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Panini publica edição de luxo da Morte do Capitão Marvel

A história mais clássica do Capitão Marvel desenvolvida por Jim Starlin (roteiro e arte), somada a outras histórias  adicionais criadas por Steve Englehart, Doug Moench e Pat Broderick, encontram-se em pré-venda em lançamento da editora Panini. Confira abaixo mais detalhes sobre a edição de luxo da Morte do Capitão Marvel.

Como protetor do universo e verdadeiro defensor da Terra, o guerreiro kree Capitão Mar-Vell triunfou contra adversários grandes e pequenos. Mas, ao receber o diagnóstico de que está com câncer, o herói se vê diante de um inimigo que nem mesmo seu vasto poder é capaz de derrotar… e tanto ele quanto o universo que o ama terão de lutar para aceitar o inevitável. E mais, confira a batalha seminal contra Nitro que adoeceu o Capitão Marvel muitos anos antes — e, em meio a um confronto com o descomunal sistema de computadores de Titã, agora corrompido pela loucura de Thanos, testemunhe o nascimento do romance entre Mar-Vell e seu verdadeiro amor, Elysius.

“A morte toca todos nós de maneiras diferentes. Alguns mal sentem sua chegada. Outros, ela atinge bem de frente. E há os que sentem sua lâmina afiada cravar-se no coração.”

A graphic novel principal de A Morte do Capitão Marvel foi publicada originalmente em 1982 e marcou uma geração de leitores ao mostrar um super-herói tão poderoso encarando um inimigo imbatível, porém simplesmente natural e inevitável, através de uma narrativa inspiradora e emocionante que engloba todo o Universo Marvel, das ruas às galáxias distantes.

A Morte do Capitão Marvel possui 128 páginas encadernadas em capa dura e formato 26 x 17 cm e o preço sugerido é R$ 40,00. Clique aqui para reservar sua edição na pré-venda com desconto.

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Quadrinhos

Pipoca e Nanquim lança Um Pequeno Assassinato, de Alan Moore

A primeira graphic novel independente de Alan Moore, originalmente publicada em 1991 pela VG Graphics britânica, Um Pequeno Assassinato chega ao Brasil pela editora Pipoca e Nanquim e já está em pré-venda. Confira detalhes abaixo.

De Alan Moore, o criador de Watchmen, V de Vingança e Liga Extraordinária, e o artista expressionista Oscar Zárate, nasce a história de Timothy Hole, um publicitário bem-sucedido que acaba de aceitar o trabalho de sua vida. Contudo, as coisas começam a sair dos trilhos quando ele passa a ser perseguido por uma estranha criança, que o faz se questionar quem realmente é e, principalmente, como afeta as pessoas ao seu redor. Uma história sobre os pequenos homicídios que todos têm de cometer para seguir em frente. Um rastro de mortes de coisas aparentemente insignificantes. Afinal, quanto dano pode causar um pequeno assassinato? Uma das obras mais intelectuais, pessoais e contundentes de Alan Moore, publicada pela primeira vez no Brasil, num volume de luxo que apresenta a história completa, entrevista com os autores e texto introdutório de Carlos Sampayo (outro gigante dos quadrinhos).

A história foi vencedora do Prêmio Eisner de melhor graphic novel em 1994. Seu lançamento nos EUA, um ano antes, foi feito pela Dark Horse Comics, e posteriormente, em 2003, a Avatar Press publicou uma nova edição americana.

O título chega agregando ainda mais valor ao catálogo da editora, que já publicou Espadas e Bruxas de Esteban Maroto, Cannon de Wally Wood, Moby Dick de Christophe Chabouté e o premiadíssimo Beasts of Burden, de Evan Dorkin e Jill Thompson. Para conferir a galeria de previews, visite a página da pré-venda com desconto clicando aqui.

Um Pequeno Assassinato possui 116 páginas encadernadas em capa dura e o preço sugerido é R$ 54,90.

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Games

Novo trailer de Resident Evil 7 traz detalhes sobre as DLCs

A Capcom divulgou um novo trailer de Resident Evil 7 que foca nas vindouras DLCs do game: Not a Hero e End of Zoe, ambas marcadas para chegar no final do ano.

