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O Retorno de Darkseid

Desde o final de Guerra Darkseid, evento que antecedeu a fase do Renascimento, temos acompanhado a saga do maior vilão do Universo da DC Comics, que morreu e ressuscitou como um bebê, sendo criado pela a sua própria filha, Graal. Nas revistas da Mulher-Maravilha, e algumas outras rápidas aparições aqui e ali, o pequeno Darkseid vem crescendo, ao modo que vai consumindo as energias dos filhos de Zeus, mas longe ainda da sua força total. Pelo menos até agora.

ATENÇÃO COM SPOILERS 

Darkseid já está jovem (quase adulto) e incrivelmente poderoso. Mas para atingir seu ápice, ele precisa de uma energia maior. Estamos falando de ninguém menos do que o Deus do Trovão, Zeus. Na edição de Mulher-Maravilha #37, lançada recentemente nos EUA, o vilão enfrenta Zeus para completar o seu nefasto plano. No inicio, o deus ainda tem uma vantagem, mas com o decorrer do combate, ele vai cansando e Darkseid finalmente vence.

Darkseid revela que desde o inicio, encontrar-se com Zeus era o seu plano.  Para retomar seu poder máximo,  ele tinha que vencer o Senhor do Olimpo, planejando cada detalhe da luta, se tornando o velho Darkseid novamente.

Diana, que presencia a luta, parte para cima de Darkseid, que a derrota. Quando a Amazona está prestes a perecer, a Liga da Justiça chega em seu apoio. Darkseid então parte, juntamente com Graal, prometendo retornar para terminar seu plano.

Finalmente, o Darkseid definitivo está de volta ao Renascimento. Se eu arriscasse qual seria o tal plano misterioso, ele deve tentar recuperar o seu trono em Apokolips. Fique ligado na Torre de Vigilância para futuros detalhes.

 

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Torre Entrevista | Dan Goldman

Um dos grandes lançamentos dos quadrinhos aqui no Brasil no final de 2017 foi com certeza Imobiliária Sobrenatural de Dan Goldman. Publicado pelo Plot! Editorial, o selo de quadrinhos da editora Alto Astral, e lançada oficialmente na CCXP, a HQ conta sobre uma empresa que vende casas desassombradas. Você pode ler a nossa resenha sobre Imobiliária Sobrenatural clicando AQUI.

Dan Goldman é autor de obras aclamadas pela crítica como Shooting War, Priya’s Shakti, 08: A Graphic Diary of the Campaing Trail entre outras. Apesar de ter morado no Brasil alguns anos atrás, Imobiliária Sobrenatural é o seu primeiro trabalho publicado no país.

Um dia, então, Felipe Castilho, editor da Plot! me falou que Dan Goldman estava vindo ao Brasil para lançar a HQ por aqui, e me falou que uma entrevista com o autor poderia ser realidade. Contato feito (obrigado Felipe!), Dan foi super gente boa, muito solícito e simpático, e recebeu as nossas perguntas que você, lindo leitor, pode ler a seguir:

Você está lançando finalmente Imobiliária Sobrenatural aqui no Brasil. E lendo a HQ percebe-se que a história é sobre crises com um tempero fantasmagórico. Crise no mercado imobiliário, crise no casamento, crise pela falta de dinheiro…  De onde surgiu a ideiade misturar isso tudo com esse tom de sobrenatural?

Nós vivemos num tempo de crise e senti que está piorando ainda mais. Quero falar sobre isso, porque essas épocas revelam nossas forças e fraquezas… e tudo isso é fonte de um bom drama. Quando um personagem não tem nenhuma outra forma de providenciar para a família ou para a empresa, o leitor entende a essência dele de verdade. É misturando esses dramas universais com coisas sobrenaturais e metafísicas, que a estrutura narrativa se conecta com conceitos que nos abrem as outras maneiras de experienciar a estória.

Foto: Papo Zine

Eu li que existiram planos para Imobiliária Sobrenatural se tornar série de TV ou até mesmo um longa metragem. Ainda existem essas possibilidades? E se viesse a acontecer como você veria a sua obra sendo adaptada para outra mídia?

Sim. Eu estou trabalhando com uma equipe de produtores em Los Angeles para adaptar o série para a tv a cabo. Meu sonho tem sido montar um show com ideias mais profundas sobre a vida depois da morte, amor e consciência em nossa “cultura-pop” (que contém mais pop e menos cultura) que ainda se mantém bem anti-intelectual.

A coisa mais importante para mim é a história, a narrativa. Acredito na ideia da narrativa transmídia que existem entre formas diferentes de mídia ao mesmo tempo (por exemplo, O Matrix)–e sempre penso qualquer forma de mídia servirá melhor a estória e as jornadas dos personagens.

No painel que você participou na CCXP, você falou que tem um projeto que é voltado para o Brasil. Poderia adiantar alguma coisa?

