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A Marcha – John Lewis e Martin Luther King em uma história de luta pela liberdade

“Segregação racial é o impedimento, com base na origem étnica, do usufruto dos direitos disponíveis para todos os membros de determinada sociedade.”

Transportar grandes momentos históricos para as mídias é algo comum e rotineiro. Filmes e livros sempre contam passagens interessantes ocorridas no passado, que entraram para a história, sendo protagonizadas por grandes pessoas. Quando o lendário congressista americano John Lewis teve a ideia de contar a sua saga de vida e luta contra a segregação racial, ele recorreu aos quadrinhos.  E ao se juntar com Andrew Aydin e Nate Powell realizaram um dos trabalhos autobiográficos mais importantes dos últimos anos.  A graphic novel A Marcha – John Lewis e Martin Luther King em uma história de luta pela liberdade – Livro 1.

É interessante saber o porquê Lewis escolheu contar a sua história em forma de quadrinhos. Quando era adolescente, ele se inspirou em uma HQ chamada Martin Luther King and the Montgomery Story, que custava dez centavos na época que foi publicada em 1956. Em diversas oportunidades, o congressista revelou que era como uma “bíblia” para ele e seus amigos ativistas. Como uma ferramenta indispensável para aprender como implementar o ativismo não violento nos protestos.

A Marcha foi lançado originalmente em agosto de 2013 nos Estados Unidos, e é a primeira parte de uma trilogia que foram publicados nos dois anos seguintes.  É um retrato sobre o movimento de direitos civis na América, sob a perspectiva de John Lewis e a influencia exercida sobre ele pelo ícone Martin Luther King. Ao longo da trilogia, vemos a longa jornada de Lewis pelos direitos humanos e civis, seu encontro com Martin Luther King Jr. e a infindável luta pelo fim das políticas de segregação nos EUA.

A publicação se tornou a primeira HQ a ganhar o National Book Award, um dos principais prêmios literários dos Estados Unidos, que geralmente só premia livros. O volume três levou na categoria Literatura Juvenil no ano de 2015. A Editora Nemo publicou aqui no Brasil o primeiro volume. E é dele que vamos falar aqui.

A graphic novel começa com a famosa marcha na Ponte Edmund Pettus, quando 600 manifestantes pacíficos foram atacados por tropas do estado do Alabama sob as ordens do então governador George Wallace. Onde veio ocorrer uma truculenta e violenta ação das autoridades contra os manifestantes. Recomendo assistir o filme Selma.

É bom falar que A Marcha é realmente uma histórias sobre “marchas”.  Esse primeiro volume fala sobre a marcha que foi Lewis sair da sua pequena fazenda no condado de Pike, Alabama, e contra a vontade dos seus pais, que tinham medo das leis opressivas e humilhantes das segregações, foi buscar nos estudos o seu futuro.  Quando acompanhamos a infância de Lewis, percebemos que ele não ficaria nos limites de sua fazenda. Ele fermentou relações com as galinhas da fazenda de seus pais, cuidado deles como pessoas e realizando até pregações religiosas para elas. Lewis eventualmente fazia um “protesto” contra os pais quando esses tinham que matar alguma das galinhas para servir de alimento.

Como dito antes, é uma história sobre marchas. É a marcha de um jovem em direção ao seu futuro inevitável de lutas, a marcha de uma nação em direção a algo maior, a marcha de uma raça para se unirem contra a opressão e a marcha de um grupo de jovens em busca de sua auto-realização. E como a marcha que ele começou quando a justiça considerou inconstitucional parte da segregação racial com que ele tinha que conviver, a vida de Lewis foi direcionada para que pudesse fazer a oportunidade valer a pena.

O texto implantado por John Lewis e Andrew Aydin flui muito bem deixando a leitura cada vez mais prazerosa a cada página, existem momentos de calmaria e bem agradáveis.mas existem momentos em que somos lembrados de como o ser humano pode ser cruel e estúpido. Um dos momentos mais fortes é quando no julgamento do grupo de ativista de Lewis, o advogado de defesa dos jovens tenta expor os seus argumentos ao juiz que simplesmente vira as costas e o ignora em pleno tribunal. Como se ele não estivesse no local.

