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Palavra Líquida | SESC RJ realizará evento sobre quadrinhos nacionais e internacionais

O SESC RJ está trazendo de volta o projeto A Palavra Líquida. Onde são apresentadas diferentes linguagens artísticas (artes visuais, cênicas, audiovisual e música), e nessa edição, a quarta do projeto, vai provocar uma reflexão sobre as novas práticas textuais a partis de temáticas relevantes na cultura brasileira. Agora será a vez do mundo dos quadrinhos ser o grande protagonista da programação.

A Palavra Líquida, que terá como tema O Universo dos Quadrinhos, será formado por palestras, workshops, espetáculos teatrais, artes visuais, filmes, apresentações musicais, desfile de cosplay, feira de troca de quadrinhos e muito mais. Tudo isso com participações de nomes como Marcelo D’Salete (vencedor do Prêmio Eisner 2018 com Cumbe), Marcello Quintanilha (que teve seu quadrinho Tungstênio adaptado para os cinemas recentemente), André Dhamer, Fabiane Langona, Rafael Coutinho, Shiko, Gabriela Masson, Mariana Paraizo entre outros.

Entre os nomes internacionais confirmados estão os ilustradores angolanos Tche Gourgel e Olímpio de Souza. Criadores do Luanda International Cartoon Festival. E do português Nelson Dona, diretor do Festival Internacional de Banda Desenhada da Amadora.

O angolano Tche Gourgel é um dos nomes confirmados no Palavra Líquida.

 

Alemberg Quindins, gerente cultural do SESC RJ, revelou que o Palavra Líquida deste ano será o pontapé inicial para um evento internacional de quadrinhos que deverá ocorrer ano que vem. “Estamos planejando para 2019 um grande evento de quadrinhos, em que os artistas participantes assinarão uma carta pela criação de um festival internacional no Rio de Janeiro, assim como os de Portugal, Espanha e França.”

A Palavra Líquida – O Universo dos Quadrinhos começa no próximo dia 24/08 e terá o seu encerramento somente em 02/09. Todas as atividades são gratuitas. Para saber datas e horários de cada uma, clique no site oficial do evento AQUI.

 

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Já estamos vivendo a era dos Deuses Americanos “tupiniquins”

Deuses Americanos é uma das obras mais icônicas de Neil Gaiman. Ela é um dos clássicos do autor e é colocada quase no mesmo patamar de sua fase em Sandman. Publicado originalmente como livro em 2001, Deuses Americanos tem no seu currículo o Prêmio Hugo e o Prêmio Nebula, ambos na categoria Melhor Romance, em 2002. De lá pra cá, Gaiman chegou comentar que tem ideias para uma continuação, em 2017 ganhou adaptações para a TV e os quadrinhos.

Eu nunca tive contato com o livro e nem com a série da TV. Os quadrinhos foram lançados nos EUA pela Dark Horse Comics e foi dividida em três arcos: Shadows, My Ainsel e The Moment of the Storm, totalizando 27 edições. Aqui no Brasil, foi a Editora Intrínseca que segurou a responsa de publicar a obra, e vai realizar em três volumes. Em abril desse ano, chegou às livrarias Deuses Americanos – Volume 1 – Sombras, onde temos o ponto de partida das aventuras de Shadow Moon.

A trama, já muito conhecida por todos, fala sobre a guerra entre os deuses tradicionais que estão perdendo espaço para os novos mitos como a internet e os programas de TV, e caindo no esquecimento pelas novas gerações. O próprio Neil Gaiman produziu a adaptação para os quadrinhos, que tem roteiros de P. Craig Russell (que já trabalhou com Gaiman adaptando Coraline e fez os desenhos de Ramadan, publicada em Sandman #50) e desenhos de Scott Hampton.

