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Torre Entrevista: Thiago Ferreira (Comix Zone)

Era uma vez um alagoano. Ele morava no Canadá e tem uma paixão por quadrinhos. Então ele criou, em 2015, um canal no Youtube. E mesclando boas indicações de quadrinhos, resenhas e bebendo nas lágrimas dos haters, surgiu o sonho de se tornar um editor de quadrinhos e tocar a sua própria editora. Eis que surge Reginaldo Ferreira da Silva, o Ferréz, já conceituado romancista, e assim nasceu uma parceria que ninguém esperava, Thiago Ferreira, o popular Arromboss,ambos lançam a Editora Comix Zone em 2019. 

Com a meta de publicar HQs que fujam do lugar comum, lançar artistas inéditos, histórias boas e com mensagens edificantes, a primeira publicação da Comix Zone foi a Canção de Rolland (2019) do canadense Michel Rabagliati, até então inédito no Brasil. De lá para cá a editora lançou importantes publicações, se tornou a casa da lenda Lourenço Mutarelli, sucesso de críticas, tanto nas histórias quanto na qualidade gráfica e arrebatou o Troféu HQMIX. 

Mas, Thiago sempre fala que um dos pilares mais sólidos na editora é a atuação do canal homônimo no YouTube. Com quase 60 mil inscritos, ele é o elo entre público e editora, que ajuda a impulsionar no sucesso crescente a cada publicação. 

Aqui batemos um papo com o Thiago Ferreira, via áudios de Whatsapp, onde ele falou sobre início da editora, união com o Ferréz, a “missão” da editora, como se tornou a casa do Mutarelli e o seu sonho de princesa. 

1 – O que você está lendo atualmente? 

Em Ondas (Editora Nemo) e Imbatível (Editora Saber Ler). 

2 – Eu me lembro de um vídeo seu, um pouco antes de começar a editora, falando sobre fazer o que gosta. Se não me engano você falou que saiu do trampo que estava e ia iniciar em algo que sempre amou fazer, então veio a editora. Passados, acho que três anos, nem vou perguntar se está satisfeito com a decisão porque é óbvio a resposta, mas você achou que em algum momento tinha queimado a largada e antecipado o processo, ou pensa que poderia ter feito antes? 

O tempo foi perfeito. Não saí nem cedo demais e nem tarde demais. o empurrãozinho foi dado pelo meu antigo chefe da agência de marketing, onde trabalhei por seis anos. Sempre tive meus projetos paralelos, sendo o primeiro deles o canal. Quando comecei a “trampar” na editora, eu ainda estava como designer. Só que aos poucos meu chefe começou a reparar que eu estava rendendo cada vez menos no meu trabalho de verdade, porque minhas energias estavam na editora. Então no final de 2019, ele me chamou na sala dele e disse que estava feliz pelos meus projetos pessoais, até porque nunca escondi o que eu fazia, mas eu precisava escolher o que eu queria fazer da vida.

Porque fazer as duas coisas não dava, ele me disse que eu precisava decidir se ia focar no trabalho ou nos projetos pessoais. Essa conversa foi numa sexta-feira, na segunda-feira seguinte eu pedi demissão. Ele entendeu de boa, porque ele sabe o valor e o peso de ter projetos pessoais. Foi no tempo certo, nem cedo demais, nem tarde demais.

3 – Já vão completar três anos que a editora Comix Zone está na ativa, e meio que ela ditou algumas melhorias no mercado, juntamente com a Pipoca & Nanquim, Figura… o que foi bom, porque merecemos sempre melhores histórias e com produtos de grande qualidade. Você acha que tanto o leitor e o mercado estavam preparados para essa “subida de sarrafo”? 

Eu gosto de pensar sim que somos responsáveis por uma melhoria nos quadrinhos publicados no Brasil. Graças a nossa curadoria, eu acho que ajudamos a sofisticar mais o leitor que está pensando menos em quadrinho de super-herói descartável e está dando uma chance para quadrinhos de outros gêneros, de outros países…, mas isso não se deve somente ao trabalho da editora. Se deve muito ao canal do Youtube, que veio muito antes da editora. A editora é de 2019 e o canal existe desde 2015, e essa confiança que construímos ao longo desses anos, fez com que os leitores confiassem nos quadrinhos que nos publicamos. A editora não vive sem o canal, é uma ligação direta. O sucesso vem muito desse vinculo. 

