Em setembro (já em pré-venda) a Conclave Editora lançará um novo board game no Brasil: trata-se de Ethnos, criado pelo designer Paolo Mori com arte de John Howe. Confira os detalhes abaixo!
Na distante terra de Ethnos, uma nova Era está se iniciando. As cinzas da antiga Era deixaram os Seis Reinos vazios e as doze Tribos espalhadas ao vento.
Agora é a hora de um talentoso líder uni-las em uma poderosa aliança, usando sabiamente as habilidades únicas de cada uma das Tribos para controlar o Reino. Você tem a sagacidade e a sabedoria para se tornar o próximo Lorde de Ethnos e levá-la a uma Era de Ouro?
Em Ethnos, os jogadores competem para se tornar o próximo Lorde de Ethnos. Aquele que controlar a maior quantidade de Reinos e recrutar mais Aliados do que seus rivais irá clamar pela maior quantidade de pontos de Glória e pelo título de Lorde!
Para se tornar Lorde de Ethnos, reúna os membros espalhados das 12 Tribos, formando um Bando de Aliados para controlar os Reinos. Escolha sabiamente o líder de cada Bando, já que apenas o líder pode usar sua habilidade especial para ajudar em sua busca pelo domínio. Se você possuir a maior quantidade de Glória após três Eras, você será coroado como Lorde de Ethnos e vencerá a partida!
Ethnos pode ser jogado com dois a seis jogadores, possui recomendação de idade +14 anos e o tempo de jogo varia de 50 a 60 minutos por partida. Os componentes do jogo são: 1 Tabuleiro Principal, 156 Marcadores de Controle, 18 Fichas de Glória, 156 Cartas de Tribos, 12 Cartas de Preparação, 3 Cartas de Dragão, 1 Tabuleiro do Povo do Mar, 6 Tabuleiros de Horda de Orc, 1 Ficha de Gigante (duas Faces), 6 Fichas de Troll.
O jogo já está em pré-venda com preço sugerido de R$ 249,90. Garantindo seu exemplar durante o período de pré-venda, há um desconto oferecido na loja oficial da Conclave Editora.
Em um cotidiano agitado, onde as crianças estão cada vez mais próximas à tecnologia, o hábito de ler e escrever ainda pode ser interessante, assim como os videogames e smartphones.
Mari Lima é do nordeste, do estado de Sergipe, e acabou de lançar seu primeiro livro aos 14 anos. Mesmo jovem a familiaridade com a tecnologia e a admiração por expoentes da literatura infanto-juvenil, a ajudaram muito na criação do seu livro.
Para saber um pouco mais, fizemos algumas perguntas a respeito da obra e da autora.
Provavelmente você teve contato com os livros desde cedo. Entre tantos livros e autores quais aqueles que mais te influenciaram? Que pergunta difícil! Eu realmente gosto muito de ler, e tenho várias coleções comigo. Rainha Vermelha, da Victoria Aveyard e A Rebelde do Deserto de Alwyn Hamilton foram minhas inspirações para a escrita. Agora as escritoras que me incentivaram a não desistir foram a J.K Rowling – que foi recusada por 10 editoras, difícil acreditar – a Jadna Alana, minha amiga e escritora incrível, e a Babi Dewet, que também começou de maneira independente.
Pra você quais foram as maiores dificuldades e facilidades para escrever o livro? Com certeza foi consertar os erros de continuidade, “haha”. Demorei cerca de um ano para escrever, e acabava esquecendo a cor de um cabelo, uma frase dita, ou pensava que tinha escrito algo que não tinha. Foram precisas algumas revisões para ele ficar pronto.
Antes de escrever Fuga Falha, você já havia escrito algum outro livro? Alguns rascunhos, apenas. É o primeiro projeto que cheguei a publicar.
Quais foram as maiores dificuldades até o momento para poder lançar seu livro de forma independente? O custo. Com meu orçamento, não dava para publicar pelas editoras que aceitaram, que eram meus planos iniciais. Mas estou aprendendo, divulgando, e mesmo sem a ajuda de uma empresa acho que está tudo dando certo.
Você pretende escrever outros livros, completamente diferentes da temática de seu livro? Não agora. Quero focar no universo já criado, em reler e revisar a continuação e quem sabe depois que esse ciclo acabar eu pense em escrever outras histórias.
A versão física já está sendo produzida, ou há planos para ser lançada?
Já está a caminho. O planejado é começar a vender em setembro, já não aguento de emoção!
O livro Fuga Falha, já está à venda na Amazon. O link para comprar está aqui.
Depois de adaptar Castlevania, e confirmar sua 2º temporada a Netflix demonstrou interesse em lançar para a plataforma de streaming, com apoio da Blizzard, uma série baseada nos gamesDiablo.
