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Vai teia! Homem-Aranha: Longe de Casa ganha o seu primeiro trailer

A Marvel Studios em colaboração com a Sony Pictures, lançaram o primeiro trailer de Homem-Aranha: Longe de Casa, que marcará o retorno de Peter Parker no MCU interpretado por Tom Holland.

Tom HollandJake Gyllenhaal, Samuel L. Jackson, Cobie Smulders Zendaya, Marisa Tomei, Laura Harrier, Jacob Batalon, Tony Revolori e possivelmente Robert Downey, Jr. e Michael Keaton estão cotados para retornarem na nova trama.

A sequência de De Volta ao Lar será o primeiro filme a integrar a fase 4 do MCU,  e contará com o retorno do cineasta Jon Watts na direção. O longa mostrará o amigão da vizinhança atuando ao redor do mundo ao mesmo tempo que faz uma viagem de formatura pela Europa com sua escola. Contudo, o que o herói não esperava, é o surgimento do vilão Mistério, que promete dar muita dor de cabeça ao teioso durante a sua viagem.

A seguir, você pode cinferco o primeiro pôster oficial do filme, que destaca a máscara do herói com diveros adesivos internacionais.

Peter Parker e seus amigos viajam para a Europa nas férias de verão. Entretanto, os amigos mal poderão descansar – Peter terá que concordar em ajudar Nick Fury a descobrir o mistério das criaturas que causam desastres naturais e destruição em todo o continente.

Homem-Aranha: Longe de Casa estreia em 4 de Julho de 2019 em todos os cinemas brasileiros.

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Séries

Cavaleiro da Lua pode ganhar uma série no Disney+

De acordo com informações do KC Walsh, que costuma divulgar datas certeiras de inúmeros trailers, revelou que a Marvel Studios pode estar desenvolvendo uma série do Cavaleiro da Lua e Sentinela para o Disney+.

Mais informações não foram liberadas, contudo, em breve mais conteúdos das duas produções devem ser lançados. Já foi confirmado que o Cavaleiro da Lua apareceria na segunda temporada do Punho de Ferro, entretanto, o personagem foi substituído pelo vilão Davos. Já o Sentinela, nunca fez nenhuma aparição em live-action.

Nos quadrinhos, Marc Spector é um homem que possui transtorno dissociativo de personalidade, cirando em sua mente, outras três identidades além do Cavaleiro da Lua, que o ajudam em seu cotidiano como vigilante das ruas de Nova York.

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Sentinela é Robert Reynolds, um homem com problemas de alcoolismo e psicológicos. O personagem adquiriu seus poderes após experimentos do governo, que acabaram saindo do controle e lhe concederam habilidades sobre-humanas mais do que o esperado.

Para futuras informações a respeito do Disney+, fique ligado aqui, na Torre de Vigilância.

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Cinema

Aquaman bate 1 bilhão de dólares ao redor do mundo

É oficial! O mais novo filme da DC Entertainment em parceira com a Warner Bros. Pictures, Aquaman, acaba de arrecadar 1 bilhão de dólares ao redor do mundo.

Dirigido por James Wan (Jogos Mortais) e estrelado por Jason Momoa, o filme é a sexta produção do Multiverse of DC, o novo universo compartilhado da DC Comics nos cinemas e o longa-metragem da editora mais lucrativo após o reboot feito em 2013 com O Homem de Aço. 

O site Box Office Mojo já atualizou os números de Aquaman.

Aquaman fez a sua estreia nos cinemas em Batman Vs Superman: A Origem da Justiça, de 2016. Interpretado por Jason Momoa, o herói teve um grande destaque em Liga da Justiça, que apesar de ter sofrido diversas divergências durante a sua produção, foi responsável por dar mais detalhes do rei dos sete mares ao público.

Para futuras informações sobre o Multiverse of DC, fique ligado aqui, na Torre de Vigilância.

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Cinema

Futuros filmes da Marvel produzidos pela FOX são cancelados

O jornalista Daniel Richtman, que costuma divulgar inúmeras informações verdadeiras sobre os principais lançamentos cinematográficos da cultura pop, revelou que os futuros filmes da Marvel produzidos pela FOX, foram cancelados. A abolição dos longas, deve-se a concretização da compra da FOX como um todo, pela The Walt Disney Company.

Dentre os projetos, estavam: Deadpool 3, X-Force, X-23, Homem Múltiplo (com James Franco), Gambit, Surfista Prateado, Doutor Destino e Lince Negra. Todavia, apenas Novos Mutantes e Fênix Negra serão lançados após a compra da empresa, que chegam em 7 de Junho e 2 de Agosto respectivamente.

 Ryan Reynolds será  o único ator que continuará atuando como o mesmo personagem (Deadpool) após a concretização ser concluída. De resto, haverá um reboot por completo no elenco de X-Men. Quarteto Fantástico também serão interpretados por outros atores.

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Kevin Feige já confirmou que neste ano, a Marvel Studios começará a trabalhar em novas produções dos mutantes e do Quarteto Fantástico. Especula-se, que a nova leva de filmes devem integrar a fase 4 e 5 do MCU.

