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Primeiras Impressões | Koi to Uso

Vamos falar sobre Koi to Uso. Histórias que começam com “Num futuro não tão distante…” normalmente têm várias coisas que com certeza não existiram num futuro não tão distante. Isso é quase que uma regra da ficção (científica). Mas quando tratamos do Japão, as coisas numa história dessas são bem mais plausíveis do que imaginamos. Japonês é um povo estranho mesmo.

De vez em quando nós paramos para refletir sobre nossas vidas, sobre todos os anos que temos nas costas… Pensamos sobre como nossos tempos de colégio já estão lá pra trás (ou não! Mas estarão um dia!), numa época distante… Daí vem um anime desse tipo e faz você perceber que, de verdade, tua cabeça ainda está na quinta série.

Incrível como, não importa a maturidade que você tenha, a sua idade ou seu estado civil, quando certos assuntos são tocados, nossa mente instantaneamente regressa para o auge dos nossos doze anos. E o mais legal é que eu não preciso citar nenhum exemplo, todo mundo sabe do que eu estou falando.

https://youtu.be/2CS87AfcD1A

Koi to Uso trata justamente de um desses temas: romance cinematográfico. Você acaba torcendo tanto para tal casal dar certo, que sua mente desaparece e tudo que você consegue fazer é dar gritinhos e espernear.

Eu totalmente não fiz isso…
Aham

De qualquer maneira… O mais impressionante de tudo, e que vale como um enorme ponto positivo, é a famigerada “desconstrução” (palavra que eu detesto, mas que por motivos diversos pode ser encaixada aqui) do principal paradigma do gênero: a enrolação.

Se você já assistiu qualquer anime que possuísse qualquer forma de “romance” em sua narrativa (não importa se foi um Harém Genérico, um Shoujo… Independente do gênero), você deve ter notado como as coisas são DEVAGAR PARA CARAMBA. Tudo demora demais. Nenhum desenvolvimento acontece por trinta e sete episódios, e quando algo finalmente vai acontecer… Alguma coisa interrompe ou impede ela de se efetivar. Ficamos andando em círculos, para que só aconteça algo (isso QUANDO acontece algo) no final da obra.

O que temos nesse show é justamente o contrário: o autor (Musawo Tsumugi) não poupa esforços para que, logo no começo da história, você já sinta afeto e interesse o suficiente nos personagens dele, para que quando eles finalmente consumarem seu amor, você se importe. Enquanto outros mangakás e escritores preferem levar anos de publicação para fazer isso (e no final você acaba se apegando aos personagens pelo tempo gasto com eles, e não por se importar com quem eles são), Musawo mete o pé no acelerador e consegue, de forma convincente, te deixar emocionalmente ligado aos protagonistas em menos de vinte minutos.

Ele faz de zero a cem [lágrimas] em vinte [minutos]!

E já que estamos falando dos protagonistas, deixe-me comentar sobre os personagens. Acharei extremamente difícil você desgostar de alguém. Todos são muito gostáveis, e de certo modo você fica até triste com o fato de, não importando como o negócio se desenrole no final, alguém legal vai acabar perdendo. Sério. E olha que eu costumo ser bem chato com isso, e desgosto de mais da metade do elenco de muitas coisas.

E isso não se resume ao núcleo central da trama, apenas. Até mesmo os secundários tem algo de especial que os fazem interessantes. Pode não ser muita coisa, mas se compararmos a impressão que eles deixam com o (pouco) tempo de tela que eles possuem, vemos como eles têm certa presença, certo carisma que muitos shows falham em dar aos seus figurantes (e às vezes, até aos seus mocinhos!).

Acontece que quem vive só de flores é defunto, e claro que o anime não veio sem suas falhas. Meu principal problema com o show é, dentre outros que citarei mais adiante, o seu Design de Personagens. O traço faz parecer que os personagens tenham, no máximo, uns 13 ou 14 anos. Eles possuem feições infantis, um corpo de criança. A impressão que me passa é que o desenho se força muito a tentar diferenciar os seus “jovens” (de 15 e 16 anos) de seus “adultos” (com mais de 30), e como os adultos parecem normais, os jovens acabam ‘rejuvenescendo‘.

