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Diretor de Final Fantasy XV deixa a Square Enix; Jogo tem 3 DLCs canceladas

A Square Enix havia marcado uma transmissão para comemorar o segundo aniversário de Final Fantasy XV, e iria anunciar algumas novidades sobre o jogo. No entanto, os anúncios não foram tão agradáveis assim, e o aniversário parecia mais um funeral.

Para começar, 3 das 4 DLCs, planejadas para o ano que vem, foram canceladas. São elas: Episode Lunafrey, Episode Aranea e Episode Noctis.

Restando somente Episode Adryn, vilão do jogo, que será lançado em Março de 2019.

Em seguida, foi anunciado que Hajime Tabata, diretor do jogo, não só deixou a Luminous Productions, como também a Square Enix. Em carta, o diretor diz que irá abrir um estúdio em breve.

Mas, para compensar os fãs (ou quase isso), a empresa anunciou que o modo multiplayer, Final Fantasy XV: Comrades, será lançado em standalone em 12 de dezembro. E que fará um crossover com Final Fantasy XIV, já no dia seguinte.

https://www.youtube.com/watch?v=r2iyvyWWNL4

Que baita aniversário ein?

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Primeira DLC de Graveyard Keeper, Breaking Dead, já está disponível

A tinyBuild acaba de lançar a primeira DLC de Graveyard Keeper, nomeada de Breaking Dead, em comemoração ao vindouro Dia das Bruxas.

Confira o trailer:

A atualização incluí uma mesa de ressurreição ao seu necrotério. Os zumbis poderão craftar itens e cuidar do cemitério. Além de poderem ser aperfeiçoados.

Breaking Dead já está disponível gratuitamente para os usuários da Steam.

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Confira a lista de jogos do PlayStation Classic

A Sony divulgou a lista de jogos que acompanharão o PlayStation Classic, a versão mini do primeiro PlayStation que foi anunciado em Setembro, e trará 20 jogos clássicos, confira a lista:

  • Battle Arena Toshinden
  • Cool Boarders 2
  • Destruction Derby
  • Final Fantasy VII
  • Grand Theft Auto
  • Intelligent Qube
  • Jumping Flash
  • Metal Gear Solid
  • Mr Driller
  • Oddworld: Abe’s Oddysee
  • Rayman
  • Resident Evil Director’s Cut
  • Revelations: Persona
  • Ridge Racer Type 4
  • Super Puzzle Fighter II Turbo
  • Syphon Filter
  • Tekken 3
  • Tom Clancy’s Rainbow Six
  • Twisted Metal
  • Wild Arms

https://youtu.be/88ACUOvfDEw

Também foi divulgado a lista dos jogos que serão lançados na versão japonesa do console, e que conta com algumas mudanças:

  • Arc the Lad
  • Arc the Lad II
  • Armored Core
  • Ridge Racer Type 4
  • Intelligent Qube
  • GRADIUS Gaiden
  • XI
  • SaGa Frontier
  • G Darius
  • Jumping Flash! Aloha Baron Funky Volume 3
  • Super Puzzle Fighter II X
  • Tekken 3
  • Fighting Spirit
  • Resident Evil
  • Parasite Eve
  • Final Fantasy VII
  • Mr. Driller
  • Persona
  • Metal Gear Solid
  • Wild Arms

PlayStation Classic chegará nos EUA e no Japão em 3 de dezembro. Nada foi dito sobre a chegada do console no Brasil.

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Insomniac disponibiliza o trailer de lançamento da DLC The Heist

A Insomniac lançou um trailer de lançamento da DLC The Heist, que segue os eventos vistos na campanha principal de Spider-Man e que contará com o amigão da vizinhança e a Gata Negra como protagonistas.

O jogo é uma reformulação do universo do Aranha no mundo dos games, onde a Insomniac promete algo épico e empolgante para os fãs do herói. Apesar de não ter nenhuma ligação com os filme, o traje do cabeça de teia será uma mistura de todos os filmes do Homem-Aranha que já foram ao cinema, incluindo o mais recente do Tom Holland. O Senhor Negativo é o vilão principal da trama.

