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Panini lança MPH de Mark Millar, série da Image sobre supervelocidade

Continuando as publicações do selo Millarworld, da mente criativa Mark Millar, a editora Panini está lançando em setembro o encadernado capa dura da minissérie MPH, publicada originalmente pela Image Comics. Confira detalhes abaixo.

Uma pílula que confere o poder da supervelocidade! Roscoe só sonhava com uma vida melhor do que a que leva em Detroit. Mas uma transação que dá errado acaba levando o jovem para trás das grades. Na prisão, após provar uma droga chamada MPH, Roscoe obtém o dom a supervelocidade! Agora que finalmente tem condições de viver o sonho americano, será que ele vai fazer a coisa certa? De Mark Millar, o escritor de Kick-Ass, e Duncan Fegredo, o desenhista de Hellboy, uma eletrizante aventura que mostra a hipervelocidade como você nunca viu!

A minissérie MPH foi publicada entre 2014 e 2015, completa em cinco edições lançadas nos EUA pela Image Comics. As pretensões de Millar para com esta série são de criar uma espécie de “novo universo de quadrinhos“, planejando outras “quatro ou cinco séries” que podem partilhar o mesmo mundo, criando assim algo como “a Marvel ou DC do século 21.

Millar é o roteirista por trás de outros grandes sucessos autorais como Kick-Ass, Kingsman: Serviço Secreto, Superior, SupercrooksO Legado de Júpiter e Nêmesis (todos publicados no Brasil pela Panini) e Wanted: O Procurado (Mythos Editora). Recentemente a Netflix comprou a Millarworld, o selo criado por Mark Millar para publicar suas histórias. Outras séries de sua autoria já foram ou ainda estão sendo adaptadas para o cinema.

MPH possui 136 páginas encadernadas em capa dura e formato 26 x 17 cm e o preço de capa sugerido é R$ 56,00. Clique aqui para reservar seu encadernado na pré-venda da Amazon com 15% de desconto e preço mais baixo garantido.

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Mãe!, uma obra definitiva da humanidade

Atualmente na internet, inclusive em vídeos e posts direcionados ao debate da sétima arte, há uma expressão que aparece nas escritas e nas falas destes: “este é um filme feito para pensar”. Infelizmente, com a degradação da indústria cinematográfica de arte para produto, a expressão se transformou em um gênero. A consequência foi a divisão concreta entre o entretenimento tosco e a “obra artística”, que engloba os próprios filmes, diretores e artistas em geral. Se pegarem o nome de Darren Aronofsky no meio dessa discussão, provavelmente haverá discórdias, principalmente pela interpretação individual de cada espectador. Com seu novo filme Mãe!, talvez o tema e sua perspectiva não agradem a todos novamente, mas não há como negar que é uma obra artística, o que todos os filmes devem ser.

Aronofsky é um diretor de grandes qualidades técnicas e até emocionais. Provas concretas disso são os filmes: Réquiem para um Sonho (2000), Cisne Negro (2010) e O Lutador (2008), que se usa da técnica para atingir a emoção. Veja como ele utiliza seus planos fechados, close-ups em Réquiem para um Sonho, que funcionam na demonstração do vício de cada personagem. A câmera giratória que se envolve à personagem de Natalie Portman, captando seu desenvolvimento e suas batalhas internas em Cisne Negro. Ou até mesmo a câmera por trás das costas de Mickey Rourke, representando as discrepâncias profissionais vividas pelo lutador.

Já em Mãe!, Aronofsky, com suas habilidades mais apuradas como nunca, se permite abusar dos planos fechados, close-ups e dos planos detalhe para construir a protagonista interpretada por Jennifer Lawrence. Há um uso tão excessivo, que toda a experiência se torna claustrofóbica, tanto para a personagem quanto para o espectador. O diretor traz uma parte da conexão emocional por meio das câmeras, até os planos sequência que acompanham a movimentação dos atores buscam trazer uma ambientação incômoda. Como parte da trama, os planos ainda são muito relevantes, pois com um olho atento e uma leve interpretação, dá para entender conceitos apresentados de primeira.

