Fuller House é uma sequência do clássico Três é Demais (Full House) e mostra D.J., Stephanie e Kimmy experimentando várias confusões na inesquecível casa dos Tanner. O elenco original, ocasionalmente, faz uma participação especial na série.
As três temporadas já estão disponíveis no canal de streaming juntamente com as oito temporadas de Full.
Fuller House está programado para retornar ainda este ano.
Depois de vencer a SK Gaming na semifinal do ELEAGUE Major: Boston 2018, a Cloud 9 enfrentou a FaZe Clan numa final emocionante com 3 mapas disputadíssimos, neste domingo (28/01).
O grande destaque de toda a transmissão foi a torcida apaixonada, que em todos os momentos da final vibrava e levantava seu time com gritos de apoio e energia contagiante.
Todas as partidas foram recheadas de momentos emocionantes, ambas equipes apresentaram um jogo intenso, assim o equilíbrio prevaleceu. A Mirage foi escolhida como primeiro mapa, e o resultado foi uma vitória por 16 a 14 para a FaZe,a Cloud9 reagiu na Overpass e emplacou um 16 a 10. Deixando a decisão para Inferno.
O ultimo mapa foi marcado por uma recuperação da Cloud 9 que conseguiu forçar dois overtimes e deixou os fãs loucos na arena, a equipe acabou ganhando a partida por 22 a 19.
Com esse título, a Cloud 9 leva para casa uma quantia de US$ 500 mil.
Somando todas as premiações, o evento entregou US$ 1 milhão, convertendo para o real o valor é de R$ 3,15 milhões.
Quando vimos o Homem Sem Medo pela última vez, ele estava sob os cuidados de uma freira no Season Finale dos Defensores e agora, o Deadline informa a introdução de mais uma personagem importante na mitologia de Demolidor.
A atriz Joanne Whalley (The Borgias) interpretará a Irmã Maggie, mãe de Matt Murdock.
O chefe da Marvel TV e produtor executivo de Demolidor, Jeph Loeb, comentou a adição ao elenco.
”Nós somos grandes fãs do trabalho de Joanne e somos afortunados de que alguém de seu calibre se juntará à nossa família já talentosa.”
A terceira temporada de Demolidor ainda não possui previsão de lançamento pela Netflix.
Magos, cavaleiros, feudos e poderes malignos desconhecidos. Esse é o tipo de coisa que você encontra em qualquer tipo de mídia, não importa a sua origem. Então hoje provamos que não só os japoneses, mas como todo o mundo é um povo estranho.
Tudo começou quando um jogador de D&D fez amizade com um fã de Sonic. Após diversas carícias e noites de amor, eles deram à luz um menino chamado Grancrest Senki. Vivendo uma adolescência conturbada, o garoto foge de casa, mas leva consigo o lema de sua mãe. Um dia, ele é parado na rua por executivos extremamente suspeitos de um estúdio de animação (e fast-food) chamado A-1 Pictures. Vendo ali uma chance de garantir seu sustento, o garoto Grancrest aceita a proposta que lhe é oferecida.
O nome desse executivo? Ninguém menos que Albert Einstein.
Brincadeiras e surrealismo a parte, algo em torno de dez porcento do parágrafo anterior é, de fato, realidade. Você talvez conheça Lodoss-tou Senki (ou “Record of the Lodoss War“, em inglês), um OVA que foi produzido no início dos anos 90, e que foi o estopim para a explosão do sub-gênero de fantasia nas obras japonesas. Lodoss-tou Senki é o transcrito de uma campanha de RPG de mesa mestrada por Ryou Mizuno, o homem que viria a ser o criador do sistema 2d6, uma adaptação do clássico D&D para dados mais modestos.
Mas o que isso tudo tem com o anime que vamos falar hoje? Bem, Grancrest Senki é, de certa forma, o sucessor de Lodoss-tou Senki. Escrito pelo mesmo autor e com as circunstâncias semelhantes, uma Light Novel se cria e após ser adaptada em mangá, vira também um anime. Anime este que vamos falar hoje. Entendeu a volta que demos?
