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Lex Luthor e mais no primeiro teaser da Crise nas Infinitas Terras

A CW divulgou o primeiro teaser da Crise nas Infinitas Terras com J’onn J’onnz, Sara Lance, Barry Allen, Kara Danvers, Lex Luthor, Kate Kane (Batwoman), Ryan Choi (Osric Chau), Raio Negro, Brandon Routh como Superman, Oliver e Mia. Confira.

A Crise nas Infinitas Terras começa no dia 8 de dezembro na CW.

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Cinema

O Snyder Cut está finalizado de acordo com Jason Momoa

Com o intuito de lutar pelo lançamento de Liga da Justiça pelo diretor Zack Snyder, o movimento Release The Snyder Cut tem recebido atenção pela mídia. Diversos membros da produção surgiram como apoiadores à causa, mas ninguém é tão entusiasmado com o assunto quanto Jason Momoa. Em entrevista ao MTV News, Momoa reafirmou que não apenas assistiu ao corte do diretor como também indicou que está finalizado.

O tópico do Snyder Cut é abordado a partir dos 12 minutos e 40 segundos da entrevista.

“Há um ano, eu trouxe esse assunto e você estava: “Eu preciso ver.” Porém, você já assistiu?”

“Sim, absolutamente.”

“Mas os efeitos não estão prontos, não é?”

“Você acha que Zack não conseguiria finalizar o próprio filme?”

“Eu não sei, mas se você disse que está finalizado, eu sou todo ouvidos.”

Além disso, quando perguntado se será lançado ou não, o ator afirmou não possuir conhecimento sobre os interesses da DC Comics, mas como fã, ficou feliz em ter assistido o filme original. Não é a primeira afirmação dele sobre o fato, há dois meses, ele postou um vídeo com Snyder, com a seguinte legenda: “O Snyder Cut é incrível.”

Snyder Cut
Jason Momoa como Aquaman em Liga da Justiça (2017)

Antes, o debate era sobre sua existência, mas Zack Snyder confirmou a um fã, em março: “Eu tenho muitas cópias.”. Depois, sobre a finalização da montagem, trilha sonora e efeitos visuais. Agora, com a declaração de Momoa, a pergunta restante talvez seja: Quando será lançado?

A fim de que se saiba sobre tudo o que acontece na Editora das Lendas, mantenha-se ligado na Torre de Vigilância.

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Cinema

Sequência de Aranhaverso vem aí ! Os portais para outras dimensões se abrirão em 08 de Abril de 2022

A Sony Pictures Animation através da conta oficial da animação vencedora do Oscar 2019, Homem-Aranha no Aranhaverso, confirmou que a sequência do filme será lançada em 08 de Abril de 2022.

Jake Johnson, Hailee Steinfeld, Shameik Moore, Chris Pine, Nicolas Cage, John Mulaney, Kimiko Glenn, Zoë Kravitz e Oscar Isaac devem retornar para a sequência.

Miles Morales é um jovem do Brooklyn que se tornou o Homem-Aranha inspirado no legado de Peter Parker, já falecido. Entretanto, ao visitar o túmulo de seu ídolo em uma noite chuvosa, ele é surpreendido com a presença do próprio Peter, vestindo o traje do herói aracnídeo sob um sobretudo. A surpresa fica ainda maior quando Miles descobre que ele veio de uma dimensão paralela, assim como outras versões do Homem-Aranha. Diz a sinopse do primeiro filme.

Para futuras informações a respeito do Homem-Aranha, fique ligado aqui, na Torre de Vigilância.

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Séries

Emily Bett Rickards retorna para o Series Finale de Arrow

O ator Stephen Amell anunciou em sua rede social que Emily Bett Rickards, a Felicity Smoak, estará no Series Finale de Arrow.

O episódio 10 da oitava temporada da série vai se chamar Fadeout, que é a parte de um arco.

Estrelada por Katie Cassidy, Katherine McNamara, David Ramsey, Juliana Harkavy, Emily Bett Rickards e Stephen Amell, Arrow é exibida todas as terças-feiras na CW.

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Séries

Série House of Dragon vai adaptar o livro Fogo & Sangue de George R.R. Martin

A HBO confirmou que a série House of the Dragon, sobre a casa Targaryen, será uma adaptação do livro Fogo & Sangue, de George R.R. Martin, mesmo autor das Crônicas de Gelo e Fogo, que inspiraram Game of Thrones.

O seriado já tem uma primeira temporada completa confirmada de 10 episódios com Miguel Sapochnik e Ryan Condal como showrunners, e o próprio Martin como cocriador.

Miguel Sapochnik dirigiu os episódios “Battle of the Bastards,” “Hardhome” e “The Long Night” em Game of Thrones.

House of the Dragon vai contar a história dos 150 anos da Casa Targaryen, narrados em Fogo & Sangue.

