Steven Spielberg, Paper Girls possui um elenco de protagonistas cativantes e trama que prende o leitor do início ao fim. A série já possui três encadernados lançados nos EUA, totalizando cerca de 17 edições, e segue como um dos títulos mais fortes e consistentes do catálogo da Image.

The Wicked + The Divine

The Wicked + The Divine fala sobre deuses que caminham entre os humanos. Mas nada poderia ser tão simples: os deuses também se assemelham a ícones pop da modernidade. A série foi criada por Kieron Gillen e Jamie McKelvie e recebeu diversas indicações ao Prêmio Eisner de 2014 pra cá. A narrativa segue a história de Laura, uma adolescente que tem ligações com as atividades do Panteão, um grupo de doze pessoas que descobrem ser a reencarnação dos deuses, concedendo-os fama e poderes sobrenaturais, porém matando-os em dois anos. No Brasil, The Wicked + The Divine é da editora Geektopia, selo de quadrinhos da Novo Século.

Rat Queens

Quatro garotas. Muita magia e porrada. Sexo. Politicamente incorreto e bebidas. Tudo isso resume Rat Queens, série criada por Kurtis J. Wiebe e Roc Upchurch que tornou-se um símbolo e ícone da representação feminina forte e liberdade das mulheres, fazendo sucesso entre crítica e público. Publicadas no exterior pela Shadowline, um selo da Image, as aventuras das Ratas Rainhas Hannah, Dee, Betty e Violet são cheias de sangue, poderes, monstros malvados e reviravoltas, entregando o que há de melhor em aventuras de RPG. Bem construídas e com muita personalidade, as garotas protagonizam histórias medievais-fantásticas onde vale tudo, e a representação LGBT rendeu para esta revista o respeitado GLAAD Media Award. Upchurch foi afastado da série após agredir sua ex-esposa e foi substituído por artistas tão bons quanto: Stjepan Šejić, Tess Fowler e Owen Gieni. No Brasil a Jambô Editora está lançando os encadernados, com previsão do terceiro volume para dezembro de 2017.

Projeto Manhattan

Insana série de ficção-científica criada por Jonathan Hickman e Nick Pitarra, Projeto Manhattan narra os bastidores do projeto homônimo da Segunda Guerra Mundial que reuniu algumas das mentes mais brilhantes da época para, entre outras coisas, desenvolver a bomba atômica. Entretanto, esta série (já finalizada nos EUA) mostra que tudo isso é somente uma fachada para os projetos realmente importantes – e secretos – desenvolvidos pelo grupo de cientistas. Com ideias de explodir a cabeça, Projeto Manhattan é o fino do trabalho de Jonathan Hickman, que também trabalhou para a Marvel Comics e revolucionou os títulos por onde passou. A série foi lançada no Brasil pela Devir, totalizando cinco encadernados.

Alex + Ada

A história do rapaz chamado Alex que apaixona-se por uma androide X-5 de última geração é o plot de Alex + Ada. Criada por Jonathan Luna e Sarah Vaughn, esta série dramática sobre um homem solitário e uma criação inteligente foi publicada nos EUA entre 2013 e 2015, somando três encadernados (15 revistas) e muitos elogios por parte dos leitores e críticos, rendendo comparações aos filmes Ela (2013) e Blade Runner (1982). Apesar da arte extremamente simples de Jonathan Luna, todo o desenvolvimento de roteiro e personagens é impecável, e durante sua publicação a série chegou a ser estendida para melhorar a narrativa. No Brasil, Alex + Ada é um dos lançamentos de 2017 da Geektopia.

