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Cinema Séries

Elsa Bloodstone será utilizada em futuras produções da Marvel Studios

Elsa Bloodstone, personagem sobrenatural dos quadrinhos da Marvel, será utilizada em futuras produções do MCU. A informação é do MCU Direct.

Atualmente, a Marvel Studios está investindo pesado em filmes e séries sobrenaturais, como WandaVision, Doctor Strange in the Multiverse of Madness, Cavaleiro da Lua e Blade. Bloodstone deve fazer a sua primeira aparição em algumas dessas produções.

Elsa é uma jovem caçadora de monstros, criada em 2001 por Dan Abnett e Andy Lanning. Ela é membros dos grupos Nextwave, Filhos da Meia-Noite e Defensores do Medo.

Marvel TV quase produziu série de Elsa Bloodstone

O universo cinematográfico da Marvel iniciou-se em 2008 através do filme Homem de Ferro, protagonizado por Robert Downey Jr. com direção de Jon Favreau. Atualmente, o MCU é composto por 23 filmes, 6 curtas metragens e 11 seriados.

Para futuras informações a respeito da Marvel Studios, fique ligado aqui, na Torre de Vigilância.

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Cinema

Marvel Studios supostamente amou a atuação de Richard Madden como Ikaris em Os Eternos

De acordo com o MCU Direct, a Marvel Studios supostamente amou a atuação de Richard Madden como Ikaris em Os Eternos.

Ao que tudo indica, Madden entregou uma performance deveras respeitável, considerada uma das melhores do MCU. Devido a isso, a Marvel Studios pode possuir um interesse maior em Ikaris, visto que Madden assinou contrato para diversas produções da empresa.

Richard Madden é um ator escocês conhecido por interpretar Robb Stark na série de televisão Game of Thrones da HBO e Príncipe Kit em Cinderella, versão live-action do filme de animação da Disney.

THE ETERNALS: GAME OF THRONES' Richard Madden in Talks to Play ...

Quando os seres cósmicos conhecidos como ‘Celestiais’ realizam experimentos genéticos em humanos, criando assim, indivíduos super-poderosos e certas figuras vilanescas conhecidas como Deviants. Os dois grupos partem em uma batalha contra o outro através da História, para ver qual raça se tornará a dominante. A história envolve o romance entre Ikaris, um homem movido pela energia cósmica, e Sersi, que prefere viver entre os humanos.

Os Eternos estreia em 2021 nos cinemas mundiais.

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Séries

Segunda temporada de Loki já pode estar garantida pela Marvel Studios

Em uma entrevista para a Variety, o ator Clark Gregg pode ter confirmado acidentalmente, que Loki já possui uma segunda temporada garantida pela Marvel Studios.

“Eu estaria mentindo se não dissesse ‘Cara, seria realmente interessante começar esse experimento’. Fazer 12 episódios da maneira semelhante que Tom Hiddleston me disse que estava fazendo em Loki, com aquele tipo de orçamento e com o time de produção do universo Marvel”.

De acordo com as palavras de Clark, os dois anos de Loki podem estar sendo gravados simultaneamente. Em 2019, Kevin Feige, CEO da Marvel Studios, já havia confirmado que o deus da trapaça e as demais séries da empresa, terão seis episódios cada um com 1 hora de duração.

loki gifs | Tumblr

Em Loki, veremos o deus da trapaça do ano de 2012 fazendo inúmeras viagens temporais, nas quais irão interferir drasticamente no destino do multiverso.

Para futuras informações a respeito de Loki, fique ligado aqui, na Torre de Vigilância.

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Música

A importância das músicas de Beyoncé, Kendrick Lamar e Childish Gambino nas atuais manifestações raciais estadunidenses

O mundo está acompanhando uma série de manifestações nos Estados Unidos à respeito do assassinato de George Floyd pela polícia de Minneapolis. George (40) foi asfixiado até sua morte por um policial branco, e teve o vídeo do crime divulgado nas redes sociais por testemunhas, o que fez com que a indignação popular criasse força. Mesmo sendo o país com o maior número de casos de covid-19, esse fator não impediu para que cidades estadunidenses fossem cenários de protestos históricos que atravessaram o país inteiro, chegando até mesmo na sede da CNN em Atlanta e na Casa Branca.