Uma obra de tanto tempo e tão conceituada, já com inúmeras resenhas, escrever sobre ela, é como chover no molhado. Durante a leitura, minha mente viajou de como a obra se assemelha com a realidade. Como chegamos ao ponto de “endeusar” pessoas ou objetos que ditam a moda hoje em dia.

O fanatismo sempre existiu nas pessoas. Fãs que colecionam tudo, sabem tudo, conhecem tudo, se vestem igual, buscam ter mesmo pensamento, trejeitos e até modo de falar não é novidade. O fato de termos um ídolo, ou alguém que possa nos inspirar, não é todo ruim. É saudável até o ponto em que não perdemos nossa identidade, e a inspiração possa ser construtiva.

Hoje em dia, temos verdadeiras legiões de fãs que colocam em pedestais músicos, Youtubers, jogadores de futebol e políticos. Entretanto, muitos, me arrisco a dizer em sua maioria, são pessoas vazias, com pensamentos mesquinhos, que levantam multidões e introduzem ideais duvidosos no coletivo. Vemos diversos casos desses novos influenciadores/deuses modernos tem atitudes preconceituosas, escandalosas e mesmo assim as legiões de adoradores crescem cada vez mais. E como se deuses raivosos antigos, que punem, mas mesmo assim ainda continuam sendo adorados.

Em Deuses Americanos, os antigos deuses estão “morrendo” porque as novas gerações não pagam mais tributos, preces e não clamam por eles. Eles foram trocados por novos influenciadores modernos. O quadrinho em que a Lucy, do seriado I Love Lucy, fala que a TV é um tipo de Deus, e que as pessoas fazem sacrifícios para ela é a melhor explicação sobre o que está acontecendo. Na real quando as pessoas idolatram um Youtuber que prega algo que seus pais lhe ensinaram como errado, é o mesmo processo. Como por exemplo, um caso recente de um desses astros, que falou que fez sexo sem consentimento da sua namorada. Muitos condenaram a situação, mas existiu quem defendesse o rapaz.

Estamos vendo um novo processo de endeusamento. A moda ditando regras sempre aconteceu, mas a velocidade da informação hoje em dia é incrível. Um jogador de futebol que pinta o cabelo de manhã, de tarde já temos vários jovens fazendo o mesmo e defendendo ferrenhamente nas redes sociais o seu ídolo. O que está mais na moda, até por causa da proximidade das eleições, tem ficado insuportável a quantidade de pessoas defendendo candidatos A ou B. Estamos vendo amizades de anos se transformarem em ódio por causa de candidatos. Mas ninguém se preocupa em compartilhar as ideias e planos para o futuro de seu preferido.

E hoje em dia simplesmente aceitamos o que nos é passado.

Exatamente o que acontece com Shadow em Deuses Americanos. O protagonista não questiona nada que lhe é apresentado. Ele aceita e executa. Não se preocupa nem se instiga com o que está acontecendo ao seu redor, por mais absurda que a situação seja. Ele tem a dor da perda da esposa e pode ter ligado o foda-se. É algo como o pensamento daquele deputado: pior que está não fica.

Quantas vezes já pensamos nisso?

E assim como as informações são rápidas, Deuses Americanos é uma HQ em movimento. Não vemos sempre o mesmo cenário sempre e não conseguimos mensurar o que pode acontecer o que vem a seguir. A narrativa vai contextualizando, renovando, reinventando e apresentando algo novo para o leitor. A batida filosófica que Neil Gaiman implanta é forte, e transborda nas páginas da HQ. Ela não é uma leitura fácil às vezes, detalhes e excesso de diálogos dos personagens prendem mais do que o normal de uma HQ, digamos, comum.  Como eu não li a obra no formato original, acredito que esteja bem adaptado. A impressão que passa é que o carinho com a produção foi prioridade. E que tudo, ou a grande maioria, do que está no livro, foi transportado para a HQ.