O Legado de Júpiter

Migrando rapidamente para os super-heróis temos um título de Mark Millar e Frank Quitely que reinventa muito bem o gênero. O Legado de Júpiter mostra a vida de Chloe e Brandon, filhos dos maiores heróis do mundo. Com uma narrativa saltada entre o passar dos anos, as decisões destes personagens trazem grandes mudanças para o planeta, passando da simplicidade dos tempos antigos para as crises mais modernas. A série possui publicação irregular nos EUA e foi trazida ao Brasil pela editora Panini, e com influências de Star Wars, King Kong, mitos romanos e similaridade com Authority, tornou-se rapidamente um dos mais bem-sucedidos títulos do vasto catálogo da Image Comics. Merecidamente.

Criminosos do Sexo

Matt FractionChip Zdarsky são os responsáveis pela criação de Criminosos do Sexo, série publicada nos EUA desde 2013 protagonizada pelo casal Suzie e Jon que, após dormirem juntos, descobrem ter a capacidade de parar o tempo ao alcançar o orgasmo. A decisão do casal é óbvia e inquestionável: eles resolvem utilizar este super-poder para assaltar bancos. Vencedor do Prêmio Eisner de Melhor Série Estreante em 2014, Criminosos do Sexo é um título imprevisível e lindamente ilustrado e colorido que, além da diversão proporcionada, toca em alguns assuntos delicados. No Brasil a editora Devir publica este título em encadernados de luxo, com o terceiro volume previsto para os próximos meses.


Pode parecer muito mas boa parte dos títulos primorosos da Image Comics permanecem inéditos no Brasil. Recentemente a editora Devir anunciou a publicação de Lazarus, de Greg Rucka e Michael Lark, mas revistas como East of West, Southern Bastards, ChewVelvet permanecem de fora dos anúncios das editoras nacionais.

Em paralelo, nos últimos anos alguns títulos da Top Cow (um dos selos da Image) como O Povo da Meia-Noite, Wanted e Rising Stars foram lançados pela Mythos Editora. Wytches foi publicado pela DarkSide, enquanto a Panini lançou MPH e America’s Got Powers. Pela Devir, os encadernados Happy! e Ministério do Espaço também chegaram às livrarias. E aos poucos parece haver uma expansão deste segmento do mercado, com um possível boost previsto para os próximos anos. Estaremos na torcida!

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Gameplay Games

Análise | The Evil Within 2

Sebastian Castellanos reaparece para a sequência de um dos jogos de terror que mais recebeu elogios na geração atual e porque não afirmar, na passada. The Evil Within 2 infelizmente não tem a mesma premissa rica, psicologicamente perturbadora e esteticamente magnífica do primeiro jogo. Mas, apesar do que esperávamos, este thriller de terceira pessoa ainda é estranhamente agradável, bem como a companhia de um Castellanos cheio de contrapontos pessoais.

Três anos depois de sobreviver ao Beacon Mental Hospital, Sebastian se culpa pela morte de sua filha, Lily, que aparece logo no início em uma cena de abertura onde temos um vislumbre seu. Entretanto temos a revelação que Lily de fato, não morreu, e apartir daí começa o novo desafio do nosso protagonista, resgatar sua filha e sintetizar a consciência compartilhada do sistema STEM, assustador. Então, você não tem outra escolha. Tudo o que se tem a fazer é enfrentar os perigosos mortos-vivos, em uma pequena cidade virtual que se torce sobre si mesma com bairros inundados de sangue e outras coisas grotescas, enquanto sua filha espera o resgate.

Durante a gameplay é rapidamente visível que toda as motivações dos personagens e logística de solução dos problemas, assim como o enredo, são muito convenientes. Entretanto, nada disso vai interferir no seu desempenho, tudo o que você realmente precisa saber é que Sebastian está de volta e pronto para matar todos e quaisquer monstros estranhos assassinos para salvar sua filha. Nessa sequência temos novas vozes para Sebastian e Juli Kidman, diga o que quiser sobre as performances originais, mas pessoalmente não me irrita uma mudança desse nível, quando é nos dado uma explicação para tal, como por exemplo, mais tempo de fala ou então a necessidade de interpretação para novas situações, que os antigos encarregados não acompanhariam. Sempre me incomodei com o primeiro jogo, com as frases de Sebastian que não coincidem com o tipo de situação absolutamente horríveis que ele está regularmente exposto. Como soltar um “Merda” sem nenhum espasmo na voz ou sem o tom cansado de quem correu por uma cidade enorme fugindo de mortos-vivos, ou despertar de um sonho, nível “Hora do Pesadelo” e lançar um “Isso foi estranho”, muito caído.