De acordo com o Comic Book e rumores publicados no Revenge of the Fans , o roteirista do reboot de Hellboy, Andrew Cosby, estaria escalado para escrever a série de Diablo.
O primeiro game da franquia, foi lançado em 1996, desenvolvida pela Blizzard Entertainment, e até hoje conquista mais fãs. O mais recente game, foi Diablo III lançado em 2012, com Reaper of Souls, sendo o primeiro pacote de expansão de Diablo III, foi lançado para PC e Mac em 25 de março de 2014.
Mais informações a respeito da adaptação de Diablo, devem ser anunciadas em breve.
Após um bom tempo nas sombras, True Detective retornará para mais uma temporada e a HBO lançou uma prévia do que poderemos esperar para o próximo ano.
Mahershala Ali interpretará Wayne Hays, um detetive de polícia estadual do noroeste do Arkansas e Stephen Dorff será Roland West, um investigador cuja carreira foi influenciada pelo desconcertante crime Arkansas. Ray Fisher interpretará o filho de Hays e Carmen Ejogo fará Amelia Reardon, uma professora do Arkansas.
A terceira temporada foi escrita pelo showrunnerNic Pizzolatto, no qual dividiu as funções de diretor com Jeremy Saulnier e Daniel Sackheim.
True Detective ainda não possui data oficial de retorno.
Houve uma reviravolta no anúncio de Alec Baldwin como Thomas Wayne no filme Coringa, de Todd Phillips. O ator, em comunicado oficial, divulgou sua saída do projeto. Na rede social de sua fundação, ele disse:
“Deixe-me declarar, para registro, que não fui contratado para interpretar o papel de algum tipo de imitação do Donald Trump no filme Coringa, do Todd Phillips. Isso não está acontecendo. Não. Vai acontecer.”
O vindouro projeto da Warner Bros. dentro do Worlds of DC acaba de ganhar um nome de peso.
De acordo com o Deadline, Baldwin interpretará o patriarca Wayne, um respeitado médico e filantropo em Gotham City.
Para quem deste Multiverso não conhece o cânone nos gibis, Thomas e sua esposa Martha foram assassinados no Beco do Crime com seu filho Bruce Wayne como principal testemunha.
Alec se juntará a Joaquin Phoenix no papel principal, Robert De Niro, Frances Conroy, Marc Maron e Zazie Beetz.
O próximo filme deste universo cinematográfico será Aquaman com lançamento em dezembro deste ano e em 2019, teremos Shazam e Mulher-Maravilha 84.
Após meses conturbados na produção de House of Cards, devido as polêmicas e acusações envolvendo o nome de sua estrela, Kevin Spacey, a série finalmente irá voltar com seu último e derradeiro ano. Para qualquer projeto que conte com Spacey no elenco, a perda de um ator desse calibre tem um peso considerável. Entretanto, diante dos crimes cometidos por Spacey, é inaceitável para os fãs e a própria Netflix o seu retorno. Não importa o sucesso ou o dinheiro, há assuntos fora das telas que devem ter uma supervisão rígida com uma seriedade extrema.
Com dois Oscars na carreira, Kevin Spacey é um dos maiores atores na atualidade. Protagonista em filmes estrelados como Seven – Os Sete Pecados Capitais (1995), Beleza Americana (1999), Baby Driver (2017) e Os Suspeitos (1995), entre outros, seu currículo é melhor do que de muitos em Hollywood. Um ator que sempre explorou o melhor de seus personagens, construindo personalidades próprias, demonstrando seus comportamentos e ideais. Spacey dava a vida pelo personagem. Alguns memoráveis, como Lester Burnham, que tem atitudes controvérsias e instáveis ao longo do excelente Beleza Americana. O retrato perfeito da classe média americana e a sua degradação em prol do estilo de vida ideal.
Já em Seven, o sociopata John Doe cria uma teia para divulgar seus ideais morais em relação ao comportamento humano. Apesar de aparecer em poucos minutos, Spacey parece se personificar no personagem, com um olhar duvidoso e ameaçador, ao mesmo tempo que retrata um psicológico profundo divido em psicopatia e serenidade. Em Os Suspeitos, o ator consegue extrair o essencial de seu personagem: confuso, perturbado e com problemas motores. E, consequentemente, sua atuação alcança o “clímax” nos últimos minutos, junto a um dos mais impactantes plot twists do cinema. Méritos do roteirista Christopher McQuarrie, do diretor Bryan Singer e do próprio ator.
