E finalmente Berlim, do quadrinhista norte-americano Jason Lutes, será publicado aqui no Brasil. Muito elogiada por crítica e leitores, a graphic novel chega em terras tupiniquins pela editora Veneta. Fruto de mais de 20 anos de dedicação, a obra é um épico sobre a ascensão do nazismo em uma das mais efervescentes e cosmopolitas cidades europeias do século XX.
Um imenso retrato multifacetado da capital alemã nos anos de 1920, passamos por lugares como cabarés, a vida operária, a vanguarda artística, a intelectualidade de esquerda, os comunistas enfrentando nazistas nas ruas e em uma sociedade escorregando à vista de todos para a brutalidade fascista. Berlim poderia ser um retrato fiel de diversos lugares espalhados pelo mundo de uns anos para cá.
Berlim segue um punhado de personagens enquanto passeamos pela capital alemã entre os anos de 1928 3 1933. Jason Lutes, de forma romântica e emocionante, apresenta um retrato do trágico declínio da República de Weimar pelos olhos de seus cidadãos. Como a jovem Marthe Müller que troca a vida burguesa em Colônia pela libertária Berlim; Kurt Severing, um jornalista idealista que perde a convicção na palavra impressa à medida o extremismo e o fascismo avançam; os Brauns, uma família dilacerada pela pobreza e pela política.
A história acompanha a vida desses personagens conforme a cidade, onde a intelectualidade, a criatividade e a liberdade prosperaram, vai se despedaçando.
Berlim tem formato 17 x 24 cm, 592 páginas e tem na sua bagagem indicações ao Eisner e ao Harvey Awards, e venceu de dois prêmios Excellence in Graphic Literature.
Mundo Mulher – Woman World é a primeira publicação impressa na nova fase da Conrad desde sua reformulação que começou em junho, após a contratação do editor Cassius Medauar. Desde então, a reformulação passou por lançamentos digitais de HQ’s como Mayara & Annabelle (Pablo Casado e Talles Rodrigues), Duo.Tone (Vitor Cafaggi) e Traje a Rigor (Gustavo Lambreta).
Criado pelo canadense Aminder Dhaliwal, Mundo Mulher – Woman World, conta como seria o mundo sem os homens. Um defeito de nascença extermina toda a população masculina do planeta, então surge um mundo habitado somente por mulheres. As residentes do Mundo Mulher estão focadas em encontrar sua identidade, a luta contra o amor não correspondido e a solidão e a ansiedade, sem contar toda aquela coisa boba de “sobrevivência da humanidade”.
A graphic novel hilária e profunda de Aminder Dhaliwal mostra o processo de reconstrução da civilização nesta nova realidade em que algumas habitantes se reuniram sob a bandeira “Coxas da Beyoncé”. Apenas a Vovó se lembra do passado no qual havia uma civilização de seguranças de shopping em segways, locadoras de filmes de sucesso e piadas de menininha, fragmentos do Século 21 que sua neta tenta experimentar e entender como funcionavam.
Mundo Mulher – Woman World tem formato 15,5 x 20,5 cm, 260 páginas, capa cartonada e já se encontra em pré-venda com 10% de desconto no link abaixo:
A Devir Brasil começou a pré-venda de East of West – Volume Dois. A aclamada série de Jonathan Hickman, que mistura ficção científica e faroeste, é uma das séries mais elogiadas pela crítica gringa e foi indicada ao Prêmio Eisner em 2014 nas categorias Melhor Série, Melhor Roteirista e melhor Artista, para Nick Dragotta.
Como sabemos, já comentamos sobre East of West AQUI, o cenário é uma versão distópica da América do Norte no ano de 2064, após uma guerra civil dividir os Estados Unidos em sete nações independentes e a Morte abandonar o cargo de Cavaleiro do Apocalipse. Então os líderes dessas nações, motivados por uma profecia, conspiram para orquestrar o fim do mundo.