Conceitos que são a raiz de todo o longa, se tornam poesia no audiovisual. A junção da montagem com a sonorização, além dos símbolos e metáforas que ocupam grande parte do roteiro, transformam Mãe! em uma jornada angustiante para entender a questão central. Há uma quantidade enorme de conceitos que são introduzidos nos primeiros frames e que se passarem despercebidos, influenciarão na interpretação final. Cada detalhe, seja em uma ação ou diálogo, ajudam na construção imaginativa e no entendimento metafórico da história.

Para ajudar no engrandecer do tormento, há as interpretações incríveis (já esperadas) de Jennifer Lawrence  e Javier Bardem. Ambos experientes no ramo, os atores demonstram uma química muito natural, porém com psicológicos extremamente distintos. Enquanto Lawrence parece sofrer constantemente e querer debater todos os acontecimentos, Bardem, apesar de frustrado por sua falta de inspiração para escrever seus livros, demonstra tranquilidade, serenidade e controle nas cenas. Trabalhos grandiosos para papéis grandiosos. Já Ed Warren e Michelle Pfeiffer parecem os opostos dos dois, contracenando incrivelmente com o casal.

É importante salientar que não há como comentar a história, já que qualquer citação pode estragar as surpresas e descobertas que este filme nos proporciona. Porém, vale citar o nervosismo acompanhado da emoção ao assistir Mãe!. A calma do primeiro ato não condiz com a exaltação do último, surpreende pelas reviravoltas ocasionais, os desfechos dos personagens e pelos momentos que beiram o absurdo, mas com um senso realístico apurado. Os sentimentos se fundem ao longo do desenvolvimento, tornando a experiência memorável.

Uma trama envolvendo religiosidade e política, nada convencional, para discutir fatos sociais através dos simbolismos metafóricos e do charme poético provocado por Darren Aronofsky prova que Mãe! é uma das maiores surpresas do ano, que além de não ser só a obra definitiva do diretor, se mostra uma obra definitiva da humanidade. Basta conferir para entender e refletir.

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DC Comics recebe prêmio pelo compromisso de inclusão LGBT

A GLSEN (Gay, Lesbian, and Straight Entertainment Network) anunciou seus planos de presentear a DC Comics com um prêmio pela diversidade em suas mídias. O Visionary Award mencionado seria dado pelo “compromisso em contar histórias diversificadas.”

A entrega do prêmio fará parte da cerimônia GLSEN’s Respect Awards que será realizada no dia 20 de outubro no Beverly Wilshire Hotel em Los Angeles. “Os super-heróis possuem uma posição poderosa na cultura popular. Igualmente poderosa é a oportunidade do público jovem LGBTQ poder ver semelhantes em nosso mundo, e a DC permite exatamente isso“, disse a Diretora Executiva da GLSEN, Eliza Byard, em entrevista ao The Hollywood Reporter. “O comprometimento da DC em representar personagens LGBTQ em todas as suas mídias é incrivelmente importante e empoderador.

A GLSEN apontou especificamente a Batwoman como “a primeira super-heroína lésbica como líder de quadrinhos” e a Batgirl Alysia Yeoh como “primeira personagem trans.” Também foram mencionados o Meia-Noite, Mulher-Gato e Renee Montoya, a Questão. Além dos quadrinhos, algumas séries do canal CW foram citadas, sendo elas Arrow, Supergirl e Legends of Tomorrow.  A série Gotham também recebeu comentários positivos na entrevista dada por Eliza Byard.

Na DC estamos comprometidos em contar histórias que refletem e inspiram nossos públicos diversificados e estamos empolgados para celebrar com os estudantes e ativistas LGBTQ de todo o país“, disse Diane Nelson, a Presidente da DC Entertainment.

Além do prêmio de respeito para a DC, a atriz Kerry Washington receberá o Inspiration Award e Zendaya levará o Gamechanger AwardBruce Bozzi foi nomeado para o Champion Award. Para maiores informações, clique aqui.

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Confira os lançamentos e pré-vendas da Editora Nemo

A Editora Nemo está lançando entre os meses de setembro e outubro novas HQs com temas diversos, de autobiografias à jornalismo. Confira abaixo algumas das novidades recém-lançadas ou disponíveis em pré-venda!