Com uma temática superficialmente genérica (assim como todas as obras de fantasia medieval), percebemos que o mundo que estamos por explorar é rico e amplamente detalhado por várias e várias horas de atenção dada por seu criador. Não que isso seja aproveitado, mas comentarei mais sobre, depois. Primeiro a gente fala de como é genérico, já que chamar as coisas de ‘genéricas’ dá ibope.
mcq chamam o meu anime de genérico
Eu normalmente não dou sinopses em minhas análises e resenhas pois é algo trivial, que pode ser facilmente encontrado internet afora, e que não acrescenta nada, além de tamanho, para meu post. Mas vejam só como a sinopse – levemente alterada – do show em questão pode ser encaixada em diversos outros:
“Num mundo fantástico e de temática medieval, um grande mal de origem desconhecida paira pelos quatro cantos do continente. Um grupo de pessoas, agraciadas com um poder especial, são os únicos capazes de combater os misteriosos inimigos que espalham o caos. Com o passar das décadas, os homens começam a brigar entre si, buscando obter esse poder. Não para combater o mal, mas para seus próprios objetivos egoístas. Protagonista A é um(a) talentoso(a) que busca um(a) companheiro(a) de aventuras que tenha uma missão nobre para que juntos, possam mudar o mundo que, além de devastado pelo mal, sofre com a ganância dos homens. Protagonista A encontra Protagonista B e juntos, vivem incríveis aventuras.”
Agora que falamos da parte genérica, podemos tentar falar sobre o ricamente trabalhado universo da séri-
Já o próximo tópico é sobre os personag-
Falemos também sobre a política que envolv-
Essa é a experiência de assistir Grancast Senki. Lembra do lema da mãe do garoto, que era fã de Sonic? Isso mesmo, o lema é “Gotta go Fast“. Tudo acontece num ritmo tão frenético que mal temos tempo de parar para respirar. Eu honestamente, sem meme, acredito que todo o conteúdo mostrado nesses três primeiros episódios poderiam preencher uma temporada inteira, e ainda estaríamos correndo um pouco. É sério, o negócio corre.
Gravação ao vivo dos bastidores do show
Há tantos acontecimentos, personagens, explicações de mundo e implicações políticas rolando, e tão pouco tempo para eles, que é muito fácil de se perder. Acabamos por ter diversas coisas na mesa, mas todas com pouco ou nenhum aprofundamento. Tudo é raso, tudo é superficial. O negócio chega ao absurdo de termos uma personagem que simplesmente surge, do nada, no episódio três, e está lá, junto com os protagonistas, fazendo coisas e tomando parte na ação. E que eu não faço a menor ideia de quem seja, nem mesmo o seu nome eu sei! Fica subentendido que todo o seu arco aconteceu por debaixo dos panos, e que devemos simplesmente aceitar aquilo como realidade.
A animação também não é lá essas coisas, falando em bom português. Cortesia da A-1 Pictures (Sword Art Online, Ao no Exorcist, Magi), que nunca foi conhecida por seus trabalhos de qualidade gráfica elevada. A maioria absoluta dos cortes são feios. Sério, feios mesmo. Temos eventuais bons cortes, mas que de nada ajudam com o resto, e pouco agregam a experiência como um todo. É de uma mediocridade sem igual.
O incrível, porém, é que mesmo rushado e visualmente feio, o anime ainda consegue ser prazeroso de se ver. Os seus personagens são interessantes (com um design único e que retrata bem suas personalidades) e todos são LEGAIS PRA CARAMBA, o tempo inteiro. Até mesmo o protagonista, que está mais para uma porta do que um lorde, tem seus momentos e consegue estampar um sorriso no teu rosto de vez em quando. Você não entende absolutamente nada do cenário mais amplo da trama, e quais consequências aquelas ações terão, mas as ações em si são divertidas, mesmo fora de contexto, por causa de seus atores.
