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Cinema

Jason Momoa confirma que Clark Kent foi salvo por Aquaman em Homem de Aço

Parece que finalmente os fãs poderão encerrar a teoria que perdurava até hoje. A cena em questão mostrava Clark no mar após salvar os trabalhadores numa plataforma e em seguida, apareceram duas baleias perto do personagem. Desde então, muito se dizia que Aquaman foi o responsável por este feito. Esta semana, tivemos a resposta por Jason Momoa durante uma entrevista recente para o DC All Access.

”Zack Snyder comentou comigo sobre o que estava fazendo com o meu personagem. Em Homem de Aço, temos Clark Kent flutuando no oceano após salvar todos na plataforma de petróleo. Ele acaba tendo um encontro com Arthur Curry. Snyder disse que fez Aquaman salvá-lo para que eles se cruzassem novamente em algum ponto. Então, quando Bruce diz: Você já ouviu falar do Superman? Aquaman já tem uma ideia disso, pois já se encontraram.”

Confira a cena abaixo:

https://www.youtube.com/watch?v=DW4gHSlmKUM

Seguido da morte de Superman (Henry Cavill) pelas mãos do Apocalypse em Batman vs Superman, Batman (Ben Affleck) reavalia seus métodos extremos e inicia a busca por outros heróis para formar uma equipe que será responsável pela defesa da Terra. Ao lado da Mulher-Maravilha (Gal Gadot), Batman recruta Victor Stone (Ray Fisher), o Ciborgue, o velocista Flash (Ezra Miller), e Aquaman (Jason Momoa), o Rei de Atlântida. Eles terão de enfrentar o Lobo da Estepe (Ciaran Hinds), um guerreiro e segundo em comando do exército de Darkseid. Sua missão é recuperar as três Caixas Maternas escondidas na Terra.

Liga da Justiça está atualmente em cartaz.

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Gameplay Games

Análise | Assassin’s Creed Origins

Assassin’s Creed é uma grande franquia, disso não temos dúvidas. Porém seus últimos lançamentos não foram tão bem em crítica e os fãs mais fervorosos demonstraram suas indignações.

Hoje podemos dizer que Assassin’s Creed Origins é o jogo que os fãs pediam para acontecer, um jogo de história assim como os grandes pilares italianos de Ezio. História que você descobrirá nas profundezas de túmulos arenosos, em pergaminhos desbotados, por interação com outros egípcios que se sentem amaldiçoados por seus deuses vingativos e, claro, as histórias infinitamente mais irregulares que vai te fazer lembrar dos outros jogos, e vai passar dias e dias ligando os pontos até ter todas as suas respostas respondidas.

Assassin’s Creed Origins pode celebrar toda uma década da franquia, mas um ano de folga para a série significa que esse salto de fé no Animus poderia ser um ponto positivo, ou poderia trazer novas falhas. Você não se sente estranho ao se esgueirar com seu capuz, mas algumas novas mecânicas de movimentação e de ações durante a gameplay deixa esse Assassin’s Creed com uma postura nunca vista antes.

Assassin’s Creed Origins deveria ser um sinônimo de redefinição, uma bem violenta, enquanto você sempre vai saber o que você está jogando, a experiência na loja finalmente se sente realmente fresca. O sistema de combate de muitos anos foi felizmente enterrado vivo no deserto, as missões que rejeitávamos em fazer morreram silenciosamente sem problemas e um mapa de coleções sem sentido teve uma pedra amarrada a ela e foi afundada no Nilo sem cerimônia. O que resta é um Assassin’s Creed mais magro e mais sutil. Não há sinos e assobios irritantes, apenas todo o antigo Egito como uma tapeçaria ricamente tecida de um RPG assassino. E por sinal, o mapa é gigantesco.

