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Vertigo | DC Comics voltará com o selo em 2018

A DC Comics anunciou durante a New York Comic Con 2017 que o selo Vertigo vai retornar com força total ano que vem. Mais precisamente em 8 de agosto, quando a linha completa 25 anos. A revelação foi feita por Jim Lee, Publisher da editora, juntamente com o editor-chefe Dan DiDio.

“O que está acontecendo com a Vertigo?” fez a pergunta DiDio durante o painel. “Posso assegurar para os fãs que o nosso compromisso e convicção na linha nunca foi tão forte”. Na San Diego Comic Con desse ano, a DC Comics já tinha divulgado um vídeo especial celebrando os 25 anos da Vertigo.

 

A Vertigo foi lançada em 1993 com a proposta de dar uma linha mais adulta ao mundo dos quadrinhos. Então diversas HQs foram lançadas e ser tornaram clássicas e arrebatando sucesso de público e crítica conquistando muitos prêmios. Quando chegou o ano de 2010 a linha passou a publicar quadrinhos autorais que não faziam parte do mesmo universo. Alguns personagens como John Constantine e Sandman passaram a integrar o universo regular da DC Comics.

Graças aos atrasos das edições originais e os diversos relançamentos, essa mudança não foi muito sentida aqui no Brasil. O que manteve a linha como “regular” por aqui.

Hellblazer, Sandman e Preacher se tornaram HQs com sucesso de crítica e público, marcando história na Vertigo.

Apesar de não falarem mais detalhes, Lee e DiDio, resumiram que tem três grandes nomes criativos envolvidos no momento no retorno da Vertigo. Do misterioso trio, um já trabalhou na linha no passado e os outros dois irão estrear. O retorno está sendo liderado por Mark Doyle, que recentemente foi nomeado editor-executivo da editora.

Agora só nos resta esperar ansiosamente para dia 8 de agosto de 2018. Fique conectado na Torre de Vigilância para mais detalhes sobre a Vertigo.

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Quadrinho francês do Elric de Melniboné chega ao Brasil pela Mythos

A criação máxima de Michael Moorcock, Elric de Melniboné, possuiu algumas adaptações em quadrinhos ao longo dos anos. A mais famosa e elogiada, produzida na França e publicada pela editora Glénat, é tida por Moorcock como “a versão mais perfeita de Elric“, e esta adaptação está chegando ao Brasil pela Mythos Editora.

Em meio a traições, feitiços e espadas mágicas, acontece uma luta acirrada pelo poder. Elric, o imperador albino criado por Michael Moorcock deve enfrentar seu primo Yyrkoon pelo controle do reino de Melniboné. E além de todos os perigos e armadilhas, os dois vão ter que lidar com as manipulações de Arioch, Senhor do Caos e Duque dos Infernos Abissais!

Elric: O Trono de Rubi traz um dos personagens mais importantes do gênero “espada e feitiçaria”, inaugurando a nova linha de quadrinhos da Mythos: o selo Gold Edition, em formato diferenciado!

A edição nacional irá compilar os dois volumes publicados na França até o momento, O Trono de Rubi (2013) e Stormbringer (2014). O terceiro volume, O Lobo Branco, foi lançado na França somente este ano, sem maiores previsões para uma quarta edição. A edição nacional inclui um pôster especial de 68 cm x 104 cm para clientes da Amazon e Saraiva.

Elric: O Trono de Rubi possui 124 páginas encadernadas em capa dura e formato 32 x 24 cm, e o preço de capa sugerido é R$ 84,90. Clique aqui para garantir sua edição com desconto na pré-venda da Amazon.

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Análise | Marvel vs. Capcom: Infinite

Marvel vs. Capcom: Infinite foi escolhido para dar o ponta pé inicial a franquia de luta mais caótica, na geração atual dos consoles e PCs.

Seria compreensível que depois do sucesso de Street Fighter V, a Capcom trazer uma novidade e uma melhoria na franquia Marvel vs. Capcom. A companhia japonesa tentou capitalizar seus investimentos apoiados no enorme sucesso que os filmes da Marvel (MCU) estão tendo nos cinemas, mas acabou deixando de lado pontos cruciais que todos admiravam nos jogos anteriores da série.