No final do dia, a gente xinga, maltrata e esperneia, mas se diverte e dá gostosas risadas com a companhia de Grancrest Senki. É uma merda, mas é bem legal, eu gosto até. Pra esse conturbado início, creio que 6/10 é uma nota interessante. O show não é ruim. O show não é bom. A experiência de assisti-lo é simplesmente… Intrigante. Vale a pena arriscar, eu diria.
O anime pode ser assistido legalmente no site de streaming Crunchyroll.
A Marvel Comics vai finalmente explicar como o Logan original voltou do mundo dos mortos. Foi confirmada pela editora a HQ The Hunt For Wolverine, onde o mistério sobre a ressurreição do mutante mais popular da Casa das Ideias será minuciosamente detalhada.
O personagem morreu em 2014 na saga A Morte do Wolverine, onde depois de árduas batalhas e perseguições ele pereceu em um tumulo de Adamantium. Desde a sua morte, o personagem foi substituído pela X-23 (que herdou o seu codinome e uniforme), após a segunda versão de Guerras Secretas (2015), o Velho Logan, chegou ao universo regular da editora. No ano passado, James Hudson Jr., o filho do Logan no extinto Universo Ultimate, entrou para a equipe X-Men Blue, que é liderada pela jovem Jean Grey.
O Logan fez sua primeira aparição, depois de sua morte, no one-shotMarvel Legacy #1, onde tomou posse da Pedra do Infinito do Espaço. O seu objetivo com o artefato será explicado em Infinity Countdown. Logo após isso ele apareceu em algumas “cenas pós-creditos” nas HQs Captain America #695 e Mighty Thor #703. Confira na galeria abaixo:
Em Captain America #695, Logan vai procurar Steve Rogers em um bar.
Já em Mighty Thor #703, ele leva flores para Jane Foster em um hospital.
A minissérie de 2014 foi produzida por Charles Soule e Steve McNiven. Agora para contar sobre a sua volta, Soule vai estar de frente em The Hunt For Wolverine.
“Eu tive a inacreditável missão de matar o Wolverine em 2014. Foi um dos meus primeiros projetos na Marvel e uma grande oportunidade. Foi intimidante, assustador, tudo isso, mas no final das contas, acho que criamos um grande quadrinho,” disse Soule ao site CBR. “Somente uma coisa poderia superar esse projeto: fazer a história que o traria de volta! A HQ é apenas o capítulo inicial de um mistério que explorará partes escondidas do Universo Marvel”.
Com roteiro de Soule e artes de David Marquez, The Hunt For Wolverine #1 terá 40 páginas e será publicado em abril nos Estados Unidos. Após o lançamento da HQ, uma série de quatro publicações, com diferentes equipes criativas, vão explorar narrativas diferentes com os personagens.
Adamantium Agenda será uma história de ação e aventura
Claws of the Killer será uma história de terror
Mystery in Madripoor sera um romance
Weapon Lost vai ter um tema Noir/detetive
A Marvel Comics ainda não revelou as equipes criativas das obras.
Capa variante.
Segundo Soule, The Hunt For Wolverine será apenas o pontapé inicial de um mistério que vai percorrer todos os cantos do Universo Marvel. “Os leitores vão começar a juntar as peças, quanto mais você ler, mais pistas você vai descobrindo. Espero que traga um novo olhar sobre o Logan”.
Fique ligado na Torre de Vigilância para mais novidades sobre o retorno do Wolverine.
Sequência abordará as novas diretrizes anti-assédio.
A recente onda de acusações de má conduta sexual que foram aplicadas a uma série de atores, diretores e produtores de Hollywood levou a PGA (Producers Guild of America) a implementar novas diretrizes contra o assédio.
Por conta disso, a sequência de Mulher-Maravilha, atualmente em desenvolvimento por Patty Jenkins, será o primeiro longa que adotará esta nova implementação.
Quem informou a revelação foi a correspondente da Variety, Rebecca Keegan, em sua conta oficial no Twitter.