Protestos nos EUA: polícia cerca Casa Branca para impedir acesso ...

O racismo dos Estados Unidos é um tema historicamente conhecido pela maioria das pessoas, não à toa que ele é tema de várias produções culturais ao longo dos anos, desde filmes, séries, livros, peças e músicas. Na última década, no ano de 2013 devido aos diversos casos de brutalidade policial por parte do estado que se arrastavam por toda história americana e também a popularização e fortalecimento de grupos supremacistas brancos do país, surgiu o movimento Black Lives Matter, em tradução, Vidas Negras Importam que ganhou importância não só dentro dos EUA, como também no mundo todo. Tal movimento, de extrema importância não poderia passar despercebido dentro da cultura popular americana, principalmente na música.

Os anos 2010 foram marcados por diversas músicas que exploravam temáticas sociais e levavam pra frente os debates que a sociedade americana estava lidando no atual momento, principalmente no que se diz respeito à comunidade afro-americana. Por isso, aqui estão 3 músicas que, devido às suas respectivas importâncias, se tornaram símbolos do movimento Black Lives Matter.

Alright – Kendrick Lamar

Lançada em 2015, o quarto single de To Pimp A Butterfly não foi considerado por muitos veículos internacionais como uma das melhores e mais importantes músicas da década passada á toa. Alright de Kendrick Lamar foi uma das pioneiras a se tornar símbolo do novo movimento social que marcaria a história da luta antirracista americana e mundial. O trecho “We gon’ be alright” (nós ficaremos bem) é até hoje um dos gritos de guerra utilizado nas manifestações do movimento nos Estados Unidos.

Kendrick Lamar, contou em entrevista com o crítico de cultura pop Milles Marshall Lewis que a inspiração para Alright, veio em sua viagem à África do Sul, especificamente quando visitou a cela de Nelson Mandela na Ilha de Robben. Da mesma forma que na sua entrevista à National Public Radio, ele contou que:

“Quatrocentos anos atrás, como escravos, orávamos e cantávamos canções alegres para manter a cabeça equilibrada com o que estava acontecendo. Quatrocentos anos depois, ainda precisamos dessa música para curar. E eu acho que ‘Alright‘ é definitivamente uma daquelas músicas que fazem você se sentir bem, não importa a que horas sejam.”

É difícil de dizer quando e onde foi a primeira vez que Alright se tornou trilha sonora das manifestações, mas há casos que ficaram marcados na linha do tempo da canção. Como em 2015, ano de lançamento da faixa, na estudantes e ativistas da Universidade Estadual de Cleveland, no estado de Ohio viram policiais agirem com violência em cima de manifestantes do movimento e cantaram a canção enquanto se afastavam dos mesmos.

No ano seguinte, um comício republicano em Chicago, marcado na agenda de Donald Trump em sua campanha eleitoral, foi cancelado graças às manifestações contra a brutalidade policial e o racismo no local onde ocorreria o evento, os ativistas também usavam o trecho de Lamar como ato de resistência política, confira os dois casos a seguir: 

https://www.facebook.com/consequence/videos/10153861823071648/

 

Formation – Beyoncé

O quê acontece quando a maior cantora dos últimos anos estreia uma música sobre empoderamento feminino negro, com referências direta aos Panteras Negras e Malcolm X no maior evento televisionado do mundo, com uma audiência de mais de 110 milhões de pessoas? Bem, Beyoncé tem a resposta. Lançada em fevereiro de 2016 e também sendo considerada uma das melhores e mais importantes músicas dos anos de 2010 por diversos veículos, Formation causou um impacto tão grande na sociedade estadunidense que não só transformou a carreira da texana, como também toda a cultura popular do país.

 

Beyoncé foi duramente criticadas por representantes conservadores, desde apresentadores do canal Fox News até o ex-prefeito da cidade de Nova York. Ela também foi alvo de manifestações e boicotes por parte do público do espectro reacionário e da própria polícia dos Estados Unidos, onde em algumas cidades, os corpos policiais se recusaram a fazer a segurança dos locais onde ocorreriam os shows, como por exemplo, em Miami. Mas obviamente, Beyoncé contou com um grande apoio popular, principalmente da comunidade afro-americana, muitos foram às ruas, para defendê-las e se posicionarem ainda mais contra a violência policial e o racismo americano. 