Marvel vs. Capcom: Infinite é visivelmente mais lento e menos frenético do que seus antecessores. Durante o combate você nota claramente um andar pouco ágil que se contrapõe com os movimentos de ataques e combos ultravelozes. Você não vai arremessar inimigos no ar, persegui-los, bater neles enquanto estão no chão, ao mesmo tempo que troca de personagem para em seguida, continua a investida, como você fazia em Marvel vs Capcom 3. Você poderá chamar seus aliados para dar assistenciais em ataques, mas as lutas em Infinite são mais fundamentadas, e o jogo se caracteriza como um clássico 1×1 em alguns momentos, se diferenciando muito das batalhas caóticas dos antigos jogos da franquia. Isso não é necessariamente uma coisa ruim, mas também não é o que os fãs esperaram.

As Jóias do Infinito são a grande novidade da jogabilidade. Antes de cada combate você tem a opção de escolher uma das seis Jóias do Infinito. Cada uma delas possui dois efeitos diferentes, o Infinity Surge e o Infinity Storm. O Infinity Surge pode ser usado a qualquer momento, enquanto o Infinity Storm está dependente da barra de ativação e só pode ser usado quando essa barra estiver com a carga em 50%. As Pedras têm vários efeitos, como aumentar o carregamento do super ataque, ressuscitar companheiros, aumentar a velocidade de deslocação ou até prender o adversário numa área restrita. Tudo isso ajuda na mecânica da batalha, já que com essas variantes mesmo com uma equipe formada pelos mesmos personagens, o jogador não ficará preso aos mesmos combos e poderá minar o adversário.

Além dessa nova variante na jogabilidade, Marvel vs Capcom: Infinite também apresenta uma série de movimentos básicos de combate escaláveis, aqui a depender da sua estratégia de luta, você pode optar por Soco Fraco, Soco Moderado, e Soco Forte, além de Chute Fraco, Chute Médio e Chute Forte, todas essas variações para auxiliar em seus combos. Na verdade, vários combos são universais em toda a lista de personagens, justamente pelo fato de que não é tão fácil no Infinite tirar os movimentos legais e específicos do personagem no meio da batalha, como era nos jogos anteriores, e isso faz com que os lutadores, infelizmente, não demonstrem tanta emoção ao realizar certas ações in game.

Embora os botões de golpes não variem muito de lutador para lutador, a tática varia bastante. Não há dois personagens “iguais”. Se você está jogando como o pequeno Rocket Raccoon ou com Hulk, você sentirá a diferença imediatamente. E, claro, isso vai mudar a maneira como você joga. Você não pode apenas apressar um oponente e tentar derruba-lo com um personagem lento e pesado como Thanos, e optar por uma Jóias do Infinito para compensar o seu curto alcance, ou utilizar um personagem ágil como o Strider que não tem ataques tão efetivos.

O problema que incomoda em Marvel vs Capcom: Infinite é exatamente o que ele propõe. O jogo com um título que mistura dois universos acaba deixando o crossover extremamente raso. O que acaba influenciando no modo história.

A história é útil, mas falta um senso de drama ou gravidade. Ele também dá aos personagens da Marvel um tratamento da estrela enquanto rejeitam os heróis da Capcom deixando-os como simples sidekicks; ajudantes. Quase todas as ações são conduzidas ou decididas por um personagem da Marvel, como o Capitão América ou o Homem de Ferro, enquanto alguem da Capcom fará pouco mais do que animar seus companheiros de equipe. Jedah da franquia Darkstalkers é uma das exceções agradáveis, pois ele interpreta um dos principais antagonistas do jogo.

A escolha de personagens é outro aspecto criticável. É compreensível o fato de não haver nenhum X-Men por aqui, é uma disputa por popularidade que está além dos games, nos cinemas, a Marvel muito mais interessada em promover os personagens do seu estúdio, do que os X-Men, o Quarteto Fantástico e Deadpool que estão com os direitos de produção nas mãos da FOX. Do lado a Capcom decidiu excluir personagens como Wesker, Akuma, Trish e Viewtiful Joe, e optar por incluir Arthur e Spencer parece um pouco sem sentido.