Outra empresa que deve ser comprada em breve, é a Sony Pictures pela Apple. Caso a aquisição seja feita, o universo do Homem-Aranha voltará a ser domínio da Marvel, tendo em mãos, os direitos de absolutamente todos os seus personagens. 

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O Universo Compartilhado da Marvel teve início em 2008 com o lançamento de Homem de Ferro, e segue firme e forte até os dias de hoje, sendo a última produção Homem-Formiga e a Vespa. Atualmente, séries de TV, quadrinhos e até mesmo alguns jogos integram esse universo. De acordo com Kevin Feige, o chefão do MCUVingadores: Ultimato terá um final definitivo e sem pontas soltas, mas que não é para os fãs ficarem preocupados, pois o MCU continuará na ativa por muito tempo e que um super-herói poderá fazer uma ponta no filme de outro.

Fique ligado (a) na Torre de Vigilância para futuras informações do MCU!

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Titãs: Definitivamente não é uma série de super-heróis [SPOILERS]

Titãs não é uma série de super-heróis. Parece absurdo, mas é verdade. Este não é um seriado sobre pessoas as quais pretendem salvar o mundo. Este é um seriado sobre pessoas tentando sobreviver, atormentadas por sua próprias habilidades. Cabe ao espectador, dizer sim ou não à proposta da produção. Se você gosta (exclusivamente) dos Jovens Titãs combatendo o mal em sua mais plena leveza juvenil, essa série não é para você. Todavia, caso você adore desconstruções de personagens, uma sensação de suspense e um tom gritante, então você foi feito para essa série.

O CONTEXTO 

Primeiro, é necessário dizer que criticar produções em decorrência de sua tonalidade, não é crítica. Arte é relativa. O contexto precisa ser entendido. Alguns enxergam como algo leve, vibrante, outros simplesmente, preferem a vertente melancólica. A questão nunca é o tom, mas sim, à forma como ele é aplicado dentro de sua narrativa. Afinal, narrativa é narrativa. “Mas por que justamente uma série sombria e violenta dos Titãs, João?” Bom, meu caro leitor, eu explico:

1 – Pois pertencem a um serviço de streaming, onde há mais liberdade para a produção de conteúdo.

2 – Greg Berlanti é um dos criadores da série.

Que homem esse tal de Berlanti!

Não conhece o Berlanti? Ele é o criador da maioria das séries da DC exibidas na CW. Ele criou Arrow, uma versão mais sombria e violenta do Arqueiro Verde. Entretanto, ele trabalhou com outras adaptações de quadrinhos, como por exemplo: Riverdale. A série é uma adaptação sombria dos quadrinhos da Archie Comics, misturando horror, suspense e adolescentes problemáticos e bonitos. Enfim, essa série é o exagero em pessoa. Mas por que comparar Titãs à Riverdale? Pois a ideia é a mesma. Pegue personagens de quadrinhos vibrantes e os transforme na versão mais sombria possível. A única diferença é que Titãs tem mais liberdade para cenas de violência, pois como já dito anteriormente: serviços streaming não tem restrições.

“Por que ninguém reclama de Riverdale?” Devem existir reclamações, mas os Jovens Titãs são muito mais conhecidos na cultura pop, existiu uma geração a qual cresceu com os quadrinhos por Marv Wolfman e George Pérez, outra, com o desenho animado de 2003 e uma nova está crescendo com Jovens Titãs em Ação. Então por que as pessoas estavam tão inconformadas com a série antes de sua estreia? Pois não parecia em nada com a imagem tida da equipe. “Mas isso justifica os comentários racistas com a Estelar?” Não, não justifica. Nada justifica racismo. Entretanto, aguardar pelas escolhas tomadas na produção se justificarem na narrativa era o sensato a ser feito.

Essa família é muito unida! Turututu E também muito ouriçada!

Felizmente, todas se justificaram. As mudanças não são o problema de Titãs. Cada membro do elenco regular traz algo único para a série: Dick Grayson (Brendon Thwaites) traz a fúria, Rachel Roth (Teagan Croft) traz o horror e em alguns momentos, inocência, ao lado de Garfield Logan (Ryan Potter) e Kory (Anna Diop), traz um maravilhoso senso de ironia. A familiaridade a qual permeia o grupo durante os 11 episódios, faz deles um verdadeiro – peço perdão por isso – Quarteto Fantástico revoltado. Todavia, os roteiristas não parecem entender o elo mais forte do show, o que fará o espectador vibrar e acompanhar com carinho cada detalhe da história. Não, ao invés da união ser priorizada, os roteiristas escolhem destacar a individualidade. Mas quem dera fosse a individualidade dos quatro personagens.

DICK GRAYSON

 

Titãs não é uma série dos Titãs. Parece absurdo? Parece e talvez seja. Titãs é uma série do Dick Grayson. Você, leitor, deve estar se perguntando: “Por que? O quê?” É a verdade nua e crua. Mas não, não pense que isso torna a série uma produção ruim, só a torna menos boa do que ela poderia ser. A temporada começa com os Grayson Voadores e termina com Dick aceitando o seu lado sombrio. É sobre ele. É tudo sobre ele.