Confira:

Em Not a Hero os jogadores controlarão o soldado da BSAA Chris Redfield. Situado após os eventos terríveis que acometeram Ethan Winter em Resident Evil 7 biohazard, neste conteúdo Chris está à procura de Lucas Baker para pôr fim à tragédia dos Bakers de uma vez por todas. Agentes da BSAA estavam no encalço de Lucas anteriormente, mas não conseguiram sucesso e foram eles mesmos capturados pelo sádico fanfarrão. Conseguirá Chris salvar a equipe enquanto também procura por Lucas nos subterrâneos cheios de gás venenoso.

 

Já em End of Zoe saberemos o destino da personagem após o final da campanha principal.

 

Not a Hero será distribuído gratuitamente. Já End of Zoe terá o preço de R$ 45,90 (PS Store), R$ 45,00 (Xbox Games Store) e R$ 29,99 (Steam).

Ambos os DLCs estarão inclusos em Resident Evil 7 Gold Edition em 12 de dezembro de 2017 para PlayStation 4, Xbox One e PC. Esta nova edição incluirá o jogo que foi sucesso de crítica no início deste ano e também os três conteúdos adicionais por download, formando o pacote definitivo do horror. Os pacotes de DLC já lançados – Gravação Proibida Vol. 1 e Gravação Proibida Vol. 2 – também estarão inclusos nesta nova edição.

Confira nossa análise de Resident Evil 7.

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Games

DOOM para Nintendo Switch ganha data de lançamento

A Bethesda anunciou hoje a data de lançamento de DOOM para o Nintendo Switch: 10 de novembro.

O anuncio foi feito durante uma entrevista com o diretor criativo do jogo, Hugo Martin, e o produtor executivo, Marty Stratton, ambos da desenvolvedora id Software, onde discutem sobre os novos modos de jogo de DOOM para o portátil da Nintendo.

Confira abaixo:

DOOM foi lançado em 2016 para PlayStation 4, Xbox One e PC. Confira nossa análise.

 

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Consoles Games PC

Ninja Zeku é o novo personagem de Street Fighter V

Através de seu canal no YouTube, a Capcom soltou um vídeo de revelação do novo personagem de Street Fighter V. Nomeado de Ninja Zeku, o personagem promete ser um dos lutadores mais fortes da franquia, tendo golpes rápidos e combos fáceis de ser executados. 

Assista ao vídeo logo abaixo:

O jogo se passa entre Street Fighter III e IV, onde o maníaco Shadaloo cria uma arma que é capaz de destruir cidades inteiras! Resta aos mocinhos impedirem que isso não se torne uma ameaça global.

Street Fighter V já está disponível para Playstation 4 e PC.

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Cinema

Assista ao novo e incrível trailer de Pantera Negra!

A Marvel Stduios liberou o segundo e incrível trailer de Pantera Negra, que chega em 16 de Fevereiro em todos os cinemas do país!

Assista ao trailer abaixo:

“Após os eventos de Capitão América: Guerra Civil, T’Challa retorna para casa, na nação reclusa e tecnologicamente avançada de Wakanda, para servir como o novo líder. Entretanto, T’Challa logo descobre que é seu trono é desafiado por facções dentro de seu próprio país. Quando dois inimigos conspiram para destruir Wakanda, o herói conhecido como Pantera Negra precisa se unir ao agente da CIA Everett K. Ross e membros do Dora Milaje, as forças especiais de Wakanda, para prevenir que o país seja levado a uma guerra mundial.”

Para mais matérias a respeito do filme do Pantera Negra, fique ligado aqui na Torre de Vigilância.

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Detective Comics Quadrinhos

Kombi 95 te leva para um passeio pelos anos 90

“Anos 90. Regras: Não há regras.”

Durante os anos de 1963 e 2001 em São Paulo, circulou um dos maiores sucessos editoriais do país: o jornal Notícias Populares. Ou simplesmente NP. A publicação entrou para história com suas manchetes violentas e sexuais. Suas matérias faziam sucesso na época, e o NP tinha como slogan os dizeres “Nada mais que a verdade”. Foi dele que surgiram matérias como o Bebê Diabo, O Desaparecimento de Roberto Carlos e a Gangue dos Palhaços.

