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Cultura Japonesa Mangá

Mangá de Legend of Zelda chega às bancas e livrarias de todo o Brasil

Está chegando ao Brasil em lançamento da Panini o famoso mangá da série The Legend of Zelda, adaptado primeiramente por Akira Himekawa, que marca sua estreia com a história Ocarina of Time. Confira detalhes abaixo.

Link é um jovem da floresta que vê seu lar em perigo e parte em uma jornada para deter um rei maligno e salvar o reino de Hyrule! Para completar sua missão, ele terá que encontrar a princesa Zelda e ajudar outros povos para reunir a Triforce e restabelecer o equilíbrio do mundo!

Esta edição luxuosa, apelidada de Perfect Edition, marca um novo padrão de qualidade para os mangás da editora Panini, com volumes de quase 400 páginas e hot stamp aplicado em muitos detalhes de capa e lombada, além de acompanhar um marcador de páginas de brinde.

Confira nosso dossiê de raças inteligentes do universo de Zelda clicando aqui.

A coleção é composta por cinco volumes que adaptam diferentes jogos de Zelda, sendo eles: Ocarina of Time, Majora’s Mask, Oracle of Seasons, Oracle of Ages, Four Swords, The Minish Cap, A Link to The Past e Phantom Hourglass.

The Legend of Zelda: Ocarina of Time contém 384 páginas encadernadas em formato 20,8 x 14,6 cm e capa brochura com orelhas, e o preço sugerido é R$ 29,90. Clique aqui para garantir sua edição na Amazon.

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Séries

Segunda temporada de The Handmaid’s Tale ganha primeira prévia

A série original do canal de streaming Hulu está passando por uma excelente fase, uma vez que garantiu duas vezes o prêmio como Melhor Série Dramática no Globo de Ouro e Critic’s Choice Awards exibidos recentemente. Além disso, a atriz Elizabeth Moss (Offred/June) ganhou nessas duas premiações como Melhor Atriz.

Na tarde deste domingo (14), foi liberado o primeiro trailer do segundo ano do show:

https://www.youtube.com/watch?v=xxQhWrAcQnE&feature=youtu.be

Baseado na obra de Margaret Atwood, The Handmaid’s Tale conta a história na distopia de Gilead, uma sociedade totalitária que foi anteriormente parte dos Estados Unidos. Enfrentando desastres ambientais e uma taxa de natalidade em queda, Gilead é governada por um fundamentalismo religioso que trata as mulheres como propriedade do estado. Como uma das poucas mulheres férteis restantes, Offred é uma serva na casa do comandante, uma das castas de mulheres forçadas à servidão sexual como uma última tentativa desesperada para repovoar um mundo devastado.

The Handmaid’s Tale retorna em abril.

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Cinema Tela Quente

Dentro do cinema: o que realmente deveria importar?

O cheiro de pipoca no ar. As máquinas de refrigerante não param em nenhum momento. Estamos dentro de um cinema. Damos o ingresso para o funcionário, ele analisa e permite nossa entrada. Na sala “da telona” subimos as escadas e passamos por corredores melados, provavelmente pela manteiga da pipoca ou das incontáveis gotas de refrigerantes que, acidentalmente, acabaram caindo no chão. Sentamos naquelas poltronas (às vezes confortáveis) e esticamos as costas. Há uma curta conversa prévia ao início da sessão, falando sobre regras de “boa conduta” dentro do cinema, fofocas, ou até algo relacionado à obra que está prestes a começar. De repente, as luzes se apagam lentamente, um feixe de luz atravessa a cabine de projeção. Os trailers, comerciais e afins começam a aparecer na tela e, finalmente, estamos prontos para ASSISTIRMOS AO FILME?

Qualquer apaixonado pelo cinema, talvez, se relacione com esse breve resumo. Em poucas palavras, eu consigo descrever toda a parte “externa” e física da atividade de ir no cinema. Quem nunca gostou de ir nesse lugar? Para alguns… um santuário. Para outros… um simples local para se passar duas horas, beijar, conversar e curtir com os amigos. E, em relação a esse segundo caso, claramente as redes cinematográficas do nosso país, especificamente, irão usar todos seus recursos possíveis para extrair cada centavo dessas pessoas. Salas XD, IMAX, 3D, D-BOX, 4D, MACRO XE etc… tudo o que for possível e que faça as pessoas se “interagirem” com os filmes e GASTAREM, com certeza estará lá. Infelizmente, com esses objetos externos, o simples material, a parte física da coisa: cadeiras que se mexem, coisas saltando perto de seus olhos, cadeiras que reclinam etc… cria-se uma redoma perigosa, e privam as pessoas de prestigiarem o verdadeiro motivo de estarem nesse lugar, nessa sala, nesse cinema: a arte.