Ferréz

4 – Como foi essa união com o Ferréz? De onde surgiu essa parceria? 

O Ferréz eu só conhecia de nome. Nunca tinha lido nenhum livro dele, mas sabia quem ele era por causa do Instagram. Eu já tinha feito alguns vídeos falando sobre a minha vontade de ser editor de quadrinhos, dos cursos que tinha feito, mas eu sabia que nunca ia conseguir montar uma editora morando no Canadá. E o Ferréz acompanhava o canal, e eu não sabia disso, então um belo dia ele me enviou uma mensagem, isso foi em abril de 2019, depois de assistir um desses vídeos. Ele me perguntou se eu não queria entrar em algum projeto com ele, até então não tinha o papo de editora ainda. Era um projeto ou algo parecido. Então sugeri montar uma editora e ele topou na hora! Parecia até mágica, saca? Sabe aquele lance de duas pessoas que parecem que se conhecem ao mesmo tempo? Foi isso. Tudo comigo e com o Ferréz acontece de forma bem rápida, direta. Não tem isso de reunião, demora e tal… a gente conversa, acerta e faz. E até hoje funciona assim. 

5 – Como rola a escolha das obras para serem adquiridas e publicadas? Rola uma leitura de ambos, ou tem aquilo de “cara, vamos fazer isso aqui que essa parada é boa”. 

A curadoria é feita 100% por mim. Como moro no exterior tenho acesso ao que está sendo publicado aqui fora. Como novidades e backlist das editoras, o material um pouco mais antigo e monto uma lista das coisas mais interessantes. Eu faço um pitch para o Ferréz. Aquele pitch de elevador de um ou dois minutos com premissa do quadrinho e porque ele seria pertinente. Se ele comprar a ideia, a gente corre atrás, adquire os direitos e publica. Ele não lê os quadrinhos antes, até porque os quadrinhos na esmagadora das vezes são importados e ele não fala nem francês e nem inglês. É uma relação de confiança. Ele confia no meu gosto e que tem se provado as escolhas editorais são bem acertadas. Eu costumo falar que o Ferréz é o meu primeiro cliente, eu faço o pitch e se ele achar interessante corremos atrás para publicar. 

A Canção de Roland foi a primeira publicação da Comix Zone em 2019.

6 – Qual a publicação que te deu mais prazer de fazer? Aquela que te dá um puta orgulho. E aquela que você pensou que fosse estourar demais, tanto na parte financeira quanto na parte de reação da galera e não foi tão bem assim? 

Todos os quadrinhos dão um certo prazer, principalmente quando nós o terminamos (risos). Mas de orgulho… tem uns que gosto mais… gosto de todos (pensativo), Paracuellos e a Grande Farsa são dois que eu gosto muito, recentemente teve O Guarani e Contos Ordinários de uma Sociedade Resignada, porque são dois autores que nunca foram publicados no Brasil antes. E a editora vai, publica, as pessoas falam a respeito deles e eles são sucesso. Isso é o que me dá mais prazer. Ser capaz de colocar no mercado um quadrinho que as pessoas nunca tinham ouvido falar antes. Graças ao trabalho que fazemos no canal, as pessoas confiam, compram e elas adoram. E falam a respeito e passam para frente. Esses são apenas alguns que mais gosto, mas gosto de todos. 

7 – A Comix Zone será destinada para quadrinhos ou teremos também livros publicados? 

Existem sim conversas sobre publicar livros, acho que pode acontecer no futuro, mas não posso confirmar nada. 

8 – Vamos falar de O Golpe da Barata – Tem Fantasmas em Casa. Eu li umas resenhas sobre ela e todas foram bem taxativas: é uma história pesada, mas necessária de ser contada. Como foi o processo de negociação e edição de uma história tão importante? 

O Golpe da Barata é um quadrinho muito importante. É uma aposta da editora. Um quadrinho que vai impactar muita gente, fala de um tema super relevante. O primeiro quadrinho escrito por uma mulher na editora e isso alivia um pouco a gente. Porque, infelizmente, o nosso catalogo era muito masculino, mas sabemos que estamos longe ainda do ideal, mas estamos trabalhando para mudar isso e trazer mais mulheres para o nosso catalogo. Foi um quadrinho super tranquilo de contratar, até porque a Gata Fernandez é autora nova, desconhecida no país, ou seja, não tem muita gente se “estapeando” (risos). Agora eu acho que vai ter mais gente olhando para as obras dela. Essa é a vantagem de olhar para onde ninguém está olhando, encontramos boas histórias de grande relevância sem grandes concorrências. 