Isso não seria um problema por si só. Existem diversos shows com um design mais “infantil” que funciona bem. A questão é como esse design se encaixa na atmosfera da obra em que ele está. Animes como Lucky Star ou K-ON!, por exemplo, possuem um ritmo mais leve (entendeu? Leve? Música Leve? K-ON? …Não? Ok), onde o design infantil acrescenta ao humor e à narrativa da obra. Em Koi to Uso, onde os temas principais são o amor, a paixão e a sexualidade de adolescentes, ter um design infantil é… Horrível. Não preciso poupar palavras, é quase que nojento.

Ah sim, e aqueles olhos gigantes (até para padrões japoneses) me perturbaram um pouco.

Mesma idade? Mesma idade. É o poder do design de personagens.

O outro problema que enxerguei nesses episódios iniciais, parece ser a hipocrisia da trama. Explico:

Enquanto toda a história roda em volta da “banalização” do casamento, da ideia de que a união do matrimônio não é mais uma decisão importante na sua vida, e de como os personagens não concordam com essa ideia… O autor parece também “banalizar” o próprio adversário do sistema, que é o “amor”.

Talvez por consequência da aceleração do desenvolvimento, ou simplesmente por falta de costume de ver isso acontecendo nessa mídia, eu encaro o tanto de afeto trocado entre o casal principal como sendo “banal”. No começo, você sente toda aquela emoção nos personagens… Mas quando aquilo começa a se repetir várias e várias vezes (até como consequência do desenvolvimento da trama! Que diabos!), a mágica simplesmente se esgota, e aquilo que deveria ser o ápice da história, vira um quadro do centro da página 37.

Na parte técnica, não temos nada de extraordinário. A animação dirigida por Eriko Ito (Another, Kuromukuro) no estúdio LIDENFILMS (Terra formars, Arslan Senki) é passável, apesar de ter vários derps aqui e ali. E a música de Masaru Yokoyama e Nobuaki Nobusawa (Freezing! e Dagashi Kashi, respectivamente), dirigida por Yota Tsuruoka (Clannad, Puella Magi Madoka Magica) ajuda a criar o clima, mas não chama muita atenção. A dublagem conta com nomes de peso e atuações acima da média, com Kana HanazawaYui Makino e Shinnosuke Tachibana.

Mesmo com falhas muito graves, elas são poucas e podem ser, se não superadas, pelo menos “aceitas”. E as qualidades do show acabam por abafar seus defeitos. Passou uma boa primeira impressão, e possui potencial tão grande para ir pra qualquer lugar, que ainda prevejo muita gente (eu incluso) deixando cair o cu da bunda com o que pode vir. 8/10 é uma nota justíssima.

Você encontra Koi to Uso para ser assistido legalmente pelos sites de streaming da Amazon (Anime Strike) e da HIDIVE.

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Primeiras Impressões | Fate/Apocrypha

Heróis britânicos lutando na Romênia por causa de um copo da Galileia enquanto conversam em japonês. Vê se esses caras não são malucos? Cada coisa que eles inventam… Japonês é mesmo um povo estranho.

http://www.dailymotion.com/video/x5qzby7

Tendo origens num dos multiversos mais bem trabalhados da cultura contemporânea nipônica, – sim, aquele – a tão esperada adaptação para TV da série de light novels Fate/Apocrypha finalmente chegou, e infelizmente ela não ficou lá essas coisas. Vamos trabalhar em explicar alguns pontos. Afinal, eu já passei quase quarenta minutos ouvindo nada além de explicações em cenas expositivas mesmo, já devo estar craque nisso.

Podemos começar com a própria chacota que eu fiz no parágrafo anterior: exposições. Tá certo que, por se tratar de um show da franquia Fate/, é literalmente OBRIGATÓRIO ter, no mínimo, meia hora de explicações sobre todas as regras, todos os personagens, a ambientação, o contexto, o motivo do cara estar usando cuecas de determinada cor, etc e tal. É a regra número dois de qualquer obra da empresa.

Retirada do site oficial da empresa. Sério, de verdade, 100% legit

Apesar de focar nos aspectos excepcionais que tornam o evento que move a obra algo especial, as demoradas explicações ficam massantes depois de um tempo. A pior parte é que, mesmo sabendo que 90% das pessoas assistindo o show já são fãs da franquia e já sabem tudo que está sendo dito, eles fazem questão de repetir pela milionésima vez.

