Após um longo período sem novidades sobre as Edições Históricas do Hellboy, a Mythos Editora está dando continuidade à série com o lançamento de Hellboy Edição Histórica Volume 7: Paragens Exóticas.
Quando se demitiu do Bureau de Pesquisas e Defesa Paranormal, Hellboy só queria desfrutar um merecido descanso no continente africano. Infelizmente, porém, paz e tranquilidade não figuram entre os direitos primordiais de um herói egresso do Inferno. Seja no mais belo e selvagem dos continentes ou aprisionado nas profundezas do oceano, não faltam ameaças sinistras e inimigos arcanos para impor ao ex-Detetive Sobrenatural uma fatídica decisão: aceitar definitivamente seu preconizado papel no Apocalipse… ou permitir que essa tenebrosa sina lhe seja arrebatada. Um feiticeiro ancestral, uma enorme mulher-peixe, leões falantes, bizarras criaturas marinhas e um suposto guardião da história secreta do Universo povoam estas páginas para marcar um momento de reviravolta e revelar segredos sepultados desde o surgimento do Hellboy.
Atendendo a incontáveis pedidos, a MYTHOS BOOKS retoma a coleção favorita dos leitores: HELLBOY EDIÇÃO HISTÓRICA! Em mais um caprichado volume capaz de agradar qualquer fã de aventuras fantásticas, reapresentamos as minisséries O Terceiro Desejo e A Ilha (publicadas originalmente em 2007), ambas escritas e ilustradas por Mike Mignola.
Paragens Exóticas é a republicação de um arco lançado originalmente pela própria editora Mythos em 2007, encadernado na primeira versão em capa cartão. Recentemente a editora republicou os Contos Bizarros do personagem, compilados na belíssima edição de luxo limitada Hellboy: Edição de Ouro (saiba mais detalhes AQUI). É a primeira vez que Paragens Exóticas é relançado pela editora, que dará continuidade à Coleção Histórica do personagem, porta de entrada perfeita para o universo do Garoto do Inferno.
Confira abaixo um preview das histórias:
Quer saber tudo sobre o personagem e qual a ordem de leitura correta dos encadernados? Conheça nosso Guia de Leitura do Hellboy clicando AQUI.
Hellboy: Edição Histórica Volume 7 – Paragens Exóticas possui 160 páginas encadernadas em capa dura no formato 26 x 17 cm, com preço sugerido de R$ 69,90. Ficou interessado? Aproveite os 24% de desconto da Amazon!
Durante o painel DC Master Class na San Diego Comic-Con 2017, o famoso e atualmente controverso roteirista/artista Frank Miller apareceu de surpresa para anunciar que se juntará mais uma vez ao artista John Romita Jr. para produzir uma história. Trata-se de Superman: Ano Um.
“Tem a ver com revisitar a origem de um certo personagem da DC Comics“, disse Miller. “Tem a ver com revisitar um certo personagem que usa óculos na sua identidade civil.“
Em entrevista, Miller comentou que vê nesta história a oportunidade de criar sua “marca significativa” em um dos personagens mais ricos da ficção, pois já explorou em O Cavaleiro das Trevas basicamente todos os personagens relevantes do universo DC. O autor também comentou que a origem será abordada a partir do momento que Jonathan Kent descobre o pequeno Kal-El, quando sua nave caiu na Terra.
Durante a New York Comic-Con do ano passado, Frank Miller já havia comentado que tinha planos de escrever uma história definitiva para o Superman, explorando principalmente a origem judaica do personagem. Já na CCXP – Comic-Con Experience 2016, o escritor falou mais sobre essa ideia e ainda incluiu a Mulher-Maravilha e o Bruce Wayne como participantes da história.
Miller é a mente criativa por trás de clássicos como Batman: Ano Um, O Cavaleiro das Trevas, Sin City e Os 300 de Esparta, além de ter redefinido o Demolidor durante sua longa fase no personagem, e com a origem O Homem Sem Medo. Esta origem do Demolidor foi criada em parceria com John Romita Jr., que há alguns anos trabalha para a DC Comics (com Superman, Batman e outras séries), e durante muitos anos foi um dos principais artistas da Marvel, tendo ilustrado histórias do Homem-Aranha, Capitão América e muitos outros.
Não foi divulgada a trama completa nem a data de lançamento deSuperman: Year One. A única coisa confirmada, além da equipe criativa, é que a graphic novel terá 100 páginas.
O Eisner Awards é uma das maiores premiações de histórias em quadrinhos, equivale ao Oscar dos quadrinhos.