Séculos antes dos eventos de A guerra dos tronos, a Casa Targaryen – única família de senhores dos dragões a sobreviver à Destruição de Valíria – tomou residência em Pedra do Dragão. A história de Fogo & Sangue começa com o lendário Aegon, o Conquistador, criador do Trono de Ferro, e segue narrando as gerações de Targaryen que lutaram para manter o assento, até a guerra civil que quase destruiu sua dinastia.

Os eventos da nova série eventualmente irão chegar na Dança dos Dragões, uma gigantesca guerra civil nos 7 Reinos entre a Casa Targaryen.

São 664 páginas para serem lidas. O livro Fogo & Sangue pode ser adquirido pela Amazon Brasil aqui: https://amzn.to/2xy1gSw.

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Gameplay Games

Atelier Ryza é muito mais que um par de coxas bonitas

Atelier Ryza: Ever Darkness & the Secret Hideout é o vigésimo primeiro jogo na franquia de RPG da Gust que existe desde o primeiro PlayStation

A série Atelier em geral se destaca dos demais JRPGs pelo simples fato de que, suas histórias normalmente são simples e mais calmas. Como um anime de cotidiano. As personagens tendem a serem donas (ou trabalharem em um) de um Atelier onde fazem alquimia e essa acaba sendo por boa parte o que dita a história. Obviamente existem jogos na série com plots mais sérios, mas normalmente o que a série tem a oferecer são garotas bonitas fazendo alquimia e interagindo com as pessoas na cidade. Mas Atelier Ryza é diferente nesse quesito?

Essa review foi escrita por Luís Silva.

Essa é uma pergunta complicada de se responder, porque a resposta verdadeira seria sim e não. Sim porque ele tem um foco enorme em sua narrativa, e até demora bastante para liberar o Atelier. E não porque, por mais que tenha esse foco na história e narrativa, o jogo ainda tem a vibe calma e aconchegante dos outros da série e ainda se usa a alquimia para criar itens que ajudaram no combate, exploração e em side quests. Mas vamos por partes.

Em quesito de gameplay, o que deve se esperar de Atelier Ryza? 

Podemos dizer que existem três variantes de gameplay. A exploração e coleta de materiais para alquimia, o combate e o coração da série que é a criação de itens através da alquimia. A exploração é simples, você controla Ryza no mundo, e anda pela sua vila, campos abertos, matas, vulcões, etc. e enquanto coleta materiais que ficam espalhados no mapa e que são identificáveis por brilharem. 

Um típico local de coleta

E nessa etapa de coleta de materiais, temos uma adição nova a serie nesse jogo, que são as ferramentas. Ferramentas essas que o jogador tem acesso ao criá-las. As ferramentas funcionam de maneira simples, após criar uma, você deve equipá-la pelo menu (e lembre-se de fazer isso dentro de seu atelier, pois quando sair dele, não poderá equipar elas até retornar ao mesmo), e cada ferramenta tem seu próprio uso. O machado corta arvores, o martelo quebra pedras e assim por diante. Porém, vários locais de coleta podem ser utilizados com ferramentas diferentes e isso vai resultar em itens coletados diferentes no mesmo ponto. Então, no inicio do jogo, é extremamente recomendável que se crie as ferramentas disponíveis para aumentar sua capacidade de coleta de materiais o mais rápido possível.

Um adendo é que basicamente todas as ferramentas ficam disponíveis para criação logo de cara, porém alguns itens não são encontrados até mais para frente no jogo, então não adianta ficar desesperado procurando aquele item que você ainda não tem, porque muito provavelmente ele só ficara disponível em uma área mais avançada.

A primeira ferramenta que fica disponível

Além da coleta, que acontece tanto em áreas seguras (como a vila que serve como hub do jogo) como em áreas com monstros, é possível pegar varias side quests com NPCs da cidade. Existem basicamente quatro tipos diferentes de sidequests, que são: conversar com o NPC que dá a quest (essas que são as mais rápidas, simples e com a menor recompensa disponível, mas que serve para preparar o terreno para outras quests que aquele NPC vai entregar), conversar com pessoas na cidade, normalmente tem o padrão de conversar com três NPCs sem nome e depois retornar para a pessoa que deu a quest e receber a recompensa, tem quests de extermínio de monstros, que são autoexplicativas e por último, a grande maioria e que entregam as maiores recompensas são as quests em que o NPC pede para que Ryza criar um item especifico utilizando de alquimia.

Por mais que passe a impressão de simplesmente serem fetch quests, eu recomendo que façam o máximo que poderem, pois as recompensas são itens com qualidade extremamente alta e que vão ajudar demais na sua alquimia.