O visual dos personagens não são atraentes, se assemelham ao que vimos na demo que foi lançado no início deste ano, apenas Chun Li recebeu uma atualização no visual. Aqueles que usam armaduras ou roupas de corpo inteiro parecem mais os robôs de Ultron do que humanos, enquanto os que possuem a pele a mostra se parecem com cascas sem alma. As texturas e sombras realistas, combinadas com cores e ambientes altamente saturados, acaba deixando a visão um pouco desconfortável. É menos incômodo no meio de uma briga, uma vez que os lutadores contrastam bem com os estágios do jogo, mas a introdução e as cenas de vitória acabam dando pesadelos em vez de euforia pela conquista.

Marvel vs Capcom: Infinite é um jogo bem construído, mecanicamente incrível. Em nenhum momento ele é desleixado quando falamos de jogabilidade nem se quer impreciso, mas é só isso. Nada de um jogo de outro mundo, pouco emocionante. Há uma falta de delicadeza com a apresentação dos personagens, e em relação a direção artística por trás do cel-shaded e o tom supersaturado do game.

Em seu gênero, Infinite é perfeitamente adequado, mesmo divergindo significativamente da fórmula estabelecida pela franquia. Tem núcleo sólido de ideias, e as Jóias do Infinito fazem as lutas serem bem mais técnicas, do que simplesmente apertar botões freneticamente. Se ao menos não precisasse atender às expectativas estabelecidas por seus excelentes antecessores Marvel vs Capcom: Infinite seria o melhor.

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Quadrinhos

Panini relança Marvels de Kurt Busiek e Alex Ross

Já está disponível na Amazon o relançamento de Marvels da editora Panini. A minissérie escrita por Kurt Busiek e ilustrada por Alex Ross, que visa mostrar os super-heróis da Marvel na visão das pessoas comuns, foi a primeira HQ longa ilustrada por Ross e receberá nesta edição um novo acabamento gráfico. Confira detalhes abaixo.

Dentro do Universo Marvel, heróis como o Homem-Aranha se balançam de telhado em telhado enquanto os Vingadores voam bem alto nos céus. Essas figuras, abençoadas com fantásticas habilidades sobre-humanas, estão sempre prontas a combater os vilões que ameaçam seu mundo. Contudo, vivendo à sombra desses ícones extraordinários existem homens e mulheres que veem as “Maravilhas” com um misto de medo, descrença, inveja e admiração. Entre eles está Phil Sheldon, um fotojornalista nova-iorquino que dedicou sua carreira a cobrir os feitos desses superseres e seu impacto na humanidade.

Uma visão histórica e ricamente pintada de todo o Universo Marvel, Marvels cobre desde a primeira aparição do Tocha Humana, em 1939, até a temível chegada do devorador de mundos, Galactus, culminando com a chocante morte de Gwen Stacy, o primeiro amor do Homem-Aranha. Embora essas histórias possam ser familiares para os fãs da Marvel, elas jamais foram relatadas desta maneira: não pela perspectiva do herói, mas pelos olhos do homem comum chamado Phil Sheldon.

Colecionando incontáveis elogios de críticos, fãs e colegas de profissão, a série recebeu as maiores honrarias da indústria com três prêmios Eisner em 1994. Nesta edição o encadernado está reunindo todas quatro edições da série original – mais a história do Tocha Humana publicada em Marvels 0, notas de produção, o livro de esboços de Ross e bastidores da produção. A capa foi escolhida pelos fãs na fanpage da Panini no Facebook.

Marvels chega às livrarias contendo 240 páginas encadernadas em capa dura e formato 17 x 26 cm e o preço de capa sugerido é R$ 65,00. Não deixe passar este relançamento imperdível. Clique aqui para garantir sua edição.

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Anime Cultura Japonesa Pagode Japonês

Gamers! | Uma agradável surpresa

Meu plano inicial para Gamers! era fazer um texto de Primeiras Impressões, no entanto elas não foram muito boas. Isso porque o primeiro episódio do anime é bem mediano. Ele se utiliza de todos os clichês possíveis de um anime sobre clube escolar e os joga na tela.

Então por que Gamers! seria “uma agradável surpresa”?

Pois no final do primeiro episódio, o anime simplesmente revira todos esses clichês e acaba surpreendendo o telespectador. A resposta que Amano (o nosso protagonista) dá a Tendou é bem anticlímax. Você acaba querendo ver o que acontece em seguida, e então o anime te pega.