Anualmente, na San Diego Comic Con, os ganhadores da premiação são anunciados durante o evento.
O destaques da premiação foi Saga de Brian K. Vaughan e Fiona Staples, que ganhou o prêmio de Melhor série mensal pela quarta vez. Vaughan também foi premiado como Melhor Roteirista por Saga e Paper Girls. Staples se tornou a desenhista mais premiada dos últimos anos, ganhando nas categorias de Melhor arte-finalista ou time de arte-finalistas e Melhor Capista por Saga.
O Prêmio Humanitário Bob Clampett foi para Joe Ferrara, por seu trabalho de conscientização do câncer de próstata, e para Mark Andreyko, pela antologia Love Is Love após ao atendado terrorista em uma boate LGBT em Orlando.
Jack Kirby recebeu o prêmio póstumo Bill Finger Excellence in Comics Writing, apesar de ser mais conhecido por sua arte, Kirby também escrevia histórias em quadrinhos e, neste ano, estaria completando 100 anos se estivesse vivo.
Garota Esquilo
Confira a lista com indicados de cada categoria. Os ganhadores estão em negrito.
Melhor história curta
“The Comics Wedding of the Century,” de Simon Hanselmann, em We Told You So: Comics as Art (Fantagraphics)
“The Dark Nothing,” de Jordan Crane, in Uptight #5 (Fantagraphics)
“Good Boy,” de Tom King e David Finch, em Batman Annual #1 (DC)
“Monday,” de W. Maxwell Prince e John Amor, in One Week in the Library (Image)
“Mostly Saturn,” de Michael DeForge, em Island Magazine #8 (Image)
“Shrine of the Monkey God!” de Kim Deitch, em Kramers Ergot 9 (Fantagraphics)
Melhor história/edição única
Babybel Wax Bodysuit, de Eric Kostiuk Williams (Retrofit/Big Planet)
Beasts of Burden: What the Cat Dragged In, de Evan Dorkin, Sarah Dyer, e Jill Thompson (Dark Horse)
Blammo #9, de Noah Van Sciver (Kilgore Books)
Criminal 10th Anniversary Special, de Ed Brubaker e Sean Phillips (Image)
Sir Alfred #3, de Tim Hensley (Pigeon Press)
Your Black Friend, de Ben Passmore (Silver Sprocket)
Melhor série mensal
Astro City, de Kurt Busiek e Brent Anderson (Vertigo/DC)
Kill or Be Killed, de Ed Brubaker e Sean Phillips (Image)
The Mighty Thor, de Jason Aaron e Russell Dauterman (Marvel)
Paper Girls, de Brian K. Vaughan e Cliff Chiang (Image)
Saga, de Brian K. Vaughan e Fiona Staples (Image)
Melhor minissérie
Archangel, de William Gibson, Michael St. John Smith, Butch Guice, e Tom Palmer (IDW)
Briggs Land, de Brian Wood e Mack Chater (Dark Horse)
Han Solo, de Marjorie Liu e Mark Brooks (Marvel)
Kim and Kim, de Magdalene Visaggio e Eva Cabrera (Black Mask)
The Vision, de Tom King e Gabriel Walta (Marvel)
Melhor série estreante
Black Hammer, de Jeff Lemire e Dean Ormston (Dark Horse)
Clean Room, de Gail Simone e Jon Davis-Hunt (Vertigo/DC)
Deathstroke: Rebirth, de Christopher Priest, Carlo Pagulayan, et al. (DC)
Faith, de Jody Houser, Pere Pérez, e Marguerite Sauvage (Valiant)
Mockingbird, de Chelsea Cain e Kate Niemczyk (Marvel)
Melhor publicação infantil (para crianças de até oito anos)
Ape and Armadillo Take Over the World, de James Sturm (Toon)
Burt’s Way Home, de John Martz (Koyama)
The Creeps, Book 2: The Trolls Will Feast! de Chris Schweizer (Abrams)
I’m Grumpy (My First Comics), de Jennifer L. Holm e Matthew Holm (Random House Books for Young Readers)
Narwhal: Unicorn of the Sea, de Ben Clanton (Tundra)
Melhor publicação infantil (de 9 a 12 anos)
The Drawing Lesson, de Mark Crilley (Watson-Guptill)
Ghosts, de Raina Telgemeier (Scholastic)
Hilda and the Stone Forest, de Luke Pearson (Flying Eye Books)
Rikki, adapted de Norm Harper e Matthew Foltz-Gray (Karate Petshop)
Science Comics: Dinosaurs, de MK Reed e Joe Flood (First Second)
Melhor publicação juvenil (13 a 17 anos)
Bad Machinery, vol. 5: The Case of the Fire Inside, de John Allison (Oni)
Batgirl, de Hope Larson e Rafael Albuquerque (DC)
Jughead, de Chip Zdarsky, Ryan North, Erica Henderson, e Derek Charm (Archie)
Monstress, de Marjorie Liu and Sana Takeda (Image)
Trish Trash: Roller Girl of Mars, de Jessica Abel (Papercutz/Super Genius)
The Unbeatable Squirrel Girl, de Ryan North e Erica Henderson (Marvel)
Melhor publicação de humor
The Further Fattening Adventures of Pudge, Girl Blimp, de Lee Marrs (Marrs Books)
Hot Dog Taste Test, de Lisa Hanawalt (Drawn & Quarterly)
Jughead, de Chip Zdarsky, Ryan North, Erica Henderson, e Derek Charm (Archie)
Man, I Hate Cursive, de Jim Benton (Andrews McMeel)
Yuge! 30 Years of Doonesbury on Trump, de G. B. Trudeau (Andrews McMeel)
Melhor antologia
Baltic Comics Anthology š! #26: dADa, editado por David Schilter e Sanita Muizniece (kuš!)