Rosalie Lightning

Esta história é o belíssimo memorial do cartunista Tom Hart, já indicado ao Prêmio Eisner 2017, sobre a morte prematura de sua pequena filha Rosalie. As ilustrações comoventes atingem em cheio qualquer leitor e nos conduzem na jornada da família de Hart após sua perda. Com a expressão gráfica que representa como ele e sua esposa buscaram sentido na esteira da morte de Rosalie, o autor explora os temas do luto, da desesperança, do renascimento e, por fim, da redescoberta da esperança.

Hart retrata com criatividade o conforto que encontra na natureza, na filosofia, nas grandes obras literárias e na arte de todas as mídias neste tributo expressivamente sincero e amável a sua garotinha. Rosalie Lightning é uma obra-prima gráfica que registra como o amor de um pai nunca há de morrer.

Rosalie Lightning possui 272 páginas encadernadas em formato 23,8 x 17 cm e o preço de capa sugerido é R$ 49,80. Clique aqui para garantir sua edição com 20% de desconto.

O Melhor que Podíamos Fazer

Esta é uma história sobre a busca por um futuro melhor e saudosismo pelo passado. Explorando a angústia da imigração e os efeitos duradouros que o deslocamento tem sobre uma criança, a artista Thi Bui documenta a difícil fuga de sua família após a queda do Vietnã do Sul, na década de 1970, e as dificuldades que enfrentaram para construir uma nova realidade. O Melhor que Podíamos Fazer traz à vida a jornada de Thi Bui em busca de compreensão e fornece inspiração a todos aqueles que anseiam por um futuro melhor enquanto recordam o passado de privações.

O Melhor que Podíamos Fazer possui 336 páginas encadernadas em formato 24 x 17 cm e o preço de capa sugerido é R$ 64,90. Clique aqui para conferir a pré-venda com 15% de desconto.

Kobane Calling: Ou como fui parar no meio da Guerra na Síria

Viajando como enviado de um jornal, o quadrinista italiano Zerocalcare atravessa os confins da Turquia, do Iraque e do Curdistão Sírio para chegar à cidade de Kobani ao encontro do exército de mulheres curdas, que luta contra o avanço do Estado Islâmico. A partir dessa viagem, Zerocalcare produz uma reportagem de sinceridade pungente, um testemunho indispensável e perturbador que transmite a complexidade e as contradições de uma guerra muitas vezes simplificada pela mídia internacional e pelos discursos políticos. Tudo isso com um tom inimitável, extremamente bem-humorado e ao mesmo tempo tocante – a linguagem e o universo de um autor que sabe como ninguém representar as pessoas, o cotidiano, os medos e as aspirações de sua geração.

Blogueiro e autor de quadrinhos com viés autobiográfico, Zerocalcare é um fenômeno editorial de um sucesso sem precedentes na história dos quadrinhos italianos, pronto para conquistar o mundo.

Kobane Calling possui 272 páginas encadernadas em formato 24 x 17 cm e o preço de capa sugerido é R$ 49,80. Clique aqui para conferir a pré-venda com 19% de desconto.

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Revista da Mulher-Maravilha trará o retorno de Darkseid

Conforme noticiado aqui, James Robinson assumirá os roteiros de Mulher-Maravilha na edição 31 da revista com o arco: The Children of Gods. A história explorará Jason, o irmão de Diana, revelado em Guerra Darkseid. Uma das solicitações de dezembro da revista indica que veremos o retorno de um dos maiores vilões do Universo DC: Darkseid. Atualmente, O Senhor de Apokolips é um bebê e apareceu recentemente em DC Universe: Rebirth e Dark Nights Metal #2. Confira a capa da edição:

Capa de Bryan Hitch

“Mulher-Maravilha #36

Children of the Gods parte quatro. Capturada pela filha de Darkseid, Diana se encontra acorrentada e à mercê do Senhor de Apokolips. Quando Darkseid começa a roubar seus poderes para sua ascensão à divindade, um aliado inesperado surge para enfrentar o Deus do Mal.”

“Mulher-Maravilha #37

Children of the Gods parte cinco. Enquanto a Mulher-Maravilha luta bravamente contra Darkseid, ele deve escolher entre salvar as vidas que pendem no equilíbrio, ou acabar com a ameaça para sempre.”