Quero que a história se mantenha em segredo, mas posso revelar que ela irá falar muito de corrupção espiritual nas cidades e nas florestas, a força venenosa do capitalismo, e o retorno dos espíritos nativos meio-esquecidos. Quando morei em São Paulo, gostava de passar meus dias em Sebos, tentando ler e entender alguns livros antigos de lendas e folclores brasileiros. Mas agora, já falei demais.

Você chegou a conhecer algum quadrinho de artistas brasileiros durante a CCXP ou por esse período que está aqui no Brasil?

Encontrei os trabalhos de Marcelo D’Salete em 2011 quando fui convidado para a Rio Comic-Con, e neste ano peguei o livro novo, ANGOLA JANGA, na CCXP. As obras dele são importantes, representando a face afro-brasileira antiga (e moderna) que a mídia nacional prefere ignorar por uma fantasia de ser branco e rico. Conheci também os trabalhos do ilustrador Kako, e dos excelentes quadrinistas Georges Schall, Hector Lima e Felipe Cunha.

Durante a CCXP, conheci as obras de Psonha, de Felipe Castilho e de Tainan Rocha que gosto muito. O show foi gigantesco, e por isso não tive bastante tempo na Artists Alley para conhecer todos os animais mágicos de lá.

Painel do Dan Goldman na CCXP.

Você é um dos grandes nomes no mercado de webcomics.  Este segmento não é tanto explorado aqui no Brasil como acontece nos Estados Unidos; por exemplo, a primeira empresa de quadrinhos online, a Social Comics, só apareceu aqui tem dois anos. Com todo o avanço que a tecnologia deu, o mercado evoluiu bem ou ainda tem mais a crescer?

Hoje em dia, eu acho que “webcomics” é uma nomenclatura bem do passado. HQs digitais precisam ganhar um nome novo porque as tecnologias de touchscreen, realidade-aumentada (e virtual, ou misturada) estão crescendo agora, e HQs tem que fazer parte na evolução da forma.

Atualmente você está com um projeto muito bacana, que ainda é inédito no Brasil: Priya’s Shakti em parceria com Ram Devineni e Lina Srivastava. Trata de um assunto bem delicado que é a violência contra as mulheres na Índia. E você esteve naquele país. Quando Priya’s Shakti foi lançado na Índia, inicialmente teve alguma rejeição?

Na realidade, não. Mas eu fiquei nervoso na época – sendo o único não-indiano na nossa equipe – mas foi mais por isso. Durante meses, eu fiz uma investigação cultural para representar a cultura indiana, roupas e artes e deuses deles. Se a cara do meu trabalho fosse inautêntica, a missão do nosso projeto não serviria os jovens, o que era o nosso objetivo.

Felizmente, a primeira HQ foi lançada e rapidamente viralizou, saíram muitas notícias, quando nós fomos para a Índia, fizemos workshops com os jovens e fomos indicados com honras pela UN Women (ONU Mulheres). Nosso segundo livro também foi viral.

Cena de Priya’s Shakti.

Eu fiquei sabendo que cópias físicas de Priya’s Shakti foram distribuídas em escolas rurais na Índia para servirem de projeto piloto para criar consciência em crianças e jovens sobre o mal da violação e sobre como as vítimas de estupro são tratadas. Eu particularmente achei fantástico isso. Era o ponto que vocês queriam chegar ao criarem a HQ?

Absolutamente. Nossa equipe conversou durante nove meses antes de escrever o roteiro: sobre como montar esse projeto e de que forma poderíamos criar consciência nesses jovens. Não queremos apenas criar diversão… queremos transmitir a mensagem do ativismo no mundo real dentro dos quadrinhos.

Você sempre foi bem ligado em política, e isso reflete em alguns de seus trabalhos ao longo da carreira. Você deve estar sabendo do momento conturbado que vivemos aqui no Brasil. Acho que as sucessões de escândalos de nossos políticos dariam até boas HQs. Nos estados Unidos, como você enxerga o início da “Era Trump”? Rende alguma história?

Não quero criar uma obra só contra o Trump. Assuntos políticos são pústulas na pele. Seria mais poderoso montar uma obra contra a máquina global que ele faz. Isso é um câncer de ego e ganância que está infectando todas as nações do mundo. Trump e Temer e nacionalismo e racismo e sexismo são sintomas de problemas muito mais profundos.

Quais são os planos para 2018?

Quero salvar o mundo — e depois, vou dormir.

Para quem não pôde ir à CCXP e quer mais uma chance de comprar Imobiliária Sobrenatural e conseguir trocar um bom papo, na Ugra Press em São Paulo, vai rolar o Plot Day com participação de Dan Goldman, Felipe Castilho e Tainan Rocha (de Realezas Urbanas). Saiba mais sobre o evento AQUI.