Amano, o protagonista clichézão que surpreende.

A partir do segundo episódio, Gamers! entra em uma evolução constante, é um episódio melhor do que o outro. O diretor conseguiu ter um excelente timing cômico, as cenas dos mal-entendidos são hilárias, além das ótimas piadas sobre games em si (principalmente as do último episódio). Como não li a Light Novel de Gamers!, não consigo saber quais piadas foram adicionadas pelo diretor. Mas uma coisa é certa: as facetas dos personagens com certeza foram obras dele.

“Desu Desu”. Chiaki best girl.

A animação de Gamers! é bem inconstante, existem episódios bem animados e uns que são porcamente mal animados. Mas como se trata de uma comédia, ter uma animação bem constante não é bem uma prioridade.

O episódio 12 funciona mais como um OVA do que uma continuação da história em si, mas certamente é divertido demais. As piadas sobre DLCs são sensacionais.

E não! Gamers! não é um anime de fanservice, mas por algum motivo, tanto as capas das Light Novels, quanto os endcards dos episódios são recheados deles. Eu realmente queria saber o motivo disso. Um dos poucos momentos em que tivemos um mínimo de fanservice foi no episódio 12, que como eu falei, é mais um OVA do que um episódio do anime.

Apesar de Tsuredure Children ter sido o melhor anime dessa temporada de Verão (antes que venham reclamar, ainda não assisti Made in Abyss), Gamers! acabou me divertindo muito mais.

Gamers! não é um anime que possui uma história impressionante, nem piadas geniais como Gintama e muito menos personagens altamente desenvolvidos, mas é uma diversão honesta para o que se propõe e com certeza foi a surpresa da temporada.

Gamers! ficou em primeiro lugar como o anime mais visto na Crunchyroll na América do Sul.

Ainda não foram divulgados os números de vendas de Gamers!, mas a previsão delas, assim como a maioria dos animes dessa temporada, não estão lá muito boas. Vamos torcer para que venda o bastante para que possa garantir uma segunda temporada.

Os doze episódios de Gamers! estão disponíveis com legendas em português pela Crunchyroll.

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Tela Quente

Kingsman: O Círculo Dourado é a boa e velha ação sem originalidade

Kingsman: O Círculo Dourado é a primeira continuação no currículo de Matthew Vaughn. A essência de toda a história da agência de espiões está nas mãos do diretor em seu jeito único de contá-la utilizando os mesmos elementos, narrativos e técnicos, do antecessor. Tudo é levado a uma escala maior, desde o divertimento até o próprio conflito, os personagens são mais carismáticos e próximos ao público, mas este novo filme demonstra um déficit na originalidade e um desgaste na direção de Vaughn.

Matthew Vaughn sabe fazer cenas de ação como ninguém. Exerce planos sequência com maestria, mescla cenas e cenários com os efeitos visuais, alterna entre planos gerais e planos mais fechados e deixa a trilha sonora altíssima para criar uma violência agradável aos olhos e ouvidos. Não há novidades aqui, o diretor aperta o botão “automático” e produz as mesmas cenas que já tínhamos visto antes. Apesar de suas boas ideias pautadas no exagero, não há uma sequência que aborde novos elementos que ainda não foram usados. O que mais chama atenção é, logo nos minutos iniciais, uma perseguição no melhor estilo Velozes e Furiosos, que nos conecta novamente com o universo e aos personagens principais.

Eggsy (Taron Egerton) e Merlin (Mark Strong) estão de volta e muito mais interessantes do que no primeiro. A química entre os atores evoluiu, os diálogos apresentam contrastes interessantes diante do amadurecimento de Merlin e das transformações na vida pessoal e profissional de Eggsy. Na trama principal, ambos são obrigados a encontrarem a filial americana, chamada Statesman, depois da destruição completa da Kingsman pela a organização criminosa Círculo Dourado, comandada por Juliane Moore.

Depois de todo o glamour britânico, entramos em território americano. A agência Statesman reúne um elenco de grande calibre, que tem um potencial desperdiçado. Jeff Bridges interpreta Champagne, uma interpretação parecida com a de Michael Caine, mas que quase não aparece na telona. Channing Tatum e Halle Berry também estão apagados, a participação de ambos é esquecível e servem mais como promessas para futuras sequências. Pedro Pascal é o único que se salva, o roteiro o requisita bastante, deixando-o confortável no papel. Seu desfecho não é o dos melhores, mas totalmente cabível com o que vai se construindo.