Outras cenas fortes são as dos “treinamentos contra o ódio”. Era uma espécie de provocação que os membros do grupo de Lewis fazia um com os outros simulando ataques racistas. O intuito era segurar a raiva e agir de forma pacífica. E muitos não conseguiam passar no teste. A questão que logo surgiu para mim foi: “será que eu também conseguiria me segurar sendo afrontado e humilhado? Como eu agiria diante de um ato desse contra mim?” A Marcha desperta isso no leitor o famoso “e se fosse comigo?” 

Durante esse volume, vários momentos de racismo são apresentados, e nos faz pensar o porque as pessoas tem esse tipo de pensamento. E o pior fica quando pensamos: isso está cada vez mais latente.

A segregação racial ainda existe no nosso dia a dia, de vários modos diferentes que estão implantados em nossa sociedade. Mas ultimamente esse discurso de ódio tem se estendido as pessoas de diversas etnias, sexualidade, posição financeira e nacionalidade. O mais grave é que estamos vendo esse discurso crescendo e estamos caminhando direto para ele. Por isso que obras como A Marcha e Jeremias–Pele são importantes. Para lembrarmos que somos todos humanos. Que ainda devemos ter amor pelo próximo dentro de nós.

E com certeza um dos pontos fortes de A Marcha é a sua arte. O desenhista Nate Powell conseguiu captar e passar visualmente todo o roteiro com seu realismo expressionista com umas certas pitadas de estilo noir. O dinamismo atrai, sem esforço, o leitor para a história e prende até o fim. As vezes se pegar olhando os detalhes de cada traço nas páginas, depois de já ter lido, é algo normal pela quantidade de cenas bonitas. A visão de Washington/ DC no começo da graphic novel é uma cena digna de cinema, quando vagamos por uma imagem aérea do sol nascendo e depois caminhamos por uma rua vazia e silenciosa entrando no prédio onde mora Lewis.

A história de John Lewis é contada através de uma narração gentil e uma arte linda, onde parece que somos transportados para aquele momento. Sentimos a calmaria da fazenda, e a angústia da pressão racista da segregação racial que paira no ar. A torcida agora é que a Editora Nemo anuncie a publicação das sequencias.

A Marcha – John Lewis e Martin Luther King em uma história de luta pela liberdade – Livro 1 é uma leitura obrigatória para todos que precisam saber como foram anos difíceis e como podemos mudar o futuro com ações sem violência e com inteligência contra o ódio.

E quem sabe poder presentear aquela pessoa que ainda insiste nesse discurso e poder mudar um pensamento?

 

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Agente Sommos e o Beliscão Atômico entrará em ação na CCXP 2018

A CCXP 2018 está quase chegando e os lançamentos dos quadrinhos estão começando a pipocar. Um deles é Agente Sommos e o Beliscão Atômico do cartunista Flávio Luiz, que narra as aventuras e desventuras de um agente secreto brasileiro, com um visual um tanto quanto no estilo canastrão cafajeste do Jece Valadão e Guilherme Marconi. Flávio Luiz é autor de uma série de trabalhos, como Aú, o Capoeirista, O Cabra, Rota 66 e Jayne Mastodonte.

Agente Sommos e o Beliscão Atômico tem prefácio de Reinaldo Figueiredo, do Casseta & Planeta. O Flávio buscou contato com Reinaldo depois de lembrar que no extinto programa da Rede Globo tinha um personagem chamado Agente Somos, que era interpretado pelo Bussunda. E o Posfácio é escrito pelo histórico Ota, que foi responsável de trazer a revista Mad ao Brasil.

 

Agente Sommos e o Beliscão Atômico é bastante inspirado na Mad e promete trazer de volta o humor nonsense. Sommos se acha o melhor agente secreto do mundo, mais na verdade é atrapalhado e desatento, mas sempre tenta resolver as suas missões. Seja da forma mais louca possível.

Fique ligado na Torre de Vigilância para mais novidades sobre Agente Sommos e o Beslicão Atômico e mais lançamentos de quadrinhos na CCXP 2018. Flávio Luiz estará na mesa F 13. O evento acontecerá entre os dias 06 e 09 em São Paulo.