Nesse novo volume, Os Escolhidos desconfiam que há um traidor em suas fileiras e o filho da Morte e Xiaoling continua a ser preparado para se tornar a “Grande Besta”. Nesse meio tempo, Morte e seus companheiros procuram pistas sobre o paradeiro da criança. E novas revelações são feitas a respeito desse mundo dividido que se aproxima do seu fim.
East of West – Volume Dois reúne as edições #6 a 10. Com formato de 17 x 26 cm, 144 páginas coloridas, a edição tem roteiro de Jonathan Hickman, desenhos de Nick Dragotta e tradução do Érico Assis.
A editora Comix Zone , após publicar Capa Preta (2019), continua resgatando o importante trabalho do quadrinhsta brasileiro Lourenço Mutarelli. Agora chegou a vez de Mundo Pet. Uma Coletânea de histórias experimentais originalmente produzidas para o site Cybercomix.
Entre os anos de 1998 e 2000, chegava ao público recheado de sarcasmo e traços autobiográficos inconfundíveis de Mutarelli. São doze contos que compõem o Mundo Pet onde se registram raros momentos de humor dentro da produção do quadrinhista, que é uma das referências da produção nacional com sua originalidade.
Em 2004, a Devir Brasil chegou a publicar Mundo Pet. E agora a Comix Zone relança a edição com acabamento de luxo. A primeira tiragem traz como brinde uma edição fac-símile de Over-12, o primeiro fanzine publicado por Lourenço Mutarelli em 1998.
Mundo Pet tem formato 19,05 xx 26,16 cm, 120 páginas e capa dura.
A Quadrinhos na Cia está lançando a adaptação em quadrinhos do clássico da literatura 1984, de George Orwell. Publicado originalmente em 1949, o livro apresentava um futuro distopico, em guerra permanente, vigilância governamental onipresente e manipulação pública e histórica.
1984 conta a história de Winston Smith, um refém onde o mundo é feito de opressão absoluta. Winston se rebela, e em seu anseio por verdade e liberdade, arrisca a vida ao se apaixonar por uma colega, a bela Julia, e se voltar contra o poder vigente.
A adaptação do livro para graphic novel foi pelo quadrinhista brasileiro Fido Nesti. A edição já se encontra em pré-venda a Amazon Brasil em um kit especial que inclui pôster, cards, postal e a edição autografada.
1984 tem formato 20,4 x 27 cm, 224 páginas, capa cartonada e o valor de R$ 84,90.
E a editora Conrad anunciou novos lançamentos dessa sua nova fase com o Cassius Medauar à frente dos quadrinhos. Depois dos anúncios de Mayara e Annabelle de Pablo Casado e Talles Rodrigues, Echoes – Além do Limiar de Eliana Oda e Duo.Tone do Vitor Cafaggi, chegou a vez de Traje a Rigor do Gustavo Lambreta e de El último Detective do brasileiro Geraldo Borges e do chileno Claudio Alvarez.
Traje a Rigor
A publicação é uma adaptação do conto homônimo de Marcos Rey, premiado autorque escreveu O Mistério do Cinco Estrelas, da icônica coleção Vaga-lume. A trama conta a história de Otávio, um cara que comprou um smoking sob medida e está ansioso para usá-lo no baile. Ele sai mais cedo para beber um pouco no bar e se encontra com alguns amigos que não via há tempos. Esta é uma história em volume único de como uma simples ida a um baile pode se tornar algo bem diferente do planejado.
Traje a Rigor tem 58 páginas e o valor de R$ 10,90.
El Último Detective
A história se passa em uma América Latina distopica, o detetive Joe Santos é forçado a retornar ao serviço para investigar uma série de crimes ocorridos em Nova Amazônia. Uma droga feita de um mineral valioso mata seus usuários em poucos dias, depois de realizar alguns de seus desejos mais sórdidos. Conseguirá Santos – na companhia do insuportável robô C-Cilia – desvendar o mistério que no passado encerrou sua carreira, destruiu parte de seu corpo e causou a morte de seu ex companheiro?
