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Brasil Game Show 2018 – Parte 1

Muito bem: Está rolando a 11ª edição da Brasil Game Show, maior feira de jogos eletrônicos da América Latina. Assim como nos anos anteriores, a Torre esmiúça e traz o que rolou de melhor no evento.

Parecida com a versão de 2017, começou com a tradicional cerimônia de abertura. Além do fundador Marcelo Tavares, estiveram entre outros presentes presentes os convidados internacionais Nolan Bushnell, Fumito Ueda, Katsuhiro Harada, Charles Martinet e o mais celebrado de todos: Shota Nakama. O produtor musical japonês inclusive já sabia o carinho que ganhou graças ao seu nome cacofônico em português e levou com bom humor respondendo em inglês a brincadeira. A faixa inaugural foi cortada e começou mais uma aventura que duraria, ao todo, 5 dias.

Terminada a cerimônia, vamos ao que é mais visado pelos visitantes: Os jogos que ainda não foram lançados. Assim, visitamos os principais estandes e tiramos nossas próprias conclusões:

Sony

A mãe do Playstation apostou no que já foi bem visto e não inovou na apresentação de seu estande. Seu design está bem parecido com a versão do ano passado, com a área de testes de jogos, uma separada para os testes em VR, loja oficial e púlpito para bate-papo e interações com convidados e seus fãs que contavam inclusive com o exuberante telão para concursos realizados no estante, ou seja: Dessa vez a grande tela não serviu apenas para propaganda de lançamentos e futuros jogos, mas ainda assim por lá desfilaram Ghost of Tsushima, Twin Mirror, Dead or Alive 6, Fifa 19, entre outros.

Uma estranha ausência é a sala de apresentações de jogos em vídeo, aquela sala fechada que não era permitido filmar ou fotografar durante as apresentações. Inclusive, nem no aplicativo Experiência Playstation a opção de reserva dessas palestras estava disponível. Aplicativo, aliás, que mais uma vez foi necessário para agendar o teste de jogos. Dessa vez, desde o primeiro dia do evento, então poupando nem a imprensa de esperar dar a hora para tentar uma concorrida vaga nos testes até em jogos já lançados, como Spider Man e Fifa 19. De lá, testamos:

Dead or Alive 6

Adoro jogos de luta. Muito. Mas não esse. DoA 6 tem um problema bem sério que já existia nos anteriores: A movimentação lenta. O tempo de resposta de um golpe é o equivalente a 2 ou 3 em outras franquias. É um estilo antigo, visto muito em Virtua Fighter. Parou no tempo. Isso é chato e burocrático. Joguei com o Bayman e a carismática Leifang e o problema foi o mesmo. A situação foi tão incômoda que nem terminei os 10 minutos de teste que eu tinha direito. De ponto positivo, apenas o intenso aumento no desafio ao trocar de nível entre normal e difícil. No difícil já senti dificuldade, sendo que ainda havia mais três opções de nível acima desse. Mas a quem quiser tentar, também poderá encontrá-lo para Xbox One e Microsoft Windows.

Data de lançamento: 15 de fevereiro de 2019

Trover Saves the Universe

Fiquei surpreso com o desprestígio desse jogo, de autoria de Justin Roiland, cocriador de Rick e Morty. Apenas uma máquina no estande oferecia teste ao jogo e só vi eu jogando. De qualquer forma, o teste foi atrapalhado pelo alto som ambiente, e assim mal consegui ouvir a história do jogo mesmo com fones de ouvido. Em “1ª pessoa” você não controla Trover, mas sim alguém que com o controle do PS4 controla Trover, um personagem cujos olhos são na verdade dois pequenos seres vivos. O jogo é de aventura, mas a comédia está ali, as vozes dos criadores de R&M também, os controles são bem simples e diretos e o teste foi bem tranquilo de jogar, chegando facilmente até seu fim. É uma boa ideia e deve funcionar melhor no VR, onde também estará disponível.

Data de lançamento: 2019. Mês e dia indefinidos.