Enquanto os antigos mapas de Assassin’s Creed pareciam pouco convidativos, esse Egito fica bem longe em relação a isso. As diferentes regiões possuem uma identidade própria. Este não é apenas um mundo aberto no deserto, com pirâmides e palmeiras. A campanha da história impressiona e orienta você através das belas terras agrícolas exuberantes, montanhas escarpadas e cidades fascinantes, antes de deixá-lo livre para desenrolar o resto do mundo. Origins não tem problemas em te entregar cidades inteiramente completas como caminho através da sua campanha, sabendo muito bem, você estará de volta por mais, uma vez a todas elas. A sensação de escala só aumenta, os visuais são nada menos que espetaculares, lembrando muito a Florença de Assassin’s Creed II.

O Egito vai tentar te engolir. O mapa e toda a grandiosidade de Assassin’s Creed Origins vai te deixar minúsculo. Enquanto a vida selvagem criará momentos constantes de perigo, você tentará resolver seus problemas com os rebeldes, e os soldados, ao mesmo tempo em que você procura por upgrades de seus itens no velho estilo Far Cry. O novo sistema de quest é perigosamente envolvente. As antigas missões de busca intermitentes foram deixadas de lado. Agora temos missões que ao ser iniciadas, pode parecer pequenas, mas a medida que você avança a história, elas acabam fazendo parte de uma série de missões que os jogos anteriores do Assassin’s Creed nunca imaginariam ser possíveis.

Os personagens são um ponto importante nesse novo Assassin’s Creed, brilhantes e com diálogos significativos, eles se destacam nesse universo recheado de falas interrompidas por ações in game, e por conversas desinteressantes.

Medjay Bayek é agradavelmente único. Embora não haja nenhum spoilers aqui, ele e a busca da esposa Aya em todo o Egito têm um peso no personagem surpreendente. A igualdade também é a ordem do dia. Aya não é apenas uma das mulheres do Egito, mas que reforça sem esforço que não devem ser incomodadas. Não há donzelas no antigo Egito. Existem mulheres, com suas ambições e suas determinações.

Os sistemas de nivelamento e habilidades significam que enquanto Bayek começa fraco e luta por sua vida com uma lâmina enferrujada, ele gradualmente evolui para um super-herói com capuz. A escolha das habilidades é intimidante, mas gasta pontos sabiamente e Origins evolui gradualmente ao seu redor. As batalhas do grupo de repente tornam-se menos uma briga mortal quando você investe em uma tela de fumaça, as batalhas no telhado são instantaneamente 300% mais de Hollywood quando Bayek aprende a empurrar as pessoas para fora dos prédios com seu escudo, atualizar seu arco para poder controlar suas flechas transforma o Egito em um campo de diversão.

Implementando habilmente um esquema de cores no estilo Destiny 2, o sistema de estocagem é constantemente recompensador. Uma vasta gama de implementos mortais significa que você sempre encontrará algo para aproveitar ao máximo o novo sistema de combate. As espadas duplas são mortais de perto, enquanto um cetro ou uma lança se faz ideal para um combate à distância. O próprio combate não é simples, se acostumar leva tempo, mas depois tudo se torna uma segunda natureza, você já realizará ações instantaneamente, e muito mais gratificante. Mega escudos precisam ser esmagados, martelos gigantes esquivados, pontos fracos atingidos. Esta não é apenas uma questão de spam do botão do contador. É estratégia pura, jogadas com um acabamento, e todas elas gratificantes no final, e você sempre vai querer tentar novas alternativas.

Origins lhe deixa livre para fazer e apreciar todo o riquíssimo trabalho de desenvolvimento visual do game. Enquanto algumas áreas exigirão que você caia por tesouros escondidos, outros só pedirão que você encontre um lugar para descansar, onde você pode se sentar e apreciar a visão. Longe da matança, longe do incêndio interminável dos frascos de óleo quebrados, Assassin’s Creed Origins é o jogo mais bonito em uma série de belos jogos.