9 – No lance de publicar Che, que é um clássico do quadrinho sul americano, pareceu ser um sonho bem antigo de vocês. Essa ainda tem um texto do Guilherme Boulos. Como surgiu a ideia do Boulos criando um texto? 

Eu não digo que publicar o Che era um sonho. Não sei se era para o Ferréz. Mas era uma coisa que ia acontecer, ainda mais depois de publicarmos cinco obras do Breccia no Brasil. Depois de publicar somente material inédito, e chegou a hora de fazer essa reedição. E por se tratar de uma reedição, já que ele tinha sido publicado pela Conrad em 2008, a gente queria fazer algo diferente. A minha ideia logo de cara foi chamar realmente o Boulos. O Ferréz que é muito bem relacionado é amigo do Boulos, ele então fez o convite que foi aceito prontamente. 

Che, de Oesterheld, Alberto Breccia e Enrique Breccia, tem um texto do Guilherme Boulos.

10 – Se lembra de quando falei de “elevar o sarrafo”? Hoje em dia temos diversas editoras trazendo grandes obras e com qualidade ímpar. Além de vocês, tem a Figura, Pipoca, Skript… e umas outras que já tinham um tempo no mercado também apresentando obras que dificilmente veríamos por aqui. A concorrência é grande e boa, como consumidor eu acho muito bom isso. Como manter esse movimento sempre engrenado e que fique acessível financeiramente tanto para editoras e para os leitores? 

É… hoje em dia a gente tem muita editora brigando por um dinheiro de público que é bem reduzido. A gente sabe que o quadrinho no Brasil é algo muito de nicho, mas temos o nosso trunfo que é o canal que rola desde 2015, repito, a editora não seria nem de perto tão bem sucedida se não fosse esse relacionamento estreito com o público. No canal do Comix Zone são quase 60 mil consumidores em potencial. E acho que uma editora para ser bem sucedida hoje, precisa do público e ter um material diferenciado. Mas também não adianta ter um material diferenciado se não saber trabalhar aquilo, não souber atingir as pessoas para quem o produto é destinado. Como eu disse, a editora e o canal andam juntos, mas sim o mercado fica cada vez mais concorrido a medida em que mais editoras surgem e o poder de compra do brasileiro fica cada vez menor. 

Thiago além de analises de quadrinhos e anúncios da Comix Zone, também lida com o amor dos haters em seu canal do Youtube.

11 – Qual seria o “sonho de princesa” que você gostaria de publicar pela Comix Zone? 

Meu Sonho de Princesa…. já realizamos alguns, temos tantos outros que gostaríamos de realizar e que vamos realizar. Mas não posso falar porque tem editora por aí querendo “furar os nossos olhos” (risos). O que posso passar é que tem um quadrinho escrito por Mark Russell ilustrado por um brasileiro e que vamos publicar e estou muito animado. Tem outro quadrinho, na verdade é uma série contratada, escrita e desenhada por Marc-Antoine Mathieu, o autor de Deus em Pessoa, que eu sou apaixonado desde que li pela primeira vez, e que vocês mal perdem por esperar. É algo impressionante e que será publicado ainda esse ano. 

12 – O Ferréz falou lá no Flow Podcast, e em algumas outras ocasiões, que o grande barato ou “missão” da Comix Zone é poder publicar coisas que passariam batidas por aqui, ou momentos da história que são esquecidas de propósito. Por exemplo, O Guarani, em todo meu ano letivo, apenas dois professores contaram esse episódio. Agora tem esse, digamos, resgate com Che de Oesterheld e Breccia. Você acha que essa é a principal “missão” da editora ou não tem nada disso, o lance é publicar boas histórias. 

