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Último Assalto | Salve Kevin, santo guerreiro do boxe!

Diz a história que Jorge foi um grande guerreiro do exército romano e que ascendeu muito rapidamente na carreira militar, se tornando, aos 30 anos, guarda pessoal do imperador Diocleciano (r. 284 – 305), em Nicomédia. No ano de 303, o imperador publicou um édito que mandava prender todo soldado romano cristão e todos deveriam oferecer sacrifícios aos deuses romanos. Jorge foi ao encontro de Diocleciano para protestar e perante a corte declarou-se cristão. Depois de tentar fazê-lo desistir da fé oferecendo riquezas, o imperador mandou torturá-lo durante dias, e a cada vez que era levado perante a autoridade máxima, era perguntado para Jorge se renegava sua fé em Jesus e iria adorar os deuses romanos. A cada negativa de Jorge, ele era levado de volta à tortura. Seu martírio ficou famoso entre os romanos, até que Diocleciano, mandou degolar o jovem soldado.

Diz a história de Último Assalto, que Kevin, um jovem afrodescendente que tinha um promissor futuro como lutador de boxe, depois de passar dois anos detido por um crime, tenta voltar a sua vida normal. Precisando cuidar do seu tio doente, trabalhando em um emprego, onde vive sendo humilhado, mas que foi o único que aceitou, e precisando voltar a lutar, mas tendo que correr atrás do tempo perdido nos treinos. E enfrentando a desconfiança, o preconceito e as tentações que a “vida fácil” lhe propõe a todo momento.

Salve Jorge! Salve Kevin!

Escrito por Daniel Esteves e com artes de Alex Rodrigues, Último Assalto fala sobre começar de novo. De ser guerreiro. De resistir a cada soco. De tirar força não se sabe de onde para superar os rounds. De resistir as torturas impostas pela sociedade e suas visões preconceituosas.

O texto de Daniel é preciso e apresenta uma ópera bíblica na vida de Kevin que tende a ser trágica, pelas escolhas ruins que ele sempre tende a fazer. Mesmo sabendo que será o maior prejudicado em todas elas. Mesmo sabendo que será, assim como Jorge, torturado até a morte, Kevin mantém suas convicções para proteger quem ama. E faz assim uma escolha difícil, abrindo mão de diversas pessoas e se rendendo ao “imperador” na HQ, que vem em forma de um empresário obscuro. Mesmo se sentindo combalido, com sua tortura particular e mental, Kevin é um guerreiro, de coração bom e forte. E se mantém firme no que acredita e abraça o seu sonho de forma única. Assim como Jorge a cada dia torturado se abraçava a sua fé. Kevin é cascudo e com várias idas às lonas da vida, ele se levanta e encara a vida. Por mais machucado que possa estar. Por mais sofrimento que esteja passando. A ambientação da trama no boxe não seria mais certeira.

Os desenhos de Alex Rodrigues é um primor que se casa perfeitamente com a trama. É possível vivenciar a academia humilde, que fica debaixo do viaduto em algum lugar no Centro de São Paulo. As artes das lutas no ringue, com seus movimentos, posicionamento dos lutadores, e atmosfera de um lugar underground são transmitidas com louvor para os leitores. Sem contar nas riquezas de detalhes, como um carinha treinando ao fundo, prédios, postes com seus fios, as tatuagens dos personagens, materiais da academia já bem gastos. Tudo é um deleite para se ver e rever.

Obviamente, sendo uma história com o boxe como cenário, as referências estão lá. É possível ver menções a boxeadores brasileiros como Maguila e Éder Jofre. E claro para filmes de boxe. Como uma referência sensacional ao clássico Rocky.

A única coisa que me incomodou, mas foi algo bem mínimo, foram os cortes. Às vezes me passavam a sensação que ficou incompleta a cena. Mas nada que atrapalhasse o prazer de ler Último Assalto, apesar desse ponto, narrativa em si não fica comprometida.

Último Assalto é sobre redenção. De acreditar até o fim. Lutar até às últimas consequências. De ser guerreiro, mesmo que seja sofrido e torturante para atingir os objetivos e no que acredita. Um drama bem atual, que lida com preconceitos, violência, do modo em que as pessoas e o Estado tratam os menos favorecidos e como o outro caminho “fácil” é sedutor. Kevin é um protagonista que você se apega e torce por ele até o fim. Que assim como Jorge, acredita até o fim no que faz, que apesar de sofrer com a escolha, não esmorece e vai até o final. No geral é um dos grandes lançamentos nacionais do ano.

