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Guia de Leitura #13 | Canário Negro

Com gritos ensurdecedores e capazes de derrubar até o mais alto dos edifícios, Dinah Lance, a Canário Negro, desde a sua primeira aparição, mostrou que merece um lugar de prestígio dentro da DC Comics, e não seria diferente por aqui, na Amazing Adventures.

Provando para todos que é muito mais que um rostinho bonito, Dinah, além de possuir seus incríveis poderes, é uma das maiores lutadoras da DC. Seu treinamento foi feito por diversos mestres (assim como o Batman) e um deles foi o Pantera (Que em breve terá um Guia aqui na nossa coluna).

Além de trabalhar sozinha, ela já fez parceria com uma grande leva de personagens da editora. Dentre eles podemos destacar o seu par romântico Oliver Queen (o arqueiro verde), sua melhor amiga Barbara Gordon (a Batgirl, que inclusive ja tem um guia por aqui), com quem criou as Aves de Rapina, e participou de inúmeras equipes, inclusive da Liga da Justiça da America, onde fez sua estréia.

Bom, acho que você já conhece bem a personagem, e se não conhece, após uma boa leitura vai conhecer. Portanto, sem mais delongas, com vocês… A Canário Negro!

Por Dennis O'Neil e Dick Dillin
Por Dennis O’Neil e Dick Dillin
02 - justice league
Por Gardner Fox, Mike Sekowsky
Por Denny O'neil e Neal Adams
Por Denny O’neil e Neal Adams
Por J.M. DeMatteis e Kevin Maguire
Por J.M. DeMatteis e Kevin Maguire
Por Mike Grell
Por Mike Grell
Por Mike Grell, Ed Hannigan e Chuck Dixon
Por Mike Grell, Ed Hannigan e Chuck Dixon
Por Dennis O'Neil
Por Dennis O’Neil
Por Peter David
Por Peter David
 Por Alan Brennert e Joe Staton
Por Alan Brennert e Joe Staton
Por Sarah Byam
Por Sarah Byam
Por Sarah Byam e Trevor von Eeden
Por Sarah Byam e Trevor von Eeden
Por Christopher Priest e Howard Porter
Por Christopher Priest e Howard Porter
Por Alan Grant e Barry Kitson
Por Alan Grant e Barry Kitson
Por Chuck Dixon e Gary Frank
Por Chuck Dixon e Gary Frank
Por Chuck Dixon e Matt Haley
Por Chuck Dixon e Matt Haley
 Por Ron Marz e Darryl Banks
Por Ron Marz e Darryl Banks
Por Jordan B. Gorfinkel e Jennifer Graves
Por Jordan B. Gorfinkel e Jennifer Graves
Por Mark Waid
Por Mark Waid
Por Devin Grayson e Rick Mays
Por Devin Grayson e Rick Mays
Por Geoff Johns e Peter Snejbjerg
Por Geoff Johns e Peter Snejbjerg
Por David S. Goyer e Uriel Caton
Por David S. Goyer e Uriel Caton
Por Chuck Dixon e Diego Barreto
Por Chuck Dixon e Diego Barreto
Por Chuck Dixon e Greg Land
Por Chuck Dixon e Greg Land
Por Jordan B. Gorfinkel, Chuck Dixon
Por Jordan B. Gorfinkel, Chuck Dixon
Por Kevin Smith, Brad Meltzer, Judd Winick, Phil Hester, Ande Parks e Tom Fowler
Por Kevin Smith, Brad Meltzer, Judd Winick, Phil Hester, Ande Parks e Tom Fowler
 Por Gail Simone e Joe Bennett
Por Gail Simone e Joe Bennett
Por Geoff JohnsDavid e S. Goyer
Por Geoff JohnsDavid e S. Goyer
Por Chuck Dixon e Marcos Martin
Por Chuck Dixon e Marcos Martin
por Gail Simone e Ed Benes
por Gail Simone e Ed Benes
por Gail Simone e Ed Benes
por Gail Simone e Ed Benes
por Gail Simone, Ed Benes, Cliff Richards e Michael Golden
por Gail Simone, Ed Benes, Cliff Richards e Michael Golden
por Gail Simone e Joe Bennett
por Gail Simone e Joe Bennett
por Gail Simone, Ed Benes, Eric Battle e Ron Adrian
por Gail Simone, Ed Benes, Eric Battle e Ron Adrian
por Gail Simone e Jim Fern
por Gail Simone e Jim Fern
por Gail Simone e Eduardo Barreto
por Gail Simone e Eduardo Barreto
por Gail Simone, Ed Benes e Tom Derenick
por Gail Simone, Ed Benes e Tom Derenick
por Gail Simone e Joe Bennett
por Gail Simone e Joe Bennett
 por Gail Simone, Joe Bennett e Eddy Barrows
por Gail Simone, Joe Bennett e Eddy Barrows
por Gail Simone, Bruce Timm, Adriana Melo e David Lopez
por Gail Simone, Bruce Timm, Adriana Melo e David Lopez
Por Kurt Busiek e Ron Garney
Por Kurt Busiek e Ron Garney
por Gail Simone, Joe Bennett, Eddy Barrows,  Adam Dekraker e Paulo Siqueira
por Gail Simone, Joe Bennett, Eddy Barrows, Adam Dekraker e Paulo Siqueira
por Jim Alexander e Brad Walker
por Jim Alexander e Brad Walker
por Gail Simone, Paulo Siqueira e Joe Prado
por Gail Simone, Paulo Siqueira e Joe Prado
por Gail Simone, Paulo Siqueira e James Raiz
por Gail Simone, Paulo Siqueira e James Raiz
 por Gail Simone e Nicola Scott
por Gail Simone e Nicola Scott
por Gail Simone e Nicola Scott
por Gail Simone e Nicola Scott
Por Brad Meltzer,Ed Benes, Dwayne McDuffie, Len Wein, James Robinson, Mark Bagley
Por Brad Meltzer,Ed Benes, Dwayne McDuffie, Len Wein, James Robinson, Mark Bagley
Por Tony Bedard e Paulo Siqueira
Por Tony Bedard e Paulo Siqueira
Por Judd Winick e Amanda Conner
Por Judd Winick e Amanda Conner
Por Judd Winick, Cliff Chiang, Andrew Kreisberg, Mike Norton
Por Judd Winick, Cliff Chiang, Andrew Kreisberg, Mike Norton
Por Gail Simone e Ed Benes
Por Gail Simone e Ed Benes
 Por Paul Dini e Joe Quinones
Por Paul Dini e Joe Quinones
Por Cameron Stewart, Brenden Fletcher e Babs Tarr
Por Cameron Stewart, Brenden Fletcher e Babs Tarr
Por Brenden Fletcher, Annie Wu e Pia Guerra
Por Brenden Fletcher, Annie Wu e Pia Guerra
Por Brenden Fletcher, Annie Wu e Sandy Jarrell
Por Brenden Fletcher, Annie Wu e Sandy Jarrell

O título Aves de Rapina passou por altos e baixos e a equipe só se consagrou como uma das melhores revistas da DC na década passada com a entrada de Gail Simone no titulo. mas claro que não deixaríamos de fora as histórias anteriores. Gostaram? então esperem só um pouquinho que tem muito Guia novo pra sair aqui na Amazing Adventures!

 

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Análise | Call of Duty: Infinite Warfare

Call of Duty: Infinite Warfare é um shooter desenvolvido pela Infinity Ward e distribuído pela Activision. É o décimo terceiro jogo da franquia Call Of Duty.

O desenvolvimento de Infinite Warfare começou em 2014. Foi o primeiro jogo da franquia que a empresa Infinity Ward fez em um ciclo de criação de três anos.

E com tanto tempo de criação, é difícil para e ver pela primeira vez um Call Of Duty que não se parece com um verdadeiro COD. Bem, é claro que temos várias horas de tiroteio, mas o novo cenário intergaláctico e ângulo narrativo, tornam Infinite Warfare em uma espécie de aceitação dos altos custos e sacrifícios da guerra (com robôs), ao invés da fuzilaria barulhenta e a diversão garantida.

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Este COD é uma verdadeira ficção científica. Sem meias palavras, temos um soldado futurista para combater uma infantaria, que compõe uma trama envolta em disparos de armas de energia, Inteligência Artificial sendo utilizada como recurso de guerra, e uma Terra que colonizou todo o sistema solar com assentamentos e bases na maioria dos principais planetas. O problema é que todos os povos que não pertencem à Terra se agruparam na Settlement Defense Front e, moldados pela dura vida de viver fora de sua realidade, preferiram declarar guerra aos que tornaram suas terras em campo de batalha.

O Settlement Defense Front aparece sendo intitulado como “resistência rebelde”, seu líder porém não se encaixa aos padrões estabelecidos, Kit Harington (Jon Snow \ Game Of Thrones), não está em uma das suas melhores performances, mas impressiona como líder dos “rebeldes” intergaláticos.

Se você já viu Battlestar Galactica, o início do game chega a ser muito familiar, tornando-o um rito de passagem para o que vem logo em seguida. O jogo mostra transições sem emenda, as missões começam e terminam ligando com pontes que ligam uma a outra, criando uma sensação muito mais perfeita para a ação sequenciada. Em vez de níveis com fases previsíveis, que começam tranquilas e ao decorrer do percusso vão dificultando, aqui é a falta de obviedade que da o efeito sobre o fluxo e o ritmo da ação.