Wonder Woman 2 will be first film to officially adopt new #PGA policies on sexual harassment, PGA presidents announce at #PGAwards
Os presidentes da PGA anunciaram a novidade durante a cerimônia de seu prêmio anual e falaram sobre as diretrizes:
”O assédio sexual não pode ser tolerado em nossa indústria. Como produtores, nós fornecemos liderança chave na criação e sustentação de ambientes de trabalho construídos em respeito mútuo. Por isso, é nossa obrigação mudar nossa cultura e erradicar esse abuso.”
Mulher-Maravilha 2 será lançado em 1 de novembro de 2019.
Me desculpem pelo título tendencioso, mas isso precisa ser dito. Desde que assisti Creed – Nascido Para Lutar (2015), não parei de pensar nas inúmeras possibilidades que podem ser usadas na continuação, que já foi confirmada para esse ano. Apesar da ansiedade ser enorme, já que o filme dirigido por Ryan Coogle foi emocionante, impactante e pautado numa forte realidade, os pensamentos para o próximo Creed são aterrorizantes. Sendo que estes pensamentos não estão relacionados à qualidade da trama em si, mas ao que acontecerá nela.
A MÚSICA E O BOXE
Quando Adonis Creed (Michael B. Jordan) sai de sua mansão para ir morar perto de Rocky Balboa, o filho do campeão Apollo Creed conhece uma garota chamada Bianca, interpretada pela talentosa Tessa Thompson. Ao ouvir música em um nível altíssimo, Creed desce até o quarto da garota para pedir que baixe o volume, e rapidamente os dois se “resolvem” e se despedem. Em uma outra noite, Adonis encontra Bianca cantando em um bar pequeno, lotado de pessoas e luzes de neon. Interessado em conhecê-la, a convida para comer. Depois de conversarem e se conhecerem melhor, a garota revela que tem perda auditiva progressiva (concluindo-se que ela não conseguirá ouvir música e cantar, algo que sonhava). O filme traça paralelos duros, concretos e nítidos com os sonhos dos dois jovens, o boxe e a música, as limitações e os desafios. Além de ter uma forte representatividade da cultura negra inserida nesta história, mas que pode ser comentada num outro momento.
O perigo, que na verdade não se caracteriza como um, porém, seria tristíssimo, é o problema auditivo se agravar durante Creed 2. Ver os sonhos da garota serem desmantelados e tendo que aceitar uma perda que fará imensa falta dentro de sua vida poderia ser uma das sequência mais tristes que a franquia “Rocky” (se considerarmos Creed dentro desta) já nos proporcionou – em meio de várias outras. Os filmes passados já demonstravam certa dramaticidade, seja pela vida íntima de Balboa desmantelada (virou um aposentado, se tornou velho, viu uma geração atropelar a sua, perdeu seu treinador, seu melhor amigo e sua amável esposa), ou por cenas pontuais: o discurso do lutador para seu filho, Paulie (Burt Young) chorando pela irmã Adrian (Talia Shire), a morte de Mickey (Burgess Meredith), e até mesmo o fantástico diálogo entre Balboa e Apollo: “ Deu tudo de si?”. É esperar para ver.
IVAN DRAGO E A VINGANÇA
Doulph Loundgren está no elenco da continuação, e, recentemente, houve a confirmação da contratação do lutador profissional romeno Florian Munteanu para interpretar o filho de Ivan Drago. Com isso, certamente veremos um embate entre a velha e a nova geração. Mas além disso, teremos um embate esperado e que promete ser impactante com um teor dramático, que é um Creed na frente de Drago. Para quem desconhece, em Rocky IV (1985), Apollo prometeu fazer um show contra o lutador soviético, que era altamente treinado e usava esteroides, enquanto seu desafiador já estava aposentado. A luta resultou na morte de Creed em um golpe fortíssimo e devastador de Ivan Drago.
Em Nascido Para Lutar, o espírito do lendário lutador e seu nome está rodeando inteiramente o ambiente do longa. Ele é citado várias vezes e tem um peso enorme na vida do protagonista, positivamente e negativamente. Mas o que sempre se mostrou desconfortável para Adonis foi a morte de seu pai e nunca o ter conhecido. Ver o homem que deu fim a vida dele causará um tormento psicológico na vida dos personagens em volta. O encontro dos dois poderá resultar em uma reconciliação?