Os modelos de personagem parecem ter assumido um estilo completamente diferente dos modelos adotados no jogo anterior. De alguma forma, apesar de o fato dessa sequência não ter sido feita para PS3 e Xbox 360 em mente, a apresentação visual deu um passo elástico para trás. Quando o jogo original fez um ótimo uso de texturas sujas e filtros visuais escuros para dar ao mundo um ar de ferrugem, lodo intestinal e decadência, The Evil Within 2 parece tentar trazer o mundo pop para sua formação. O resultado é um estilo visual estranhamente vibrante devido à agitação geral dos acontecimentos, como uma espécie de Fallout 4 no Resident Evil. De longe não podemos dizer que temos um jogo feio graficamente, excluindo os inimigos propositalmente horríveis que ficam ótimos apesar da falta de variedade. Mas, em comparação com The Evil Within, essa sequência tenta trazer novos pontos que não se encaixam num mundo aterrorizante.

Enquanto graficamente o jogo deixa a desejar em comparação ao seu antecessor. Quando falamos de imersão, não há o que reclamar de The Evil Within 2, haverá momentos em que você vai sentir receio de ter que dar um único passo a frente, ou para um lugar mais abaixo por um corredor escuro. Os destaques aqui vão para a equipe criativa que pensou nos cenários e na fotografia sádica do game, que evidentemente se inspiraram em designs de outras franquias famosas, como Silent Hill e Resident Evil. O áudio finamente sintonizado também está cheio de pequenos ruídos insidiosos que farão com que todos seus pelos se ericem, enquanto o jogo tenta te convencer através de uma falsa sensação de segurança com a música clássica vagamente dissoluta. Geralmente, uma atmosfera de suspense esmagadora ou momentos de fuga são muito mais eficazes e emocionantes do que a recompensa que vem em seguida, o que é muitas vezes um artifício do entretenimento de terror.

Se você jogou o primeiro jogo, você sabe o que esperar da jogabilidade de The Evil Within 2. Uma mistura de emoções, uma variação de preservação e de ação, vontade e racionalização. Alguns inimigos são mais difíceis ou rápidos do que outros, mas nenhum deles é particularmente inteligente, então você raramente precisa ajustar suas táticas de combate. Morrer tentando aqui é algo que se deve aceitar, um erro pode facilmente resultar em você ser machucado, enrolado e morto em questão de segundos. Esta sequência mergulha completamente no mecânico da gameplay do original, onde os cadáveres não queimados poderiam potencialmente reviver a qualquer momento, gerando uma desconfiança e pânico iminente com os cadáveres, já que você não tinha noção do que poderia acontecer, uma verdadeira ambientação de terror clássico.

The Evil Within 2 não consegue sair da sombra do primeiro jogo, mas embora não tenha o mesmo estilo unido e unificado, você não terá que se preocupar com mecânicos frustrantes ou com picos de dificuldade enfurecedores. Se você não tiver nada contra o jogo original em seu coração, você certamente curtirá essa sequência. Depois de jogar ao lado de Sebastian, você se lembrará com um olhar de carinho para The Evil Within 2, com sua mistura satisfatória de sustos, combates duros e impressionantes conjuntos de alucinação. The Evil Within 2 oferece outro passeio de terror divertido, desafiante e tenso que deve encantar os fãs do primeiro jogo.