Sekiro: Shadows Die Twice

Muito bem: Me senti realmente desafiado com esse jogo. Não gosto da alcunha “estilo Dark Souls” pelo nível de dificuldade. Apesar dos jogos da FromSoftware serem desafiadores por natureza, jogos difíceis existem desde sempre, mas como sumiram nos últimos anos, o que pareceu mais desafiador nos recentemente ganhou essa fama. Voltando à Sekiro, a coisa é realmente interessante. É um jogo de ação situado no Japão feudal. Controlando um samurai que escala paredes e tem até gancho para se transportar em grandes distâncias, só usar a espada não é o suficiente nem na demonstração do jogo. Há inimigos que o melhor ataque é a defesa. É necessário esperar seu adversário se cansar para só assim poder finalizar. Poucos golpes bastam para você morrer e o desafio aumenta a cada novo adversário.

A coisa era tão complicada que, nas quatro máquinas destinadas ao jogo, em determinado momento os 3 outros jogadores que estavam testando no meu horário desistiram. Fui até o fim dos 10 minutos, mas não muito longe. Ainda assim, quero conferir quando o jogo sair, também disponível para Xbox One e Microsoft Windows. E espero morrer bem menos doque nesse teste.

Data de lançamento: 22 de março de 2019.

Days Gone

Desde sua apresentação no ano passado fiquei curioso com esse jogo de mundo aberto sobre um apocalipse zumbi. Porque esse tema é muito recorrente em várias mídias nos últimos anos e vejo um certo cansaço de aproximar. Retornando à feira dessa vez com uma demo jogável, agora pude tirar conclusões. É bacana, temos missões à cumprir e cuidado com os zumbis, que percebem seu odor e movimentos. Muitos itens aparecem para usar e os cenários são bem feitos. O raciocínio é importante, então cuidado para não ficar perdido no meio do jogo mesmo com o uso do radar. Vale a pena frisar: É bem mais divertido enfrentar os zumbis com o bastão do que com a pistola. Ainda tem mais a mostrar, pois o potencial está aí.

Data de lançamento: 22 de fevereiro de 2019

Ace Combat 7 – Skies Unknown

Nunca fui fã de jogos simuladores de combate aéreo mesmo gostando de aviões. Acompanho a franquia desde sua primeira edição, mas à distância. Testei e percebo que atende seu público, que continua não sendo eu. O controle é fácil, sutil e preciso. Nem sempre a tentação de usar míssil para resolver a missão o quanto antes é a melhor saída. Algumas aeronaves estavam disponíveis para escolha já na demo. A meu ver é ok, mas realmente há outros estilos que gosto mais, porque não há muita diferença do que já veio antes. Se a sétima edição da franquia poderia me trazer de vez para esse gênero, quem sabe em Ace Combat 8. Possivelmente não pra mim, mas pra quem gosta a situação é outra.

Data de lançamento: 18 de janeiro de 2019

Dreams

Hoje há muitas novas companhias de jogo, fazendo para diversas plataformas e tipos de acesso. Companhias independentes são chamadas de Indies e conquistam cada vez mais espaço, inclusive na própria Brasil Game Show. Em Dreams você pode montar seu próprio jogo, com cenários, detalhes e personagens. No começo achei a ideia interessante, mas uma ideia tem que ser posta: Algo bem feito, necessita de tempo. Como tínhamos cerca de 15 minutos para testar este jogo, obviamente não podíamos criar nosso próprio, então aqui tivemos que nos contentar com as demonstrações já criadas. Pois bem: Das oito disponíveis, apenas duas eram dignas de nota. MM Demo Content era um jogo onde, controlando um personagem que, munido de seu poder de dar descargas elétricas, progredia em um cenário cheio de obstáculos com plataformas de plantas carnívoras e centopeias que agiam como trens. Muito interessante. Moon Raiders era um jogo de nave no estilo Star Fox, devia combater três naves adversárias e coletar moedas azuis. Ok.