Rocky e Ivan também tiveram um embate no passado, que serviu como uma “vingança” por Apollo, e Balboa levou a melhor. Ver Stallone e Lundgren em cena juntos é ótimo em Os Mercenários (2010), agora, retornando como seus icônicos personagens, será tão satisfatório quanto.
O FIM DA CAMINHADA DE ROCKY BALBOA
Deixei o pior e mais triste momento para o final. A coluna inteira é pautada por expectativa e previsão, portanto, posso dizer o que realmente acho que deve acontecer. Depois de sete filmes, não há como ignorar a fantástica vida de Rocky Balboa. Sua trajetória, desde a ascensão até a completa decadência, formaram um personagem forte e que consagrou o nome de Stallone. O boxeador era solitário e sozinho com um sonho e uma determinação na cabeça: ser um profissional e campeão. Todos sabemos que ele conseguiu, mas logo depois, começou a perder amigos e parentes próximos (o mais valioso para ele), perdeu dinheiro e fama, e teve que reconquistar o reconhecimento de uma nova geração.
Já nessa nova empreitada, o Garanhão Italiano aprendeu a lição e entendeu sua posição no “novo mundo”. Treinou o filho do seu treinandor e oponente mais querido e ensinou os passos que todo o boxeador precisa passar. A imagem do personagem ficará na cabeça de fãs no mundo inteiro, principalmente por suas lições de vida e a demonstração de que com persistência e dedicação, podemos conquistar o que quisermos.
Pois bem, deixando seu legado em sete filmes (indo para o oitavo), talvez o roteiro entenda que a hora do pugilista chegou. E, infelizmente, há um oponente que não pode ser derrotado com porradas: o câncer. A luta contra o câncer, iniciada em 2015, continuará até os últimos minutos, servindo de alguma lição para Adonis, finalizando de vez a vida inspiradora de um dos melhores personagens da história do cinema. Seria o seu último round?
Aconteça o que acontecer, dia 21 de novembro deste ano obteremos as respostas. Se essas serão positivas ou negativas, só o tempo para dizer. Triste ou não, assistir a mais um filme desse universo é um grande prazer que só um Balboa e um Creed podem oferecer. LET’S GET READY TO RUMBLE!
“Esta porra de artigo contém spoilers. Mas contém spoilers pra caralho. Spoilers para a porra! Então se você não quiser ganhar spoilers no meio das fuças, sugiro que retire a sua cara feia e esquisita daqui. Para depois você não ficar igual a um babaquinha reclamando.”
Com amor, Negan.
Se a série de TV The Walking Dead não vem agradando aos fãs, com muitos reclamando das mesmices, do ritmo meio que lento, de suas tramas rasas que vem causando a queda de audiência. A HQ colocou uma ponta de dúvida nos leitores. Ao mesmo tempo que parece estar começando a soprar novos ventos que logo podem se tornar rajadas de mudanças. A trama nos quadrinhos parece que ainda tem muita lenha para queimar, mas mesmo o andamento do novo arco, começa a insinuar um possível final no horizonte. Então duas questões surgiram: “Finalmente a HQ está entrando na sua reta final?” ou ainda “Teremos uma renovação no elenco dos quadrinhos?”
Desde o final da The Whisperer War, o novo rumo começou a ser tomado na HQ de The Walking Dead. As edições que seguiram mostraram os possíveis finais de arcos para alguns personagens, mas ao mesmo tempo abriu novas possibilidades. O vilão Beta, um dos líderes dos Sussurradores, não conseguiu a sua vingança contra o grupo de Rick e é derrotado por Jesus na edição #173, dando um ponto final, até que melancólico, ao personagem. Na mesma vemos que uma possível tragédia pode nascer em breve no trio Carl, Lydia e Sophia. Em uma cena, o rapaz vai ajudar Sophia e a filha da finada Alpha, lança um olhar enciumado nos dois.