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Quadrinhos

Campanha no Catarse irá trazer Dampyr de volta ao Brasil

A série de quadrinhos de horror, suspense e aventura policial Dampyr, publicada na Itália pela Sergio Bonelli Editore, pode retornar ao Brasil através de financiamento coletivo no Catarse. A Editora 85 deu início à arrecadação, visando a publicação de um especial de 386 páginas com histórias inéditas. Confira as informações abaixo!

A trama da série explora o mundo dos Mestres da Noite, superpredadores que se alimentam de seres humanos. Porém, o nascimento de Harlan Draka, filho de uma humana com uma dessas criaturas, gera o único inimigo natural de tais ameaças: um Dampyr. Draka cresce para tornar-se o caçador dos Mestres da Noite. Como aliados ele conta com Kurjak, um soldado sem pátria que desistiu das guerras injustas para lutar pela salvação da humanidade e Tesla, a única vampira a aliar-se aos humanos contra a sua raça.

A publicação de Dampyr no Brasil foi feita entre 2004 e 2005 pela Mythos Editora, que lançou os 12 primeiros números. Na Itália a série já passa da edição 200, e a Editora 85 pretende lançar um compilado com quatro histórias inéditas.

As histórias que irão compor este compilado são: L’isola della strega, I ribelli, Nato nella palude e Delta Blues. Confira abaixo a divisão em porcentagem de onde será investido o dinheiro arrecadado, um total de R$ 35.000:

Dampyr foi criado por Mauro Boselli e Maurizio Colombo.

Para maiores informações, detalhes de arte e contato da Editora 85, visite a página da campanha clicando aqui.

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Séries

Ryan Potter entra para o elenco de Titãs como Mutano

Deadline informa que o ator Ryan Potter (Operação Big Hero) foi escolhido para interpretar um dos personagens mais carismáticos do Universo DC: Mutano.

A descrição dele é a seguinte:

”Quando criança, Garfield ”Gar” Logan contraiu uma doença letal, Sakutia, enquanto estava em uma expedição africana com seus pais geneticistas. Tratado com uma droga experimental, Gar sobreviveu, mas desenvolveu alguns efeitos colaterais bizarros. Juntamente com sua pele e cabelo em tons verdes, Mutano pode remodelar-se em qualquer animal que possa imaginar.”

Potter é a última adição da equipe no elenco, que já conta com: Anna Diop (Estelar), Teagan Croft (Ravena), Brenton Thwaites (Asa Noturna), Minka Kelly (Columba) e Alan Ritchson (Rapina).

Sua versão nos quadrinhos é bastante similar ao que será visto na série.

Geoff Johns, Akiva Goldsman e Greg Berlanti ficarão responsáveis pelo roteiro e o diretor Brad Anderson foi confirmado como o diretor do episódio Piloto.

Titãs terá 13 episódios em sua primeira temporada e será lançado num serviço de streaming em 2018.

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Entretenimento Games

Amazon Brasil dá início às vendas de consoles, games, TVs e celulares

A Amazon brasileira finalmente está vendendo produtos eletrônicos em seu site. A nova loja oferece consoles, jogos, TVs, celulares, notebooks, câmeras, acessórios e muitos outros itens.

Após uma longa jornada de quase cinco anos no Brasil, tornando-se referência de inovação na venda de livros físicos e eBooks, a Amazon começou a vender nesta quarta-feira (18/10) produtos eletrônicos em seu site. A nova implementação, como pode ser conferida aqui, torna a Amazon tupiniquim mais parecida com suas irmãs estrangeiras.

As categorias incluem: Celulares, TV e VídeoCâmeras e Foto, Áudio e Vídeo PortáteisAcessóriosComputadoresGames e Consoles e Dispositivos Kindle. Ainda não foram iniciadas as vendas dos produtos eletrônicos desenvolvidos pela própria Amazon, como apresentados nas lojas do exterior, e os famosos gadgets da companhia seguem inéditos na versão nacional, sendo oferecidos produtos de outras empresas como: LG, Philips, Philco, Sony, Logitech, Motorola, ASUS, Positivo, Dell, Acer, Apple, HP e Samsung.