E as partes que se passam nos dias modernos? Não há spoilers aqui, porém, este é um passo na direção certa para uma história simplificada e um computador de arquivos que vale a pena se drenar informações. Adicionando ainda mais uma camada a um mundo já impressionante, essa é a experiência de assassinos mais coesa ainda. E por incrível que pareça explica tudo que não entendemos em 10 anos de Assassin’s Creed. Tudo é uma história de origens. Penas, dedos perdidos, lâminas ocultas, o próprio Credo e até mesmo esse logotipo. Tudo está presente e correto. Confiante, excitante e absolutamente mortal, Assassin’s Creed Origins é agora, finalmente, o jogo definitivo.

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Cultura Japonesa Mangá

Editora JBC publicará Hokuto no Ken e Platinum End

No tradicional evento Henshin+ que aconteceu hoje em São Paulo, no Mie Kenjinkai, a Editora JBC anunciou três novidades, sendo elas: o clássico Hokuto no Ken, Platinum End e o sexto volume de Orange. Confira detalhes abaixo.

No painel de Novidades da JBC, iniciado às 15h40, as novidades foram divulgadas ao público. A primeira, Platinum End, é um mangá escrito por Tsugumi Ohba com arte de Takeshi Obata, a mesma dupla responsável pelos hits Bakuman e Death Note, ambos já publicados pela editora. A história de Platinum End gira em torno de um estudante que tenta cometer suicídio mas é resgatado por seu anjo da guarda, que lhe fornece poderes especiais para ser um dos candidatos a assumir o papel de Deus, que irá se aposentar dentro de 999 dias.

O segundo anúncio, o clássico Hokuto no Ken (conhecido internacionalmente como The First of North Star), é um mangá de Buronson com arte de Tetsuo Hara. O licenciamento desta série para o Brasil estava impedido até algum tempo atrás, mas aparentemente a JBC obteve sucesso neste que será mais um clássico da editora, ao lado dos também dificílimos Ghost in The Shell e Akira. Hokuto no Ken é um shonen pós-apocalíptico que narra a história do lutador Kenshiro enquanto ele, sucessor de um estilo de arte marcial mortal, dedica sua vida a lutar contra pessoas que ameaçam os fracos e inocentes.

Além das novidades, em 2018 também será publicado o sexto volume do shoujo Orange de Ichigo Takano, encerrando oficialmente a série.

Não foram divulgados maiores detalhes como datas de lançamento e formatos que serão adotados para os novos títulos.

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Games

Átomo, Magia e as Tartarugas Ninja são os novos personagens de Injustice 2

A Warner Bros Games orgulhosamente apresenta os novos personagens do terceiro Fighter Pack de Injustice 2, que são ninguém mais ninguém menos que as Tartarugas Ninja, Átomo e Magia!

Confira ao vídeo abaixo:

https://m.youtube.com/watch?feature=share&v=_YMKmK8xQOg

Injustice 2 se passa logo após Gods Among Us, onde Batman e seus seguidores tentam manter a paz na sociedade novamente, enquanto o regime do Superman volta aos poucos a vida.

Até o momento, foram confirmados mais de 20 personagens jogáveis! Para mais informações do game clique aqui.

Injustice 2 já está disponível para Playstation 4, XBOX ONE PC.

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Quadrinhos

Panini lança edição de luxo do Multiverso de Grant Morrison

Já está em pré-venda o lançamento da edição de luxo de Multiverso (Multiversity no original), a magistral série escrita por Grant Morrison e desenhada por um time de artistas de ponta, que esmiúça as 52 Terras do Multiverso DC. Confira os detalhes abaixo.

Existem mundos que vocês nunca imaginou… Mundos além daqueles que você conhece. Mundos onde heróis lutam pela verdade e pela justiça. Mundos onde a escuridão reina, e apenas alguns poucos escolhidos mantêm a luz viva. Mundos de magia e ciência, comédia e tragédia, monstros e maravilhas. Cinquenta e dois mundos. Possibilidades infinitas. E uma ameaça grande o suficiente para destruir todas elas. Esse é o multiverso. E o genial Grant Morrison – ao lado da nata dos artistas da DC Comics – vai levar o leitor brasileiros em uma tour repleta de emoção e conceitos revolucionários por esse território às vezes hostil, mas sempre intrigante!

