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Episódio 8.03 de Game of Thrones expôs uma grande dúvida sobre o ambiente: Por que tão escuro?

Após a exibição de The Long Night, muitos telespectadores partiram para as redes sociais reclamarem como o episódio foi bastante escuro e como consequência, não dava para distinguir os personagens e muito menos o duelo de dragões que aconteceu nos céus de Winterfell.

Quem pode explicar melhor essa ambientação é Robert McLachlan, um dos diretores de fotografia da série. Numa entrevista em 2017 para Insider, ele confirmou que a falta de iluminação extra nas cenas é intencional.

”Se você assistir a primeira temporada de novo, existe muita luz de fundo. Até em cenas externas, você pode dizer que elas foram acesas. Os cineastas que têm feito isso desde então, acho que estamos todos na mesma página em que estamos tentando ser o mais naturalista possível.”

Nas temporadas anteriores, não só era final do verão e início do outono, mas os cineastas estavam usando essa iluminação extra no set.

O objetivo era ”fazer com que esses cenários e locações parecessem como se não fossem absolutamente iluminados por nós, mas apenas pela Mãe Natureza ou algumas velas”, continuou ele. ”Para que pareça mais naturalista, embora aprimorado em alguns casos”.

Sim, é o Tormund em imagem do episódio 8.01.

”Na sétima temporada, é claro, o inverno está aqui. No passado, tínhamos as cortinas abertas por necessidade para o interior do dia em Winterfell, Castelo Negro ou Atalaialeste, para que alguma luz do dia pudesse entrar. Essa era sua principal fonte de iluminação. Havia essa regra lá. Que ninguém neste mundo queimaria velas durante o dia, pois elas são um item de luxo e muito caras.”

”O que acontece agora é que com o inverno realmente aqui havia um consenso de que seria uma tolice para eles terem as cortinas abertas quando está muito frio. Por que eles fariam isso? Mas, por outro lado, isso torna muito difícil para um diretor de fotografia justificar alguma luz naturalista sem exagerar as velas ou o fogo ou o que você tem.”

Com a chegada do inverno, tornou possível a ambientação com paletas mais escuras para deixar mais real os efeitos desta estação tão rigorosa e perigosa para Westeros.

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The Long Night | Destino de Arya no bosque sagrado já estava planejado há três anos

Após a exibição de mais um episódio inédito de Game of Thrones, a HBO libera vídeos dos bastidores intitulados Por Dentro do Episódio, onde elenco e os criadores da adaptação comentam a criação das cenas e o desenvolvimento dos personagens. Sendo assim, o episódio 8.03 (The Long Night) já possui seu respectivo vídeo e você pode conferir abaixo.

Os produtores afirmaram que a jornada de Arya Stark através destas oito temporadas a levou até a Batalha de Winterfell e a cena final que chocou boa parte dos telespectadores tinha sido decidida faz tempo.

Para quem não se recorda, no episódio 3.06 (The Climb), Arya confronta Melisandre sobre levar Gendry e a Sacerdotisa Vermelha revela que as duas se reencontrariam e que nossa pequena Stark fecharia muitos olhos para sempre. Ainda não lembrou? Aqui ó:

No episódio deste domingo (28) aconteceu o esperado reencontro das personagens e ambas foram essenciais para a trama. David Benioff decidiu que seria este o destino dela há mais ou menos três anos e que escolhê-la como algoz do Rei da Noite foi a decisão correta para eles.

Vale lembrar que no episódio 7.03 (The Queen’s Justice) teve um diálogo entre Varys e Melisandre, onde esta diz que precisaria retornar para Westeros e deveria morrer nesta terra estranha. Já sabemos o que aconteceu com a personagem, não é mesmo? O mais interessante é a revelação de que Varys também morreria ali. Levando em conta que o próximo conflito acontecerá em Porto Real, poderemos esperar a morte de mais alguns ou não terão coragem mais uma vez? Atentos estaremos, westerosis!

O próximo episódio será exibido neste domingo (5).