Último Assalto terá formato 20 x 28 cm, 160 páginas P&B, capa colorida e o preço de R$ 35,00. A publicação será da Zapata Edições e ela foi uma das selecionadas pelo ProAC – Programa de Ação Cultural do Estado de São Paulo.

Você pode adquirir Último Assalto clicando AQUI.

 

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Confira a lista de lançamentos da coleção Mágico Vento Deluxe

A Mythos Editora está republicando a famosa série da Sergio Bonelli Editore, Mágico Vento, através de encadernados luxuosos em capa dura e com histórias totalmente coloridas! Fique por dentro de todos os lançamentos mais recentes da coleção acompanhando a lista abaixo, que será atualizada conforme novidades forem chegando, além de disponibilizar os links das melhores lojas para compra de cada volume:

Volume 1 – Forte Ghost

Um fragmento de metal no cérebro apagou a sua memória, mas deu-lhe o poder da visão. Para os índios, ele é Mágico Vento, porque o vento o guiou até eles. Mas ele era o soldado Ned Ellis, sobrevivente da explosão do comboio militar em que viajava. Quais tramoias se escondem por trás daquele que, oficialmente, foi um trágico acidente? Para descobrir, Ned deverá iniciar uma atormentada viagem em seu passado, e, só no fim do caminho, entre os fantasmas do Forte Ghost, ele poderá saber a verdade.

Disponível na Amazon Brasil, Livraria Saraiva e na Loja Mythos.

Volume 2 – Lady Caridade

Anjo dos pobres de Chicago, a dama conhecida como Lady Caridade não é exatamente o que parece. Willy Richards, vulgo Poe, não demora a se dar conta, mas corre o risco de enlouquecer ao ser envolvido na teia que a diabólica mulher teceu para ele. Mágico Vento está longe demais para poder socorrer o amigo, mas o fio que os une permitirá que ele receba a tempo o pedido de ajuda do corajoso jornalista.

Disponível no marketplace da Amazon Brasil e na Livraria Saraiva.

Volume 3 – Faca Comprida

Louis Beaumont, um fanático seguidor da seita do Vodu, que veste um velho uniforme de oficial confederado, decapitou com sua espada o pai espiritual de Mágico Vento. Além disso, o fantasmagórico assassino levou a cabeça de Cavalo Manco, e Mágico Vento deverá medir forças com o poder obscuro da Serpente do Vodu para devolver a paz ao velho xamã. Ao mesmo tempo, Poe reúne as provas de uma manobra cínica levada a cabo contra os índios por Howard Hogan, um empresário inescrupuloso, cujo caminho já se cruzou com o do xamã branco.

Disponível na Amazon Brasil, Livraria Saraiva e Loja Mythos.

Volume 4 – Whopi e Wendigo

A misteriosa jovem índia que chegou ao forte junto com a esposa do major Eccles é Whopi, filha do espírito do Bisonte Branco. Porém, a violência cega dos homens a faz ser dominada pelo bisonte louco. Mágico Vento deverá aplacar a alma enfurecida de Whopi quebrando a maldição que a brutalidade dos soldados desencadeou. O urro do Wendigo, um gigantesco predador de carne humana, rasga o céu nas terras dos ojibways e espalha o terror. A fome do monstro cresce com o aumento das suas vítimas, e Mágico Vento se verá mais próximo da morte como jamais lhe aconteceu antes.

Disponível na Amazon Brasil e Loja Mythos.

Cada volume da coleção possui 204 páginas encadernadas em capa dura e formato 26,8 x 20,4 cm.

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Gold Edition | Segundo volume de Okko está em pré-venda

Com seu primeiro volume lançado no Brasil em junho de 2018, a série Okko, publicada na França pela editora Delcourt, finalmente ganhará continuação em lançamento da Mythos Editora. Confira detalhes abaixo!