Este pode ser considerado o mais aberto, quase não-linear Call of Duty até agora. Como capitão Reyes você preside sobre seu mapa, escolhendo entre objetivos narrativos principais e missões secundárias como bem entender. A boa notícia aqui é que os objetivos secundários valem o seu tempo, assim como os principais, com muitos momentos únicos e surpresas bem alocadas. Ser jogado dentro de uma astronave inimiga e matar militares e oficiais, e perseguições sobre a atmosfera de Júpiter, foram umas das mais incríveis sensações.

O tiroteio de COD, então, ocorre em outros planetas e luas. Através de corredores apertados e, ocasionalmente, entre manobras através dos espaços vazios entre espaçonaves. Em termos de locação este se encontra bem diferente dos antigos campos de batalha planos e sem emoção, além da não necessidade de manter as coisas interessantes e previsíveis, especialmente com a capacidade de escolher suas missões, como bem entender.

Reforçando o shooter, é usado frequentemente um sistema de controle do estilo de FPS dos outros Call Of Duty´s, para criar batalhas muito rápidas, e explosivas no espaço e sobre superfícies do planeta, que podem variar desde explosões simples e despropositadas até batalhas grandiosas com astronaves colossais com poder de fogo capaz de destroçar planetas com facilidade. A combinação destes dois estilos distintos mantém o ímpeto elevado e evita a fadiga.

Além da nova configuração e dinâmica, as caracterizações aqui são notavelmente diferentes. Há uma sensação mais suave à guerra. A batalha não é apresentada como heroica. É mais sobre a sobrevivência. As pessoas morrem por causa das escolhas do capitão Reyes e você pode quase ver essas decisões drenando sua felicidade e autoconfiança ao decorrer de cada missão. A ideia de que há um custo de suas ações é um tema muito presente aqui. Há um personagem que renunciou o seu comando porque ela não gostava da responsabilidade de ordenar as pessoas direto para seu destino final, escolhendo um posto mais baixo em troca de uma noite de sono mais tranquila. Em última análise, o final eleva essas decisões a um patamar muito sombrio, e há uma seção nos créditos que realmente consegue mexer com seus sentimentos, certamente está longe de algo que você esperaria de um grande jogo sobre a guerra e urros ensurdecedores.

A performance dos personagens são agradáveis, subestimados, e aterrado mas com um grande equilíbrio de representatividade. A mão direita de Reyes, é uma mulher e, em geral, a separação entre os sexos aqui não existe. Quase não se nota porque tudo parece tão natural, mas é digno de louvor simplesmente porque ele faz tudo sem esforço. Depois de tantas controvérsias passadas nos anteriores, Call of Duty: Infinite Warfare consegue fazer uma história sobre as pessoas em primeiro lugar, todo o resto em segundo plano.

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Como sempre o multiplayer é robusto e rápido, mantendo uma consistência para o eSports necessária. A ação on-line realmente se sente mais simplificada aqui, usando seis arquétipos de caráter chamado Rigs, construído em torno de uma série de armas especiais. Os mapas são apertados e cada um tem um “ponto de combate”, locais já imaginados e colocados de maneira muito óbvia para que as equipes possam se chocar e iniciar o embate. É quase evidente que este modo será corrigido daqui a algumas semanas, mas é claramente, consistentemente e um acréscimo considerável para a série.

A estrela real no online, no entanto, é Zombies. Situado em um parque temático dos anos 80, ele mistura uma horda frenética de mortos-vivos, e desafios ridículos, além de armas nada realistas. Ele abraça seus estilo disco dos anos de 1980 com entusiasmo, e cria um pouco de risadas em meio ao caos em voz alta, donzelas indefesas, mortos-vivos e palhaços. Sua corrida agitada é combustível para o puro pesadelo. Há uma infinidade de camadas e opções neste modo para desenterrar e explorar, e para mim é o melhor coisa que Call of Duty: Infinite Warfare trouxe.

E, embora nem todo mundo tenha a versão que inclui Modern Warfare Remastered, vale a pena mencionar, porque se você tem, ele acrescenta valor incomensurável para um pacote já bem aperfeiçoado. É uma atualização impressionante tanto para o jogador único quanto para os componentes multiplayer, adicionando uma camada rica de detalhes visuais novos sem comprometer um jogo que tudo mas moldou o gênero como é hoje. Se você nunca jogou, então você está em um mimo, e se você já sabe que você vai gostar de voltar.

VEREDITO:

É claramente um COD voltado para o entretenimento, consistente e emocionante em certos casos, é realmente o mais bonito, visualmente, jogo da série até hoje. Mas recordar todas missões verdadeiramente significantes no enredo é algo que demanda concentração e um certo esforço. Não é completamente uma reinvenção completa para a série, mas Infinite Warfare faz algumas mudanças refrescantes para entregar um shooter confiante e emocionante. É um jogo que você ao jogar, vai querer compartilhar com algum amigo ou conhecido sua experiência.

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Call of Duty: Infinite Warfare foi lançado no dia  4 de novembro de 2016, para PlayStation 4, Xbox One, PC.

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Tela Quente

Crítica | Doutor Estranho

A felicidade dos fãs de quadrinhos chegou ao ápice em 2016. Apesar das opiniões diversas, não há como negar isso. Tivemos Deadpool, Batman V Superman: A Origem da Justiça, Capitão América: Guerra Civil, X-Men: Apocalipse, Esquadrão Suicida e agora, o aguardado Doutor Estranho, que encerrou o ano com chave de ouro.

Após várias continuações, a Marvel Studios retorna as suas raízes para contar a origem de um dos seus personagens mais interessantes e poderosos, além de ampliar seu universo no cinema, abrindo as portas para o mundo místico, pouco explorado até aqui.

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Stephen Strange é interpretado por Benedict Cumberbath, que sempre dá o máximo de si em seus papéis. De fato, parece ser uma escolha para substituir Robert Downey Jr. (Homem de Ferro) como estrela principal do MCU, mas ainda há muito chão para percorrer. Em sua interpretação, Cumberbath arrebenta e representa toda a arrogância e prepotência do Strange dos quadrinhos. Mas não tira o mérito de outros grandiosos atores do longa.  Tilda Swinton é um ponto fortíssimo como Anciã, Chiwetel Ejofor se mostra pouco como Mordo, mas demonstra muito potencial para uma futura continuação, e Benedict Wong é formidável, sendo o melhor alívio cômico (desnecessário), mas que funciona.

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Funcional seria a palavra-chave de Doutor Estranho. A fórmula Marvel sempre funcionou, mas é nítida que inovação não é sinônimo desta. As piadas continuam lá, jogadas nos ouvidos do espectador a todo momento. Cerca de 90% delas funcionam, mas parece que o diretor e roteirista Scott Derrickson não soube organizar o timing de sua história. Muitas piadas colocadas exageradamente na hora errada, principalmente em cenas que precisavam ser mais dramáticas para o filme conseguir ter um desenvolvimento agradável. Entretanto, não foi esse o único erro. Várias decisões parecem terem sido apressadas e mal resolvidas.

Novamente os vilões foram o ponto fraco do filme. Kaecilius (Mads Mikkelsen) não demonstra ser uma ameaça de fato. É mais um fantoche do que um antagonista, e sempre há alguém comandando o fantoche. Enquanto a Marvel está preparando o terreno da melhor forma possível para o Titã Thanos, ela não demonstra interesse em desenvolver um outro vilão tão grandioso quanto, fazendo qualquer coisa para ter um final mais clichê possível.

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Chega de falar de erros, porque os acertos se sobrepõem no final. Doutor Estranho é a chance da Marvel de ganhar o Oscar de melhores efeitos especiais, o 3D junto com o IMAX valem a pena. É louco, frenético, psicodélico, qualquer adjetivo maluco cabe neste contexto. As sequências de ação são de tirar o fôlego, é bonito de se ver. Se tivéssemos um filme com três horas de lutas místicas, eu já estaria na porta do cinema.

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Finalmente um filme de super heróis conseguiu transmitir uma mensagem, embora superficialmente. Pensar só em si mesmo seria o melhor caminho? Temos que sacrificar algumas coisas para o bem de outros? Não está estampado na cara do espectador, mas a ideia de Derrickson está lá.

As duas cenas pós-créditos são úteis e trazem conteúdo para o universo cinematográfico da Marvel. Podem ter certeza que veremos Doutor Estranho novamente, e em relação à sua própria história, há muito potencial a ser explorado ainda, e que podem trazer bons resultados no futuro.

Doutor Estranho foi a melhor maneira de nos apresentar um mundo novo nos cinemas. Mesmo tendo algumas decisões equivocadas e precipitadas, continua sendo um ótimo filme para introduzir um personagem, que é desconhecido pelo público em geral. Como em Guardiões da Galáxia, Doutor Estranho conseguiu impressionar com sua grandiosidade, mirando sempre em um futuro promissor, que está a cada vez mais próximo, seja em Vingadores: Guerra Infinita, Thor: Ragnarok ou até mesmo em um possível Doutor Estranho 2.