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The Handmaid’s Tale | Presencie o nascimento da revolução em trailer inédito da terceira temporada

A adaptação televisiva de grande sucesso da Hulu ganhou seu primeiro trailer oficial da terceira temporada recheada de cenas inéditas. Confira abaixo:

”Heresia. É por isso que você é punido. Não por ser parte da resistência, porque oficialmente, não há resistência. Não por ajudar as pessoas a fugirem, porque oficialmente, não existe fuga.” – narração feita por June (Elizabeth Moss).

A nova temporada focará na tão esperada revolução das Aias para acabar de uma vez por todas com o futuro distópico criado.

A série é baseada no romance de Margaret Atwood.

The Handmaid’s Tale retornará com episódios inéditos em 5 de junho.

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Game of Thrones | Preparativos para conflito em Porto Real em promo do episódio 8.04

Após o episódio tenso deste domingo narrando o grande embate entre a Luz e Escuridão, a HBO lançou o que poderemos esperar para a segunda parte da última temporada de Game of Thrones.

A grande ameaça do Norte chegou ao fim, logo Daenerys Targaryen precisará marchar com todo o seu exército para finalmente conquistar o Trono de Ferro, seguindo assim a linhagem da Casa que foi encerrada com o reinado de Aerys II Targaryen (Rei Louco) quando foi morto por Jaime Lannister durante o Saque de Porto Real.

O episódio será exibido pela HBO no próximo domingo (5) às 22:00.

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Assim como Thanos em Guerra Infinita, os Irmãos Russo descansarão após Vingadores: Ultimato

Estando como diretores desde Capitão América: Soldado Invernal, chegou a hora de sentar e descansar.

Durante uma entrevista para o Games Radar, Anthony Russo comentou sobre as merecidas folgas pós-Ultimato.

”É o nosso fim de jogo, pelo menos por enquanto. Não temos planos para agora fazer mais filmes da Marvel. Certamente pode surgir no futuro em algum momento. Temos uma maravilhosa relação de trabalho com a Marvel Studios e uma grande paixão pelo que eles tão fazendo.”

Os Irmãos Russo também foram responsáveis pela direção de Capitão América: Guerra Civil e Vingadores: Guerra Infinita.

Vingadores: Ultimato está atualmente nos cinemas.

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Início da Batalha de Winterfell em promo do episódio 8.03 de Game of Thrones

Foram necessários dois episódios para preparar o terreno para a grande batalha que definirá o destino do Mundo Conhecido. Para deixar os fãs ansiosos para o próximo domingo, eis que a HBO liberou o primeiro promo do terceiro episódio da oitava temporada de Game of Thrones.

Winterfell testemunhará o grande avanço do Rei da Noite junto com seus Caminhantes Brancos e criaturas após a queda da Muralha na temporada anterior. O Inverno finalmente chegou e a luta será entre Luz e Escuridão.

O terceiro episódio da última temporada será exibido no dia 28 com uma duração de 80 min. Assim como os restantes que contarão com duração superior a 1 hora.

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The OA: Parte 2 consegue captar com maestria o lado metafísico da história

O que é a vida? Por que estamos aqui? Qual o sentido de estarmos aqui? Podemos mudar o nosso destino? Ocasionalmente, temos respostas prontas para certas perguntas com esse teor. Só que isso é uma variável que segue por vários caminhos, uma vez que minha interpretação pode ser diferente de você que segue lendo este humilde texto. The OA entra por este caminho e lá em 2016 quando foi lançada pela Netflix, surpreendeu por sua sutileza em abordar temas como vida, morte e EQM (Experiências de Quase-Morte). Podendo aparentar confusão na extensão de seus episódios, se começarmos a ”expandir nossa mente”, é possível captar as mensagens que a série vai passando.