 The Heist já está disponível para PlayStation 4.

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Board games Games

Jogo de miniaturas Star Wars: Rebellion chega ao Brasil pela Galápagos Jogos

Um novo jogo de Star Wars está sendo lançado pela Galápagos Jogos! Star Wars: Rebellion vai permitir que os jogadores mergulhem no embate épico entre o Império Galático e a Aliança Rebelde, com poder militar e táticas de guerrilha. Confira detalhes abaixo!

Os últimos resquícios da Velha República foram eliminados e o Império governa a galáxia através do medo. Sua recém construída estação bélica, a Estrela da Morte, é forte o suficiente para destruir qualquer ameaça. Mas ainda assim, há uma nova esperança. Um pequeno grupo de corajosos escolheu enfrentar o Império. De sua base secreta, estes Rebeldes planejam derrubar o Império e restaurar a liberdade na galáxia.

Star Wars: Rebellion permite que os jogadores revivam o embate épico entre o Império Galático e a Aliança Rebelde. Assuma o controle do Império e use todo seu poder militar para aniquilar a base Rebelde ou inicie uma Rebelião de larga escala utilizando táticas de guerrilha e sabotagem.

Para ser vitorioso neste conflito, você precisará mais do que somente armas de guerra. Você precisará de heróis. Personagens clássicos podem executar missões secretas para ganhar vantagem para a sua causa ou enfraquecer o adversário. Envie Luke Skywalker para receber seu treinamento Jedi em Dagobah ou faça Darth Vader congelar Han Solo em carbonita!

Jogando como o Império, você pode comandar legiões de stormtroopers, enxames de TIEs, Destróiers Estelares, e até mesmo a Estrela da Morte. Você governa a Galáxia pelo medo, confiando no poder de seu massivo exército para reforçar sua vontade. Para vencer o jogo, precisará exterminar a formação da Aliança Rebelde encontrando suas bases e destruindo-as. No caminho, você pode subjugar mundos ou até mesmo destruí-los.

Jogando com os Rebeldes, você pode comandar dezenas de troopers, T-47 Airspeeders, Corvetas Corelianas e esquadrões de caças. Entretanto, estas forças não são páreas para o poderio militar do Império. Em termos de força bruta, você se encontra claramente subjugado desde o início, portanto você precisa fazer com que planetas juntem-se a sua causa e execute ataques militares cirúrgicos para sabotarem estaleiros imperiais e roubar valiosas informações. Para vencer a Guerra Civil Galática, você precisa balançar os cidadãos galáticos para sua causa. Se sobreviver por tempo suficiente e fortalecer sua reputação, você irá inspirar a galáxia para uma revolta de escala galática, então você vencerá.

O jogo é composto por: 89 Miniaturas Imperiais e 64 Miniaturas Rebeldes, 68 Cartas de Missão, 34 Cartas de Ação , 31 Cartas de Sonda, 30 Cartas Táticas, 15 Cartas de Objetivo, 39 Marcadores de Lealdade, 32 Marcadores de Dano, 25 Líderes com Suporte, 10 Marcadores de Sabotagem, 7 Anéis de Anexação, 3 Marcadores de Sistema Destruído, 1 Marcador de Reputação, 1 Marcador de Tempo, 10 Dados Personalizados, 2 Planilhas de Facção, 1 Livro Aprenda a Jogar, 1 Guia de Referência e 2 Tabuleiros.

O tempo médio de duração de cada partida é de 4 horas, e o jogo é indicado para maiores de 14 anos, podendo ser jogado por 2 a 4 jogadores. O preço sugerido é R$ 499,90. Acesse a página oficial do jogo no site da Galápagos clicando aqui.

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Spider-Man ganha as suas primeiras atualizações

A Insomniac em parceria com a Sony, anunciou que as primeiras atualizações para o jogo Spider-Man já estão disponíveis.