A Gangue dos Palhaços era um bando, que segundo o Notícias Populares, composto na verdade por duas pessoas, um homem negro e uma loira. Ele vestido de palhaço e ela de bailarina. Eles atraiam crianças com balas e doces, e depois jogavam dentro de uma Kombi branca. Depois a criança que tinha sido raptada era encontrada sem órgãos. Eles atuavam sempre na frente das escolas. Apesar do NP sempre deixar bem claro em suas páginas que não passavam de boatos, o caso teve grande repercussão ao nível nacional. Tendo até relatos de testemunhas da tal Kombi. Havendo caso de palhaços de verdade que foram espancados por engando pelo povo. Os anos se passaram e o caso virou lenda urbana em todos os lugares do Brasil, por exemplo, eu sou da cidade de São Gonçalo/RJ, e aqui a lenda tem bastante força, inspirando até uma banda de punk/rock que tem o nome de A Kombi Que Pega Crianças. Confira o som dos caras no jabá AQUI.

É a partir dessa lenda urbana, noticiado com exaustão por cerca de dois meses seguidos pelo Notícias Populares, que a HQ Kombi 95 vira a chave da ignição e pisa no acelerador. A mais nova publicação do selo Plot! que é um dos braços da Editora Alto Astral, é escrita e desenhada pelo Thiago Cruz, o popular Thiago Ossostortos (sobrenome adquirido graças ao seu blog Ossostortos.blogspot.com.br), assim como foi com Peek a Boo – A Masmorra dos Coalas da Psonha, confira a resenha AQUI,  do mesmo selo, a edição é bem colorida, com o acabamento bem feito e posso dizer que é um dos quadrinhos mais divertidos que li no ano. E Kombi 95 é uma grande homenagem a tudo que se refere aos anos 90.

E quando eu digo tudo, é TUDO mesmo.

Kombi 95 já começa de um jeito bem divertido que mostra, como a própria HQ diz: “Quando a rua era quintal”. A época que se andava na rua, brincava na rua, sentava-se nas calçadas para fofocar sobre o que acontecia na rua. A ode aos anos 90 que Thiago Ossostortos colocou nos remete a um momento onde as pessoas só tinham como interagir no tête-à-tête, sem telefones, computadores e afins. Isso sem contar nas DIVERSAS referências musicais, televisivas, de moda, tendências, comidas, comportamento dos jovens etc e tal. Logo de cara temos a grande referência, a capa da HQ é baseada no clássico disco do Green Day: Dookie (1994).

Mas vamos para a história, Kombi 95 começa com o sumiço do menino Albino, e o boato que ele tinha sido sequestrado pela Gangue dos Palhaços estava cada vez mais forte, seus amigos então resolvem investigar e montam uma força-tarefa chamada de Os Caça-Palhaços. Apesar dos meninos parecerem estar mais animados com a diversão que a investigação proporciona do que resolver o mistério mesmo. A partir daí a história se desenrola se misturando com elementos dos anos 90. Tais elementos são praticamente personagens da HQ, em momentos eles interagem com a história, e ao mesmo tempo parecem ser uma história a parte. Ao mesmo tempo em que nos afastam da trama principal eles nos trazem de volta. O desfecho de Kombi 95, confesso que foi algo que não esperava. E é bem legal quando uma reviravolta que você menos espera acontece do nada, algo meio raro nos quadrinhos de hoje em dia, principalmente em alguns casos gringos.

O modo que Thiago Ossostortos coloca de tudo um pouco nos desenhos é impressionante, e ao mesmo tempo não fica nada confuso visualmente. Em qualquer parte da HQ você encontra um pedaço dos anos 90. Coisas como a batalha dominical entre Gugu X Faustão pela audiência está lá, como também tem o simples fato de ter que usar todas as fotos do rolo para poder revelar fotos. Jogar videogame em locadoras, ir à banca de jornal para comprar figurinhas, algumas coisas são mais tradicionais de São Paulo como, por exemplo, a extinta loja Mappin. Mas mesmo que você não pegue tudo que está lá, ou simplesmente não venha conhecer, não atrapalha o desenvolvimento da trama.