É inverno de 1109, ano oficial no calendário do Império do Pajão. Okko e seus fiéis companheiros — o misterioso mascarado Noburo, o monge Noshin e o jovem Tikku — chegam na Cidade da Pólvora. Enquanto buscam por um guia para ajudá-los a cruzar a periculosa cordilheira dos sete monastérios, eles encontram uma talentosa guerreira: Ceifa-Vento. Okko e seus companheiros buscam as Bibliotecas Secretas do Oitavo Monastério no Teto do Mundo, mas o caminho é perigoso e os poderes ancestrais da Terra demandam um sacrifício de sangue quando são despertos.

Escrita e desenhada por Humbert Chabuel (HUB), a série Okko é dividida em ciclos, totalizando cinco ciclos (com duas histórias em cada ciclo) que correspondem a cinco volumes nacionais (sendo O Ciclo da Terra o segundo volume).

Apresentando um império místico chamado Pajão, esta série vai fundo na mitologia japonesa para criar uma aventura de resgate que homenageia do início ao fim toda a riqueza cultural do país, com katanas, samurais, deuses e magias. O protagonista, Okko, é um ronin habilidoso que lidera um grupo de caçadores de demônios.

Okko: O Ciclo da Terra possui 108 páginas encadernadas em capa dura e formato 31,8 x 23 cm. O preço sugerido é R$ 89,90. Clique aqui para garantir sua edição na pré-venda da Amazon com preço mais baixo garantido ou visite a Loja Mythos.

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Torre Entrevista | Francesco Guerrini

E mais uma vez marcamos presença no Festival Guia dos Quadrinhos. Este ano realizado no Hakka Plaza, pela primeira vez trouxe como convidado um quadrinista internacional. Alvo de muito assédio e filas imensas de autógrafos, Francesco Guerrini também mostrou ser uma simpatia de pessoa nesta entrevista concedida à Torre por convite da Culturama, editora responsável pela vinda do italiano ao festival. Confira:

Na escola italiana de quadrinhos Disney, vários acabam adotando um traço próprio, como Giorgio Cavazzano, Casty, Paolo Mottura, Marco Gervasio… e seu desenho é mais tradicional, como nos anos 50 e 60. Por que esta escolha?

Muitos desenhistas começaram vendo o Cavazzano. Casty começou há pouco tempo com seu traço fazendo referência ao Romano Scarpa, e poucos faziam o mesmo até então. Já eu tive a referência do Carl Barks. Mas não quis me limitar só ao lápis de Barks, como Dan Jippes, que também é ótimo, mas [para mim] fazer Barks é preciso entender o seu contexto, velocidade e narrativa, que é muito específico. Me inspiro em Giovan Batista Carpi, que foi meu mestre, como também em Al Hubbart. Com essas referências, comecei a praticar muito, mas nem o que se espera, se atinge. Mas sempre tento melhorar. Se alguém me diz que “na próxima vez você pode fazer melhor” eu digo que “sim!”.

Página de Carpi, o citado mestre de Guerrini. Fonte: Arabeschi.it

Também na Itália, você tem catalogadas, entre inéditas e republicações, cerca de 140 histórias. Destas, 96 o Pato Donald aparece e em 66 o Tio Patinhas. Curiosamente, a publicação principal se chama Topolino, ou seja: Carrega o nome do Mickey, em italiano. Por que você não trabalha com o Mickey nesse universo Disney?

No inicio me perguntaram “você quer o Donald ou Mickey?” e eu pratiquei mais com o Donald que, pra mim, era um personagem mais divertido. E assim foi indo porque o Mickey é um pouco menos livre. Antigamente eu teria mais liberdade com as piadas do Mickey, mas não agora. Antes seria mais fácil introduzir elementos do universo dos patos nas histórias dele. São recomendações que vêm da central da Disney, nos Estados Unidos. O Carpi conseguia fazer um Mickey engraçado mas que dificilmente as coisas com o camundongo davam errado, diferente do que acontece com o Donald. Outro que escrevia muito bem o Mickey era o Romano Scarpa, mas não tem como imitar-lo. Só recentemente o Casty começou a usar alguns de seus elementos. Não tanto o seu traço, mas seu estilo, com um Mickey mais heróico.

Várias de suas histórias não seguem aquele padrão de 3 tiras por página. Muitas delas a disponibilidade dos quadros muda de uma página para outra. Na questão de pôr no papel a história, como vem a sua ideia de direcionar o leitor exatamente a ordem que propõe?