Deixo alguns destaques para as pequenas histórias/contos que são espalhadas por Deuses Americanos. Do relacionamento dos humanos com os antigos deuses. Todas são interessantes. E obviamente a arte. As ilustrações que dividem os capítulos são divinas. Os traços são bem realistas, expressivas e alguns momentos assustadores. Mas apesar de buscar um ponto de realidade, o tom caricato dos personagens não se perde. A edição de Deuses Americanos da Intrínseca, ainda conta com 20 páginas de esboços de artes e notas.

Deuses Americanos tem formato 26 x 16,8 cm, 264 páginas e no link da Amazon Brasil abaixo está com 64% de desconto.

 

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Quadrinhos

Imaginário Coletivo | Conheça a primeira HQ nacional da Darkside Books

Está sendo lançado, durante a Bienal Internacional do Livro de São Paulo, a HQ Imaginário Coletivo do quadrinista, ilustrador e animador Wesley Rodrigues. A publicação é a primeira da linha DarkSide Graphic Novel, da DarkSide Books. Imaginário Coletivo é a primeira investida da editora no mercado nacional de quadrinhos.

Imaginário Coletivo é uma fábula sobre liberdade e força de vontade. Onde acompanhamos as aventuras de uma vaca que tem um sonho peculiar: ela queria ser um pássaro. Ou seria ela um pássaro que nasceu como vaca? Durante toda a viagem, a pergunta é: será que sou tudo aquilo que poderia ser?

Confira uma pequena prévia e a capa de Imaginário Coletivo na galeria abaixo:

 

Em 2011, Imaginário Coletivo venceu o Primeiro Prêmio Barba Negra Rio Comicon de Quadrinhos Brasileiros. A obra seria publicada pela extinta editora Barba Negra, mas isso nunca aconteceu.

O autor Wesley Rodrigues é uma das maiores referências em animação do Brasil. Ele foi o grande homenageado na edição deste ano do Anima Mundi. O seu curta Faroeste – Um Autêntico Western ganhou uma menção honrosa no festival Sapporo no Japão.

Imaginário Coletivo tem o formato 16 x 23 cm, 427 páginas, capa dura e o preço de R$ 69,90.

 

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Artemísia – O Muiraquitã Original já se encontra em financiamento no catarse

Já começou a campanha de financiamento coletivo via Catarse de Artemísia – O Muiraquitã Original Vol.1. Escrita por Francélia Pereira, a HQ é baseada no terceiro capitulo da Light Novel Habitantes do Cosmos de autoria da mesma. Completam o time Ton Lima nas artes e Wesllei Manoel nas cores. Artemísia, a guerreira venusiana, sai em busca do Muiraquitã Original, aventura que herdou de seu antigo mestre.

Artemísia é uma jovem que nasceu em uma sociedade isolada do resto da humanidade, onde os homens eram criados para se tornarem guerreiros respeitados em todo o Sistema. Após ser sequestrada ainda quando criança, ela cresceu nas ruas e se tornou uma guerreira temida por todo o Sistema. Em certo momento da vida, ela sai em busca de autoconhecimento e nessa fase se torna discípula de alguns sábios.

 

O Muiraquitã Original é na verdade uma busca por uma cura interior, uma busca por autoconhecimento, e a mercenária terá em seu caminho desafios, terríveis inimigos e poderá definir guerras, espalhadas pelo Sistema Solar. Artemísia também irá se encontrar com algumas divindades femininas, chegando a ter elas ao seu lado nas batalhas.

O projeto é uma Graphic Novel que será dividida em dez capítulos. O primeiro volume reunirá os dois primeiros capítulos. O lançamento oficial será durante a CCXP 2018.

Artemísia – O Muiraquitã Original tem formato 16 X 23 cm e 44 páginas. Confira AQUI o projeto no Catarse com suas recompensas e valores.