Do primeiro ao quinto episódio, o espectador descobre que Robin se afastou do Batman, pois estava se tornando, em teoria, um psicopata. Proteger e cuidar do Rachel, é uma chance de desconstruir isso e ele apenas enxerga a oportunidade no quarto episódio, ao impedir a queda dela na escuridão. A interação entre os dois personagens não apenas se assemelha com a relação paterna entre Batman e Robin, como também é bem escrita e pontuada por momentos traçados por paralelos interessantes. No quinto episódio, o único onde os Titãs agem como uma equipe propriamente dita, é levantada uma questão: “O que Dick pode trazer para a equipe?” Ravena tem seus poderes demoníacos, Kory, rajadas flamejantes e Garfield, se transforma em um tigre. O roteiro resolve responder através da aceitação de Dick ao manto de Robin. É uma das cenas mais satisfatórias da série.

Aqui estou eu mais um dia, sob o olhar sanguinário do Robin.

Você deve estar pensando: “Essa é a maneira perfeita para finalizar o arco dramático dele e priorizar a trama, certo?” Sim, mas os roteiristas não pensaram que eles tinham mais seis episódios pela frente. Ou será que pensaram? Eu não sei. De qualquer forma, do sexto ao oitavo episódio, Dick recebe um novo arco dramático: Matar o Robin. É coerente, se parar para pensar que nas HQs, o personagem assume, após o Garoto-Prodígio, o manto de Asa Noturna. Entretanto, a temporada parece não finalizar o arco o qual foi iniciado, provocando um enorme vazio. Uma pena, pois a preparação é ótima:

  • No sexto episódio, o melhor da temporada, Dick conhece Jason Todd, o novo Robin. Todd serve como um espelho para mostrar a ele o que pode acontecer, caso a ideia de continuar sendo o Passarinho suba a sua cabeça. No final do episódio, ao ver como Jason se sente poderoso com a máscara, Dick resolve aposentar o seu codinome.
  • No sétimo episódio, os personagens param em um asilo, onde vivem seus piores medos, o maior medo de Grayson, é enlouquecer usando a máscara. Ao final do episódio, o personagem ordena que Kory incendeie o local, mais tarde, na última cena, Dick queima o traje de Robin, aposentando sua aparência.
  • No oitavo episódio, a série explora uma faceta diferente do personagem, trazendo um pouco de humor a ele, ao lado de sua amiga, Donna Troy. A ex-Moça-Maravilha argumenta sobre a diferença entre parar e se aposentar. Ela sugere que Dick não precisa ser o Robin para ajudar pessoas, ele precisa ser algo a mais.

Fica difícil entender o porquê existir essa demora em torná-lo o Asa Noturna. Não é apenas o caminho óbvio, mas o caminho narrativo certo a se seguir. Entretanto, a série resolve seguir o caminho “errado”. No final da temporada, intitulado “Dick Grayson“, o personagem precisa lutar contra seu lado sombrio e a forma como o roteiro encontra para executar essa ideia é através de uma realidade artificial onde Batman se tornou um assassino. Ele é o único capaz de pará-lo, mas isso significaria, sacrificar o seu compasso moral.

Você caiu na artimanha do Trigo kkk

Caro leitor, você já deve ter visto inúmeras capas de quadrinhos onde o herói grita furiosamente: “Preciso pará-lo de uma vez por todas.” Entretanto, você também deve saber que na maioria das vezes, a história por trás da capa, nunca apresenta o tal acerto de contas. Como um exemplo audiovisual, eu posso citar Batman vs Superman: A Origem da Justiça. Pois em determinado momento, Batman está lá para matar Superman, mas segundos antes de enfiar uma lança de kryptonita em seu peito, Superman, através de um nome, faz com que o Cavaleiro das Trevas perceba o monstro o qual ele se tornou.

Em Titãs, não há momento para essa percepção, o heroísmo é negado por completo, no exato momento em que ele diz: “Meu Deus, Bruce. Isso é o que você queria, que eu abraçasse a escuridão. Vai se foder, Bruce. Você ganhou.” Ele deixa Batman para morrer naquele mundo fictício e abraça tudo o que há de ruim nele. Para muitos, inclusive para mim, soou como um arco mal finalizado, mas após muitos dias de reflexão, eu percebi: Isto não foi um equívoco narrativo. O que me leva ao próximo ponto.

A ATMOSFERA

Como dito no primeiro parágrafo: “Titãs não é uma série de super-heróis.” Não há nada heroico (com exceção de uma ou duas cenas) sobre esta série. Literalmente nada. Esta série é como um filme de 13 horas idealizado por Josh Trank. Caso não conheça o diretor, ele é o responsável pelo ótimo Poder Sem Limites e o terrível Quarteto Fantástico (É culpa do estúdio, para falar a verdade). Estes filmes não são sobre super-heróis, mas sim, sobre pessoas atormentadas pelas suas habilidades extraordinárias. Há um senso de horror diferente em cada personagem e a proposta da série é explorada ao máximo no episódio “Asylum”. Por que?