Lemonade, álbum que teve Formation como seu carro chefe, não se tornou só um dos álbuns mais aclamados do seu ano, como de toda a década, além de ser provavelmente o mais importante da carreira da cantora até aqui. Beyoncé desde então continua se provando um grande ícone e uma grande voz no movimento afro-americano.

Em 2017, a cantora apareceu de surpresa no evento Sports Illustrated Sportsperson of the Year Awards para homenagear Colin Kaepernick, jogador de futebol americano que ficou conhecido mundialmente por, a partir de 2016 se recusar a prestar homenagem a bandeira e ao hino nacional estadunidense ante das partidas dos jogos, como protesto à brutalidade policial e assassinato de negros no país. Kaepernick, assim como Beyoncé, sofreu diversas críticas e boicotes, tanto que não conseguiu nenhum time para a temporada de 2017.

Em seu discurso, Beyoncé disse: “ É triste que o racismo seja tão americano ao ponto de que, quando protestamos contra o racismo, algumas pessoas assumem que estamos protestando contra a América.”

Confira a apresentação no Super Bowl em questão:

https://twitter.com/pamtaketomi/status/1224023252034519043

 

This Is America – Childish Gambino

Um dos clipes mais icônicos da última década pode não ter repercutido “fisicamente” como as outras gravações já citadas, mas é impossível ignorar o impacto e a popularidade de This Is America, sobretudo na internet. Lançado em 2018, Childish Gambino afirma o poder que as mídias sociais têm sobre as questões sociais. O trabalho como um todo, música e clipe, recebeu uma repercussão midiática pouco vista antes. Do Washignton Post, à revista Time e virando pauta de programas de TV, This Is America alcançou o primeiro lugar nas paradas americanas e coleciona hoje mais de 650 milhões de views, 4 prêmios Grammys (sendo 2 deles por Música e Gravação do ano) mas acima de tudo isso, um impacto cultural inigualável.

Recheado de simbolismos que podem servir como pauta de outra matéria, o clipe de This Is America fala de não somente críticas à brutalidade policial, do estado, ao assassinato de pessoas negras, como também critica o estúpido movimento supremacista branco, a posse de arma, a mídia americana, o conservadorismo, e outras mazelas como a apropriação cultural. Além de também fazer referências a tragédias ocorridas com pessoas negras nos Estados Unidos, como o Massacre da Igreja de Charleson, na Carolina do Sul, quando um homem branco entrou na igreja armado e matou 9 pessoas ali presente com um discurso extremamente racista. A igreja em questão era referência na luta por direitos civis da sua região, o que deixa tudo ainda mais simbólico.

A música é tão importante dentro do contexto digital que atualmente, com as diversas manifestações que estão acontecendo nos Estados Unidos por causa do assassinato de George Floyd, a música virou uma hashtag nas redes sociais onde usuários postam fotos e vídeos dos eventos em que participam, como forma de denunciar a opressão por parte do estado que eles estão sofrendo. This Is America também está servindo como trilha sonora no aplicativo Tik Tok para vídeos quais os usuários, além de mostrarem como andam os protestos, denunciam problemas do país em que vivem. A corrente da música vem tornando-se novamente um viral, sendo aderido por pessoas de vários outros países.

https://twitter.com/Ashveeezy0220/status/1266169229281132544

George Floyd: Protestos pela morte de cidadão negro se espalham ...

Existem diversas músicas ao longo do ano que conversam com minorias e viram trilhas sonoras e gritos de guerra de suas lutas, principalmente na história do movimento negro. E não só dos Estados Unidos, no mundo todo, incluindo o Brasil. Esses pequenos exemplos provam que a extrema importância da cultura popular dentro dos movimentos civis e políticos, não podendo ser subestimada ou deixada de lado. Além de nos mostrar o quanto é importante que artistas e criadores de conteúdos não brancos conquistem cada vez mais um espaço maior dentro da sociedade. A arte e a cultura popular são dois dos aliados mais fortes na luta para um mundo mais igual e justo.

Justiça para Goerge Floyd, João Pedro e todos as outras pessoas negras assassinadas pelo estado e pelo racismo. 