O game ganhará um novo nível de dificuldade denominado de  Ultimate, que será possível recomeçar a história do zero, mas com os mesmos itens adquiridos no antigo save. Ultimate desafiará os melhores jogadores e fãs do herói, colocando quem está jogando na pele do amigão da vizinhança, sentindo a mesma adrenalina que o personagem sente durante as batalhas.

Já para aqueles que gostam de fotografar o amigão da vizinhança, foram adicionadas novas camadas em sua lente e um foco angular mais potente na câmera do game.

Por último, dois novos troféus foram adicionados nessa atualização, que poderão ser adquiridos ao decorrer que o Homem-Aranha evolui como herói durante sua jornada aracnídea.

Exclusivo de PlayStation 4, Spider-Man já se encontra disponível para o console.

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Review | Call of Duty: Black Ops 4

Mais um ano, mais um Call of Duty chega às lojas. Seguindo a já tradicional troca de franquias, a série Black Ops chega em seu quarto título, trazendo como novidade, o famigerado Battle Royale. Desenvolvido novamente pela Treyarch, Call of Duty: Black Ops 4 foi lançado no último dia 12 de outubro. Mas será que vale a pena?

Sai o Modo Campanha, entra o Battle Royale

Vamos começar pelo que todo mundo quer saber: o modo Blackout, presta?

Muitos torceram o nariz quando disseram que Black Ops 4 não teria a presença de um Modo Campanha, como todos os jogos anteriores. E quando anunciaram que o jogo teria um Modo Battle Royale, a comunidade se revoltou. Mas parece que isso não se reverteu nas vendas, afinal, Call of Duty: Black Ops 4 faturou mais de U$500 milhões em seu primeiro final de semana.

O estouro de PlayerUnknown’s Battlegrounds, seguido pela explosão de popularidade de Fortnite, fizeram com que o gênero Battle Royale se tornasse uma febre entre os gamers e desenvolvedoras, todo mundo quer um Battle Royale em seu jogo, ainda que grande parte do público não suporte ver jogos do tipo fazendo sucesso.

O Mapa de Blackout.

O modo Blackout traz um gigantesco mapa, que reúne lugares conhecidos da série Black Ops em um só lugar. Como a maioria dos jogos desse estilo, o mapa traz suporte para até 100 jogadores, quando o servidor decide funcionar, e ganha quem sobreviver por último. Caso tenha jogado PUBG, o esquema é o mesmo. O jogador deve catar armas, miras, grips, granadas, coletes, entre outros. Todos os itens são encontrados por todo o mapa e o player deve escolher as melhores configurações para a sua arma. Há opções de partidas Solo, Duo e em Squad de até 4 pessoas.

No entanto, apesar dos mapas aguentarem até 100 pessoas, raramente, pelo menos nessa semana inicial do jogo, as partidas serão preenchidas com a total quantidade. Ao que parece, mesmo que muita gente esteja jogando Black Ops 4, a maioria das pessoas decidiram partir para os outros modos de jogo. Parece que Blackout ainda não caiu no gosto dos fãs de Call of Duty.

Mas o que faz Blackout se destacar no meio de todos esses jogos do mesmo gênero que surgiram recentemente?

A resposta é simples: é Call of Duty.

É praticamente o mesmo jogo, somente aperfeiçoado com a jogabilidade de um Battle Royale, tudo o que você conhece na franquia, está presente aqui. Os gráficos do modo Blackout são bem inferiores aos dos demais modos do jogo, provavelmente para que a visão dos jogadores fique mais “embaçada”, e causar uma imersão maior. Mas isso é um achismo meu.

Os modos Multiplayer são os já conhecidos pelos fãs da franquia, Free For All, Team Deathmatch, Heist, entre outros. Não tem muito o que falar sobre eles, tirando o fato de que a cura automática não está mais presente, agora temos um botão específico para ele, e também não há Jetpacks ou andar pela parede. Há 10 tipos de especialistas, cada um possuindo uma habilidade especial. Escolha aquele que te agrade e que possa ajudar a sua equipe.