Netflix, Hulu, Amazon e tantos outros serviços de streaming são baratos (em grande parte), rápidos, acessíveis e úteis. A quantidade de filmes e séries que estes serviços produzem, além dos milhares de títulos que são disponibilizados por estes, os tornaram rentáveis dentro do mercado consumidor. Várias pessoas assinam algum tipo de streaming, é bacana ver o interesse de assistir filmes de uma forma mais ágil, porém, ao mesmo tempo, o que torna a assistida uma experiência cinematográfica? Bem, a resposta depende de pessoa por pessoa, tentarei argumentar a minha.

O processo, descrito no primeiro parágrafo, tirando uma frase ou outra, pode, facilmente, ser feito em nossas casas. A pipoca, a cadeira, o sofá, o refrigerante, a tela, o escuro e a conversa prévia. Não teremos o vendedor, os cheiros, a meleca, o som imponente, as regras de convivência, a tela gigante, os trailers e os chatíssimos comerciais. Em suas vantagens e desvantagens, esse processo dentro de casa não se demonstra ruim, pelo contrário, o conforto de sua casa é incomparável e indiscutível. Além disso, você não precisa GASTAR DINHEIRO e consegue assistir inúmeros filmes de uma vez só. E, quando acabar, você não precisará fazer algum comentário, pensar sobre o que acabou de assistir durante a saída pelos corredores do cinema, simplesmente irá fazer um xixi, lavar a louça, dormir etc.

Bom, nos dois casos, assistimos a algum tipo de filme e fomos fazer outra coisa, que pode estar relacionada à atividade ou não. Porém, qual foi o significado de tudo aquilo que aconteceu há alguns minutos atrás? Aonde está a famosa experiência cinematográfica? A resposta é simples: ELA ESTÁ COM VOCÊ.

Parece que estou fazendo uma confusão, mas não. Quando estamos em casa, não gastamos dinheiro, ficamos completamente confortáveis e depois vamos procurar outra coisa para fazer. Quando ficamos sentados numa poltrona que se mexe, 3D incrível, grande parte das pessoas ficaram apenas prestando atenção nisso. Esquecendo do lado mais importante de todo esse processo: o interior.

Filmes, na MINHA perspectiva, são uma das coisas de extrema importância que o mundo artístico pôde nos proporcionar. Filmes são maiores do que os vinte reais que você pagou para assisti-los, melhores do que o simples 3D ou a cadeira vibrante (UAU!). Eles nos deixam um legado, uma mensagem, algo que ficará (pode ser que só por alguns instantes) em nossas cabeças e que durará muito mais do que as coisas supérfluas que fizemos durante aquele processo. Isso que deve ser levado em conta. As lacunas que as obras cinematográficas deixam para serem preenchidas individualmente por nossas visões de mundo, por nossas perspectivas e experiências de vida. A parte interior e psicológica fazem longas se tornarem grandiosos diante de nossos olhos. Claro que há milhares de outros quesitos, teóricos e técnicos, que fazem um filme poder ser bom, ruim, razoável, memorável e grandioso. Mas o meu foco com esse texto é falar sobre o que nós, como espectadores, podemos extrair de um filme. E para conseguirmos sentir a emoção, captar minúcias dentro da história, interpretá-los da melhor maneira possível, só o CINEMA, apenas esse lugar, pode nos auxiliar da forma mais prazerosa e rica possível.

Assistir a um filme na internet, na TV da sala ou em qualquer outro lugar é inteiramente aceitável. Eu faço isso! Eu, como muito de vocês, consigo reconhecer virtudes dos filmes que assisto dentro de casa. Só que o cinema, aquele maldito e incrível lugar, é incomparável. Ignore, por um simples momento, a cadeira vibrante e os aparatos tecnológicos. Olhe para aquela tela de preencher os olhos. Entenda o ambiente em sua volta, as caixas de som pulsando junto a telona. Sério mesmo que você acha que um filme só serve para se divertir, curtir com os amigos, conversar e beijar? TUDO ISSO EM SUA VOLTA TEM UMA RAZÃO! Por que fazem salas e salas, por que esses filmes são reconhecidos nacionalmente e internacionalmente, se só servem para isso?

Porque não são só para isso. Faça esse exercício, olhe para a tela e tente pensar, que seja por dois segundos, o que esse diretor está tentando me mostrar? O que essa história, mesmo que falhe miseravelmente, quer me contar? Ao final, se fazendo essas perguntas, refletindo e até mesmo discutindo sobre esse assunto, não indo fazer outra coisa em sua casa, você saberá o que é a verdadeira experiência cinematográfica.