E falando na alquimia, temos a estrela da série: a criação de itens. Muitas pessoas acabam ficando com o pé atrás com a série por ter um foco tão grande em criação de itens, mas como a base do jogo foi criada em volta desse sistema, ele funciona bem demais. Mas como funciona esse sistema de criação de itens?

A árvore de opções de uma receita durante alquimia

Quando o jogador interage com o caldeirão, ele será levado para a interface de criação de itens, onde em primeiro lugar, se deve escolher a receita do item (essas que são adquiridas através da história, comprando livros em lojas ou como recompensa de side quest). Após escolher a receita, você será jogado em uma espécie de “mapa” parecido com o sphere grid de Final Fantasy X. Nessa área estão todos os matérias necessários para criar o item e além dos matérias mínimos necessários também é possível colocar materiais que melhoraram a qualidade do produto final. Existe uma espécie de link de um quadrado ao outro, que conforme mais materiais forem utilizados, mais vão se abrindo e por consequência melhor será o produto final. Pode parecer complicado lendo assim, porém quando se tem acesso é muito simples e prático. Fora que, caso você não esteja afim de escolher manualmente todos os matérias para criar tal item, o jogo oferece uma função de criação automática, onde você apenas escolhe se quer um item de qualidade alta ou baixa.

Existem também “receitas mutadas”, que é basicamente, você escolher criar um item, e durante o grid desse item seguir um caminho onde liga a uma outra receita. Se fizer isso, o item que será criado não será primeiro escolhido e sim esse do caminho novo. Dessa forma liberando a receita padrão dele. Tente sempre usar isso, pois as armas e equipamentos mais fortes estão disponíveis apenas assim. Não deixa que a explicação complexa e confusa o assuste, o sistema é bem simples uma vez que se pega e possui muitas opções de customização para o mesmo item. É algo viciante ficar criando itens e foram horas perdidas apenas nisso, coletando materiais para criar um item para poder criar outro item e assim por adiante. É facilmente a parte mais divertida do jogo.

E enfim chegamos no combate. Atelier Ryza abandonou o combate por turnos básico da série e optou por algo mais próximo do ATB. No começo esse combate leva um tempo pra se acostumar, mas depois de um tempo, ele simplesmente funciona. Porém não é nada excepcional. 

Durante o combate se tem três personagens e eles atacam automaticamente caso não se esteja controlando-os. É possível controlar a party inteira, mas é algo tão frenético que depois de um tempo eu deixei que a IA cuidasse dos outros personagens, utilizando-os apenas em momentos específicos. Cada ação durante o combate é ligada a um botão do controle, sendo círculo o ataque básica, X se mover no campo de batalha, quadrado utilizar itens e triângulo são as skills dos personagens.

Existe também a barra de AP. Essa barra é utilizada tanto para subir o nível de táticas quanto para executar as skills. Ataques normais recuperam AP. Subindo o nível de táticas, não só se abre mais possibilidades de combos de ataque normais, que funcionam como uma espécie de QTE, como também afetam skills, que ficam mais fortes dependendo do nível de tática. Para utilizar itens primeiro deve-se equipa-los no atelier. Um fator importante a se considerar é que os itens não tem um limite, mas sim um contador chamado Core Charge ou simplesmente CC. Cada item utiliza um valor próprio do CC e quando chegar a zero, não se pode mais usar item nenhum. Porém pode-se utilizar um dos itens equipados para recuperar o total de CC, mas tal item ficará indisponível para uso até retornar ao Atelier, então deve-se pensar bem em quando se deve utilizar e qual item “sacrificar” para recuperar. 

Durante as batalhas, seus companheiros pediram para você realizar uma ação, desde atacar com magia, usar itens, diminuir status dos oponentes entre vários outros tipos, e caso seja concluído, o personagem executara uma espécie de golpe especial. Então fique sempre atento ao que eles pedem, pois pode acabar determinando o resultado da batalha.

Em questão gráficas, no PlayStation 4 normal o jogo roda liso sem nenhuma queda de frames e é bem bonito. Não é nada surpreendente, mas tanto o cenário quanto o modelo dos personagens principais são bem feitos e agradam aos olhos. O que não agrada são as animações durante as cutscenes. São travadas, e em boa parte do tempo, sem vida. A dublagem passa toda uma emoção na fala, porem o modelo 3D dos personagens não consegue representar isso visualmente.

Mas o aspecto técnico em que o jogo brilha mesmo é em sua trilha sonora. Os compositores da Gust estão de parabéns pelas ótimas músicas. Toda música combina com o ambiente em que tocam e são muito boas, e destaque especial para o tema de batalha normal e o tema de boss. São facilmente um dos melhores que o gênero tem a oferecer em memória recente.