Acredito, porém, que a principal falha dessa adaptação tenha sido a coreografia. Sei lá o que diabos é um “Diretor de Ação“, mas Enokido Hayao está creditado como um em Fate/Apocrypha, então ele deve ser o responsável por isso.

As lutas, o combate, todas as cenas de ação são extremamente… vazias. Os movimentos parecem ser “brutos”, pouco refinados. Dois grandes heróis da mitologia, conhecidos através das eras por sua habilidade de combate, que quando eles cruzam espadas, parecem o Gabriel e eu brincando de lutinha com garrafas pet.

O prólogo da história, que vemos nos primeiros cinco minutos do episódio inicial contém uma das cenas mais épicas de todas as obras da franquia. Os homens capacitados e treinados da A-1 Pictures (já falo deles) conseguiram a proeza de animá-la de forma totalmente sem emoção. Acaba sempre faltando um “tchan“, aquela coisa que faz tudo parecer épico. Abaixo segue o vídeo de uma luta de Fate/Kaleid Liner Prisma Illya, onde ocorre uma cena extremamente similar. Repare como a Silverlink. (estúdio responsável) trata a cena como um todo, em especial o confronto de golpes no final, e veja se não tem um “tchan” que falta em Apocrypha?

https://youtu.be/3YhfEPxVxNY

Tendo uma história relativamente fraca, Apocrypha se apoia demais em seu excelente elenco. Com uma seleção de servos ao mesmo tempo interessante e diversa; com mestres que são chamativos por si só, além dos que brilham ainda mais quando interagindo com seus novos familiares, formamos um ambiente que consegue se sustentar mesmo sem muito pé (nem cabeça).

O único problema é a falta de mistério que envolve os personagens. Metade da graça de qualquer obra de Fate/ é tentar descobrir quem são os servos. Ter aquela satisfação de ter acertado e provar pra si mesmo que é um grandessíssimo nerd; aprender coisas novas sobre lendas que você nem fazia ideia que existiam; aquele plot twist na reta final, onde finalmente descobrimos quem é aquele babaca que vem enchendo nosso saco… Daí o autor vem e revela o nome de todo mundo antes mesmo de completar um episódio.

Pontos negativos listados, também devo dar meus méritos ao show: confesso que fiquei com receio do design de personagens para o anime (feito por Yukei Yamada) quando vi as imagens promocionais, mas vê-los em ação, animados, foi uma experiência completamente diferente. Eles funcionam até que bem, e ficaram bons o bastante.

“Um cavalo, um cavalo! O meu reino por um cavalo!”

Com pesar no coração também digo que a A-1 Pictures até que conseguiu fazer sua parte. Mais ou menos. A animação está com uma ótima qualidade. Apesar das coreografias ruins, elas estão muito bonitas. É tipo assistir a Dança dos Muleke Zika em 1080p. A OST também é extremamente consistente e acrescenta muito ao clima. Era de se esperar, tendo um diretor tão experiente como Yoshikazu Iwanami. Com um currículo desses, fica difícil contestar o cara.

Fate/Apocrypha acaba sendo um cabo-de-guerra. Temos boas qualidades em seu elenco e produção, mas muitos defeitos em sua falta de tato, mistério e direção. Independente do lado que te puxa mais, ele é, sem dúvida, uma adição extremamente importante para o universo animado da franquia, e acaba por valer a pena apenas por isso.

Eu dou 6/10 pra esse começo, e acredito que, se não houver um bom desenvolvimento dos personagens interessantes, eles não vão conseguir se sustentar. Não só com lutinhas, pelo menos. Mas não que eles precisem né, fazendo parte de uma franquia dessas, podia sair qualquer coisa que daria lucro.

O anime será disponibilizado na plataforma de streaming Netflix a partir do dia 7 de novembro, mas ainda não temos informações sobre as regiões e se terá dublagem ocidental.

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Fairy Tail | O Adeus das Fadas

“As Fadas têm cauda?
Primeiramente, Fadas existem?
É um mistério eterno, uma aventura eterna.
Está é a origem do nome da nossa guilda.
Ao contrário do nome fofo, é uma guilda agitada.
Todos os dias são divertidos.
Eu realmente gosto!!
Desejo que todos fiquem bem.
E que nada mude a Fairy Tail.
Meus amados Amigos.”