 

 

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Anime Cultura Japonesa

Após hiato, reboot de Digimon voltará a ser exibido na semana que vem

Há pouco mais de um mês a Toei suspendeu as exibições de novos episódios de One Piece e Digimon Adventure: no Japão por conta da pandemia do COVID-19. Hoje, o canal oficial de Digimon anunciou o retorno da série.

Digimon Adventure: voltará a ser exibido no Japão no dia 07 de junho, e recomeçará a partir do primeiro episódio. Até o momento, haviam sido exibidos apenas os três primeiros episódios da série. Desta forma, com reinício e levando em conta a periodicidade de um episódio por semana, o quarto (inédito) será exibido no dia 28 de junho.

© Toei.

A nova animação é um reboot da série clássica de 1999, contando mais uma vez a história dos Digiescolhidos, porém com grandes diferenças de desenvolvimento, e foi uma das principais estreias de abril, apesar de ter sido rapidamente afetada pela pandemia de Coronavírus.

O canal japonês onde a série é exibida semanalmente é o Fuji TV.

Confira nossas impressões sobre o reboot de Digimon Adventure clicando aqui!

No Brasil, Digimon Adventure: está sendo exibido simultaneamente com o Japão através da Crunchyroll, que também possui outras séries da Toei em catálogo. Até o momento nada foi dito sobre o retorno de One Piece, que entrou em hiato ao mesmo tempo.

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Cinema Séries

Grande Almirante Thrawn estará no próximo projeto em live-action da saga Star Wars

O Full Circle informa, que o Grande Almirante Thrawn estará presente no próximo projeto em live-action da saga Star Wars, que até o momento, não está claro se será um filme ou uma série.

A Lucasfilm já começou o processo de escalação do ator que viverá Tharwn. A faixa etária que a produtora está procurando para o personagem, é entre 40 e 60 anos.

Mitth’raw’nuruodo, comumente conhecido como Thrawn, foi um Chiss que serviu como Grão-Almirante na Marinha Imperial nos anos anteriores à Batalha de Yavin. Thrawn, que acreditava na importância de se entender a cultura de um inimigo para derrotá-lo, recebeu a tarefa de derrotar uma rebelião contra o Império Galáctico.

Star Wars é uma das maiores franquias da história, acumulando o total de 11 filmes, diversas animações, games e curta-metragens. O primeiro filme foi lançado em 1977, com Mark Hamill, Carrie Fisher e Harrison Ford.

Para futuras informações a respeito do primeiro filme da franquia Star Wars, fique ligado aqui, na Torre de Vigilância.

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Cultura Japonesa Mangá Pagode Japonês

10 mangás seinen que mereciam ser publicados no Brasil

A variedade de títulos e demografias de mangás disponíveis no mercado nacional – apesar da pandemia – está cada vez maior, mesmo que engatinhando em comparação com outros países como França e Estados Unidos. E entre os gêneros de maior destaque, junto dos shounen, estão os mangás seinen, destinados ao público masculino adulto no Japão.

Abaixo, listamos dez mangás desta demografia que poderiam ser lançados no Brasil com base em alguns critérios, tais como: gosto pessoal, histórico de publicação do(a) autor(a) no Brasil e adaptação para animê em andamento ou já concluída.

Designs (Daisuke Igarashi)

Com duas obras já publicadas em território nacional pela editora Panini (Witches, série completa em 2 volumes e Children of The Sea, completa em 5 volumes), Daisuke Igarashi não é exatamente uma novidade para os leitores do Brasil, porém, algumas de suas obras ainda poderiam ser boas apostas, e talvez a opção de maior destaque seja Designs.

Serializada entre 2015 e 2019 na revista Afternoon, Designs é uma série completa em 5 volumes centrada em “híbridos humano-animal”, criados com um propósito misterioso de importância para o futuro da humanidade, e enviados para missões de massacre. O autor, que sempre aborda a ligação da natureza com o homem em seus mangás, entrega o estilo narrativo similar ao utilizado na série que alavancou sua fama, Kaijuu no Kodomo (a já citada Children of The Sea), porém com foco também em ação.