A publicação tem uma parceria Brasil-Chile com desenhos do brasileiro Geraldo Borges e roteiro do chileno Claudio Alvarez. Ainda conta com cores do também brasileiro Arthur Hesli e os letristas originais são os chilenos Maycols Alfaro e Bernardo Briceño.
Ainda não foi divulgada a data de lançamento, mas o editor Cassius Medauar confirmou que a obra sairá primeiro digitalmente e depois em edição impressa.
Fique ligado na Torre de Vigilância para as próximas novidades da Conrad.
O quarto volume da série de Jeff Lemire, Gideon Falls, iniciou sua pré-venda na Amazon com 30% de desconto e lançamento pela Editora Mino em 11 de Outubro – confira clicando aqui.
”O quarto volume da série de terror vencedora do prêmio Eisner 2019, fruto da fantástica equipe criativa formada por Jeff Lemire Andrea Sorrentino e Dave Stewart. Após a jornada de deslocamento no tempo e no espaço do último arco, Norton e Clara estão presos na “pequena cidade” de Gideon Falls com um psicopata assassino. Enquanto isso, Padre Fred e Angie confrontam o Bispo na “cidade grande” Gideon Falls e os segredos da “Máquina Pentoculus” são revelados em toda a sua (confusa) glória. E o que acontecerá quando os Lavradores finalmente atenderem ao chamado?”
A Editora JBC anunciou recentemente a pré-venda de O Regresso de Jaspion, o novo mangá do herói que retoma a história a partir do ponto de onde o programa de televisão terminou. A pré-venda está com 30% de desconto e vem com uma sobrecapa exclusiva. Para mais informações, clique aqui para acessar a página do produto na Amazon.
Confira a sinopse: ”Mais de 30 anos após vencer Satan Goss, Jaspion volta ao nosso planeta para impedir que o vilão e seu filho MacGaren sejam trazido de volta à vida pela bruxa galáctica Kilmaza.”
O Regresso de Jaspion será lançado oficialmente dia 2 de Novembro de 2020.
Procurando diferenciar suas publicações, a editora norte-america Image Comics começou a publicar The Walking Dead ao fim do ano de 2003, dando início a uma transição editorial que só chegaria ao seu ápice em 2012, justamente no seu vigésimo aniversário. Desde então a Image vive o que é, para muitos, seu melhor momento: Lazarus, Saga, The Wicked & The Divine… todos títulos premiados são provenientes de uma fase que teve início exatamente com a epopeia de Rick Grimes, Carl, Michonne e cia.
A obra começou a ser publicado no Brasil bem antes de seu auge comercial: Em 2006, pela extinta Editora HQM. Duas versões foram lançadas: Sob o título de Os Mortos-Vivos, vieram encadernados com seis edições mensais cada em formato menor que as versões norte-americanas. Depois foi publicada a versão mensal, já com o título original, entre 2012 e 2017.
Em 2017, após o fim de contrato da HQM e ainda incompleta, a obra foi retomada desde o início em encadernados no formato original pela Panini Brasil e, após uma frequência intensa de publicação com encadernados quase mensais, chegamos ao fim da saga por aqui, agora em setembro de 2020.
Para falar não só a respeito The Walking Dead, mas sobre vários de seus projetos que vão além dos quadrinhos, conversamos com Charlie Adlard que, substituindo Tony Moore para ilustrar os roteiros de Robert Kirkman, tomou as rédeas do traço da publicaçãoa partir da edição mensal nº 7 e só saiu na edição nº 193, justamente a última da série.
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Depois de 16 anos, The Walking Dead chegou ao fim. Essa decisão é “como deixar a casa dos pais”: Difícil, mas necessária?
Com certeza! O que mais posso dizer? Eu acho que [eu e Robert Kirkman] regemos o caminho da história em quadrinhos para um fim natural. Passamos por vários percursos e arcos de história para completar a narrativa. Eu estava começando a ficar, digamos… exausto. Exausto no sentido de não saber onde iríamos parar. Então cheguei a dizer ao Robert que, quando quer que terminemos a HQ, teríamos que acabar por cima. Não queríamos chegar ao fim quando ninguém percebesse, pois ninguém mais se importava e não lia mais a história. Fizemos uma promessa mútua que seria assim que iria acontecer.