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Primeiras Impressões | Yuri!!! on Ice

Atrasado sim, desistindo nunca. Apesar do nome, Yuri!!! on Ice não é uma história sobre garotinhas trocando beijos na neve. Na verdade, é uma história sobre dois garotos que dividem o nome Yuri, um treinador famoso e patinação no gelo. Mas poderia ser sobre as garotinhas se beijando, levando em conta que japonês é um povo bem estranho.

Animes e mangás sobre esporte são, quase sempre, parecidos. Não que não existam exceções. Sim, elas existem e são muito lembradas por todos, mas no grosso é quase sempre a mesma coisa. Mais especificamente sobre os animes, em toda temporada são lançados alguns do gênero, e quase sempre eles tratam de garotos ou garotas na escola que treinam e desejam subir na vida, competindo entre escolas e sempre usando o esporte como uma metáfora para a superação, aprendendo desde o básico. Porém, a temporada atual trouxe dois animes bem diferentes sobre esporte: Keijo!!!!!!!! e Yuri!!! on Ice. É a temporada dos animes de esporte cheios de exclamações!!!!!!!!!!!!!!!!! (Apesar do primeiro citado ser diferente por outros motivos).

Esse levou a Medalha de Ouro na categoria "Melhor Roupa de JoJo".
Esse levou a Medalha de Ouro na categoria “Melhor Roupa de JoJo”.

Dito isso, é importante ressaltar que não sou grande fã do gênero. Por não ser muito fã de esportes (seja vôlei, futebol ou qualquer outro), as obras japonesas sobre tais assuntos nunca chamaram minha atenção. Existe uma infinidade de obras nipônicas sobre futebol, algumas sobre basquete, vôlei, beisebol, diferentes tipos de luta e até sobre natação ou ciclismo. E sim, existem alguns sobre patinação no gelo, e nenhum deles jamais me cativou.

SHIKASHI, depois de quatro parágrafos de texto sobre nada, é aí que entra Yuri!!! on Ice. Poucas vezes tive contato com um anime tão envolvente e encantador como este. E se não bastasse a história cativante, os valores de produção da série beiram a perfeição.

No way! Estes garotos bonitos deslizando sobre o gelo são fabulosos!
No way! Estes garotos bonitos deslizando sobre o gelo são absolutamente fabulosos!

Resumidamente, Yuri!!! on Ice conta a história de um garoto japonês chamado Yuri Katsuki (oh!), que carrega nas costas o nome do Japão na área de patinação no gelo. Ele já é um profissional que cresceu adorando o esporte, e ao competir no Grand Prix Finale, ficou em último lugar. Quando retorna para sua terra natal pensando em desistir da carreria, após alguns eventos sua grande inspiração da vida, o ídolo Victor Nikiforov, bate na porta de sua casa dizendo que irá treiná-lo. Ao mesmo tempo, um jovem prodígio russo chamado Yuri Plisetsky (oh! São dois Yuris!) também deseja obter o treinamento de Victor após uma promessa. Victor e seus dois Yuris começam então seus treinamentos para competirem e descobrir qual será o discípulo definitivo do grande patinador, que então competirá nos grandes campeonatos de patinação no gelo. O que acontece daí pra frente, só assistindo para descobrir.

A premissa é ótima. O character design de Mitsurou Kubo e o desenvolvimento de todos os personagens também são ótimos. Logo de cara a diferença desta para outras obras sobre esportes ficam claras ao notarmos que o protagonista já é um adulto de 23 anos que compete e deseja aprimorar suas habilidades. Graças a este fator, toda a parte de descoberta do esporte e aprendizado é pulada, tornando a história bem fluida. Além disso, a animação proveniente do estúdio MAPPA (Shingeki no Bahamut: Genesis, Ushio to Tora, Zankyou no Terror) também é belíssima, e a trilha sonora é um show a parte. Entendeu? Patinação, esporte, TV, show… Enfim.

Toda vez que eles começam a girar, minha mente infernal toca a música do Pião da Casa Própria.

Os movimentos dos personagens são belissimamente animados. Por ser um leigo no assunto, é difícil eu julgar se o anime reproduz fielmente movimentos existentes nas competições de patinação no gelo, mas dando uma rápida pesquisada no papai Google notei que aparentemente sim, eles são bem fiéis a movimentos reais do esporte. Se isso é verdade ou não, só Deus sabe, mas se tá na internet é verdade e isso dá pontos adicionais à obra (que aliás, é uma obra original, não adaptada de mangá ou novel). E quando mencionei a bela trilha sonora é impossível não pensar imediatamente no lindo tema de abertura cantado por Dean Fujioka. Poucas vezes uma música de anime cantada em inglês ficou tão bela na história da Terra do Sol Nascente.

E caso seja do interesse do(a) espectador(a), Yuri!!! on Ice é cheio de baits de fanservices. Não que precise de muito esforço, já que patinação no gelo já é um esporte bem peculiar, mas algo similar a Free! (anime sobre natação), parte do público ficará bem satisfeito. Mas não, esse não é o foco da obra. É um adicional para shippers de BL. As situações são bem cômicas.

Yuri!!! on Ice foi uma grata surpresa. Ao somar uma animação linda, uma trilha sonora soberba, character design e development de primeira qualidade e uma narrativa fluida e cativante, a fama que o anime vem ganhando nesta temporada é totalmente merecida. Malemá consigo pensar em pontos negativos. Talvez o design dos cachorros, que ficaram meio estranhos. Mas isso seria forçar bastante a barra. Leva um 9/10 tranquilamente, com potencial de, se bem conduzido, manter o nível até o fim.

Novos episódios podem ser assistidos todas as quartas-feiras na Crunchyroll.

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Primeiras Impressões | Nanbaka

A temporada de outubro já começou, mas estamos em novembro e eu ainda não postei nenhum “Primeiras Impressões“. O que seria desse Pagode sem o nosso querido Gabriel? Mas, antes tarde do que nunca, trago, outra vez, um negócio que podemos passar alguns minutos dando gostosas risadas por conta de trocadilhos com as cores laranja e preto. Só que dessa vez, a conexão com o seriado é a própria temática. Que apesar de parecer comum, não é, e por um simples motivo: Japonês ser um povo estranho.

Sabe Prison Break? Se você colocar uma peruca super extravagante em todas as pessoas carecas de lá, Nanbaka é mais ou menos o que você vai conseguir.
Eu acho, nunca vi Prison Break.
Baseado num mangá, esse show é tão excêntrico quanto a autora da obra. Ao conhecer Shou Futamata, você terá certeza que nada menos poderia sair de sua cabeça. A moça é tipo uma Lady Gaga japonesa.

Quando você compara com a autora, até que os personagens são bem realistas...
Quando você compara com a autora, até que os personagens são bem realistas…

Inclusive, “extravagante” é uma excelente palavra pra descrever esse anime como um todo. Eu poderia facilmente dar uma de Porchat e fazer uma postagem inteira falando “Extravagante! Extravagante! Extravagante! Extravagante! Extravagante!“, que as ‘primeiras impressões’ teriam sido passadas muito bem.

Apesar de não ser o fã mais assíduo do mundo quando o assunto são filmes hollywoodianos, um dos gêneros que eu gosto bastante são as “comédias policiais“: filmes que trazem toda aquela carga de ação estadunidense extremamente exagerada, com carros sendo arremessados em helicópteros, além de piadas sendo contadas no meio de tiroteios, e coisas do tipo. Poderia citar “Os Badboys” como exemplo, mas acredito que “Loucademia de Polícia” se encaixa melhor no que eu quero dizer.
Há claras diferenças no tipo de humor utilizado, mas Nanbaka é basicamente Loucademia de Polícia em japonês. E não sei vocês, mas pra mim, isso é sensacional!

A história se passa na Prisão de Nanba, que acaba sendo um personagem por si só. Digo isso pois em obras desse tipo, o que causa o efeito humorístico são as características peculiares dos personagens. Em qualquer show você percebe que seu elenco possui individualidades específicas, mas que nem sempre (quase nunca) são abordadas abertamente. A ambientação da Prisão, o sistema carcerário, os funcionários e suas formas de agir, acabam por dar ao próprio local uma personalidade que funciona como mote para piadas. Em um momento do episódio dois, o Supervisor (já falo dele) precisa ir à sala de sua chefe. Algo que parece uma situação comum, se torna cômica por conta da caracterização da Prisão de Nanba: ele pega um trem pra se locomover entre os blocos!

Já os personagens que são, de fato, pessoas, não ficam para trás de maneira alguma. Os quatro “Números” trazem para a atmosfera do anime um ar descontraído, e fazem isso muito bem. Diversas comédias falham em te fazer rir por simplesmente não conseguirem fazer o meio parecer propenso para tal. Há várias formas de contornar esse problema, e o próprio jeito de ser de seus protagonistas é a resposta de Nanbaka. E para balancear todo esse bem-estar, e para te lembrar que o anime ainda se passa dentro de uma prisão de segurança máxima, temos o Supervisor: único personagem careca da história, ele sim parece ter sido retirado na íntegra de Prison Break. Mas sua seriedade acaba no mesmo lugar onde a palhaçada dos prisioneiros começa, fazendo com que seu papel de Tsukkomi seja sempre bem colocado, e que é ainda mais acentuado pelo excelente trabalho do veterano Tomokazu Seki. Ah, e também temos a carcereira tsundere. Adorei ela.