E finalmente, sobre a história do jogo, ela funciona. É simples e cumpre seu objetivo. Os personagens principais são carismáticos e conseguem carregar a trama, e os secundários tem o seu charme. É interessante ver a resolução dos conflitos de cada e como crescem durante a jornada. Porém vale ressaltar que por boa parte do tempo todo o roteiro segue uma pegada mais para o lado do slice of life, então pessoas que não gostam do gênero podem se incomodam pelo fato de que o plot não está andando a todo momento.

Vale ressaltar também que, se fizer apenas a história principal, o jogo é relativamente curto, podendo chegar a ter menos de 25 horas de duração, mas não recomendo isso, pois existem também historias nas side quests, que conforme vai fazendo, uma vai ligando a outra em suas histórias, pois como toda cidade pequena, na vila todos se conhecem, então houveram vários momentos que eu fui surpreendi pela rota que a side quest daquele NPC pegou. 

Atelier Ryza é um bom jogo, que abraça tanto quem é novato pela serie quanto quem é fã de longa data. O sistema de alquimia é robusto e pode parecer assustador, mas se apresenta de maneira gradual e é fácil de se acostumar. O combate em tempo real pode ser um ponto negativo para alguns, principalmente em dificuldades mais altas, porém não é de todo mal, apenas precisa de um pouco de prática. Com personagens carismáticos e uma historia que é interessante o suficiente pra manter o jogador interessado, ambientações lindas (mesmo com NPCs e animação no geral horríveis) e com uma trilha sonora fenomenal, Atelier Ryza: Ever Darkness & the Secret Hideout é um jogo que com certeza vai manter os fãs da franquia e vai chamar muito mais pessoas para a mesma, independente de ter sido pela ideia inicial de um par de coxas bonitas.

Agradecimentos à Koei Tecmo pelo envio do código para análise. O jogo será lançado no dia 29 de outubro para PlayStation 4, Nintendo Switch e PC. Novamente, a review foi feita por Luís Silva.

Ouro – Recomendável

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Séries

Última temporada de Lúcifer terá episódio musical noir nos anos 1940

Segundo informações da ET Online, o Príncipe do Inferno, Lúcifer Morningstar (Tom Ellis), e seu braço direito, Mazikeen (Lesley-Ann Brandt), vão fazer um dueto em um capítulo especial da quinta e última temporada de Lúcifer.

Lúcifer e Mazikeen serão astros de um musical situado nos anos 1940, filmado em preto e branco, com canções da época, no estilo dos filmes do gênero noir. Confira as primeiras imagens oficiais.

Estrelado por Lesley-Ann Brandt e Tom Ellis, Lúcifer retorna com novas aventuras em 2020 na Netflix.

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Quadrinhos

Superman divulgará sua identidade secreta ao Universo DC em dezembro

Após reformular o fim de Krypton, retornar com a Legião dos Super-Heróis, Brian Bendis trará ainda mais mudanças para o cânone do Superman. Conforme divulgado pela DC Comics, o Homem de Aço revelará sua identidade secreta ao Universo DC em Superman #18. A edição contará com os roteiros de Bendis, os traços de Ivan Reis e será publicada em dezembro.

Apesar de alterar o status quo do personagem, não é a primeira vez em que sua identidade secreta é anunciada. Há 4 anos, Lois Lane revelou o segredo do herói ao mundo, em Action Comics #41 (DCYou). Além disso, em Action Comics #662, de 1991, Clark disse a Lois quem ele realmente era.

Superman

De acordo com o Bendis, esse acontecimento fará com que o Superman seja a melhor versão dele mesmo e comparou até mesmo com Matt Murdock em seu run pelo Demolidor. Ele também informou que o personagem ganhará duas edições especiais em janeiro explorando as consequências da revelação.

Superman
Capa de “Superman: Heroes” por Bryan Hitch

A decisão de Clark afetará sua vida, a de seus entes queridos, também o fará com os heróis e os vilões. De acordo com Bendis, as reações dos personagens serão mistas. Além disso, o roteirista afirma que essa foi a melhor solução para a polêmica da filmagem do beijo entre Lois e Superman.

Quando questionado se Clark Kent continuará atuando como repórter, ele respondeu:

“Excelente pergunta. Eu juro que esse foi o primeiro pensamento do Greg Rucka após contá-lo sobre a trama.”

Superman #18 será publicado em dezembro nos EUA. A fim de que se saiba sobre tudo o que ocorre no Universo das Lendas, mantenha-se ligado na Torre de Vigilância.

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Gameplay Games

Trails of Cold Steel III é o reflexo de um mundo bem construído

Construir um universo e personagens que funcionam nos videogames (ou em qualquer outra mídia) não é uma tarefa fácil. Mais difícil ainda, é carregar uma história com 15 anos de planejamento sem perder a mão. Trails of Cold Steel III é o oitavo jogo da série Trails e é o começo de um fim. A sub-série criada pela Nihon Falcom em 2004, com Trails in the Sky, possui um dos melhores worldbuilding já existentes nos videogames.