O Renascimento já está sendo publicado no Brasil pela editora Panini. Para saber sobre tudo o que acontece na Editora das Lendas, fique ligado na Torre de Vigilância.

 

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Quadrinhos

Conan: O Conquistador está disponível com exclusividade na Amazon

Encontra-se em pré-venda exclusiva na Amazon o segundo volume da coleção Conan: Edição Histórica, que entrega materiais clássicos do personagem em formato de luxo para colecionadores, lançamento da Mythos Editora. Saiba detalhes abaixo.

Prepare-se para ser novamente envolvido em uma eletrizante sequência de aventuras, que mostram desde o início de um turbulento reinado até o casamento do Gigante de Bronze! Depois do sucesso absoluto de Conan: O Libertador, a Mythos Books contempla seus estimados leitores com outro espetacular lançamento: CONAN: O CONQUISTADOR!

Nestas 440 páginas transbordantes de emoções e fantasia, os excelentes roteiros de Roy Thomas foram ricamente ilustrados por alguns dos maiores talentos da nona arte: John Buscema, Gil Kane, Frank Brunner, Vicente Alcazar e Ernie Chan. Seja você um leal escudeiro do bárbaro criado por Robert E. Howard, ou até mesmo o mais rigoroso fã de quadrinhos de alto nível, é uma obra que não pode faltar na sua coleção.

A Coleção Histórica do Conan retornou ao catálogo da editora através de venda exclusiva na Amazon, que viabilizou a continuidade do material graças ao sucesso de vendas. Os encadernados desta coleção possuem formato especial (32,6 x 24,6 cm) e acabamento luxuoso.

Conan: O Conquistador possui 440 páginas encadernadas em capa dura e o preço sugerido é R$ 179,90. Clique aqui para conferir a edição com 29% de desconto na Amazon.

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Gameplay Games

Análise | Destiny 2

Se você espera que Destiny 2 seja um jogo parecido com o primeiro, você está redondamente enganado, mas é quase impossível afirmar isso sem jogar. Em um olhar superficial, tudo parece ser o mesmo, embora com um detalhe e uma vitalidade um pouco melhores. Missões de campanha, combate, planetas de mundo aberto, eventos, e PvP.

A filosofia e individualidade radicalmente novas de Destiny 2 são apresentadas para o jogador pela primeira vez durante a campanha principal. Onde, no primeiro jogo, tivemos as melhores cenas e combates, dentro de um sistema organizado lindamente e deliciosamente maleável, porém aqui, esse material é apenas o núcleo de algo muito maior. O que temos na campanha de Destiny 2 é quase incomparável, as sequências de lutas, os rastreamentos, tudo ligado de maneira espetacular a narrativa. O jogo ainda faz uso de cutscenes, é claro, à medida que corta um caminho através do mundo aberto multi-planeta de Destiny 2. Mas o que temos aqui também é uma campanha FPS digna de grandes jogos do estilo.

A campanha de Destiny 2 pode ser comparada como um grande jogo de Halo, basicamente. Enquanto esperávamos uma nova remessa de armas, com qualidades de armas de fogo dinâmicas, emergentes, exemplificadas no primeiro Destiny para tocar o verdadeiro terror, temos em Destiny 2, na verdade, uma sequela. Trazida para a vida vibrante através de muitas evoluções agressivas e atualizadas para tipos de inimigos, comportamentos de AI e design de armas cada vez mais imaginativo e de forma mais livre, o combate central de Destiny 2 é uma experiência constantemente surpreendente, exigente e emocionante, mesmo se você gastou mais de 800 horas com o primeiro jogo. Agora a campanha tem uma ambição muito maior, em todas as áreas, uma experiência fascinante e às vezes vertiginosa.

As últimas horas da campanha em particular revelam uma gloriosa antecipação do perigo.. Se você precisa de uma lembrança de pôr que a Bungie é um estúdio tão importante, a campanha do Destiny 2 lhe traz a resposta. Infelizmente não do jeito que gostaríamos, com as vantagens narrativas que o estúdio acumulou ao longo de três anos, Destiny 2, entrega uma história de imediatismo total com um fundo dramático momentâneo, capaz de eletrificar os fãs de longo prazo sem deixarem os recém-chegados fora da festa. Poderíamos ter uma melhor elaboração, mas o que temos em mãos não decepciona.