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Tela Quente

Bright: A falsa mensagem de David Ayer

Ao se deparar com a premissa de Bright, novo filme do diretor David Ayer em parceria com o astro Will Smith, é quase impossível não compará-la com a de Distrito 9 (2009), dirigido por Neill Blomkamp. É visível o objetivo de Neill em discutir questionamentos sociais e, principalmente, humanitários, quando se coloca aliens e humanos juntos na Terra, onde os extraterrestres são completamente oprimidos e segregados da humanidade em uma metáfora que retoma o Apartheid e outras divisões existentes atualmente. Usando essa mesma estrutura, Ayer utiliza sua fantasia misturada com ficção, tentando trazer debates semelhantes entre orcs, elfos e humanos, porém, diferente de suas inspirações, o filme joga fora várias oportunidades em construir um discurso inteligente e sério, se perdendo na ação excessiva e na maldita necessidade de colocar seu astro hollywodiano em cada frame.

Will Smith sempre foi uma peça importante para seus filmes. Sua presença de tela incrível aliada a suas próprias habilidades de atuação e conseguir extrair diversas emoções dos personagens foram alguns dos motivos que o fizeram a ser o grande ator que é. Infelizmente, as vantagens do ator acabam caindo na péssima prática publicitária de diretores e produtores em colocarem seu rosto em cada momento do filme, em pôsteres e publicidades, apagando outros personagens e até atrapalhando o ritmo da própria história. E, enquanto seu personagem, Scott Ward, consegue transmitir a mensagem necessária ao público, do policial negro que está em constante luta diante da exclusão de seus companheiros, a falsa necessidade atrapalha o desenvolvimento de Joel Edgerton, que deveria ser mais reconhecido.

Não só por seu excelente trabalho em caracterização como orc, mas a atuação timída e ao mesmo tempo cômica traz bastante receptividade entre Nick Jakoby e o espectador. A dinâmica entre a dupla Smith e Edgerton funciona e impressiona pela proximidade, mas, como dito excessivamente no parágrafo anterior, Jacoby poderia ter tido um desenvolvimento mais inteligente de certa forma. Se o filme está se vendendo o tempo inteiro como a exclusão de orcs dentro da sociedade e, do protagonista, dentro da polícia, faltou grande tempo de tela e demonstrações por parte do roteiro.

Como mistura de gênero: sci-fi, fantasia, ação e até comédia, Bright está frágil nessa relação. No sci-fi, David Ayer flerta bastante e em quase todos seus discursos fala sobre as questões que estão na trama, mas se elas só são refletidas numa introdução que deixaria Zack Snyder orgulhoso, além da trilha sonora, sem mais nenhuma exemplificação nítida, estas se tornam fracas, rasas e desinteressantes. Na fantasia, orcs e elfos têm uma maquiagem exuberante e detalhista, só que a representação por meio das atuações é pífia e chega até ao ridículo de elfos fazerem piruetas excessivas. Há outro flerte que é o dragão, sem nenhuma menção anterior, em um rápido plano geral desnecessário e que falha na tentativa de ambientação.

O diretor, entretanto, não chega a decepcionar em todos os gêneros. Como ação e comédia, Bright é extremamente agradável. Não é repleto de piadas isentas de graça e sem timing, há várias passagens que despertam facilmente o riso, principalmente pela dupla protagonista que tem os melhores diálogos. Em um feito muito parecido com Esquadrão Suicida (2016), a ação bem feita e produzida por Ayer é frenética e de difícil acompanhamento pela edição defeituosa, mas traz um efeito violento eficiente – remete aos filmes de gângster.

Bright é muito mais o flerte de seu diretor do que filme de “ficção com ação”. Apesar de ter uma excelente dupla como protagonista, suas decisões desperdiçam oportunidades complexas e promissoras, deixando as mensagens apenas nos discursos promocionais de sua equipe. Ao final, há um pequeno gancho para uma possível continuação, e que isso aconteça! Porém, com outros caminhos a serem percorridos, já que esse universo parece muito rico e, se for explorado corretamente, poderá se tornar uma das melhores produções da Netflix.

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Cinema Quadrinhos

Grandes sagas da Marvel que podem chegar ao cinema

Já vem de algum tempo o rumor que a Disney estava querendo comprar parte do conglomerado 21st Century Fox. O tempo passou, boatos foram, boatos vieram e tudo parecia que era conto da carochinha. E hoje (14/12) foi oficializado o acordo que o Mickey terá em sua animada casa os estúdios: 20th Century Fox, Fox Streaming e Blue Sky. Sem contar nos canais Fox, FX, FXX, A&E e Star. Parte do serviço de Streaming Hulu, Endemol e as filiais regionais do Fox Sports. As emissoras jornalísticas do Fox News e os principais canais do Fox Sports ainda ficam com a 21st Century Fox. A Disney assume franquias consagradas Duro de Matar, Planeta dos Macacos, A Era do Gelo, Alien, Uma Família da Pesada e os poderosíssimos Os Simpsons. E claro, nos X-Men e o Quarteto Fantástico!