O resto, bem… Eram dispensáveis. Please Hug Me você era um robozinho que tentava abraçar árvores que se afastavam até cair da plataforma em forma em forma de disco onde todos os personagens estavam. Acredite: dava para terminar o jogo em menos de 10 segundos; Ferovium era mais um jogo de nave, mas em 2D e muito simples; Given Time era um jogo de texto. Sim: UM JOGO DE TEXTO. E dos grandes. Obviamente não fui até o fim pois tinha mais jogos para testar; Hammer Time era um jogo que você controla martelos e batia em pregos, balões e alvos. O grande problema é que só conseguia jogar em 2 pessoas, então sozinho o jogo era inútil; Comic Sands era um jogo de plataforma com desenhos de jardim de infância. Começava como um quadrado e com o tempo o protagonista ia ganhando braços, pernas e outros atributos; Já Windy Glades era um jogo de plataforma em 2D com belos cenários parecido com o bom MM, porém estava INACABADO. Sabe o que tudo isso me lembrou: Um jogo chamado Action 52  lançado para NES nos início dos anos 90. 52 jogos porém com quase nenhum aceitável. Apesar de tudo a ideia é boa, se você conseguir criar jogos melhores que esse. O pior é levar muito tempo para construir algo e, dando tanto trabalho, nem ter mais vontade de jogar.

Data de lançamento: 2019 sem mês ainda definido.

Tetris Effect

É essencialmente… Tetris. Minha curiosidade em testar deveu-se a imaginar o que de especial o tradicional e simples jogo de blocos poderia apresentar para ganhar uma versão em realidade virtual. O nome em si já é genial por brincar com um efeito colateral verdadeiro causado pelo jogo. No início achei que seria difícil pois o jogador antes de mim tomou uma surra. Mas não era, inclusive passei por todos os níveis antes mesmo de acabar os 15 minutos que eu tinha direito. Mas então o que me atraiu? Cada nível tem um cenário que reage visual e sonoramente de acordo com as linhas eliminadas. As peças também mudam de formato a cada fase e é irresistível não virar a cabeça para acompanhar o que acontece ao redor. É interessante, cativa por ser tão simples, mas não me faria comprar o aparelho para usufruir do seu máximo potencial.

Data de lançamento: 9 de novembro de 2018, exclusivamente para PS4 e PSVR.

E tem muito mais por aí. Além de vários estandes e áreas da feira que vamos detalhar nas próximas postagens. Até lá!

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Consoles

Sony está trabalhando em um novo console após o lançamento do PlayStation 4 Pro

Kenichiro Yoshida, o atual presidente da Sony, confirmou que a empresa está trabalhando em um console totalmente inédito após o lançamento do PlayStation 4 Pro, que chegou em 19 de Fevereiro de 2017 no Brasil.

”A esta altura, o que eu posso dizer é que estamos trabalhando em um hardware de próxima geração.” Comentou Yoshida após ser questionado por um repórter da Financial Times sobre um possível novo vídeo-game.

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Sony Corporation é uma multinacional japonesa, sendo o quinto maior conglomerado de mídia do planeta. A empresa lançou o seu primeiro console em 1994, denominado apenas de PlayStation. Posteriormente, a multinacional teve mais nove vídeo-games, sendo eles o PlayStation 2, PlayStation 2 Slim, PlayStation 3, PlayStation 3 Slim, PSP, PSVITA, PlayStation 4, Playstation 4 Slim e PlayStation 4 Pro.

Para futuras informações a respeito do PlayStation, fique ligado (a) aqui, na Torre de Vigilância.

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Board games Games

Editora Ludofy lança o jogo Feudum

Com lançamento previsto para o mês de outubro, está chegando às lojas o elogiado board game Feudum, lançamento da editora Ludofy. Será que você consegue ser o melhor gestor neste jogo medieval? Confira detalhes abaixo!

Caramba! Você e seus parceiros foram banidos injustamente e despojados de tudo, com exceção de alguns xelins e restos de comida. Destemido, você viaja para uma terra estranha para recuperar a sua honra. Sob o olhar de sua Majestade, a Rainha Anne, você deve traçar seu caminho para a fama e glória. Você cultivará a terra, lutará como cavaleiro ou enganará seus próprios feudos?