Juliane Moore é a antagonista principal da continuação. Interpreta Poppy, uma empresária desconhecida mundialmente que infecta vários tipos de drogas com um veneno mortal. Os planos e a própria atuação de Moore remetem a Samuel L. Jackson. A atriz não é tão presente e interessante como o ex-vilão Valentine, não exala nenhuma ameaça séria e, rapidamente, acaba caindo no clichê do próprio gênero. Os temas mais polêmicos e as cutucadas conhecidas de Vaughn estão relacionados à vilã, o presidente dos EUA e o combate contra as drogas são uma forma do diretor se expressar e tecer várias críticas em forma de ironia, deixando Poppy deslocada entre elas.

Passando pela Statesman até a vilã, o personagem que mais se destaca pela construção evolutiva do arco só podia ser Harry Hart. Colin Firth protagonizou O Serviço Secreto e ganhou a empatia do espectador.  Seu retorno não foi surpresa para ninguém, já que o marketing do filme estragou uma bombástica revelação em potencial. A justificativa para o seu retorno não atrapalha o background do agente. Todo o aprofundamento no psicológico do herói até o seu firme retorno é o ponto alto da história. Após essa fase de transição, Harry domina grande parte do filme para si mesmo.

Com a ação no automático e os personagens estabelecidos, o entretenimento é garantido pelo divertimento durante a sessão, mas como obra cinematográfica, essa continuação apresenta mais do mesmo, sem originalidade, além de alguns retrocessos. Soluções rasas e previsíveis, falas clichês e desfechos de subtramas preguiçosos. O timing cômico também incomoda (Elton John que o diga.). As piadas não funcionam e são excessivas, estragando completamente a seriedade de algumas partes. O uso da palavra fuck em metade das frases perde o impacto depois da terceira vez… O descompromisso com a lógica é aceitável até este atingir o roteiro e criar desequilíbrio na história longa e repetitiva.

Kingsman: O Círculo Dourado prova que Vaughn devia ter parado em O Serviço  Secreto. A sequência é divertida e funciona como um decente filme de ação, além de apresentar ótimas relações entre os personagens. Só que todos nós já vimos isso anteriormente, e o que seria uma excelente continuação, só ficou na mediocridade da boa continuação com várias oportunidades desperdiçadas, deixando no ar promessas empolgantes para o futuro da franquia.

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Cultura Japonesa Mangá

Light novel de Re:Zero da NewPOP Editora já está em pré-venda

A série de light novels do fenômeno mundial Re:Zero está chegando ao Brasil pela NewPOP Editora. A saga de Subaru Natsuki terá início com o primeiro volume da franquia, que carrega o subtítulo Começando Uma Vida em Outro Mundo, e já se encontra disponível em pré-venda na Amazon. Confira detalhes abaixo.

Subaru Natsuki, um adolescente do ensino médio, é invocado de repente para um outro mundo enquanto voltava de uma loja de conveniência. Essa seria a tão famosa invocação a um outro mundo?! No entanto, ele não encontrou a pessoa que o invocou, foi atacado por ladrões e correu risco de vida. Quem o salvou foi uma misteriosa e bela garota de cabelos prateados acompanhada de um espírito de um gato. Com o pretexto de retribuir o favor, Subaru ajuda a garota a procurar um objeto que perdeu. Contudo, quando finalmente eles encontram uma pista do que procuram, os dois são atacados por alguém e acabam morrendo… ao menos, era o que Subaru achava, até perceber que estava de volta ao mesmo lugar onde havia sido invocado pela primeira vez nesse mundo.

A série chega ao Brasil com duas capas, a comum e a capa variante, inaugurando também o selo NewPOP Novels que estará presente em futuras publicações da editora. O texto é de Tappei Nagatsuki e as ilustrações são de Shinichirou Otsuka.

O anime de Re:Zero foi produzido pelo estúdio White Fox, com direção de Masaharu Watanabe (Wakaba Girl, The Melancholy of Haruhi Suzumiya) e design de personagens por Kyuta Sakai (Steins;Gate, Sankarea: Undying Love, Humanity Has Declined).