O valor de assistir, entender, refletir e discutir o cinema é intangível. Está na cabeça de cada um. Não me chame de velho, não fale que eu quero assistir filmes com os irmãos Lumière em uma sala com pianinho, ou que sou 100% tradicional e arcaico. O que eu quero de você, querido leitor, é que entenda o significado de tudo isso para mim e para outras pessoas apaixonadas como eu. Eu assisto 3D, já fui em inúmeras salas VIP, reclinei a cadeira e cometi várias vezes o erro de “conversar baixinho” dentro da sala. Porém, quando eu me direciono para olhar a tela, eu tento me aprofundar no INTERIOR. As coisas EXTERIORES são coisas passageiras, materiais, superficiais, e que não ficarão comigo após a sessão.

Agora, voltaremos ao cinema em breve. Sentiremos o cheiro da pipoca de novo, ouviremos as máquinas soltando líquidos gaseificados atrás de líquidos gaseificados. Veremos novamente o funcionário do cinema, daremos o ingresso. Passaremos, tudo de novo, pelos corredores melados. Nos sentaremos em nossas poltronas, intituladas “às vezes confortáveis”. Conversaremos brevemente e OLHAREMOS para a tela. O feixe de luz passando. Se exibirão trailers, comerciais e afins. E, no final… presenciaremos aquele clima. O ambiente com luzes, som e tela riquíssimos, exteriormente e interiormente falando. As pessoas em volta, comendo suas pipocas e bebendo seus refrigerantes. Reconhecendo a real importância disso tudo: o que passará na tela, o filme, a experiência cinematográfica.

Agora sim, estaremos sempre prontos para ASSISTIRMOS AO FILME. De novo, de novo e de novo outra vez.

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Detective Comics

Sala Imaculada: Concepção Imaculada é aterrorizante e engraçado.

Você gosta de cultos satânicos com atores hollywoodianos e uma boa pitada de horror e humor negro? Sala Imaculada é o quadrinho perfeito para você, seu pervertido. Na trama, acompanhamos a jornalista Chloe Pierce tentando descobrir o motivo do suicídio de seu marido. Coincidentemente, ele estava segurando um livro de auto-ajuda. Tendo ciência disso, ela vai atrás da escritora do livro, Astrid Mueller, para descobrir o que há de tão perturbador por trás da obra e levá-la a justiça.

O roteiro é de Gail Simone, uma escritora muito conhecida no mundo dos quadrinhos pela criação do movimento feminista Mulheres na Geladeira. O primeiro ponto a se destacar no seu modo de escrita, são as personagens. Ela escreve personagens femininas como ninguém. A protagonista, Chloe, é o dobro da Lois Lane, com palavrões, é uma personagem extremamente forte, determinada e humana. Todas as suas limitações são perfeitamente bem apresentadas ao leitor, inclusive a questão da perda. Astrid Mueller, a antagonista, é também outra grande personagem aqui. Ela é fria, calculista e os seus traumas também são bem apresentados, mas ainda existe um ar de mistério em torno da personagem, que deve ser explorado nos próximos volumes.

Sala Imaculada: Astrid Mueller (Esquerda) e Chloe Pierce (Direita)

O segundo ponto a se destacar é a atmosfera e a liberdade da construção do tom aqui. Essa é uma obra aterrorizante, claustrofóbica, sobrenatural e com um senso de humor muito particular aparecendo nas últimas duas edições. É uma mistura extremamente eficiente para tirar o leitor da sua zona de conforto, mas não traumatizá-lo. Esse é outro ponto alto. Talvez o único ponto negativo que o roteiro apresenta neste primeiro volume seja a conclusão do primeiro arco um pouco apressada, acredito que se o primeiro arco tivesse uma edição a mais, algumas ideias apresentadas e encerradas neste volumes, funcionaram melhor.

Essa é a arte menos assustadora de Hunt em Sala Imaculada.
A arte de Jon Davis-Hunt em Sala Imaculada. Não queria chocar vocês, peguei uma bem leve.

A arte é do Jon Davis-Hunt. Ele contribuí muito para essa atmosfera horripilante. Seus traços são extremamente simples e chocam justamente por isso. Existem tantas cenas grotescas dignas de Preacher do Garth Ennis, que você simplesmente não acredita que elas tenham sido representadas de forma tão simples, pois não apresenta podridão, é uma verdadeira quebra de expectativa muito bem-vinda. Além disso, os designs escolhidos para os demônios são extremamente interessantes e funcionam. É possível perceber inspirações em Alien: O Oitavo Passageiro e Lovecraft principalmente.

Recentemente, a editora Panini publicou o primeiro volume de Sala Imaculada em capa-cartão e papel LWC. Um formato bastante acessível ao leitor. Sala Imaculada: Concepção Imaculada é um ótimo início para uma promissora história sobrenatural e bizarra. Listamos outros grandes títulos da Vertigo moderna aqui.