Qualquer que seja o seu destino, uma coisa é certa: a vida medieval não é uma tigela de tortas de cereja. A terra fértil é escassa, a comida está diminuindo e criaturas fantásticas querem você como jantar! Por sorte, nem tudo que é feudal é (aham)… fútil. Se você tomar o controle das guildas locais, você poderá se tornar o mais venerado no reino.

Cada jogador controla vários personagens medievais que vagueiam o campo cuidando de fazendas, taxando as cidades e possuindo postos avançados para alcançar o poder. Mas, isso é apenas a ponta do chifre do monstro! Você também competirá para adquirir feudos cobiçados, o que aumenta seu status de membro em uma das seis guildas. Mas cuidado! Os proprietários dos feudos devem prestar homenagem ao rei através do serviço militar, ou enfrentar a acusação de deslealdade.

Uma vez sendo membro de uma guilda, você obedientemente desempenhará o seu papel em um ciclo econômico progressivo. Se você executar suas alianças sabiamente, manter o controle dos locais-chave e se adaptar melhor as mudanças de eventos, você será vitorioso. A menos, claro, se você morrer de fome, se desviar por serpentes do mar ou desenvolver um interesse doentio por uvas fermentadas. Vida longa ao rei!

Feudum é um jogo para 2 a 5 jogadores, possui tempo médio de partida de 80 minutos e classificação etária indicada para maiores de 12 anos.

O jogo chega ao Brasil em duas versões: a comum, custando R$ 450,00, e também uma Edição de Luxo (que contém itens exclusivos da versão Kickstarter), com valor de R$ 530,00. Visite a loja oficial da Ludofy clicando aqui.

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Gameplay Games

Review | Assassin’s Creed Odyssey

Se você está cansado de jogos de mundo abeto, definitivamente Assassin’s Creed Odyssey não é um jogo pra você. A Ubisoft realmente não estava brincando quando falou que seu mais novo jogo seria uma verdadeira Odisseia (desculpem o trocadilho). Não só a história inspirada na tragédia grega, mas no vasto mapa e na jornada de destrinchar todos as pequenas lacunas que se encontram no grande mundo aberto.

Em Assassin’s Creed Odyssey, você escolherá entre dois personagens, Alexios e Kassandra. Decidir com qual desses dois assassinos jogar é basicamente sua primeira missão no jogo, além de ter que adaptar-se ao uso do novo modo de exploração. Fazer escolhas, reagir a acontecimentos, tudo isso te fará mergulhar no conteúdo da história principal, e até mesmo nas missões secundárias e eventos que aparecerão durante toda sua gameplay.

Não se preocupe porque os diálogos são padronizados, ou seja, independente de qual personagem você escolha os diálogos serão sempre os mesmos, o que interferirá na história como já mencionado são suas ações. E acredite, este jogo tem mais reviravoltas que uma montanha-russa da Disney, cada escolha pode ter uma consequência, que pode chegar mais longe do que você imagina.

Há uma riqueza nos diálogos, que eu ouso dizer que só vimos igual na trilogia de Ezio. Embora todos os jogos sejam cheios de adrenalina e missões, em Assassin’s Creed Origins, as missões secundárias pareciam um pouco com “preenchedor de espaço”, missões que não acrescentavam em nada na história, mas aqui eles acertaram. Foi uma subida de degraus muito importante para a saga Assassin’s Creed.

O jogo te confunde em relação ao que é a linha de missões principais e missões secundárias, isso por conta de todas as suas missões são entregues com o mesmo peso de consequências. Às vezes é realmente difícil descobrir se você se deparou com uma conquista lateral particularmente longa ou seguiu um arco de história principal.

As grandes peregrinações de uma ilha grega para outra, estão longe de serem monótonas. Você viajará entre paisagens deslumbrantes, desde florestas, até edifícios de mármore branco na costa grega, com golfinhos e baleias coroando as ondas ao lado de seu barco. Por esses motivos, é fácil se apaixonar pela história e por esse par de assassinos.