Até reencontrarmos OA/Prairie no primeiro episódio, parecia que estávamos diante de alguma série policial. Conhecemos o detetive Karim investigando o sumiço de Michelle Vu e se depara com um jogo surreal, onde os jovens precisam desvendar enigmas para passar de nível e o grande prêmio é descobrir a verdade oculta na vidraça. Paralelo à este plot, descobrimos que OA conseguiu saltar para outra dimensão numa versão diferente a sua, se tornando Nina Azarova. Esses plots foram muito bem trabalhados ao longo da temporada e ao se cruzarem, elevaram o nível da trama de uma forma muito satisfatória.

Os coadjuvantes também foram essenciais para o sucesso desta atual temporada. O reencontro do grupo cativo na nova dimensão foi bonito e trouxe a urgência de sair mais uma vez das garras de Hap. Já o outro grupo que ouviu com tanta atenção a história de Prairie iniciaram separados após o incidente na escola, mas embarcaram numa nova missão graças a revelação de Buck no espelho. A interação entre eles continua ótima e o retorno de BBA fechou o pacote. O suicídio de Jesse trouxe de volta para uma realidade em que uma pessoa não consegue suportar o trauma vivido e mesmo com todos os sinais explícitos, a tragédia só é percebida quando acontece. Isso é The OA, que explora o inimaginável e ainda assim, mantém o crível.

The OA possui uma mitologia riquíssima e abre inúmeras portas para oque convencionalmente nomeados como desconhecido ou até fantasioso. A produção soube utilizar cada item de maneira perfeita, ou seja, trouxe elementos visuais que cativam e emocionam. A coreografia dos cinco movimentos pode parecer bastante bizarro quando assistimos, porém ela vem carregada de significados. Há sintonia. Há beleza. Há emoção em cada expressão. Você se conecta com aquele momento único.

A fantasia se conecta com a realidade quando estabelece a natureza como um grande organismo vivo e pensante na Terra. A cena em questão é carregada de informação científica, mas não tira o peso da mitologia imposta e nem a desmerece. Pelo contrário, a corrobora. Uma floresta só consegue sobreviver ao existir harmonia. A conexão entre as raízes das árvores permite trocas de informações, que permite a sua longevidade. Sim, elas se comunicam da mesma forma que conversamos naturalmente.

Você acredita nas experiências de quase-morte? Este um tema delicado que permite várias interpretações sobre suas implicações. A série discorre sobre os eventos das EQM e suas consequências para as pessoas que as vivenciam. Ao sequestrar os personagens na temporada anterior, Hap se permitiu estudar mais a fundo sobre como deveria acessar este ponto localizado na penumbra da ciência sem pensar na ética de seus atos.

O surpreendente foi saber que o Outro Lado não era um vislumbre do Pós-Vida e sim, a existência de múltiplas dimensões configurando o que chamamos de Multiverso. Os cinco movimentos eram parte do processo para essa passagem, porém através de Elodie fomos capazes de descobrir que existem outros meios para viajar. Trazendo agora para a nossa realidade: Seria muito egoísmo nosso supor que somos os únicos seres dominantes deste Sistema Solar? Parece papo de maluco, mas temos que pensar fora da caixinha e perceber estas possibilidades.

Hap. Homer. OA. Conectados por um destino e várias dimensões. Habitantes da mesma constelação. Esses três personagens estão longes de estarem num triângulo amoroso. Apenas configuram como o ponto central das viagens dimensionais, ou seja, estão fadados a se encontrarem em qualquer realidade. São completamente dependentes um do outro. A adição de Elodie permitiu algumas explicações sobre os saltos, tornando-se relevante para a trama. Caso role a terceira temporada, que ela seja regular.

Bolão: Consciência do Homer está no corpo do Steve na terceira dimensão ou é o próprio Steve? Façam suas apostas.

Netflix conseguiu manter um excelente padrão para uma produção original que teve um hiatus de três anos e apesar da cena final indicar certo desfecho para a história em si, ainda tenho esperança da renovação para finalmente ver Steve, Buck, BBA, French e Angie reencontrando OA. Para quem quebrou a quarta parede, nada mais é o limite.