 

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Mister No Especial chega ao Brasil pela Editora 85

Já está à venda Mister No Especial #1, pela Editora 85. A publicação reúne histórias da série italiana Mister No Speciale, com tramas fechadas e especiais publicados entre os anos de 1986 e 2009. Não é a primeira vez que a Editora 85 publica quadrinhos italianos clássicos. Ela também é a casa aqui no Brasil de Dampyr e Diabolik. Mas ao contrario dessas duas ultimas, Mister No Especial não teve campanha no Catarse.

Confira a capa de Mister No Especial #1

 

Albert Polansky empreende uma cruzada contra mágicos, médiuns, astrólogos e curandeiros. Para ele, são apenas charlatões que exploram a descrença das pessoas. Mister No lhe apresenta os rituais mágicos da Bahia: a macumba, o candomblé, a umbanda. Mas o encontro com o diabólico Congo Vevê mostrará a Polansky que nem todos os magos são trapaceiros. E alguns são realmente capazes de invocar demônios e ressuscitar os mortos!

Mister No Especial #1 tem formato 16 x 21 cm, 132 páginas e o preço de R$ 24,90. No site da Amazon Brasil a edição está com 8% de desconto.

 

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Rap Em Quadrinhos | Projeto que transforma rappers em heróis ganha exposição

Começa amanha (20/10) a exposição Rap Em Quadrinhos, projeto idealizado pelo ilustrador e designer Wagner Loud e pelo youtuber Gil Santos, o popularmente conhecido como Løad Comics. As artes homenageiam grandes nomes do rap nacional em versões de super-heróis.  O projeto começou a tomar de assalto as rede sociais, trazendo um grande sucesso e reconhecimento.

O Rap Em Quadrinhos teve seu embrião fecundado depois de Gil Santos entrevistar Wagner Loud para o seu canal, Løad. O canal é focado  no universo dos quadrinhos e da música. Loud já capitaneava o projeto Punk Em Quadrinhos e então a ideia surgiu. O mais legal é que a dupla encontrou diversos pontos em comum dos MC’s retratados nas artes com os heróis. Criando uma ligação entre as músicas com as discussões dos quadrinhos.

Emicida virou Homem-Aranha, Drik Barbosa é a Riri Williams (Coração de Ferro), Mano Brown como Pantera Negra, Marcelo D2 como Wolverine, BNegão como Hulk Cinza, Black Alien como Dr. Estranho, Negra Li como Tempestade entre outros.

A renda da exposição Rap Em Quadrinhos será revertida para o coletivo Imargem, que promove arte acessível e politizada, redefinindo lixo, espaço e fronteiras. Para saber mais da iniciativa clique AQUI.

O evento será na Central Panelaço do vocalista João Gordo e tem o apoio da editora DarkSide Books. Você poderá conferir na física todas as belas artes a partir das 17h. A Central Panelaço fica na Rua Conselheiro Carrão, 451, São Paulo/SP.

 

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Conheça o lindo e criativo universo de Desafiadores do Destino

Recentemente a AVEC Editora consagrou as livrarias com mais um belíssimo quadrinho nacional. Trata-se de Desafiadores do Destino: Disputa por Controle, de autoria de Felipe Castilho e Mauro Fodra, com cores de Mariane Gusmão. E ao mesmo tempo que entrega um universo criativo e cativante, este também é um dos mais belos e divertidos gibis lançados em 2018.


Ilhas. Criaturas fantásticas. Steampunk e tecnologia. Magia e divindades. Desafiadores do Destino entrega tudo isso e mais um pouco, brindando o leitor com personagens cativantes, com boas motivações e personalidades bem definidas, e o tom perfeito equivalente ao que há de melhor nos bons quadrinhos de super-heróis. E da mesma forma que o exterior produz excelentes histórias deste gênero, há autores, no Brasil, dedicados a criar boas aventuras.

Todo supergrupo deve conter personagens com diferentes problemas e questões pessoais que serão abordadas ao longo das histórias. Ao mesmo tempo, estes personagens que não se dão tão bem devem agir em prol de algo maior. A história deste quadrinho não foge disso, e nem deveria: unidos pela ORU (Organização dos Reinos Unidos), cinco famosos guerreiros deverão intervir no confronto entre dois reinos, a Lemúria e Atlântida. Este confronto grandioso vem afetando a vida dos nativos das Ilhas Falkland, os Gorgs, e Lune Lefevre, Redhawk, Dr. Loberstein, Lockwood e Nay irão lidar com as consequências dos atos de todas as partes do confronto.