 – Lucy Heartfilia/Hiro Mashima

Terminou essa semana, a serialização semanal do mangá Fairy Tail na revista Weekly Shonen Magazine, onde era publicado desde agosto de 2006. O final já tinha sido anunciado em abril deste ano. A obra de Hiro Mashima, sobre a Guilda de Magos, Fairy Tail, com certeza foi um grande marco no “mundo otaku“, seus personagens principais eram muito cativantes, e apesar da obra ter passado por maus bocados em sua reta, Mashima conseguiu fazer com que a história conquistasse bastante fãs ao redor do mundo.

Fairy Tail – Capítulo 01

Comecei a acompanhar Fairy Tail em 2013. Conheci a obra através de seu anime, e lembro de ter maratonado tudo em duas semanas. Foi aí que decidi partir para o mangá. A partir do início, foram mais ou menos um mês lendo, estava apaixonado pela obra, os membros da guilda eram bem cativantes, mesmo que não sendo bastante desenvolvidos, tirando o quarteto principal, é claro.

Desenvolvimento de personagens era algo que faltava na obra, principalmente com os vilões, que simplesmente apareciam do nada, e após serem derrotados, se tornavam do bem. Alguns se tornavam até mesmo membros da Guilda, e Outros apareciam para ajudar em alguma batalha. Creio eu, que Zeref foi o único vilão bem desenvolvido, e que teve um final digno, na minha opinião. De todos os personagens da obra, Natsu foi o que mais teve desenvolvimento, até porque, a maioria dos principais plots do mangá girava em torno dele, e seu passado com o Dragão Igneel foi algo muito emocionante em Fairy Tail. Seguido de Natsu, temos a Lucy, a verdadeira protagonista da história, porque quase tudo no mangá se passava na visão dela. Conhecemos um pouco da família de Lucy ao decorrer da história, pois tinham relações com Zeref e Acnologia.

Fairy Tail – Capítulo 255

O tema da amizade sempre foi muito importante no mangá, algo que acabou irritando os leitores (e haters), porque sempre que um personagem estava prestes a ser derrotado, o “Poder da Amizade“, dava força a ele. Morte era outra coisa que faltava em Fairy Tail. Nenhum personagem realmente morria, pois Mashima sempre os trazia de volta. Macao que o diga, já perdi as contas de quantas vezes ele morreu, incluindo no arco final. O personagem morto só servia como gatilho para que Natsu e seus amigos ganhassem força em suas batalhas.

Fairy Tail – Capítulo 544

Uma das coisas que mais irritavam os leitores, incluindo eu, era o excesso de fã service que o autor utilizava, o denominado Ecchi, que percorreu por todo o mangá. Uma coisa é de vez em quando, mas tinha vezes em que o autor simplesmente se esquecia da história e só lançava capítulos com fã service, o arco dos Grandes Jogos Mágicos teve uma batalha onde as personagens femininas lutavam de biquínis. Até mesmo em um dos capítulos do arco final, tivemos uma batalha da banheira, entre Lucy e uma outra personagem. Foi nesse capítulo que eu dropei o mangá.

Mashima conseguiu irritar até os shippadores com esse final.

Voltei a ler quando surgiram os primeiros rumores de que a obra estava terminando, por volta de fevereiro desse ano. Achar a parte em que eu parei foi até simples, foi só digitar “batalha da banheira, Fairy Tail” no Google que aparecia o capítulo (457, para fins de pesquisa, é claro… ( ͡° ͜ʖ ͡°) ). E quando voltei, tive uma surpresa. O arco estava realmente muito bom, o autor estava conseguindo conduzir bem sua história, que já dava sinais de que estava em seu final.

Tivemos a revelação do significado do livro E.N.D (fui surpreendido com isso, é sério) e sobre certas relações familiares. Mas ai então, vieram as batalhas finais. Se no inicio do mangá, Mashima conseguia criar situações criativas para as vitórias de seus personagens, no final da obra ele simplesmente tinha conclusões clichês. E não era só com as batalhas que isso acontecia. Quando li o capítulo onde Natsu decide que é um “humano”, na hora eu fiquei sem entender o que tinha acontecido nesse final, pois o restante capítulo estava muito bom. A partir daí, os capítulos finais entraram em uma irregularidade, a cada dois capítulos bons, tínhamos três ruins, batalhas com conclusões horríveis, e bem clichês.