The Walking Dead Volume 32 – Descanse em Paz. Panini Comics Brasil (2020) Imagem: Panini.com.br
A todo tempo durante a história vocês falavam sobre a morte, que é a situação mais desconhecida pelo ser humano, porque ninguém sabe o que de fato acontece depois. Os zumbis são uma interpretação da morte. Como é para você ter que voltar frequentemente a este assunto tão nebuloso e não deixar o leitor saturado sobre isso?
Hmmmm… bem, quer dizer… Zumbis são obviamente uma dessas coisas que você disse. Uma das coisas mais assustadoras sobre eles é isso aí. Já disse muito. É quase como… a derradeira forma de sair desse plano. Porque se pensa “[depois de morrer] olha o que vai acontecer contigo!” É um panorama muito assustador. Especialmente do jeito que fizemos. Então é… ah! Perguntinha difícil essa que você fez pra mim!
Estou aqui pra isso!
É… eu espero que, esperançosamente, tenhamos demonstrado isso, porque essa é uma HQ de terror. Não é de terror por ser um pouquinho assustadora ou chocante: Nosso terror é aquele que arrepia a mente na ideia de que, quando você morre, é isso que vem depois. É algo muito horroroso.
Capa dupla de The Walking Dead nº 100, que apresentava vários personagens da trama que haviam falecido até então. Image Comics (2011). Imagem: Amazon.com
Falando da sua banda Cosmic Rays, onde você toca bateria, Dave Mckean declarou em um painel que não tem uma arte dominante. Ele também faz teatro, música, cinema… porque, caso contrário, fica entediado. Para você é o mesmo? Como administrar essas duas tarefas uma vez que você é quadrinista e vive com prazos bem rígidos?
Cosmic Rays – Trust the Process (2017). Imagem: Bandcamp.com
Diferente de Dave, eu tenho uma paixão dominante que são as HQs. Eu acho que sou melhor quadrinista que baterista e sou o primeiro a admitir isso. Por isso provavelmente escolhi essa carreira para viver a tentar a sorte como músico. Mas, por outro lado, é ótimo ter outra veia criativa além de quadrinhos. Entretanto, o que eu faço para, digamos, contribuir a mais para esse mundo, é fazer coisas diferentes nas HQs. Sempre estou interessado em… bem: The Walking Dead claro que foram mais de 15 anos fazendo um estilo similar de HQ, depositando meu esforço na mesa de desenho e fazendo o lápis e nanquim para um determinado estilo de arte. Porém, já explorei outros mundos em outras HQs que fiz, como anos atrás em White Death, com Crayon no papel cinza. Também existem as narrativas que fiz com Joe Casey, uma batizada de Codeflesh e outra chamada Rock Bottom, essa última que teve um traço mais puro sem cores ou sinais de textura porque eu queria sair da zona de conforto onde eu usava tons mais sombrios no traço, então foi bem diferente de anos atras, no momento que eu estava produzindo White Death com Robbie Morrison…
Comparativo entre técnicas de Rock Bottom (2006) e White Death (2004). Image Comics. Imagens: Comixology.com
Lá para 2004…
Isso! E agora fazendo um livro cuja produção é totalmente digital, mas uso ferramentas que emulam lápis ao invés de arte-final digital porque eu quero dar um tom mais rústico. Então, variedade é o tempero da vida. É um clichê, eu sei, mas é o que me deixa animado como meu livro Intitulado Life, esse meu trabalho é composto por desenhos sobre a vida como uma nova avenida de criatividade onde eu desenho modelos, já que você nunca aprende o suficiente durante toda a vida. Isso é muito útil.
Nesse livro você desenha modelos nus e sketches de diversas proporções. Como você o vê: Um livro de estudos, de anatomia… qual seu veredicto?