Mas, para deixar bem claro, este jogo é o caminho para um mundo mais amplo de Destiny. Temos aqui um mundo completamente mais humano, direto, confiável e imersivo do que nunca antes. Isto é Destiny evoluindo para algo novo, através de uma combinação de foco e dedicação, com uma expansão e construção consistentemente e simples.

O Universo Destiny é algo fora do comum, como se agora todas as locações fossem um lugar real, que vive, respira e importa. Novos jogadores encontrarão um universo fantástico para explorar. Para os Guardiões mais velhos, a evolução será uma experiência inicialmente estranha, mas uma aventura digna de Destiny.

Destiny 2 é um jogo tão vasto que seus componentes individuais deveriam ser uma pequena bagunça, entretanto, o triunfo do Destiny 2 vem do fato de serem muito bem organizadas. Enquanto a campanha é focalizada em apresentar a realidade do jogo com admiração, ele rapidamente derrete e dissemina sua influência em todo o mundo aberto. Densa com uma série não linear de missões e histórias spin-off e, posteriormente, quests de vários estágios, o mundo que Destiny 2 constrói em torno de sua campanha realmente oferece o sonho de um projeto desenvolvido, como um híbrido de RPG / FPS.

Apesar de se espalhar por quatro planetas menores e autônomos, em vez de um mapa vasto, a riqueza do mundo de Destiny 2 combina as opções e a liberdade de exploração de um Far Cry com a estrutura de sidequests, de forma livre junto a uma narrativa no estilo Witcher . Mas tão bom quanto a amplitude e a profundidade do mundo é o seu espírito, o que garante que suas experiências venham sem hierarquia. Destiny 2 tem um mundo de experiências muito diferentes, organicamente ligadas, e assegura que todas elas sejam recebidas pelo jogador de forma a agregar na gameplay, tanto em momentos imediatos como em jornadas de longo prazo.

A maneira como Destiny 2 revela seu propósito, é o produto de uma repensação transformadora. Construindo firmemente o mundo em torno de sua campanha, ele introduz em silêncio sua maior escala e possibilidades para novos jogadores e antigos, enquanto mantém indicações sérias de um jogo RPG de longo prazo até o final da campanha. Todas as coisas de grande imagem e as muitas formas diferentes de abordá-lo, Destiny 2 se sai bem, colocando cada elemento em uma narrativa lógica fora de disparar e garantindo que ele só aparece no momento exato em que o jogador está pronto para abraçá-lo.

VEREDITO:

O que temos em mãos não é Destiny. É algo novo. Algo maior, mais inteligente, mais rico e muito, muito melhor. É a ideia de Destiny evoluida e elevada em algo que nunca foi antes. Destiny está livre. É o destino realmente permitido viver. Como sempre afirmando que o priemiro jogo tinha potencial para crescer e melhorar. Desta vez, não há necessidade. Destiny 2 já é muito mais do que imaginamos que seria. Destiny 2 é o sonho do FPS-RPG com uma riqueza, um calor e uma benevolência mental que apenas sendo jogada poderá ser verdadeiramente entendida.

Destiny 2 está disponível para PlayStation 4, Xbox One, e Microsoft Windows.

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Cinema

Liga da Justiça | Ezra Miller confirma que Flash não usará o icônico anel dos quadrinhos

De longe, Ezra é o ator mais empolgado para mostrar aos seus fãs a sua versão cinematográfica do Velocista Escarlate. Por conta disso, sempre o vemos bastante feliz em entrevistas e já ganhou a simpatia do público pelo material lançado até agora de Liga da Justiça ou até anteriormente, quando apareceu em Batman vs Superman e Esquadrão Suicida.

Numa entrevista recente para o EW, Miller falou sobre a ausência do importante acessório usado por sua contraparte nos gibis.

”Posso confirmar, alerta de spoiler, que seu uniforme não estará saindo pelo anel durante o filme. As coisas precisam progredir, sabe? O Barry Allen original era claramente um cientista incrivelmente inteligente. Nós reconhecemos e respeitamos isso.”

Ele acrescenta em tom de brincadeira: ”Queremos pedir desculpas aos fãs que estão loucos com o lance do anel.”