Os famosos produtos wearables, como smartwatches, presilhas e braçadeiras eletrônicas, também possuem sua própria categoria. Ao longo dos próximos meses a Amazon deve dar mais destaque para as novas seções, visando o aumento da tão esperada expansão da loja nacional. Entretanto, até o momento já são totalizados mais de 110 mil itens na estreia.

Também está sendo oferecido o parcelamento em até 10x sem juros em toda a loja. O esquema de marketplace foi o adotado momentaneamente, onde a empresa gerencia e faz o intermédio de vendas de outros comerciantes. Para visitar os principais destaques de lançamento da Amazon, clique no banner abaixo.

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Pipoca e Nanquim lança Um Pequeno Assassinato, de Alan Moore

A primeira graphic novel independente de Alan Moore, originalmente publicada em 1991 pela VG Graphics britânica, Um Pequeno Assassinato chega ao Brasil pela editora Pipoca e Nanquim e já está em pré-venda. Confira detalhes abaixo.

De Alan Moore, o criador de Watchmen, V de Vingança e Liga Extraordinária, e o artista expressionista Oscar Zárate, nasce a história de Timothy Hole, um publicitário bem-sucedido que acaba de aceitar o trabalho de sua vida. Contudo, as coisas começam a sair dos trilhos quando ele passa a ser perseguido por uma estranha criança, que o faz se questionar quem realmente é e, principalmente, como afeta as pessoas ao seu redor. Uma história sobre os pequenos homicídios que todos têm de cometer para seguir em frente. Um rastro de mortes de coisas aparentemente insignificantes. Afinal, quanto dano pode causar um pequeno assassinato? Uma das obras mais intelectuais, pessoais e contundentes de Alan Moore, publicada pela primeira vez no Brasil, num volume de luxo que apresenta a história completa, entrevista com os autores e texto introdutório de Carlos Sampayo (outro gigante dos quadrinhos).

A história foi vencedora do Prêmio Eisner de melhor graphic novel em 1994. Seu lançamento nos EUA, um ano antes, foi feito pela Dark Horse Comics, e posteriormente, em 2003, a Avatar Press publicou uma nova edição americana.

O título chega agregando ainda mais valor ao catálogo da editora, que já publicou Espadas e Bruxas de Esteban Maroto, Cannon de Wally Wood, Moby Dick de Christophe Chabouté e o premiadíssimo Beasts of Burden, de Evan Dorkin e Jill Thompson. Para conferir a galeria de previews, visite a página da pré-venda com desconto clicando aqui.

Um Pequeno Assassinato possui 116 páginas encadernadas em capa dura e o preço sugerido é R$ 54,90.

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Kombi 95 te leva para um passeio pelos anos 90

“Anos 90. Regras: Não há regras.”

Durante os anos de 1963 e 2001 em São Paulo, circulou um dos maiores sucessos editoriais do país: o jornal Notícias Populares. Ou simplesmente NP. A publicação entrou para história com suas manchetes violentas e sexuais. Suas matérias faziam sucesso na época, e o NP tinha como slogan os dizeres “Nada mais que a verdade”. Foi dele que surgiram matérias como o Bebê Diabo, O Desaparecimento de Roberto Carlos e a Gangue dos Palhaços.

A Gangue dos Palhaços era um bando, que segundo o Notícias Populares, composto na verdade por duas pessoas, um homem negro e uma loira. Ele vestido de palhaço e ela de bailarina. Eles atraiam crianças com balas e doces, e depois jogavam dentro de uma Kombi branca. Depois a criança que tinha sido raptada era encontrada sem órgãos. Eles atuavam sempre na frente das escolas. Apesar do NP sempre deixar bem claro em suas páginas que não passavam de boatos, o caso teve grande repercussão ao nível nacional. Tendo até relatos de testemunhas da tal Kombi. Havendo caso de palhaços de verdade que foram espancados por engando pelo povo. Os anos se passaram e o caso virou lenda urbana em todos os lugares do Brasil, por exemplo, eu sou da cidade de São Gonçalo/RJ, e aqui a lenda tem bastante força, inspirando até uma banda de punk/rock que tem o nome de A Kombi Que Pega Crianças. Confira o som dos caras no jabá AQUI.