Falemos um pouco da parte artística da obra: o estúdio Satelight não nos deixa na mão, e apresenta uma animação super fluida, com cores vibrantes (que é extremamente necessário para o clima da obra, como citado no parágrafo anterior) e filtros em tudo que é lugar, de fazer inveja a qualquer filme do Zack Snyder.

No campo sonoro, temos uma OST muito bem colocada, com um sincronismo que eu não (ou)via há muito tempo. Todas as músicas tem uma pegada meio eletrônica-retrô, que combinam perfeitamente com a proposta do show. Tanto a arte como a sonoplastia nos fazem pensar em um joguinho de fliperama. Essa vibe é completa quando chegamos ao encerramento: “Nanbaka Datsugoku Riron♪!“, cantada pelos dubladores da obra.

[Imagem: WnD8bHU.gif]
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Enquanto a história pode não parecer importante ou relevante (e se eu fosse opinar, diria que não é mesmo), ela está guardada num potinho, como algo que tem potencial de ser uma agradável surpresa. Não criem esperanças porém, já que a comédia, que é o prometido pela obra, não precisa desse desenvolvimento para ocorrer. Eles apenas sugerem que existe uma trama por trás disso tudo… Mas que ninguém ali se importa com ela.

Foi uma estreia muito divertida, contrariamente aos péssimos boatos que tinha ouvido, e meu comedômetro marcou um 7/10 para esse início de Nanbaka. Vale a pena dar uma conferida, com toda certeza.

A série pode ser assistida na Crunchyroll, com novos episódios todas as Terças-feiras.

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Amazing Adventures

Guia de Leitura #12 | Doutor Estranho

Pelas Hordas de Hoggoth!”. O Mago Supremo da Marvel está na Amazing Adventures!

O Mago Supremo da Terra, Mestre das Artes Místicas, Mestre da Magia Negra, Stephen Sanders, Rajah Vermelho, Capitão Universo,Shiva, Destruidor, Vincent Stevens, ou simplesmente Stephen Strange, o Doutor Estranho, foi uma criação de Stan Lee e Steve Ditko para a revista Strange Tales. O personagem teve uma estreia morna no titulo, e compartilhava as páginas do quadrinho com outros personagens da Marvel. Porém, o seu grande sucesso com A Saga da Eternidade rendeu-lhe uma revista própria, e a partir disso teve grandes nomes da indústria dos quadrinhos trabalhando com suas histórias, como Roy Thomas, Gene Colan, Steve Englehart, Sal Buscema, Roger Stern e Marshall Rogers. Passado os anos 80, o Doutor Estranho teve uma queda de popularidade grande, assim como muitos heróis da Marvel nesse período, e só fazia participações pontuais em histórias de outros personagens.

De 2006 até 2015, Strange ganhou algumas minisséries, sendo O Juramento de Brian K.Vaughn e Marcos Martin a mais popular delas. Ele continuava sendo um personagem importante para o Universo Marvel, mas apenas fazendo aparições pontuais de menor e maior importância dependendo da história, sendo as mais relevantes a sua presença nos Illuminatis e nos Vingadores. Só em 2015, já com o anuncio do filme para 2016, é que a Marvel decidiu voltar com um titulo mensal para o mago, com Jason Aaron e Chris Bachalo encabeçando a equipe criativa, a glória do personagem está sendo retomada.

Sem mais contextualização. Confira o Guia de Leitura definitivo do Doutor Estranho!

Por Stan Lee e Steve Ditko
Por Stan Lee e Steve Ditko
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por Stan Lee e Steve Ditko
por Stan Lee e Steve Ditko
por Stan Lee e Steve Ditko
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por Stan Lee, Jack Kirby, John Buscema, Don Heck e Jim Steranko
por Jim Steranko
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por Roy Thomas e Dan Adkins
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por Roy Thomas, Dan Adkins e Gene Colan
por Roy Thomas e Gene Colan
por Roy Thomas e Gene Colan
por Stan Lee e Steve Ditko
por Stan Lee e Steve Ditko
por Roy Thomas e Gene Colan
por Roy Thomas e Gene Colan
por Roy Thomas e Gene Colan
por Roy Thomas e Gene Colan
por Roy Thomas e Gene Colan
por Roy Thomas e Gene Colan
por Roy Thomas e Gene Colan
por Roy Thomas e Gene Colan
por Stan Lee e Barry Windsor-Smith
por Stan Lee e Barry Windsor-Smith
por Steve Englehart e Sal Buscema
por Steve Englehart e Sal Buscema
por Steve Englehar e Frank Brunner
por Steve Englehar e Frank Brunner
por Steve Englehar e Frank Brunner
por Steve Englehar e Frank Brunner
por Steve Englehart e Gene Colan
por Steve Englehart e Gene Colan
por Steve Englehart, Marv Wolfman, Tom Palmer e Gene Colan
por Steve Englehart, Marv Wolfman, Tom Palmer e Gene Colan
por Roger McKenzie e Don Perlin
por Roger McKenzie e Don Perlin
por Denny O' Neil e Frank Miller
por Denny O’ Neil e Frank Miller
por Roger Stern e Marshall Rogers
por Roger Stern e Marshall Rogers
por Roger Stern e Michael Golden
por Roger Stern e Michael Golden
por Chris Claremont e Marshall Rogers
por Chris Claremont e Marshall Rogers
por Roger Stern e Dan Green
por Roger Stern e Dan Green
por Roger Stern e Dan Green
por Roger Stern e Dan Green
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por Roger Stern, Dan Green e Steve Leialoha
por Bill Mantlo e Sal Buscema
por Bill Mantlo e Sal Buscema
por Roger Stern, Mike Mignola e Mark Badger
por Roger Stern, Mike Mignola e Mark Badger
por Keith Giffen, J. M. Dematteis e Kevin Maguire
por Keith Giffen, J. M. Dematteis e Kevin Maguire
por Brian K.Vaughn e Marcos Martin
por Brian K.Vaughn e Marcos Martin
por Brian Michael Bendis, Brian Reed e Jim Cheung
por Brian Michael Bendis, Brian Reed e Jim Cheung
por Brian Michael Bendis e Leinil Francis Yu
por Brian Michael Bendis e Leinil Francis Yu
por Brian Michael Bendis  Yu e Leinil Francis Yu
por Brian Michael Bendis Yu e Leinil Francis Yu
por Brian Michael Bendis, Billy Tan, Leinil Francis Yu, Steve McNiven, Chris Bachalo e  Chris Bachalo
por Brian Michael Bendis, Billy Tan, Leinil Francis Yu, Steve McNiven, Chris Bachalo e Chris Bachalo
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por Brian Michael Bendis e Stuart Immonen
por Matt Fraction, Terry Dodson, Mitch Breitweiser, Michael Lark e Victor Ibanez
por Matt Fraction, Terry Dodson, Mitch Breitweiser, Michael Lark e Victor Ibanez
por Brian Michael Bendis, Michael Gaydos, Carlos Pacheco, Michael Avon Oeming e Mike Deodato Jr.
por Brian Michael Bendis, Michael Gaydos, Carlos Pacheco, Michael Avon Oeming e Mike Deodato Jr.
por Matt Fraction, Terry Dodson, Mike Norton, Jamie McKelvie e Mirco Pierfederici
por Matt Fraction, Terry Dodson, Mike Norton, Jamie McKelvie e Mirco Pierfederici
por Jonathan Hickman e Steven Epting
por Jonathan Hickman e Steven Epting
por Jonathan Hikcman e Mike Deodato Jr.
por Jonathan Hikcman e Mike Deodato Jr.
por Jonathan Hikcman, Simone Bianchi e Rags Morales
por Jonathan Hikcman, Simone Bianchi e Rags Morales
jj
por Jonathan Hickman, Valerio Schiti e Kev Walker
por Frank Barbiere e Marco Rudy
por Frank Barbiere e Marco Rudy
por Jonathan Hickman, Jim Cheung, Stefano Caselli, Mike Deodato Jr., Valerio Schiti ,Kev Walker, Nick Bradshaw, Paco Medina, Dustin Weaver, Szymon Kudranski e Mike Perkins
por Jonathan Hickman, Jim Cheung, Stefano Caselli, Mike Deodato Jr., Valerio Schiti ,Kev Walker, Nick Bradshaw, Paco Medina, Dustin Weaver, Szymon Kudranski e Mike Perkins
por Jonathan Hickman e Esad Ribic
por Jonathan Hickman e Esad Ribic
por Jason Aaron e Chris Bachalo
por Jason Aaron e Chris Bachalo
por Jason Aaron e Chris Bachalo
por Jason Aaron e Chris Bachalo

 

EXTRAS:

por J.M. DeMatteis e Dan Green
por J.M. DeMatteis e Dan Green
por Marc Andreyko e  P. Craig Russell
por Marc Andreyko e P. Craig Russell
por J. Michael Straczynski,  Sara "Samm" Barnes e  Brandon Peterson
por J. Michael Straczynski, Sara “Samm” Barnes e Brandon Peterson
por Mark Waid e Emma Rios
por Mark Waid e Emma Rios
por Greg Pak e Emma Rios
por Greg Pak e Emma Rios

Bom, se você ainda não conhece nada do Doutor Estranho, ou conhece pouco, aqui está a oportunidade perfeita de aprofundar-se em um universo místico e riquíssimo de POSSIBILIDADES. Abra a sua mente e mergulhe na magia!