A tão esperada vingança de Maggie em cima de Negan, não veio acontecer. Isso mesmo. Na edição #174 (uma das melhores da série), depois de tantos anos da morte do seu marido Glenn, a líder de Hilltop ficou finalmente frente a frente com o carismático vilão. Depois de um belo dialogo, o desfecho foi um tanto imprevisível, e vimos uma página finalmente sendo fechada na trama.
O novo arco New World Order, começou na edição #175, que foi lançada na semana passada nos Estados Unidos, começa com a comitiva que sai de Alexandria, formada por Michonne, Magna, Yumiko, Siddiq e Eugene. A trupe parte (na edição #171) para responder o chamado de uma mulher chamada Stephanie. Ao longo do caminho se junta a eles, a nova personagem, Juanita Sanchez, que se alto intitula como Princesa. E assim que eles chegam a The Commonwealth, tem uma recepção e tanta. Uma comunidade muito bem estruturada com soldados fortificados e bem organizada.
Juanita Sanchez.
Na entrada da cidade, a comitiva encontra com Lance Hornsby, que controla as entradas e faz perguntas sobre quem são eles, de onde vem e o que querem. Depois de um tempo de tensão e conversa, eles descobrem que The Commonwealth é composta de incríveis cinquenta mil cidadãos. Número que eles consideram fantástico, por se tratar da escassez de humanos nos últimos anos e na multiplicação dos mortos-vivos. E a cidade possui até um Estádio para eventos esportivos e shows. Mas um muro logo na entrada chama atenção. Algo como muro dos perdidos, onde os moradores colocam fotos de entes queridos, perguntando se alguém já encontrou algum deles. Entre as milhares de fotos, uma chama a atenção da comitiva. Uma foto da Michonne que está escrita: “Alguém viu a minha mãe? Michonne”.
Ou seja, Eloide, a filha da Michonne, que antes era dada como morta, está entre os cinquenta mil moradores de The Commonwealth. Assim como aconteceu com Negan e Maggie, o reencontro com a sua filha, poderia ser um fim digno para a personagem depois de tanto tempo e sofrimento na estrada. Ou pode ser um novo início e uma reciclagem para os três personagens.
Uma cidade com mais de cinquenta mil habitantes, abre um leque para introduções de novos personagens, ou simplesmente retorno de antigos. Como por exemplo: o irmão de Rick, Jeff Grimes. Ele foi apresentado na edição especial The Walking Dead: Alien. Produzido por Brian K. Vaughan e Marcos Martin, Alien conta como o irmão mais novo de Rick, tenta escapar de Barcelona, na Espanha, logo no começo do apocalipse zumbi. Jeff conhece Claudia, que planeja sair da cidade de barco. A dupla chega à embarcação, em maus lençóis, e é atacada por um zumbi que estava dentro do barco. Jeff salva Claudia mas é mordido no calcanhar esquerdo. Já se penitenciando, ele pede para a mulher lhe tirar a vida. O final fica em aberto, pois não vemos o golpe mortal.
O que indicia que podemos ter Jeff Grimes na HQ é que recentemente, o editor-chefe Sean Mackiencz, na coluna de perguntas dos leitores, falou que Rick pode ganhar um irmão. E já vimos ao longo da historia de The Walking Dead, que muitos personagens sobreviveram a mordidas de zumbis cortando a parte que foi infectada. Será que veremos Jeff e Claudia entre os moradores da enorme cidade? Ou somente ela? Já que o (talvez) ultimo pedido de Jeff foi para que a mulher encontrasse o seu irmão.
Outros personagens antigos que sumiram durante a trama poderiam ressurgir em meio as milhares de pessoas como por exemplo é a Lilly Caul. Para quem não lembra, ela foi a pessoa que atirou em Lori, Judith e por remorso do que tinha feito, matou o Governador na edição #48. A personagem é a protagonista da série de livros que englobam o universo criado por Robert Kirkman. Ela sempre quer voltar para levantar Woodbury, mas será que conseguiu o seu objetivo? Ou abandonou e tomou novos rumos?