Dorohedoro (Q Hayashida)

Série adaptada recentemente para animê pelo estúdio MAPPA – e disponível internacionalmente na Netflix -, a coleção de Dorohedoro possui 23 volumes (190 capítulos) e foi serializada nas revistas Ikki e posteriormente HiBaNa e Gessan. A obra é uma ficção pós-apocalíptica que se passa em duas dimensões, o Buraco (a paisagem sombria e urbana onde residem os humanos) e o mundo dos feiticeiros.

A garota Nikaido conhece Caiman, um homem com cabeça de réptil e amnésia grave, e enquanto um clã de feiticeiros vem utilizando pessoas como cobaias em experimentos das artes negras, a dupla começa a caçar e matar os mesmos buscando desfazer o feitiço. A serialização de Dorohedoro, no Japão, se deu de 2000 a 2018.

A série animada está disponível na Netflix.

Eizouken ni wa Te wo Dasuna! (Sumito Owara)

Um dos sucessos recentes dos animês no mundo todo, Keep Your Hands Off Eizouken! (nome internacional) ganhou o carinho de todos graças ao carisma das protagonistas e a fantástica direção do animê, por Masaaki Yuasa, com produção espetacular. O mangá, de autoria de Sumito Owaara, é serializado no Japão na revista Gekkan! Spirits desde 2016, ainda em andamento com 5 volumes.

Eizouken conta a história de, principalmente, três garotas que iniciam um clube de animê na escola e desejam fazer animação, enfrentando as dificuldades de produção, orçamento, som e etc. Asakusa, Mizusaki e Kanamori são três garotas bem diferentes em personalidade que, juntas, dão início ao clube e aos poucos ganham destaque. A obra chama atenção especialmente pelo carisma, mas também pela criatividade visual.

A série animada está disponível na Crunchyroll.

Billy Bat (Naoki Urasawa)

Naoki Urasawa não é novidade no Brasil. Já tivemos os lançamentos de algumas séries completas, como 20th e 21st Century Boys, Monster (que vem sendo republicado em novo formato, de luxo) e Pluto. Mas a produção de Urasawa no Japão é muito extensa e entre suas diversas séries que poderiam ser lançadas no Brasil (como Master Keaton ou Yawara!) destaca-se Billy Bat.

A história é centrada num autor nipo-americano chamado Kevin Yamagata, criador da popular série Billy Bat para a editora Marble Comics em 1949. Kevin se dá conta de que pode ter copiado inconscientemente a imagem de Billy Bat a partir de algo que viu durante o período em que o Japão estava ocupado no pós-guerra, e aos poucos o autor se vê envolvido numa série de mistérios, assassinatos e profecias quando tenta buscar a permissão do autor original para que utilize o personagem. Como outras séries de Urasawa, esta traz um crescente de dramas psicológicos envolventes.

Shinya Shokudou (Yarou Abe)

Um simples restaurante que só abre durante a madrugada onde os clientes interagem contando histórias diversas. Shinya Shokudou (conhecido internacionalmente como Midnight Diner) é um mangá de autoria de Yarou Abe serializado desde 2006 na revista Big Comic Original contando com 22 volumes encadernados lançados até o momento.

Com um desenho único e bem diferente do habitual, Midnight Diner cativa pelo retrato perfeito do que é um slice-of-life. O dono do restaurante serve um menu fixo e prepara pratos customizados caso seja possível e, enquanto isso, histórias de vida são narradas. O mangá foi adaptado para uma série live-action que possui 5 temporadas, duas delas disponíveis na Netflix com o subtítulo Tokyo Stories.

A série live-action está disponível na Netflix.

Atom: The Beginning (Masami Yuuki, Tetsuroh Kasahara, Makoto Tezuka)

Adaptado para animê em 2017, Atom: The Beginning é um mangá baseado na criação de Osamu Tezuka, o Astro Boy. Com roteiro de Masami Yuki e arte de Tetsuro Kasahara, ATB é serializado na revista Monthly Hero’s, onde também é publicada a série moderna do Ultraman, também adaptada há pouco tempo para animê.

Como o nome sugere, este mangá é centrado no que aconteceu antes da criação do Astro Boy propriamente dito, com personagens clássicos como o Dr. Ochanomizu e Umatarou Tenma em versões mais jovens interagindo com A106, o protótipo de robô criado por eles que pode vir a ser um deus ou simplesmente um amigo. No Japão, a coleção de encadernados contém até o momento 11 volumes, e a serialização teve início em 2014. No México a publicação da série se dá pela editora Panini.