Island Magazine, editado por Brandon Graham e Emma Rios (Image)
Kramers Ergot 9, editado por Sammy Harkham (Fantagraphics)
Love Is Love, editado por Sarah Gaydos e Jamie S. Rich (IDW/DC)
Spanish Fever: Stories by the New Spanish Cartoonists, editado por Santiago Garcia (Fantagraphics)
Melhor não-ficção
Dark Night: A True Batman Story, de Paul Dini e Eduardo Risso (Vertigo/DC)
Glenn Gould: A Life Off Tempo, de Sandrine Revel (NBM)
March (Book Three), de John Lewis, Andrew Aydin, e Nate Powell (Top Shelf)
Rosalie Lightning: A Graphic Memoir, de Tom Hart (St. Martin’s)
Tetris: The Games People Play, de Box Brown (First Second)
Melhor álbum gráfico (inédito)
The Art of Charlie Chan Hock Chye, de Sonny Liew (Pantheon)
Black Dog: The Dreams of Paul Nash, de Dave McKean (Dark Horse)
Exits, de Daryl Seitchik (Koyama)
Mooncop, de Tom Gauld (Drawn & Quarterly)
Patience, de Daniel Clowes (Fantagraphics)
Wonder Woman: The True Amazon, de Jill Thompson (DC Comics)
Melhor álbum gráfico (republicação)
Demon, de Jason Shiga (First Second)
Incomplete Works, de Dylan Horrocks (Alternative)
Last Look, de Charles Burns (Pantheon)
Meat Cake Bible, de Dame Darcy (Fantagraphics)
Megg and Mog in Amsterdam and Other Stories, de Simon Hanselmann (Fantagraphics)
She’s Not into Poetry, de Tom Hart (Alternative)
Melhor edição americana de material estrangeiro
Equinoxes, by Cyril Pedrosa, traduzido por Joe Johnson (NBM)
Irmina, by Barbara Yelin, traduzido por Michael Waaler (SelfMadeHero)
Love: The Lion, de Frédéric Brémaud e Federico Bertolucci (Magnetic)
Moebius Library: The World of Edena, de Jean “Moebius” Giraud et al. (Dark Horse)
Wrinkles, by Paco Roca, traduzido por Erica Mena (Fantagraphics)
Melhor edição americana de material estrangeiro (asiático)
The Art of Charlie Chan Hock Chye, de Sonny Liew (Pantheon)
Goodnight Punpun, vols. 1–4, by Inio Asano, traduzido por JN PRoductions (VIZ Media)
orange: The Complete Collection, vols. 1–2, by Ichigo Takano, traduzido por Amber Tamosaitis, adaptação de Shannon Fay (Seven Seas)
The Osamu Tezuka Story: A Life in Manga and Anime, de Toshio Ban e Tezuka Productions, traduzido por Frederik L. Schodt (Stone Bridge Press)
Princess Jellyfish, vols. 1–3 de Akiko Higashimura, traduzido por Sarah Alys Lindholm (Kodansha)
Wandering Island, vol. 1, by Kenji Tsuruta, traduzido por Dana Lewis (Dark Horse)
Melhor coleção de arquivo (tiras)
Almost Completely Baxter: New and Selected Blurtings, de Glen Baxter (NYR Comics)
Barnaby, vol. 3, by Crockett Johnson, editado por Philip Nel e Eric Reynolds (Fantagraphics)
Chester Gould’s Dick Tracy, Colorful Cases of the 1930s, editado por Peter Maresca (Sunday Press)
The Realist Cartoons, editado por Paul Krassner e Ethan Persoff (Fantagraphics)
Walt & Skeezix 1931–1932, by Frank King, editado por Jeet Heer e Chris Ware (Drawn & Quarterly)
Melhor coleção de arquivo (quadrinhos)
The Complete Neat Stuff, de Peter Bagge, editado por Eric Reynolds (Fantagraphics)
The Complete Wimmen’s Comix, editado por Trina Robbins (Fantagraphics)
Fables and Funnies, by Walt Kelly, compilado por David W. Tosh (Dark Horse)
Trump: The Complete Collection, de Harvey Kurtzman et al., editado por Denis Kitchen e John Lind (Dark Horse)
U.S.S. Stevens: The Collected Stories, de Sam Glanzman, editado por Drew Ford (Dover)
Melhor roteirista