Procuro fazer a HQ que tem a ver com a situação do momento, como aprendi com o Carpi. Às vezes os roteiristas escrevem algo que não dá para colocar em um quadrinho só, porque os roteiristas não sabem desenhar! Procuro encontrar a melhor cena além do que está descrito no quadrinho. Alguns roteiristas deixam o desenhistas serem mais livres, mas eu faço o Storyboard sempre, pois é o principal momento criativo. Eu coloco em cima os quadrinhos para fazer a cena. Porém com alternâncias para ficar mais legível. Nunca coloco dois quadrinhos duplos verticais na página. Se um é duplo, o outro é normal. Não ponho um quadrinho duplo vertical à direita, sempre à esquerda porque senão não se percebe de cara o sentido de leitura…

Isso é importante, porque quando fazem à direita acabam muitas vezes tendo que usar setas…

Às vezes é necessário quando se tem uma cena onde as setas entram na história. Senão busco outra solução, como “quadros redondos”. Já as tiras quádruplas são mais difíceis e a redação pediu para nunca passar disso. Mas às vezes é preciso e sou obrigado a modificar os quadros de acordo com o que está acontecendo. Cavazzano me falou que eu tinha “que aprender como se faz os quadrinhos Disney” dessa forma: No Primeiro quadrinho temos a apresentação, depois o desenvolvimento e por último o gancho para a página seguinte.

Em uma história sua batizada de A Agência de Mil Ideias, o final é parecido com uma história do Carl Barks, chamada 1 Milhão de Omeletes. Hoje costumam fazer releituras de histórias antigas, como você fez em A Pataca Fatal, que veio de Trenzinho da Alegria, também de Carl Barks. Como é esse processo de reconstrução de uma história já consagrada, porém como uma linguagem recente?

Foi uma oferta que eu não tinha como recusar. É como colocar a mão numa obra de arte. Conhecendo bem a historia, eu fiz de acordo com o seu espírito original. Mesmo quando algumas coisas eu não poderia colocar [na releitura] como a Vila Barraco, bairro dos meninos pobres que estavam na história original do Barks pois seria forte demais para os dias de hoje. Então mudei as características mais fortes e trocamos o nome do lugar para Tormenta.

Em suas histórias o Pato Donald tem como característica a criatividade, atributo geralmente visto no Professor Pardal. Tem algum limite criativo para determinados personagens? Na paródia de O Médico e O Monstro, a Disney não permitiu que fosse lançada fora da Itália pela forma que caracterizaram o próprio Donald.

Na semana passada comprei essa edição especial com a história d’O Médico e O Monstro porque em breve deve esgotar. O Donald já tinha seus momentos criativos até mesmo antes do Pardal. No Donald pode fazer isso, por isso é legal. Já no Mickey, não pode. O Donald não é um incapaz. Ele já foi à Marte, ao fundo do mar, foi piloto de avião, submarino… ele pode fazer tudo.

História proibida de ser lançada no exterior. Fonte: Mangame.it

Como a Itália é o maior mercado de produção de quadrinhos Disney, de que forma você vê hoje o futuro desse material por lá? Os artistas norte-americanos sempre foram os mais famosos, mas hoje os mais produtivos são os italianos.

Pergunta difícil! Os estadunidenses inventaram, fizeram os quadrinhos acontecer. Nós nos sentimos honrados de saber isso, mas eu, por exemplo, não tenho um personagem criado por mim mesmo. Temos que pensar de acordo com a central da Disney. Os desenhistas italianos que conheço são muito bons. Os quadrinhos precisam se adaptar aos leitores de hoje, que leem menos. Como dizia o Carpi, os personagens precisam se atualizar. Não dá pra fazer hoje uma história como era nos anos 40. Se muda os veículos, vestimentas… os sobrinhos do Donald não dormem nem no mesmo tipo de cama de antes. São hoje garotos modernos que usam celular, tablet, fazem esporte… e continuam sendo os Escoteiros Mirins. As crianças precisam se espelhar nos personagens para quererem ler o quadrinho. Por exemplo: A animação Lilo & Stitch.