O Ferréz está certo! Uma das grandes missões que temos na editora é aumentar a bibliodiversidade. Não só no nosso catalogo, mas nos quadrinhos do Brasil como um todo. O maior tesão que eu tenho é mostrar para o público um quadrinhista, em um lugar totalmente estranho que ele nunca tinha ouvido falar e tornar aquele nome conhecido e desejado. O que eu mais gosto é quando alguém chega e me fala: “nossa, eu não conhecia isso e preciso desse quadrinho”. O que eu mais gosto é publicar gente nova. 


13 – Vocês se tornaram a casa do Lourenço Mutarelli. E aposto que muitos leitores mais novos, nem conheciam a obra dele tanto assim. A importância de apresentar Mutarelli para essa galera mais nova é imensa. Foi algo pensado trazer o Muta desde o começo da editora e que foto é aquela lá que você postou essa semana marcando o Mutarelli? Pode adiantar algo? 

Publicar a obra do Mutarelli não era necessariamente algo que passava na nossa cabeça quando a gente abriu a editora. Mas quando foi, mais ou menos, na altura do nosso segundo lançamento, alguém do nosso grupo no facebook, em um post sobre catalogo, falou: “Pô, o Ferréz é amigo do Lourenço. Porque vocês não falam com ele para republicar os quadrinhos dele?” Na hora meus olhos brilharam! Eu falei com o Ferréz, como eu disse antes, não somos de conversinha. A gente fala e faz. Falei com ele, eram oito da manhã, duas horas depois, Ferréz me retorna e fala que tinha conversado com o Lourenço e estava tudo certo (risos). Por que o Ferréz é assim. E ele é muito amigo do Lourenço. Tem muitos trabalhos, como o Capa Preta, que o Lourenço não tinha menor vontade de republicar. E ele só permitiu porque ele é amigo do Ferréz. E assim nos tornamos a casa do Lourenço Mutarelli. E em setembro teremos mais uma republicação dele que será o Astronauta ou Livre Associação de um Homem no Espaço, que tem a peculiaridade de ser um quadrinho escrito pelo Lourenço, mas que não foi desenhado por ele. O quadrinho teve um processo bem interessante que envolveu mais três pessoas além do próprio Lourenço. Foi publicado pela primeira vez pela Zarabatana e será republicado em uma edição de aniversário com muito extra bacana e um projeto gráfico que vai deixar a galera babando. 

14 – E na vibe de quadrinhos nacionais, existem possibilidades de mais autores nacionais serem publicados pela Comix Zone? 

Estamos com um quadrinho original sendo produzido por uma pessoa absolutamente brilhante, mas que não posso entrar muito em detalhes e outro projeto que estou louco para mostrar para vocês. E a gente pensa sim na produção de quadrinhos nacionais e vai rolar. Até porque a Comix Zone é uma editora multinacional, com o Ferréz no Brasil e eu aqui no Canadá, e quero muito licenciar quadrinhos para publicar aqui no exterior. Sobretudo na Europa, principalmente na França, Canadá e EUA. 

 15 – Para encerrar, meu chapa, qual os projetos do Thiago e da Comix Zone para esse resto de 2021? 

Veja, eu sou um homem simples. Tudo que eu quero é continuar publicando quadrinho legal, continuar apresentando quadrinhistas incríveis para o público brasileiro, continuar vendendo gibi e fazer essa máquina girar, quem sabe em breve expandir a equipe, contratar um designer talentoso para dividir a produção comigo. Por que tá foda (risos). Mas não tenho o que reclamar, 2021 tem sido um ano incrível e espero que siga assim até o final. 

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Séries

Série da franquia Alien irá estrear em 2023

John Landgraf, presidente geral da FX, revelou durante a Television Critics Association que a série da franquia Alien de Noah Hawley, será lançada em 2023 no Hulu (Star+ no Brasil).

As filmagens devem começar na metade de 2022 nos Estados Unidos da América. A sua produção será cinematográfica e será a primeira produção da saga situada na Terra. 

Desigualdade social será o principal tema da história e Ripley não dará as caras na trama.

Uma nave espacial, ao retornar para Terra, recebe estranhos sinais vindos de um asteroide. Enquanto a equipe investiga o local, um dos tripulantes é atacado por um misterioso ser. O que parecia ser um ataque isolado se transforma em um terror constante, pois o tripulante atacado levou para dentro da nave o embrião de um alienígena, que não para de crescer e tem como meta matar toda a tripulação. Diz a sinopse de Alien: O Oitavo Passageiro, que estreou em 1979 com criação de Ridley Scott. Atualmente, a franquia possui sete filmes, sendo dois deles um crossover com Predador. Um terceiro prequel também está sendo trabalhado.