Mas, vamos para o que interessa para nos nerds amantes de HQs e de filmes de heróis. Por que não sonhar com a possível inclusão dos Mutantes e da Família Fantástica no Universo Marvel do cinema? Sim, queremos ver o Wolverine dando um golpe com as garras de adamantium no escudo do Capitão América nas telonas! Queremos ver os Illumiatis reunidos! Casamento de Ororo e T’Calla! Deadpool disputando o amor da Morte com Thanos! Galactus (gigante, de verdade, e não um peido cósmico) invadindo a Terra! E nunca esteve tão próximo de acontecer como agora. Ou melhor nos próximos anos.

Queremos ver isso nas telonas!!

Sabemos que a Marvel Studios segue um planejamento religioso e que vai se encerrar a fase 3 com o filme do Homem-Formiga no ano que vem. Ou seja, a Fase 4, com certeza já está planejada ou já está idealizada. Uma mudança, que não é do feitio do estúdio somente se for por algo muito extraordinário. Como aconteceu apenas uma vez quando incluíram o Homem-Aranha em Capitão América: Guerra Civil.

Mas voltando ao terreno dos sonhos, listamos aqui, lindo leitor, algumss grandes sagas da Marvel Comics, que poderiam ser adaptadas para os cinemas. Confira:

Torneio dos Campeões (1982)

Com roteiros de Mark Gruenwald, Steven Grant e Bill Mantlo e arte de John Romita Jr. e Bob Layton, ela é considerada como a primeira minissérie da Marvel. Na trama, o Ancião do Universo, conhecido como Grão-Mestre quer ressuscitar o seu irmão, o Colecionador. Então ele faz uma aposta com uma entidade que se apresenta como “Desconhecida”. A aposta consistia em reunir cada apostador reunir uma equipe com 12 guerreiros e duelarem na busca por quatro pedaços de um globo que quando reunidos podem trazer a vida o Colecionador.

Os apostadores escolhem os heróis da Terra para serem seus representantes na disputa. O Grão-Mestre monta um time com: Capitão América, Talismã, Estrela Negra, Capitão Britânia, Wolverine, Defensor, Sasquartch, Demolidor, Peregrino, Mulher-Hulk, Coisa e Blitzkrieg.

Já a “Desconhecida” recruta Homem de Ferro, Vanguard, Punho de Ferro, Shamrock, Tempestade, Cavaleiro Árabe, Sabra, Mulher-Invisível, Anjo, Pantera Negra, Solaris e o Homem-Coletivo. Obviamente, ao invés desses personagens mais do secundários, o estúdio colocaria os pesos pesados, mas por estar no âmbito cósmico os filmes atualmente, acho difícil seguirem por esse caminho.


Guerras Secretas (1984)

O maior crossover da história do Universo Marvel até então. A minissérie produzida por Jim Shooter e Mike Zeck introduziu conceitos até hoje vistos no quadrinhos da Casa das Ideias, foi lá que por exemplo vimos o Homem-Aranha ter o primeiro contato com o Simbionte e usar o clássico uniforme negro. Que mais tarde se tornaria o vilão Venon.

Guerras Secretas começou depois da Mattel procurar a Marvel para lançar uma linha de brinquedos de super-heróis. Mas para isso precisariam fazer uma história em que chamasse atenção da mídia e causasse comentários entre os leitores em geral. A trama é bem simples até, o semideus Beyonder, promove uma batalha nunca vista entre os maiores heróis e vilões da Terra, oferecendo ao grupo vencedor, como prêmio, a realização de todos os seus desejos.

Novamente, por ser um assunto cósmico, acho difícil a Marvel abordar isso nas próximas fases. Mas seria interessante abordar o Império Shiar e introduzir um personagem como o Beyonder.


Atos de Vingança (1989/1990)

O mega crossover tem uma premissa bem simples. Os vilões, cansados de apanhar, se unem e trocam os heróis que estavam acostumados a combater. Bem reto. Sem firula. Os ataques eram planejados pelos gênios do crime do Universo Marvel, escolhendo os vilões certos que tivesse vantagem ao enfrentar determinado herói. Seria interessante para poder introduzir vilões ao MCU. Uma trama mais urbana.


Massacre Marvel (1996)

Uma das sagas mais lembradas pelos leitores. O grande evento da década de 90, juntamente com A Era do Apocalypse, começou, praticamente, na história “Atrações Fatais” onde os X-Men enfrentaram Magneto e seus Acólitos, e determinado momento da luta, Magnus arranca o adamantium dos ossos de Logan. Esse ato foi a gota d’água para Xavier, que “desligou” a mente do vilão o deixando em estado catatônico. Só que durante o processo, a essência mais maligna que estava na mente de Magneto vai para o cérebro de Xavier. O que causa a origem do vilão Massacre.

A saga seguiu por muitas revistas, envolvendo diversos heróis da editora, até chegar no seu gran finale e o sacrifício dos Vingadores no seu final. Vindo ocasionar a era de Os Heróis Renascem. Já que eles foram enviados para uma outra realidade. E ao que parece, a próxima fase do MCU vai lidar com o Multiverso. Já que esse será o tema principal do filme do próximo filme do Homem-Formiga.