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Séries

Os Fugitivos | Segunda temporada confirmada com 13 episódios

Através de um relatório da Variety, foi revelado que a série teria sido renovada pela Hulu.

Só que agora é oficial: Os Fugitivos retornará para seu segundo ano com o acréscimo de 3 episódios, totalizando assim, 13 episódios.

Os Fugitivos formam um grupo de personagens das histórias em quadrinhos da Marvel Comics que foi criado pela dupla Vaughan e Alphona em 2005, e se tornaram a atração máxima de 2006 no Brasil.

Depois de descobrirem que seus pais eram, na verdade, vilões e que formavam a entidade maléfica denominada Orgulho, Molly Hayes (uma mutante com super-força), Nico Minoru (bruxa dona do Cajado do Absoluto), Karolina Dean (alienígena manipuladora de energias), Gertrude Yorkes, Alex Wilder e Chase Stein resolveram fugir e usar seus dons para acabar com as ideias de seus pais, mas não foi tão fácil assim.

O Season Finale de Fugitivos será exibido nesta terça-feira (09).

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Quadrinhos

Uma Irmã, do francês Bastien Vivès, chega ao Brasil pela Nemo

O premiado autor francês Bastien Vivès retorna às livrarias de todo o Brasil com o lançamento de Uma Irmã pela Editora Nemo. Confira detalhes abaixo.

Ao ter suas férias pacatas transformadas por Hélène, o jovem Antoine passa a viver os dias mais intensos de sua vida, repletos de emoção e receios. De forma sutil, ainda que forte, ele vai descobrindo um universo feminino tão gracioso quanto perturbador. E o que poderia ser apenas mais uma história de verão, se transforma, pelas mãos de Vivés, em uma narrativa apaixonante. Um conto delicado e sensual sobre o despertar de um adolescente que provoca um turbilhão de sentimentos.

Bastien Vivès nasceu em 11 de fevereiro de 1984 e ficou conhecido pelas graphic novels O gosto do cloro (publicada no Brasil pela LeYa) e, posteriormente, por Amitié étroite (Amizade). Graduou-se em Animação pela Gobelins após estudar três anos de Design Gráfico. Iniciou sua carreira em uma oficina de quadrinhos que ajudou a fundar em Paris. Desde então publicou diversos trabalhos, vários deles aclamados pela crítica. Um desenhista em plena evolução, Vivès é um dos principais nomes dos quadrinhos contemporâneos.

O famoso jornal francês Le Monde, comentando sobre Uma Irmã, disse: “Às vezes cru. Também muito sensual. Mas nunca falso, nem no tom nem no desenho, quase minimalista, próximo à abstração.” Vivès já recebeu os prêmios AngoulêmeGrand prix de la critique.

Uma Irmã possui 214 páginas encadernadas em acabamento brochura e formato 24 x 17 cm. O preço sugerido é R$ 47,90. Para garantir sua edição na pré-venda com 17% de desconto, clique aqui.

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Quadrinhos

Encadernados de Conan e Red Sonja são lançados pela Mythos Editora

Entre os lançamentos de dezembro da Mythos Editora estão dois encadernados do Conan com a grandiosa Red Sonja. Com uma história produzida pela Dynamite e outra pela editora Dark Horse, os personagens da Era Hiboriana chegarão às livrarias em breve. Confira detalhes abaixo.

Sonja, a feroz Mulher Demoníaca de espada em punho. Conan, o inabalável bárbaro da Ciméria. Os dois lendários heróis da Era Hiboriana estão mais uma vez reunidos, comandando um exército mercenário formado para combater um feiticeiro maligno. Com espadas na mão e homens leais ao seu lado, Sonja e Conan julgam-se mais do que capazes de derrotar Kal’Ang, um ambicioso herbalista cujo poder reside em experimentos com a Raiz de Sangue… mas mal sabem eles que uma sombra do passado retornou, um inimigo ao mesmo tempo familiar e temível, cujo objetivo secreto nada mais é do que a divindade!

A equipe criativa desta história é composta por Victor Gischler e Roberto Castro.

Red Sonja/Conan: Sangue Divino possui 116 páginas encadernadas em capa dura e formato 26 x 17 cm. O preço sugerido é R$ 54,90. Clique aqui para garantir sua edição com 24% de desconto na pré-venda da Amazon.

Quando Thoth-Amon ameaça nações inteiras com uma devastadora praga, os mais lendários guerreiros unem forças para combater o mago demoníaco. Porém, como se a magia negra e uma incurável moléstia já não fossem armas capazes de aniquilar até mesmo Conan e Sonja, o ardiloso stígio ainda lhes reserva um requinte de crueldade: obrigá-los a travar um duelo até a morte! Neste volume de Conan: A Lenda, a Mythos Books reúne a segunda e inédita minissérie hiboriana produzida pela Dark Horse Comics em parceria com a Dynamite Entertainment: Conan e Sonja!