Outras questões serão levantadas, como por exemplo, quem é a cabeça mandante em The Commonwealth? Os sobreviventes que conhecerem a nova cidade e todas as coisas que ela pode proporcionar, será que vão aceitar o sistema atrasado e feudal de Rick Grimes? E ele ainda terá fôlego para liderar alguém depois de sofrer tantas perdas por essas estradas? E caso ele venha liderar, será que veremos Rick tentando tomar The Commonwealth?
A única coisa certa nas HQs de The Walking Dead é que estamos testemunhando que um novo rumo está começando. Seja para uma reformulação com a introdução de novos personagens, ou simplesmente o START para chegar no final. Vale lembrar que Robert Kirkman já disse diversas vezes que sempre teve o final da série já pronto na mente. Mas que tinha muita história para seguir.
A Torre de Vigilância ficará ligada no que pode acontecer em The Walking Dead.
A lendária história da Guerra dos Mundos de H. G. Wells está em pré-venda com uma versão bem diferente da habitual. Adaptada para os quadrinhos por autores franceses e publicada pela editora Glénat, esta reimaginação do clássico chega às livrarias em breve em lançamento da Mythos Editora.
No começo do século 20, na Inglaterra, o Professor Ogilvy observa inúmeros corpos celestes cruzando os céus. Apesar de não acreditar em formas de vida alienígenas, a opinião do professor muda quando descobre que um objeto que se chocou nas redondezas não é um simples meteoro: mas sim um cilindro imenso, claramente obra de alguma civilização inteligente.
Porém, estes seres não vieram trazer paz e compartilhar avanços tecnológicos com a humanidade, mas sim para erradicá-la do planeta. Dos cilindros emergem as temíveis máquinas marcianas, os Tripés, dizimando tudo com seus temíveis raios da morte enquanto se espalham pela Terra.
Uma nova forma de apreciar este clássico da ficção científica, a primeira invasão alienígena da história é reinterpretada em quadrinhos! A lendária “Guerra dos Mundos” de H. G. Wells é recontada em uma edição de luxo com adaptação de roteiro por Dobbs, além da arte do veterano Vicente Cifuentes.
Confira um preview do encadernado na galeria abaixo:
Esta adaptação faz parte de uma série da editora francesa Glénat que reimagina diversos livros clássicos em quadrinhos.
Depois do fim de ano agitado, comendo igual um porco e tendo que ouvir os parentes perguntando das namoradinhas, voltamos às nossas atividades normais com uma nova resenha de livrinho japonês (Light Novel, para os leigos). Se você ainda não acompanha a série, e está pensando se deve começar a fazê-lo, dá uma olhada na resenha (sem spoilers) do Livro 1. Se você já leu o livro 1, achou que japonês é um povo estranho, e está mais pra lá do que pra cá, esse post é pra você.
Assim como Subaru, retorno da morte para fazer outra postagem. Se achou que eu desistiria depois de apenas um volume, você está muito enganado. Fazer resenhas é o único motivo que me força a terminar de ler qualquer coisa, e como minha lista de espera está saindo de controle, é hora de seguir as sábias palavras de René Descartes: “Leio, logo resenho“, ou algo assim. De qualquer maneira, segundo volume de Re:Zero – Começando uma Vida em Outro Mundo, da Editora NewPOP.
Depois de vê-lo morrer umas três vezes para conseguir sobreviver seu primeiro dia no mundo alternativo, encontramos Subaru numa situação completamente diferente da inicial. Tirando-o de sua zona de conforto, e tendo que se virar num ambiente e com tarefas onde seu vasto (e apenas ocasionalmente utilizado) conhecimento não lhe é útil, voltamos a uma sensação boa de ter prazer em vê-lo se dando mal.