  • 1 – Personagens lidando com o que há de pior dentro deles.
  • 2 – Eles precisam fugir. Fuga é um aspecto constante na série.
  • 3 – O asilo é anônimo, as pessoas trabalhando lá também. Outra característica de Titãs é o fato de que existem vilões por toda parte e nós nunca saberemos os nomes deles.

Os roteiristas poderiam facilmente fazer dessa, mais uma série de conspiração criada pelos antagonistas, mas eles são o que menos importam e isso é ótimo. O que eles representam para os heróis é o que realmente importa e essa constante adrenalina se desenrola no decorrer desses 11 episódios, onde os personagens precisam lidar com seus problemas e fugir ao mesmo tempo. Não dá para confiar em ninguém, pois todo personagem fora do núcleo principal podem ser uma ameaça: Policiais, freiras, uma família geneticamente modificada, médicos de um asilo, idiotas em restaurantes, demônios, maníacos sexuais. Todos são motivo para pelo menos levar um soco na cara.

Exceto esse cara carbonizado. Ele só queria amor.

Esse fato contribuí para moldar o suspense da produção, justamente pela falta de ciência em relação a tudo o que não é fantástico neste mundo. Outro fator o qual colabora bastante é a excelente trilha sonora composta por Kevin Kiner & Clint Mansell trazendo o senso de adrenalina mesclado com o medo do desconhecido, a música cresce em momentos de tensão, em momentos violentos e imerge o espectador dentre deste universo doido. Entretanto, fica evidente a preocupação dos produtores em deixar a série com uma cara moderna. A quantidade de músicas tocadas no decorrer dos episódios (e bem selecionadas) confere à série um estilo pop.

Entretanto, a série não apenas transita entre esses dois fatores, ela serve como uma introdução ao Universo DC do serviço de streaming. Logo, conta com inúmeras participações especiais bem pontuadas em sua maioria. É impossível escolher o que parece mais atrativo. A Patrulha do Destino tem um tom próprio, misturando drama com humor (provavelmente o que se pode esperar da série). Rapina e Columba (Alan Ritchson e Minka Kelly) são carismáticos e trazem aventuras pé-no-chão, mas a série cometeu um equívoco em trazer um episódio piloto perfeito para a dupla no meio da temporada. Jason Todd (Curran Walters) entrega a raiva imatura e Donna Troy  (Conor Leslie) entrega maturidade através da ironia, provavelmente, serão os mais recorrentes na série.

Família! Família! Almoça junto todo dia
E nunca perde essa mania.

VEREDITO

Confesso, Titãs me deixou dividido. Não por ser sombrio e desconstruir os personagens, mas pela ausência de heroísmo. Entretanto, não posso simplesmente concluir que a primeira temporada é ruim. Pois é bem produzida, bem dirigida e cativa o espectador a continuar assistindo. O final, entretanto, pode ser considerado jogar o arco dramático de um personagem no lixo, ou o prelúdio para algo maior. Prelúdio. Era essa palavra que faltava. Titãs soa como um episódio piloto de 13 horas sobre Dick Grayson, com outros heróis como pano de fundo, na busca do confronto contra seus demônios internos. Em alguns momentos, usa o exagero ao seu favor, em outros momentos, parece querer reafirmar ao espectador a que veio, mas no fim, é uma ideia diferente, predominantemente bem executada, mas repleta de imperfeições.

Titãs já está disponível na Netflix.

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Cinema

Marvel Studios disponibiliza um special look de Capitã Marvel

Recheado de cenas inéditas com muita ação e adrenalina, a Marvel Studios liberou um special look de Capitã Marvel, que anuncia a venda dos ingressos nos Estados Unidos.

Ambientado nos anos 90, Capitã Marvel, do Marvel Studios, é uma nova aventura de um período inédito da história do Universo cinematográfico Marvel. Que acompanha a jornada de Carol Danvers para se tornar uma das heroínas mais poderosas do Universo. Enquanto uma guerra galáctica entre duas raças alienígenas atinge a Terra, Danvers encontra a si mesma e um pequeno grupo de aliados no centro do confronto.

Capitã Marvel estreia em 8 de Março.

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Cinema Entretenimento

Novos detalhes sobre Liga da Justiça vs Os Cinco Fatais são divulgados

Liga da Justiça vs Os Cinco Fatais, novo filme animado da DC Comics, teve suas primeiras imagens e seu elenco divulgado. De acordo com o Hollywood Reporter, a animação contará com as vozes de:

  • Diane Guerrero como Jéssica Cruz
  • Elyes Gabel como Star Boy/Thomas Kallor
Ela interpretará outra personagem da DC este ano: A Crazy Jane, em Patrulha do Destino. Enquanto ele, esteve em Game of Thrones.
  • Peter Jessop como Thorak
  • Tom Kenny como Bloodsport
  • Matthew Yang King como Persuasor
  • Sumalee Montano como Imperatriz Esmeralda
  • Philip Anthony Rodriguez como Mano
  • Daniela Bobadilla como Miss Marte
  • Kevin Michael Richardson como Senhor Incrível
  • Tara Strong como Satúrnia

Para a surpresa de alguns fãs, as vozes originais da Trindade em Liga da Justiça e Liga da Justiça Sem Limites, retornam para a produção em home-vídeo:

