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Review | Marvel’s Spider-Man

Você se lembra da cena de abertura do filme Amazing Spider-Man 2? Há muitas divergências quanto a sua qualidade como filme, mas a cena inicial onde ele utiliza a cidade de Nova York como um grande playground, é com certeza muito boa. E aquela sensação de liberdade é exatamente o que você encontrará em Marvel’s Spider-Man. Um jogo que vem numa época de hiato de alguns dos principais jogos de super-heróis, com uma história inédita que mescla a vida pessoal de Peter com as suas obrigações diárias de combate ao crime organizado na Grande Maçã. Podemos afirmar de antemão que a Insomniac, a Sony Interactive Entertainment e a Marvel acertaram bonito.

O seu modelo de mundo aberto já é bem conhecido, mas com uma história principal que cruza distritos cheios de desafios, missões secundárias e colecionáveis, acaba sendo agradável, mesmo que já vivenciamos várias e várias vezes esse sistema. A jogabilidade é tão suave que é facilmente aprendida, e sua curva de aprendizado é tão curta que em pouco tempo, parece que já temos mais de 10 horas de gameplay. O combate é uma satisfação hipnótica, enquanto o seu balanço na teia é sempre divertido. E diversão é a palavra-chave, a luta, o balanço na teia, até mesmo os personagens e a história em certos pontos, é tudo muito divertido de se jogar.

A versão do Homem-Aranha que somos apresentado é um personagem mais antigo, já com alguns anos de carreira. Portanto, sem história de origem. Isso significa que você é jogado quase em um clímax inicial, enquanto o tutorial de sugere sem esforço suas ações. Em poucos segundos, você se sente como se sempre tivesse sido o Homem-Aranha.

A história central é cheia de surpresas e descobertas, Peter Parker não apenas persegue bandidos, mas realmente faz jus ao título de “amigão da vizinhança”. Os crimes surgem e as coisas acontecem para mantê-lo ocupado em uma Nova York tão viva, movimentada e cheia de gente. É impressionante o nível de cuidado que a equipe de desenvolvimento dedicou a cidade como um todo, durante todo o jogo, você poderá presenciar pequenos eventos aleatórios, como acidentes automobilísticos, assaltos, assaltos a lojas e outros crimes comuns, tudo isso para ajudar a criar um maior realismo à cidade e às pessoas que nela participam. Durante toda a gameplay, vários vilões clássicos do Spider aparecem, entre eles Wilson Fisk, Otto Octavius, Shocker e Black Cat.

Falando em gráficos, você não precisa ter um PS4 Pro, para aproveitar Marvel’s Spider-Man de forma satisfatória. Nova York se estende em detalhes formidavelmente nítidos até onde a vista alcança, com um sol alaranjado da tarde, digno de filmes vencedores de Oscar em fotografia. É raro ver algo tão grande e detalhado parecer consistentemente tão bom e vivo, com os momentos finais do modo história em particular, algumas das coisas mais espetaculares que eu vi em jogos no últimos tempos

Conforme a história de Marvel’s Spider-Man avança, o jogo cresce em escala, mas de uma maneira administrável. Os colecionáveis, desafios e missões secundárias que aparecem, desempenham seu papel de preencher lacunas muito bem. Por que além disso você ganha várias moedas ao final de cada missão que você pode usar para comprar novos gadgets, habilidades, dando-lhe mais uma aplicação prática do que apenas o preenchimento puro da jogabilidade. Dominar os novos equipamentos e habilidades que você desbloqueia permite que o jogo continue a crescer.

É bem equilibrado em termos de escala, crescimento e viabilidade, embora o trabalho diurno de Parker como cientista ser um pouco exaustivo, sendo repleto de circuitos elétricos e quebra-cabeças de espectrógrafos que, apesar de divertidos o suficiente, que diferente das missões secundárias, parecem uma tentativa de dar algum propósito de jogabilidade além das cenas jogáveis.

Uma coisa que é difícil de ignorar, não sendo necessariamente uma coisa ruim, é o quanto o jogo apresenta coisas que já vimos na série Batman Arkham. Não é apenas as mecânicas, mas também os conceitos dos jogos de Arkham. De certa forma isso pode ser interpretado de várias maneiras. Qual o problema de “copiar” algo que funciona tão bem? Mas também pode vim o questionamento, “Eles não conseguem criar sua própria jogabilidade?”. No que diz respeito a jogos de introdução, é uma ótima escolha e isso não é um problema, mas ainda parece um pouco estranho. Os quick time events, são um desafio a parte, quando aparecem, têm uma ponderação estranha. Eles são tão lentos que quase os tornam mais difíceis.