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Amazing Adventures

Guia de Leitura #11 | Capitão América

“Um homem fora do seu tempo” é uma expressão perfeita para resumir o protagonista do nosso Guia de Leitura de hoje. Trajando um manto coberto de penas, uma estrela no peito e um escudo, ele começou sua carreira de herói na época da Segunda Guerra Mundial, onde ajudou a derrubar grande parte das linhas inimigas, seja sozinho ou em equipe. Após o seu desaparecimento, serviu de inspiração para inúmeros outros super heróis e quando ressurgiu, liderou a maior equipe do universo Marvel.

É claro que aqui, na Amazing Adventures, não poderíamos deixar de falar dele: O Primeiro Vingador, o Sentinela da Liberdade ou por que não? O Capitão América!

Vale lembrar que oficialmente na terra 616, tivemos 3 Capitães América: Steve Rogers, Bucky Barnes e Sam Wilson, e aqui na nossa coluna, nenhum ficou de fora. Estão prontos? Então boa sorte nessa aventura! 

por Joe Simon e Jack Kirby
por Joe Simon e Jack Kirby
Joe Simon e Jack Kirby
Joe Simon e Jack Kirby
Joe Simon e Jack Kirby
Joe Simon e Jack Kirby
Por Stan Lee e Jack Kirby
Por Stan Lee e Jack Kirby
por Stan Lee e Jack Kirby
por Stan Lee e Jack Kirby
por Stan Lee e Jack Kirby
por Stan Lee e Jack Kirby
por Stan Lee e Jack Kirby
por Stan Lee e Jack Kirby
por Stan Lee e George Tuska
por Stan Lee e George Tuska
por Stan Lee e George Tuska
por Stan Lee e George Tuska
por Stan Lee e Jack Kirby
por Stan Lee e Jack Kirby
por Stan Lee, Don Heck e Dick Ayers
por Stan Lee, Don Heck e Dick Ayers
por Stan Lee e Jack Kirby
por Stan Lee e Jack Kirby
por Stan Lee e Jack Kirby
por Stan Lee e Jack Kirby
por Stan Lee, Archie Goodwin, Gene Colan e Jack Kirby
por Stan Lee, Archie Goodwin, Gene Colan e Jack Kirby
por  Stan Lee e Jack Kirby
por Stan Lee e Jack Kirby
por Stan Lee e Jack Kirby
por Stan Lee e Jack Kirby
por Roy Thomas e John Buscema
por Roy Thomas e John Buscema
por Stan Lee e Jack Kirby
por Stan Lee e Jack Kirby
por Stan Lee e Jim Steranko
por Stan Lee e Jim Steranko
 por Stan Lee,  Sal Buscema e John Romita
por Stan Lee, Sal Buscema e John Romita
por Stan Lee e Gene Colan
por Stan Lee e Gene Colan
por Stan Lee e Gene Colan
por Stan Lee e Gene Colan
por Stan Lee e Gene Colan
por Stan Lee e Gene Colan
por Stan Lee e Gene Colan
por Stan Lee e Gene Colan
por Stan Lee e Gene Colan
por Stan Lee e Gene Colan
por Stan Lee e Gene Colan
por Stan Lee e Gene Colan
por Stan Lee e Gene Colan
por Stan Lee e Gene Colan
por Stan Lee e Gene Colan
por Stan Lee e Gene Colan
por Stan Lee e Gene Colan
por Stan Lee e Gene Colan
por Stan Lee e Gene Colan
por Stan Lee e Gene Colan
por Gerry Conway e Sal Buscema
por Gerry Conway e Sal Buscema
por Gerry Conway e Sal Buscema
por Gerry Conway e Sal Buscema
por Gerry Conway e Sal Buscema
por Gerry Conway e Sal Buscema
por Gerry Conway e Sal Buscema
por Gerry Conway e Sal Buscema
por Steve Englehart e Sal Buscema
por Steve Englehart e Sal Buscema
por Steve Englehart e Sal Buscema
por Steve Englehart e Sal Buscema
por Steve Englehart e Sal Buscema
por Steve Englehart e Sal Buscema
por Steve Englehart e Sal Buscema
por Steve Englehart e Sal Buscema
por Jack Kirby
por Jack Kirby
por Roger McKenzie e Sal Buscema
por Roger McKenzie e Sal Buscema
por Roger McKenzie e Sal Buscema
por Roger McKenzie e Sal Buscema
por Roger McKenzie e Sal Buscema
por Roger McKenzie e Sal Buscema
por Roger McKenzie, Jim Shooter e Sal Buscema
por Roger McKenzie, Jim Shooter e Sal Buscema
por Roger Stern e John Byrne
por Roger Stern e John Byrne
por Chris Claremont,  David Michelinie e Mike Zeck
por Chris Claremont, David Michelinie e Mike Zeck
por J. M. Dematteis e Mike Zeck
por J. M. Dematteis e Mike Zeck
por J. M. Dematteis e Mike Zeck
por J. M. Dematteis e Mike Zeck
por J. M. Dematteis e Mike Zeck
por J. M. Dematteis e Mike Zeck
por David Anthony Kraft e Mike Zeck
por David Anthony Kraft e Mike Zeck
por J. M. Dematteis e Mike Zeck
por J. M. Dematteis e Mike Zeck
por J. M. Dematteis e Mike Zeck
por J. M. Dematteis e Mike Zeck
por J. M. Dematteis e Mike Zeck
por J. M. Dematteis e Mike Zeck
por J. M. Dematteis e Sal Buscema
por J. M. Dematteis e Sal Buscema
por J. M. Dematteis e Sal Buscema
por J. M. Dematteis e Sal Buscema
por J. M. Dematteis e Sal Buscema
por J. M. Dematteis e Sal Buscema
por J. M. Dematteis e Ron Frenz
por J. M. Dematteis e Ron Frenz
por J. M. Dematteis e Paul Neary
por J. M. Dematteis e Paul Neary
por Mark Gruenwald e Paul Neary
por Mark Gruenwald e Paul Neary
por Roger Stern e Frank Miller
por Roger Stern e Frank Miller
por Mark Gruenwald e Paul Neary
por Mark Gruenwald e Paul Neary
por Mark Gruenwald e Paul Neary
por Mark Gruenwald e Paul Neary
por Mark Gruenwald e Paul Neary
por Mark Gruenwald e Paul Neary
por Frank Miller e  David Mazzucchelli
por Frank Miller e David Mazzucchelli
por Roger Stern e John Buscema
por Roger Stern e John Buscema
por Mark Gruenwald e Tom Morgan
por Mark Gruenwald e Tom Morgan
por Mark Gruenwald e Kieron Dwyer
por Mark Gruenwald e Kieron Dwyer
por Mark Gruenwald e Ron Lin
por Mark Gruenwald e Ron Lin
por Mark Waid e  Ron Garney
por Mark Waid e Ron Garney
por Mark Waid e  Ron Garney
por Mark Waid e Ron Garney
por Mark Waid e  Ron Garney
por Mark Waid e Ron Garney
por Mark Waid e  Ron Garney
por Mark Waid e Ron Garney
por Mark Waid e  Ron Garney
por Mark Waid e Ron Garney
por Mark Waid e  Ron Garney
por Mark Waid e Ron Garney
por Mark Waid e Andy Kubert
por Mark Waid e Andy Kubert
 por Ed Brubaker e Steve Epting
por Ed Brubaker e Steve Epting
por Ed Brubaker e Mike Perkins
por Ed Brubaker e Mike Perkins
por Ed Brubaker e Mike Perkins
por Ed Brubaker e Mike Perkins
por Ed Brubaker, Mike Perkins, Marcos Martin e Javier Pulido
por Ed Brubaker, Mike Perkins, Marcos Martin e Javier Pulido
por Ed Brubaker e Steve Epting
por Ed Brubaker e Steve Epting
por Ed Brubaker e Mike Perkins
por Ed Brubaker e Mike Perkins
por Mark Millar e Steve McNiven
por Mark Millar e Steve McNiven
por Ed Brubaker e Lee Weeks
por Ed Brubaker e Lee Weeks
por Ed Brubaker e Steve Epting
por Ed Brubaker e Steve Epting
por Ed Brubaker, Jackson Guice, Mike Perkins  e Steve Epting
por Ed Brubaker, Jackson Guice, Mike Perkins e Steve Epting
por Ed Brubaker, Luke Ross, Roberto de La Torre e Steven Epting
por Ed Brubaker, Luke Ross, Roberto de La Torre e Steven Epting
por Ed Brubaker, Jackson Guice e Luke Ross
por Ed Brubaker, Jackson Guice e Luke Ross
por Ed. Brubaker e Luke Ross
por Ed. Brubaker e Luke Ross
por Ed Brubaker, Jackson Guice,  Steven Epting e Luke Ross
por Ed Brubaker, Jackson Guice, Steven Epting e Luke Ross
por Ed Brubaker e Luke Ross
por Ed Brubaker e Luke Ross
por Ed Brubaker, Howard Chaykin, Jackson Guice, David Aja, Mitch Breitweiser e Rafael Albuquerque
por Ed Brubaker, Howard Chaykin, Jackson Guice, David Aja, Mitch Breitweiser e Rafael Albuquerque
por Ed Brubaker e Luke Ross
por Ed Brubaker e Luke Ross
por Ed Brubaker, Will Conrad e Mike Deodato Jr.
por Ed Brubaker, Will Conrad e Mike Deodato Jr.
por Ed Brubaker, Mitch Breitweiser e Jackson Guice
por Ed Brubaker, Mitch Breitweiser e Jackson Guice
por Ed Brubaker, Bryan Hitch e Jackson Guice
por Ed Brubaker, Bryan Hitch e Jackson Guice
por Ed Brubaker e Jackson Guice
por Ed Brubaker e Jackson Guice
por Ed Brubaker, Mike Deodato Jr., Mitch Breitweiser, Jackson Guice e Chris Samnee
por Ed Brubaker, Mike Deodato Jr., Mitch Breitweiser, Jackson Guice e Chris Samnee
por Ed Brubaker e Steve McNiven
por Ed Brubaker e Steve McNiven
por Ed Brubaker e Chris Samnee
por Ed Brubaker e Chris Samnee
por Ed Brubaker e Alan Davis
por Ed Brubaker e Alan Davis
por Ed Brubaker, Mike Deodato Jr. e Patrick Zircher
por Ed Brubaker, Mike Deodato Jr. e Patrick Zircher
por Ed Brubaker, Cullen Bunn e Scot G. Eaton
por Ed Brubaker, Cullen Bunn e Scot G. Eaton
por Rick Remender, John Romita Jr. e Klaus Janson
por Rick Remender, John Romita Jr. e Klaus Janson
por Rick Remender, Carlos Pacheco e Nic Klein
por Rick Remender, Carlos Pacheco e Nic Klein
por Rick Remender, Pascal Alixe e Nic Klein
por Rick Remender, Pascal Alixe e Nic Klein
por Rick Remender e Stuart Immonen
por Rick Remender e Stuart Immonen
por Nick Spencer e Paul Renaud
por Nick Spencer e Paul Renaud
por Nick Spencer, Al Ewing, Gerry Duggan, Mark Waid, Jesus Saiz, Mark Bagley,  Daniel Acuna , Ryan Stegman, Mike Norton
por Nick Spencer, Al Ewing, Gerry Duggan, Mark Waid, Jesus Saiz, Mark Bagley, Daniel Acuna , Ryan Stegman, Mike Norton
por Nick Spencer e Jesus Saiz
por Nick Spencer e Jesus Saiz