Para mim, todos nós devemos desenhar sobre a vida, não importa o quão bom você seja, pois você está sempre aprendendo…
Porque é muito diferente dos seus trabalhos anteriores!
Com certeza! Esse é um dos motivos porque eu fiz: Ser bem diferente.Me dá a oportunidade de experimentar outras técnicas, materiais… me dá outras oportunidades. O interessante também é que [nesse livro] tive um tempo limite, porque quase sempre tive que abandonar a ideia de ter uma peça mais trabalhada. É algo mais rápido e sem pensar muito. O que eu, na verdade, gosto. Quanto menos se pensa [a respeito do desenho], mais acidental fica a arte e pode terminar com algo feito em 5 minutos pensando que tal peça foi a melhor coisa que você já desenhou. O desenho de capa na versão branca foi feito literalmente em 5 minutos. Lembro de olhar e pensar “Opa, beleza! Tem uma verdadeira paixão e movimento aqui!”. Mas eu nunca replicaria algo assim nos quadrinhos, porque lá se pensa muito e se quer sempre se refinar. Então fazer esse exercício é muito bom para a alma, sabe?
Life. Independente (2020) Imagens: Infinitybeyond.co.uk
Muitos artistas depois de tantos anos no mesmo título, desistem em fazer projetos mais longos. Tem planos para fazer algo desse tipo novamente ou ficará só nas capas?
Eu nunca mais vou fazer algo longo como The Walking Dead. Estou com na casa dos 50 anos, se fazer isso de novo, eu terminaria outra obra desse tamanho com… cerca de 70. Posso dizer categoricamente que não! Nunca mais vou fazer uma série regular.
Mas ainda fará páginas internas?
Estou fazendo agora em Heretic, minha nova HQ com Robbie Morrison, quer seja uma coletânea de narrativas ou uma história só. Não sei bem ainda, vamos ver. Mas estou fazendo. Sou de coração um contador de histórias, então o que eu predominantemente farei sempre será páginas internas. Sou um quadrinista, é isso que eu e outros fazemos para viver.
Ilustração de Heretic. Sem lançamento ou editora definida. Imagem: Charlieadlard.com
Começou em alto e bom som a campanha de financiamento coletivo de Savants of Sounds – Volume 2, que tem roteiro de Gabriel Arrais e desenhos de Abel. No primeiro volume, também financiado via Catarse, Savants of Sounds apresentava a história nunca contada de Boddah o amigo imaginário de Kurt Cobain. Confira os detalhes do primeiro volume AQUI.
Para quem não sabe, Kurt Cobain, icônico vocalista do Nirvana, tinha durante a sua infância um amigo imaginário. Antes de cometer suícidio, escreveu uma carta para esse amigo imaginário chamado de Boddah. Para os amigos mais próximos, Kurt comentava que Boddah era o “lado ruim” de sua mente.
Em Savants of Sounds, Boddah é a personificação consciente do som que sai de todas as guitarras do planeta. Assim como os outros sons conscientes, Boddah consegue deslocar o seu corpo para qualquer lugar do mundo onde uma guitarra esteja sendo tocada. Não importa o lugar que seja. E assim Boddah vai interagindo com as crianças sinestésicas que conseguem vê-lo.
No segundo volume, temos um novo desenrolar na vida de Boddah. Assim como todos os outros sons conscientes, Boddah consegue deslocar seu corpo instantaneamente para qualquer lugar do mundo em que alguém esteja tocando uma guitarra. A vida de marasmo de Boddah muda no dia em que ele encontra Stella, uma adulta que consegue enxergá-lo. Em meio a estas descobertas, um aplicativo de controle climático é usado como arma geofísica para criar um tsunami que destrói a costa do Haiti. Agora, Lady Acqua, a personificação do som das águas quer que o culpado pague por isso.
Savants of Sound terá formato americano, 44 páginas coloridas e para conhecer mais sobre a campanha, valores, recompensas e claro, apoiar, clique AQUI.