Bokurano (Mohiro Kitoh)

A criação mais famosa de Mohiro Kitoh (autor publicado no Brasil uma única vez pela editora L&PM com o compilado Fim de Verão), Bokurano é uma série de mecha serializada entre 2003 e 2009 na revista Ikki que ganhou destaque por diversas razões ao longo da publicação de seus 66 capítulos, totalizando 11 volumes encadernados e sendo adaptada para animê em 2007.

Quinze estudantes se envolvem num misterioso evento ao adentrarem uma caverna na praia onde recebem o convite suspeito para jogar um jogo onde cada um terá a chance de pilotar um robô gigante para batalhar contra inimigos que estão invadindo a Terra. O preço que o controle do robô cobra após o fim de uma batalha é chocante. Desta forma, as quinze crianças estão com um contrato assinado onde, no final, todas podem perder tudo.

Mushishi (Yuki Urushibara)

Mushishi ganhou o mundo desde o início de sua serialização na revista Afternoon entre os anos de 1999 e 2008, totalizando 50 capítulos compilados em 10 volumes. Criação da mangaká Yuki Urushibara, o sucesso foi tanto que a obra já possui três séries animadas e dois OVAs. O mangá possui uma continuação de apenas um volume, e uma antologia também de volume único.

A história apresenta criaturas onipresentes chamadas Mushi que frequentemente apresentam poderes sobrenaturais. Os mushis são descritos como seres em contato com a essência da vida na sua forma mais básica e pura. Devido à sua natureza efêmera, a maioria dos seres humanos são incapazes de perceber os mushis e são alheios à sua existência, mas há alguns que possuem a capacidade de ver e interagir com tais seres. Uma dessas pessoas é Ginko, o personagem principal. Ele emprega-se como um “Mushishi” (termo dado a pessoas que possuem a habilidade de enxergar mushis) viajando de um lugar para outro a pesquisar mushis e ajudar pessoas que sofrem de problemas causados por eles.

A série animada está disponível na Crunchyroll.

Yokohama Kaidashi Kikou (Hitoshi Ashinano)

Mais uma série da espetacular revista Afternoon, Yokohama Kaidashi Kikou (nome internacional Quiet Country Cafe) possui a incrível capacidade de contar uma história que soma 142 capítulos e 14 volumes encadernados onde quase nada acontece, girando em torno de contemplação e ideias muito simples.

Sendo uma ficção científica muito singular, YKK (como é chamada pelos fãs) é a série pós-apocalíptica mais good vibes de todos os tempos. Num Japão futurista onde o nível do mar subiu e invadiu boa parte das áreas costeiras do planeta, onde a população diminuiu drasticamente e as instituições políticas e tecnológicas ruíram, impedindo a existência de formas de comunicação que não sejam presenciais ou através de cartas e também blindando a existência de eletrodomésticos como a televisão, a robô Alpha é dona de uma pequena e simples cafeteria onde recebe seus poucos clientes e vive sua vida de forma simples e extremamente calma. Ela observa a passagem do tempo e faz amizade com outros robôs e humanos, e suas experiências são passadas com imersão única com poucos diálogos e muita apreciação dos momentos através da narrativa e bela arte do mangaká Hitoshi Ashinano.

Saint☆Oniisan (Hikaru Nakamura)

Após a publicação de Arakawa Under The Bridge pela editora Panini, é natural que um dos mangás listados aqui e que mereciam ser lançados no Brasil seria Saint☆Oniisan (nome internacional Saint Young Men), da mesma autora de Arakawa, Hikaru Nakamura.

Saint☆Oniisan narra a história de Jesus e Buda morando no Japão moderno, dividindo um apartamento pequeno e tendo que lidar diariamente com as situações mais inusitadas que existem. As duas figuras religiosas enfrentam problemas variados com relação ao dinheiro, interações humanas, tecnologia e muitos mais. O humor é afiadíssimo, fazendo piadas inteligentes sem ofender quaisquer crenças, e a autora evolui gradativamente enquanto toma controle das rédeas da publicação, lançada no Japão na revista Morning Two e totalizando 18 volumes até o momento, tendo iniciado em 2006.