 

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Inferno | Panini publica saga histórica dos X-Men

A Panini está lançando um dos clássicos dos Mutantes da Marvel. X-Men: Inferno marcou época e é considerada como uma das melhores sagas da Casa das Ideias. Lançada originalmente em 1989, sendo capitaneada pela dupla Chris Claremont e Marc Silvestri, ela se ramificou por diversos títulos mutantes como X-Factor, Novos Mutantes e Excalibur. Foi nela que os X-Men originais atuaram junto com a atual formação da equipe. Suas consequências ecoaram por todo o Universo Marvel.

“Os X-Men estão mortos. Ou pelo menos é isso que eles querem que o mundo pense. Na verdade, a maior equipe de mutantes está viva e se aventurando pelo outback australiano enquanto tenta manter sua existência oculta de todos. Ao mesmo tempo, os Novos Mutantes tentam lidar com luto pela morte de Cifra (Doug Ramsey) e enfrentam a Força Federal. O X-Factor se alia à Nave Celestial de Apocalipse e enfrenta Infectia. Mas, enquanto os três grupos combatem seus oponentes, algo se avizinha e ameaça a Terra. E se não tomarem cuidado, as chamas do próprio Inferno vão alcançar os X-Men.”

Aqui no Brasil, a saga foi publicada entre agosto e novembro de 1992 na revista X-Men 46-49 pela editora Abril.

X-Men: Inferno – Vol. 1 tem formato 26 X 17 cm, 276 páginas e reúne as edições X-Factor 27-29, X-Terminators 1-4, Uncanny X-Men 228-230 e New Mutants 62-66.

 

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Detective Comics Quadrinhos

As primeiras cavalgadas promissoras de Destination

“Só não gosto de confusão quando estou tomando meu Brandy”

O cenário do quadrinho nacional tem nos presenteado com diversas excelentes produções dos mais variados temas; e o Velho Oeste não tem ficado para trás. Produções como Abutres (Julio Magah e Eduardo Vetillo), Gatilho (Pedro Mauro e Carlos Estefan), Saint Alamo – Balas não sentem culpa (Jonathan Nunes e Rafael Conte) e Balas Contadas (Hiram Miller) são maravilhosos exemplos publicados recentemente.

O cyberpunk também é um estilo que sempre se fez presente. Ultimamente, a Editora Draco publicou Cangaço Overdrive (Zé Wellington, Walter Geovani e Luiz Carlos B. Freitas) e a coletânea Periferia Cyberpunk abordando esse vasto mundo.

Mas e se juntássemos os dois?

Nós temos DestiNatioN.

Lançado oficialmente durante o FIQ – Festival Internacional de Quadrinhos, DestiNatioN se tornou uma das maiores novidades da feira. Misturando os dois gêneros, a HQ escrita por Alessio Esteves, e com desenhos de Lobo Loss, apresenta um mercenário em busca de vingança, uma religiosa aplacando sua ira por meio da fé e um jovem que só quer conhecer seu ídolo. Ao longo de quatro histórias no melhor estilo pé na porta, soco na cara, o universo de DestiNatioN é introduzido.

“Hora de cair no mal. É o country hardcore funeral!”

O primeiro volume de DestiNatioN é basicamente uma introdução. Em cada história que meio que se interligam, mas ao mesmo tempo são arcos fechados, os mistérios que envolvem os personagens afloram nas páginas e colocam várias pulgas atrás das nossas orelhas. Isso sem contar naqueles que estão começando a terem as suas histórias contadas, deixando a sensação de “ainda vamos ver esse cara de novo” na mente.

A ambientação de DestiNatioN, com seu tom de cor e suas histórias com saloons, prostitutas, brigas e tiros, transporta o leitor para dentro da HQ e, muitas vezes, parece que estamos segurando as músicas da banda Matanza. Aliás em alguns momentos os traços lembram do guitarrista Donida, um dos membros fundadores da banda de country-core.