Uma das principais características estruturais de Desafiadores do Destino é a narrativa que contém alguns flashbacks do recrutamento dos cinco membros que compõem o grupo, e desta forma, parte do passado dos mesmos acaba sendo abordado. O roteiro de Castilho é direto e extremamente instigante, entregando reviravoltas inesperadas (como aparições de diferentes monstros e deidades) e aprofundando aos poucos este universo que é, de longe, um dos mais criativos dos quadrinho nacionais.

Podendo ser analisado de forma mais profunda com relação ao conflito central que se passa nas Ilhas Falkland (claramente uma disputa territorial tal qual acontece em diversas partes do mundo real), o propósito desta história é, também, a diversão. Como citado anteriormente, o que há de melhor nos quadrinhos de super-heróis é a capacidade de fazer o leitor se desprender da realidade por algum tempo e mergulhar num universo fictício cheio de cores e impossibilidades físicas. E quando a arte é magistral, como é o caso do desenho de Mauro Fodra, esta viagem em direção ao impossível é ainda mais palpável.

Fodra ilustra todos os quadros de maneira impressionante. Elaboradas com muito esmero e traços finos, as criaturas fantásticas e visuais mirabolantes de cada um dos personagens são pratos cheios para se admirar os mínimos detalhes de cada uma das cenas. As lindas cores de Mariane Gusmão (este é seu primeiro trabalho como colorista de quadrinhos) complementam perfeitamente o tom da história, e a aventura torna-se um deleite artístico completo.

Dividida em três partes, a trama desta primeira aventura dos Desafiadores do Destino se encerra prometendo mais, e isso é tudo pela qual os leitores podem torcer no momento. Mais histórias situadas neste mundo, talvez lidando com algum outro conflito bélico e político, podem vir bem a calhar para espairecer a mente e também apresentar algum tipo de reflexão, dado o contexto atual do nosso país e do mundo real.

E mesmo sem autômatos gigantes e barcos voadores, quem sabe por um pequeno momento podemos nos sentir mais uma vez capazes e inspirados a fazer coisas grandiosas ou enfrentar dificuldades, sejam elas proporcionadas por culpa, dívida, amor, competição… Ou até vingança.

O acabamento proporcionado pela AVEC Editora também se encaixa perfeitamente à premissa do quadrinho: é uma história leve, encadernada em capa cartão e formato 27,8 x 19,2 cm, com um total de 64 páginas, custando apenas R$ 39,90. Clique aqui e compre sua edição com desconto!

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Editora Devir inicia pré-venda do terceiro volume de Lumberjanes

A  pré-venda do terceiro volume da série Lumberjanes, publicada no Brasil pela editora Devir, já está disponível. Com dois volumes lançados em 2018, esta coleção está cada vez mais próxima da cronologia americana. Confira detalhes abaixo!

Se puder, assombre! Na tentativa de aproveitar o primeiro dia tranquilo no acampamento em muito tempo, o encontro de Mal e Molly sofre uma reviravolta bizarra com a aparição da Mulher-Urso! Enquanto isso, no acampamento, Jo, April e Ripley precisam dar o máximo de si enquanto tentam ganhar todos os distintivos possíveis, o que acaba se revelando muito mais difícil do que elas planejavam. Reúne Lumberjanes #9 a 12.

Lumberjanes é uma série vencedora de dois Prêmios Eisner (2015): Melhor Nova Série e Melhor Série para Adolescentes.

Os direitos cinematográficos de Lumberjanes estão com a 20th Century Fox e Emily Carmichael (roteirista de Círculo de Fogo: A Revolta) é a possível diretora. Noelle Stevenson, co-roteirista e co-criadora da série, tem em seu crédito roteiros de episódios das séries animadas Duck Tales, Operação Big Hero e Lego Star Wars. Atualmente ela está trabalhando na nova animação da She-Ra. Nimona, quadrinho publicado no Brasil pela Intrínseca, também é de sua autoria.

O primeiro volume de Lumberjanes foi lançado no Brasil em 2016. Em 2018, a editora Devir publicou dois novos volumes. Nos EUA, em publicação da BOOM! Studios, atualmente a série possui nove encadernados, e o décimo será lançado em novembro.