Os jogadores casuais não irão ligar tanto para a parte de customização de Classes e Scorestreaks, mas aqueles que já estão acostumados com a franquia, podem esperar um prato cheio.

Também temos a possibilidade de jogar em splitscreen, algo que não havia sido anunciado anteriormente e só foi descoberto no dia do lançamento.

O modo Zombies também está de volta, completando 10 anos de existência, e agora com uma estética diferenciada, trazendo uma espécie de Gladiadores Romanos, e talvez seja o que mais se assemelha a um modo Campanha em Black Ops 4, tendo uma lore em volta dele. Há três tipos de jogos disponíveis até o momento: IX, Voyage of Despair e Blood of the Dead. Se você procura uma diversão, Zombies é para você.

Falando novamente do Modo Campanha, a falta do mesmo é um buraco que Blackout não conseguiu preencher. Apesar de não possuírem uma história tão inspiradora, ela chamava novos jogadores, ao utilizar atores conhecidos do público em geral, e era uma opção para aquele jogador que não possui vontade de jogar online.

A jogabilidade em Call of Duty: Black Ops 4 em um modo geral, não apresenta tanta diferença se comparada aos seus antecessores, tirando alguns detalhes já citados acima. É algo bom, mas ao mesmo tempo ruim, pois dá um sinal de comodidade, ainda que Blackout tenha vindo para dar um novo ar a franquia.

VEREDITO:

Apesar de Blackout ser uma ótima adição à franquia, ele não consegue suprir a necessidade de um Modo Campanha, ainda mais quando se tem um jogo que custa tão caro no Brasil. Se eu tivesse que sugerir algo, seria que, o modo deveria ser de graça. Ou quem sabe, um jogo separado. Para os fãs de Multiplayer, onde a Activision realmente quer se focar agora, Call of Duty: Black Ops 4, é um prato cheio.

NOTA: 8.5

A análise foi feita a partir de uma versão do PlayStation 4, e agradeço a Activision pelo envio do código. Call of Duty: Black Ops 4 também está disponível para Xbox One e PC (via Battle.Net).

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Consoles Games

Spider-Man | Jogo adicionará três novas roupas para o herói

A Sony liberou a primeira imagem oficial dos três novos trajes que estarão disponíveis em Spider-Man, que são: Aranha Escarlate (Kaine Parker), Homem-Aranha do Reino Unido e Traje Resiliente.

A novidade fica por conta do Traje Resiliente, que foi criado pelo artista Gabriele Dell’Otto com exclusividade para o game, assim como o Velocity Suit.

 

Apesar de não ter nenhuma ligação com os filmes, a roupa do cabeça de teia é uma mistura de todos os filmes do Homem-Aranha que já foram ao cinema, incluindo o mais recente do Tom Holland. O Senhor Negativo é o vilão principal da trama.

Exclusivo de PlayStation 4, Spider-Man já se encontra disponível para o console.

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Brasil Game Show 2018 – Parte 2

E cá estamos nós para a segunda parte do resumão da Torre de Vigilância na Brasil Game Show 2018.

Xbox

Como já é de costume, a Microsoft marcou presença na 11ª edição da Brasil Game Show. Esse ano, o estande teve uma peculiaridade. Em virtude das viagens de Phil Spencer ao Japão, que teve como consequências as revelações de diversos jogos japoneses na E3 2018, o estande da Microsoft teve alguns jogos nipônicos, coisa que não estamos acostumados a ver nos palcos da criadora do Xbox.

Kingdom Hearts III

Também disponível no estande da Sony, a demo de Kingdom Hearts III na BGS 2018 possui duas fases, uma que se passa no mundo de Toy Story, onde conversamos com Woody e companhia, e a outra, é no mundo de Hércules, que traz uma Boss Battle contra o Titan. Essa última foi a que eu consegui testar.

Começando pelo ponto negativo, durante a fase, temos vários momentos onde devemos escalar a montanha com Sora, enquanto temos rochas sendo jogadas em nós e tendo que desviar das mesmas.