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Nem tudo é o que parece em Se Eu Fechar Os Olhos Agora, nova minissérie da Rede Globo

Com o término de mais uma edição do BBB, a emissora procura manter a atenção de seus telespectadores de forma que a audiência continue sólida e por conta disso, sua grade enche de novas produções como minisséries ou maxisséries. Uma delas é Se Eu Fechar Os Olhos Agora, adaptação televisiva do livro de mesmo nome do jornalista e escritor Edney Silvestre. Com a apresentação exibida na segunda (15), pode-se dizer que a Globo acertou mais uma vez.

Com o elenco formado por rostos já carimbados nas habituais novelas como Antônio Fagundes, Murilo Benício, Mariana Ximenes e Débora Falabella, a pacata cidade de São Miguel (localizado no interior do Rio de Janeiro) muda drasticamente quando a jovem Anita é encontrada morta dois anos após ter sido feita cativa por um homem. Nesta descoberta, os jovens Paulo Roberto (João Gabriel D’Aleluia) e Eduardo Massarani (Xande Valois) resolvem relatar a polícia o ocorrido. Os atores mirins são bons e possuem boa química em cena, permitindo que o público se importe com os dois de forma instantânea.

Apesar da temática Quem Matou? ter se tornado batida atualmente, a minissérie impõe mais mistério ao redor do assassinato pelo motivo dos personagens estarem envolvidos de forma direta ou indireta. Os diálogos sempre tentam entregar algo relevante para o telespectador, mas logo voltamos para o escuro e ficamos sem entender o que acontece de fato na cidade. São desde segredos, traições e até queima de arquivo que permeiam o local de forma energética.

Lembrem-se: As aparências enganam. Esse estilo de brincar com a mente de quem assiste acaba se tornando um belo atrativo, pois o tabuleiro é praticamente um campo minado e não sabemos as verdadeiras intenções de seus jogadores até que os próprios resolvam revelar as suas jogadas.

Com uma estreia ótima, tudo indica que esse clima de mistério e conspiração continuará rondando ao longo da temporada ao mesmo tempo que mais peças desse jogo vão surgindo para completar esse complexo quebra-cabeça.  E quem sou eu para reclamar? Pode mandar mais, Globo! 

Se Eu Fechar Os Olhos Agora é dirigida por Carlos Manga Jr. e roteirizada por Ricardo Linhares. A minissérie terá 10 episódios com exibição diária após a novela O Sétima Guardião.

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Game of Thrones | Confira a nova abertura da oitava temporada

A aclamada série da HBO possui um grande diferencial em seus créditos iniciais, onde mostrava ao longo das sete temporadas todos os locais do Mundo Conhecido (Westeros e Essos). Em sua última temporada, a abertura ganhou novas proporções e agradou de forma unânime. Confira abaixo como ficou:

A nova versão explora de maneira mais detalhada Winterfell e Porto Real, dois locais onde os personagens principais estão divididos. Além disso, mostra a atual realidade da Muralha e a marcha do Rei da Noite com a horda de suas criaturas rumo ao lar dos Stark. A Última Lareira também ganhou espaço na abertura e apareceu no primeiro episódio. O mapa mostra claramente o tom azulado em direção a casa dos Umber, determinando o avanço do inimigo. O astrolábio descreve alguns eventos da série.

Os próximos episódios mostrarão os preparativos do lar dos Stark para a Grande Guerra contra os Caminhantes Brancos. Enquanto, Cersei Lannister segue à parte disto, onde formou aliança com Euron Greyjoy e a Companhia Dourada.

A oitava temporada de Game of Thrones terá seis episódios.

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Winterfell enche os telespectadores com reencontros, mas mantém uma certa inércia.

Quando a gente se depara com uma série com o pacote reduzido de episódios do que estamos acostumados a acompanhar em emissoras abertas como CW e ABC, é completamente natural que a trama dê aquela acelerada para movimentar seus diversos plots permeando por situações mais calmas para preparar o terreno para algo. Com todo o hype de quase dois anos sendo guardado pelos fãs, Game of Thrones opta por desacelerar o ritmo e como consequência, gerou um efeito frustrante.