Para finalizar, Ezra Miller provocou a possibilidade de outros elementos da mitologia do personagem aparecerem neste atual universo da DC nos cinemas.

”Eu sei que o anel é a coisa mais legal do Universo DC. Foi um pouco difícil para nós usarmos nesta versão deste universo atualmente. Fique com a gente! Teremos outras coisas legais.”

Liga da Justiça será lançado em 16 de novembro deste ano.

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Detective Comics Quadrinhos

Juiz Dredd: os acontecimentos que levaram ao Dia do Caos

Dia do Caos, saga mais importante do Juiz Dredd dos últimos anos, está sendo lançada no Brasil no mês de setembro. Convergindo acontecimentos importantes de sagas posteriores, Day of Chaos (no original) foi um ponto de virada importantíssimo para a mitologia do Juiz, onde John Wagner (seu criador) alterou todo o status quo de Mega-City Um. Mais quais seriam os principais fatores que levaram à saga? Confira todos os detalhes abaixo!

Conforme explicado no Guia de Leitura do Juiz Dredd, a população de Mega-City Um variou com o passar dos anos e a principal mudança foi de 800 milhões de habitantes para 400 milhões durante a saga Guerra do Apocalipse (inédita no Brasil), onde a contraparte soviética de Mega-Leste Um deu início à uma guerra contra a cidade, e o Juiz Dredd impediu danos ainda mais catastróficos aniquilando a vida de toda a população da cidade inimiga.

Dia do Caos é, acima de tudo, uma sequência direta dos acontecimentos da Guerra do Apocalipse. Os Sovs sobreviventes de Mega-Leste Um buscam vingança pelo evento, que ocorreu nos quadrinhos em 1982, e hão de agir contra a cidade de Dredd das formas mais letais possíveis.

Obviamente, Dia do Caos não se baseia somente na premissa de ser uma sequência da Guerra. Como mostrado na história Origens, Dredd passou a reconsiderar a importância e modo de agir do Sistema Judiciário, com seu pensamento mostrado brilhantemente através de uma narrativa primorosa que explicou os detalhes do passado deste universo, desde o ano de 2031. Em Origens, John Wagner e Carlos Ezquerra também exploram mais sobre a Terra Maldita, abordando o passado do primeiro Juiz-Chefe, Fargo.

Motivado pelas mudanças e tratamento mais humanitário, no arco Mutantes em Mega-City Um diversos acontecimentos levaram à mudanças na posição do Juiz Dredd, até então o Juiz mais respeitado da cidade. Dredd foi o principal atuante na liberação do tratamento pacifista para com os mutantes do deserto nuclear da Terra Maldita, e atraiu a atenção de extremistas receosos do lado dos Juízes e da população. Questionado, prensado contra a parede e submetido à diversas armadilhas, Dredd cai exilado, enquanto há uma nova escolha para Juiz-Chefe da cidade, ao mesmo tempo que o prefeito fora assassinado, permitindo que o maníaco PJ Maybe (disfarçado de Byron Ambrose, simpático político) concorresse às eleições e fosse eleito.

Em Exílio, sequência direta do arco comentado no parágrafo anterior, Dredd está trabalhando na Terra Maldita cuidando dos campos de concentração para mutantes, e os Juízes que arquitetaram sua queda estão regendo Mega-City da forma que bem entendem, com passe livre após a renúncia da Juíza-Chefe Hershey e manipulação por trás do novo Juiz-Chefe, o astro de TV e Juiz do Povo Dan Francisco.

Com a possível queda de Francisco após uma misteriosa doença, Dredd pode tentar assumir (contra sua vontade) a posição de Juiz-Chefe e finalmente derrubar o maior inimigo e arquiteto destes caóticos acontecimentos, Sinfield, ao mesmo tempo que o prefeito PJ Maybe/Byron Ambrose começa a ser investigado, possibilitando sua exposição como assassino serial. Ao final de Exílio (o nome original destes arcos é Tour of Duty), PJ Maybe é sentenciado à prisão perpétua sem condicional, enquanto Sinfield é banido para Titã, a colônia penal para Juízes corrompidos. Dredd volta para as ruas, e Dan Francisco continua na posição de Juiz-Chefe.