A jogabilidade nessa parte é um tanto mal feita, pelo menos na demo. Os movimentos que fazemos para desviar das pedras não é fluido, e fica um tanto esquisito, muitas vezes o personagem simplesmente sai da montanha. A câmera do jogo também é bem bugada em algumas partes.

Já a gameplay de batalha, apesar de ser bem simples, está bem feita. É basicamente esmagar botão, ativar especiais e derrotar os inimigos. A Boss Battle também foi bem fácil, dando a entender que deve ser um dos chefões iniciais do jogo.

Kingdom Hearts III lança em 29 de Janeiro de 2019 para PS4 e Xbox One.

Jump Force

O que falar de Jump Force… É triste, no mínimo. O hype é o maior inimigo desse jogo.

Desde que foi apresentado, eu já não havia gostado da modelagem 3D que a Spike Chunsoft tinha dado ao game. E quem imaginaria que isso seria não seria a pior parte da demo…

Os comandos são bastante lentos, pra um jogo de luta, o tempo de resposta era demorado e o meu personagem facilmente era atingido, mesmo que eu tenha clicado antes. A câmera do jogo é muito bugada, em algumas partes era impossível saber o que estava acontece. Além disso, em alguns momentos o framerate caia, coisa que inclusive, eu ouvi dizer que está acontecendo na Beta que está rolando nesse fim de semana.

Sem falar no loading que demora uma eternidade, e praticamente metade do tempo de teste é dedicado a ele.

Além das skins, os personagens não possuem nenhuma diferença notável, incluindo as movimentações. Cada um tem seus especiais, baseados em seus mangás, mas de resto, são todos iguais. O maior atrativo do jogo realmente será ver todos esses personagens da Shonen Jump juntos, pelo menos esperamos que o modo história seja razoavelmente bom.

Pelo menos os efeitos dos ataques especiais estão legais.

Jump Force chega no mês de Fevereiro, ainda sem data divulgada, para PS4, Xbox One e PC.

No estande, também estavam disponíveis, Devil May Cry 5 (presente também no Estande da Capcom, veja abaixo), Ori and the Will of the Wisps, Mônica e a Guarda dos Coelhos e o recém lançado Forza Horizon 4.

Warner Bros, Capcom, EA e Ubisoft

As empresas decidiram se juntar e criar um mega-estande, indo do contagiante Just Dance 2019 ao intrigante Resident Evil 2. O estande contou com os recém lançados FIFA 19 e Assassin’s Creed: Odyssey, além de ter a presença do esperado Devil May Cry 5.

Devil May Cry 5

Não se mexe no que tá ganhando. Com presença de Michiteru Okabe, produtor de DMC 5 no evento, o jogo foi bem prestigiado no estande da Warner. A demo era muito precisa e por pouco não a terminei. Faltou só destruir o chefão, mas o tempo acabou. Gosto mais da espada que das armas de fogo. É mais desafiador jogar assim.

Mais um bom jogo de ação com ótima movimentação e agilidade vem aí.

Data de lançamento: 8 de março de 2019. Para PS4, Xbox One e Microsoft Windows.

Detalhe: Okabe apareceu no estande da Warner por volta das 18h de sábado, dia mais concorrido do evento e poucos notaram sua presença! Muito porque na hora, bem em frente ao estande de seu jogo, estava tirando fotos com fãs Yoshiaki Hirabayashi, produtor de…

Resident Evil 2

As duas últimas gerações foram conhecidas por diversas novas versões de jogos antigos. A própria franquia de Resident Evil já passou por isso há mais de dez anos. Enfim, considerada uma falta de criatividade requentar algo que já saiu faz tanto tempo. Considerava.

RE2 me surpreendeu. E muito. A história é a mesma porém o jogo é outro. Que bom. RE2 ainda é bem presente na minha memória pois me marcou muito. Nesta demo, escolhi Leon e explorei a delegacia de Raccon City. O cenário é ligeiramente diferente do que eu lembrava e sim: Propõe muito mais sustos. Fui pego de surpresa por dois zumbis mas consegui ir até o fim.