Gail Simone (Mulher-Maravilha, Batgirl) e Jim Zub (Samurai Jack, Thunderbolts) assinam o eletrizante roteiro, enquanto Dan Panosian (X-Men, Wolverine), Randy Green (Tomb Raider, X-Men versus Vingadores) e Rick Ketcham (Homem-Aranha, Novos X-Men) foram os responsáveis pelo trabalho artístico embelezado pelo premiado colorista Dave Stewart (Hellboy, Conan). Completam esta edição as capas originais e as tiras biográficas de Bob Cano-Duplo, nas quais são retratados episódios marcantes da vida de Robert Ervin Howard, o criador de Conan.

Conan: A Lenda e a Invencível Red Sonja possui 108 páginas encadernadas em capa dura e formato 27,5 x 18,5 cm, com preço sugerido R$ 69,90. Garanta sua edição com 28% de desconto clicando aqui.

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Quadrinhos

Editora Pixel publicará a série Monstress da Image Comics

Indicada ao Eisner e vencedora do Prêmio Hugo, a série Monstress publicada nos EUA pela Image Comics está chegando ao Brasil em lançamento da Editora Pixel. Confira detalhes abaixo.

HQ mais vendida de 2016, com várias indicações ao prêmio Eisner em 2016 e 2017, Monstress conta a história de Maika Halfwolf, uma arcânica mutilada pela guerra, e que esconde um grande poder desconhecido dentro de si. Diante da opressão e do perigo terrível, Maika é caça e caçadora, procurando respostas sobre um passado misterioso.

Em agosto de 2017, Monstress ganhou o Prêmio Hugo para Melhor História Gráfica. A série foi criada por Sana Takeda e Marjorie Liu e faz parte do topo do catálogo de sucessos modernos da Image Comics. Nos EUA foram lançados dois encadernados compilando as primeiras doze edições da revista, e a partir de janeiro de 2018 será lançado um novo arco que começará na 13ª edição.

O universo de Monstress é baseado numa Ásia matriarcal alternativa onde há uma guerra entre duas raças e a personagem principal, Maika, deseja vingar a morte de sua mãe. A protagonista também figura entre as personagens femininas mais bem escritas dos quadrinhos atualmente. O primeiro encadernado compila as seis primeiras edições da série original, publicadas entre novembro de 2015 e maio de 2016.

Monstress: Despertar possui 196 páginas encadernadas em capa dura e formato 25,6 x 16,8 cm. O preço sugerido é R$ 49,90. Garanta sua edição na pré-venda com 19% de desconto clicando aqui.

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Quadrinhos

(Alguns) Quadrinhos Nacionais de 2017 que você deveria conhecer

O ano de 2017 foi de grande destaque no mercado nacional de quadrinhos. Muitas notícias surgindo das grandes marcas como a linha Graphic Novels da MSP, como a divulgação do (fofo) elenco da adaptação para os cinemas da Turma da Mônica, novas editoras e selos surgindo, as editoras investindo tanto em produtos fora do nicho Marvel/DC, trazendo HQs gringas que dificilmente veríamos sendo lançadas aqui no país e o mais legal: lançando com material de qualidade diversos gibis de artistas nacionais. Com excelente qualidade gráfica, ações de marketing em redes sociais e nas feiras especializadas pelo país, HQs digitais que ganharam formatos físico e sem contar o pessoal que vai para o Cartase e no suor e na raça conseguem publicar seu material. Parabéns para todos os envolvidos!

Listamos aqui, algumas HQs que curtimos esse ano. Claro que infelizmente não dá para colocar tudo que vimos/noticiamos/lemos em uma simples matéria. Não é uma lista de melhores do ano, e sim uma forma de compartilhar algumas produções do quadrinho nacional. Vamos tentar ser os mais justos possível!

Peek a Boo: A Masmorra dos Coalas – Alto Astral/Plot! Editorial

Escrita e desenhada pela Psonha, a HQ traz a aventura de Mambay e do vampiro Apolônio contra cogumelos pigmeus zumbis. Sim, isso mesmo! Leitura fácil e bem gostosa, Peek a Boo parece um episódio de A Hora de Aventura nas palmas das mãos, mas sendo um colírio para os olhos.

 


Semilunar – Editora Balão Editorial

Maria é uma menina que sofre de disfemia (gagueira), sendo que ela consegue lidar com essa condição cantando e recitando poesias. A ideia vem de sua mãe, Dolores, uma cantora que nunca conseguiu o sucesso. Maria quer viver de música e tem uma condição tão difícil de lidar, além da mãe, que projeta na filha todos os seus desejos e frustrações. Os roteiros e desenhos são de Camilo Solano. Você pode adquirir seu exemplar no site da editora clicando AQUI.