E há alguma preocupação hoje em saber que o material que vocês produzem vai chegar em várias partes do planeta?

A preocupação existe. Por exemplo: Como adaptar o Peninha e o Urtigão ao público da América do Sul? Ou o Mickey, Mancha Negra, João Bafo-de-Onça… Eles agradam público até na China. É possível adaptar-se à cultura local. O como o próprio Urtigão, que citei agora pouco. Este é diferente da sua versão italiana ou estadunidense, não é errado adaptar-se a outros tempos. O Donald pode ser um atrapalhado, um criativo, um herói… é possível.

E em breve sortearemos um Grande Almanaque Disney autografado pelo próprio Guerrini. Fiquem de olho no site e em nossas redes sociais!

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O Entediante Trabalho de Morte Crens está em campanha no Catarse

Começou como tirinhas na internet em 2011. No ano de 2013, ganhou a coletânea impressa A Entediante Vida de Morte Crens. Quando chegou 2016, chegou o segundo volume A Entediante Família de Morte Crens com uma história inédita fechada de 26 páginas e mais tirinhas. No ano seguinte, as histórias chegaram à Portugal. Agora, mais uma coletânea intitulada de O Entediante Trabalho de Morte Crens com mais tirinhas e mais uma história fechada exclusiva está em campanha no Catarse. E corre que está quase acabando!

Criado por Gustavo Borges, nesse novo volume continuaremos acompanhando as desventuras de Morte Crens e seus irmãos Guerra, Fome e Peste. Sendo que dando maior destaque para a personagem Vida e assuntos relacionados ao emprego de Crens.

 

A campanha está recheada de recompensas interessantes, que vão desde marcas-páginas, Prints exclusivos, cupons de desconto para compras no site As Baratas (onde vendem camisas exclusivas do personagem) até uma figura colecionável da série que mede 15 cm.

O Entediante Trabalho de Morte Crens tem formato 14,5 X 21 cm (formato A5 horizontal), 64 páginas, capa cartonada e impressão colorida. Para saber mais sobre a campanha, valores e como apoiar, clique AQUI.

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Jane Foster se torna uma Valquíria e ganha HQ mensal na Marvel

ATENÇÃO! ESSE ARTIGO CONTÉM SPOILERS DE GUERRA DOS REINOS #2

Depois de conquistar os leitores como Thor, Jane Foster está de volta à Marvel Comics e com uma revista própria. Ela se tornou uma Valquíria! E terá uma grande responsabilidade como a primeira de uma nova geração de Valquírias, precisando assim aprender a lidar com usas novas habilidades e estabelecer a sua nova missão.

Em Guerra dos Reinos #2, as Valquírias são derrotadas e mortas durante o combate contra o exército de Malekith. E quando não existem Valquírias não pode existir Vallhala. Eis que Jane Foster surge para começar uma nova geração de guerreiras.

 

Diferente de sua antecessora, Brunilde, Jane Foster vai ganhar seus poderes durante a saga. Mas a antiga Valquíria estará presente, em espírito como uma conselheira em Vallhala. A nova HQ terá o roteiro conjunto de Jason Aaron e Al Ewing, as artes serão de Cafu.

“A diferença entre a Jane Thor e a Jane Valquíria é que Thor é um Deus. Valquíria é um trabalho”, disse Ewing. “Jane sabe como ser Thor, mas o papel de Valquíria, a guerreira que luta pelos vivos e pelos mortos, e fica entre os dois, é uma tarefa muito diferente”.

Jane Foster – Valkyrie #1 será publicada em julho deste ano. Saiba mais como foi a importante e linda fase da personagem como Thor clicando AQUI.

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Lois Lane e Jimmy Olsen ganharão minisséries em julho

A partir de julho, a DC Comics trará destaque aos dois jornalistas mais icônicos do universo das Lendas. Lois Lane e Jimmy Olsen ganharão minisséries compostas por 12 edições. Greg Rucka assume os roteiros de Lane enquanto Mike Perkins é o responsável pelos desenhos. Já Olsen, será escrito por Matt Fraction e desenhado por Larry Lieber.