A edição nacional da editora Panini é baseada no Deluxe americano, que compila THE MULTIVERSITY #1 e #2, THE MULTIVERSITY GUIDEBOOK #1 e as edições: THE SOCIETY OF SUPER-HEROES #1, THE JUST #1, PAX AMERICANA #1, THUNDERWORLD #1, MASTERMEN #1 e ULTRA COMICS #1, além de uma bela galeria de extras que acrescentam muito ao material.

Os artistas envolvidos no projeto são: Ivan Reis, Frank Quitely, Cameron Stewart, Jim Lee, Chris Sprouse, Ben Oliver, Joe Prado e Doug Mahnke. Entre as Terras exploradas estão a Terra-43 (onde todos são vampiros), a Terra-18 (um mundo estilo faroeste), a Terra-8, entre outras.

Multiverso possui 484 páginas encadernadas em capa dura e formato 27,5 x 18,5 cm. O preço sugerido é R$ 125,00. Garanta sua edição na pré-venda com 17% de desconto clicando aqui.

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Cinema

Rian Johnson desenvolverá nova trilogia de Star Wars

O diretor de Star Wars: Os Últimos Jedi, Rian Johnson, continuará trabalhando em conjunto com a Lucasfilm desenvolvendo novos projetos para o universo Star Wars. A ideia, anunciada recentemente pela Disney, é desenvolver uma nova trilogia que não seguirá a mesma história da trama principal.

Kathleen Kennedy, presidente da Lucasfilm, falou um pouco sobre o trabalho do diretor e suas expectativas para o futuro: Todos nós amamos trabalhar com Rian em Star Wars: Os Últimos JediEle é uma força criativa, e vê-lo fazer Os Últimos Jedi do início ao fim foi uma das grandes alegrias da minha carreira. Rian fará coisas incríveis com a tela em branco desta nova trilogia”.

Além de Johnson, Ram Bergman também encabeçará o novo projeto. Ambos se comunicaram sobre o anúncio: “Star Wars é o maior produto da mitologia moderna e nos sentimos muito sortudos por ter contribuído para isso. Mal podemos esperar para continuar esse legado nesta nova série de filmes”.

Star Wars: Os Últimos Jedi estreia dia 14 de dezembro nos cinemas brasileiros. Seu elenco conta com Daisy Ridley, Carrie Fisher, Mark Hamill, John Boyega, Adam Driver, entre outros.

 

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Quadrinhos

Klaus, o Papai Noel de Grant Morrison, chega ao Brasil pela Devir

Já está em pré-venda a graphic novel Klaus, escrita por Grant Morrison e ilustrada por Dan Mora, que chega ao Brasil em lançamento da editora Devir. Confira os detalhes abaixo.

Em um passado fantástico e sombrio, cheio de mitos e magia, Klaus conta a origem do Papai Noel – a história de um homem e seu lobo contra um estado totalitário e o mal ancestral que o sustenta. O premiado autor Grant Morrison (Grandes Astros: Superman, Multiverso DC) e o artista Dan Mora (Hexed) renovam e reinventam um super-herói clássico para o século XXI e Klaus pode ser considerado um “Papai Noel: Ano Um” que finalmente responde à pergunta: o que o Papai Noel faz nos outros 364 dias do ano?

Klaus foi uma série publicada nos EUA pela Boom! Studios entre 2015 e 2016, totalizando sete edições compiladas na íntegra neste encadernado nacional. A história mistura heroísmo com guerreiros e mitologia viking/siberiana, mostrando a visão única de Morrison sobre o Papai Noel.

Em dezembro de 2016 foi lançado um one-shot especial chamado Klaus & a Bruxa do Inverno, e para o natal de 2017 está previsto um especial chamado Klaus and the Crisis in Xmasville. Ambos possuem arte de Dan Mora. Toda a série Klaus acumulou ótimos reviews dos sites de crítica especializada. Morrison disse em entrevista que deseja explorar mais momentos da história através do personagem, já que o Papai Noel é uma figura imortal.