Os quebra-cabeças voltaram. O desafio é muito mais presente doque na fase quase acéfala entre RE4 e RE6. Seria até um desrespeito manchar, para mim, o melhor jogo da franquia com um Remake mais fácil e apenas com ação.

Ponto também para o estande que, aproveitando a expectativa e vinda de seu produtor, foi totalmente temático recriando a delegacia onde se passa o jogo. A fila de espera passou de 2 horas nos dias normais de feira. Até quem aguardou mais tempo crava que valeu a pena. O jogo também estava disponível no estande da Sony, mas com agendamento prévio via aplicativo. A meu ver, o melhor jogo da BGS 2018.

Data de lançamento: 25 de janeiro de 2019 para PlayStation 4, Xbox One e Microsoft Windows.

Hitman 2

Admito que a demo de Hitman 2 que eu joguei não foi muito agradável assim. Provavelmente pelo fato de eu não ter muito contato com a série, inclusive não joguei o jogo anterior. Na demo, somos jogados no meio de uma missão onde temos de assassinar dois alvos. No entanto,  o jogo não te explica os comandos, então o jogador novato acaba tendo que falhar diversas vezes, até pegar a manha.

As telas de carregamento são bem demoradas também, mas nada que não possa ser ajustada na versão final.

Agora sendo distribuído pela Warner Bros, Hitman 2 chega em 13 de Novembro de 2018 para PS4, Xbox One e PC.

Activision

Além da presença de Sekiro: Shadows Die Twice, a Activision trouxe a já lançada expansão de Destiny 2: Renegados, e Call of Duty: Black Ops 4, que foi lançado durante a feira, inclusive estando disponível para a venda no próprio evento.

Call of Duty: Black Ops 4

Joguei uma partida do já tradicional Team Deathmatch, e não tem muita diferença com os jogos anteriores da franquia, tirando o fato da cura não ser mais automática, ela está lá agora como uma habilidade ativável, mas que possui um tempo de recarga.

O principal atrativo de Black Ops 4 é o seu modo Battle Royale, chamado de Blackout.

Call of Duty: Black Ops 4 chegou nessa sexta-feira, dia 12 de outubro, para PS4, Xbox One e PC.

Battlefield V (Rawar)

Diferente do indicado na programação do evento, Battlefield V não estava no estande da Warner, e sim no da Rawar, e exclusivamente para teste em versão PC. Com turmas de mais de 10 pessoas, a demo de 15 minutos foi um como se vê nos campeonatos de jogos de tiro. Resultado: tomei uma surra.

Não costumo jogar com mouse e teclado, e por isso acho que foi ruim ao evento o jogo estar disponível apenas desse jeito. Uma pena.

Data de lançamento: 20 de novembro de 2018. Para PS4, Xbox One e Microsoft Windows.

E essa foi a segunda parte da nossa ida a Brasil Game Show 2018. Confira também a Primeira Parte, e a nossa visita ao estande secreto da Nintendo.

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Brasil Game Show 2018 – Especial Nintendo

Antes da BGS de 2018 começar uma notícia pegou todos de surpresa: A Nintendo voltava ao evento após um hiato de seis anos. Ao publico geral e imprensa, foi divulgado que seria em forma de apoio à área de cosplay. E realmente aconteceu: O espaço para os desfiles e apresentação do público fantasiado que recheava a feira em vários pontos se concentrou lá. Inclusive, diariamente era possível tirar fotos com os personagens Mario, Luigi e Donkey Kong. Charles Martinet, dublador da turma dos encanadores bigodudos também esteve lá e mobilizou filas em busca de fotos e autógrafos.