  • Kevin Conroy como Batman
  • Susan Eisenberg como Mulher-Maravilha
  • George Newbern como Superman

“O destino da Terra está em jogo quando a Liga da Justiça enfrenta uma poderosa ameaça: Os Cinco Fatais! Superman, Batman e Mulher-Maravilha buscam por respostas enquanto os viajantes do tempo, Mano, Persuasor e Tharok aterrorizam Metropolis em busca da Lanterna Verde Jessica Cruz. Com a ajuda dela, eles libertarão os outros membros da equipe: A Imperatriz Esmeralda e Validus para executar um plano sinistro. Mas a Liga descobriu um aliado de outra época: O peculiar Star Boy. Seria ele a chave para deter Os Cinco Fatais?”

Liga da Justiça vs Os Cinco Fatais tem previsão de lançamento durante a primavera norte-americana, sem data definida. O filme será produzido por Bruce Timm, responsável por diversas séries animadas da editora como: Liga da Justiça e Batman: A Série Animada. Para saber sobre tudo o que acontece na Editora das Lendas, fique ligado na Torre de Vigilância.

 

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Séries

Watchmen, Game of Thrones, Big Little Lies e mais no teaser da HBO para 2019

Durante os Golden Globes, a HBO divulgou um vídeo promocional com cenas inéditas de suas séries para este ano.

Game of Thrones, Big Little Lies, Veep, True Detective, Watchmen, Euphoria, Barry, Succession e Divorce retornam com novos capítulos ao longo de 2019 na HBO Brasil.

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Séries

Rorschach e Ozymandias nas primeiras fotos oficiais de Watchmen

Foram liberadas as primeiras imagens oficiais do seriado original HBO, Watchmen, que mostra pela primeira vez o  ator Jeremy Irons como Ozymandias e um sujeito desconhecido com a máscara de Roschach, que aparentemente, será uma espécie de seita que terá diversos seguidores fanáticos. Mais informações sobre não foram divulgadas.

Ambientada nos dias atuais, o seriado da aclamada HQ homônima de Alan Moore foi um marco dos quadrinhos. Abaixo, você pode conferir a sinopse do quadrinho.

O ano é 1985. Os Estados Unidos são uma nação totalitária e fechada, isolada do resto do mundo. A presença de arsenais nucleares e dos chamados super-heróis mantém um certo equilíbrio entre as forças do planeta… até que o relógio do fim do mundo começa a marchar para a meia-noite e a raça humana para um abismo sem-fim. A sombria e inigualável trama tem início com ilusões paranoicas do supostamente insano herói Rorschach, um dos Watchmen que patrulhavam os EUA décadas atrás. Mas ele estaria realmente insano ou na verdade teria descoberto uma sórdida conspiração para assassinar super-heróis — ou, pior ainda, milhões de civis inocentes? Fugindo da lei, Rorschach junta-se a ex-companheiros do passado em uma desesperada tentativa de salvar suas próprias vidas… e o que acabam descobrindo, além de abalar suas estruturas, poderá alterar o próprio destino do planeta Terra! 

Watchmen não possui data de lançamento.

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Torre Recomenda | Animes de 2018

Não sei se temos tempo de vida o suficiente para chamar algo de “Tradição”, mas todos os anos, durante a ceia de ano novo da Torre, juntamos as maiores mentes do website para que haja uma digladiação gratuita entre seus membros. O objetivo? Tentar discutir sobre o ano que passou, e ver o que ele trouxe de bom e tentar esquecer o que ele trouxe de ruim.

Nós, os primos pobres que viemos visitar o Tio rico que mora no Centro, preparamos os nossos rankings pessoais dos Melhores Animes de 2018. Os três redatores trabalharam duro tentando não esganar uns aos outros, e você pode conferir o que cada um achou abaixo.

Também foram feitas indicações de Quadrinhos Nacionais e Internacionais, por nossos colegas mais prestigiados. Além dos Melhores Filmes de 2018.

Redator: Vini Leonardi

10 – Cells at Work! (Assista em: Crunchyroll) 
9 – JoJo’s Bizarre Adventure: Vento Aureo (Assista em: Crunchyroll)
8 – After the Rain: Primeiras Impressões (Assista em: Amazon Prime Video)
7 – Record of Grancrest War: Primeiras Impressões (Assista em: Crunchyroll) 
6 – Cardcaptor Sakura: Clear Card (Assista em: Crunchyroll)
5 – IRODUKU: The World in Colors: Primeiras Impressões (Assista em: Amazon Prime Video)
4 – Chio’s School Road: Primeiras Impressões (Assista em: Crunchyroll)
3 – Asobi Asobase – workshop of fun – (Assista em: Crunchyroll)
2 – Magical Girl Ore: Primeiras Impressões (Assista em: Crunchyroll)
1 – Rascal Does Not Dream of Bunny Girl Senpai: Primeiras Impressões (Assista em: Crunchyroll) 

Comentário do Redator:

Caramba, outro ano se passou e cá estamos mais uma vez, pestanejando e esperneando pra ver quem consegue se mostrar como o cara de pior gosto do site todo. Dois mil e dezoito foi um ano muito mais modesto, recatado e do lar, quando comparado com seu antecessor… Ao menos quando falamos de animês. Eu, particularmente, consegui curtir bem melhor as jóias que encontrei, e consegui relevar as pérolas que apareceram. Podemos dizer que foi um ano de superação, em todos os sentidos.