Embora estejamos em negativos, falar da dublagem é obrigação. Todas as partes principais são dubladas e tocadas com profundidade e carisma. Tanto em português, quanto em inglês Peter Parker, é instantaneamente simpático e uma adição valiosa ao universo do Homem-Aranha. Ele é envolvente, super-heroico, mas humano, e há risadas reais em certos pontos, isso se encaixa perfeitamente no fato de que, sob a máscara, ele é apenas um cara normal do Queens.

VEREDITO:

Marvel’s Spider-Man é uma aventura extremamente divertida, cheia de grandes personagens e momentos, e apenas uma das melhores realizações de videogame de super-herói até hoje. A Insomniac é um estúdio com quase 25 anos de experiência em produzir aventuras de ação tátil e bacanas que são ótimas para se jogar, e ver que a experiência voltada para um jogo licenciado criou uma experiência impressionante, polida e trabalhada.

Pros:

  • Sensação de liberdade e controle.
  • Mundo aberto de Nova York, detalhamento e cidade viva.
  • Personagens simpáticos e ótimos desempenhos.

Contras:

  • Praticamente Spider-Man Arkham.
  • Estrutura familiar de mundo aberto.

NOTA FINAL: 9,5

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Board games Games

Tem início a campanha no Catarse para financiar o jogo de Valente

Começou a campanha no Catarse buscando financiamento coletivo para a produção do jogo de tabuleiro de Valente, a obra máxima de Vitor Cafaggi! Confira detalhes abaixo.

Intitulado Valente – O amor em jogo, este card game da obra autoral de Cafaggi publicada pela editora Panini possuirá uma mecânica muito bem adaptada à história que as tiras do personagem contam.

A sinopse diz: Esta história é sobre duas garotas: Dama e Princesa. Dama gosta de sair com as amigas para festas e shows nos fins de semana. Ela adora empadinha, pão na chapa e flan de baunilha (com calda de caramelo, por favor). Recentemente, Dama terminou um longo primeiro namoro, que já deveria ter acabado faz tempo.

Princesa gosta de filmes (exceto os que se resumem a lutinhas de kung fu), livros, refrigerante light e praticamente todos os tipos de música. Ela é vegetariana há pouco tempo e está ansiosa para sua viagem de intercâmbio para a Austrália, que acontecerá no fim do ano.

E no meio dessa história tem um cara chamado Valente. Tal qual Romeu, Valente é um joguete do destino. Um jovem acostumado a viver amores platônicos, mas que está disposto a dar um fim nisso, deixar suas inseguranças de lado e, finalmente, seguir seu coração. Mas para que lado irá o coração de Valente?

Através da aleatoriedade das cartas e usando sua própria habilidade, raciocínio e experiência, os jogadores montarão tirinhas contando a história e as desventuras amorosas do Valente. Os jogadores têm o desafio de guiar o  herói para a escolha certa.

As cartas do jogo serão produzidas pela COPAG, e o desenvolvimento do projeto é feito em parceria com a Geeks N’ Orcs, empresa nacional especializada em novos jogos de tabuleiro. O jogo contará com os seguintes componentes: 80 cartas de jogo únicas; 1 tabuleiro central; 4 tabuleiros individuais; 5 marcadores; 1 livro de regras 1 carta secreta que só deve ser revelada em caso de coração partido. Além disso, as metas estendidas acrescentam algumas cartas ao jogo, e também irão melhorar os componentes, transformando por exemplo o marcador de coração em um marcador de acrílico.

Também está disponível uma expansão denominada “Fillers“, que pode ser adquirida com exclusividade através da campanha no Catarse, acrescentando-se somente R$ 10,00 ao valor total do apoio.

O preço mínimo para obtenção do jogo é R$ 100,00, e este apoio engloba todas as metas estendidas que serão alcançadas ao longo do projeto.

Para apoiar e conferir maiores detalhes, clique aqui.

Valente foi criado em tirinhas de jornal em meados de 2010, e as histórias do personagem misturam um cotidiano cercado por RPG, amizades e desenvolvimentos amorosos. Até o momento foram publicados cinco volumes pela editora Panini compilando as histórias, que possuem um senso cronológico e de amadurecimento.

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Séries

DC Universe | Crystal Reed será Abby Arcane em Monstro do Pântano

O próximo projeto da DC Universe começa a tomar forma com a adição de Crystal como a protagonista feminina.

