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Séries

George Clooney pode ter dirigido um episódio de Cavaleiro da Lua, nova série da Marvel Studios

Segundo informações do The Ronin, o ator e cineasta George Clooney pode ter dirigido um episódio da vindoura série da Marvel Studios Cavaleiro da Lua, que chega em 2022 no Disney+ com Oscar Isaac no papel central. 

Ao que tudo indica, George pode ter comandando um capítulo da produção após finalizar a direção de The Tender Bar, que terá Ben Affleck no papel central. Caso a informação se concretize, Cavaleiro da Lua teria quatro diretores, sendo eles: Mohamed Diab, Justin Benson, Aaron Moorhead e Clooney.

É importante mencionar, que a informação deve ser tratada como rumor, até que a sua página oficial no IMDb seja atualizada com George Clooney como parte da equipe. O curioso, é que Cavaleiro da Lua está sendo tratada como uma das séries mais enigmáticas do MCU, com poucas informações oficiais reveladas até o momento e quase nenhum vazamento.

Nos quadrinhos, Marc Spector é um homem que possui transtorno dissociativo de personalidade, criando em sua mente, outras três identidades além do Cavaleiro da Lua, que o ajudam em seu cotidiano como vigilante das ruas de Nova York.

Para futuras informações a respeito  do Cavaleiro da Lua, fique ligado aqui, na Torre de Vigilância.

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Cinema

Eternos não terá ligação com o Multiverso, mas terá um grande impacto no MCU

Em um depoimento para o Fandango, a diretora Chloé Zhao revelou que o filme Eternos, da Marvel Studios, não terá ligação com o multiverso, mas contará com um grande impacto no futuro do MCU

”O filme está completamente sozinho. Se você sabe que metade do universo desapareceu e voltou, isso é tudo que você precisa saber para assistir a este filme. Mas o que acontece neste filme, terá um enorme impacto no MCU”.

Rumores apontam que Eternos introduzirá o Namor no Universo Cinematográfico da Marvel, mas ainda como uma criança, e mostrará a origem do gene X no MCU.

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Os Eternos da Marvel Studios apresenta um empolgante novo time de super-heróis no MCU, aliens ancestrais que vivem na Terra em segredo por milhares de anos. Seguindo os eventos de Vingadores: Ultimato, uma tragédia inesperada os força a sair das sombras para se reunir contra os mais antigos inimigos da humanidade, Os Deviantes.

Para futuras informações a respeito de Eternos, fique ligado aqui, na Torre de Vigilância.

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Cinema

Will Poulter é oficializado como o intérprete do Adam Warlock em Guardiões da Galáxia Vol. 3

É oficial, o ator Will Poulter interpretará o herói Adam Warlock em Guardiões da Galáxia Vol. 3. A informação é do Deadline

A procura pelo astro que seria Adam no filme foi iniciada no final de Agosto. Poulter, junto de outros atores mais novos, da mesma idade e mais velho fizeram teste para o papel. Obviamente, Will acabou levanto a melhor, sendo a principal escolha de James Gunn e dos executivos da Marvel Studios

Anteriormente, o ator estaria na série de O Senhor dos Anéis, mas acabou deixando a produção por conflitos de agenda.

A nova aventura dos Guardiões se passará após os eventos de Guardians of the Galaxy Holiday Special, que chega em Dezembro de 2022 no Disney+. Informações a respeito da trama estão sendo mantidas em sigilo.

Guardiões da Galáxia Vol. 3 chega em Maio de 2023 nos cinemas.

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Cinema

Sinta o poder dos Celestiais no novo featurette de Eternos

De Chloé Zhao, diretora ganhadora do Oscar 2021 pelo filme NomadlandEternos ganhou o seu mais novo featurette que você pode conferir logo abaixo.

Angelina Jolie (Thena), Richard Madden (Ikaris), Kumail Nanjiani (Kingo), Lauren Ridloff (Makkari), Brian Tyree Henry (Phastos), Salma Hayek (Ajak), Lia McHugh (Sprite), Don Lee (Gilgamesh), Gemma Chan (Sersi), Barry Keoghan (Druig) e Kit Harington (Cavaleiro Negro) fazem parte do elenco do filme.