Em Trails of Cold Steel III, jogamos novamente com Rean Schwarzer, agora professor, onde lidera uma nova Class VII, ao mesmo tempo que precisa lidar com as consequências de ter se tornado um herói do Império de Erebonia.

  • Uma porta de entrada para a franquia?

Vamos tirar logo esse ponto da frente. A resposta é NÃO. Por mais que a NISA, que gentilmente cedeu um código para a gente, fique batendo na tecla que Trails of Cold Steel III é uma porta de entrada para a franquia, isso não é nada mais que uma estratégia de marketing, que poderá se voltar contra para o jogo.

O jogo possui um sumário no menu inicial, contextualizando apenas os acontecimentos dos dois jogos anteriores (sem mencionar os outros dois arcos), mas é basicamente nomes sendo jogados na tela, sem nenhum tipo de contexto, o que deixa o jogador ainda mais confuso. E jogando, o resultado não é muito melhor. Então, caso queira começar a jogar Trails, esse não é um bom começo. Comece por Trails in the Sky ou até mesmo o primeiro Cold Steel.

  • Um protagonista atormentado e uma nova Class VII.

Aqueles que me conhecem, sabem o quanto eu não gosto do Rean como protagonista, porém, em Trails of Cold Steel III, ele me conquistou. Ainda que esteja longe de se comparar à Estelle e Lloyd. Rean ainda continua igual a um personagem de harém tradicional dos animes, no entanto, ele é bem trabalhado nesse jogo. Seu psicológico ainda está abalado após o trauma sofrido no jogo anterior, e mesmo assim decide se tornar um professor.

Darei o mínimo de spoilers possíveis sobre os jogos anteriores, mas o fato do Rean não querer ser reconhecido durantes as viagens é algo bem utilizado no jogo. Ele odeia ser conhecido como Ashen Chevalier, o herói de Erebonia.

Sobre a nova Class VII, já começo dizendo que os novos personagens são muito melhores dos que os companheiros de Rean. Apesar de ainda serem tropes de animes, um grande problema em Cold Steel, funcionam. Acompanhar suas histórias e desenvolvimento é bem satisfatório e você se importa com esses personagens, Juna, Kurt, Altina, Ash e Musse são ótimos personagens e praticamente todos são ligados à acontecimentos prévios da franquia, e ver como esses eventos impactaram no tempo atual é recompensador para qualquer fã de Trails.

Quanto aqueles que retornam, são bem usados, para aquilo que eles se propõem. 

O bonding system está de volta. Eu não curto esse sistema, muito por conta de que você perde muito da história de certos personagens, caso não passe um tempo com ele no jogo. No entanto, em Cold Steel III, eles acertaram bastante. A Falcom conseguiu reduzir bem o número de personagens com quem você interage nesse sistema e deu pontos o suficientes para explora-los.

  • Gráficos ultrapassados, mas enredo de primeira

Quando se joga um game da Nihon Falcom, você não espera que eles tenham um gráfico de última geração e em Cold Steel III isso não é diferente. Os gráficos são superiores aos dos últimos dois jogos, que saíram para PS3 e PS Vita, mas se comparar com outros JRPGS saídos na mesma época (2017), ele fica bem abaixo. E isso não só para os personagens em si, mas para o ambiente. Em TVs com mais qualidades é possível ver falhas nas texturas.

A gameplay é basicamente a mesma dos outros jogos. Não há muitas novidades aqui além das Brave Orders, que são comandos para dar buffs na party. Lembra bastante a função de suporte em Trails in the Sky the 3rd. A HUD de batalha é claramente inspirada em Persona 5. Os fãs mais antigos podem estranhar no começo, mas é fácil se acostumar.

A pescaria está de volta, agora com um sistema diferente, em vez de apertar rapidamente os botões, o jogador tem que pressionar o círculo e calcular o timing para capturar o peixe. O minigame de cartas agora é o Vantage Masters, onde o jogador tem que derrotar o mestre adversário. Há diversas cartas de buff e skills que ajudam na batalha.



Agora, em termos de roteiro e worldbuilding, Cold Steel III possui uma das melhores histórias dos JRPGs atuais e um dos melhores da franquia. O jogo é estruturalmente parecido com o primeiro: dia livre, estudo de campo, sidequests mundanas e então história principal. A diferença é que o jogo possui um ritmo melhor e não é cansativo. O primeiro Cold Steel demorava muito para “engatar” enquanto tentava apresentar os personagens.

A trilha-sonora, outra grande marca dos jogos da franquia, estão de volta arrasando mais uma vez. Há músicas que irão deixar os fãs mais antigos engolindo seco e de olhos molhados. Mas no geral, ela é a mais fraca até então.