A editora Devir já lançou outros materiais da Boom! Studios como Lumberjanes, Dead LettersA Floresta e Imperdoável.

Klaus possui 208 páginas encadernadas em capa dura e formato 27,5 x 18,5 cm e o preço sugerido é R$ 96,00. Clique aqui para reservar sua edição na pré-venda com preço mais baixo garantido.

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Séries

Brainiac será interpretado por Blake Ritson em Krypton

Já tinha sido informado que Krypton teria a presença de Brainiac e agora, seu intérprete foi escolhido: Blake Ritson.

Quem revelou a novidade foi o Deadline e a descrição do personagem é a seguinte: ”Um parasita hiper-avançado e exótico de inteligência imensa, Brainiac é um dos inimigos mais antigos e mais perigosos de Superman.”

Blake é conhecido por sua participação em Da Vinci Demons.

O Brainiac original teve sua primeira aparição em Action Comics #242. Responsável pelo encolhimento da cidade alienígena de Kandor, o vilão foi criado pelos Computadores Tiranos de Colu, com o intuito de saquear os planetas objetivando a conquista interplanetária. Ele tinha uma aparência humanóide, mas com pele esverdeada, e um circuito na sua cabeça, que são seus nervos sensoriais. Brainiac é dotado de um intelecto fora do comum e habilidades científicas extraordinárias, além de possuir uma gama de armas e aparelhos científicos.

Krypton focará no avô de Superman, Seg-El, que estará lutando para reconstruir a reputação de sua família.

É esperado que a série seja lançada em 2019.

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Gameplay Games

Análise | South Park: A Fenda que Abunda Força

O jogo lançado em 2014, South Park: The Stick of Truth foi o primeiro vislumbre de esperança para os fãs da série que clamavam por um conteúdo extra série, reunindo os criadores Trey Parker e Matt Stone que se associaram com os desenvolvedores de Fallout: New Vegas. Stick of Truth foi extremamente agradável, tanto em críticas quanto em vendas. Como um RPG, alguns acreditam que ele foi um pouco curto. Mas como experiência extra-série foi bem prazeroso.

Agora, três anos após o Stick of Truth, a Ubisoft finalmente consolidou suas estruturas em um jogo de South Park que é tão divertido como a série, South Park: The Fractured But Whole, em pt/br South Park: A Fenda que Abunda Força. A jogabilidade e o humor são misturados em igual medida, e o resultado é a mais verdadeira adaptação da série de comédia juvenil já produzida.

South Park: A Fenda que Abunda Força se distingue de seu antecessor de forma positiva, tudo que vimos antes agora é melhorado em quase todos os sentidos. Para iniciantes, é uma experiência mais polida, e aprender com os erros faz parte da gameplay, durante cutscene você tem que realizar quick time events, para avançar, mas nada que atrapalhasse seu progresso, caso não consiga realizar a ação rápida, você será redirecionado para o ponto de salvamento mais próximo.

A história também é melhorada desta vez. Enquanto as coisas começam devagar, o jogo aumenta e se torna um mistério intrigante com o retorno de um dos melhores vilões da série. Também é mais coerente e fundamentado do que Stick of Truth. O nivelamento é agora mais espontâneo, permitindo misturar e combinar poderes de várias classes de heróis. E, uma vez que todos esses poderes estão ligados ao DNA do seu personagem, você pode se vestir como preferir.

O Combate também foi expandido a partir de um simples sistema parecido com Paper Mario (2000), e os clássicos Final Fantasy  baseado em turnos mais robustos, onde o posicionamento e o tempo são importantes, e uma maior variedade de inimigos traz um pouco mais de desafios. Um inimigo do tipo suporte pode proteger seus inimigos de danos físicos, deixando você confiar na sua capacidade de machucá-los e adicionar efeitos de status como Sangrar e Queimar. É muito mais dinâmico e agradável, já que você não pode simplesmente aguardar uma ação para contra-atacar e vencer, mesmo quando você se tornar poderoso.

