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DC Comics anuncia nova minissérie da Ravena

A Titã Ravena vai estrear uma nova minissérie que começa a ser publicada no ano que vem. Raven: Daughter of Darkness, vai continuar a história de outra minissérie da personagem, intitulada de Ravena – Carnaval Branco (2016) que foi escrita pelo co-criador Marv Wolfman, que, aliás, também vai roteirizar o novo projeto.

“Rachel vai ter que lidar com outra aterrorizante ameaça sobrenatural, porém, desta vez, será algo baseado na realidade. Ao mesmo tempo, seus dramas pessoais virão à tona, como por exemplo, a sua mãe que retorna e entra em conflito com a sua tia Alice, o que pode abrir espaço para novos demônios” diz a sinopse divulgada pela DC Comics.

A minissérie ainda vai marcar o retorno do Barão Inverno, o feiticeiro misterioso e manipulador, que é líder da Força da Noite. Ele costuma usar sua liderança tanto para fazer o bem, como para seus próprios interesses, não se importando o preço que possa custar. O personagem foi criado por Marv Wolfman na década de 80.

“Faz um tempo que o Barão Inverno não dá as caras, agora ele aparece como uma pessoa que vai interceder em nome da Ravena”, disse Tim Beedle editor da DC Comics ao site Newsarama. “Mas considerando a fama que tem, será que ela deve confiar nele?”

Além de roteiro de Wolfman, Raven: Daughter of Darkness, terá artes de Pop Mhan e as capas de Yanick Paquette. A minissérie terá no total de 12 capítulos e começa a ser publicada no dia 10 de janeiro.

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Panini publica edição de luxo da Morte do Capitão Marvel

A história mais clássica do Capitão Marvel desenvolvida por Jim Starlin (roteiro e arte), somada a outras histórias  adicionais criadas por Steve Englehart, Doug Moench e Pat Broderick, encontram-se em pré-venda em lançamento da editora Panini. Confira abaixo mais detalhes sobre a edição de luxo da Morte do Capitão Marvel.

Como protetor do universo e verdadeiro defensor da Terra, o guerreiro kree Capitão Mar-Vell triunfou contra adversários grandes e pequenos. Mas, ao receber o diagnóstico de que está com câncer, o herói se vê diante de um inimigo que nem mesmo seu vasto poder é capaz de derrotar… e tanto ele quanto o universo que o ama terão de lutar para aceitar o inevitável. E mais, confira a batalha seminal contra Nitro que adoeceu o Capitão Marvel muitos anos antes — e, em meio a um confronto com o descomunal sistema de computadores de Titã, agora corrompido pela loucura de Thanos, testemunhe o nascimento do romance entre Mar-Vell e seu verdadeiro amor, Elysius.

“A morte toca todos nós de maneiras diferentes. Alguns mal sentem sua chegada. Outros, ela atinge bem de frente. E há os que sentem sua lâmina afiada cravar-se no coração.”

A graphic novel principal de A Morte do Capitão Marvel foi publicada originalmente em 1982 e marcou uma geração de leitores ao mostrar um super-herói tão poderoso encarando um inimigo imbatível, porém simplesmente natural e inevitável, através de uma narrativa inspiradora e emocionante que engloba todo o Universo Marvel, das ruas às galáxias distantes.

A Morte do Capitão Marvel possui 128 páginas encadernadas em capa dura e formato 26 x 17 cm e o preço sugerido é R$ 40,00. Clique aqui para reservar sua edição na pré-venda com desconto.

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Pipoca e Nanquim lança Um Pequeno Assassinato, de Alan Moore

A primeira graphic novel independente de Alan Moore, originalmente publicada em 1991 pela VG Graphics britânica, Um Pequeno Assassinato chega ao Brasil pela editora Pipoca e Nanquim e já está em pré-venda. Confira detalhes abaixo.