É a partir dessa lenda urbana, noticiado com exaustão por cerca de dois meses seguidos pelo Notícias Populares, que a HQ Kombi 95 vira a chave da ignição e pisa no acelerador. A mais nova publicação do selo Plot! que é um dos braços da Editora Alto Astral, é escrita e desenhada pelo Thiago Cruz, o popular Thiago Ossostortos (sobrenome adquirido graças ao seu blog Ossostortos.blogspot.com.br), assim como foi com Peek a Boo – A Masmorra dos Coalas da Psonha, confira a resenha AQUI,  do mesmo selo, a edição é bem colorida, com o acabamento bem feito e posso dizer que é um dos quadrinhos mais divertidos que li no ano. E Kombi 95 é uma grande homenagem a tudo que se refere aos anos 90.

E quando eu digo tudo, é TUDO mesmo.

Kombi 95 já começa de um jeito bem divertido que mostra, como a própria HQ diz: “Quando a rua era quintal”. A época que se andava na rua, brincava na rua, sentava-se nas calçadas para fofocar sobre o que acontecia na rua. A ode aos anos 90 que Thiago Ossostortos colocou nos remete a um momento onde as pessoas só tinham como interagir no tête-à-tête, sem telefones, computadores e afins. Isso sem contar nas DIVERSAS referências musicais, televisivas, de moda, tendências, comidas, comportamento dos jovens etc e tal. Logo de cara temos a grande referência, a capa da HQ é baseada no clássico disco do Green Day: Dookie (1994).

Mas vamos para a história, Kombi 95 começa com o sumiço do menino Albino, e o boato que ele tinha sido sequestrado pela Gangue dos Palhaços estava cada vez mais forte, seus amigos então resolvem investigar e montam uma força-tarefa chamada de Os Caça-Palhaços. Apesar dos meninos parecerem estar mais animados com a diversão que a investigação proporciona do que resolver o mistério mesmo. A partir daí a história se desenrola se misturando com elementos dos anos 90. Tais elementos são praticamente personagens da HQ, em momentos eles interagem com a história, e ao mesmo tempo parecem ser uma história a parte. Ao mesmo tempo em que nos afastam da trama principal eles nos trazem de volta. O desfecho de Kombi 95, confesso que foi algo que não esperava. E é bem legal quando uma reviravolta que você menos espera acontece do nada, algo meio raro nos quadrinhos de hoje em dia, principalmente em alguns casos gringos.

O modo que Thiago Ossostortos coloca de tudo um pouco nos desenhos é impressionante, e ao mesmo tempo não fica nada confuso visualmente. Em qualquer parte da HQ você encontra um pedaço dos anos 90. Coisas como a batalha dominical entre Gugu X Faustão pela audiência está lá, como também tem o simples fato de ter que usar todas as fotos do rolo para poder revelar fotos. Jogar videogame em locadoras, ir à banca de jornal para comprar figurinhas, algumas coisas são mais tradicionais de São Paulo como, por exemplo, a extinta loja Mappin. Mas mesmo que você não pegue tudo que está lá, ou simplesmente não venha conhecer, não atrapalha o desenvolvimento da trama.