Os Eternos da Marvel Studios apresenta um empolgante novo time de super-heróis no MCU, aliens ancestrais que vivem na Terra em segredo por milhares de anos. Seguindo os eventos de Vingadores: Ultimato, uma tragédia inesperada os força a sair das sombras para se reunir contra os mais antigos inimigos da humanidade, Os Deviantes.

Para futuras informações a respeito de Eternos, fique ligado aqui, na Torre de Vigilância.

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Cinema

Eternos terá duas cenas pós-créditos, Chloé Zhao promete que elas serão importantes para o futuro do MCU

Em uma declaração exclusiva para o Fandango, a diretora Chloé Zhao prometeu que o filme Eternos, da Marvel Studios, terá duas cenas pós-créditos.

Segundo Zhao, elas serão importantes para o futuro do MCU. Alguns fãs teorizam que o longa mostrará o grupo de seres super poderosos criando o gene X dos mutantes, sendo assim, os responsáveis por trazes os filhos do átomo ao Universo Cinematográfico da Marvel de forma orgânica. 

Eternos chega em 05 de Novembro de 2021 nos cinemas. 

Os Eternos da Marvel Studios apresenta um empolgante novo time de super-heróis no MCU, aliens ancestrais que vivem na Terra em segredo por milhares de anos. Seguindo os eventos de Vingadores: Ultimato, uma tragédia inesperada os força a sair das sombras para se reunir contra os mais antigos inimigos da humanidade, Os Deviantes.

Para futuras informações a respeito de Eternos, fique ligado aqui, na Torre de Vigilância.

*Créditos na imagem da capa: Screen Rant. 

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Séries

É oficial, Marvel Studios trabalha em uma série da Agatha Harkness para o Disney+

A Variety revelou com exclusividade, que uma série da personagem Agatha Harkness está em desenvolvimento para o Disney+. 

Kathryn Hahn reprisará o papel da personagem, que deu as caras no MCU pela primeira vez na série limitada WandaVision.

O projeto será um spin-off do seriado da Feiticeira Escarlate e Visão. Jac Schaeffer, showrunner de WandaVision, será a produtora e roteirista do projeto descrito como uma história de humor negro.

Agatha é uma bruxa poderosa do Universo Marvel. Em certas adaptações, ela é tratada como uma vilã, enquanto em outras, ela é retratada como uma anti-heroína. 

Mais informações devem ser reveladas no Disney+ Day, que acontecerá em 12 de Novembro de 2021.

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Entretenimento Serial-Nerd Séries

What If…?’ fica entre o que sonhamos e o que precisamos na Marvel

O universo da Marvel é um terreno de possibilidades infinitas, criativas e que merecem ser muito bem exploradas. Ao finalizar a Saga do Infinito, a casa das ideias está apostando todo seu mundo no multiverso, histórias novas e com caminhos completamente diferentes, que moldarão todo o futuro de todas as realidades existentes, que abrangem todos os mundos… menos o seu principal.

Em seu papel de explorar histórias completamente ‘inovadoras’ é ótimo, a sua apresentação de novas personagens, releituras e criações é extremamente divertida e bem executada, em sua maioria. Em seus nove episódios, vemos o Vigia guiando o público por certas realidades que ele assiste, algumas trágicas, outras fantásticas. Esse ritmo de trinta minutos por história é um ótimo e agradável passatempo. Mas o seu problema, não é sua criatividade, e sim, sua importância dentro do quadro atual do MCU.

Por algum motivo, ainda parece que o estúdio, após mais de 10 anos produzindo filmes e séries, não consegue dar um salto de fé em se atrever de fato, em seus momentos chave, a sensação de que entrar no primeiro plano é extremamente arriscado e isso faz com que nada que não seja o planejado, voe. Em suas últimas produções que envolvem a linha dos múltiplos mundos, nenhum realmente conseguiu trazer aquele sentimento de clamor que faz o público vibrar na cadeira. A série deixa tantos pontos que podem se conectar com o mundo principal, coisas que fariam os fãs esperarem mais e mais para suas futuras grandes produções, como ‘Doutor Estranho: O Multiverso da Loucura’ e ‘Homem Aranha: Sem Volta Para Casa’. O estúdio pode estar aprendendo a sair de sua saturada fórmula, mas ainda não aprendeu que suas obras precisam ser, em sua totalidade, o foco principal do holofote. Eles precisam ousar de verdade. Foi dito que essa série seria tão importante quanto ‘Loki’, mas ela simplesmente não deu nenhuma ponta para como ela influenciará o futuro, sendo que todo seu conceito, já havia sido apresentado no passado.