Menção Honrosa

Kaguya-sama wa Kokurasetai: Tensai-tachi no Renai Zunousen (Aka Akasaka)

Série de sucesso da revista Young Jump em publicação desde 2015, totalizando 18 volumes até agora, Kaguya-sama: Love is War (nome internacional) ganhou muito destaque no mundo por conta das duas recentes temporadas de animê adaptando o mangá.

Shinomiya Kaguya e Miyuki Shirogane são membros do Conselho Estudantil da Academia Shuchiin, sendo ambos gênios entre os gênios. O tempo que eles passam juntos acabou fazendo com que se apaixonassem, mas o orgulho deles não permite que se confessem, pois quem o fizer será considerado inferior. Começa uma batalha mental: quem conseguirá fazer o outro se confessar primeiro?

A primeira temporada da série animada está disponível na Crunchyroll.


Acha que algum outro título merecia chegar por aqui? Deixe nos comentários, e vamos trocando uma ideia!

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J. K. Simmons assina contrato para viver J. Jonah Jameson nas novas sequências e derivados do Homem-Aranha

Em uma entrevista para a EW, o ator J. K. Simmons afirmou que ele assinou contrato para reprisar o papel de J. Jonah Jameson nas novas sequências e derivados do Homem-Aranha.

”Eu estarei em alguns novos filmes e derivados do Homem-Aranha; mas não sei quando você me verá novamente nessa jornada.”

Na primeira cena pós-créditos de Homem-Aranha: Longe de Casa, foi revelado que J.J. é o editor e apresentador da versão digital do Clarim Diário. A sua aparição em no próximo longa do amigão da vizinhança ainda não está clara, assim como em Venom: Tempo de Carnificina. Todavia, a sua aparição em Morbius já está garantida (para mais informações, clique aqui).

J. K. Simmons é um ator estadunidense, vencedor do Oscar de Melhor Ator Coadjuvante pelo filme Whiplash: Em Busca da Perfeição.

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Nos quadrinhos, J. Jonah Jameson é o editor-chefe do jornal Clarim Diário e chefe de Peter Parker. O personagem nutre um ódio pelo Homem-Aranha, pois considera o herói uma ameaça mascarada. 

Para futuras informações a respeito do Homem-Aranha e de seu universo, fique ligado aqui, na Torre de Vigilância.

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O futuro do isekai e “My Next Life as a Villainess”

Tá todo mundo de saco cheio de isekai. Ninguém aguenta mais um show que começa com um adolescente sendo atropelado por um caminhão ou acordando num campo gramado com os braços abertos. Mas mesmo assim, se você olhar os últimos lançamentos, verá que a taxa de isekai por metro quadrado está igual ao desmatamento da amazônia: crescendo descontroladamente. Como? E principalmente… por quê?

Pensando no histórico do “gênero”, vemos que desde o seu boom alguns anos atrás, a fórmula funcionou e foi divertida pelas primeiras quinhentas repetições. Depois disso, passou a ser mais do mesmo. Hoje em dia, temos um isekai tradicional que estoura por ano, e olhe lá. São casos de séries que já possuem uma base forte, seja de temporadas anteriores ou de leitores da obra original. Re:Zero e The Rising of The Shield Hero são alguns exemplos recentes.

Eu nunca vou esquecer da Emilia Snowboard… Obrigado, Re:Zero.

A partir disso, podemos ter dois caminhos: ou continuamos martelando o prego que já tá mais do que enfiado na parede, e fazemos uma dúzia de shows que são tão medíocres que acabam sendo esquecidos em questão de semanas (lembram de “Isekai Cheat Magician” ou de “The Master of Ragnarok & Blesser of Einherjar“? Nem eu). Ou… tiramos sarro do gênero, tentando fazer com que a sua premissa seja tão absurda que se torne difícil de esquecer.

Paródias sempre existem, mesmo quando algo ainda está em seu ápice (como KonoSuba, por exemplo), mas o nível começa a cair de uma forma absurda, assim que a saturação começa a ser atingida. Que tal um isekai, mas se você tivesse um celular? E se você fosse para um isekai, mas fosse reencarnado como um slime? Ou pior, ir parar em um isekai com a sua mãe?