Os Setes Dragon Slayers

O meu sentimento ao terminar de ler foi de raiva, pois, assim como em Narutonão pude acreditar no que Fairy Tail havia se tornado. Claro, que diferentemente de Naruto, que fugiu do seu objetivo ao longo do mangá, Fairy Tail ainda estava no caminho proposto desde o inicio: mostrar as aventuras da Guilda, mas erraram na execução. 

Mashima pegou todos os clichês de términos possíveis e jogou no papel. Pelo menos o próprio autor admitiu seus erros, na carta onde ele anunciou o final, em abril. Uma coisa é certa, Hiro Mashima é um monstro na arte, a sua evolução durante o mangá é muito notável, chegando até mesmo lançar capítulos duplos, várias vezes ao ano. O cara é uma maquina.

Eu não li Rave Master (obra anterior de Hiro Mashima), mas pelo que eu pesquisei, ele também deixou a desejar no final, então creio que não finalizar bem sua história, seja parte do autor. Se eu fosse fazer um paralelo com Hollywood, creio que Mashima seria equivalente à Zack Snyder, onde os seus filmes acertam no visual, mas deixam um pouco a desejar no roteiro. 

Fairy Tail – Capítulo 545

Enfim… apesar do triste final, Fairy Tail vai ficar em meu coração e provavelmente no coração de muitos outros.

Algumas informações sobre a obra:

Fairy Tail conta com duas adaptações para anime, a primeira durou entre 2009 e 2013 com 175 episódios. Já a segunda foi transmitida entre 2014 e 2016 com 102 episódios. Uma terceira e última temporada foi confirmada para 2018. A obra também conta com 2 filmes originais: The Phoenix Priestess, lançado em 2014 e Dragon Cry, de 2017.

Ao todo foram 545 capítulos do mangá que podem ser divididos em 17 arcos.

  • Arco Macao – Volume 01 (Cap. 01-03)
  • Arco Daybreak – Volumes 01-02 (Cap. 04-09)
  • Arco Lullaby – Volumes 01-04 (Cap. 10-23)
  • Arco Ilha Galuna – Volumes 04-06 (Cap. 24-46)
  • Arco Phantom Lord – Volumes 06-09 (Cap. 47-69)
  • Arco Loke – Volume 09 (Cap. 70-74)
  • Arco Torre do Paraíso – Volumes 10-13 (Cap. 75-102)
  • Arco Batalha da Fairy Tail – Volumes 13-16 (Cap. 103-130)
  • Arco Oración Seis – Volumes 16-20 (Cap. 131-164)
  • Arco Edolas – Volumes 20-24 (Cap. 165-199)
  • Arco Ilha Tenrou – Volumes 24-30 (Cap. 200-253)
  • Arco X791 – Volume 30 (Cap. 254-257)
  • Arco Grandes Jogos Mágicos – Volumes 31-40 (Cap. 258-340)
  • Arco Vila do Sol – Volumes 40-42 (Cap. 341-355)
  • Arco Tártaros – Volumes 42-49 (Cap. 356-417)
  • Arco Avatar – Volumes 49-51 (Cap. 418-437)
  • Arco Império Alvarez – Volumes 51-63 (Cap. 438-545)

Leituras adicionais:

Fairy Tail Zerø – Volume Único (13 Capítulos): Mostra o surgimento da Fairy Tail, além do primeiro encontro entre Mavis e Zeref. Inédito no Brasil. Foi adaptado entre os episódios 266 (91) e 275 (100) do anime.

Tale of Fairy Tail: Ice Trail – 2 Volumes (12 Capítulos): Conta a história de Gray após a perda de seus pais e de sua mestra, Ur. Mostra também o caminho de Gray até a Fairy Tail, onde se torna membro da guilda. Inédito no Brasil.

No Brasil, Fairy Tail é publicado pela Editora JBC e se encontra no Volume 60. Você pode adquirir os volumes do mangá, clicando aqui.