Fique ligado aqui, na Torre de Vigilância para futuras informações a respeito de Alien. 

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Séries

Terceira temporada de Altanta chega no meio de 2022

A FX confirmou por meio de um comunicado de imprensa, que a terceira temporada de Atlanta será lançada no meio de 2022. 

Outra novidade, é que o quarto ano da série já está sendo gravado em Atlanta, e ao que tudo indica, sua produção está adiantada. 

No Brasil, todas as temporadas de Atlanta estará disponível no catálogo do Star+. 

A história acompanha Earnest “Earn” Marks, um jovem que abandonou os estudos para fazer o sucesso na cena musical da cidade de Atlanta, gerenciando a crescente carreira de seu primo Alfred, também conhecido como Paperboy. o longo do caminho, eles lidam com pontos de vista opostos sobre arte, comércio, sucesso e raça.
Para futuras informações a respeito de Atlanta, fique ligado aqui, na Torre de Vigilância. 
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Séries

”É um dos melhores sets que eu já estive” diz Ethan Hawke sobre a produção de Cavaleiro da Lua

Em uma entrevista para o Late Night with Seth Meyrs, Ethan Hawke forneceu novos detalhes a respeito de Cavaleiro da Lua, vindoura série da Marvel Studios que chega em 2022 no Disney+. 

”Eu atuo desde os meus 13 anos de idade. Os sets que eles construíram são uns dos melhores que eu já estive em minha vida! Os figurinos, cenários, design de produção, são cinematografia pura!”.

Ethan também afirmou que foi Oscar Isaac quem chamou ele para fazer parte do MCU. Por fiz, Hawke revelou que se inspirou no famoso líder infame religioso David Koresh para fazer o seu papel. 

Nos quadrinhos, Marc Spector é um homem que possui transtorno dissociativo de personalidade, criando em sua mente, outras três identidades além do Cavaleiro da Lua, que o ajudam em seu cotidiano como vigilante das ruas de Nova York.

Para futuras informações a respeito  do Cavaleiro da Lua, fique ligado aqui, na Torre de Vigilância.

*Créditos na imagem da capa: The Direct. 

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Séries

Anunciadas American Love Story e American Sport Story, novas séries do Ryan Murphy para a FX

Foi anunciado pelo The Hollywood Reporter, que o famoso produtor Ryan Murphy está trabalhando em duas novas séries antológicas para a FX. 

As produções são denominadas de American Love Story e American Sport Story, nas quais irão abordar respectivamente histórias reais sobre amor e esportes no mundo dos famosos.

“Quando Ryan Murphy veio até nós com esses dois spinoffs e as histórias de American Sports Story e American Love Story, nós imediatamente agarramos essa oportunidade” disse John Landgraf, Chairman  da FX.

Ryan Murphy é um escritor, jornalista e produtor de cinema e televisão norte-americano. Ele é vencedor de 5 prêmios Globo de Ouro e 7 Emmy.

American Love Story e American Sport Story não possuem data de lançamento. 

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Séries

You know you love me! Segunda parte de Gossip Girl confirmada em novembro deste ano

Ontem (12), o HBO Max lançou o último episódio da primeira parte de Gossip Girl. Claro que não demorou muito para a querida fofoqueira revelar o retorno do soft-reboot. Confira o tweet oficial abaixo.

O Mid-Season Finale trouxe algumas viradas para os personagens centrais e deve respingar na próxima leva de seis episódios para encerrar o primeiro ano.

Gossip Girl situa-se oito anos após a série-mãe. Novos alunos da mesma escola que os protagonistas originais, irão lidar com a volta da temida GG. O programa vai abordar como as redes sociais mudaram a forma de interação entre os jovens, tanto entre eles, como com a cidade. Além de trazer mais diversidade ao elenco. 

Gossip Girl retorna em novembro sem data confirmada. Os seis primeiros episódios podem ser vistos no HBO Max.

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Séries

Com traços egípcios, vaza possível traje do Cavaleiro da Lua em sua série solo

Após a Marvel Studios guardar o uniforme do Cavaleiro da Lua a sete chaves durante as filmagens de sua série, o possível traje do herói acabou vazando de última hora. 