Lumberjanes: Um Plano Terrível possui 112 páginas encadernadas em capa cartão e formato 17 x 26 cm. O preço sugerido é R$ 60,00. Clique aqui para reservar sua edição na pré-venda com preço mais baixo garantido.

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Sequência de Área Cinzenta será lançada pela editora Mythos


A série Área Cinzenta, publicada na Inglaterra pela 2000 AD e no Brasil pela Mythos Editora, terá um novo encadernado tupiniquim lançado em breve. O segundo volume deste título de sucesso chegará às livrarias em novembro. Confira detalhes abaixo!

A ÁREA DOS VIZINHOS É SEMPRE MAIS CINZENTA… Após o confronto com a entidade cósmica destruidora de mundos conhecida como “Deus-Estela”, seis oficiais da Exotransferência Controlada da Terra acabam indo parar acidentalmente no Planeta Natal, um local onde ELES são os alienígenas a serem alocados em uma Área Cinzenta junto com vários outros refugiados interestelares. Cabe ao Capitão Adam Bulliet conseguir lidar tanto com sua equipe, os outros extraterrestres aglutinados e a própria ETC do Planeta Natal, para encararem os desafios presentes nesta Área Cinzenta alien e uma ameaça devastadora que se encaminha para aniquilar todos eles.

Área Cinzenta é uma criação do roteirista Dan Abnett (Guardiões da Galáxia), e as histórias deste volume foram feitas pelas mãos do artista Mark Harrison. Publicada originalmente na consagrada revista britânica 2000 AD (casa do Juiz Dredd e outros personagens famosos do quadrinho inglês), Área Cinzenta alcançou um sucesso inesperado no mercado nacional.

O primeiro volume foi lançado pela editora em 2016. As histórias misturam conceitos do filme Distrito 9 com Juiz Dredd (apesar desta publicação não fazer parte do universo do Dredd), e outras aventuras sci-fi.

Área Cinzenta: O Deus Estrela possui 148 páginas encadernadas em capa dura e formato 25,9 x 18,7 cm. O preço sugerido é R$ 72,90. Clique aqui para garantir sua edição na pré-venda com preço mais baixo garantido.

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Corruption | Graphic novel sobre vigilante brasileiro está no Catarse

E se um vigilante mascarado resolvesse matar a elite da política corrupta do Brasil e descobrisse que por trás de toda a sujeira existem seguidores de um demônio babilônico,  e que essa seita é a responsável por controlar o destino de milhares de pessoas no mundo inteiro? Bem, essa é a premissa de Corruption – O Senhor do Abismo Cósmico. A história se ambienta em um futuro não tão distante em um Brasil Cyberpunk dominado pelo mal. E está em campanha de financiamento coletivo no Catarse.

Dezenas de políticos corruptos sofrem mortes misteriosas em Brasília e Cley Santos um detetive do setor de inteligência completamente infeliz em todos os sentidos é o investigador incumbido de investigar essa série de assassinatos enigmáticos aparentemente relacionados com o surgimento de um vigilante mascarado extremamente inteligente.

O mascarado magistralmente realiza seu plano de matar a elite política e econômica brasileira e decide vingar o povo brasileiro da forma mais imprevista: aniquilando corruptos e corruptores, e fazer do mundo um lugar melhor, iniciando seu processo de “purificação” dando fim a vida de políticos corruptos que estão no poder. O mascarado começa a jogar luz no que à primeira vista parece algo simples, mas vai revelar algo muito mais perturbador do que um Governo que apenas silencia opositores. Mas sim seguidores de um demônio babilônico antigo, e que a seita é responsável por controlar o destino de milhares de pessoas no Brasil e no mundo.

 

Corruption – O Senhor do Abismo Cósmico tem roteiro de Tom Gomes e artes do trio Ronilson Freire, Jack Jadson e Jeff Batista. A colorização é a cargo de Marcos Martins. A graphic novel ainda conta com artes promocionais realizadas por um time de artistas brasileiros com trabalhos em editoras como Marvel, DC, Dynamite entre outras.

A campanha de Corruption – O Senhor do Abismo Cósmico ficará no ar até o dia 12 de novembro, a HQ tem o formato 27,8 x 19,2 cm, 45 páginas coloridas e lombada quadrada. Para saber mais sobre valores, recompensas e como apoiar clique AQUI.