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Live Action de Fullmetal Alchemist ganha trailer inédito empolgante

A Warner Bros Pictures do Japão divulgou o mais novo vídeo promocional do filme Fullmetal Alchemist, adaptação em live action do mangá de Hiromu Arakawa.

https://www.youtube.com/watch?v=p4Zh8hO_kyw

A série segue Alphonse e Edward Elric, dois garotos em jornada para encontrar a pedra filosofal e usá-la para restaurar seus corpos, que foram separados durante a tentativa mal sucedida de trazer a mãe deles de volta a vida.

Fumihiko Sori (Ping Pong, Ashita no Joe) irá dirigir, e o membro do Hey! Say! JUMP, Ryosuke Yamada (Assassination Classroom), interpretará Edward Elric. CGI será usado para recriar a armadura de Alphonse e emular os fantásticos efeitos da alquimia.

Fullmetal Alchemist tem no seu elenco: Ryōsuke Yamada como Edward Elric, Tsubasa Honda como Winry Rockbell, Dean Fujioka como Roy Mustang, Fumiyo Kohinata como General Hakuro, Ryuta Sato como Maes Hughes, Misako Renbutsu como Riza Hawkeye, Natsuna como Maria Ross, Natsuki Harada como Gracia Hughes, Yo Oizumi como Shou Tucker, Jun Kunimura como Doutor Marco, Yasuko Matsuyuki como Luxúria, Kanata Hongou como Inveja, Shinji Uchiyama como Gula e Kenjiro Ishimaru como Padre Cornello.

Fullmetal Alchemist

As filmagens do live action de Fullmetal Alchemist aconteceram na Itália de junho a agosto de 2016. O mangá, que é publicado no Brasil pela Editora JBC, já ganhou duas adaptações em anime para TV: Fullmetal Alchemist e Fullmetal Alchemist: Brotherhood.

Também foram produzidos dois filmes de animação: Fullmetal Alchemist the Movie: Conqueror of Shamballa e Fullmetal Alchemist: The Sacred Star of Milos. Além de videogames, light novels, e muito merchandise.

O filme estreia no dia 1 de dezembro nos cinemas japoneses.

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Pokémon I Choose You | Filme reconta início do anime sem Brock e Misty

No intuito de comemorar os 20 anos de Pokémon, será lançado o filme Pokémon I Choose You, que conta novamente os eventos do começo das aventuras de Ash e Pikachu pela região de Kanto. Só que essa homenagem para os cinemas tem causado muita polêmica.

Oriental Light and Magic decidiu fazer diversas mudanças na história que tornou Pokémon conhecido. Em primeiro lugar, Brock e Misty foram retirados da trama e substituídos por novos personagens.

O lendário Ho-Oh tem grande destaque no novo filme. Vale lembrar que Ash e Pikachu o vislumbram de longe ao final do primeiro capítulo da série, sem saberem que Pokémon era aquele, ainda não catalogado entre os 150 Pokémon iniciais.

Ao invés de respeitarem os traços originais da época, optaram por colocarem os traços atuais do anime, que modificaram até mesmo o formato dos olhos de Ash. Para completar as alterações, vários Pokémon, que não existiam na região de Kanto, também estão no longa-metragem.

https://www.youtube.com/watch?v=v7JTkoDjL8o

Pokémon I Choose You tem no seu elenco: Ikue Ohtani como Pikachu, Rica Matsumoto como Ash, Kanata Hongou como Sōji, Kouichi Yamadera como Marshadow, Shiori Satō como Makoto, Unshō Ishizuka como Professor Ōkido, Arata Furuta como Bonjii, Shoko Nakagawa como Enfermeira Joy e Unshō Ishizuka como Narrador.

A direção é de Kunihiko Yuyama com roteiros de Shoji Yonemura. É baseado na obra de Satoshi Tajiri com animação da Oriental Light and Magic, distribuição da TOHO e produção da TV Tokyo.

O filme estreia nos cinemas japoneses no dia 15 de julho.

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Seiji Yokoyama | Falece o compositor das trilhas de Cavaleiros do Zodíaco

As aventuras de Seiya e dos seus amigos para salvar Athena eram embaladas por músicas instrumentais que marcaram várias gerações, criadas por Seiji Yokoyama. Segundo informações do periódico japonês Chugoku Shimbun, o músico faleceu aos 82 anos de idade, devido uma pneumonia.