A Infância do Brasil – AVEC Editora

O quadrinho histórico de José Aguiar, narra seis séculos do nosso país sob o olhar das crianças brasileiras. Sendo um verdadeiro documento do passado, a narrativa viaja da colonização a modernidade, passando pelo período escravagista e industrial. As imagens são de grande destaques na HQ que se assemelha a retratos e pinturas de livros de história que líamos no colégio.


Capitão Feio: Identidade – Panini

Com foco no grande vilão que sempre ronda as aventuras da Turma da Mônica, a HQ dos irmãos Magno e Marcelo Costa, apresenta como um homem sem passado e nem memórias se torna extremamente poderoso e sua relação com a sociedade fica cada vez mais complicada.

 


Demônios da Goetia – Editora Draco

Fechando a “Trilogia de Horror Cósmico”, também chamada de “Trilogia das Cores”, a Draco lançou Demônios da Goetia em Quadrinhos. Assim como os seus sucessores O Rei Amarelo em Quadrinhos e O Despertar do Cthullu em Quadrinhos, um time de artistas, capitaneados pelo editor Raphael Fernandes (o Rei das Costeletas), apresentam oito histórias que mostram como a corrupção humana não tem limites. Toda a trilogia é um presentão!

 


Realezas Urbanas – Alto Astral/Plot! Editorial

Escrita por um time de peso pesados composto por Rebeca Prado, Bianca Nazari, Barbara Morais e Tainan Rocha, Realezas Urbanas é um compilado com três histórias das mais célebres princesas e rainhas dos contos de fadas em meio a reuniões de negócios, a vida moderna e a loucura dos dias de hoje.

 


La Dansarina – Marsupial Editora/Jupati Books

Ganhadora do Troféu HQ Mix 2016 nas categorias Edição Especial Nacional e Roteirista, em La Dansarina de Lillo Parra e Jefferson Costa,  a trama se ambienta em São Paulo durante o ano de 1918, e conta sobre a saga de Petro para enterrar dignamente a sua mãe que faleceu durante um surto de Gripe Espanhola.

 


Gatilho – Independente

Carlos Estefan e Pedro Mauro se unem para contar a história de um caçador de recompensas que chega a uma cidade abandonada em busca de justiça. Mas, para conseguir seu objetivo, terá que enfrentar alguns fantasmas do passado. Para poder adquirir seu exemplar, você pode entrar em contato pelo e-mail: gatilhohq@gmail.com.


Angola Janga – Editora Veneta

A obra de Marcelo D’Salete levou 11 anos para ficar pronta, e se tornou umas das grandes publicações do ano nos quadrinhos nacionais. Angola Janga foi como um reino africano dentro da América do Sul, criada por fugitivos da escravidão, ela cresceu, se organizou e resistiu aos ataques dos militares holandeses e das forças coloniais portuguesas. O seu líder, Zumbi, virou lenda e inspirou a criação do Dia da Consciência Negra.

 


Kombi 95 – Alto Astral/Plot! Editorial

“Anos 90. Regras: Não há regras”. Com o polivalente Thiago Ossostortos no volante, a HQ Kombi 95 faz uma viagem e traz de volta tudo dos anos 90. E quando eu falo tudo é TUDO mesmo! A trama fala sobre um grupo de amigos que investigam a famosa lenda urbana da Kombi que pega crianças, e durante toda a aventura acontecimentos sobre música, comportamento, política, televisão, comidas, modas etc… uma das mais divertidas que li esse ano.

 


A Canção do Cão Negro – AVEC Editora

O segundo volume da excelente série nacional Contos do Cão Negro da dupla Cesar Alcázar e Fred Rubim, traz de volta Anrath, o Cão Negro, comandando o seu próprio navio, ao lado de Aella e Rorik. A trupe parte para uma missão perigosa na Islândia onde vão encontrar com saqueadores vikings e uma criatura mitológica sedutora e mortal.

 


Até o Fim – Geektopia

“Será que a vida simplesmente acaba? Ou o destino vai de acordo com o que cada pessoa acreditou durante toda a vida?” Com essas perguntas sobre a vida pós-morte, o trio Eric Peleias, Gustavo Borges e Michel Ramalho apresentam a lindíssima Até o Fim. Na história, Lilian e seus amigos sofrem um acidente de carro e ela faz um acordo para poder voltar à vida: precisa escolher o destino adequado para a alma de cada um dos seus amigos.

 


A Herança Becker – Zarabatana Books

Marcelo Costa e Magno Costa contam a saga de três irmãos, que após a morte do pai, Hanz Becker, herdam a fortuna, mas também o assassino do pai. Mistério, ódio, medo, dilemas familiares e vingança são os temperos da história.