 


EXTRAS:

por Jack Kirby
por Jack Kirby
por Roy Thomas, Don Glut e George Tuska
por Roy Thomas, Don Glut e George Tuska
por Mike W. Barr e Herb Trimpe
por Mike W. Barr e Herb Trimpe
por Peter B. Gillis e Sal Buscema
por Peter B. Gillis e Sal Buscema
 por Fabian Nicieza e Kevin Maguire
por Fabian Nicieza e Kevin Maguire
por John Byrne
por John Byrne
por Alex Ross e Paul Dini
por Alex Ross e Paul Dini
por Mark Waid e Jorge Molina
por Mark Waid e Jorge Molina
por Karl Kesel e  Mitch Breitweiser
por Karl Kesel e Mitch Breitweiser

 

Muita coisa em? Mas pelo tempo de carreira que o herói tem, não poderíamos esperar menos. Gostaram pessoal? espero que sim, fiquem ligados aqui na torre, que já já terão mais Guias de Leitura na nossa coluna Amazing Adventures.

 

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Consoles Gameplay Games PC

Análise | Battlefield 1

A Electronic Arts apostou forte em Battlefield 1, o novo shooter na primeira pessoa da DICE, e garante que este será o jogo mais inovador da franquia. O game está longe do foco dos seus concorrentes que buscam pensar como seria uma guerra futurista, com armas e gadgets hi-techs.

Battefield 1 surpreende ao trazer o amanhecer da guerra moderna, um regresso a clássica guerra que faz parte do imaginário de uma geração até os dias atuais.

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O que temos aqui é uma guerra mais rústica, antiquada e brutal e Battlefield 1 consegue aproveitar todos esses pontos e transformar sua experiencia em algo incrível.

O modo campanha do game tanto agradou como desagradou. Ao invés de contar uma única história, o estúdio optou por narrar vários pequenos contos. Desde um chofer inglês que se tornou condutor de blindados, até um mensageiro australiano que enfrenta Otomanos na sangrenta Batalha dos Dardanelos, ou se preferir uma assassina árabe responsável por pequenas missões de espionagem e lógico assassinatos, o enredo dos contos exploram diferentes “Histórias de Guerra”

O que mexeu com os jogadores foi o propósito dos contos funcionarem mais como um tutorial do que realmente uma campanha narrativa, o que ofusca qualquer potencial que as histórias teriam de nos emocionar e cativar, e elas realmente poderiam se não fossem jogadas ao relento.

Por outro lado a escolha por histórias independentes, pode ser considerado um acerto por parte do estúdio, mesmo as narrativas não sendo tão interessantes elas compensaram na tentativa de explicar que cada soldado encarou a guerra à sua própria maneira. Onde muitos simplesmente enlouqueciam nas trincheiras, outros entravam no conflito somente pelas glórias (medalhas), e existiam aqueles que lutavam pela família e entes queridos, além dos que eram forçados a participar, por meio de uma convocação.

A questão de oferecer experiências distintas. Ao contrário da maioria dos jogos de FPS, onde controla-se somente um personagem, em Battlefield 1 a campanha oportuniza a utilização de blindados, aviões, morteiros e metralhadoras. Vivencia-se uma guerra por completo. A excelente missão introdutória do game, consegue captar de maneira excepcional o drama dos envolvidos na guerra mudando constantemente nossa perspectiva de soldado para soldado, conforme eles vão perecendo em combate.

A campanha nos leva a diversos localidades históricas na França, Itália, Oriente Médio, etc. Cada um com suas características singulares. A tão famosa “Guerra de Trincheiras” também é apresentada e de forma bastante perspicaz.

E como não poderia deixar de ser, Battlefield 1 tem o mais bem elaborado sistema multiplayer para jogos de shooter dos últimos tempos. 

A Dice conseguiu criar uma experiência para muitos jogadores que certamente continuará divertida e interessante por muito tempo, assim como ainda é Battlefield 3 e 4. O estúdio implementou modos consistentes, divertidos e até muito bem balanceados, algo surpreendente, já que só teríamos um bom nivelamento com algumas semanas de jogatina.

A principal diferença entre Battlefield 4 e Battlefield 1, fica em sua ambientação, e nas armas que nós são oferecidas, além dos veículos e equipamentos que mudam completamente a dinâmica dos combates. Ao contrário do que acontece em Battlefield 4, em que a maioria das armas eram bastante semelhantes e algumas opções eram muito adversas das outras, em Battlefield 1 um dos maiores prazeres é experimentar e testar cada uma das poucas armas que temos, com pistolas, rifles, fuzis, e metralhadoras. Além disso, desta vez, ao contrário de liberação automática após a conquista de um determinado nível de experiência, os jogadores são premiados com moedas in-game. E com elas, é possível liberar uma arma, item, ou recurso, deixando a decisão de desbloquear primeiro aquele equipamento que mais agrada o jogador.

E as armas e jogabilidade ainda continuam do jeito que os players gostam, não deixando de lado sua precisão e características marcante da série, como dominar o recuo e conhecer o equipamento, aspectos fundamentais para um bom gameplay.

E não somente de armas vivem os guerrilheiros, o jogador tem que se adaptar a cada blindado que se locomovem em velocidades diferentes, e controlar dirigíveis que são logicamente diferentes de aviões. E por fim,  os cavalos, estes não são muito “manobráveis”, costumam funcionar apenas para a locomoção rápida até um ponto específico, muito em virtude da impossibilidade de acessar todos os locais. São bem legais no começo, por serem uma novidade, mas acabam ficando de lado com o tempo.

VEREDITO:

Os combates são ótimos e continuam cadenciados, mas não menos explosivos. Eles apenas contam com um pouco mais de estratégia. Jogadores que entram no multiplayer apenas com a intenção de “matar” não serão muito úteis aqui. Battlefield 1 é um jogo onde o trabalho em equipe será o diferencial para conquistar a vitória.

Battlefield 1 não é apenas uma grande adição à série, ele chega como uma explosão ensurdecedora que terá impacto por muitos anos. O que temos em mãos é uma obra de compromisso. Uma obra-prima para os amantes e os que ainda não conhecem a saga, o que acho difícil de encontrar, apoiado por uma jogabilidade fantástica e imersão incrível. Visualmente deslumbrante e divertido de jogar, A DICE enviou um clássico instantâneo para levantar a moral que faltava para os FPS do momento.