“Lois Lane é a melhor repórter investigativa do Universo DC. Essa é a nossa verdade. O quadrinho se trata disso.” – disse Rucka sobre a escritora vencedora do Pullitzer – “Ela é descrita como uma mulher sem medo, o que implica que nada pode assustá-la. Contudo, há muitas coisas que a assustam. A diferença é que o medo não consegue pará-la. Ela era assim antes do Superman e continua sendo.”

Perkins demonstrou entusiasmo, pois as investigações da personagem podem levá-la a cantos interessantes desse universo super-heroico, porém através de uma perspectiva mais realista: “Eu sempre gostei de retratar o mundo real nos quadrinhos tanto quanto o dos super-heróis.” – e acrescentou, falando sobre a personagem: “Lois escolhe acreditar em suas habilidades – sua destreza – para resolver problemas insuperáveis. Ela está atrás da verdade e não importa qual posicionamento político a sua pessoa de interesse tenha. É algo potente, poderoso e íntegro em tempos de fake news.”

Enquanto Rucka e Perkins trabalham para trazer uma história mais soturna, Fraction e Lieber trabalham com o ridículo e o sublime em Superman’s Pal Jimmy Olsen (Mesmo título da HQ de 1974). A equipe criativa promete fazer humor com o jornalismo atual, pois até mesmo ele, está recorrendo aos vídeos.

“Os vídeos do Jimmy são as únicas coisas que mantêm o Planeta de pé. Eles precisam deixá-lo fazer isso, pois é o que paga as contas, mas é muito caro porque eles precisam reconstruir Metropolis toda vez em que ele causa problemas. Então, ele utiliza esse show para explorar o DCU.” – disse Fraction sobre o personagem  e acrescentou, falando sobre a amizade com Superman – “Estou empolgado com a ideia de escrever alguém que por acaso é amigo do Homem de Aço.”

Lieber falou sobre as dinâmicas oferecidas pela narrativa: “Acho que há uma oportunidade para explorar a justaposição entre o ordinário e o extraordinário e Jimmy é sobre isso. Boa parte da minha carreira, minha arte tem sido o lugar onde o humor morre, mas isso mudou conforme os anos.”

Antes do lançamento dos títulos, o one-shot Superman: Leviathan Rising trará histórias curtas pelas suas respectivas equipes criativas. Lois Lane e Superman’s Pal Jimmy Olsen serão publicados em julho. Para saber sobre tudo o que acontece na Editora das Lendas, fique ligado na Torre de Vigilância.

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Mesa 44 | HQ com histórias reais de bar está em campanha no catarse

Quadrinhos sobre histórias de bar feitas no bar. Essa é a proposta do Mesa 44. Durante um ano e meio, o Rapha Pinheiro (Salto e Silas) frequentou o mesmo bar, todos os sábados em Botafogo, zona sul do Rio. O que acabou gerando uma série de contos curtos que iam sendo publicados no tapas.io.

Agora com quase 60 histórias, Mesa 44 finalmente vai virar um livro físico via Catarse. O quadrinho é parte do projeto de Mestrado em Comunicação do autor, que visa estudar os desafios e peculiaridades de se desenhar em uma história in loco. Confira uma prévia na galeria abaixo:

 

Para saber mais detalhes, o canal no Youtube do Rapha Pinheiro explica mais detalhes sobre o Mesa 44.

Mesa 44 terá formato A5 com capa cartão 250g/m², miolo em papel offset 120/m², 128 páginas coloridas e com lombada quadrada. Contendo 58 histórias reais de bar, desenhadas no bar, com comentários do autor sobre o processo, artes extras e um prefácio do Daniel Esteves.

Para conhecer as recompensas, saber os valores, e claro apoiar o Mesa 44, clique AQUI.

 

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Shoujo Bomb | Coletânea independente de mangás está em campanha no Catarse

Está em campanha no Catarse o projeto Shoujo Bomb, a primeira coletânea independente feita por mulheres do cenário do quadrinho nacional. Serão ao todo seis histórias produzidas por um baita time do Mangá brazuca, composto por Renata Rinaldi, Cah Poszar, Lígia Zanella, Mari Petrovana, Janaina Araújo e Juliana Loyola.

Se por acaso, amado leitor, você não saiba a termologia Shoujo Mangá, não chega ser estranha para os amantes dos  quadrinhos nipônicos. Porém, diferentemente de como é associada normalmente, a palavra “shoujo” não se refere a um gênero. Não significa “colegiais insossas em romances sem graça”. “Shoujo” é um termo japonês que se refere a demografia de mangás destinada as jovens garotas.