De Alan Moore, o criador de Watchmen, V de Vingança e Liga Extraordinária, e o artista expressionista Oscar Zárate, nasce a história de Timothy Hole, um publicitário bem-sucedido que acaba de aceitar o trabalho de sua vida. Contudo, as coisas começam a sair dos trilhos quando ele passa a ser perseguido por uma estranha criança, que o faz se questionar quem realmente é e, principalmente, como afeta as pessoas ao seu redor. Uma história sobre os pequenos homicídios que todos têm de cometer para seguir em frente. Um rastro de mortes de coisas aparentemente insignificantes. Afinal, quanto dano pode causar um pequeno assassinato? Uma das obras mais intelectuais, pessoais e contundentes de Alan Moore, publicada pela primeira vez no Brasil, num volume de luxo que apresenta a história completa, entrevista com os autores e texto introdutório de Carlos Sampayo (outro gigante dos quadrinhos).

A história foi vencedora do Prêmio Eisner de melhor graphic novel em 1994. Seu lançamento nos EUA, um ano antes, foi feito pela Dark Horse Comics, e posteriormente, em 2003, a Avatar Press publicou uma nova edição americana.

O título chega agregando ainda mais valor ao catálogo da editora, que já publicou Espadas e Bruxas de Esteban Maroto, Cannon de Wally Wood, Moby Dick de Christophe Chabouté e o premiadíssimo Beasts of Burden, de Evan Dorkin e Jill Thompson. Para conferir a galeria de previews, visite a página da pré-venda com desconto clicando aqui.

Um Pequeno Assassinato possui 116 páginas encadernadas em capa dura e o preço sugerido é R$ 54,90.

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Kombi 95 te leva para um passeio pelos anos 90

“Anos 90. Regras: Não há regras.”

Durante os anos de 1963 e 2001 em São Paulo, circulou um dos maiores sucessos editoriais do país: o jornal Notícias Populares. Ou simplesmente NP. A publicação entrou para história com suas manchetes violentas e sexuais. Suas matérias faziam sucesso na época, e o NP tinha como slogan os dizeres “Nada mais que a verdade”. Foi dele que surgiram matérias como o Bebê Diabo, O Desaparecimento de Roberto Carlos e a Gangue dos Palhaços.

A Gangue dos Palhaços era um bando, que segundo o Notícias Populares, composto na verdade por duas pessoas, um homem negro e uma loira. Ele vestido de palhaço e ela de bailarina. Eles atraiam crianças com balas e doces, e depois jogavam dentro de uma Kombi branca. Depois a criança que tinha sido raptada era encontrada sem órgãos. Eles atuavam sempre na frente das escolas. Apesar do NP sempre deixar bem claro em suas páginas que não passavam de boatos, o caso teve grande repercussão ao nível nacional. Tendo até relatos de testemunhas da tal Kombi. Havendo caso de palhaços de verdade que foram espancados por engando pelo povo. Os anos se passaram e o caso virou lenda urbana em todos os lugares do Brasil, por exemplo, eu sou da cidade de São Gonçalo/RJ, e aqui a lenda tem bastante força, inspirando até uma banda de punk/rock que tem o nome de A Kombi Que Pega Crianças. Confira o som dos caras no jabá AQUI.

É a partir dessa lenda urbana, noticiado com exaustão por cerca de dois meses seguidos pelo Notícias Populares, que a HQ Kombi 95 vira a chave da ignição e pisa no acelerador. A mais nova publicação do selo Plot! que é um dos braços da Editora Alto Astral, é escrita e desenhada pelo Thiago Cruz, o popular Thiago Ossostortos (sobrenome adquirido graças ao seu blog Ossostortos.blogspot.com.br), assim como foi com Peek a Boo – A Masmorra dos Coalas da Psonha, confira a resenha AQUI,  do mesmo selo, a edição é bem colorida, com o acabamento bem feito e posso dizer que é um dos quadrinhos mais divertidos que li no ano. E Kombi 95 é uma grande homenagem a tudo que se refere aos anos 90.

E quando eu digo tudo, é TUDO mesmo.