Yokoyama nasceu no dia 17 de março de 1935 e se formou em música pela Faculdade de Música Kunitachi. Logo, sua carreira seria marcada pela autoria de melodias para animes e séries tokusatsu como Choujinki Metalder, Chouriki Sentai Ohranger, Kikou Kantai Dairugger XV, Magical Tarurūto-kun, Megaloman, Ikkiman, Space Pirate Captain Harlock, Tokkei Winspector e Saint Seiya, conhecida no Brasil como Cavaleiros do Zodíaco.

Cada vez que o cosmo for aceso, quando alguém alcançar o sétimo sentido ou superar seus limites, uma trilha de Seiji Yokoyama será tocada em sua homenagem. A Torre de Vigilância deseja muita força para os seus familiares, amigos e fãs nesse momento tão difícil. Seu legado será eterno.

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Violet Evergarden | Anime ganha novos detalhes e imagens

A Kyoto Animation divulgou novos detalhes do seu anime Violet Evergarden. A série de televisão teve seus designs dos personagens revelados, além da descrição dos protagonistas, e informações da produção.

Violet Evergarden tem no seu elenco:

Yui Ishikawa como Violet Evergarden, uma boneca de memórias automáticas e uma novata do Serviço Postal CH. Ela busca apreender o significado de certas palavras que Gilbert disse a ela quando estavam no exército.

Takehito Koyasu como Claudia Hodgins, um oficial do exército que tem estado desde a fundação do Serviço Postal CH. Seu amigo próximo, Gilbert, confiou Violet a ele.

Daisuke Namikawa como Gilbert Bougainvillea, um oficial do exército que não conhece nada tão precioso quanto Violet.

Aya Endo como Cattleya Baudelaire, uma boneca de memórias automáticas que trabalha para o Serviço Postal CH. Ela era próxima de Hodgins antes dela começar a trabalhar lá.

Kouki Uchiyama como Benedict Blue, um carteiro que na trabalha no Serviço Postal CH. Ele conhece Hodgins há um tempo, e tem adquirido uma atitude ríspida desde que começou a trabalhar nesse ramo.

A premiere mundial do anime aconteceu na Anime Expo, no dia 2 de julho, com a exibição do primeiro episódio. A série estreia em janeiro de 2018 e será transmitida depois mundialmente.

A Kyoto Animation anunciou que o projeto é baseado na obra do autor Kana Akatsuki e do ilustrador Akiko Takase, Violet Evergarden, em maio de 2016. O estúdio já divulgou dois teasers, que podem ser conferidos acima nesta matéria, criados pelo diretor e criador dos storyboards, Taichi Ishidate.

Takase atuou como designer dos personagens e diretor de animação para as prévias divulgadas em vídeos. Ishidate e Takase estão retornando para a série de TV também nas mesmas funções. Reiko Yoshida (Yowamushi Pedal, Bakuman) ficará responsável pela composição do seriado.

A banda TRUE interpreta a canção tema de abertura do anime, Sincerely.

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Jojo’s Bizarre Adventure | Live Action ganha novo trailer com Jōsuke

O live-action JoJo’s Bizarre Adventure: Diamond Is Unbreakable teve seu mais novo vídeo promocional divulgado. O trailer destaca o protagonista Jōsuke Higashikata e sua Crazy Diamond. Ele também apresenta: Angelo e seu Aqua Necklace, Okoyasu e seu The Hand, e Keichō e seu Bad Company. O criador do mangá, Hirohiko Araki, trabalhou na concepção do Bad Company para o filme.

O festival Neuchâtel International Fantastic Film Festival (NIFFF), na Suíça, serviu de base para a premiere mundial do filme no dia 2 de julho. Ele também será exibido em Montreal, no Fantasia International Film Festival, que acontece de 13 de julho a 2 de agosto. A estreia nos cinemas japoneses acontece no dia 4 de agosto.

O título do longa-metragem será JoJo’s Bizarre Adventure: Diamond wa Kudakenai Dai-Ichi-Shō (JoJo’s Bizarre Adventure: Diamond Is Unbreakable Chapter I).