Winterfell começa com uma singela homenagem ao Piloto da série (Winter is Coming), onde a comitiva de Daenerys Targaryen chega sob olhares curiosos e ranzinzas dos nortenhos. Lembrando bem da chegada de Robert Baratheon para rever seu amigo Ned Stark. Trazendo um pouco de nostalgia quando tudo ainda estava calmo demais. Como se estivéssemos diante daquele velho amigo que não conversamos há anos. E este episódio abusou bastante deste recurso.

Tendo que lidar com apenas seis episódios em sua temporada final e precisando iniciar os preparativos para a grande Batalha em Winterfell, presenciamos uma sequência de reencontros que foram jogados para os telespectadores sem cerimônia. Como se tivessem o intuito de se livrar desse lado mais emocional para focar naquilo que importa para a trama. Por conta disto, o mais bonito e esperado foi de Jon e Arya. Algo que esperávamos há anos finalmente aconteceu e não decepcionou. Já outros foram bem mais apáticos e abordados como se os personagens tivessem se visto antes desse momento.

A função de promover esses reencontros além do fator emocional, também serve para fechar as famosas pontas soltas. Jaime e Bran é o exemplo mais claro disso. Como o primeiro imaginaria que aquele garoto que caiu da torre conseguiria sobreviver? Jaime já recebeu sua redenção numa trajetória maravilhosa após perder a mão, mas faltou exatamente isso. E podemos fazer nossas apostas para Theon rever Bran desde os eventos do cerco em Winterfell?

Não queria, mas precisamos falar de Jonerys. A sétima temporada tratou de jogar esse fanservice de uma forma abrupta e infelizmente, esse caminho continuará sendo feito aqui. Enquanto o Rei da Noite segue com sua marcha em direção a Winterfell, nossos pombinhos possuem tempo para brincar de entra-no-meu-castelo em paisagens nortenhas e voar num pega-pega com Rhaegal e Drogon.

O que era para ser emocionante ao ver Jon Snow/Aegon Targaryen montando no dragão nomeado em homenagem a Rhaegar Targaryen, seu pai, acabou sendo ofuscado pelo romance açucarado do nosso casal principal. Mesmo que Rhaegal tenha reconhecido a linhagem de seu montador, não tira o fato que essa cena foi preguiçosa. Nem vou entrar no mérito de Daenerys não ter sequer colocado na cabeça o fato que Snow era um parente depois dessa empreitada.

A revelação sobre a sua linhagem só trará a verdadeira tensão nos próximos episódios, pois aqui não surtiu muito bem o efeito desejado. A pressa se torna um grande vilão de desenvolvimento quando não é trabalhado da forma certa. Ou seja, não esperaram uma cena grandiosa para a revelação na frente de todos para deixar aquela estática sinistra e o puro silêncio. Claro que podem seguir por este caminho, o que esperaria muito que acontecesse. Porém, com a limitação de episódios, capaz de encerrarem do mesmo jeito que iniciaram. Só nos resta esperar e torcer que não façam da pretensão deles uma brincadeira de criança. Já não bastou Stannis com o mantra de que o Trono era dele.

Contudo, mesmo diante de cenas questionáveis, fomos agraciados com a cena de puro horror com a criança da Casa Umber que tinha retornado para a Última Lareira para trazer o seu exército. Muito bem executado e mostrando que Rei da Noite não está de brincadeira. Vimos também que Cersei continua excelente amiga do vinho e segue aliada a Euron Greyjoy junto com a Companhia Dourada. Só com esse episódio não dá para traçar esse plot separado dela. Ainda está bem nebuloso. O mais interessante foi ver Qyburn entregando para Bronn o arco que Tyrion usou para assassinar seu pai, Tywin Lannister.

Tendo o retorno mediano e mais para situar o status quo de todos, pode-se garantir que a partir do segundo episódio o cenário começará a mudar para os preparativos a Grande Guerra.