A arte de Lobo Loss, juntamente com o acertado tom de sépia, ajuda a transportar o leitor para o cenário árido do deserto, aumentando o clima e envolvendo visualmente com as situações e personagens. Algumas outras cores mais fortes aparecem no decorrer das páginas, como o verde nos olhos ou no sangue dos Aracnoides. Igualmente o que acontece com o vermelho, no sangue que explode nas páginas ou nos olhos das maquinas.

Apesar de ser abertamente considerada um cyberpunk, em DestiNatioN, muitas das maquinas, ou membros mecânicos, passam despercebido. Agindo como parte do cenário ou nos movimentos dos personagens. É uma HQ de faroeste com pitadas tecnológicas. Esse é um dos grandes baratos de DestiNatioN, tem a essência da tecnologia futurista, mas que não atrapalha o western. Isso é um dos grandes charmes da HQ.

Outra boa sacada, que nos deixa íntimos em DestiNatioN, são as propagandas de época entre uma história e outra. Cigarros, sabonetes, bebidas, tudo como cartazes dos primórdios do marketing e além, é claro, as capas internas que homenageiam grandes nomes dos quadrinhos mundiais usando referencia de Piada Mortal, Wolverine, entre outras.

“Eu espero que você entenda bem, eu não gosto de ninguém.”

Os personagens apresentados em DestiNatioN são carismáticos, até mesmo aqueles que tomam tiros na cabeça ou na mão. O destaque com certeza é Jeff Van Cypher, um forte candidato a novo queridinho (que ele não leia isso) dos quadrinhos nacionais. Ele é a personificação do personagem mercenário padrão, que persegue o seu alvo implacavelmente, perito com suas armas, experiente, com certo senso de moralidade e sarcástico.

Os quadros, em alguns momentos, lembram tomadas de câmera, mas o que impressiona mesmo são os detalhes no cenário.  As tábuas das casas, os mecanismos sejam de personagens ou dos animais, ressaltam a sutileza do cyberpunk.

“Ergam seus copos por quem vai partir”

Mas, DestiNatioN tem um problema: ela acaba. A introdução a esse mundo tecnológico do Velho Oeste funciona e abre um leque de possibilidades. O universo e o caminho de DestiNatioN já estão abertos, agora é esperar para voltarmos a bater de frente com Jeff Van Cypher e os seus mistérios.

Para mais informações sobre DestiNatioN acesse o perfil oficial AQUI. Ou adquira o seu exemplar no site da Excelsior Comic Shop.

 

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A Entrevista | HQ do italiano Manuele Fior é uma das mais vendidas

A Editora Mino está lançando A Entrevista do italiano Manuele Fior.  O quadrinista é um dos mais inventivos e criativos conceitos gráficos na Europa, e por usar técnicas e materiais diferentes a cada álbum. Por exemplo, Fior usou carvão e nanquim para produzir A Entrevista.

A graphic novel apresenta o psicólogo de meia idade Raniero, que conhece a jovem Dora, uma paciente que se torna uma catalisadora das mudanças que se impõem sobre a sua conturbada vida.

Manuele Fior falou que em A Entrevista, ele buscou explorar o contexto da ficcção cientifica sem heroísmo, mas sendo representado por pessoas comuns, e mostrar como eventos extraordinários podem mudar as vidas das pessoas.

A Entrevista tem formato 17 x 24 cm, 172 páginas e o preço de R$ 64,90.

 

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Providence | Editora Panini lança o segundo volume no Brasil

A Panini já colocou à venda o segundo volume de Providence. Escrita por Alan Moore, a HQ apresenta a versão do bruxo criador de Watchmen, para o universo do mestre do terror Lovecraft. O primeiro volume foi publicado aqui no Brasil um ano atrás.

Publicada originalmente em 2015 nos EUA, em 12 partes, Providence conta a história do repórter Robert Black na Nova York de 1919. Após conseguir colocar a sua vida nos eixos, uma pessoa muito querida de Robert comete suicídio, o que faz o repórter descobrir um lado sombrio dos Estados Unidos. A estrada para Providence.