Análise e Nota Torre de Vigilancia

Battlefield 1 foi lançado dia 21 de outubro de 2016, para PlayStation 4, Xbox OnePC

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Cultura Japonesa Mangá Pagode Japonês

TOP 15 | Mangás que deveriam ser relançados/reimpressos

Entre 2014, 2015 e 2016 vivemos a Era de Ouro dos mangás no Brasil. Publicados entre diversas editoras, das maiores às menores, os gibis japoneses são atualmente lançados em diversos formatos, do luxo ao mais simples, com preços para todos os bolsos. E um dos motivos dos últimos anos terem sido tão positivos para o mercado brasileiro é a quantidade de relançamentos e reimpressões de mangás.

Yu Yu Hakusho, Berserk, Rurouni KenshinVagabond, Fullmetal Alchemist, Éden, Blade, Chobits, Hellsing, parte de Dragon Ball e títulos vindouros como Akira, InuYasha e Slam Dunk são alguns dos que compõe a extensa lista de relançamentos dos últimos anos, concluídos, iniciados ou anunciados neste período. SHIKASHI, ainda existem títulos que merecem ser relançados no Brasil, e este TOP 15 visa citar alguns destes títulos que deveriam ser republicados (em outro formato) ou que simplesmente poderiam ser reimpressos. Confira abaixo a lista dos quinze mangás escolhidos.

15 – Negima!

Uma das obras mais famosas de Ken Akamatsu, ao lado da já republicada Love Hina, Negima! foi completo no Brasil em 76 volumes meio-tanko (dividindo um volume japonês em dois). A obra possui originalmente 38 volumes, e merecia uma republicação no estilo do já citado Love Hina. Além da fama, Negima! também faz parte do universo do atual mangá de Akamatsu, UQ Holder!, que já é publicado no Brasil pela JBC e ganhará uma versão em anime muito em breve. Com um relançamento de Negima! a editora JBC teria um catálogo completo das mais famosas obras de Ken Akamatsu em seus formatos originais, com bom acabamento e nova revisão de texto.

14 – Fushigi Yuugi

Obra da famosa mangaká Yuu Watase (O Mito de Arata), Fushigi Yuugi é o maior sucesso da carreira da autora. Publicado no Japão de 1992 a 1995, a história é ambientada na China Antiga e foi publicada no Brasil pela editora Conrad de 2002 a 2005, no formato meio-tanko, totalizando 36 volumes (18 tankos originais japoneses). Por se tratar da obra mais famosa da autora, Fushigi merecia uma republicação em terras brasileiras, no formato original japonês com melhor acabamento gráfico. Porém, é importante lembrar do cancelamento de O Mito de Arata (obra mais recente da autora) pela Panini, visto que as vendas foram insatisfatórias na época (entre 2011 e 2013), e se alguma editora viesse a republicar Fushigi ela estaria, talvez, arriscando um pouco mais do que o normal.

13 – Hunter x Hunter

Este entra para a lista de reimpressões. Obra mais longeva do gênio Yoshihiro Togashi, Hunter x Hunter é publicado atualmente no Brasil pela editora JBC, já em seu formato original. No Japão, Togashi publica alguns capítulos por ano (se publicar), e isso faz com que a obra esteja em hiatos constantes. Contudo, os primeiros volumes de Hunter foram lançados por aqui em meados de 2008, aproximadamente oito anos atrás. Graças a este fator é praticamente impossível encontrar as edições em bom estado por preços justos. Apesar de ainda estar em publicação no Japão, outros mangás republicados no Brasil (como Berserk) são a prova de que seria possível relançar (ou reimprimir) um mangá que ainda esteja saindo por lá, caso o licenciante permita. Não é necessário um lançamento com qualidade superior (ao estilo de Yu Yu Hakusho, obra do Togashi mais famosa no Brasil republicada recentemente pela JBC), podendo somente repor as edições esgotadas para que se formem novos leitores, e estes possam acompanhar os lançamentos, como o vindouro volume 33 que deverá sair em breve nas bancas.

12 – Claymore

Outro para a lista de reimpressões. Ou talvez um relançamento com melhor acabamento? Publicado no Brasil pela Panini bimestralmente (e depois quadrimestralmente) entre 2009 e 2015, Claymore é um mangá de ação criado por Norihiro Yagi. Apesar de ter sido concluído há pouco mais de um ano no Brasil, Claymore sofre dos mesmos problemas de Hunter: a falta de edições em catálogo. Ainda é possível encontrar com certa facilidade os volumes finais (a obra é completa em 27 volumes) para compra, porém, os primeiros são mais complicados e quando estão disponíveis são por preços abusivos ou bem desgastados. A publicação espaçada (convenhamos, um volume a cada quatro meses é algo complicado) fez com que muitos volumes desaparecessem do mercado, impedindo que leitores interessados tentem completar a coleção. E um novo lançamento seria muito bem-vindo.

11 – Gunnm – Hyper Future Vision

Este entra para a categoria de Negima! Gunnm foi publicado no Brasil pela JBC entre 2003 e 2004 em formato meio-tanko, completo em 18 volumes. Mangá de ficção-científica criado por Yukito Kishiro, Gunnm possui uma temática ao estilo Mad Max, com uma cidade flutuante e o convívio entre humanos e ciborgues, que se encaixa numa categoria similar ao mangá Éden – It’s An Endless World que a JBC está finalizando a republicação no recém criado formato Big. Gunnm saiu no Japão entre 1991 e 1995 e é completo em 9 volumes, tornando um relançamento em terras tupiniquins algo bem agradável por ser um mangá curto com uma temática que está em alta na editora (que publica outras ficções-científicas e derivados como Terra Formars e Knights of Sidonia). Além disso, é a chance de revisar a tradução e adaptação e dar a oportunidade de novos leitores conhecerem um ótimo título.

10 – Bleach

Finalizado recentemente no Japão, Bleach, a maior obra de Tite Kubo, é publicado no Brasil pela Panini desde 2007, encontrando-se atualmente no volume 70. A série durou até a edição 73, e assim como Hunter e Claymore os primeiros volumes são impossíveis de se encontrar para compra. Como Bleach foi durante muito tempo um dos maiores sucesso da revista Shonen Jump, é possível que haja interesse da Panini em querer relançá-lo como fez duas vezes com Naruto (com a versão Pocket e recentemente com a edição Gold). Com o fim da série, mais leitores criaram interesse pela obra e seria uma boa chance para a Panini reeditar o texto, publicando o mangá com as onomatopeias originais japonesas e até uma revisão na tradução.

9 – Adolf

Clássico de Osamu Tezuka publicado no Japão entre 1983 e 1985, Adolf foi publicado no Brasil pela editora Conrad entre 2006 e 2007. A editora que recentemente finalizou a clássica série Gen – Pés Descalços desde então não fez uma reimpressão dos cinco volumes que compõe a obra de Tezuka na íntegra. A NewPOP vem publicando outras séries do Tezuka há alguns anos (Dororo, Kimba, Don Dracula e one-shots), porém, a editora nunca deixa seus títulos do Tezuka saírem de catálogo, e Adolf é uma das obras que deveriam estar sempre disponíveis, assim como a Conrad faz com o já citado Gen.

8 – Buda

Outro clássico de Osamu Tezuka publicado no Brasil pela Conrad, Buda possui 14 volumes e durou onze anos de publicação no Japão (de 721983). A série completa foi finalizada no mercado brasileiro entre 2005 e 2006, e assim como as publicações citadas anteriormente, é praticamente impossível encontrar todos os volumes para compra, tornando uma reimpressão do título algo essencial para o mercado.

7 – Gantz

Série criada por Hiroya Oku, Gantz é um seinen (mangá para adultos) de ficção-científica lançado no Brasil pela Panini em 2007, durando até 2014, tendo sido finalizado no volume 37. O mangá é um dos casos em que a editora já publicava seus novos títulos com as onomatopeias originais japonesas, porém a obra cai na mesma questão de Claymore, Bleach e Hunter x Hunter: é basicamente impossível encontrar os primeiros volumes em bom estado por um preço justo, e uma reimpressão ou relançamento seriam muito bem-vindos. Gantz é uma obra que, apesar de encerrada no Japão em 2013 rende frutos até hoje, como o recente filme em computação gráfica Gantz: O.

6 – Video Girl Ai/Len

Mangá de Masakazu Katsura, criador de Zetman, Video Girl é uma comédia romântica de ficção-científica publicada no Japão entre 1989 e 1991. No Brasil a série foi publicada pela editora JBC de 2001 a 2003 em meio-tanko, durando 30 edições. A versão original japonesa possui 15 edições, sendo treze de Video Girl Ai e duas de Video Girl Len. Com a recente publicação de Zetman no Brasil caminhando para o fim, é provável que Video Girl seja um dos futuros títulos relançados pela editora JBC, juntando-se aos relançamentos de mangás publicados em meio-tanko anos atrás, agora com nova tradução e melhor acabamento. E se isso não está nos planos da editora, deveria estar, pois nem só de relançamentos dos Cavaleiros do Zodíaco vive o mercado.