Ed Brubaker, Criminal 10th Anniversary Special, Kill or Be Killed, Velvet (Image)
Kurt Busiek, Astro City (Vertigo/DC)
Chelsea Cain, Mockingbird (Marvel)
Max Landis, Green Valley (Image/Skybound), Superman: American Alien (DC)
Jeff Lemire, Black Hammer (Dark Horse); Descender, Plutona (Image); Bloodshot Reborn (Valiant)
Brian K. Vaughan, Paper Girls, Saga (Image)
Melhor roteirista/desenhista
Jessica Abel, Trish Trash: Roller Girl of Mars (Papercutz/Super Genius)
Box Brown, Tetris: The Games People Play (First Second)
Tom Gauld, Mooncop (Drawn & Quarterly)
Tom Hart, Rosalie Lightning: A Graphic Memoir (St. Martin’s)
Sonny Liew, The Art of Charlie Chan Hock Chye (Pantheon)
Melhor arte-finalista ou time de arte-finalistas
Mark Brooks, Han Solo (Marvel)
Dan Mora, Klaus (BOOM!)
Greg Ruth, Indeh (Grand Central Publishing)
Francois Schuiten, The Theory of the Grain of Sand (IDW)
Fiona Staples, Saga (Image)
Brian Stelfreeze, Black Panther (Marvel)
Melhor desenhista/artista multimídia (páginas internas)
Federico Bertolucci, Love: The Lion (Magnetic)
Brecht Evens, Panther (Drawn & Quarterly)
Manuele Fior, 5,000 km per Second (Fantagraphics)
Dave McKean, Black Dog (Dark Horse)
Sana Takeda, Monstress (Image)
Jill Thompson, Wonder Woman: The True Amazon (DC); Beasts of Burden: What the Cat Dragged In (Dark Horse)
Melhor capista
Mike Del Mundo, Avengers, Carnage, Mosaic, The Vision (Marvel)
David Mack, Abe Sapien, BPRD Hell on Earth, Fight Club 2, Hellboy and the BPRD 1953 (Dark Horse)
Sean Phillips, Criminal 10th Anniversary Special, Kill or Be Killed (Image)
Fiona Staples, Saga (Image)
Sana Takeda, Monstress (Image)
Melhor Colorista
Jean-Francois Beaulieu, Green Valley (Image/Skybound)
Elizabeth Breitweiser, Criminal 10th Anniversary Special, Kill or Be Killed, Velvet (Image); Outcast by Kirkman & Azaceta (Image/Skybound)
Sonny Liew, The Art of Charlie Chan Hock Chye (Pantheon)
Laura Martin, Wonder Woman (DC); Ragnorak (IDW); Black Panther (Marvel)
Matt Wilson, Cry Havoc, Paper Girls, The Wicked + The Divine (Image); Black Widow, The Mighty Thor, Star-Lord (Marvel)
Melhor letreirista
Dan Clowes, Patience (Fantagraphics)
Brecht Evens, Panther (Drawn & Quarterly)
Tom Gauld, Mooncop (Drawn & Quarterly)
Nick Hayes, Woody Guthrie (Abrams)
Todd Klein, Clean Room, Dark Night, Lucifer (Vertigo/DC); Black Hammer (Dark Horse)
Sonny Liew, The Art of Charlie Chan Hock Chye (Pantheon)
Melhor livro sobre quadrinhos
blanc et noir: takeshi obata illustrations, de Takeshi Obata (VIZ Media)
Ditko Unleashed: An American Hero, de Florentino Flórez e Frédéric Manzano (IDW/Editions Déese)
Krazy: George Herriman, A Life in Black and White, de Michael Tisserand (Harper)
The Life and Legend of Wallace Wood, vol. 1, editado por Bhob Stewart e J. Michael Catron (Fantagraphics)
More Heroes of the Comics, de Drew Friedman (Fantagraphics)
Melhor trabalho acadêmico
Brighter Than You Think: Ten Short Works by Alan Moore, editado por Marc Sobel (Uncivilized)
Forging the Past: Set and the Art of Memory, editado por Daniel Marrone (University Press of Mississippi)
Frank Miller’s Daredevil and the Ends of Heroism, editado por Paul Young (Rutgers University Press)
Pioneering Cartoonists of Color, editado por Tim Jackson (University Press of Mississippi)
Superwomen: Gender, Power, and Representation, editado por Carolyn Cocca (Bloomsbury)