As interações dos personagens com o modo de viver dos anos 90, não tem como sentir um pouco da nostalgia e saudades daquela época. Tanto nas amizades como nas paqueras. Rolando até um momento, digamos sublime, para todo o adolescente. Tudo que é referente à juventude daqueles anos está lá, algumas gírias, modo de vestir, skates, patins, bicicletas… sempre tinha um que o pai era melhor financeiramente e tinha uma mobilete. Ou mesmo um computador, que na época se resumia a jogar DOOM e outros jogos, um tempo em que a internet ainda começava a engatinhar. Acesso mesmo, que poucas pessoas tinham, somente depois de meia-noite, via telefone, com o ancestral barulhinho de conexão.

Mas o que dita fortemente são as músicas. Sim, podemos dizer que Kombi 95 tem a sua própria trilha sonora. As músicas se espalham no decorrer da história e tem até uma playlist para poder ouvir. Na HQ tem um QR CODE, onde pode ouvir a eclética setlist no Spotify recheada de sucessos dos anos 90. Raimundos, Mamonas Assassinas, Titãs, Leandro & Leonardo, Só Pra Contrariar, Chitãozinho & Xororó, Racionais MC’S entre outros fazem parte da lista de 13 músicas.

Kombi 95 diverte e entrega o que propõe com seu acabamento bonito e uma excelente produção. No final ainda rola alguns desenhos adicionais bem bacanas, e a contra-capa são com fotos do Notícias Populares. Mais um belo lançamento da Plot! que vale a pena ser conferido.

 

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Games

Brasil Game Show 2017 – Parte 3

As dores e bolhas nos pés compensavam a cada nova atração que aparecia na BGS, mas antes de mais uma parte da série de demos testadas na feira, gostaria de dar destaque aos vários painéis e auditórios que ocorreram durante a feira. Espalhados por diferentes estandes e palcos, aqui vai uma seleção dos mais importantes que presenciamos:

Lifetime Achievement Award com Hideo Kojima

O provável painel mais aguardado da BGS foi dia 12/10. Sua inscrição no site do próprio evento esgotou em poucas horas, superando apenas o Meet and Greet do próprio Kojima onde sua inscrição foi encerrada em menos de 2 minutos. O público estava ávido a ver Hideo no palco com seu carisma e absoluta harmonia com os fãs. A espera valeu? A meu ver, de certa forma, não!

O começo já estava errado. Lembram as inscrições? Pois bem, serviram para nada. Qualquer um podia chegar à plateia que cercava o palco da BGC (Brasil Game Cup, porque é o mesmo lugar usado para torneios durante o evento) sem precisar ter em seu celular ou de forma impressa o comprovante de inscrição. Ora essa: Então para que fazer? Ninguém chegou perto de mim ou de qualquer outro para checar se eu estava de fato inscrito. O local não tinha paredes ou entrada, era só chegar e sentar. O problema não se tornou de fato real porque todos os assentos não foram preenchidos, mas se fosse…

Os dois apresentadores chegaram após a apresentação da banda Vivalma, que já havia feito um pocket show bem bacana antes do evento principal. Tudo parecia promissor, mas o maior problema foi na cerimônia em si: Kojima mais uma vez foi extremamente atencioso, assim como fora no meet and greet do dia anterior, mas faltou um tempero especial na apresentação. O garoto vencedor do polêmico concurso digital que o elegeu para entregar em mãos à Kojima o prêmio da edição ficou poucos segundos no palco, nem sequer teve a chance de perguntar algo ao game designer. Isso foi o de menos, o pior veio depois: As perguntas feitas pelo público selecionadas atrasvés da página do Facebook para o criador de Metal Gear responder: As perguntas eram ” O que você seria se não fosse criador de jogos?” R: Cineasta; “Quando você decidiu trabalhar com jogos?” R: Durante a faculdade; “Qual é seu jogo favorito?” R: Super Mario Bros (o apresentador confundiu com Smash Bros); “Qual a dica que você daria para quem quer trabalhar com jogos?” (nesta última, Kojima pediu a participação do público para saber quantos gostariam de seguir nessa área) R: Sejam convictos de suas ideias.