Mais uma vez, a maior parte do meu Top 10 foi coberto pelas postagens de “Primeiras Impressões“. Como sempre ressalto, os primeiros episódios são os mais importantes, pois são eles que fazem com que os últimos sejam assistidos. Se quiser conferir algumas das palavras precoces que eu balbuciei esse ano, basta clicar no hyperlink no nome da cada show (que tiver um, é claro). Pode te ajudar a entender quão mais fundo é o buraco que estamos. E eu já adianto: O buraco é beeeem fundo. E bem engraçado, também. Esse foi o ano das comédias e eu AMO COMÉDIAS.

Vamos comentar, começando de baixo pra cima: Em décimo lugar, Cells at Work! foi bem divertido e contou com um elenco de alto peso molecular (ai desculpa gente eu sou Químico eu preciso fazer essas piadas quando surge a oportunidade). Apesar de ser engraçado com suas piadas nerds bazonga xd, ele acaba tendo um conteúdo muito mais denso do que se espera de uma comédia, e as suas punchlines foram praticamente as mesmas por toda a duração. Ainda é um baita de um show e merece a posição no ranking.

A nona posição dispensa apresentações. A quinta parte de JoJo chegou e sinceramente? Eu quero ser um gangstar. Ainda estamos no começo da história, mas pelo menos ela está tomando algum rumo, diferente da parte quatro, né…

Para a oitava posição, a postagem do começo do ano já ajuda um bocado. Gostaria apenas de acrescentar que adorei o rumo da história, por mais surpreendente que isso possa parecer. O tema principal – graças a Deus – foi para o segundo plano, e um tema muito melhor (ou menos polêmico, caso prefira…) assumiu seu lugar. E mesmo com o gosto amargo na boca, o final conseguiu ser positivamente emocionante. After the Rain foi mais do que uma referência a Falamansa.

Já que estamos citando os melhores do ano, fiquem com o que eu julgo ser a minha melhor piada de 2018. De Holmes of Kyoto.

Grancrest War fica em sétimo, e preciso confessar que o show cresceu em mim muito mais do que eu jamais poderia imaginar, quando escrevi suas Primeiras Impressões… Não só por suas personagens, mas por chegar um momento onde as coisas se acalmaram e finalmente começamos a entender o que diabos estava acontecendo. As vezes… Nós Gotta go fast um pouco mais devagar.

Liderando a segunda metade da tabela, Clear Card não só foi a sequência que queríamos como foi a que merecíamos. Qualquer fã da garota mágica de Tomoeda deveria voltar a sua infância de TV Globinho e assistir essa continuação. Acabou em aberto? Acabou. Deixou todo mundo com raiva e com gostinho de quero mais? Deixou. Mas a jornada vale, e não é só pela nostalgia.

IRODUKU e Chio’s School Road, quinto e quarto lugares… Mantiveram sua excelente qualidade do início ao fim, e creio que os seus respectivos Primeiras Impressões possam responder por mim.

Inaugurando o pódio, Asobi Asobase foi a coisa mais idiota que eu vi no ano, e justamente por isso merece tantos elogios. Como vocês podem ver, boa parte do meu ranking foi preenchido por comédias… Eu adoro comédias, de todos os tipos e formas. Se você gosta de comédia, sinceramente, qualquer uma das que foram citadas aqui irá te apetecer, basta escolher seu tempero. E o tempero de Asobi Asobase é o pior de todos. E isso o torna um dos melhores. É o macarrão com feijão do ano. E embora eu deteste a combinação… Ah, vocês entenderam.

O mesmo vale para Magical Girl Ore. A postagem explica bem do que se trata, mas não faz jus à qualidade. Acredito cegamente que a obra concluída é no mínimo dez vezes pior (ou melhor, você que sabe) do que eu passei.

Mas, apesar de tudo… Quem realmente levou o caneco foi o dito cujo: O maldito animê com um dos piores nomes localizados que eu já vi, Bunny Girl. Achei simplesmente sensacional como o autor conseguiu fazer um drama adolescente ser tão interessante. Como comentei no Primeiras Impressões… Ele usa de um bode expiatório que hoje eu percebo ser duplo: É tanto pra trazer o sobrenatural pro mundano, como pra fazer o mundano se tornar mais interessante, graças ao sobrenatural.
O desgraçado é um gênio.

Redator: Pedro Ladino

Bom, como já citado pelo Vini, 2018 se mostrou um ano excelente para animes, é claro que tivemos algumas bombas, mas no geral, foi um ótimo ano. Minha lista terá ao todo 11 animes, pois eu realmente não conseguir tirar, ainda que o primeiro das menções honrosas realmente valia a pena estar lá.