  • O mundo de Trails

Um dos pontos mais chamativos de Trails é o seu mundo. São 9 jogos no total (já contando Sen no Kiseki IV, que em breve chegará por aqui, EU SUPLICO NISA) e em todos eles somos capaz de vermos NPCs tão vivos quanto os personagens principais. Ver como eles reagem aos acontecimentos do jogo é magnífico, cada um deles tem algo para dizer, e você não sente que são apenas falas automáticas e clichês, como vemos em outros JRPGs e ou muitos dos jogos ocidentais.

Tudo está conectado de alguma forma, não são apenas referências jogadas aqui e ali, como em filmes da Marvel. Tudo isso se perde se você começar a jogar Trails por esse jogo. Simplesmente ficará perdido e sem entender grande parte dos diálogos.

Em termos de localização, ela está bastante funcional. É difícil falar concretamente, por conta do meu inglês não muito bom, mas eu consegui passar 90% do jogo sem precisar procurar alguma palavra. A tradução ficou bem simples. Por outro lado, alguns termos da franquia em si foram alterados. Não sei se ficaram assim para sempre ou se irão corrigir em alguma atualização. A equipe de tradução é praticamente a mesma dos jogos anteriores, e creio que devem se pronunciar em breve quanto a isso.

  • Edição definitiva?

Há algumas novidades em comparação ao lançamento japonês, entre elas a presença do modo turbo, que acelera a velocidade do jogo, reduzindo o tempo da exploração nas dungeons e campo aberto. Outra novidade bastante bem-vinda, é a possibilidade de carregar seus níveis para o New Game+. No jogo original não era possível fazer isso, tendo que começar do nível 0.

No entanto, assim como o original, o jogo possui quedas de framerate, tanto no PS4 normal, quanto no PS4 PRO (segundo pesquisas), na parte final do jogo. Não é nem culpa da NISA em si, mas sim da Falcom.

Trails of Cold Steel III é um reflexo de um mundo bem construído. Traz personagens marcantes, retornos inesperados e momentos emocionantes. Além de um final de deixar o queixo caído.

O jogo foi testado em um PS4 normal. Agradecimentos à NIS America pelo envio do código para review.

Pontos Positivos:
Roteiro impecável.
Personagens bem escritos.
Trilha-sonora.
Bonding system funcional.

Pontos Negativos:
Framerate instável na parte final do jogo.
Marketing da NISA sobre ser uma porta de entrada.

Platina – Obrigatório

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Serial-Nerd Séries

Nós somos o Cavaleiro da Lua! 11 atores que poderiam interpretar o Marc Spector no MCU

Atenção, essa coluna expressa um ponto de vista estritamente pessoal.

Durante a D23 desse ano (2019), a Marvel Studios finalmente anunciou a tão aguardada série do Cavaleiro da Lua, que será exclusiva do serviço de streaming Disney+ e terá a mesma qualidade dos filmes da empresa, assim como os outros seriados que estão sendo produzidos pelo estúdio.

Em tese, o personagem deve ser uma aparição recorrente no MCU, podendo protagonizar mais temporadas de sua própria produção para o Disney+, dar as caras em outros filmes de heróis e podendo até mesmo ser um dos membros mais importantes dos novos Vingadores, uma vez que a sua popularidade tende a aumentar cada vez mais.

Pra quem não está familiarizado, o Cavaleiro da Lua é um super-herói da Marvel Comics criado por Doug Moench e Don Perlin, que apareceu pela primeira vez em Werewolf By Night #32. O seu maior diferencial em relação aos outros personagens da Casa das Ideias, é que ele possui transtorno dissociativo de indenidade, compartilhando a sua mente com mais três personalidades (Steven Grant, Jake Lockley, o deus egípcio Khonshu e é claro, a sua personalidade principal, Marc Spector). 

Confesso que o vigilante se tornou um dos meus personagens favoritos, me levando aos prantos quando o seu seriado foi apresentado ao mundo pelo Kevin Feige. No entanto, surgiu uma dúvida em minha cabeça: ”quem poderia interpetá-lo?” Foi ai, que eu pensei em alguns nomes hollywoodianos que se encaixariam perfeitamente no papel, e é claro, decidi compartilhar a minha lista com você meu querido leitor.

Então meu caro vigilante, se posicione no lugar mais confortável da sua casa e confira quais são os 10 atores que poderiam interpretar o Marc Spector no MCU.


#11: Bill Skarsgård

Conhecido por: IT: A Coisa, IT: Capítulo 2, Hemlock Grove e Castle Rock.

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Desde a primeira temporada do seriado Hemlock Grove, Bill se demonstrou um ator que se afundaria na loucura para entregar uma boa atuação (diga-se de passagem, o Cavaleiro é uma persona que vive em um ”mundo” rodeado de insanidade própria). A prova mais recente disso, é na sua encarnação como Pennywise em IT: A Coisa e IT: Capítulo 2.