O uniforme ainda não passou por uma pós-produção e deve ser a vestimenta inicial do herói, uma vez que o site The Illuminerdi reportou que Marc usaria uma roupa com capa prateada. 

O visual do Cavaleiro apresenta traços egípcios, se assemelhando com uma múmia.

Nos quadrinhos, Marc Spector é um homem que possui transtorno dissociativo de personalidade, criando em sua mente, outras três identidades além do Cavaleiro da Lua, que o ajudam em seu cotidiano como vigilante das ruas de Nova York.

Para futuras informações a respeito  do Cavaleiro da Lua, fique ligado aqui, na Torre de Vigilância.

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Quadrinhos

DC Comics vai publicar Minissérie que Apresenta o Primeiro Robin. E não é o Dick Grayson!

Quem foi o primeiro Robin? Se você respondeu Dick Grayson, errou totalmente. Então quem é? É esse mistério que a nova minissérie da DC Comics vai responder. A trupe de ajudantes do Batman: Dick Grayson, Jason Todd, Tim Drake, Damian Wayne e Stephanie Brown vão se unir para descobrir quem foi esse primeiro ajudante misterioso do Homem-Morcego.

Intitulada de Robins a nova série limitada vai apresentar um novo vilão que afirma ser o original e esquecido Robin. Confira a sinopse abaixo:

“Ao longo das décadas, o Batman teve vários ajudantes assumindo o manto de menino prodígio, mas parece que Robins vai lançar alguma luz sobre um capítulo obscuro do passado do Batman, e que pode mudar toda a história e legado do Robin como o conhecemos, introduzindo um personagem que pode anteceder Dick Grayson no papel.”

O universo ao redor dos Robins está movimentado essa semana, além de procurar esse possível Robin original, em Batman: Urban Legends #6, foi revelado que Tim Drake, o terceiro Robin, é bissexual. Saiba mais AQUI.

Robins terá seis edições e roteiro de Tim Seeley e arte de Baldemar Rivas. A minissérie foi incluída no projeto Round Robin da DC Comics, quando a editora pediu aos fãs que votassem pelas redes sociais sobre uma variedade de projetos possíveis.

Robins começa a ser publicada em novembro nos EUA.

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Cinema

Jim Lee confirma que a Canário Negro foi a responsável por prender o Sábio em Belle Reve

Através do seu perfil na rede social Twitter, o quadrinista Jim Lee confirmou que a Canário Negro foi a responsável por prender o vilão Sábio na prisão Belle Reve. 

Lee afirmou que uma das referências à ocasião está logo no início do filme O Esquadrão Suicida, quando o vilão mata um pequeno canário com sua bolinha de treinamento. 

Nos quadrinhos, o Sábio é um vilão das Aves de Rapina. 

Amanda Waller envia o Esquadrão Suicida para localizar uma criatura alienígena trancada em uma prisão usada na Segunda Guerra Mundial pelos nazistas. O monstro agora está sendo usado por dois ditadores que comandam o local.

O Esquadrão Suicida já está em cartaz em todos os cinemas brasileiros. 

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Entretenimento

Disney realizará evento em Novembro para revelar novidades de suas futuras séries no Disney+

Bob Chapek, CEO da Disney, revelou durante a última chamada de investidores da empresa (realizada em 12/08/2021), que no dia 12 de Novembro de 2021, a produtora realizará um evento online e gratuito destinado ao Disney+. 

Segundo Chapek, a convenção virtual será denominada de Disney Plus Day e será focada nas novidades das futuras séries do serviço de streaming, incluindo produções da Marvel Studios e Lucasfilm. 

Todavia, este não será o único evento da Disney. Do dia 19 ao 21 de Novembro desse ano, a corporação realizará a D23 2021, celebração que abordará futuras novidades do Disney+ e dos filmes da produtora nos cinemas. 

https://twitter.com/MarvlUpdates/status/1425930690080747533

Disney, é uma companhia multinacional estadunidense de mídia de massa sediada no Walt Disney Studios, em Burbank, Califórnia. Atualmente, é detentora de mais de 30 marcas.

Para futuras informações a respeito da Disney, fique ligado aqui, na Torre de Vigilância.