Mas falando sobre seus episódios, aqui temos um espetáculo extremamente divertido, e que faz qualquer fã vidrar na frente dos episódios. Por início, pode-se sentir como se tudo fosse ficar desconectado, o que é ruim, mas depois, tudo se ata com maestria. Capitã Carter, T’Challa como Star Lord, Doutor Estranho Supremo, Killmonger, todos são personagens que conquistam os corações, você quer ver mais desses personagens, e o que o futuro aguarda para todos. O único ponto fraco disso tudo, é o episódio sete (7), que mostra como seria se o Thor fosse filho único, o que é completamente desinteressante ao meio de histórias que realmente importam e marcam. De resto, os roteiros de todos os episódios são feitos com muita dedicação, principalmente dos episódios quatro e cinco (4 e 5).

Já o seu estilo gráfico é atípico, e visualmente ilustre. Por mais que pelas primeiras vezes possa se tornar um tanto desconfortável de se acostumar no princípio, logo se admira como é fluído e algo que estava precisando no currículo da Marvel Studios, uma animação deslumbrante. Suas lutas são marcadas por um trabalho de cores surreal, e conceitos exteriores únicos, os trajes também são um ponto alto do uso desse estilo gráfico. Talvez, em futuras temporadas, novos traços e singularidades possam ser explorados, como em ‘Star Wars: Visions’ e ‘Love, Death + Robots’. Sua direção e fotografia também tem seu grande destaque, como tudo é conduzido e estruturalmente belíssimo, é um trabalho feito em conjunto que funcionou perfeitamente bem.

A dublagem também é espetacular, tanto no idioma original quanto na brasileira, é perceptível o cuidado que se tem em transportar as emoções para o espectador, e de transportar vozes que são ouvidas nos filmes. O trabalho de som é surreal, único e merece um reconhecimento tão grande quanto o da própria animação.

Por fim, ‘What If…?’ merece o reconhecimento de todos os fãs desse universo gigantesco e engenhoso, feito com tanta atenção. E o estúdio também precisa reconhecer isso, e cessar esse pavor que se tem em dar o interesse para outras obras. O que é apresentado é uma peça fundamental para o futuro que a Marvel está trilhando, desperdiçar histórias como as que são contadas aqui, seria um tiro no próprio pé. Explorem mais do que versões alternativas dos filmes, explorem essas realidades atípicas com o padrão, o marinar os fãs até certo filme é degradante; tanto para sua qualidade, quanto para quem cria esses mundos. Que o Vigia sempre possa encontrar esses acontecimentos fantásticos para as vindouras temporadas dessa obra.

Nota: 4/5 – Ouro

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Cinema

Ultron bots de realidades paralelas estarão presentes em Doctor Strange in the Multiverse of Madness

Foi revelado com exclusividade pelo The Direct, que o filme Doctor Strange in the Multiverse of Madness contará com a presença de Ultron bots de realidades alternativas. 

Mais detalhes não foram revelados, apenas que o Doutor Estranho visitará uma terra paralela que eles estarão presentes em peso. 

Recentemente, os robôs foram vistos no oitavo capítulo de What If…?, que mostra o que aconteceria se Ultron tivesse vencido.

Em Multiverse of MadnessStephen Strange terá a árdua missão de reatar o multiverso após ser desconstruído pela Feiticeira Escarlate em WandaVision. Entretanto, uma ameaça gigantesca ressurge para tentar destruir os universos paralelos do MCU e enfrentar o Doutor Estranho e a Wanda Maximoff.

Doctor Strange in the Multiverse of Madness fará parte da fase 04 do MCU.

*Créditos na imagem da capa: The Direct.

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Cinema

Venom: Tempo de Carnificina torna-se a maior abertura de bilheteria na pandemia nos Estados Unidos, arrecadando US$ 90 milhões

Venom: Tempo de Carnificina tornou-se a maior abertura de bilheteria na pandemia nos Estados Unidos, arrecadando US$ 90 milhões. A informação é do The Hollywood Reporter.