Kombi 95 já começa de um jeito bem divertido que mostra, como a própria HQ diz: “Quando a rua era quintal”. A época que se andava na rua, brincava na rua, sentava-se nas calçadas para fofocar sobre o que acontecia na rua. A ode aos anos 90 que Thiago Ossostortos colocou nos remete a um momento onde as pessoas só tinham como interagir no tête-à-tête, sem telefones, computadores e afins. Isso sem contar nas DIVERSAS referências musicais, televisivas, de moda, tendências, comidas, comportamento dos jovens etc e tal. Logo de cara temos a grande referência, a capa da HQ é baseada no clássico disco do Green Day: Dookie (1994).

Mas vamos para a história, Kombi 95 começa com o sumiço do menino Albino, e o boato que ele tinha sido sequestrado pela Gangue dos Palhaços estava cada vez mais forte, seus amigos então resolvem investigar e montam uma força-tarefa chamada de Os Caça-Palhaços. Apesar dos meninos parecerem estar mais animados com a diversão que a investigação proporciona do que resolver o mistério mesmo. A partir daí a história se desenrola se misturando com elementos dos anos 90. Tais elementos são praticamente personagens da HQ, em momentos eles interagem com a história, e ao mesmo tempo parecem ser uma história a parte. Ao mesmo tempo em que nos afastam da trama principal eles nos trazem de volta. O desfecho de Kombi 95, confesso que foi algo que não esperava. E é bem legal quando uma reviravolta que você menos espera acontece do nada, algo meio raro nos quadrinhos de hoje em dia, principalmente em alguns casos gringos.

O modo que Thiago Ossostortos coloca de tudo um pouco nos desenhos é impressionante, e ao mesmo tempo não fica nada confuso visualmente. Em qualquer parte da HQ você encontra um pedaço dos anos 90. Coisas como a batalha dominical entre Gugu X Faustão pela audiência está lá, como também tem o simples fato de ter que usar todas as fotos do rolo para poder revelar fotos. Jogar videogame em locadoras, ir à banca de jornal para comprar figurinhas, algumas coisas são mais tradicionais de São Paulo como, por exemplo, a extinta loja Mappin. Mas mesmo que você não pegue tudo que está lá, ou simplesmente não venha conhecer, não atrapalha o desenvolvimento da trama.

As interações dos personagens com o modo de viver dos anos 90, não tem como sentir um pouco da nostalgia e saudades daquela época. Tanto nas amizades como nas paqueras. Rolando até um momento, digamos sublime, para todo o adolescente. Tudo que é referente à juventude daqueles anos está lá, algumas gírias, modo de vestir, skates, patins, bicicletas… sempre tinha um que o pai era melhor financeiramente e tinha uma mobilete. Ou mesmo um computador, que na época se resumia a jogar DOOM e outros jogos, um tempo em que a internet ainda começava a engatinhar. Acesso mesmo, que poucas pessoas tinham, somente depois de meia-noite, via telefone, com o ancestral barulhinho de conexão.

Mas o que dita fortemente são as músicas. Sim, podemos dizer que Kombi 95 tem a sua própria trilha sonora. As músicas se espalham no decorrer da história e tem até uma playlist para poder ouvir. Na HQ tem um QR CODE, onde pode ouvir a eclética setlist no Spotify recheada de sucessos dos anos 90. Raimundos, Mamonas Assassinas, Titãs, Leandro & Leonardo, Só Pra Contrariar, Chitãozinho & Xororó, Racionais MC’S entre outros fazem parte da lista de 13 músicas.

Kombi 95 diverte e entrega o que propõe com seu acabamento bonito e uma excelente produção. No final ainda rola alguns desenhos adicionais bem bacanas, e a contra-capa são com fotos do Notícias Populares. Mais um belo lançamento da Plot! que vale a pena ser conferido.

 

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Doomsday Clock | Capa variante indica que Coringa estará na saga

O artista Gary Frank durante uma conversa de vídeo com Jim Lee compartilhou duas imagens que supostamente, serão capas da saga Doomsday Clock.  E em uma delas vemos o Coringa. A outra é uma pilha de panquecas com uma calda por cima delas que acaba reproduzindo a máscara do Rorschach.