Em 2013, estreava a promissora obra original da Netflix: House of Cards. A série que conquistou o público, e ajudou a Netflix crescer progressivamente, retratou de forma cruel e de certa forma, melancólica, a atuação política dentro do cenário americano. E a sua representação mais forte, intensa e objetiva é Frank Underwood, impiedoso e inescrupuloso na busca por poder. Talvez seja o resultado de toda a carreira de Spacey, depois de incontáveis personagens que exploram de forma crua a condição humana, Underwood foi o personagem que mais explorou essa variável. Da mudança de sotaque ao olhar penetrante, o premiado ator somou outro fenômeno em sua carreira, conquistando diversos prêmios e nomeações.
Se Underwood foi o resultado de diversas construções de personagens, Kevin Spacey é o retrato de tudo que explorou com eles. A crueldade, a necessidade de estar por cima e o egocentrismo extremo foram cruciais para a queda brusca de sua carreira, ainda, promissora. Foi a vida imitando a arte da forma mais surpreende que poderíamos presenciar. Nesse momento, a arte entregue por todos esses anos está manchada? Será influenciada por nossos pensamentos diante das ações do ator? Ou tudo deve ser ignorado, e a arte não tem nenhuma ligação com a vida exterior? Perguntas difíceis de serem respondidas. É no mínimo discutível todas elas, e, obviamente, cada um terá uma opinião sobre. Deixemos elas de lado por enquanto.
O que está em jogo, contudo, é o que irá acontecer daqui pra frente com a série americana. A saída afeta diretamente a parte comercial de House of Cards, porém, dar continuidade a história pode não afetá-la qualitativamente. Há um fator que muda tudo, há algo que pode conquistar novos públicos, concluir pontas soltas, e encerrar a série com chave de ouro. Este fator é Claire Underwood.
Robin Wright é versátil em cada papel que trabalha. Construiu uma carreira sólida e Claire Underwood é a sua personagem de maior destaque. Em duas temporadas mais tímidas e menos presente, Wright foi estabelecendo sua personagem. Não havia a presença da figura da mulher empoderada e independente. Claire era completamente cercada por Underwood, dependia dele para sua carreira e sucesso. Foi-se demonstrando vulnerável e submissa. Os esquemas do protagonista sempre se colocaram em cima de seus projetos pessoais. Mas não por muito tempo.
A partir da terceira temporada, os roteiristas deveriam ter percebido o valor que Claire e Wright tinham para a série. Em poucos episódios, a esposa submissa de Frank Underwood, se tornou autônoma e independente. Parecia que ela estava começando a tramar seus planos de forma concisa e independente. A série foi desconstruída em dois paralelos distintos, entre Frank e Claire. Cada um com seus objetivos e histórias próprias, lutando por benefícios individuais, mesmo que o casal continuasse junto.
Na quarta temporada, a equiparação dos personagens atingiu o mundo real. Ainda mais promissora, Claire Underwood estava se tornando o que as mulheres queriam ver em suas representações. Embora criticada por muitos e perdendo uma parte da velha audiência, House of Cards estava tornando sua protagonista feminina no que todas deveriam ser um dia. Embora a mídia e o público em si, não estejam se importando com isso. O desenvolvimento foi claro e óbvio durante as três últimas temporadas, e a quinta temporada, que seria marcada pela queda de Kevin Spacey, foi a ascensão de Robin Wright.
Era estranho os primeiros episódios, a quebra da quarta parede não era só mais feita por Frank, havia episódios que o próprio quase não aparecia. Sua ânsia de poder parecia estar sendo substituída pela jornada de sua parceira. E na cena final, na câmera focando em Claire Underwood e a bandeira americana furada pelo ex-presidente, foi o ponto final para sua consagração completa. O começo de uma nova era, dentro e fora.
Sem Spacey e Frank, mas com Claire e Wright, House of Cards tem a chance de retomar sua posição como a grande série que foi em suas primeiras temporadas. Mesmo mantendo o nível, o público e a crítica não parecem ter gostado das últimas mudanças ocorridas na série. As pontas soltas deixadas, e as conclusões da quinta temporada, pareciam ter encerrado a trajetória de Frank Underwood, que coincidiu com a saída do ator. Não há mais sombras para finalizar a trajetória da melhor protagonista feminina na TV atualmente.
HAIL TO THE CHIEF, diz o teaser da sexta temporada. É a troca de lugares e posições. Junta dos produtores e roteiristas, Wright pode explorar cada minúcia da forma que bem querer. O espaço é todo dela, seu desenvolvimento será completo e único. Enquanto a sua trajetória possa ser a salvação da série, também pode ser um novo ponto de referência para todos os homens e mulheres que lutam pela igualdade de gênero e a transformação total desses paradigmas sociais. Como A presidente disse no final do teaser: We’re just getting started. E é o que todos nós esperamos.
Nem com todos esses anos de Siga Bem Caminhoneiro, Sula Miranda rodando as estradas, Roberto Carlos cantando sobre boleias foram capazes de chegarem à estrada maldita que Tião dirige em Helldang. A HQ independente de Airton Marinho e Samuel Sajo. E quando eu falo maldita, é maldita mesmo.