#10: Andrew Garfield

Conhecido por: O Espetacular Homem-Aranha, O Espetacular Homem-Aranha 2: A Ameaça de Electro, Até o Último Homem e Under the Silver Lake.

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O terceiro intérprete do Homem-Aranha nos cinemas, Andrew merece mais uma chance para interpretar um personagem de histórias em quadrinhos por muitos anos através de inúmeras produções audiovisuais, visto que o astro daria vida ao amigão da vizinhança por mais de 5 filmes.

Ultimamente, Andrew vem se dedicando à papéis mais dramáticos em longas voltados para grandes premiações. O exemplo mais recente, é na película Under the Silver Lake, produzida e distribuída pela A24. Marc é um personagem que possui uma vida no tanto quanto perturbada, devido a sua constante batalha mental consigo mesmo. Garfield seria uma escolha certeira da Marvel Studios para dar vida ao herói, dado que Andrew Garfild passou por momentos difíceis após o término com a atriz Emma Stone, podendo usar um pouco de mágoas passadas para a sua atuação como Spector.


#9: Alexander Skarsgård

Conhecido por: A Lenda de Tarzan, True Blood, Mudo e Hold the Dark.

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Diferente do seu irmão mais novo Bill Skarsgård, Alexander atua de uma maneira mais calma e serena, assim como o seu comportamento pessoal. Marc é um homem que está em busca contaste pela própria paz e Skarsgård seria ideal para transmitir essa sensação para o personagem.


#8: Dacre Montgomery

Conhecido por: Stranger Things, Power Rangers, A Few Less Men e Safe Neighborhood.

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Dacre Montgomery é um ator australiano que vem sendo especulado para interpretar um personagem no MCU há meses. Admito que Dacre tem cara de Tocha Humana ou até mesmo de Adam Warlock, mas seria muito interessante ver o ex Ranger Vermelho emprestando as suas ”habilidades” na hora de interpretar um herói louco no MCU.


#7: Dave Franco

Conhecido por: Truque de Mestre, Truque de Mestre 2, Nerve: Um Jogo Sem Regras e Artista do Desastre.

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Assim como o seu irmão James Franco, Dave tem a reputação de estrelar filmes mais voltados para a comédia (longas-metragens comerciais se incluem na lista), caso de LEGO Ninjago: O Filme, Superbad e Os Vizinhos. 

A Marvel Studios sempre preza pela qualidade de suas produções; entretanto, não importa qual tema os seus filmes e séries abordam, sempre haverá uma quantidade demasiada de piadas. Dito isso, Franco poderia usar elementos de suas já conhecidas atuações para dar um tom mais ”engraçado” para o vigilante de Nova York.


#6: Liam Hemsworth

Conhecido por: Jogos Vorazes, A Última Música, Independence Day: O Ressurgimento e Killerman: A Lei das Ruas.

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Liam é um ator que eu sempre desejei ver interpretando um personagem de quadrinhos, seja ele um herói ou vilão. Ex-marido da Hannah Montana e irmão mais novo do Thor, Hemsworth possui o porte ideal para o nosso herói encapuzado, uma vez que de uns anos pra cá, ele vem se dedicando à filmes de ação e aventura.


#5: Dylan O’Brien

Conhecido por: Maze Runner, Bumblebee, O Assassino: O Primeiro Alvo e Deepwater Horizon.

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Dylan ganhou notoriedade após participar do famoso seriado Teen Wolf. Posteriormente, o astro se dedicou à estrelar filme de ação, como a franquia Maze Runner e O Assassinato: O Primeiro Alvo. 

Por sorte, O’ Brien se provou como um artista talentoso, sendo denominado por muitos, como o ”Bruce Willis” da nova geração. O curioso, é que o seriado do Cavaleiro da Lua terá a classificativa PG-13, mas isso não irá impedir que a produção seja composta por violência extrema e temas adulto, tendo possivelmente uma abordagem parecida com a trilogia do Batman do Nolan. Ao meu ver, o ator se daria bem interpretando um personagem voltado para o público infantil, mas sem perder a sua essência sombria e violenta.


#4: Mena Massoud  

Conhecidos por: Aladdin, Jack Ryan, Strange but True e Open Heart.

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A conexão entre Mena e o Cavaleiro, está mais próxima do que imaginávamos. A história do personagem é diretamente ligada com o antigo Egito, que coincidentemente, é o país de origem do ator. Filho de judeus (religião de Marc), Massound participou de apenas dois grandes projetos na sua vida, são eles: Aladdin e Jack Ryan. É muito comum por parte da Marvel Studios, contratar atores da Disney para dar vida à personagens em seu Universo Cinematográfico. Dito isso, conclui-se que não seria uma má escolha caso a produtora decidisse dar uma chance de ”engradecimento” para o astro, uma vez que todos merecem uma chance para intepretar um herói (ou vilão) nas telonas e telinhas.