 


Estudante de Medicina – Editora Veneta

Cynthia B. narra nos quadrinhos toda a sua trajetória no curso de medicina na Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). Novas responsabilidades, uma nova realidade, amizades, relacionamento com a mãe e novos hábitos não tão saudáveis estão na história.

 


Jurados de Morte

A dupla Iramir Araujo e Beto Nicácio trazem duas tramas em preto e branco ambientadas no Sertão do Nordeste Brasileiro. Conforme os próprios autores falam: Jurados de Morte é uma espécie de acerto de contas de personagens marcados pela rudeza daquela região geográfica com seu destino sempre incerto. Informações para adquirir seu exemplar clique AQUI.


Matei meu pai e foi estranho – Marsupial Editora/Jupati Books

Lançada recentemente, a nova HQ de André Diniz conta a história do menino Zaqueu, que nasceu albino de cabelos e pele mais brancos, em meio de uma família morena. Então em meio a dramas familiares e momentos triviais vemos Zaqueu buscar seu espaço.

 


Despacho – Editora Draco

A antologia “horror bagaceira” Despacho foi organizada por Fernando Barone e Samuel Sajo e um time de artistas, que se inspiraram nas coletâneas de terror dos anos 70, recriaram lendas e mitos brasileiros. Habitam nas páginas figuras folclóricas como Cuca, Cramunhão na Garrafa, Capelobo e até a lenda das páginas do Notícias Populares, o Bebê-Diabo.

 


Eu, Vilão – Overdrive Comics

Publicada de forma independente pelo icônico quadrinista Walter Junior, a HQ mostra a vida de Thomas e Richard depois de um incidente em uma estrada. Criticas aos meios de comunicações que disciplinam as opiniões das pessoas, a trama pergunta na verdade quem é o verdadeiro vilão?

 


Uma Estrela na Escuridão – Marsupial Editora/Jupati Books

André Bernadino adapta o livro homônimo de Gabriel Davi Pierin, que fala sobre a história real do judeu brasileiro Andor, que foi parar no campo de concentração Nazista de Auschwitz durante a Segunda Guerra Mundial.

 


Turma da Mônica: Lembranças – Panini

Fechando a trilogia que foi iniciada em Laços e seguida por Lições, os irmãos Vitor e Lu Cafaggi trouxeram a turminha mais famosa do Brasil em uma aventura cheia de intrigas, sopapos, planos infalíveis, risadas e, claro, amizades. Vale lembrar que é dessa trilogia que o filme live-action da Turma da Mônica está sendo baseado.

 


A Teia Escarlate – Editora Draco

Escrita por Raphael Fernandes e desenhada por Clayton InLoco e Daniel Canedo, a trama conta a vida de uma imortal desde a antiguidade ao renascimento. O volume ainda reúne alguns contos escritos por Eduardo Kasse, criador da série Tempos de Sangue.

 


De Volta a Solemnia – Editora Marsupial/Jupati Books

A trama mostra o jovem príncipe Alex I, que parte em uma jornada juntamente com o seu fiel cavaleiro Sir Grimmo e o seu cavalo Acéfalo em busca de um lendário amuleto. A HQ é de Artur Fujita, e foi publicada originalmente em formato digital.


Chico Bento: Arvorada – PaniniO premiado cartunista Orlandeli cria uma história tocante com momentos de amor, dor, humor, mistério e aprendizado. Tudo isso em um lindo visual. Na HQ, o caipira mais famoso dos quadrinhos, leva uma daquelas lições que a vida de vez em quando dá em todos nós, porque nem tudo pode ser deixado para depois.

 


HellDang – Independente

A banda de rock HellDang tem em sua rotina muitos fracassos e shows vazios, então os seus integrantes fazem um pacto com o demônio Amduscias para chegar até a sonhada fama. Só que as coisas saem do controle. Com roteiro de Aírton Marinho e arte de Samuel Sajo, a trama mistura rock and roll, YouTubers e caminhoneiros. Você pode adquirir direto com o autor pelo e-mail: helldanghq@gmail.com


Já Era! – Editora Lote 42

Felipe Parucci, conta a história de Regina, uma publicitária que trabalha muito e ganha pouco. Suas interações sociais são tediosas e vive em um mundo repleto de piras erradas. Cansada, ela vê a oportunidade de comprar um barco e sair navegando sem rumo, em busca de uma razão de existir. Mas ela acaba caindo em uma viagem surreal e encontra a oportunidade de mudar o mundo. Ou pelo menos o mundo dela. A venda no site da editora.


Abutres – Editora Estronho

Eduardo Vetillo e Julio Magah apresentam quatro fora-da-lei, um xerife implacável, um fazendeiro decadente e abutres famintos são as estrelas de um faroeste repleto de violência e mistérios.