Melhor design de publicação
The Art of Charlie Chan Hock Chye, designed de Sonny Liew (Pantheon)
The Complete Wimmen’s Comix, designed de Keeli McCarthy (Fantagraphics)
Frank in the Third Dimension, designed de Jacob Covey, 3D conversions by Charles Barnard (Fantagraphics)
The Realist Cartoons, designed de Jacob Covey (Fantagraphics)
Si Lewen’s Parade: An Artist’s Odyssey, designed de Art Spiegelman (Abrams)
A Marvel Comics vai adaptar a icônica Trilogia Thrawn para os quadrinhos. O anúncio foi feito durante um painel San Diego Comic-Con. A história também é conhecida como The Thrawn Omnibus ou Three-Book Cycle.
A trilogia começou a ser publicada no livro O Herdeiro do Império (1991), seguido por A Ascensão da Força Sombria (1992) e foi concluída em O Último Comando (1993). Todos escritos por Timothy Zhan, os livros foram sucessos e acabaram figurando em primeiro lugar na lista dos mais vendidos do New York Times e de quebra reacendeu o interesse do publico pelo universo de Star Wars naquela época. Os livros foram recentemente publicados no Brasil pela Editora Aleph.
A trama se passa cinco anos após a destruição da segunda Estrela da Morte e da queda do Imperador. Mas tais eventos não significaram o fim da guerra, e mesmo com um número reduzido, o Império continuava a ameaçar a paz e a liberdade na galáxia, sob a liderança do último Grande Almirante, o terrível Thrawn. Um humanoide de pele azul e o único não humano a receber o título de Imperador. Thrawn é provavelmente o maior gênio em estratégia militar já conhecido, capaz de analisar a psicologia do inimigo e prever suas ações.
Anos depois de estrelar os livros, o vilão, que se tornou um dos mais populares de Star Wars, se tornou cânone e apareceu em Star Wars Rebels. A Dark Horse publicou a trilogia em quadrinhos na década de 1990.
Trilogia Thrawn pela Dark Horse na década de 1990.
Star Wars: Thrawn terá roteiros de Jody Houser, autora da cultuada Faith, e que recentemente escreveu a versão em HQ de Rogue One. O desenhista brasileiro Luke Ross vai ficar a cargo da arte. A minissérie começa a ser publicada em 2018.
Acompanhe a cobertura da San Diego Comic-Con pela Torre de Vigilância. Confira mais AQUI.
Durante a SDCC 2017, Jeff Lemire anunciou sua participação no selo Dark Matter. O roteirista ficará responsável por uma nova equipe chamada The Terrifics. A equipe será formada por Metamorfo, Etérea, Senhor Incrível e Homem-Borracha. Estes dois últimos reapareceram no one-shot Dark Days: The Forge.
Arte de Doc Shaner
Lemire disse que o objetivo da série é se aproximar do tom do Quarteto Fantástico de Stan Lee e Jack Kirby. Além disso, o roteirista anunciou Hawkman: The Found, continuação direta de Batman: Lost de Scott Snyder. The Terrifics será escrito por Lemire e desenhado pelo brasileiro Ivan Reis. O lançamento é em 2018. Já o novo quadrinho do Gavião Negro será desenhado por Bryan Hitch e Kevin Nowlan. O lançamento é em dezembro.
O Renascimento já está sendo publicado no Brasil pela editora Panini. Para mais informações sobre o que acontece na Editora das Lendas, fique ligado na Torre de Vigilância.
Mark Waid e Chris Samnee, a dupla premiada dos quadrinhos do Demolidor, será a nova equipe criativa dos quadrinhos do Capitão América após os eventos da saga Império Secreto.