As interações dos personagens com o modo de viver dos anos 90, não tem como sentir um pouco da nostalgia e saudades daquela época. Tanto nas amizades como nas paqueras. Rolando até um momento, digamos sublime, para todo o adolescente. Tudo que é referente à juventude daqueles anos está lá, algumas gírias, modo de vestir, skates, patins, bicicletas… sempre tinha um que o pai era melhor financeiramente e tinha uma mobilete. Ou mesmo um computador, que na época se resumia a jogar DOOM e outros jogos, um tempo em que a internet ainda começava a engatinhar. Acesso mesmo, que poucas pessoas tinham, somente depois de meia-noite, via telefone, com o ancestral barulhinho de conexão.

Mas o que dita fortemente são as músicas. Sim, podemos dizer que Kombi 95 tem a sua própria trilha sonora. As músicas se espalham no decorrer da história e tem até uma playlist para poder ouvir. Na HQ tem um QR CODE, onde pode ouvir a eclética setlist no Spotify recheada de sucessos dos anos 90. Raimundos, Mamonas Assassinas, Titãs, Leandro & Leonardo, Só Pra Contrariar, Chitãozinho & Xororó, Racionais MC’S entre outros fazem parte da lista de 13 músicas.

Kombi 95 diverte e entrega o que propõe com seu acabamento bonito e uma excelente produção. No final ainda rola alguns desenhos adicionais bem bacanas, e a contra-capa são com fotos do Notícias Populares. Mais um belo lançamento da Plot! que vale a pena ser conferido.

 

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Como se Tornar o Pior Aluno da Escola: o politicamente incorreto da forma correta

Em um momento tão turbulento no nosso país, esse novo filme baseado no livro de Danilo Gentili, Como se Tornar o Pior Aluno da Escola, chegou na hora certa. Uma história que destaca várias problemáticas modernas – abusos sexuais, postura escolar desleixada, educação precária são algumas delas – e as coloca em um patamar completamente incorreto, mas que agrada por quebrar qualquer paradigma e não ter medo do que precisa ser dito, usando o humor do melhor jeito: uma forma de expressão.

Aos adolescentes, crianças e até professores que vivem no ambiente escolar: Como se Tornar o Pior Aluno da Escola foi feito para vocês. Toda a ambientação demonstra críticas severas para a educação. Como a escola cria um redoma em cima do aluno, pressionando-o a estudar e pensar sobre o futuro a todo momento, além do relacionamento entre professores e alunos, que se dá por desgastado e frustrante em alguns casos. Não que a mensagem do diretor Fabrício Bittar e a do roteirista, ator e produtor Danilo Gentili seja largar a escola, mas às vezes a socialização e o próprio aproveitamento da vida está ficando de lado, e estes precisam ser resgatados.

As piadas exageradas baseadas no humor negro, que sempre estiveram ligadas ao polêmico Gentili, criam boas passagens e provocam risadas sinceras. O filme não irá funcionar para  muitos, dependendo do espectador exclusivamente; sua visão de mundo e a forma como recepciona uma piada influenciam na forma de assistir. Para os mais sensíveis, que não gostam de um humor mais sarcástico, sujo e crítico, passe longe desse verdadeiro manual de como ser um pesadelo na escola. Particularmente, suas gracinhas funcionam e são eficazes, principalmente pelo elenco completamente diverso e cômico.

Carllos Villágran, o famoso Quico de Chaves, não consegue se desprender do personagem mexicano, mas seu esforço é satisfatório. Apesar do português péssimo, a tentativa de falar a língua nacional e ser um diretor escolar clichê, o inimigo dos alunos, encaixa perfeitamente na trama proposta. Fábio Porchat é um personagem polêmico que participa da cena mais polêmica do ano. Rogério Skylab faz a personificação perfeita do professor desleixado. E, surpreendentemente, no meio de grandes nomes, o ator/personagem que mais se destaca é o faxineiro rabugento interpretado por Moacyr Franco. Um dos humoristas mais importantes e esquecidos da nossa época tem uma presença incrível nas cenas, misturando o descontentamento do personagem com a sua dose humorística própria.