A capa referente ao Coringa mostra o vilão passando maquiagem, e o detalhe é que a marca estampada no estojo é  o logo da Veidt Enterprises. Da empresa de Adrian Veidt, o alter-ego de Ozymadias de Watchmen. Se confirmar que o Palhaço Rei do Crime vai estar mesmo na saga, é o segundo grande vilão da Editora das Lendas que vai participar da história. Durante a divulgação da prévia de Doomsday Clock #1 foi apresentada a capa onde vemos Lex Luthor sentado em sua mesa, com Ozymadias lhe segurando o ombro. Confira na galeria abaixo:

 

Até então o que foi apresentado de capas de Doomsday Clock foram artes que se assemelham muito com as de Watchmen original. Fora as variantes que apresentam personagens dos dois universos interagindo de alguma forma.

Doomsday Clock começa na realidade de Watchmen, sendo uma sequência direta, vários anos depois de o jornal The New Frontiersman ter publicado o conteúdo do Diário do Rorschach que foi deixado na sua cesta do correio. A missão do anti-herói é levar de volta o Dr. Manhattan para sua casa, que por sua vez tem se escondido nas entranhas do Universo DC e foi o causador de diversas mudanças. Ozymandias é então o homem mais procurado do mundo, depois da revelação que ele foi responsável pela morte de milhões de pessoas. Essa sinopse foi revelada durante a New York Comic Con.

A grande pergunta é: será que com a participação do Coringa em Doomsday Clock vai começar a desvendar um dos grandes mistérios que surgiu no início do Renascimento: por que existem três Coringas? Fique ligado na Torre de Vigilância para saber mais detalhes.

 

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Neal Adams narra o encontro entre Batman e Hortelino Troca-letras

A DC Comics está publicando desde o último mês de junho, os crossovers entre os personagens do seu universo com a turma maluca dos Looney Tunes. A lenda dos quadrinhos, Neal Adams, revelou recentemente que uma das suas HQs favoritas no momento é o encontro entre o Batman e o Hortelino Troca-Letras. O quadrinista gostou tanto que fez uma espécie de “rádio-novela” da edição, onde ele mesmo narra os acontecimentos da HQ.

Confira abaixo, sabendo que contém spoilers de Batman vs Elmer Fudd:

https://www.youtube.com/watch?v=JZAWBjgQ6n4

Na trama, depois de encontrar com o bilionário Bruce Wayne, Hortelino cria uma obsessão pelo Homem-Morcego a ponto de persegui-lo por toda Gotham City.

Os crossovers ainda marcam os encontros de o Caçador de Marte/Marciano Marvin, Lobo/Papa-Léguas, Mulher-Maravilha/Demônio da Tasmânia, Pernalonga/Legião de Super-Heróis e Jonah Hex/Eufrazino Puxa-Briga. Confira os detalhes AQUI.

Batman/Hortelino Troca-Letras tem roteiro de Tom King e desenhos de Lee Weeks.

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Dias de Horror | Chiaroscuro Studios lança selo de quadrinhos

Foi anunciado hoje que a Chiaroscuro Studios vai lançar seu próprio selo de quadrinhos. A empresa brasileira é uma das maiores no mundo em agenciamento de quadrinistas, e chega produzir mais de 300 HQs e milhares de páginas por ano para a DC Comics, Marvel Studios, Dark Horse entre outras.

A estreia será com a graphic novel Dias de Horror, que vai homenagear o gênero de super-heróis. Uma história totalmente inédita que tem roteiro de Danilo Beyruth (Astronauta – Magnetar) e que foi desenhada, colorizada e teve suas artes-finais feitas por mais de 50 artistas da Chiaroscuro Studios. A lista inclui nomes como Ivan Reis (Justice League of America), Paulo Siqueira (Secret Empire), Adriana Melo (Doctor Who), Marcio Takara (Asa Noturna), Eddy Barrows (Detective Comics), Robson Rocha (Supergirl) entre outros.