A HQ conta a história de uma banda, que cujo nome é o título da HQ, sem sucesso, que resolve fazer um pacto com alguma entidade do inferno para chegar ao tão sonhado estrelato. Para isso, eles entram em contato com Tião, um demônio caminhoneiro, que será o guia para o ritual satânico. Mas algo dá extremamente errado.
“What is this that stands before me? Figure in black which points at me. Turn around quick, and start to run. Find out I’m the chosen one.” (Black Sabbath)
Helldang é uma HQ trash e de humor negro. Ela tem umas pitadas de criticas sobre o que as pessoas são capazes de fazer para chegar a famigerada fama. Até onde possam descer. No caso da HQ, até o inferno. O foco da banda miserável é chegar ao sucesso, e justamente fazer uma transmissão no Youtube do ritual é a ideia genial. E estúpida.
Airton Marinho já caminha pelos lados do terror já tem um tempo. Ele participou da coletânea O Rei Amarelo em Quadrinhos da Editora Draco na história Maldita Rotina, e em Helldang o mais legal é o absurdo que é colocado nas páginas. Algo como: “CARALHO! Que merda que os caras arrumaram!”. A trama é bem linear, e apesar de ocorrer poucas surpresas, ela é muito divertida, para quem curte o estilo. Lendo a HQ lembrei do extinto Cine Trash da Band, que era apresentado por Zé do Caixão na década de 90. Alias, Helldang seria um filme do José Mojica faria com certeza.
Visualmente, os desenhos são bem legais. Samuel Sajo dá um banho nas paginas. O mais incrível é como os traços mudam conforme a trama vai se desenrolando. Nas cenas de “calmaria”, a arte é comum, bem tranquila de ser ver. Mas quando o encapetamento no roteiro acontece… decapitações, demônios monstruosos e serpentes do inferno agigantam nas páginas. O que dá bastante vida à HQ. E por ela ser em preto e branco, o charme é maior. E o impacto também.
“Mas se essa assinatura é sua, a sua alma impura agora vem pra mim” (Matanza).
Mas nem tudo são flores em Helldang, o maior problema é ela ser curtinha. Fica aquele gostinho de quero mais. Mas entendo que uma HQ de forma independente, e com um preço que é bastante acessível para todos, ela também está no tamanho certo. Mas algumas trombetas infernais estão anunciando a continuação no futuro…
Helldang tem formato 17 x 24 cm, capa cartonada, papel couchê e 24 páginas. Para poder adquirir seu exemplar, acesse a página da HQ clicando AQUI.
A produção do terceiro filme de Guardiões da Galáxia está sendo suspenso, enquanto a Marvel Studios e Disney se reagrupam após a demissão de James Gunn na direção por tweets polêmicos.
Um relatório do The Hollywood Reporter informa que parte da equipe estava se preparando para a pré-produção, mas foram dispensadas para focarem em novos projetos.
A franquia começou em 2014 durante a Fase II do Universo Cinematográfico Marvel.
Guardiões da Galáxia Vol. 3 faria parte da Fase IV junto com Homem-Aranha: Longe de Casa.
O próximo filme do estúdio será Capitã Marvel em 2019 e dando sequência com Vingadores 4.
Segundo a informação dada pelo Deadline, o ator interpretará o personagem que faz parte da Patrulha do Destino.
Fraser dublará o personagem e aparecerá em cenas de flashback.
”Um ex-piloto de corrida, Cliff Steele sofreu um acidente terrível que deixou seu corpo destruído. O cérebro de Cliff foi salvo pelo misterioso Dr. Niles Caulder e agora, vive num poderoso corpo robótico.”
Escrito por Jeremy Carver, Patrulha do Destino é uma releitura de um dos grupos mais estranhos do Universo DC, onde se reunirão com a ajuda de Ciborgue para uma missão que os levará aos cantos mais estranhos e inesperados.
Patrulha do Destino ainda não possui data oficial de estreia.
Nesta quinta-feira (16), a Netflix liberou o trailer com cenas inéditas para divulgar a próxima temporada do Inimigo Declarado do Tentáculo. Confira abaixo:
O trailer mostra bastante a relação entre Danny e Davos, assim como a excelente dinâmica entre as Filhas do Dragão (Misty e Collen). Typhoid Mary (Alice Eve) também aparece.
Clayton Barber (Pantera Negra) ficou responsável pela coreografia das lutas que foram executadas pelos próprios atores na maioria das cenas sem a necessidade de dublês.
Danny Rand teve seu debut no universo televisivo em sua série-solo, depois apareceu em Defensores e na segunda temporada de Luke Cage.
Punho de Ferro retornará para a segunda temporada em 7 de setembro pela Netflix.