A primeira parte do volume (e, se me permitirem a audácia de tentar traçar padrões após apenas dois exemplares… De todos os volumes) foi uma leitura extremamente agradável. Subaru fez suas cagadas como sempre, mas a história estava fluindo e estávamos explorando novos acontecimentos, recebendo novos fatos, descobrindo novas informações. Re:Zero pode até não se esforçar para, mas acaba construindo um universo interessante e que tem gostinho de quero mais. Por isso, a “primeira volta” é sempre fenomenal e o melhor excerto do(s) volume(s).
Júnior Fonseca parece ter 17 anos mas na verdade é um tiozão do pavê, e eu posso provar.
Porém, como diz o ditado, “O mundo gira e vacilão roda“. Nesse caso, quem roda é você, leitor, ao ter que experienciar os mesmos dias, os mesmos fatos, várias e várias vezes. Tá certo que a cada volta de Subaru, novas coisas acontecem, mas… É frustrante, caras.
O autor retrata, em diversos momentos, a frustração do protagonista, por ter que reviver diversos dias, diversas vezes. Mas em momento nenhum ele pára para pensar na frustração… do leitor. Como já discutido anteriormente, e acredito ser unanimidade, ninguém lê essa light novel por causa de seu protagonista cativante. O que nos prende é o cenário interessante e as personagens que cercam o poço de ruindade. Daí o senhor Nagatsuki vem e nos força a ter apenas um terço do livro para essas coisas legais, e todo o resto é exclusivamente um desafio de tentar escalar o poço de ruindade previamente mencionado.
Juro pra vocês que, quando cheguei na segunda volta, fiquei tão frustrado pela interrupção abrupta do meu livrinho japonês, que larguei mão de ler e só voltei uma semana depois. E infelizmente, deve ser um comportamento que se repetirá, afinal… A única coisa que o cara faz direito é morrer.
De qualquer maneira, deixando a causa da discórdia de lado, o segundo volume introduziu diversos novos personagens na história, todos muito importantes para o decorrer da obra a longo prazo. As empregadas gêmeas são literalmente fábricas de memes ambulantes; o nobre é literalmente um bobo da corte; e a bibliotecária é literalmente… Hm… literalmente uma bibliotecária? Não sei, “literalmente” é uma palavra muito forte.
O importante é que todas essas personagens tiveram sua primeira aparição neste segundo volume, e tivemos um terço dele para conhecê-las melhor. Todas intrigantes (cada uma em seu estilo), mas nenhuma chega aos pés de Reinhard van Astrea, o santíssimo espadachim, cavaleiro entre os cavaleiros, cara mais boa pinta do reino e que injustamente não teve sequer uma aparição neste segundo volume (opinião pode ou não ser levemente tendenciosa).
QUE ABSURDO! SEM VERGONHA! PERVERTIDO! DEMÔNIO SEXUAL!
A edição física da NewPOP, dessa vez com uma única capa, manteve o seu nível altíssimo de acabamento, lombada, papel, ilustração, etc. Aquela coisa toda que vocês adoram. Vai ficar bonito pra caramba na estante e vai dar gosto de pegar nele pra mostrar pro seu amigo que veio te visitar, folhear por cinco minutos e depois guardar de novo.
Porém, algo que não se manteve foi… Ela mesma, aquela, o fantasma que não larga o osso e continua a assombrar a editora de Júnior Fonseca obra após obra: A revisão. A impressão que tive foi que o revisor estava fazendo seu trabalho tranquila e atentamente, até que foi avisado que o seu prazo de entrega era amanhã de manhã. Há muito mais erros no último capítulo do volume sozinho, do que no resto das obras publicadas em 2017 pela editora. Não tem como ter outra ideia além de que ele foi apressado por conta de prazos, e não pôde fazer o seu trabalho como gostaria. Um ponto negativo para o volume.
Se vale continuar lendo? Estamos meio que obrigados moralmente a comprar pelo menos até o volume três, afinal… Precisamos saber o desfecho desse arco. Não te contaram? Esse volume termina em aberto, e o arco da mansão só será concluído no próximo volume… Que sai daqui há dois meses… E eu fiquei bem bolado de só descobrir isso ao virar a página e ver que não tinha mais páginas para virar.