Re:Zero: Começando Uma Vida em Outro Mundo – Livro Um possui 416 páginas encadernadas em formato 15 x 11 cm e o preço de capa sugerido é R$ 26,90. Clique aqui para garantir sua edição na pré-venda da Amazon.

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Detective Comics Quadrinhos

A Vertigo NÃO morreu: conheça as melhores séries modernas do selo

Em dezembro de 2012, a grande Karen Berger anunciou que estaria deixando, em março de 2013, seu cargo na Vertigo, selo da DC Comics criado por ela mesma em 1993 com o objetivo de contar histórias em quadrinhos mais adultas, para um público diferenciado que talvez buscasse algo mais maduro que os super-heróis. Hoje, a Image Comics é a principal alternativa dos fãs e autores quando o assunto é criar quadrinhos autorais nos EUA, tendo roubado o posto dominante da Vertigo.

Para muitos, a saída de Berger do cargo de editora-chefe marcou o início do fim do selo. Berger foi a responsável pelo desenvolvimento dos títulos mais clássicos, trabalhando com autores como Peter Milligan, Grant Morrison, Neil Gaiman e Alan Moore para a DC, revitalizando personagens e criando novas séries, como Sandman, Hellblazer, Monstro do PântanoHomem-Animal, Patrulha do DestinoShade O Homem Mutável e Orquídea Negra. Inicialmente o selo Vertigo ainda não existia, e a primeira série publicada sob ele foi Morte, de Neil Gaiman e Chris Bachalo.

A primeira leva de títulos da Vertigo trouxe mais séries fantásticas: Enigma, Kid Eternidade, Sandman: Teatro do Mistério, Sebastian O, Livros da Magia e outras. No final dos anos 90/começo dos anos 2000, séries foram canceladas e mais novidades aclamadas pela crítica surgiram: 100 Balas, Y: O Último Homem, Lúcifer, Os Invisíveis, Preacher, ZDM, Transmetropolitan e Fábulas são as principais. Muitas destas séries duraram até os “anos 2010”, quando outras novidades aclamadas já haviam surgido, como Sweet Tooth, iZombie, Joe O Bárbaro e Vampiro Americano.

É claro que durante esse longo período de 20 anos sob a tutela de Karen Berger, a Vertigo também publicou alguns fracassos e séries de qualidade questionáveis, mas no geral o saldo sempre foi positivo. A partir de 2012, com a reformulação da DC Entertainment, decisões polêmicas foram tomadas: John Constantine e Monstro do Pântano passaram a integrar o universo regular da DC, algumas séries foram canceladas e parecia haver uma escassez de novas ideias, especialmente por conta das brigas da editora com alguns dos autores.

A saída de Berger do posto de editora-chefe, passando o bastão para Shelly Bond, preocupou muitas pessoas com os rumos que a Warner Bros. estaria dando para a Vertigo. Atualmente, Mark Doyle é o editor-chefe. Acima de tudo, obviamente, é importante lembrar que SIM, existem séries de boa qualidade sendo publicadas pela Vertigo nos últimos anos, sejam elas curtas ou longas. O nível pode não ser o mesmo dos tempos áureos, mas existem boas ideias e algumas delas até chegaram ao Brasil recentemente, lançadas pela editora Panini.

Confira abaixo uma pequena lista contendo indicações de quadrinhos (séries e minisséries) da Vertigo produzidos apenas a partir de 2013:

Trillium

O aclamado autor Jeff Lemire (DescenderO Soldador Subaquático, Arqueiro Verde, Condado de Essex, Sweet Tooth) produziu para a Vertigo, entre 2013 e 2014, sua minissérie em oito partes chamada Trillium. Com cores de José Villarrubia, Trillium conta a história de um caso de amor inter-dimensional com viagem no tempo, entre um casal de períodos diferentes: William Pike, um veterano da Primeira Guerra Mundial perdido nos templos Incas do Peru em 1921, e Nika Temsmith, uma botânica do ano 3797. Separados por milhares de anos, a história de amor destes dois personagens ameaça o continuum espaço-tempo. Lemire possui longa carreira na DC Comics, e Trillium foi sua terceira série para a Vertigo, recebendo muitos elogios.