Em comparação, Viúva Negra e Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis arrecadaram simultaneamente US$ 80 e US$ 75 milhões respectivamente. 

Já, Venom, acumulou US$ 80 milhões em sua abertura de estreia de 2018, ou seja, Tempo de Carnificina tem potencial para fazer mais sucesso que o seu antecessor. 

Após os eventos do primeiro filme, o relacionamento entre Eddie (Tom Hardy) e o Venom está evoluindo. Buscando a melhor forma de lidar com a inevitável simbiose, esse dois lados descobrem como viver juntos e, de alguma forma, se tornarem melhores juntos do que separados. Brock tenta reviver sua carreira ao entrevistar o serial killer Cletus Kasady (Woody Harrelson), que escapa da prisão e se torna o novo hospedeiro do simbionte Carnificina.

Para futuras informações a respeito de Venom: Tempo de Carnificina, fique ligado aqui, na Torre de Vigilância.

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Venom: Tempo de Carnificina revitaliza a era galhofa de uma forma simples e divertida

Quando Venom estreou nos cinemas em 2018, houve centenas de avaliações negativas por parte da crítica especializada, na qual reprovava o seu excesso de humor e história simplória com elementos superficiais. Por outro lado, o público amou a produção por ser capaz de aproveitar a dinâmica entre Eddie Brock (Tom Hardy) e o simbionte (também interpretado por Hardy), além de levantar uma trama acessível para o público de todas as idades sem perder a essência do Protetor Letal.  

A produção de Venom: Tempo de Carnificina foi oficializada pouco tempo após o seu antecessor alcançar ótimos números nas bilheterias. Ruben Fleischer, o diretor da primeira obra cinematográfica, deixou o cargo de diretor (mas retorna como produtor executivo) e deu lugar ao ator e cineasta Andy Serkis assumir a nova aventura do anti-herói, que soube aproveitar todos os elementos bons de Venom para montar uma história divertida, simples e com muita galhofa, que deixaria até Joel Schumacher (diretor de Batman Eternamente e Batman e Robin) orgulhoso.

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Após os eventos do primeiro filme, o relacionamento entre Eddie (Tom Hardy) e o Venom está evoluindo. Buscando a melhor forma de lidar com a inevitável simbiose, esse dois lados descobrem como viver juntos e, de alguma forma, se tornarem melhores juntos do que separados. Brock tenta reviver sua carreira ao entrevistar o serial killer Cletus Kasady (Woody Harrelson), que escapa da prisão e se torna o novo hospedeiro do simbionte Carnificina.

Quando a sua duração foi registrada nos sites das principais redes de cinema dos Estados Unidos da América, muitos fãs ficaram preocupados quanto o desenvolvimento da trama, afinal, filmes de quadrinhos costumam ter mais de duas horas de duração, enquanto Tempo de Carnificina estava registrado com uma hora e meia. Felizmente, isso está longe de ser um problema. 

O tempo não é prejudicial para o seu desenvolvimento, dado que o seu progresso é fluído e com poucas enrolações, tendo-se a impressão de que os personagens sabiam que não podiam enrolar para resolver os problemas que envolvem o grande antagonista: Carnificina

Como mencionado no segundo parágrafo, o enredo é simples, sem a necessidade de ficar criando subtramas sérias para atender a demanda de um público mais nichado. A galhofa está por toda parte: desde piadas envolvendo galinhas até uma cabeça enorme de um simbionte faminto por bandidos saindo das costas de Eddie para eles terem um bate papo. Mas, se você achou que o sentido de galhofa neste texto é algo pejorativo, você está muito enganado, pois é esse detalhe que deixa tudo muito melhor; sem ele, Venom: Tempo de Carnificina não seria uma diversão saudável e descomplicada. 

Em paralelo, comparo a nova peripécia de Venom e Eddie Brock com os filmes Batman Eternamente e Batman e Robin, de Joel Schumacher. Os três longas tem a noção de que as suas composições não devem ser levadas a sério, pelo ao contrário, elas existem especificamente para serem divertidas e nada mais, mesmo que isso custe algumas vergonhas alheias, fator que traz toda a magia.