Somando e continuando tudo que foi dito anteriormente, Dia do Caos não somente irá explorar mais deste questionamento de Dredd, como também dará uma resposta definitiva às suas dúvidas. As questões morais exploradas previamente recebem seus pontos finais, e o Sistema Judiciário mais do que nunca sofre grandes perdas. A saga, além de utilizar a Guerra do Apocalipse, também marca o retorno dos Juízes Negros, os quatro irmãos do universo paralelo onde “o crime é a vida, e a sentença é a morte.” Para saber tudo sobre os personagens, confira o encadernado Juiz Dredd nas garras do Juiz Morte.

Claro que Origens, Mutantes em Mega-City Um, Exílio e o Dia do Caos também trazem fatos e personagens de outros momentos cronológicos. A leitura de América, por exemplo, acrescenta muito para o entendimento do leitor, bem como o compilado Assassinos Seriais enriquece e apresenta personagens, com destaque especial para o já citado PJ Maybe.

E apesar de caótica como o nome bem sugere, a saga (que é dividida em dois encadernados, A Quarta Facção e Fim de Jogo) chega a ser reconfortante para fãs do Bom Juiz, entregando tudo que há de melhor em suas histórias: tramas envolventes, grandes artistas, texto primoroso e construção cadenciada, recompensando os leitores de longa data que estão seguindo cada passo da vida de Dredd, trazido ao Brasil pela Mythos Editora.

Ao final do Dia do Caos, o mundo realmente não é mais o mesmo, e cabe ao maior Juiz de Mega-City Um a difícil tarefa de aplicar a Lei aos cidadãos ao mesmo tempo que sua amada cidade está morrendo diante de seus olhos.

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Cultura Japonesa Mangá

NewPOP Editora relança mangá clássico de Speed Racer

Publicado em dois volumes entre os anos de 1966 e 1968, Speed Racer: Mach Go Go Go inspirou a criação do clássico desenho animado que marcou gerações, além do filme live-action produzido pelas irmãs Wachowski em 2008. Após alguns anos fora de catálogo, a NewPOP Editora está disponibilizando a reimpressão da coleção, contida no box especial, com venda direta na Amazon. Confira os detalhes abaixo.

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Quem nunca gostou de desenhos animados quando criança? Ou mesmo depois de crescido? Aqueles que tiveram o privilégio de desfrutar sua infância nos anos 70 com certeza sentaram no sofá para ver as emocionantes corridas de Speed Racer no programa do Capitão Aza. Ou mesmo nas décadas seguintes através da televisão ou pelos DVDs. E é com muito orgulho que a NewPOP Editora anuncia mais uma grande novidade. Recheada de aventuras que levarão o leitor dos montes mais altos até profundos desfiladeiros, do deserto mais árido até os mais monstruosos vulcões.

Repleta de histórias divertidas com muita ação e velocidade, em que veremos o audaz protagonista Speed Racer no controle de seu carro Mach-5 enfrentando diversos inimigos, desvendando grandes mistérios e, como se não bastasse, com o sonho de se tornar o melhor piloto do mundo. Durante seus inúmeros desafios, Speed terá a ajuda de sua corajosa namorada Trixie, de seu irmão atrapalhado Gorducho com o macaquinho Zequinha, de Pops Racer – seu enérgico pai e do misterioso Corredor X, no controle do carro número 9, o Shooting Star.

Originalmente chamada Mach Go Go Go, a série enfocava as aventuras do jovem Go Mifune (batizado assim em homenagem ao então mega-astro Toshiro Mifune, que, no mesmo ano do lançamento da série, interpretava o personagem Izo Yamura no filme Grand Prix, de John Frankenheimer, sobre os bastidores do automobilismo).

A fórmula era simples e misturava corrida e aventura, sob influência dos filmes de James Bond e, como bom quadrinho japonês de sucesso, não tardou a ganhar as telas de televisão: em 2 de Abril de 1967, começou a ser exibida sua série animada, que teria 52 episódios – e faria história no Japão e no resto do mundo, onde foi rebatizado pelo inesquecível nome de Speed Racer.

Speed Racer: Mach Go Go Go possui dois volumes, totalizando 624 páginas encadernadas em formato 21 x 16 cm, em edição de colecionador com box especial, ao preço de R$ 65,00.