Porco Pirata – Editora Mino

O grande Porco Pirata cruza juntamente com o seu bando a costa africana, quando captura Izzy, a filha da grande bruxa Iaci. E vê em sua prisioneira um passaporte para inúmeros tesouros e encantamentos da poderosa anciã. João Azeitona é o autor da HQ.


Open Bar – Panini

A edição definitiva da obra de Eduardo Medeiros conta a história de Barba e Leonardo. Dois amigos que herdam um bar e, por contrato, são obrigados a mantê-lo funcionando em meio a desavenças e amores antigos.


Bilhetes

Na primeira página do álbum, o leitor verá seis bilhetes, cada um contendo uma mensagem. Sendo que cada bilhete pertence a uma das histórias. Eles provocam reviravoltas e mudarão o rumo da vida dos personagens ao surgirem durante a trama. Mas nesse momento o leitor não verá o seu conteúdo. Ou seja, ele não saberá qual bilhete apareceu em cada história. Um time peso pesado produziu Bilhetes: Marcelo Marchi, Paulo Borges, Laudo Ferreira Jr., Marco Antonio Cortez, Augusto Minighit, Jean Diaz, Julius Ohta. Mais informações no site do Paulo Borges.


Devorados – Editora Draco

Para proteger a sua esposa e seu bebê, Duran Draconian, vai enfrentar um ritual arriscado para entrar para a Dragonaria Rubra, uma força de elite que sobrevoa os campos de batalha aplicando a justiça dos homens. Este futuro pai e guerreiro vai ter que superar grandes obstáculos, forjar um elo permanente de sangue com um réptil alado selvagem e encarar o seu monstro interior. O roteiro é da dupla Erick Santos Cardoso e Cirili S. Lemos e os desenhos são de Marcio R. Gotland.

 


À Moda da Casa – Editora Estronho

Baseada nos curtas-metragens Mal Passado e Snuff Said do cineasta Julio Wong, que assina o roteiro juntamente com Ser Cabral, À Moda da Casa narra um conto em que atores morrem ao participarem de filmes totalmente realistas onde as pessoas jantam os corpos das vítimas. A arte é de Kiko Garcia.

Como foi dito aqui antes, é praticamente impossível escrever sobre todas as HQs nacionais de qualidade lançadas em 2017. E lembrando que NÃO é uma lista de os melhores do ano. Acredito que melhor do que fazer listas, é compartilhar boas histórias com outras pessoas. Mas espero que possa ter ajudado o máximo possível em algum direcionamento. Alguns títulos estão bem fresquinhos, pois foram lançados recentemente na CCXP.

E que em 2018 o quadrinho nacional possa estar em patamares ainda maiores, mesmo com toda a concorrência que venha dos “supers” de fora. Tem que ter suor, raça e sangue. Então vamos fazer a nossa parte e prestigiar nossos artistas.

 

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Arco Invasão! faz parte do Renascimento da DC Comics

A edição Doomsday Clock #2 confirmou que o famoso arco Invasão!, publicado originalmente entre 1988 e 1989, faz parte do cânone da atual fase do Renascimento da DC Comics. A trama, inclusive, foi adaptada pela CW em 2016 no crossover entre as séries Legends of Tomorrow, Arrow, Supergirl e The Flash.

“O metagene é uma anomalia descoberta durante a invasão dos Dominadores e encontrada em mais de 12% da população. Um evento traumático ou um acidente potencialmente letal pode despertar o metagene, alterando a disposição genética de uma pessoa e causando o desenvolvimento de atividades superhumanas”, diz o site viral The Bulletin na edição de Doomsday Clock #2.

Invasão! foi um crossover com os heróis da DC Comics que mostra um grupo de alienígenas, liderados pelos Dominadores, que invadem a Terra para confrontar a população metahumana. Escrita por Bill Mantlo, foi a primeira vez que o termo metahumano apareceu nos quadrinhos. O que veio facilitar o crescimento de heróis e vilões na editora.

Doomsday Clock é uma sequência direta do clássico Watchmen de Alan Moore e Dave Gibbons. Ela se passa logo após os eventos da história original, e o plano de Ozymandias foi descoberto e agora ele é uma das pessoas mais procuradas do mundo por ter matado de milhões de pessoas.

A narrativa que iniciou em Universo DC Renascimento #1, que seguiu em The Button protagonizada por Batman e Flash, agora vai terminar em Doomsday Clock, que está sendo produzida por Geoff Johns, Gary Frank e Brad Anderson. A minissérie vai colocar frente a frente à esperança e otimismo do Superman contra as ações cínicas que o Dr. Manhattan tem realizado no Universo DC.