Venom: Let There Be Carnage': If Box Office Recovers, This May Tell | IndieWire
As galinhas são minhas amigas, Eddie!

O ponto alto está entre a dinâmica dos dois protagonistas: Eddie e Venom. Aqui, temos uma abordagem de amizade misturada com romance, visto que, mesmo Brock não gostando da ideia de ser um hospedeiro de um alienígena que parece uma ameba, Venom adora o seu ”companheiro de quarto”, mas por ter tido uma vida diferente em outro planeta, o Protetor Letal acaba não compreendendo as reais necessidades de seu amigo. 

É evidente que Tom Hardy ama estes personagens e que ele quer estar envolvido em tudo que envolvam eles no futuro. Tom entrega uma atuação com amor, caindo de cara nas dificuldades de Eddie Brock e nas alegrias e raivas de Venom

Em comparação a primeira produção, a dinâmica entre eles é muito mais fluida e natural (afinal, eles estão juntos há um ano), todavia, o humor está muito mais presente na vida de ambos em relação ao primeiro filme, que havia decido em ser algo um pouco mais sério (mesmo com uma grande quantidade de anedotas). 

VENOM: LET THERE BE CARNAGE - Official Trailer (HD) on Make a GIF

Com exceção de Michelle Williams, o elenco de apoio é fraco e com motivações rasas. Michelle traz uma atuação um pouco mais cômica em relação a Venom, porém, ela é um pouco menos participativa, mas mesmo assim, possui extrema importância em uma cena específica. 

Naomie Harris e Stephen Graham interpretam respectivamente Shriek e Detetive Mulligan, personagens que só estão presentes na história para preencher um vazio que seria existente caso eles não fossem inseridos. Shriek possui uma alta relevância, mas baixa simpatia, enquanto Mulligan, uma baixa relevância, mas uma pertinência que será explorada em uma eventual sequência. Ambos são incapazes de cativar os telespectadores. 

Por fim, Reid Scott retorna ao papel de Dan Lewis, o noivo de Anne, ex-namorada de Eddie e personagem de Michelle. O roteiro tenta ajudar Lewis, pondo eles em situações engraçadas (e algumas importantes) para tentar salvar a sua reputação. O resultado, é um figurante com mais tempo de tela e algumas falas adicionais. 

Line of Duty star's Venom 2 role could be more significant than you realise
Stephen Graham como o Detetive Mulligan. Nos quadrinhos, ele se torna o simbionte Toxina.

Woody Harrelson foi uma escolha certeira para dar vida ao serial killer Cletus Kasady e ao vilão Carnificina na primeira sequência de Venom

Harrelson da o seu melhor para trazer uma abordagem sádica e perversa à sua persona, assim como nos quadrinhos. Cletus é um assassino frio, mas aqui, ele possui um comportamento divertido, sendo o oponente ideal para Eddie.

Quanto ao Carnificina, ele é uma versão muito mais feroz e impiedosa de seu pai. O seu desenvolvimento é breve, mas extremamente satisfatório, fazendo jus ao seu nome: Carnificina. As cenas de ação entre ele e Venom são superiores em relação entre o anti-herói e o Riot presentes no primeiro longa, dando gosto de ver uma ameba preta e outra vermelha trocando socos. 

Todavia, nem tudo são flores. A motivação de Cletus não é a das melhores, fazendo com que o espectador se indague toda vez que Kasady reforça os seus motivos de ser mal ao decorrer da história. 

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Afinal, é bom?

Sim, e eu posso garantir que o seu ingresso de meia-entrada vale a pena. O principal objetivo de Andy Serkis com Venom: Tempo de Carnificina, é aperfeiçoar aquilo que já estava estabelecido no universo de Venom, mas sem perder a sua essência, que é o humor galhofa. Em inúmeros momentos, tive a sensação de que estava lendo um quadrinho do personagem lá dos anos 90, quando o mesmo tentou ser um herói por um tempo. 

O futuro de Venom e Eddie Brock será brilhante, e há muita história para contar. Agradeço por ter lido até aqui, e lembre-se de sempre checar se não há um parasita escondido dentro de você.

Agradecemos à Sony Pictures Brasil pela oportunidade de nos convidar para a cabine de imprensa do filme. 

NOTA: 4/5