O Xerife da Babilônia

Não é de hoje que Tom King é altamente elogiado por fãs e críticos ao redor do mundo. Suas séries (Batman, Visão, Omega Men, Grayson) possuem roteiros acima da média se comparados a qualquer série continuada, cheias de novas ideias, e O Xerife da Babilônia é talvez sua melhor publicação até hoje. A história se passa em Bagdá, em 2003, e o reinado de Saddam Hussein acabou. Os americanos estão no comando e ninguém está no controle. O ex-policial e agora prestador de serviço contratado pelos militares Christopher Henry sabe disso melhor do que ninguém e está no país para treinar a nova força policial iraquiana. Um de seus recrutas é assassinado, e com a autoridade civil em frangalhos e corpos entulhando as ruas, Chris é a única pessoa realmente interessada em descobrir o culpado pelo crime – e a motivação por trás do ato. A série durou doze edições, indo de dezembro de 2015 a novembro de 2016, e a arte é de Mitch Gerads. Possivelmente, este é o título que pode ser chamado de novo clássico da Vertigo.

A Realeza: Mestres da Guerra

De Rob Williams, Simon Coleby e J. D. Mettler, A Realeza: Mestres da Guerra chegou recentemente ao Brasil mas foi publicada nos EUA em 2014, contendo seis edições. A história é simples mas eficiente: por muitos séculos, famílias reais governaram o mundo. O direito divino deles de comandarem o povo manifestou-se não por meio de coroas e tronos, mas também na forma de fantásticos e mortíferos superpoderes contra os quais exército algum seria capaz de fazer frente. Enfrentando algumas revoluções, as pessoas de sangue real juraram não usar seus poderes em batalha novamente, até estourar a Segunda Guerra Mundial e os votos de isenção serem testados até os limites. A Realeza é competente em mostrar dever e responsabilidade entrando em conflito, e entrega uma história fechada divertida e envolvente, com ótimas ilustrações.

DPF: Departamento de Polícia da Física

A física se deturpou. Falhas na gravidade, arcos entrópicos e buracos de minhoca ambulantes viraram regra. E isso nem é mais notícia. Agora, o cara mais desnorteado do Departamento de Polícia da Física (que trabalha reparando estas falhas), o Agente Adam Hardy, está prestes a lembrar – do modo difícil – o que o levou a entrar no departamento. Criada por Simon Oliver, Robbi Rodriguez e Rico Renzi, a série DPF (lá fora, FBP) teve início em julho de 2013 e soma muitos elementos científicos com arte fascinante e desenvolvimento ótimo, tendo se destacado com boa qualidade ao longo de exatas vinte e quatro edições, criada logo após a saída de Karen Berger do cargo de editora-chefe da Vertigo. No Brasil a série foi compilada em quatro encadernados pela editora Panini, lançados entre 2016 e 2017.

Art Ops: Agentes da Arte

Prevista para ser lançada no Brasil em breve, a série Art Ops: Agentes da Arte teve início nos EUA em 2015, com roteiros de Shaun Simon e arte do famoso Mike Allred (que para a Vertigo também criou iZombie). A trama é uma loucura, mas também é muito simples: obras de arte criam vida e saem de seus quadros, e cabe a Reggie Riot e aos agentes da Art Operatives o papel de rastreá-las antes que criem caos ao redor do mundo. Entretanto, alguns mistérios sobre o passado de Reggie podem influenciar sua habilidade de interagir com essas obras de arte…

Jacked

A minissérie em seis edições, Jacked, que foi publicada entre 2015 e 2016, funciona como uma visão moderna sobre o gênero dos super-heróis. Criada por Eric Kripke (o criador de Supernatural), em parceria com John Higgins (Hellblazer) e Glenn Fabry (Preacher), a história narra a saga de Josh Jaffe – um homem de família neurótico passando por crise de meia-idade -, que compra uma “pílula de inteligência” para aumentar seu foco e ajudá-lo a sair dessa fossa. Mas para a surpresa de Josh, a pílula lhe concede força e poderes, sendo em contraparte extremamente viciante. Brutal e realística, Jacked é uma visão bem moderna sobre os heróis, e sendo limitada e direto ao ponto, destacou-se como uma das séries mais elogiadas da Vertigo moderna.