Atualmente, o Capitão América é uma figura controvérsia que vem causando muito discussão na internet desde que o roteirista Nick Spencer revelou que o personagem fazia parte da Hidra no quadrinho Steve Rogers: Captain America #1. Todo o desenvolvimento do Capitão América da Hidra culminou na saga Império Secreto, em que Steve Rogers é o Líder Supremo da Hidra e rege uma nova ordem mundial.
Capitão Hidra
O que acontece no Universo Marvel depois de Império Secreto, em partes, ainda é um mistério, mas já foi anunciada a iniciativa Marvel Legacy, em que os principais heróis da Casa das Ideias voltarão a seus status originais.
Em Legacy, muitos títulos da Marvel serão renumerados considerando os quadrinhos já lançados de alguns personagens. O quadrinho do Capitão América receberá a numeração #695, contando com a estreia de Mark Waid no roteiro e Chris Samnee nos desenhos. A nova fase do bandeiroso da Marvel promete trazer o que os leitores querem.
“Este é um Steve ouvindo as pessoas para descobrir como elas se sentem em relação a ele e o que elas querem dele a partir de agora.” disse Waid.
Imagem de divulgação da nova fase do Capitão América nos quadrinhos.
Marvel Legacy começa em Setembro nos EUA a partir do one-shotMarvel Legacy #1 com roteiro de Jason Aaron e arte de Esad Ribic.
Captain America #695 com Mark Waid e Chris Samnee está previsto para estrear em Novembro nos EUA.
Anunciado há alguns meses, Doomsday Clock trará o primeiro encontro entre Superman e Doutor Manhattan. Durante seu painel na SDCC 2017, Geoff Johns falou sobre sua carreira, sobre quadrinhos e sobre o seu próximo projeto:
O painel começou com o co-editor Dan DiDio perguntando a Johns qual o seu interesse pessoal nos quadrinhos.
“Quando estávamos falando de Doomsday Clock, fui convencido de que a primeira edição tinha que sair na quinta-feira antes do feriado de Ação de Graças.” Respondeu Johns. Essa é uma data especial para ele, pois ele se lembra o quão estava animado quando criança para comprar novos quadrinhos e lê-los no feriado.
Johns disse que o primeiro quadrinho que o impactou foi uma edição de Batman e os Renegados quando a equipe descobre a identidade do Batman, e ficam tristes quando descobrem o trágico motivo de Bruce Wayne ter se tornado o Cruzado de Capa. DiDio perguntou qual foi o primeiro herói o qual ele se conectou.
“O Flash. A verdade é que eu o tinha visto no desenho dos Super Amigos e o achava legal.”
Johns disse à plateia que ele tende a gostar mais dos personagens moralmente inequívocos do espectro, tipo o Superman. DiDio perguntou o motivo de Johns nunca ter escrito uma fase pelo Batman.
“Eu quero escrever uma fase pelo Batman com certeza, porque eu amo o personagem.” – respondeu. Ele ainda não escreveu uma fase na revista do herói pois gosta de focar nos personagens que necessitam de uma pequena ajuda.
DiDio perguntou quando Johns percebeu que ele era um roteirista profissional.
“Provavelmente no dia que eu assinei um contrato com a DC. Eu gosto da Marvel, mas amo a DC. Eu gosto do Hulk. Se pudéssemos comprar os direitos do Hulk, seria legal. O dia que eu assinei um contrato com a DC Comics, me fez sentir segurança de saber que eu escreveria para a editora pelos próximos anos. Estarei escrevendo DC a todo tempo.”
Ao falar de Richard Donner, diretor de Superman: O Filme, Geoff Johns não poupou elogios:
“Ele continua sendo uma inspiração. É realmente inspirador que as pessoas lembraram pela sua bondade. Ele é um homem tão bom e trabalhando com ele, percebi que ele tem as peculiaridades que todos temos, mas é realmente um ser humano maravilhoso.”Johns revelou que ele e a diretora Patty Jenkins (Mulher-Maravilha) almoçaram com Donner.
Johns lembrou do conselho que lhe foi dado por Donner: “Se existe uma escolha entre a lógica e o coração, escolha o coração.”
Quando perguntado sobre suas influências para histórias em quadrinhos, John listou: Homem-Animal e Patrulha do Destino de Grant Morrison, Flash de Mark Waid, quase tudo que Marv Wolfman já fez, John Orstrander que de acordo com ele é um roteirista subestimado. “Ele escrevia os personagens que ninguém escreveria. Foi aí que percebi que não existem personagens ruins.”