Nessa beleza de Odyssey, é muito fácil se distrair com cada pequeno detalhe encontrado no mapa durante suas missões. A maneira como você criará sua jornada é uma experiência inteiramente única, o fato de suas escolhas serem tão abundantes, as consequências podem ser drásticas, e o mundo tão vasto, que ao participar de tudo isso você já se sente parte de uma comunidade.

E agora, o combate, precisamos conversar sobre o combate. Origins marcou um grande passo em direção a uma maneira mais RPG de fazer as coisas, nivelar seu personagem, trocar armas para adicionar nuances ao combate, e uma infinidade de outros novos recursos, mas Odyssey leva a décima potência. É resolvido algumas das peculiaridades do sistema de Origins, e outros são simplificados. Há algumas habilidades que foram trazidas e mantidas de Origins, outras melhoradas, e uma infinidade de habilidades novas implantadas, que podem ser niveladas e ativadas. E o que é ainda melhor é que você pode redefinir suas habilidades a qualquer momento por algumas centenas de dracmas, a moeda grega do jogo, ou seja, se as coisas não estão funcionando para você, você pode tentar de novo.

É esse tipo de refinamento que está presente em todo o Odyssey, mas é particularmente óbvio no combate. Falando em melhorias, podemos cravar que o desenvolvimento de Origins e Odyssey funcionou, já foi divulgado que as equipes responsáveis por ambos os jogos trabalharam em paralelo, com a equipe Odyssey aprendendo tudo o que a equipe Origins criou e depois aprimorando-a. E isso não resultou apenas no jogo sendo vendido apenas um ano após o lançamento do Origins, mas também significava que as equipes não estavam apenas jogando o sistema de combate no lixo e começando de novo, ou pensando em melhorias apenas para “rebootar” tudo. Odyssey parece uma evolução em todos os sentidos sobre Origins, mas ele usa como uma base central para se tornar um verdadeiro RPG.

Você precisará manter ajustes e trocar seus itens, porque o combate vai continuar testando você constantemente. Você não só terá que lutar contra espartanos e atenienses, mas também contra caçadores de recompensas, e mercenários que virão atrás de você, se você começar a roubar, saquear ou você sabe, assassinar. O sistema de salvamento é um tanto quando inconsistente, não ajuda muito, há momentos que é necessário um autosave, mas ele não é incorporado no momento, e a depender de seu resultado na missão, você pode perder um bom progresso no game. E por ser um jogo bem detalhado e muito “recheado”, seus tempos de carregamento são muito longos.

Levando em consideração que essas são as únicas coisas que chamaram atenção de forma negativa em toda a gameplay, realmente Assassin’s Creed Odyssey clama por elogios.

VEREDITO:

No final das contas toda sua jornada é sobre escolhas. As pessoas que você decide deixar que sigam suas vidas normais, os relacionamentos com outros personagens, as linhas de história que você segue. É um mundo e uma história extremamente “abertos”, bem feitos, com cenas extremamente bem feitas. Depois de quase 60 horas, ainda tenho muito para ver na Grécia da Odyssey, e é bem gratificante continuar explorando esse mundo. Além de aperfeiçoar tudo o que Origins fez e aprimorar de uma forma que você nunca imaginou Assassin’s Creed Odyssey pode ser muito bem o jogo definitivo da saga.

PONTOS NEGATIVOS:

  • Carregamentos lentos.
  • Sistema de salvamentos.

PONTOS POSITIVOS:

  • História Envolvente
  • Personagens
  • Aprimoramento de tudo que funcionou, e melhoramento do que não funcionou em Origins.
  • Mundo aberto bem detalhado.

NOTA FINAL: 9,5

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Games

BGS 2018 | Activision estará com Call of Duty: Black Ops 4 e mais

A Activision, revelou o que trará para a 11ª Edição da Brasil Game Show, o visitante terá a oportunidade de jogar Call of Duty: Black Ops 4, com lançamento mundial confirmado para 12/10, além de Sekiro: Shadows Die Twice, e Destiny 2: Renegados.