11 – Cells at Work! (Assista em: Crunchyroll)

Começando a lista com um dos animes mais educativos que eu já tive o prazer de assistir. Cells at Work! é simplesmente uma das surpresas do ano. É bem produzido, e possui um ótimo timing cômico, e consegue ser pesado quando precisa. O episódio 12, sendo mais específico, trouxe um tom totalmente inesperado para o anime, trazendo medo, agonia e incômodo.

10 – WotaKoi: Love is Hard for Otaku (Assista em: Amazon Prime Video)

Apesar de possuir uma produção feita com troco de pão, WotaKoi é uma ótima comédia romântica sobre otakus. O show de referências e as piadas são um show a parte. O timing cômico é excelente. Além de ter uma das melhores aberturas do ano.

09 – Zombie Land Saga (Assista em: Crunchyroll)

Idols, e tudo relacionados a elas, nunca me chamaram a atenção, tanto pelo estilo, quanto pelas controvérsias relacionadas a esse mundo. Para um anime que não possuía nem sinopse quando estreou, Zombie Land Saga foi a maior surpresa do ano para a minha pessoa. Desde o primeiro ao último episódio, o anime conseguiu me tirar risadas o tempo todo. Mas não é só na comédia que o anime se sustenta, ele possui críticas à esse mundo, qualquer um que saiba um pouco sobre o quanto nojento é o cotidiano das Idols. As músicas são ótimas também e o Koutarou é o melhor personagem masculino do ano.

08 – Asobi Asobase – workshop of fun – (Assista em: Crunchyroll)

Ainda que algumas piadas não funcionem, as personagens e as situações de Asobi Asobase são o ponto alto do anime, as dubladoras mandaram muito bem, em especial Hina Kino, que interpretou a Hanako. A mudança na voz é bastante natural e as reações são ótimas.

07 – Hinamatsuri (Assistam em: Crunchyroll)

E o melhor anime de drama do ano vai para… uma comédia?  Ainda que seja um anime de comédia, a parte que mais me conquistou em Hinamatsuri foi a parte dramática estrelada pela personagem Anzu. Eu chorei assistindo, que personagem! As partes de comédia com a Hina são bem legais também, ainda que algumas piadas sejam previsíveis, mas o anime vale pela Anzu.

06 – Megalo Box (Asssista em: Crunchyroll)

Homenagem a Ashita no Joe (que eu não assisti e nem li, ME DESCULPEM), e é fantástico. Mesmo com uma produção limitada, o anime conseguiu passar a sua mensagem de forma sensacional. Ainda que o Boxe mova a trama, Megalo Box não é necessariamente um anime de luta. A estética noventista de Megalo Box faz ele passar um tom de clássico, além de uma trilha sonora fenomenal, e que foi parar até no Spotify.

05 – After the Rain (Assista em: Amazon Prime Video)

A primeira vista, conhecendo o Japão como ele é, After the Rain possui uma sinopse que faz qualquer um pensar: isso vai dar merda. Mas, graças a Deus, esse anime é MARAVILHOSO. Que personagens, que produção, até perdoo o WitStudio por ter “estragado” The Ancient Magus Bride, e por favor, que lancem o mangá por aqui.

04 – Shoujo Kageki Revue Starlight (Assista em: Hidive)

E aqui está o motivo para que essa lista tenha 11 obras e não 10, como de costume. Minha lista já estava praticamente fechada quando, por motivos paralelos a Torre, eu comecei a assistir. Starlight já estava na minha lista fazia um tempo, mas por causa dos atrasos do Hidive em colocar legendas em PT-BR, eu acabei deixando de lado para assistir quando acabasse, no entanto, esqueci. E meu Deus, que anime ein? A mensagem que ele trás é ótima, como crítica ao show business. Além de possuir as melhores cenas de lutas do ano. BANANICE BEST GIRL.

03 – Lupin III – Part 5 (Assista em: Crunchyroll)

Aqui um anime que eu nunca pensei que assistiria, até descobrir que poderia assistir individualmente cada série de Lupin III. Para um primeiro contato com a franquia, não poderia ter sido melhor. Essa nova parte trás mini-arcos de 4 episódios que se juntam no final, e é incrível. Lupin é um excelente personagem, que funciona mesmo você só sabendo o básico sobre ele: é um ladrão, o maior de todos. Assistam Lupin III!

02 – Devilman Crybaby (Assista em: Netflix)

Quando você começa o ano com uma obra de arte chamada Devilman Crybaby, pode apostar que o resto dele será sensacional. Produção, trilha sonora e porrada no coração, só assistam. Devilman Crybaby se tornou um clássico instantaneamente, Masaaki Yuasa, eu te amo. O final mais sincero possível.

01 – SSSS.Gridman (Assista em: Crunchyroll dos Estados Unidos)

E chegamos ao anime que eu considero o melhor de 2018. Até Outubro eu considerava Devilman Crybaby imbatível. Mas sempre podemos contar com a Trigger, não é mesmo? (shiu, fica quieto ai Darling in the Franxx)

A direção de Gridman é espetacular, a ausência de trilha sonora em diversas partes acaba trazendo uma imersão e agonia. E só Deus sabe o quanto eu gritei com as cenas de luta, enlouqueci criando teorias e perdi o folego com Gridman. E o final… incrível, somente isso.