Johns disse para DiDio que se ele não fosse exclusivo da DC, provavelmente continuaria a ser freelancer. “Neste ponto, Dan veio até mim e disse: “Todo mundo disse para mim e para Mike McKone, que vocês são idiotas por trabalhar com os Jovens Titãs e que irão falhar.”Dan disse: “Você está errado.”
DiDio acrescentou: “Só posso dizer que eles estavam errados porque vi seus lançamentos. Eu lembrodestas discussões até hoje.” E perguntou se Geoff Johns faria algo diferente se estivesse escrevendo os Lanternas Verdes do Renascimento. Ele respondeu que não. “Você não quer apaziguar, você quer escrever a história na qual acredita.”
Johns revelou que não queria chamar a atual fase da DC de Renascimento. Essa palavra significava tanto para ele por ter escrito Lanterna Verde: Renascimento e Flash: Renascimento. “Quanto mais eu falava sobre o significado que a palavra Renascimento tinha para mim, mais eu percebi que cairia como uma luva. Eu queria escrever uma edição que trouxesse de volta o coração do Universo DC e fizesse as pessoas chorarem quando Wally West saltasse da Força de Aceleração.”
DiDio perguntou se o one-shot foi o quadrinho mais emocionante já escrito por Johns. “Foi, pois o quadrinho inteiro é sobre o quanto eu amo o Universo DC e como eu queria aqueles aspectos de volta. Houve muitas coisas boas durante os Novos 52, mas houve muitas coisas que foram perdidas.”
Falando em Universo DC: Renascimento, Johns disse: “Eu estava esperando por reações positivas e que as pessoas entendessem a história que eu estava tentando contar, mas eu estava tranquilo quanto às reações.”
Ele disse que enquanto as conexões com Watchmen fizeram as pessoas discutirem, ele queria que a verdadeira discussão fosse o centro emocional entre Barry Allen e Wally West.
“Eu queria que as pessoas testemunhassem o retorno do coração e da esperança, e vissem estes personagens como os mesmos personagens que elas conhecem e amam. Estou realmente feliz com o momento em que foi lançado. Wally West era o personagem que as pessoas estavam falando.”
Johns também falou sobre as últimas páginas do one-shot:
“Se tem alguém que pode mexer com o universo de um jeito tão drástico, este alguém é o Doutor Manhattan.”
Enfim, foram mostrados alguns painéis de Doomsday Clock, próximo projeto de Geoff Johns:
“É um sinal de: O fim está próximo. É o primeiro painel de Doomsday Clock.”
Quando questionado quem seria esta mulher loira, Geoff Johns respondeu: “Vamos apenas dizer que é uma nova personagem e ela está na prisão.”
“Talvez ela não esteja na prisão.”
“Desespero. Eu conheço a cena. Eu sei o contexto dela.”
Geoff Johns também teceu elogios ao desenhista Gary Frank: “Eu e meu parceiro do crime Gary Frank, ele adora contar histórias, é tudo sobre a emoção em contar histórias.”
Johns disse que Doomsday Clock é um trabalho arriscado para ambos. Diferentemente do que foi anunciado há alguns meses, o quadrinho terá 12 edições assim como Watchmen de Alan Moore e Dave Gibbons e se passará um ano após o Universo DC agora, quando a última edição for lançada, todos os personagens serão afetados de acordo com o roteirista. Ele deixou claro que Doomsday Clock se passa depois da próxima mega saga da editora: Dark Nights: Metal.
“Quando você faz algo grande como o Doutor Manhattan, você realmente quer contar a história. Eu quero abraçá-la de uma forma gigantesca.”
Mais dois painéis foram mostrados. Quando questionado sobre o raio-x da caveira, Geoff Johns respondeu: “É alguém que está doente.”
“Superman é a história.”Declarou.
O símbolo do Doutor Manhattan foi mostrado e logo depois, uma imagem da Liga da Justiça em Marte com a famosa frase:“Quem Vigia os Vigilantes?”
Em resposta aos leitores que acreditam que Watchmen não deve ser tocado, Johns disse:“Eu estou tentando contar a melhor história possível. Ele disse que a história celebra toda a história do Universo DC.”
O painel terminou com Geoff Johns dizendo: “Eu adoraria que o homem mais inteligente do mundo conhecesse o homem mais inteligente do outro. O homem mais inteligente do universo DC é Lex Luthor. E é tudo o que direi.” O “outro” a qual ele se refere provavelmente é Adrian Veidt, o Ozymandias de Watchmen. Johns disse que existem possibilidades dele falar sobre isso na próxima convenção em que ele participar.
Doomsday Clock será lançado em novembro. O Renascimento já está sendo publicado no Brasil pela editora Panini. Para mais informações sobre o que acontece na Editora das Lendas, fique ligado na Torre de Vigilância.