Já o núcleo principal composto por Danilo Gentili e os dois adolescentes Pedro (Daniel Pimentel) e Bernardo (Bruno Munhoz) seguem o caminho do Senhor Miyagi e de Daniel San para salvarem Pedro da reprovação, tendo que tirar 10 na prova final. Daniel Pimentel e Bruno Munhoz não parecem ser grandes atores, mas têm potencial. Dá para perceber que as falas e as atuações são mais robóticas do que naturais. Gentili interpreta a si próprio, não conseguindo tirar a sombra de sua fama como apresentador do personagem. Porém, tudo é bem intencionado, o humorista é consciente de que ele não é ator, forçando na interpretação que lembra o jeito exacerbado de Mike Myers em O Gato (2003).

Fabrício Bittar é o responsável pela direção, não é preguiçoso em usar efeitos práticos e ousar nas sequências. As cenas da perseguição de carros e a destruição dos banheiros destacam qualidades técnicas pouco vistas nos filmes de comédia brasileiros. Entretanto, no quesito de montagem, onde a história tende adquirir um fluxo narrativo coeso, talvez seja onde Como se Tornar o Pior Aluno da Escola falhe. Transições de cenários como nas novelas, narrações exageradas para cobrir buracos no roteiro, pulos temporais curtos feitos por linhas e desenhos de caderno não são tão eficientes pelo uso excessivo. E a montagem rápida atrapalha o background do protagonista. Sua insatisfação pela escola e os professores é óbvia e bem representada, mas na hora de construir o personagem, as justificativas e as consequências finais dele perdem impacto por essa interferência.

Como se Tornar o Pior Aluno da Escola foi uma das maiores surpresas na comédia desse ano. É um filme que não se leva a sério, e que não deve ser levado a sério. Faz jus ao nome de Danilo Gentili pelas polêmicas colocadas e o nítido descontentamento com várias situações da vida moderna. Seguindo um dos ensinamentos mais importantes de Curtindo a Vida Adoidado (1986): aproveite.

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Doomsday Clock | Capa variante indica que Coringa estará na saga

O artista Gary Frank durante uma conversa de vídeo com Jim Lee compartilhou duas imagens que supostamente, serão capas da saga Doomsday Clock.  E em uma delas vemos o Coringa. A outra é uma pilha de panquecas com uma calda por cima delas que acaba reproduzindo a máscara do Rorschach.

A capa referente ao Coringa mostra o vilão passando maquiagem, e o detalhe é que a marca estampada no estojo é  o logo da Veidt Enterprises. Da empresa de Adrian Veidt, o alter-ego de Ozymadias de Watchmen. Se confirmar que o Palhaço Rei do Crime vai estar mesmo na saga, é o segundo grande vilão da Editora das Lendas que vai participar da história. Durante a divulgação da prévia de Doomsday Clock #1 foi apresentada a capa onde vemos Lex Luthor sentado em sua mesa, com Ozymadias lhe segurando o ombro. Confira na galeria abaixo:

 

Até então o que foi apresentado de capas de Doomsday Clock foram artes que se assemelham muito com as de Watchmen original. Fora as variantes que apresentam personagens dos dois universos interagindo de alguma forma.

Doomsday Clock começa na realidade de Watchmen, sendo uma sequência direta, vários anos depois de o jornal The New Frontiersman ter publicado o conteúdo do Diário do Rorschach que foi deixado na sua cesta do correio. A missão do anti-herói é levar de volta o Dr. Manhattan para sua casa, que por sua vez tem se escondido nas entranhas do Universo DC e foi o causador de diversas mudanças. Ozymandias é então o homem mais procurado do mundo, depois da revelação que ele foi responsável pela morte de milhões de pessoas. Essa sinopse foi revelada durante a New York Comic Con.

A grande pergunta é: será que com a participação do Coringa em Doomsday Clock vai começar a desvendar um dos grandes mistérios que surgiu no início do Renascimento: por que existem três Coringas? Fique ligado na Torre de Vigilância para saber mais detalhes.