Escrito por Mark Verheiden e Gary Dauberman, Monstro do Pântano segue Abby Arcane enquanto investiga o que parece ser um vírus fatal em uma pequena cidade na Louisiana, mas logo descobre que o pântano guarda segredos místicos e aterrorizantes. Quando horrores inexplicáveis e arrepiantes emergem deste pântano, ninguém está a salvo.

Inteligente e atenciosa, o forte senso de empatia da Doutora Abby Arcane a coloca no centro de uma terrível epidemia que ameaça a vida em sua cidade natal, onde ela enfrenta demônios emocionais de seu passado, enquanto um encontro casual com o cientista Alec Holland a leva em um mundo de horror e sobrenatural, e da criatura elemental conhecida como Monstro do Pântano.

Reed esteve recentemente num papel regular na quarta temporada de Gotham como Sofia Falcone.

Monstro do Pântano tem estreia confirmada em 2019 pelo canal de streaming chamado DC Universe.

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Board games Games

Um jogo sobre ciclismo: Conclave Editora lança Flamme Rouge

Já está acabando mais uma pré-venda da Conclave Editora: trata-se de Flamme Rouge, elogiado board game que tem como tema… Corridas de bike! Confira detalhes abaixo.

A emoção está no ar, quando os líderes do pelotão fazem a última curva antes da linha de chegada. Cada equipe usou da melhor astúcia e habilidade para colocar o seu sprinter na melhor posição. Mas apenas um fez o suficiente para obter a vitória!

Será que a sua equipe deve liderar e correr o risco de exaustão? Ou deve correr de modo seguro e manter-se no meio do pelotão? Será que consegue surpreender os seus adversários com um ataque vindo de trás? Qualquer um consegue correr, mas poucos chegam a Campeões.

Flamme Rouge é uma criação do designer dinamarquês Asger Harding Granerud, com arte de Ossi Hiekkala e Jere Kasanen. O jogo foi lançado no exterior em 2016 pela publisher Lautapelit.fi, e chega ao Brasil como um dos lançamentos da Conclave para o mês de setembro de 2018.

O jogo é composto por: 4 tabuleiros de jogadores, 8 ciclistas, 21 peças de percurso, 190 cartas e 1 livro de regras. O n° de jogadores é de 2 a 4, com recomendação de idade para maiores de 14 anos, e as partidas duram em média 45 minutos.

Interessado em mais lançamentos da Conclave Editora? Clique aqui para conhecer Ethnos!

Flamme Rouge foi indicado a alguns prêmios, sendo eles: 2018 As d’Or – Jeu de l’Année, 2017 Cardboard Republic Socializer Laurel, 2016 Golden Geek Board Game of the Year, 2016 Golden Geek Best Family Board Game e 2016 Golden Geek Best Board Game Artwork & Presentation.

O preço da edição nacional é R$ 249,90. Clique aqui para visitar a loja online da Conclave Editora.

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Games

CBLOL 2018 | Kabum e-Sport é campeã do 2º split

Toda a emoção do Campeonato Brasileiro de League of Legends, CBLoL, começou bem antes da disputa entre Kabum e-Sport x Flamengo eSport. No início da transmissão foram mostrados alguns quadros característicos das programação padrão do CBLoL, entretanto uma apresentação era esperada pelo fãs. O show de abertura.

O show de abertura da 2ª Etapa, contou com vídeo de homenagem ao CBLoL com apresentação de todos os times que participaram dessa etapa, além de um espetáculo do Emicida. Que cantou a música “Disseram que era só um joguinho”, o vídeo completo pode ser assistido no canal do LoL eSports BR.

 

A grande final da segunda etapa do CBLoL 2018 conta com equipes que tiveram campanhas semelhantes, de altos e baixos, decidido apenas na última semana.

E assim como foi a campanha, a final foi recheada de alto e baixos para ambas equipes, mas no final quem triunfou foi a Kabum e-Sport, com um placar de 3×2. Agora a Kabum é a primeira equipe do Brasil que representará o país no Mundial de League of Legends pela segunda vez.

Mundial de League of Legends 2018 acontecerá na Coreia do Sul, que já sediou a competição em 2014. E contará com as 24 equipes.

Fase de Entrada acontecerá entre os dias 1 e 4, 6 e 7 de outubro em Seul, capital do país. A Fase de Grupos será em Busan, a segunda cidade mais populosa da Coreia, e acontecerá entre os dias 10 e 17 de outubro. A cidade também sediará as Quartas de Final, que acontecem nos dias 20 e 21 de outubro. A Semifinal acontecerá nos dias 27 e 28 de outubro, em Gwangju. E a Grande Final será em Incheon, no dia 3 de novembro.