O roteirista superstar Grant Morrison anunciou hoje, na San Diego Comic-Con 2017, que fará uma continuação do clássico Asilo Arkham.
No painel dos publishers da DC Comics, Grant Morrison esteve ao lado de Jim Lee e Dan Didio para anunciar algumas novidades, sendo a mais bombástica a produção de Asilo Arkham 2, que contará com arte de Chris Burnham, sendo uma graphic novel de 120 páginas. Morrison comparou o projeto ao diretor Luc Besson, dizendo que será abrangente e situado no universo de Batman #666.
Asilo Arkham, clássico da DC Comics escrito por Morrison e ilustrado por Dave McKean, é um impactante conto de horror psicológico protagonizado por Batman e praticamente todos os internos do Asilo Arkham, o lar dos criminosos insanos de Gotham. Liderados pelo Coringa, esses pacientes – Duas-Caras, Chapeleiro Louco, Crocodilo, Cara de Barro, Espantalho e muitos outros – dominam as dependências do lugar e tomam como reféns seus empregados. Eles pretendem libertar os pobres funcionários, mas somente se uma condição for cumprida: o Homem-Morcego deve se entregar… e se tornar um deles!
Na palestra o autor também falou sobre Mulher-Maravilha: Terra Um Vol. 2, continuação do primeiro volume de sua graphic novel da Princesa Amazona. Foram feitas comparações com O Império Contra-Ataca, enquanto Morrison dizia que Diana irá encarar seu maior desafio. Também foi dito que a série Terra Um da Mulher-Maravilha será uma trilogia. Algumas artes foram divulgadas:
A provocativa Mulher-Maravilha: Terra Um, de Morrison e Yanick Paquette, é uma reinvenção ousada da origem da heroína, abordando mais do lado fetichista e diplomático da personagem, remetendo às origens da Era de Ouro.
Via: Bleeding Cool
Não foram anunciadas datas para os lançamentos de Asilo Arkham 2 e Mulher-Maravilha: Terra Um Vol. 02.
Dando continuidade ao lançamento de encadernados do Renascimento, a nova fase da DC, a editora Panini anunciou através de seu hotsite que o título Novo Super-Man será publicado em encadernado. Confira a capa e o release divulgado pela editora:
“A China é hoje uma das maiores potências do planeta e, como tal, não poderia ficar pra trás no que diz respeito a seus super-heróis, certo? Certíssimo! É por isso que, em agosto, chega às bancas o encadernado Novo Super-Man vol. 1, apresentando aquele que promete ser o maior campeão da justiça chinês de todos os tempos! Bom, talvez nem tanto…
Nessa edição especial, o roteirista Gene Luen Yang (Superman) e o desenhista Viktor Bogdanovic (Batman: Arkham Knight) introduzem ao Universo DC o jovem Kong Kenan, um estudante chinês não muito exemplar que, após um ato impensado de heroísmo, acaba sendo escolhido pelo enigmático Ministério da Autoconfiança para ser o Superman de seu país. A partir daí, uma trama repleta de mistérios e ação — e também de bom humor — se desenvolve, em um dos títulos mais elogiados da atual fase da Editora das Lendas.”
O primeiro volume chega às bancas em agosto ao preço de R$21,90. O encadernado compila as edições 1 à 6 da revista em 140 páginas. O formato é capa cartão, papel LWC e lombada quadrada. Para mais informações sobre os lançamentos da Panini, fique ligado na Torre de Vigilância.
A Marvel Comics vai lançar a minissérie Deadpool vs Old Man Logan. O anuncio foi feito já com a divulgação de algumas páginas, capa da primeira edição e a equipe criativa da HQ. O título será escrito por Declan Shalvey e terá desenhos de Mike Henderson.
“É como fosse uma comédia de dois amigos, que não são tão amigos assim. Com direito a muita briga, explosões e esfaqueamentos que você esperaria em uma HQ com o Deadpool e o Logan”, disse Henderson. “A dupla estão disputando para poder ajudar uma jovem mutante”.
Já Declan Shalvey disse em um comunicado da editora, que a história terá tudo o que se possa querer ver em uma HQ do Deadpool ou do Wolverine. “São personagens que têm muito em comum, mas com personalidades claramente muito diferentes”, disse Shalvey.
Deadpool vs Old Man Logan terá cinco capítulos e começa a ser publicado em outubro. Além de uma capa de Shalvey, ainda terá capas variantes de Ron Lim e do brasileiro Rafael Albuquerque.