Clean Room

De Gail Simone e Jon Davis-Hunt, Clean Room conta uma história cheia de elementos fantásticos, de assassinatos a monstros demoníacos, que circundam a misteriosa guru de uma gigantesca empresa, Astrid Mueller. Figura poderosa na indústria, da psicologia à religião, todos os mistérios que envolvem os planos de Mueller são explorados ao longo das dezoito edições da série, que encerram a Fase Um deste título. O passado de Astrid é revelado aos poucos, e as misteriosas Entidades malévolas possuem grandes planos para o mundo. Clean Room começou a ser publicada em 2015, e o final da série foi lançado em abril de 2017, totalizando três encadernados e permanecendo inédita no Brasil.

A Vertigo também começou sua expansão para a TV nos últimos anos, com as estreias de iZombie, Lucifer e Preacher, e a pré-produção de outros sucessos da editora, como Escalpo e Unfollow. Os quadrinhos seguem sendo lançados normalmente, com títulos como Astro City, Imaginary Friends, American Way e Savage Things, e a DC criou outro selo diferenciado, o Young Animal, com foco para um novo público com faixa etária variada.

É claro que a Era de Ouro da Vertigo já ficou no passado, porém algumas histórias merecem ser conferidas, especialmente as que entregam materiais de maior qualidade que muitos gibis lançados regularmente nos EUA. E obviamente todos ficam na torcida para que a aclamada Vertigo um dia retorne com maestria ao posto que já assumiu, superando com folga toda a concorrência.

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Séries

Satúrnia da Legião dos Super-Heróis irá aparecer em Supergirl

A terceira temporada de Supergirl acaba de ganhar uma importante adição para sua trama: Satúrnia, da Legião dos Super-Heróis.

A personagem será interpretada pela atriz britânica Amy Jackson. Definida para ser recorrente, Irma Ardeen (como também é conhecida) será uma heroína gentil, inteligente e de grande vontade para ajudar aqueles que precisam. Ela nasceu em Titã, uma das luas de Saturno e chegará na Terra para ajudar Supergirl a combater uma das maiores ameaças.

Primeira aparição da Legião.

Nos quadrinhos, sua primeira aparição foi Adventure Comics #247. Na trama, Satúrnia é um dos membros-fundadores da Legião. Nasceu em Titã, uma das luas de Saturno, onde todos são telepatas, sendo ela uma das mais poderosas. Viajando numa nave para a Terra, conheceu dois passageiros especiais e jovens como ela: Relâmpago (Garth Ranzz, com quem se casaria mais tarde) e Cósmico. No fim da viajem, o trio salvou a vida do bilionário R. J. Brand, que, impressionado com a atuação dos garotos, resolveu uni-los sob sua tutela como a Legião dos Super-Heróis.

A série da Supergirl retorna em 9 de outubro pela emissora The CW.

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Quadrinhos

Wolverine | Logan original está de volta em Marvel Legacy

Ele é melhor naquilo que faz, e agora ele vai voltar. Sim querido leitor, o mutante mais marrento e querido do Universo Marvel vai dar as caras nos quadrinhos, e é a versão original. James “Logan” Howlett ainda está com uma das Pedras do Infinito. A revelação foi feita pela editora para o site comicbook.com. Confira a primeira imagem abaixo:

“Sim, Logan está de volta dos mortos”, disse o editor-chefe da Marvel Axel Alonso. “Depois de três anos do Universo Marvel sem Logan, ele está de volta, para a alegria dos fãs e com as garras prontas para a ação. E não é o mesmo universo de quando ele partiu. Como ele vai reagir? E, além disso, responder por que ele voltou ou apenas como ele conseguiu a Pedra do Infinito faz parte de uma história fascinante que será revelada em breve, e em alguns lugares incomuns.”

O personagem está morto desde a minissérie A Morte do Wolverine (2014) de Charles Soule e Steve McNiven. Então Laura Kinney, a X-23, assumiu o manto e o codinome. Depois da segunda versão de Guerras Secretas (2015), o Velho Logan chegou ao universo regular da editora e estava suprindo até então a ausência.

Marvel Legacy #1 será um one-shot de 50 páginas de Jason Aaron e Esad Ribic. Saiba mais detalhes AQUI.