Na trama, Vladimir Horrorovich é o ditador da Krasólvia, um país do leste europeu. E é um dos maiores vilões do mundo conhecido como Doc Horror. Acusado de traição à humanidade durante uma invasão alienígena que causou a morte dos três maiores heróis da Terra e de inúmeros civis, ele está no centro do julgamento do século. O planeta acompanha o testemunho de diversos superseres e de outros personagens que jogam luz sobre a história do criminoso e os fatos que envolvem aquele dia. Para que a justiça prevaleça, a verdade precisa vir à tona.

 

Dias de Horror se encontra em pré-venda na plataforma de financiamento coletivo Catarse, atualmente (até o fechamento da matéria) a campanha já tinha alcançado 198% da meta inicial. Lá, além de conferir os preços e os formatos da publicação, ainda rolam algumas recompensas.

“É um passo importante na produção de quadrinhos autorais no país, reunindo os principais nomes do mercado para criarem conteúdos inéditos para publicação no Brasil e em outros países”, falou Ivan Costa, sócio da Chiaroscuro Studios. Além da versão em português, também terá uma em inglês somente em formato digital.

Dias de Horror tem o formato em 21 cm x 31 cm, 128 páginas, capa dura e impressão em couchê fosco 150g. Clique AQUI para ver a campanha no Cartase.

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Antologia Amor é Amor da DC Comics e IDW chega ao Brasil pela Geektopia

A antologia organizada pela IDW e DC Comics em homenagem aos sobreviventes do atentado à boate Pulse, em Orlando, está chegando ao Brasil em lançamento da Geektopia. Amor é Amor venceu o Prêmio Eisner de Melhor Antologia em 2017 e mostra personagens da DC e histórias criadas pelos maiores nomes da indústria com o objetivo de espalhar a igualdade pelo mundo.

“Amor é Amor” foi concebido por escritores e artistas do mundo todo, unidos pelo propósito de expressar sua dor, compaixão, frustração e esperança, inspirados pelos trágicos eventos de junho de 2016. Nesta obra, celebram as vítimas, os sobreviventes e suas famílias, e espalham uma mensagem de paz e inclusão.

Organizado por Marc Andreyko e IDW Publishing, com o apoio da DC Comics, “Amor é Amor” também inclui muitos personagens amados do universo dos quadrinhos, como Batman, Superman, Supergirl, Arlequina e outros.

O encadernado conta com uma introdução especial escrita por Patty Jenkins, diretora de Monster e Mulher-Maravilha. Entre os artistas envolvidos estão: Phil Jimenez, Steve Orlando, Paul Dini, Gail Simone, Jonathan Hickman, Jason Aaron, Mark Millar, Jim Lee e muitos outros. A renda obtida pelas vendas, nos EUA, foi destinada às famílias das vítimas do atentado.

Há algumas semanas a DC Comics recebeu um prêmio de reconhecimento pela inclusão LGBT dado pela GLSEN (Gay, Lesbian, and Straight Entertainment Network).

Amor é Amor possui 144 páginas encadernadas em formato 17 x 26 cm e o preço sugerido é R$ 39,90. Clique aqui para garantir sua edição com desconto na Amazon.

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Panini relança Watchmen, Justiça e Absolute Sandman vols. 2 e 3

Além dos lançamentos como A Noite Mais Densa, Guerra da Trindade e Promethea Vol. 2, estão chegando às livrarias as reimpressões de outros encadernados definitivos da editora Panini, como Watchmen e mais volumes de Sandman. Confira a lista completa abaixo.

Watchmen – Edição Definitiva

Uma das Graphic Novels mais influentes de todos os tempos e um eterno bestseller, WATCHMEN só cresceu em estatura desde sua publicação original, como minissérie, em 1986. Esta edição de luxo, com capa dura, papel especial e formato diferenciado, traz a lendária saga escrita por Alan Moore e desenhada por Dave Gibbons, totalmente recolorida digitalmente por John Higgings, o colorista original. Não apenas isso, o volume de 460 páginas também apresenta uma quantidade de extras jamais vista no Brasil, trazendo trechos do roteiro original, esboços de Gibbons, comentários sobre os personagens, textos dos criadores e mais.