Sério? SÉRIO? O painel disputado à tapas foi feito com perguntas tão genéricas que qualquer um que nem sequer teria experimentado uma obra de Kojima poderia fazer? E ainda mais: Que ele possivelmente já deve ter respondido tantas e tantas outras vezes, então bastaria uma busca no Google para obter as respostas? Por favor… não me entendam mal, mas se foi feito um tamanho esforço pra trazê-lo para cá, com uma viagem longa (que demora de 26 a 35 horas de vôo com escalas, ou mais) as perguntas poderiam, no mínimo, serem melhor selecionadas. Em uma das respostas, Kojima ainda explicou que “sempre busca trazer algo novo aos games” pena que as perguntas não eram tão novas assim. Não bastando isso, o evento se encerrou com cerca de 25 minutos de duração, bem menos do que os 60 minutos planejados.

Hall da Fama com Hideo Kojima

Feita no dia seguinte ao Lifetime Achievement Award, a cerimônia foi bem parecida à anterior. A diferença é que, como já sugeria o título, dessa vez Kojima marcou no gesso suas mãos e depois o assinou. Ambos os painéis poderiam ser no mesmo dia, ou melhor, serem um só? Sim, mas acho que foi uma boa ideia separar, para quem hipoteticamente não conseguisse ir em um fosse em outro. Mais uma vez, não foi necessário apresentar a inscrição.

Novamente a banda Vivalma fez um show antes e promoveu a trilha sonora. Kojima, que foi o primeiro a ter seu nome no Hall da Fama da Brasil Game Show, agradeceu muito e disse que ficou muito impressionado da admiração e educação de seus fãs por aqui. Se houve ou não advertência ao nível das perguntas do outro painel, boa notícia foi que as perguntas foram melhores que na apresentação do dia anterior. Sobre o cancelamento de Silent Hills, e ainda ter planos de fazer um jogo de terror, Kojima disse que, apesar de se considerar medroso,  pretende ainda fazer um jogo tão assustador de se borrarem de tanto medo. Perguntado se os jogos já superaram os filmes, acredita que na verdade os dois meios estão se aproximando para criar um entretenimento mais inédito e também pensa em algum dia produzir um filme mas antes precisa finalizar Death Stranding. Essa apresentação se encerrou com uma selfie com os apresentadores e foi mais curta ainda que a anterior: 15 minutos.

Lifetime Achievement award com Nolan Bushnell

O criador do Atari teve um painel e cerimônia bem parecida com a de Kojima, a diferença é que tanto a premiação e marca no Hall da Fama aconteceram de uma vez só e no estande da Twitch, além de perguntas serem feitas na hora com escolha dos participantes da plateia a quem quisesse participar. As perguntas feitas para Bushnell foram muito melhores e resultaram numa numa conversa incrível. Bushnell defendeu que políticos deveriam abraçar de vez os games, que os jogos eletrônicos usados de forma correta têm uma ferramenta e eficácia de aprendizado que hoje não se vê em escolas. Sobre a venda da Atari, apenas lamenta não mais dirigir a empresa, seu arrependimento mesmo é de não ter aceito a proposta de 15 mil dólares que Steve Jobs o fez para se juntar a Apple porque. se fizesse, hoje seria dono de 1/3 da empresa.

Apesar de já estar com 74 anos de idade, diz que baixa ao menos 2 jogos para celular por semana e admira League of Legends e Portal 1 e 2 . Assim como a Atari revolucionou o mercado, acha que os jogos em VR também podem porém defende que seu uso não deveria passar de 30 minutos ao dia pois ainda são desconhecidos os efeitos colaterais que esses aparelhos podem causar. Para encerrar, avisou que ler ficção científica ajuda a buscar novas ideias e que se deve exercitar o físico também, o tradicional “mente sã, corpo são”. Bushnell ainda recebeu uma camisa como presente dos responsáveis pelo estande.