Além dos jogos a Activision também terá outras atrações, como Jay Puryear, Diretor de Desenvolvimento de Marca da Treyarch, e Luis Villegas, Engenheiro Chefe da Bungie, influenciadores e equipes de eSports que competirão em partidas de Black Ops 4, transmitidas no estande.

Call of Duty: Black Ops 4

Call of Duty: Black Ops 4 será lançado em 12 de outubro, durante a BGS. Para comemorar o lançamento do jogo. No estande, os fãs terão a oportunidade de testar o modo multiplayer em 30 estações. Além disso, a Activision promoverá um torneio entre youtubers com alguns dos principais criadores de conteúdo do país. Adicionalmente, haverá um torneiro amistoso de Black Ops 4 com alguns dos melhores times competitivos do Brasil.

Destiny 2: Renegados

Renegados, é a nova expansão de Destiny 2, é o momento mais transformador na história da franquia, mudando a forma como os jogadores combatem e aprofundando e ampliando a jornada dos personagens com maior liberdade de escolha.

 

Sekiro: Shadows Die Twice

Desenvolvido pela FromSoftware, os criadores de Dark Souls e Bloodborne, e publicado pela Activision, Sekiro: Shadows Die Twice estará jogável pela primeira vez na América Latina durante a BGS 2018.

É um game singleplayer em que o protagonista é um guerreiro com a missão de resgatar seu mestre, e se vingar de seu arqui-inimigo. Jogadores explorarão um sinistro mundo fantástico baseado no período Sengoku do Japão, com paisagens estonteantes, palácios gigantescos, armas bizarras e inimigos aterrorizantes. Para navegar pelo mundo, deverão utilizar novas formas de exploração vertical, e participar de combates viscerais um a um para cumprirem seus destinos. Sekiro: Shadows Die Twice terá todo o seu texto localizado para português brasileiro.

Todas as notícias sobre a Brasil Game Show podem ser vistas em: http://www.brasilgameshow.com.br/

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CS:GO | Team Vitality entra para o cenário

A Team Vitality anunciou a sua entrada no cenário de Counter-Strike: Global Offensive, nessa segunda-feira (08).

A line-up conta com 5 jogadores franceses, sendo três deles campeões de Major pela organização americana Envy.

  • Nathan “NBK-“ Schmitt
  • Dan “apEX” Madesclaire
  • Vincent “Happy” Schopenhauer
  • Cédric “RpK” Guipouy
  • Mathieu “ZywOo” Herbaut
  •  Philippe “faculty” Rodier (coach)

Nathan “NBK-“ Schmitt, Vincent “Happy” Schopenhauer e Dan “apEX” Madesclaire conquistaram a DreamHack Open Cluj-Napocaem 2015.

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Games

The Quiet Man chega em Novembro para PS4 e PC

A Square Enix anunciou que The Quiet Man será lançado em 1º de Novembro para PlayStation 4 e PC (via Steam).

Anunciado na E3 2018, The Quiet Man traz a história de Dane, um personagem surdo, que investigará o misterioso assassinato da cantora Lyla.

The Quiet Man misturará cenas live-action com gameplay. O game terá duração de mais ou menos 3 horas.

Aqueles que comprarem entre os dias 1 e 15 de novembro, ganharão um tema exclusivo e oito avatares grátis para o PlayStation 4. Já na Steam, os jogadores receberão sete wallpapers para computador e celulares. Além disso, The Quiet Man estará com 10% de desconto durante esse período.

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Board games Games

Mandala Jogos lançará Lockup, jogo que está em financiamento no Kickstarter

Restando apenas cinco dias para o fim da campanha no Kickstarter, em breve o jogo Lockup: A Roll Player Tale estará sendo produzido e enviado aos apoiadores. Para o público brasileiro, a Mandala Jogos está oferecendo uma pré-venda com desconto onde já é possível reservar seu exemplar. Confira detalhes abaixo!