00 – Sangatsu no Lion S2 (Assista em: Crunchyroll)

VOU ROUBAR MESMO. Sangatsu no Lion para mim é o anime da década, e que todos deveriam assistir. O anime começou em 2017, mas temporada se encerrou esse ano. O arco do bulliyng tratado nessa segunda temporada é pesadíssimo e  me deixou passando mal, ao ponto de ter que pausar os episódios a cada cena filha da puta. O segundo arco é espetacular, e explora mais personagens do anime. Assistam Sangatsu no Lion, é sério.

Menções Honrosas:

A Place Further than the UniverseCaptain TsubasaSaiki Kusuo no Psi-nan S2Yuru Camp, Grand BluePlanet WithRun with the WindJoJo’s Bizarre Adventure PT. 5: Vento Aureo.

Redator: Luiz Alex Butkeivicz

10 – Darling in the Franxx (Assista em: Crunchyroll)

Apesar do final apressado e decepcionante, Darling in the Franxx fez jus ao seu sucesso inicial e apesar dos pesares ainda é uma obra interessante e aproveitável até o episódio 18.

9 – Violet Evergarden (Assista em: Netflix)

A aguardada adaptação da novel de mesmo nome escrita por Akatsuki Kana foi um misto de decepções com expectativas elevadas com base nos livros, e deleite com com as maravilhas visuais e sonoras de encher os olhos. Violet Evergarden ganha um lugar nessa lista pela sua excelência técnica e fidelidade à essência da história original, apesar das mudanças.

8 – Cells at Work! (Assista em: Crunchyroll)

Uma das grandes surpresas de 2018 e do estúdio David Production, foi o anime original Cells at Work que se excedeu pela excelente temática e execução na animação em CG. Cells at Work com seu leque de personas das células do corpo humano entregou uma temática genuína e refrescante, se tornando um clássico; aquele anime do corpo humano.

7 – After the Rain (Assista em: Amazon Prime Video)

A intensidade do brilho não dita a duração ou a beleza da chama. Koi wa Ameagiri foi anunciado com uma sinopse controversa e de interesse dúbio, mas demonstrou sua beleza sem chamar muita atenção. Uma beleza memorável que marcou um grande romance de 2018.

6 – That Time I Got Reincarnated as a Slime (Assista em: Crunchyroll)

Desde Sword Art Online e Daimachi, o gênero isekai ficou saturado com dezenas de animes genéricos toda temporada. That Time I Got Reincarnated as a Slime seguindo a mesma nota de KonoSuba, torna o gênero interessante novamente ao colocar o protagonista na pele de uma singela amoeba, transformando o que antes seria um clichê inexpressivo em uma comédia de expectativas além da fantasias shounen.

5 – Pop Team Epic (Assista em: Crunchyroll)

Você tem que ter um QI muito baixo para entender Pop Team Epic. Com uma proposta de adaptar tiras de 4 painéis, a realização desse anime foi uma afronta à Deus. Pop Team Epic se destacou pela qualidade humorística absurda que personificou tudo que simboliza o humor memético da internet.

4 – Lupin III – Part 5 (Assista em: Crunchyroll)

Sempre que uma nova série é anunciada há a certeza de qualidade está por vir. A parte 5 da adaptação de Lupin continua com o ascendentes nível de qualidade já estabelecidos nos filmes clássicos e especialmente no anime de 2015. Lupin III: Part 5 não é apenas um doce para os fãs de longa data como também uma porta de entrada para novos espectadores.

3 – Zombie Land Saga (Assista em: Crunchyroll)

Juntando zumbis e idols, Zombieland Saga reformula o padrão imposto por Idolmasters e Love Live! e trás uma nova vida ao gênero. Zombieland Saga deu a luz a Kotarou Tatsumi (info do dublador aqui), o melhor personagem do ano que definiu o sucesso desse grupo de idols e desse anime.

2 – Devilman Crybaby (Assista em: Netflix)

Após 45 anos a obra prima de Go Nagai finalmente teve a adaptação que merecia através da Netflix, apresentando a obra para toda uma nova geração. Devilman Crybaby permanece fiel ao original da melhor forma possível além de apresentar diversas referências ao original e aos OVAs. Fiz um texto dedicado ao anime, onde me expresso melhor sobre ele.

1 – Megalo Box (Asssista em: Crunchyroll)

A comemoração do aniversário de 50 anos de Ashita no Joe, fez jus ao nome de uma dos clássicos dos animes de boxe e se consagrou como um dos melhores do ano. Fazendo uma releitura de personagens e trazendo  a história para um cenário mais moderno, Megalobox reviveu o espírito dos grandes personagens que Ashita no Joe nos apresentou pela primeira vez há 50 anos. Sem uma animação impecável, mas com uma proposta direta e impactante, um estilo mais simples e sujo e uma trilha sonora memorável, Megalobox marcou este ano se tornou apenas uma marca à ser seguida por animes do gênero, como também um eterno clássico.

E esses foram os animes que consideramos os melhores de 2018, e que 2019 seja tão promissor quanto.