Infelizmente, um ponto negativo ocorreu: O barulho vindo dos estandes próximos fez com que ficasse muito difícil de ouvir as palavras que vinham do palco para quem estava da sexta fileira para trás. Por isso, alguns dos expectadores deixaram a apresentação antes do fim. Uma participante ao meu lado lamentou que “uma palestra tão bonita estivesse sendo prejudicada por isso” Uma pena. Ainda assim, valeu para quem pôde ouvir e aprender muito, mas muito mesmo. Ao fim, foi convidado a retornar à feira mas avisou meio em tom de brincadeira que seu gás está acabando, e em alguns anos não deve mais estar em eventos assim. Sinceramente, espero que antes disso ele retorne, pois foi o melhor painel com louvor.

Lifetime Achievement Award com Ed Boon


Seu painel aconteceu logo após ao de Nolan Bushnell. Ed estava bem brincalhão apesar da correria de ser seu último dia no evento. A cerimônia seguiu os mesmos moldes com prêmios e mãos no gesso assim como os anteriores. Disse que receber um prêmio desses o lembrava que estava ficando velho. Avisou que não tinha como prever a repercussão que Mortal Kombat causaria, seria como prever onde um raio iria cair e o primeiro jogo da série foi feito em 8 meses por 4 pessoas. Apesar dos rumores, Boon ainda não pode dizer quando ou se um novo Mortal Kombat será lançado, mas deu uma dica: Seus últimos jogos de luta foram Mortal Kombat vs. DC Universe, Injustice: Gods Among Us , Mortal Kombat X e Injustice 2, ou seja, MK intercalado com Injustice, e como o último jogo foi justamente de Injustice… alfo de MK deve estar à caminho. Sobre spin offs da franquia, faria se trabalhasse com uma equipe maior já que seu tempo acaba se tornando exclusivo aos jogos principais.

Alguns fãs não fizeram perguntas, simplesmente disseram que o admiravam… ou melhor: Perguntaram se poderiam tirar foto com ele ou conseguir autógrafo em algum item. A pedido de um, bradou seu famoso “GET OVER HERE!” dito por Scorpion, seu personagem favorito da franquia. Eu mesmo tentei fazer perguntas e não consegui por esses pedidos. Boon ainda agradeceu muito à eles e à BGS e disse que deseja retornar, para o que seria sua terceira presença no evento. O painel não foi tão afetado pelo barulho ao redor porque aumentaram o volume das caixas de som do estande e durou cerca de 30 minutos.

Auditório Playstation

Já em outras feiras a Sony providenciava painéis em auditórios fechados dentro de seu estande. Com cerca de 45 minutos cada um, conferi os dois apresentados na feira que também eram reservados mediante aplicativo. Por pedido dos organizadores, não era permitido filmar, fotografar ou sequer gravar o áudio das apresentações, inclusive um vídeo à respeito era apresentado antes, similar aos que vemos hoje antes do início dos filmes nos cinemas. Só me restou tirar uma foto do auditório após seu encerramento.

Detroit: Become Human

Após experimentar Detroit fiquei ainda mais interessado pelo jogo, por isso fui com altas expectativas em sua apresentação. Daimion Pinnock foi o responsável por apresentar a sinopse do jogo e jogar um trecho do jogo onde Marcus, um androide renegado, tenta salvar seus semelhantes de uma loja onde eram postos à venda. Jogando a mesma parte duas vezes, Pinnock mostrou como eram as consequências de resgatar ou não os androides e que no jogo não há escolha errada, apesar de ser possível refazer uma cena.

Também pediu ajuda do público para realizar cada tarefa. Ainda explicou que a Quantic Dreams, produtora do jogo, hoje tem 250 funcionários que trabalham para lançar Detroit em uma data não definida de 2018.

Days Gone

David Alonso jogou um gameplay do jogo parecida com o apresentado na E3 mas com uma diferença: A condição climática. Enquanto um era em chuva, o visto na BGS era na neve. Essas condições mudam o controle da motocicleta do protagonista, que vive (obviamente) em uma realidade fictícia após uma praga dizimar humanos. Alonso ainda explicou que cada cena pode ter diferenças de jogo para jogo.

Ainda foi apresentado o gameplay abaixo de Spider-Man, jogo a ser lançado por enquanto exclusivamente para PS4:

Apesar de ser um vídeo já divulgado, me empolgou bem mais do que Days Gone, que deve sair em 2018.