#3: Taron Egerton

Conhecido por: Kingsman, Rocketman, Billionaire Boys Club e Voando Alto.

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Temos aqui, mais um caso de um ator que se dá muito bem em grandes cenas de ação. Particularmente, Taron é um dos meus atores favoritos da atualidade, uma vez que ele me ganhou através da franquia Kingsman e pelo seu filme mais recente, Rocketman.

O astro é um dos favoritos dos fãs para ser a nova faceta do Wolverine na telonas. Contudo, o mesmo já declarou que apesar de amar o personagem, no seu ponto de vista, há outros atores mais competentes para dar vida ao personagem. Todavia, Taron afirmou que ama os filmes da Marvel Studios e que é um sonho entrar para a equipe um dia. Será que vermos o astro fazendo a sua estreia no MCU em Cavaleiro da Lua? 


#2: Oliver Jackson-Cohen

Conhecido por: O Homem Invisível, A Maldição da Residência Hill, The Secret River e Man in an Orange Shirt.

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Mais um candidato da lista nascido no Egito e Judeu, Oliver é um astro que se divide entre o cinema e os seriados. Um dos fatores mais importantes da mitologia do Cavaleiro da Lua, são as suas 3 personalidades, que acabam dando uma diferenciada no personagem em relação aos outros heróis. Dito isso, Jackson seria perfeito para o papel, uma vez que ele costuma interpretar papéis dos mais variados possíveis, como por exemplo, um monarca homossexual, um dependente químico com sérios problemas de depressão e um cientista abusivo com a sua própria namorada.

Vale mencionar, que coincidentemente, na fase do personagem escrita por Jack Lemire e ilustrada por Greg Smallwood, o cruzado encapuzado da Marvel se assemelha fisicamente com o ator em inúmeros quadros. Seria isso, um sinal?


#1: Zac Efron

Conhecido por: High School Musical, Vizinhos, We Are Your Friends e Extremely Wicked, Shockingly Evil and Vile.

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Finalmente, chegamos no TOP 1 dessa lista e o meu candidato favorito pro papel, que sinceramente, torço muito pra que Zac acabe sendo cotado para ser o Cavaleiro. 

Assim como Robert Pattinson, o atual Batman nos cinemas, Efron era um ator que geralmente, era mal visto pelo público e pela crítica, devido à sua participação na trilogia High School Musical. Porém, felizmente assim como Robert, o astro deu a volta por cima, interpretando papéis dos mais variados tipos, como por exemplo, recentemente deu vida ao serial killer Ted Bundy no filme Extremely Wicked, Shockingly Evil and Vile, da Netflix. Após o lançamento do longa, muitos afirmaram que a atuação do ator está impecável, e que em diversas vezes, é impossível reconhecer aquele menino franzino que sai por ai cantarolando no papel de um assassino em série.

Em 2018, o ator estava sendo cotado para viver o Ikaris em Os Eternos, mas que devido a conflitos de agenda, acabou desistindo de interpretar o conjugue da Sersi. Porém, recentemente vazou uma lista na qual diz que a Marvel Studios está procurando um ator judeu e de preferência descendente de Israelitas que se assemelhe com Zac para viver o Cavaleiro da Lua. 

Porém, a lista diz que Efron é um dos candidatos para o papel, uma vez que além de ser judeu praticante, a empresa quer que o ator faça parte do MCU de qualquer jeito, e irá ”lutar” para ter Zac em seu Universo. Também não seria estranho a produtora contratar o ator famoso igual ele para dar vida a um personagem desconhecido, uma vez que o intuito da produtora, é aumentar a fama do Cavaleiro ao máximo. Apenas faça isso acontecer Marvel!


#0: Um ator desconhecido e que até então  está em ascensão em Hollywood

Entretanto, não podemos descartar a hipótese da Marvel Studios escalar um ator não tão conhecido que está apenas começando a sua carreira de ator para viver o possível líder dos Filhos da Meia-Noite ao lado de Blade

O caso mais recente, foi com o Simu Liu, que era apenas conhecido no Canadá por participar de sitcoms e que acabou sendo escalado para dar vida ao Shang-Chi no filme solo do personagem. 

Portanto, caso a fórmula se repita, temos que levar em consideração que não seria uma atitude incomum por parte da produtora.


Cavaleiro da Lua é um herói que tem um potencial incrível, visto que o seu universo é riquíssimo e cheio de alegorias mentais. Portanto, conclui-se que dependendo do ator que for escolhido, ele terá uma jornada incrível no MCU e será tratado com o seu devido ator.

Tem alguma sugestão de outro astro que não está na lista? Deixe nos comentários e até a próxima.