Guerra Suprema (2003)

A linha Ultimate foi a fonte em que a Marvel mais bebeu para o seu universo cinematográfico. Guerra Suprema seria uma das minhas apostas para a uma sequencia de filmes envolvendo os Vingadores e os Mutantes. A trama começa depois de Magneto tentar matar o presidente dos EUA em rede nacional, Charles Xavier entra na mente dele e muda tudo. Ele apaga a sua memória e coloca outras lembranças. O tornando um “humano comum” com família, amigos…  mas acontece que, inadvertidamente, o Fera, vaza o que aconteceu para a Irmandade de Mutantes, acreditando que estava conversando com uma namorada online.

A Irmandade consegue resgatar o seu líder, e Magneto surge e o governo dos Estados Unidos quer saber como isso aconteceu, já que o terrorista foi dado como morto. Nick Fury e seu recém-montado grupo de Supremos, rastreiam até a Mansão X e ao chegar no lugar descobrem que está vazio. O que os levam a crer que X-Men e Magneto estão como aliados agora.

Podendo fazer uma série de filmes onde os combates entre a Irmandade e X-Men acabam sendo prejudiciais para a sociedade, juntamente com ataques terroristas, racismo de uma raça, seriam assuntos atuais para enredo de uma fase completa no MCU.


Vingadores: A Queda/Dinastia M (2004/2005)

Seria um grande “filmão” ou então dividido em duas partes. Em Vingadores: A Queda mostra realmente o que apresenta o titulo. A mansão foi destruída, foram atacados pelos Kree, a Mulher-Hulk enlouquece e destrói o Visão, entre outros fatos. Então eles descobrem que a Feiticeira Escarlate tinha perdido o controle sobre os seus poderes de alteração de realidade, depois de acreditar que seus filhos estavam mortos. Após derrotarem a Vingadora, os heróis a entregam para Magneto em Genosha para ser tratada por Charles Xavier.

É então que começa a Dinastia M. Os X-Men, Quarteto Fantástico e os Vingadores estão tentando decidir o futuro da Feiticeira Escarlate, uma vez que Charles Xavier não consegue ter nenhum sucesso com a mesma. Mercúrio tenta junto à Magneto encontrar alguma forma de salvar a irmã, e o pai lhe diz que não pode fazer mais nada. Os heróis chegam e na ilha e um enorme clarão branco surge. Então a realidade é transformada. Onde os humanos estão próximo da extinção, Peter Parker é casado com Gwen Stacy, Steve Rogers é um idoso veterano da guerra, Magneto é o rei da Dinastia M e Logan é um agente da S.H.I.E.L.D., mas de uma alguma maneira ele é o único no mundo que lembra de toda a verdade.


Invasão Secreta (2008/2009)

Criada por Brian Michael Bendis e Leinil Yu, a saga traz para o palco principal os Skrulls que, usando os seus poderes de mudar de aparência trocaram de lugar alguns super-heróis da Terra. Depois que descobrem, fica complicado saber em quem confiar. Vamos lembrar que já foi confirmado que o filme da Capitã Marvel vai introduzir a raça alienígena no MCU. E que será ambientado na década de 90, ou seja, tempo mais do que suficiente para termos Skrulls entre os seres humanos.


Reinado Sombrio (2009)

A saga nos apresenta os novos VingadoresMiss Marvel (na verdade Rocha Lunar), Gavião Arqueiro (o Mercenário), Homem-Aranha (Venom) Capitão Marvel, Ares, Sentinela e Wolverine (Daken, filho de Logan) sendo liderados por Norman Osborn, o Patriota de Ferro. Depois de resolver a crise da invasão Skrull, conseguir quase todo patrimônio tecnológico de Tony Stark, a confiança do governo e da população dos Estados Unidos e se tornar o comandante da M.A.R.T.E.L.O., a agencia de segurança que substituiu a S.H.I.E.L.D., Norman se tornou algo como o grande defensor da Terra. Ele juntamente com seus colaboradores que formavam o grupo a Cabala, formado por Loki, o Capuz, Doutor Destino, Namor e Emma Frost. E com eles formou uma aliança em que eles teriam o que quisessem em troca de paz. Então os vilões se tornaram heróis e os heróis se tornaram fora da lei.


Vingadores vs. X-Men (2012)

A história começa com a entidade Fênix indo para a Terra encontrar a sua nova hospedeira. A Messias Mutante conhecida como Esperança. Ela é a primeira mutante a nascer depois que a Feiticeira Escarlate pirou e disse a célebre frase: “Chega de Mutantes” e fez que a maioria da raça perdesse os poderes e impediu o nascimento de novos mutantes. Os Vingadores ao saberem que a Fênix está a caminho querem impedir que ela encontrasse a nova hospedeira. Para isso eles pedem para que os X-Men entreguem a garota. Ciclope nega, por acreditar que a chegada da Fênix é parte importante do destino de Esperança como salvadora dos mutantes. É nesse momento que o caldo entorna.