Mas algo mais estava, tal qual um cheat code dos velhos tempos de videogame, escondido na feira: Um pequeno espaço onde era possível experimentar jogos de Nintendo Switch, inclusive os inéditos Pokemon Let’s Go! e Super Smash Bros Ultimate. Os testes estavam disponíveis apenas para a imprensa, porém não era divulgado: Os organizadores que vinham nos convidar. Conseguimos? Sim! E agora compartilho esta epopeia com vocês.

Desde o primeiro dia, o dedicado exclusivamente à imprensa e VIPs, na sala de imprensa havia conversa sobre a tal sala secreta, uma vez que alguns já tinham experimentado. O problema é que muitos não sabiam onde a mesma era localizada tampouco como ter acesso. Inclusive fomos ao espaço cosplay várias vezes em busca de informação e nada sabiam por lá. Após algumas conversas, descobrimos que se situava numa pequena sala onde a fachada indicava ser para quem estivesse disposto a fazer negócio com espaço e estande para a BGS 2019. Ou seja: A área Business.

No terceiro dia, um companheiro nosso chamado Marcelo, da Rio Rock Way, conseguiu testar os jogos, mas como estávamos no mesmo momento na área indie (que vamos contar em outra matéria) não pudemos correr para lá por ser do outro lado do extenso pavilhão. Por sorte, ele levou com ele um cartão da Torre com o nome e contato do Pedro Ladino, e em caso de espaço na agenda, seria possível para nós testar também.

Eis que no sábado, dia 13 e mais concorrido da feira, pouco antes de eu testar Tetris Effect, recebo uma mensagem do Pedro que um representante o procurou. O problema: Justo naquele dia Pedro não estava na feira e eu estava testando no mesmo momento um jogo em VR que nem me permitia ver as mensagem no celular. Assim que termino Tetris, quase que simultaneamente uma pessoa identificada como Igor me contacta e pede para ir correndo ao espaço secreto. Mandou uma foto da entrada e fui, atravessando uma correnteza de pessoas e cortando caminho dentro de estandes. Chegando lá, o segurança espera alguém me autorizar a entrar. Mostro a foto do Igor e sou habilitado.

A sala, chamada apenas de SALA B realmente era pequena e dei sorte de no momento de adentrar, por volta das 16h de sábado, poucas pessoas estarem lá além de cerca de seis instrutores. Outros jogos estavam disponíveis para testar no Nintendo Switch: Fifa 19, Mario Tennis Aces e Mario Kart 8. Esses poucos jogavam, pois já haviam sido lançados. Dois representantes estrangeiros estavam na sala, um parecia ser japonês e outro norte-americano. Estes, os mais vigilantes sobre a atividade la dentro.

Muito importante: O registro de conteúdo do lugar era muito restrito. Não era permitido filmar, fotografar ou gravar as instruções de Pokemon Let’s Go! e para Super Smash Bros Ultimate apenas poderia fotografar durante as partes de gameplay e não diretamente a tela. Somente mostrando pessoas jogando também. Tela de personagens e escolha de cenário estavam proibidos. Dito isso, vamos às nossas impressões dos jogos:

Pokemon Let’s Go! Pikachu

Nesta demo de rigorosamente 8 minutos, fui auxiliado por um instrutor para escolher o personagem companheiro e saber como mexer no controle em forma de pokébola e navegar pelo cenário. O controle é pequeno, parece do tamanho das pokébolas do desenho antes de inflarem. O controle tem um direcional bem no meia da pokébola e pressional funciona como botão A. Na parte vermelha da pokébola, temos o botão B. O controle ainda tem efeitos sonoros, onde ouvimos o pokemon ao ser capturado. É possível usar o controle normal de Nintendo Switch, porém escolhi o controle especial.

O jogo tem uma visão parecida com os jogos de Gameboy, a diferença é que não se batalha mais com o pokemon antes de tentar capturá-lo e os mesmos não ficam mais escondidos na grama. São salientes ao cenário. Pode-se analisar cada pokémon capturado e até brincar com eles, numa espécie de Tamagotchi. Assim como escolher qual pokémon para seguir seu criador pelo cenário além do Pikachu, que não saia do seu ombro.