Confira as histórias que compõem a coletânea:

Ocean’s Star (Mari Petrovana)

Um mundo maravilhoso e sublime é apresentado em Ocean’s Star, um lugar onde sonhar é essencial para a sociedade funcionar. Um universo onde todo cidadão precisa recolher sua energia durante o sonho todas as noites.


Compass of the Stars (Juliana Loyola)

Confira a aventura de Mila e seu gato Mono! A dupla adora brincar e explorar a Floresta Secreta onde se encontram raridades capazes de colocar os dois em grandes aventuras de um mundo paralelo.


A Joia Mágica (Lígia Zanella)

O reino fantástico de Magdala, reconhecido como lar dos guerreiros mais fortes do planeta, Vivi Colbalto precisa superar o grande desafio da Torre do Dragão e conquistar sua joia mágica para ser um guerreiro pleno.


Bete! (Renata Rinaldi)

Em uma divertida e humorada história, um pai de família conta para suas duas crianças a inusitada origem de sua infância do nome por trás do jogo chamado Bete.


Espelho D’agua (Janaina Araújo)

Um navio que rumava ao novo continente sofre um naufrágio e o jovem Leopoldo é salvo pela Rainha do Mar. Mas mal sabe ele que este resgate lhe renderia um encontro misterioso com a Orixá do mar.


The Moon Witch (Cah Poszar)

A bruxinha Violeta tem que usar todo o conhecimento da irmã para evitar que a mesma seja levada por um ser misterioso e sombrio após um envenenamento. Será que a pequena conseguirá vencer o desafio?

Além do time de autoras, cada história de Shoujo Bomb terá uma ilustração de abertura feita por uma convidada especial que são: Demi Goldheart, Tabby Chan, Kátia Schittine, Ava Francine, Eliana Oda e Adriana Yumi. A capa é de Simone Beatriz e o prefácio de Sonia B Luyten.

Shoujo Bomb terá formato 16 X 23 cm, 128 páginas em P&B. Com o projeto financiado, o lançamento oficial será na Anime Friends 2019. Para saber mais detalhes, como recompensas, valores e para apoiar clique AQUI.

 

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Revelados detalhes da sequência de Batman – Cavaleiro Branco

Foi anunciada essa semana a sequência de Batman – O Cavaleiro Branco (que recentemente teve a sua publicação concluída pela Panini). Em Batman – Curse of the White Knight, veremos a mesma dinâmica da primeira inclusão nesse universo, mas a história será totalmente diferente. Confira a sinopse abaixo:

“Em Cavaleiro Branco, testemunhamos o que aconteceria se o Coringa recuperasse a sua sanidade e se tornasse bom, e então, Batman se tornou o homem mal. Agora em Curse of the Knight, o Coringa ainda continua são, e prossegue o seu ataque contra o Cavaleiro das Trevas. O ex-Palhaço do Crime se une a uma nova e selvagem versão de Azrael para expor um chocante segredo da família Wayne, colocando Batman em uma situação ruim, onde é incapaz de se esconder da terrível verdade.”

Veja uma prévia de Batman – Curse of the White Knight na galeria abaixo:

 

“Jack Napier conseguiu tirar quase tudo do Batman, mas isso não foi nada comparado ao que o Coringa e o Azrael planejam fazer”, disse Sean Gordon Murphy ao site IGN. “O objetivo da inusitada dupla, não é somente destruir o Batman. Mas eles vão acabar com os Waynes de tal maneira que ninguém pensou que seria possível. Para Curse of the White Knight, eu quero falar sobre a importância histórica da família Wayne em Gotham. Falar como Batman e o Coringa são ligados à cidade. Parece que Gotham está amaldiçoada eternamente pelo crime. E sobre essa maldição que quero falar, e como ela está ligada à fundação de Gotham Village em 1665.”

Batman – Curse of the White Knight será publicada em oito edições sob o selo Black Label da DC Comics, novamente com roteiro e arte de Sean Murphy e cores de Matt Hollingsworth. A minissérie começa a ser publicada em 24 de julho nos EUA.