Grandes batalhas com momentos emblemáticos seguem pela saga. Até acontecer uma importante reviravolta envolvendo a entidade Fênix. Pode não ser desse jeito que seja adaptada, mas uma grande briga entre os X-Men e os Vingadores seria um dos pontos altos do MCU.


Guerra Civil II (2016)

A segunda versão de Guerra Civil, coloca frente a frente o Homem de Ferro e a Capitã Marvel. Tudo por causa de um Inumano chamado Ulysses, que tem o poder de prever alguns desastres como invasões alienígenas e ataques terroristas. Enquanto Carol Danvers é a favor de usar o Inumano e seus dons, Tony Stark é contra por diversas razões. A saga, embora não tenha a mesma qualidade da sua original, traz um monte de consequências ao Universo Marvel que estão em ativa até hoje. Sem contar as mortes que foram impactantes.

Seria uma ótima oportunidade para introduzir os Inumanos no MCU, e quem sabe adaptar Inumanos vs. X-Men algum dia…


Império Secreto (2017)

A mais recente saga da Marvel, onde Steve Rogers se revelou um agente infiltrado da HYDRA esse tempo todo, esperando o momento certo para agir e levar a organização ao poder nos Estados Unidos. Bem, na verdade, o Caveira Vermelha, alterou as memórias do Capitão o tornando um traidor americano. A saga envolve diversos personagens da casa, que se unem para combater o seu ex-líder e amigo. Seria uma boa forma de trazer de volta o Caveira Vermelha de volta ao MCU, desde o final do primeiro filme do Capitão América. E colocar o Sentinela da Liberdade como grande vilão.

A única coisa que sabemos, é que não teremos alguma movimentação tão cedo sobre esses novos personagens que vieram da Fox. Pode ser que agora que o acordo foi sacramentado, os filmes mais para frente tenham algumas referencias sobre eles, e quem sabe em Vingadores 4 não possa ter aquela cena pós-credito marota que deixa todo mundo ouriçado? Só nos resta esperar.

Tem alguma outra saga, ou momento que envolve os heróis, você gostaria de ver adaptada para as telonas? Continue ligado na Torre de Vigilância para mais detalhes sobre a nova fase da Marvel nos cinemas.

 

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Quadrinhos

Infinity Countdown | Marvel revela os portadores das Pedras do Infinito

A Marvel Comics vai apresentar com quem estão atualmente as Pedras do Infinito (uma versão mais “rústica” das gemas originais). E saberemos o que cada um quer com elas na minissérie Infinity Countdown, que será publicada no ano que vem. Antes ainda, será lançado um one-shot chamado de Infinity Countdown Prime.

Infinity Countdown Prime terá roteiro de Gerry Duggan e artes do brasileiro Mike Deodato Jr., após o especial, Duggan continua escrevendo uma história de cinco partes que terão os desenhos de Aaron Kuder. As capas serão de Nick Bradshaw. O roteirista estava cuidando da mensal dos Guardiões da Galáxia (HQ que encontrou o seu final na edição #150) para que pudesse se dedicar totalmente ao novo evento da Marvel.

Conforme já tinha sido apresentado em Marvel Legacy #1, o Wolverine voltou dos mortos e tomou posse da Pedra do Espaço. A Capitã Marvel possui a Pedra da Realidade. Loki, que em algumas histórias passadas, já parecia que estava atrás do artefato, está com a Pedra da Mente no seu cetro. O Superskrull está com a Pedra do Tempo. E a Gamorra, não foi mostrado ainda como, tomou de Peter Quill a Pedra do Poder. Magus, a contraparte futurística de Warlock, possui a Pedra da Alma.

Confira uma pequena prévia de Infinity Countdown Prime, além das capas das edições, na galeria abaixo:

 

“A corrida pelo poder no universo pós Secret Wars começou, e sua busca afetará cada personagem da Marvel”, disse a editora em comunicado. “Das ruas ao espaço. Dos Vingadores ao Homem-Aranha passando nos X-Men, provocando até o fim dos Guardiões da Galáxia!”

Infinity Countdown Prime #1 será publicado em fevereiro.  A minissérie em cinco edições Infinity Countdown começa em março.

 

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Séries

Roy Harper retornará para a atual temporada de Arrow

Agora é oficial!

Colton Haynes estará retornando para a série num arco de vários episódios a partir do início de 2018. Os produtores prometeram que mostrará o encerramento de uma questão urgente para o Team Arrow e de seu relacionamento complicado com Thea Queen.

Sua aparição será no episódio 15, ou seja, a exibição do mesmo acontecerá provavelmente em março.

”Estamos entusiasmados em anunciar que Colton Haynes estará retormando seu papel como Roy Harper por um curto arco em Arrow”, afirmaram os produtores executivos, Marc Guggenheim e Wendy Mericle num comunicado. ”Roy será chamado de volta à Star City para ajudar a resolver um assunto urgente para o time. Sua curta visita se transforma em algo surpreendente quando se reúne com Thea e provoca uma mudança em ambas as suas vidas que terá consequências duradouras.”