O cineasta Takashi Miike (Terra Formars, Ace Attorney, Crows Zero, Yatterman, For Love’s Sake, Ichi the Killer) está dirigindo o projeto. As filmagens aconteceram em Sitges, na Espanha, e também no Japão.

O elenco do filme é formado por:

Kento Yamazaki (Orange, Your Lie in April, Heroine Shikkaku, Wolf Girl and Black Prince, Death Note) como Jōsuke Higashikata

Ryunosuke Kamiki (Howl’s Moving Castle, The Secret World of Arrietty, Bakuman., Rurouni Kenshin Part II: Kyoto Inferno) como Kōichi Hirose

Nana Komatsu (Bakuman., Kin Kyori Renai, World of Kanako) como Yukako Yamagishi

Masaki Okada (Hana-Kimi, Boku no Hatsukoi o Kimi ni Sasagu, Otomen, Mahō Tsukai ni Taisetsu na Koto, Space Brothers) como Keichō Nijimura

Mackenyu (Chihayafuru) como Okuyasu Nijimura

Takayuki Yamada (Bakuman., Terra Formars, Crows Zero, Gantz) como Anjūrō “Angelo” Katagiri

Yusuke Iseya (Casshern, Rurouni Kenshin Part II: Kyoto Inferno, Shinjuku Swan, Honey and Clover) como Jōtarō Kūjō

Outros membros do elenco incluem: Alisa Mizuki (Doraemon: Nobita no Space Heroes) como Tomoko Higashikata e Jun Kunimura (Attack on Titan, Chihayafuru, The Wind Rises, Ichi the Killer) como Ryōhei Higashikata.

JoJo’s Bizarre Adventure: Diamond Is Unbreakable é a quarta parte do mangá de Hirohiko Araki, JoJo’s Bizarre Adventure.

Segundo informações da Anime News Network, a história acontece em Morioh, localizada na Cidade S da Prefeitura M, no Japão, e segue as aventuras de Jōsuke Higashikata e seus companheiros em uma série de bizarros acontecimentos na região.

Araki publicou a quarta parte do mangá pela Editora Shueisha, na revista Weekly Shonen Jump, de 1992 a 1995. A série toda tem um total de 100 milhões de cópias impressas.

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Bleach | Adaptação em live action ganha seu primeiro teaser

Hoje, sexta-feira, é o feriado japonês de Tanabata (Festival das Estrelas), em virtude do mito ligado as divindades Orihime e Hikoboshi. Para comemorar tal data, a Warner Bros. divulgou o primeiro teaser do filme em live action de Bleach.

Sōta Fukushi (live-action Toshokan Sensō/Library Wars’ Hikaru Tezuka, live-action Strobe Edge’s Ren Ichinose, live-action Kami-sama no Iu Toori’s Shun Takahata) estrelará no filme como Ichigo KurosakiShinsuke Sato (live-action Gantz, Gantz II: Perfect Answer, Oblivion Island) será o diretor da produção.

Tite Kubo iniciou a publicação de Bleach na revista da Shueisha, Weekly Shonen Jump, em 2001, e o concluiu em 22 de agosto deste ano.

Bleach, adaptação do renomado mangá de Tite Kubo, chegará aos cinemas japoneses no verão de 2018.

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Bleach | Adaptação em live action ganha data de estreia e detalhes

Segundo informações do Anime News Network, o filme em live action de Bleach, adaptação do renomado mangá de Tite Kubo, chegará aos cinemas japoneses no verão de 2018.

Sōta Fukushi (live-action Toshokan Sensō/Library Wars’ Hikaru Tezuka, live-action Strobe Edge’s Ren Ichinose, live-action Kami-sama no Iu Toori’s Shun Takahata) estrelará no filme como Ichigo KurosakiShinsuke Sato (live-action Gantz, Gantz II: Perfect Answer, Oblivion Island) será o diretor da produção.

Tite Kubo iniciou a publicação de Bleach na revista da Shueisha, Weekly Shonen Jump, em 2001, e o concluiu em 22 de agosto deste ano.

Novos detalhes da produção são prometidos para serem anunciados nesta sexta-feira, que é o feriado japonês de Tanabata (Festival das Estrelas), em virtude do mito ligado as divindades Orihime e Hikoboshi.