Durante a Invasão Dragul em Nalos, os leais soldados do Rei Taron jogam lacaios capturados na Prisão de Kulbak, onde portões encantados e guardas construtos tornam uma fuga quase impossível. Uma vez por ano, Taron libera a gangue mais durona entre todos os prisioneiros de guerra para lutar no Coliseu real.

Você comanda um desses esquadrões Dragul capturados. Reúna capangas e crie contrabandos para aumentar sua reputação. Mantenha baixa a sua suspeita com os guardas enquanto se estabelece como a gangue mais poderosa de Kulbak. Em seis dias curtos, Taron pode oferecer-lhe a chance de lutar por sua liberdade.

Lockup é um jogo competitivo de alocação de trabalhadores para um a cinco jogadores, com idade mínima de 10 anos. Cada partida possui um tempo estimado de duração de 90 minutos.

A campanha no Kickstarter já está chegando aos $62,500 arrecadados, de uma meta original de $40,000. O jogo é composto por um manual de regras, 65 marcadores de recursos, 22 marcadores de poder, 12 marcadores de suspeita, um tabuleiro double-sided, 5 playmats de equipe, uma playmat de guarda (para jogo solo), mais de 130 cartas, 5 marcadores de reputação, 5 prisões, 1 token de primeiro jogador e 1 marcador de round.

A produção é da Thunderworks Games, responsável por jogos como Bullfrogs e Roll Player.

O preço sugerido é R$ 249,90. A previsão de entrega do jogo, após o final da campanha, está marcada para outubro de 2018. Confira a pré-venda com desconto clicando aqui.

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Games

Novas artes conceituais de Spider-Man, mostram mais dos visuais alternativos dos vilões

A Sony ao lado da Insomniac liberou algumas artes conceituais de Spider-Man, que detalham os visuais do Doutor Octopus, Senhor Negativo e Electro.

O jogo é uma reformulação do universo do Aranha no mundo dos games, que apesar de ter elementos exclusivos nunca vistos antes em outras mídias do herói, o game é uma bela homenagem ao universo do teioso, sendo considerado um dos mais fieis de todos os tempos.

 Apesar de não ter nenhuma ligação com os filme, o traje do cabeça de teia será uma mistura de todos os filmes do Homem-Aranha que já foram ao cinema, incluindo o mais recente do Tom Holland. O Senhor Negativo é o vilão principal da trama.

Exclusivo de PlayStation 4, Spider-Man já se encontra disponível para o console.

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Card Games Games

Hasbro lança Transformers Trading Card Game nos Estados Unidos

No dia 28 de setembro a Hasbro lançou oficialmente o Trading Card Game (TCG) de Transformers nos Estados Unidos. Confira detalhes abaixo!

TCG, ou jogo de cartas colecionáveis (JCC em português), são jogos onde cada jogador cria seu baralho de acordo com a estratégia que mais lhe agrada para atingir seus objetivos em cada partida. Algumas das franquias mais famosas incluem Magic: The Gathering e Pokémon.

O TCG de Transformers foi lançado oficialmente no dia 28 de setembro, última sexta-feira, nos Estados Unidos. Jogado por dois jogadores, cada um deve compor seu deck de cartas com um time de Personagens Transformers, e um deck com 40 ou mais Cartas de Batalha.

Além dos típicos boosters (expansões para o jogo, contendo mais cartas), a Hasbro também lançou o Autobots Starter Set. Este set é composto por 4 cartas foil (brilhantes) de Personagens Transformers, um deck de 40 Cartas de Batalha, contadores de dano, e um manual de regras para dois jogadores contendo as explicações da versão básica. A lista de cartas deste pacote pode ser conferida aqui.

A Hasbro também disponibilizou o manual de regras online, em inglês. Acesse-o clicando aqui.

Cada booster pack do jogo (contendo uma carta foil e sete cartas de batalha) custa em média US$ 3,99. Na Amazon americana, o Starter Set dos Autobots custa US$ 17,95.

O brasileiro Marcelo Matere trabalhou na arte do jogo. Não há previsão do lançamento de Transformers TCG para o Brasil. Para ficar por dentro das novidades, visite o site oficial do jogo clicando aqui.