Nesse segundo volume, Robert Black continua sua busca por uma história, mas tudo o que encontra é um mundo de miséria e desgraça. A cada passo, ele se torna um homem quebrado, que começa a aceitar que horrores dignos de pesadelos são reais e se escondem da vista de todos pela fina camada de sanidade.

Providence – Volume 2 tem artes de Jacen Burrows, e é composto pelos volumes 5 a 8 da publicação original. Com formão  26,6 x 17,2 cm, 184 páginas, a HQ já se encontra com o frete grátis no banner abaixo:

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The Batman Who Laughs | DC Comics anuncia minissérie do Bat-Coringa

Durante o painel da Liga da Justiça, na San Diego Comic Con, a DC Comics anunciou uma minissérie protagonizada pelo bizarro Bat-Coringa que apareceu em Metal. Batman que Ri teve duas imagens reveladas: a do estranho personagem e do seu assistente, um Batman armado até os dentes como o Frank Castle.

O personagem é uma fusão entre o Batman e o Coringa de um mundo localizado no Universo Metal. Sua origem foi revelada em Dark Knights Metal: The Batman Who Laughs. Atualmente, a Panini está publicando no Brasil essa fase.

Confira na galeria abaixo:

 

“Eu queria voltar as minhas raízes do terror, queria fazer a história mais sombria e assustadora do Batman que já tinha feito”, disse o roteirista Scott Snyder. “O Batman que Ri está voltando… e ele tem um plano verdadeiramente cruel. E ele tem um novo Cavaleiro das Trevas com ele – um que pegou a arma do ladrão que atirou em seus pais e atirou nele. Ele é outro pesadelo. Ele é como o Justiceiro Batman”.

The Batman Wo Laughs terá seis edições e texto de Snyder. O escritor se junta, novamente, com seu parceiro de Wytches, o desenhista Jock para esse novo trabalho. A minissérie está programada para novembro deste ano.

 

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DC Comics anuncia novos crossovers com a Hanna-Barbera

Continuando a boa série de crossovers com o seu universo com os personagens dos desenhos da Hanna-Barbera, a DC Comics anunciou novos encontros. Agora será a vez de Lanterna verde (John Stewart), Dom Pixote, Superman, Manda-Chuva, Exterminador e um sinistro Zé Colmeia.

Confira abaixo as primeiras artes e sinopses dos crossovers:

Asa Noturna/Maguila, o Gorila

Dick Grayson vai para Hollywood encontrar com um agente de cinema. Mas quando chega, descobre que o tal agente foi assassinado e Maguila, o Gorila se torna o principal suspeito do crime. Asa Noturna resolve, então, ajudar Maguila para resolver o mistério e limpar o seu nome. O roteiro é de Heath Corson e desenhos de Tom Grummett.


Exterminador/Zé Colmeia

A trama vai apresentar uma nova versão do famoso urso ladrão de cestas de piquenique. Ele é um espírito de urso que habita no Parque de Yellowstone. Mas ele começa a sequestrar os visitantes, os guardas então são forçados a contratar o Exterminador para destruir o urso. Roteiros de Frank Tieri e desenhos de Mark Texeira.


Lanterna Verde/Dom Pixote

Durante a Guerra do Vietnã, John Stewart retorna para os EUA e entra para a Tropa dos Lanternas Verdes. Ao mesmo tempo, Dom Pixote está engajado em protestos contra a guerra e o publico se volta contra ele. Quando o cachorro se envolve no movimento dos Direitos Civis no Mississipi, John também entra em cena e as coisas complicam. Texto de Mark Russell e arte de Rick Leonardi.


Superman/Manda-Chuva

Um novo vilão, chamado de Kalien, começa a ameaçar a Terra. O famigerado monstro é feito de… couve!? Superman e o Manda-Chuva devem se unir para por fim a esse perigo. Roteiro de Dan Didio e Shane Davis.

As HQs serão lançadas em outubro nos EUA.