Aiai… um isekai com a sua mãe… isso é tão besta… aiai…

Atingimos o ápice do isekai quando percebemos que ele se dá melhor quando não se leva a sério, e que deveríamos usar a sua saturação como mais uma forma de humor. Afinal, a repetição é o primeiro e o segundo princípio da comédia, não é?

Em “My Next Life as a Villainess: All Routes Leads to Doom!“, temos mais um caso – brilhante, aliás – de premissa absurda usada para o humor. Shows onde a personagem principal se vê num mundo de videogame são um dos isekais mais clássicos que temos (podendo citar o nosso queridinho Sword Art Online). Dar uma reviravolta no básico ao dar o papel de vilã para a protagonista não seria o bastante, afinal, shows como Overlord já fizeram isso antes. Precisávamos ir além, precisávamos enfiar ainda mais o pé na jaca.

Apesar do forte uso do tema para gerar humor – afinal, termos uma vilã desesperadamente tentando evitar a sua inevitável morte já parece tema o suficiente para muitas piadas – o show ainda tem qualidades que o seguram de pé por conta própria, como o carisma acidental da protagonista Catarina, ou seu charmoso intelecto negativo. Você se diverte e dá risadas por conta da premissa absurda de um isekai charlatão, e também por outros motivos. Se isso não é o ideal para uma comédia, eu não sei o que é.

E esse é justamente o ponto que eu queria tocar: o novo padrão de isekais deveria ser esse. Deveríamos fazer todo isekai ser mil vezes mais absurdo do que o anterior. Deveríamos forçar a barra de uma forma que ela já se transforme em uma mola. É a única forma de aguentar a repetição absurda que o gênero impôs sobre o universo de animês. Até uma hora que vão resolver parar, assim do nada. Lembra dos Haréns Escolares Mágicos Genéricos, que plagueavam todas as temporadas da primeira metade dos anos 2010? Pois é.

Mas, comentando um pouco mais sobre a patrona dessa postagem, acho que “My Next Life as a Villainess” merece alguns tapinhas nas costas pela sua execução. Não é fácil fazer uma comédia que não se leva a sério e conseguir ter uma história coesa e ter suas personagens plausíveis e realistas (dentro do limite permitido pelo absurdo, é claro).
Mesmo a protagonista, que carrega o fardo cômico inteiro nas costas, e que possui como um de seus principais atributos a sua falta de noção, consegue ser mostrada como tendo objetivos e aspirações claras e que refletem no desenvolvimento da história… Mesmo que isso seja feito através de um conselho de mini-Catarinas mentais.

Seja lá quem inventou a piada de miniaturas controlando a mente de uma pessoa, muito obrigado!

O absurdo se une ao bobo e conseguimos um show que me fez rir horrores nos oito episódios já disponíveis, e me deixou ansioso por mais. Nesse mini primeiras impressões, escondido no fundo de uma resenha de buteco, gostaria de dizer que “My Next Life as a Villainess” receberia um 4/5 se eu tivesse começado a assisti-lo um mês atrás. E recomendo que você não faça como eu, e assista esse show o quanto antes.

“My Next Life as a Villainess: All Routes Leads to Doom!” está disponível na plataforma de streaming Crunchyroll, com oito episódios disponíveis até o momento, e um novo episódio todos os sábados.

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Cinema

J.J. Abrams está supostamente desenvolvendo um filme solo do Superman com Henry Cavill

De acordo com informações do jornalista John Campea, o cineasta J.J. Abrams está supostamente desenvolvendo um longa-metragem do Superman com Henry Cavill retornando para o papel principal.

Segundo Campea, ainda não está claro se J.J. irá se envolver apenas como produtor-executivo ou se dirigirá e fará o roteiro da obra.

Anteriormente, já havia sido revelado que a Warner estava interessada em desenvolver uma nova franquia do Superman nas telonas com J.J. Abrams no comando (para mais informações, clique aqui).

JJ Abrams nega rumores sobre dirigir o próximo filme do Superman ...

O Universo Compartilhado da DC nos cinemas iniciou-se em 2013 com O Homem de Aço, que posteriormente, foi composto por Batman Vs Superman: A Origem da Justiça, Esquadrão Suicida, Mulher-Maravilha, Liga da Justiça, Aquaman e Shazam!.

Para futuras informações a respeito da DC nos cinemas, fique ligado aqui, na Torre de Vigilância.