Você ainda pode convocar aliados poderosos como no jogo anterior, e suas apresentações são ainda mais absurdas do que antes. Um stripper pode ser usado para dirigir um carro, ou Moisés pode ser chamado para curar todos os aliados feridos. Ou Gerald, que se espalha no mijo de gato em uma referência ao episódio de South ParkMajor Boobage“.

As brigas contra os Boss são uma alegria particular, com cada um focando em um clímax para um grande ponto da trama enquanto joga fora algumas coisas chatas do combate habitual. Você não pode contornar ou evitar o Boss, isso significa que é um “jogo nos trilhos” onde você deve lidar efetivamente com os adversários, os jogadores precisam se concentrar no Boss, enquanto os minions adicionais são constantemente gerados, enquanto o sistema de timer é usado para introduzir riscos ambientais e restringir o movimento. O combate padrão é igualmente divertido e variado do que os de Stick of Truth à foco no posicionamento, mas as batalhas contra Boss mostram o quão versáteis e criativas foram as equipes de desenvolvimento desta vez. Enquanto isso, pouco mudou na cidade de South Park.

Apesar do mapa relativamente pequeno em South Park: A Fenda que Abunda Força, há momentos em que sentimos que há muito para fazer ou acompanhar em qualquer lugar do mapa. Por exemplo, as corporações não são apenas uma referência em si mesmas para a temporada 20, mas também dizem coisas relacionadas aos episódios passados, ao jogo anterior e à cultura em geral.

Como isto é um South Park, deve ser óbvio que… teremos cenas e diálogos não muito aceitos por alguns, devemos dizer que a marca de humor “único” é obrigada a enrolar algumas partes. De política à identidade de gênero, a cultura da retórica de direita, aparentemente todos são batidos de frente por Matt Stone e Trey Parker em diferentes graus. Em seu momento mais desconfortável, uma luta de chefe apresenta um pedófilo atacando as crianças de uma maneira que alude ao sexo oral forçado. Clássica quebra de conceitos morais que quem assiste a série já está acostumado.

Dito isto, parece que há menos ênfase no humor grosseiro, mas não deixando de ser ofensivo ao máximo possível, e mais brincadeiras para servir a história ou para fazer um ponto de ligação entre série e jogo.

PC Principal ensina você a reconhecer micro agressões e, literalmente, o chama de “guerreiro da justiça social”, mas não há como negar que suas dicas sejam acessíveis – sempre que um inimigo diz algo degradante ou menosprezado para um determinado grupo demográfico, você tem uma chance de ataque. Estes não são o tipo de piadas para fazer você realmente dar a sua vida, mas eles são muitas vezes mais profundos e inteligentes do que você pensa.

VEREDITO:

South Park: A Fenda que Abunda Força equilibra um amplo grupo de fãs com jogabilidade que está em seus próprios méritos e uma história atraente. Entretanto, caso você não seja um fã, o jogo não fará você se tornar um, mas é difícil imaginar uma adaptação melhor realizada do esta. Um incrível extra para a série, e uma boa adição ao universo de South Park.

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Séries

Kevin Spacey é oficialmente demitido de House of Cards

Menos de uma semana após o ator vencedor do Globo de Ouro ter sido alvo do primeiro e que acabou se tornando múltiplas alegações de assédio sexual, a Netflix anunciou que House of Cards seguirá sem o personagem principal.

”A Netflix não estará envolvida com qualquer outra produção de House of Cards que inclua Kevin Spacey”, comenta um porta-voz da Netflix. ”Continuaremos a trabalhar com a MRC durante este tempo de hiato para avaliar o nosso caminho adiante em relação ao show”.

A produção da sexta e última temporada está oficialmente suspensa.

Além disso, o canal de streaming não avançará com o lançamento do filme Gore, que foi estrelado e produzido por Spacey.