Uma edição primorosa que não pode faltar na estante de nenhum colecionador, contendo a história eleita pela TIME como uma das cem melhores obras em língua inglesa de todos os tempos, o encadernado da editora Panini contém 460 páginas encadernadas em capa dura e formato 28,2 x 19 cm, e o preço sugerido é R$ 110,00. Você pode adquirir sua edição na Amazon com 20% de desconto clicando aqui.

Sandman – Edição Definitiva: Vols. 2 e 3

Depois do sucesso do primeiro volume de Sandman – Edição Definitiva, estes volumes continuam a narrar a história de Morfeus, o Rei do Sonhar. O responsável por essa saga contemporânea é Neil Gaiman, o autor que se tornou uma unanimidade entre os leitores de quadrinhos. Com sua fábula contemporânea, ele criou uma mitologia que adquiriu vida própria logo que entrou em contato com os leitores tornando-se um clássico quase instantâneo. A série conta a história de Morfeus, um dos Perpétuos – criaturas análogas aos deuses, mas ainda maiores. Basicamente ele controla e tem acesso a todos os sonhos da humanidade e de todas as criaturas capazes de sonhar, sendo o senhor do Mundo dos Sonhos, a terra aonde vamos em nossas horas de sono.

As edições definitivas de Sandman contém 616 páginas encadernadas em capa dura e formato 28 x 19,2 cm. O preço sugerido de cada edição é R$ 145,00. A série publicada pela Panini é composta por quatro encadernados e o spin-off da Morte. Para completar sua coleção comprando com até 40% de desconto, clique aqui.

Justiça – Edição Definitiva

Eles são conhecidos como “Os Maiores Super-Heróis do Mundo”. Porém, os integrantes da consagrada Liga da Justiça da América estão prestes a aprender que não são os únicos capazes de se unir por um objetivo em comum. As mentes criminosas mais mortais de nossa era aparentemente estão agindo juntas, com um surpreendente plano… que procura perpetrar um bem que nem mesmo a LJA é capaz! Mas algo obscuro se esconde sob a superfície dessa busca. Conseguirá a Liga sobreviver por tempo suficiente para descobrir a verdade? O panteão de lendas da DC Comics é reinventado pelo consagrado criador Alex Ross, pelo ilustrador Doug Braithwaite e pelo roteirista Jim Krueger nesse encadernado, contendo a bem-sucedida maxissérie na íntegra!

Justiça – Edição Definitiva chega às livrarias contendo 492 páginas encadernadas em capa dura e formato 30,4 x 19,6 cm, e o preço sugerido é R$ 110,00. Clique aqui para reservar sua edição na pré-venda.

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Flash War | História vai colocar Barry Allen e Wally West em conflito

Foi durante o painel DC’s Metal & New Age of Heroes, que aconteceu na última New York Comic Con, que foi anunciado o grande evento do Flash para 2018. A saga “Flash War” onde Barry Allen vai enfrentar o Wally West original. Que fez a revelação foi o próprio roteirista da HQ do Velocista Escarlate, Joshua Williamson, depois de perguntar para a plateia qual dos dois era o melhor Flash. A resposta foi bem dividida.

“A partir de Flash #46 vamos ver quem é o melhor velocista: Barry ou Wally?” disse Williamson. “Em janeiro teremos um Anual que será prelúdio de Flash War e somente mesmo na edição 46 é que as coisas vão esquentar de vez”.

No painel, a DC Comics divulgou uma imagem de Wally West, usando seu atual uniforme, e segurando mais dois em cada mão: o que usava na época do Kid Flash e o uniforme depois da clássica saga Crise nas Infinitas Terras. Confira abaixo:

“Flash War” terá desenhos de Christian Duce e capa de Howard Porter. Aqui no Brasil a Editora Panini está lançando as histórias do personagem em formato de encadernados.