 

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Conclusão de Rex Mundi chega ao Brasil em novembro

Já está em pré-venda o sexto e último volume da série Rex Mundi, publicada no Brasil pela Devir. Após um longo hiato entre os volumes 4 e 5, a editora finalmente concluirá esta história publicada nos EUA pela Dark Horse Comics. Confira detalhes abaixo!

No mundo de Rex Mundi, a Europa dos anos 1930 é um lugar onde a magia é bem real e a Igreja Católica se manteve no poder como governo dominante da sociedade. A jornada do Doutor Julien Saunière para capturar o assassino de seu amigo o levou a se envolver com uma sociedade secreta dedicada a proteger o mistério do Santo Graal, um enigma que ameaça mergulhar o mundo em uma onda de guerra e sangue. Agora, em busca do Graal, Julien foi guiado até um amplo vale montanhoso num dos cantos mais remotos da França.

O obstinado Duque de Lorraine, pretenso imperador da Europa, quer vê-lo morto, mas Julien encontra uma aliada improvável na figura de Isabelle, a filha única do aristocrata. Despedidas trágicas, duelos místicos até a morte, pequenos e grandes milagres e o verdadeiro segredo por trás do Graal aguardam você neste último volume de Rex Mundi.

O quarto volume de Rex Mundi havia sido publicado pela Devir em em 2011. Foram sete anos de espera, e em março de 2018 a editora retomou a série, lançando seu quinto (penúltimo) volume. A publicação teve início no Brasil em 2007, totalizando onze anos para seu lançamento na íntegra.

A série foi criada por Arvid Nelson, Eric J e Jeremy Cox em 2003, e publicada pela Image Comics até 2006. No mesmo ano, foi feita a migração da publicação de Rex Mundi para a Dark Horse Comics, sendo lançada até 2009. Posteriormente, a arte foi assumida por Juan Ferreyra (Arqueiro Verde), que ficou no título até seu encerramento.

Rex Mundi – Livro Seis: Portão de Deus possui 248 páginas encadernadas em capa cartão e formato 16,5 x 24 cm. O preço sugerido é R$ 65,00. Clique aqui para reservar sua edição na pré-venda com preço mais baixo garantido.

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Mythos lança nova Edição Histórica do Hellboy contendo muitas aventuras inéditas

A coleção Histórica do Hellboy, publicação de sucesso da Mythos Editora, chegará ao seu nono volume com a publicação de Krampusnacht e Outras Histórias, onde Mike Mignola retorna com uma constelação de artistas convidados e seu 13° prêmio Eisner. Confira detalhes abaixo!

A coleção Hellboy Edição Histórica está de volta com um volume muito especial, quase inteiramente formado por aventuras inéditas, e que marca a estreia no Universo Hellboy de dois fenomenais artistas convidados: Adam Hughes ilustra Krampusnacht – história que valeu a ele e a Mike Mignola mais um prêmio Eisner, e o rei do grafite e do nanquim, Gary Gianni, é o ilustrador de Mar Silencioso. E mais renomados ilustradores: Tim Sale, Michael Avon Oeming e Richard Corben. Certamente um dos melhores lançamentos de 2018.

Em 2017, os volumes 7 e 8 da Edição Histórica, Paragens Exóticas e A Feiticeira Troll, deram continuidade à coleção que por anos possuiu apenas 6 volumes. A ideia da editora Mythos é compilar nesta série todas as aventuras terrenas de Hellboy, prévias ao arco composto por Caçada Selvagem, Clamor das Trevas e Tormenta e Fúria, culminando em sua morte. Este volume apresentará diversas histórias inéditas. A Coleção Histórica do personagem é a porta de entrada perfeita para o universo do Garoto do Inferno.

Quer saber tudo sobre o personagem e qual a ordem de leitura correta dos encadernados? Leia nosso Guia de Leitura do Hellboy clicando AQUI.

Hellboy: Edição Histórica Volume 9 – Krampusnacht e Outras Histórias possui 180 páginas encadernadas em capa dura no formato 26 x 17 cm, com preço sugerido de R$ 74,90. Clique aqui para reservar sua edição na pré-venda com preço mais baixo garantido!