Não encontrei dificuldade nos lançamentos nem na captura, apesar de ser canhoto e a pokébola sempre ser lançada na direção oposta que eu mirava por esse motivo (que pode ser calibrado, mas não fiz pelo pouco tempo que tinha) e simplesmente nenhum pokemon capturado fugiu ao primeiro arremesso. Nenhum pokémon fugiu ao primeiro arremesso. Capturei Jigglypuff, Ratatat, Nidoran ♀ e Oddish. Nenhum Shiny, apesar de ouvir uma conversa que durante a E3 conseguiram capturar pokémon deste tipo na mesma Demo. Interessante é que, a cada captura, todos os seus pokémon também ganham experiência. Já nas batalhas, é igual ao Gameboy: Chega-se perto do oponente, escolhe-se o pokémon e os ataques são em turno. Simples.

A interação prometida com Pokemon Go, o jogo de celular, nem sequer foi cogitada no teste devido ao sigilo. Nenhum videogame estava conectado à internet. Curiosamente, alguns visitantes jogavam Pokemon Go! no celular esperando sua vez.

Pokemon Let’s Go! Pikachu e Pokemon Let’s Go! Eevee serão lançados em 16 de novembro de 2018, exclusivos para Nintendo Switch.

Super Smash Bros Ultimate

Aqui pude jogar mais. BEM mais. Joguei cerca de 7 partidas com turmas sempre de 4 jogadores, cada uma com um personagem diferente. 30 personagens de diversas franquias estavam à disposição na Demo. Joguei com Ryu, Mewtwo, Cloud, Link, Zelda, Fox Mccloud e Samus. Demorei um pouco para me acostumar com o controle, ainda mais porque um dos ataques fica no direcional da parte direita do controle. Quando faltava participantes, algum instrutor vinha jogar conosco.

O jogo é uma bagunça, no melhor sentido que podemos considerar a palavra. Quatro jogadores ao mesmo tempo digladiando para no fim sobrar um. É muito divertido, mas às vezes se perde o personagem controlado na tela. Tomei uma boa surra e fiquei em último nas duas primeiras rodadas, mas fui me acostumando. Ver Mewtwo com a pele de tanooki de Super Mario Bros 3 é impagável. Em caso de empate, os personagens participam de uma morte súbita. Um golpe e temos o campeão. Foi assim que consegui a primeira vitória.

Os cenários aguardam várias surpresas, até nos que temos partes dos jogos de Sonic The Hedgehog, por exemplo. O chão de desfaz.

Itens estão espalhados em tudo que se vê e os personagens Bowser Koopa e Bayonetta são os mais fortes. Apelação é a palavra para quem os escolhe. Mas com estes não joguei, só levei porrada. Um que gostaria de ter jogado era a versão poligonal “invisível” de Little Mac, de Punch Out! Divertida inclusive a quantidade de uniformes alternativos dos personagens.

Joguei tanto que galguei todas as posições qualificatórias possíveis: do 1º ao 4º lugar. Terminei apenas pois mais participantes chegavam. E ao sair na sala, que ainda tinha uma boa quantidade de suco, doces e salgados aos convidados, pude ver que apareci na hora certa, apesar de sábado ser o dia mais concorrido da feira: cerca da 12 convidados esperavam sua vez para entrar.

Data de lançamento: 7 de dezembro de 2018.

Com nosso amigo Marcelo tentei voltar à sala mais próximo do encerramento pois ele gostaria de tirar fotos em melhor qualidade, mas a fila de espera não permitiu. Definitivamente, fui no melhor horário possível.

E este foi o último dia da sala secreta. No domingo, esta não estará funcionando. Sorte nossa que conseguimos no último dia. Espero sinceramente, que mesmo com uma ação restrita em território brasileiro, a Nintendo volte e alcance mais espaço novamente na BGS. Sem um estande na feira desde 2012, onde mais de três horas de fila foram necessárias para jogar Wii U, o público se mostrou satisfeito com seu retorno.