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Tela Quente

A Freira: Muito potencial, razoável aproveitamento

Os spin-offs de Invocação do Mal começaram com o pé esquerdo. Tendo Annabelle (2014) como seu ponto de partida, era nítida a falta de empenho dos realizadores em tentar produzir algo de verdadeira qualidade e significância, como as obras principais que serviam de base temática para estas outras empreitadas. Depois veio a continuação, intitulada A Criação do Mal (2017), que se distanciou do seu antecessor fazendo um filme com muito mais perspectiva, apesar de ainda ser bem inferior em relação aos dois Invocação do Mal. Agora, com A Freira, a esperança de finalmente ter um filme competente e que faria jus aos principais renascia. Prometendo uma premissa pautada diretamente a religiosidade, utilizando uma das figuras mais icônicas de Invocação do Mal 2 (2016), A Freira é, sem dúvida alguma, MAIS um erro dos realizadores que não encontraram o equilíbrio entre criatividade e reverência.

A Freira escancara o principal problema de todos os filmes paralelos, que juntos, tendem a criar um universo integrado: a falta de uma mente ambiciosa como a de James Wan. É nítida a falta de visão do diretor Colin Hardy em tentar criar algo inédito. Enquanto vemos Invocação do Mal corajoso na tentativa de alterar os padrões técnicos do terror, presenciamos A Freira indo para a direção contrária. Mesmo se sustentado na religiosidade, que poderia ser seu trunfo, o filme não ultrapassa a linha das convenções e dos clichês do gênero, resultando em outro trabalho sem personalidade e comprometimento com o que está sendo contado.

Em relação ao Annabelle, A Freira se assemelha muito no que se entende como falta de ritmo e ambientação. Se em Annabelle os ambientes e personagens soavam forçados, este não se diferencia muito. Até os primeiros dois planos gerais em que vemos a visão do castelo como uma forma de nos situarmos dentro do campo de ação, havia um certo cuidado em relação a composição espirituosa do convento e seus integrantes. Porém, o problema é quando as repetições de enquadramentos e sequências se tornam obstáculos para o fluxo da experiência: não há sentimento de claustrofobia ou inquietação em nenhum dos ambientes internos, porque o longa não se preocupa com tal.

Já falando em ritmo, A Freira consegue estragar seus pontos mais altos com bizarrices envolvendo alívio cômico sem nenhum impacto, e diálogos fracos e superficiais entre personagens quase inexpressivos. Quando há esse tipo de situação, fica escancarado o descuido em tratar seu gênero como mero entretenimento passageiro, estragando uma experiência que poderia ser, no mínimo, interessante.

Se a criatividade passou distante do processo de filmagens de A Freira, não há como se negar as reverências às convenções do gênero de terror. O momento do susto – referenciado pela expressão jump scare – as aparições diante do escuro e do vazio, o som ensurdecedor, o corte seco e preciso, além de várias outras técnicas já manjadas por fãs de longa data. Há de ser justo e dizer que, quase sempre, Hardy acerta a mão em tratar seu filme como um simples precursor do bom e velho terror. As luzes, que formam sombras e escuridões, dão uma sensação sombria satisfatória, além de trazer cores como o vermelho e o azul para irem se alternando entre as passagens. A edição e mixagem de som são, facilmente, a melhor coisa de A Freira. Correntes, vozes, passos, gritos, orações, trovões, entre outros, constroem, gradativamente, um conjunto de elementos que são encaixados de acordo com a movimentação dos objetos – corretamente dispostos no quadro, conseguindo captar a essência da religiosidade – e da tensão na cena.

O jump scare também é altamente utilizado. Vários cortes e panorâmicas são propositais, tornando previsível alguns espantos aos espectadores mais experientes. Mas há alguns bons sustos que pegam todos os públicos desprevenidos. Os que envolvem a freira são os melhores e eficazes, porque são esses que vão trabalhar toda a figura dela, desde a vestimenta até a maquiagem. Continua sendo uma das figuras mais aterrorizantes desse universo, mesmo com o excesso de CGI em quase todas as aparições.

Há um elenco formado por bons atores e atrizes, mas que trabalham pouco por seus personagens, provavelmente pelo texto fraco. O Padre Burke (Demián Bichir) e Frenchine (Jonas Bloquet) são os mais dispensáveis e entram para alguns dos piores da franquia. Ambos são os típicos que farão as maiores burrices, e às vezes ultrapassando o limite entre a facilitação do roteiro e a coerência da própria personalidade. Se um é o padre mais inútil da face da Terra, o outro é o personagem da Marvel com o pior timing da história.