Arrow retorna em 18 de janeiro.

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Viva: A Vida é Uma Festa: A arte como ela deve ser

A Disney/Pixar já provou várias vezes a sua habilidade em conseguir conquistar o público infantil, adulto e até mesmo idoso. E essa conquista não é por acaso, já que o trabalho feito pelo estúdio sempre teve esse objetivo. A forma como as história são infantilizadas e contadas de um jeito leve e sutil, mas sem perder a seriedade ao tratar de perspectivas sociais, é o grande trunfo da Disney/Pixar desde os dias de hoje. Provando-se mais uma vez competente, o novo trabalho do estúdio: Viva: A Vida é uma Festa, discute bastante todas as visões da arte em nossas vidas; sua obsessão, admiração e seu prestígio no mundo; cercada pela premissa do menino Miguel, que tem o sonho de ser músico um dia, dentro da família onde a música é proibida.

Todo o primeiro ato é pautado por essa premissa, que trabalha vários traços da cultura mexicana no Dia dos Mortos, suas tradições e crenças.  Não sendo um mexicano, não há como afirmar se o que nos foi apresentado está recheado de clichês do país, mas em se tratando do ponto de vista puramente estético, há um ótimo trabalho técnico no design criado em Viva. Vários lugares recheados de cores e vida; repare nas bandeiras, no figurino dos personagens e nos próprios edifícios e cemitérios; o som criado pelos violões sempre usado como pano de fundo; e as imagens remetentes a comemoração dos mortos trazem para o ambiente algo de grande valor representativo.

Após um grande aprofundamento dentro da cultura mexicana, o filme vai para um lado mais fantasioso quando Miguel entra no mundo dos mortos. Todos os esqueletos que ele vê estão lá, comemorando com suas famílias vivas, impossibilitadas de os verem, mas acreditando que eles estão com elas. Com isso, o longa nos introduz a perspectiva dos mortos com o mundo atual sem perder a leveza e a graça, além de conseguir encaixar os próprios questionamentos de sua história: a influência da arte na vida, segregação e prestígio social no pós-vida.

Adrian Molina e Matthew Aldrich, roteiristas de Viva, além de criarem uma mitologia própria baseada em acontecimentos reais, conseguem criar personagens engraçados, interativos e profundos. Tudo o que vai sendo apresentado ao Miguel: conhecer e reencontrar familiares já falecidos que mantiveram, por várias gerações, o seu desprezo pela música e tradições, faz reconhecermos valores de nossas próprias famílias. A curiosidade de saber o porquê da criação de alguma tradição por meio de seus antigos parentes talvez seja o desejo ínfimo de alguém.

Enquanto todas essas cenas se mostram bem próximas ao público, a aventura passada por Miguel chega a nos emocionar em várias horas. Os conflitos vividos durante todo o desenvolvimento da narrativa parecem cair, às vezes, para o simples imaginários fantasioso de seus criadores, mas sempre há aquela peça da Disney/Pixar em que o background do protagonista é destrinchado para ser usado em várias causas e consequências dentro da história: Miguel e Héctor precisam cantar em um show de talentos; Miguel entra no mundo dos mortos por um violão; o passado de sua família foi marcado pela a música, entre outras. Por causa disso, a aventura sempre é pautada pela música e a arte como essenciais para a vida de seus personagens.

Musicalmente, a trilha sonora de Viva: A Vida é Uma Festa empolga dentro de seu próprio visual, tem partes interessantes e vívidas, além de ser importante na introdução e no desfecho de personagens, porém tende a ser mais memorável pela mensagem do que como música em si. Detalhe nos enquadramentos das mãos quando tocam nas cordas dos violões, a riqueza de detalhes impressiona.

Viva: A Vida é Uma Festa finaliza com uma mensagem esperançosa e realmente prova como a arte transforma nossa vida na festa que ela deve ser. Em uma das cenas mais emocionantes que o estúdio nos proporcionou desde o início, seu filme se encerra demonstrando que aqueles que já foram sempre serão lembrados por nós, seja por meio de nossas lembranças ou por meio da arte: o instrumento mais poderoso que podemos ter.

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SK Gaming | Título da ESL Pro League de CS:GO é do Brasil

A SK Gaming, levantou o oitavo caneco do ano de 2017, e encerrou a temporada de maneira magnífica. 

O time de Counter Strike: Global Offensive formado inteiramente por jogadores brasileiros, ganhou a competição vencendo da equipe de estrelas da FaZe Clan pela 6ª Temporada da ESL Pro League, na Sparekassen Fyn Arena em Odense, na Dinamarca, neste domingo (10/12/17). O próximo compromisso da equipe é apenas em Janeiro do ano que vem, na Eleague Boston Major. 