5 – Uzumaki

Uma das obras mais famosas do mestre do horror Junji Ito, Uzumaki não vê a luz do mercado brasileiro desde 2006, quando a Conrad publicou a série completa em suas três edições originais. Recentemente a editora DarkSide, conhecida por seus livros com ótimo acabamento gráfico, anunciou que estaria publicando a obra Fragments of Horror em 2017, também de Junji Ito, marcando assim sua estreia no mercado brasileiro de mangás. Com isso as expectativas ficam altas com relação a Uzumaki, que já recebeu uma edição integral de luxo publicada nos Estados Unidos pela Viz Media perfeita para o padrão de qualidade da DarkSide Books.

4 – Sanctuary

Yoshiyuki Okamura, também conhecido como Buronson ou Sho Fumimura, é o criador do famoso mangá Hokuto no Ken. Contudo, além de Hokuto no Ken, Sho publicou entre 1990 e 1995 um mangá policial inspirado em Mad Max ilustrado por Ryoichi Ikegami (Crying Freeman), completo em 12 edições, chamado Sanctuary. A obra teve cinco volumes publicados no Brasil pela editora Conrad entre 2006 e 2007, com o lançamento do sexto volume em 2008. O mangá foi então cancelado pela editora e os leitores brasileiros nunca tiveram a chance de ler o final da série. Uma excelente obra criada por dois ótimos mangakas, Sanctuary merecia uma segunda chance no Brasil.

3 – Cowboy Bebop

Cowboy Bebop possui duas séries em mangá com aventuras inéditas e paralelas em relação à animação. Cowboy Bebop: A New Story (completo em 3 volumes) foi publicado pela editora JBC no formato meio-tanko em seis edições, semanalmente, no ano de 2004. Recentemente a editora disponibilizou uma votação para que o público decidisse qual seria o próximo relançamento, e Cowboy Bebop era uma das opções. Infelizmente o título perdeu para InuYasha, porém a promessa é que Bebop também será relançado no futuro. E quem sabe a outra série inédita no Brasil, chamada Cowboy Bebop: Shooting Star, também seja lançada por aqui, completando as publicações de um título baseado em um famoso anime.

2 – Yu-Gi-Oh!

Yu-Gi-Oh! é um sucesso da Shonen Jump no Brasil e no mundo, e rendeu diversos spin-offs e diferentes cartas para jogos. A coleção completa possui 38 volumes e foi publicada no Brasil pela JBC entre 2006 e 2010, já no formato original japonês. O autor, Kazuki Takahashi, queria criar um mangá onde as pessoas não batessem em nada, mas sim competissem de outras formas. Então surgiu a ideia das batalhas através de um cardgame. Yu-Gi-Oh! tornou-se um sucesso estrondoso no Brasil graças ao anime exibido na Rede Globo, Nickelodeon e PlayTV, criando uma legião de fãs em terras tupiniquins. Por se tratar de uma obra nostálgica e com uma fanbase devota ou novos potenciais leitores, a saga de Yugi Muto merecia uma republicação no Brasil com melhor acabamento gráfico, no mesmo estilo do que foi feito com Rurouni Kenshin e Yu Yu Hakusho, outros clássicos da Jump.

1 – Shaman King

Por fim, outro título que estava na lista da pesquisa feita pela JBC e que ficou em segundo lugar, perdendo para InuYasha. Shaman King (1998-2004), criação de Hiroyuki Takei, foi publicado na íntegra pela editora no formato meio-tanko com um acabamento gráfico lamentável entre 2003 e 2006, totalizando 64 edições (32 tankos originais japoneses). Contudo, a JBC só publicou o que foi lançado pela Shonen Jump, e o verdadeiro final foi publicado após o fim da coleção no Japão, em um kanzenban. Graças a este fato os leitores brasileiros nunca tiveram a chance de conhecer o verdadeiro final da obra, tornando o relançamento em novo formato com melhor acabamento gráfico, tradução revisada e compilando todo o material algo essencial para o mercado brasileiro, visto que se trata de uma obra famosa no Japão e com um anime de suporte exibido no Brasil anos atrás.

Obviamente existem diversos outros títulos que merecem ser republicados ou reimpressos no Brasil. A Princesa e o Cavaleiro, Battle Royale, Angelic Layer, Fruits Basket, Bastard!!Monster (que já está esgotado há algum tempo) e diversos outros poderiam até mesmo compor uma segunda lista ou serem incluídos em um TOP 20. Vale também lembrar que as posições do TOP não são necessariamente a preferência ou necessidade de cada título para ser republicado, mas sim uma ordem aleatória.

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Resenha | Ajin #1

O terror, o medo do desconhecido e como isso é refletido numa aparente sociedade bem pacata, mas cheia de preconceitos, sempre foi um tema interessante nos mangás. Se bem trabalhado, pode conseguir um sucesso instantâneo facilmente e, quando esse acontece, vemos o surgimento de um fenômeno em tal seguimento.

Ajin é a mais nova aposta da editora Panini, num gênero que é ainda pouco explorado em terras brasileiras, e esperamos que mais obras do gênero ganhe o destaque que merecem.

A obra com roteiro de Tsuina Miura e com a arte de Gamon Sakurai, é uma obra do gênero seinen, onde o mistério é a palavra chave para o que o ele quer nos apresentar, mas que tem muito potencial e um plus: o anime foi parar no catálogo da Netflix e, apesar do conceito estranho de uma animação 3D, conseguiu angariar o seu público.

SINOPSE

Ajin são seres de aparência humana, mas que possuem uma habilidade bem peculiar: eles não morrem. Dezessete anos atrás, eles apareceram pela primeira vez em um campo de batalha na África. Desde então, mais de sua espécie são descobertos no seio da sociedade humana. Sua raridade na aparência significa que, para fins experimentais, o governo vai recompensar generosamente quem capturar um. Nos dias atuais, para que um aplicado estudante chamado Kei Nagai do ensino médio que espera ter um feriado típico de verão pra um aluno aplicado e um tanto antissocial, a sua vida está prestes a virar algo inesperado…

Nagai
Eis o nosso antissocial protagonista.

A HISTÓRIA

Ajin no seu primeiro volume consegue ser um mangá que sabe alternar muito bem entre o mistério, lançando mais questionamentos do que propriamente respostas no seu inicio, seguindo meio que uma fórmula do gênero, e consegue apresentar muitos elementos de ação, típicas de histórias de fuga, pois é esse o foco inicial como já disse acima; a sociedade ver tudo que não entende com muitos preconceitos, ou como algo negativo, e os Ajins nesse universo ao ponto de serem raros e de certa forma ainda incompreendidos pelos humanos, se tornam alvos de caçadas e da ganância, pois os mesmos não são tratados como serem humanos.

cobaia
Perfeitamente compreensível a fuga…

Os personagens principais da obra são o que o que chamaria de personagens de tons de cinza, que possuem alguns clichês, como o mal encarado diretor de uma agência governamental e sua seguidora, o velho misterioso que sabe o que está acontecendo, o psicótico caçador… Mas tem alguns que despertam nossa simpatia, principalmente Kai, o renegado amigo do Nagai Kei (a criatividade dos nomes… enfim), o único que fica ao seu lado, apesar de não ter motivos apresentados para isso.

Inicialmente não nos é mostrado quem é bom ou quem é mau, evitando muito o maniqueísmo e causando ainda mais mistérios, mas que consegue nos mostrar certa crueldade, quando focam nos personagens secundários e sua ganância, principalmente na caça ao recém descoberto Ajin.

vamos fugir
Vamos fugir!

Outra coisa que chama muita atenção é o traço, utilizando perspectivas de visão que não muito convencionais e que conseguem definir com clareza a situação vivida pelas personagens, e isso é algo muito positivo e poucos mangás conseguem oferecer este impacto. Como estamos falando de uma obra de mistério em que a premissa é não morrer, não poderiam faltar as mortes, com uma violência gráfica explicita, mas que não chega a ser gore, e que enriquece muito com os detalhes.

violento
O seu amigo da vizinhança, SQN!

A Panini fez um ótimo trabalho com Ajin. A edição é semelhante às de One-Punch Man e Vagabond (com resenha feita por esse que vos fala), com orelhas e papel off-set. O título do mangá e a imagem estão em hot stamp, dando um efeito muito bacana, contrastando com o fundo escuro da capa. Além do glossário que dá um norte para algumas expressões citadas.

Ajin, além de tudo é, uma história sobre auto-conhecimento e isso fica bem evidente na jornada de Nagai. Ele não sabe em quem confiar, e tem que se virar da maneira que pode, apesar da ajuda do amigo Kai, mesmo que isso seja algo que não o leve por um melhor caminho mas, enfim, é um caminho necessário para o seu desenvolvimento como personagem e para que possa ter uma solução para os seus problemas, mesmo que sejam soluções que possam ser dolorosas.

ate
Até a próxima!

FICHA TÉCNICA

Nome: Ajin (Vol. 1 de 8)
Publicado em: Julho de 2016
Editora: Panini
Gênero: Seinen
Autor(a): Tsuina Miura (roteiro)/Gamon Sakurai (arte)
Status: Série em andamento/ Bimestral
Número de páginas: 232 paginas (papel off-set) / Leitura Oriental
Formato: 13,7×20 cm / P&B com páginas coloridas / Lombada quadrada com orelhas
Preço de capa: R$ 17,90