Contudo, o núcleo feminino composto pela Taissa Farmiga e Charlotte Hope é formidável. Ainda acontece algumas incoerências, desta vez toleráveis. A Irmã Irene (Farmiga) chama a atenção no terceiro ato, quando é exigida pelos sufocos e dramas que envolvem a sua maturidade. Já a Irmã Oana (Hope) é rápida em sua aparição, porém marca com o peso dramático em que está envolvida. Duas personagens femininas que conseguem entregar uma parcela significativa de seu potencial.

A Freira consiste na falta do novo e na insistência do velho. Carece de criatividade e da ambição de seu próprio diretor, que parece não se importar com a falta do seu envolvimento. Como filme de terror, consegue se sair razoável por apresentar um bom domínio das velhas técnicas e truques para prender o espectador na poltrona. Talvez seja exatamente isso que o público espera, já para aqueles que buscam inovação e experiências únicas e particulares, A Freira não seria a melhor opção.

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Cinema

Michael Myers está com sede de sangue em novo trailer de Halloween

Com ainda mais de um mês para o lançamento do longa, a Universal Pictures liberou mais um trailer mostrando que Myers está pronto para mais um massacre.

Laurie Strode chega ao seu confronto final com Michael Myers, a figura mascarada que a assombrou desde que ela escapou por pouco da morte em uma noite de assassinatos no Halloween, quatro décadas atrás.

Halloween contará com o retorno de Jamie Lee Curtis no papel de Strode e a trama se passará após os eventos do clássico de 1978. Seu lançamento será em 19 de outubro deste ano.

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Séries

Patrulha do Destino terá Timothy Dalton como o Chefe

A novidade veio do The Hollywood Reporter, onde informou que o antigo intérprete do James Bond interpretará o Doutor Niles Caulder na vindoura série do DC Universe.

A descrição oficial do personagem é a seguinte:

”Dr. Niles (O Chefe) Caulder, um pioneiro na ciência médica, buscando o mundo para aqueles que estão à beira da morte e que precisam de um milagre. Brilhante, mas controverso, o Dr. Caulder não vai desistir em ajudar aqueles que ele acredita que estão em necessidade, incluindo sua coleção de estranhos heróis conhecidos como A Patrulha do Destino.”

Escrito por Jeremy Carver, Patrulha do Destino é uma releitura de um dos grupos mais estranhos do Universo DC, onde se reunirão com a ajuda de Ciborgue para uma missão que os levará aos cantos mais estranhos e inesperados.

Patrulha do Destino ainda não possui data oficial de estreia.

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Quadrinhos

Terceiro volume de Verões Felizes é lançado pela SESI-SP Editora

A elogiadíssima série terá mais um volume publicado no Brasil. O terceiro volume de Verões Felizes, da SESI-SP Editorajá está disponível para compra e continua essa emocionante história familiar, cheia de reviravoltas e momentos marcantes.

Neste terceiro volume, suba na 4L vermelho Estérel da família Faldérault e reviva as férias da sua infância!

O primeiro volume de Verões FelizesRumo ao Sul!, rendeu elogios quase unânimes pelos leitores e críticos, sendo eleito um dos melhores (quiçá o melhor) lançamentos de 2016. A história, focada na aventura familiar, é tocante e divertida, com momentos poéticos sobre a vida e belíssimas ilustrações. Em 2017 a editora lançou o segundo volume, A Calanque, que também foi eleito um dos melhores quadrinhos do ano.

A série é publicada na França pela editora Dargaud e conta até o momento com três álbuns lançados, tendo sido um quarto já anunciado, sem deixar a qualidade cair em nenhuma das edições. Em seu catálogo a SESI-SP possui outros one-shots e séries europeias como Gus, Valerian, Spirou, Spirou de, Bitcoin, Valentine e o sucesso arrebatador Blacksad.

Verões Felizes 3. Senhorita Estérel é um álbum de 64 páginas encadernado em capa cartão e formato 31 x 23,2 cm. O preço sugerido é R$ 46,00Clique aqui para garantir sua edição.

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Séries

American Horror Story: Apocalypse | Confira o primeiro trailer da oitava temporada

Com apenas uma semana para o retorno de American Horror Story, a FX liberou o primeiro trailer de sua nova temporada.

https://www.youtube.com/watch?v=1sNgUveD3TA

 

Apocalypse marcará o crossover entre Murder House e Coven, onde trará toda a mitologia mostradas nestas temporadas.

American Horror Story é uma franquia de antologia que iniciou com tramas separadas entre si, mas referências começaram a serem jogadas e por fim, o primeiro crossover confirmado para acrescentar neste universo de horror.

American Horror Story: Apocalypse retorna em 12 de setembro pela FX.