A vitória rendeu a,  Gabriel “Fallen“, Marcelo “Coldzera“, Fernando “Fer“, Epitácio “Taco” e Ricardo “Boltz” um valor de U$ 225 mil (cerca de R$ 738 mil na cotação atual) em prêmios. E a vice, FaZe ficou com US$ 100 mil. Os brasileiros já tinham conquistado a CS Summit, IEM Sydney, DreamHack Summer, ECS, ESL One Colônia, Epicenter e o Blast Pro Series.

A tarde começou com o mapa Inferno, A SK não conseguiram segurar a FaZe, que jogando em seu cenário de escolha abriu a série com vitória por 13-16. Com destaque para Ladislav “GuardiaN” Kovács que apareceu nos rounds decisivos para resolver tudo a favor da FaZe

Na Overpass, mapa de escolha da SK, tudo começou como já esperado, rounds equilibrados. Com as duas equipes trocando rounds a todo momento, a primeira etapa terminou em 8-7 para os europeus. No segundo tempo, porém, a SK respondeu com uma defesa sólida e com Fernando “fer” Alvarenga brilhando. Nem mesmo todo o esforço da FaZe mudou o final da partida, que terminou em 16-11 para a SK.

Na Mirage, mapa selecionado pelos europeus, quem deu show foi a SK. Os brasileiros anularam completamente Nikola “NiKo” Kovác, que terminou o tempo com apenas 1 abate e 14 mortes. Mesmo reagindo, e encaixando uma sequencia de pontos a FaZe caiu perante a SK pelo placar de 16-9.

Porém o melhor ficou para o final. No mapa Train, os brasileiros dominaram e chegaram a abrir 8-0. A FaZe, então, com uma reação consistente assumiram a dianteira no placar por 11-8. A SK conteve as emoções e dominaram a situação e chegou perto de fechar o jogo. Só que Guardian mesmo sem munição na arma, partiu para cima de Fallen, no meio da smoke, e impediu o desarme da C4 usando apenas a faca. A jogada abriu caminho para o empate. Na prorrogação, a SK conseguiu impor seu estilo de jogo e fechou a partida por 19-16.

 

Além do título, a noite ainda foi mais especial para Epitácio “Taco” que recebeu o prêmio de MVP.

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Noite de Trevas: Uma História Real do Batman entra em pré-venda, confira!

Do aclamado roteirista Paul Dini (Batman: A Série Animada) com os desenhos do talentoso Eduardo Risso (100 Balas)Noite de Trevas: Uma História Real do Batman já se encontra disponível em pré-venda. Dark Knight: A True Batman Story foi originalmente lançada em 2016 pelo selo Vertigo, sendo indicada ao Goodreads Choice Awards Best Graphic Novels & Comics. Confira a capa e a sinopse:

“Nos anos 90, o roteirista Paul Dini tinha uma carreira em ascensão escrevendo para os desenhos incrivelmente populares BATMAN: A SÉRIE ANIMADA e TINY TOONS. Era uma fase áurea para roteiristas de televisão, e Dini e seus amigos autores estavam na vanguarda dos holofotes de Hollywood. Em uma noite, tudo mudaria. 
Caminhando para casa num fim de noite, Dini foi cercado e cruelmente espancado. Com vários ossos quebrados e o rosto destruído, Dini passou por um processo árduo de recuperação, dificultado pelas excentricidades dos vilões imaginários sobre os quais escrevia para a televisão, incluindo o Coringa, Arlequina e o Pinguim. Mas apesar de ser uma situação desoladora, ou talvez por causa disso, Dini também imaginava sempre o Batman ao seu lado, constantemente incentivando-o durante os seus momentos mais sombrios. 
Embora a maioria das pessoas conheça o Cavaleiro das Trevas como o ícone perseverante de justiça e autoridade, nesta história surpreendente, vemos o Batman sob um novo olhar. Não mais como o vingador noturno, mas como o salvador que ajudou um homem abatido a se recuperar mentalmente de um ataque brutal que o deixou incapaz de enfrentar o mundo. 
NOITE DE TREVAS: UMA HISTÓRIA REAL DO BATMAN é o conto autobiográfico angustiante e eloquente da luta corajosa de Dini para superar uma situação realmente desesperadora. É uma história do Batman diferente de todas as outras, e uma que irá ressoar de verdade entre os fãs, com a arte do incrível e talentoso Eduardo Risso (100 Balas, Cavaleiro das Trevas III: A Raça Superior).”

A graphic novel contará com virá 128 páginas compiladas em um capa dura de luxo. Você pode adquiri-lo abaixo com 18% de desconto.

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Cinema

Dinossauros estão à solta em primeiro trailer de Jurassic World: Reino Ameaçado

Após a liberação dos bastidores da sequência, a Universal revelou o trailer oficial de Jurassic World: Reino Ameaçado.

 

“Com todas as maravilhas, aventuras e emoções sinônimas de uma das franquias mais populares e bem sucedidas da história do cinema, esse novo evento cinematográfico mostra o retorno dos personagens e dinossauros favoritos do público – além de novas espécies, mais espetaculares e aterrorizante do que nunca.”

Jurassic World: Reino Ameaçado será lançado em 22 de junho de 2018.