E ainda tem mais! A parte 4 vem logo logo com mais jogos. Aguardem!

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Games

Mundial de LoL | Quartas de Final definidas!

Após uma Fase de Grupos com resultados inesperados, cheia de frustrações, e alegrias, as oito melhores equipes da atualidades foram definidas e estarão disputando as Quartas de Final do Campeonato Mundial de LoL 2017.

A partir de agora todos os confrontos serão no formato Melhor de Cinco (MD5), e os jogos já começam na próxima quinta-feira (19/10).

As equipes classificadas foram:

Grupo A; SKT e Cloud9,

Grupo B; Longzhu Gaming e Fnatic. S

Grupo C; Royal Never Give Up e Samsung Galaxy

Grupo D; Team WE e Misfits.

 

Abaixo você pode conferir o vídeo do sorteio dos confrontos disponibilizado no canal do YouTube do LoL eSports BR.

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Cultura Japonesa Mangá

Magi dá exemplo de como se termina uma longa história

Muitos autores de mangás (e de obras em geral) possuem dificuldades para manter a qualidade de uma história e conseguir encerrá-la de maneira que agrade aos fãs. Alguns autores acabam perdendo a mão em suas histórias e com isso elas acabam ficando tediosas, e em alguns casos insuportáveis, fazendo com que os fãs fiquem com a sensação de “querer terminar de ler só de raiva”. Isso aconteceu com Naruto, Bleach e, mais recentemente, Fairy Tail. Se bem que esse último já tinha qualidade duvidosa desde o começo #pas.

O mangá, Magi: The Labyrinth of Magic se encerrou nessa semana. O final não foi surpresa para ninguém, afinal, a autora Shinobu Ohtaka já havia confirmado que a obra já estava em seu arco final. Mas o que pegou todo mundo desprevenido, foi o anuncio de que Magi se encerraria daqui à quatro capítulos. Isso deixou os fãs receosos, será que teríamos mais um Shonen terminando de forma abrupta?

E então chegamos ao capítulo final.

Ainda que alguns fãs não estivessem gostando da forma que a mangaká estava conduzindo Magi nessa reta final, o mangá simplesmente deu uma lição aos mangakás (e escritores) que perderam a mão em suas obras: termine enquanto ainda está por cima!

Eu entendo quem não gostou da forma que Magi estava sendo desenvolvido nessa reta final, afinal Ohtaka foi por um caminho totalmente inesperado. Ela mudou a forma de como a história estava sendo contada. O final foi sim meio corrido, não tem como negar. Mas que tudo o que aconteceu fazia sentido, fazia. Nenhum Deus Ex Machina foi jogado em nossas caras, tudo já tinha sido apresentado anteriormente.

Quando surgiu o anuncio dos quatro capítulos finais (que na verdade foram somente três), quase tudo já havia sido resolvido, só faltava a decisão de Alibaba e a batalha contra David, o “Final Boss”. Que ocorreu rápido demais, isso eu realmente concordo, o que eu não concordo é os “fãs” reclamando que o mangá está um lixo só porque diminuíram o tempo tela de um personagem e focaram em outro, sendo que Magi nunca foi um mangá que teve só um protagonista, todos tiveram o seu tempo de brilhar. E esse tal personagem já tinha servido ao seu propósito.

Magi com certeza será um mangá que irá fazer muita falta. Fico triste, mas ao mesmo tempo feliz, porque vi um dos meus mangás favoritos terminando enquanto ainda estava por cima, sem muita enrolação e nem tantos furos de roteiro (isso ai já é impossível pra qualquer um).

“A história sobre a aventura extrema do mango da criação junto com as pessoas que o rodeiam, termina aqui.”

O mangá rendeu duas adaptações para anime, The Labyrinth of Magic e The Kingdom of Magic, não tem noticias sobre uma terceira temporada, mas com o recente término do mangá, talvez haja uma chance.

Um spin-off sobre o passado do personagem Sinbad está em publicação pela própria mangaká de Magi, não se sabe até quando ele irá ser publicado.

Ao todo, Magi terminará com 37 volumes encadernados. No Brasil, o mangá é publicado pela Editora JBC e se encontra no volume 30.