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Séries

Tom Ellis confirmado como Lúcifer Morningstar na Crise nas Infinitas Terras

Segundo informações do Canadagraphs, que sempre acompanha as filmagens das séries do Arrowverso, em Vancouver, o ator Tom Ellis, que interpreta o personagem Lúcifer Morningstar no seriado da Netflix, estará na Crise nas Infinitas Terras.

Tom Ellis gravou uma cena com David Ramsey (John Diggle), Katherine McNamara (Mia Smoak) e Matt Ryan (John Constantine).

A Crise nas Infinitas Terras será um gigantesco crossover que vai reunir os seriados Flash, Arrow, Batwoman, Legends of Tomorrow e Supergirl.

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Séries

Trailer de derivado de The Walking Dead é divulgado na NYCC 2019

A AMC revelou hoje na NYCC o primeiro trailer de um novo seriado no mundo de The Walking Dead. Confira.

A série variante de The Walking Dead ainda sem nome oficial terá no elenco: liyah Royale (The Red Line), Alexa Mansour (Unfriended: Dark Web), Annet Mahendru (The Americans), Nicolas Cantu (The Amazon World of Gumball), Hal Cumpston (Bilched) e Nico Tortorella (Younger).

A estreia acontece na primavera de 2020.

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Quadrinhos

Thor por Donny Cates e Nic Klein é anunciado na NYCC 2019

Durante a NYCC 2019, Marvel anunciou uma nova equipe criativa para Thor. Donny Cates, um dos maiores nomes na editora hoje, escreverá as aventuras de Odinson. Ao mesmo tempo em que Nic Klein será responsável pelas ilustrações. Além disso, o colorista Matt Wilson retorna para dar vida ao universo fantástico do personagem.

Capa de Thor #1 por Olivier Coipel

“Nem mesmo em meus sonhos eu imaginaria ser digno de escrever Thor. Desde Lee e Kirby, até o run do grande Jason Aaron, o qual estou estupidamente dando continuidade, é uma honra adentrar os portões dourados de Asgard e pavimentar um caminho (muito além do que conhecemos) do próprio Deus do Trovão. Por todos vocês. Por Asgard.” – disse Cates. 

Thor
Por Nic Klein

Além do novo design idealizado por Klein, a dupla introduzirá uma nova ameaça: O Inverno Negro. Também será a primeira vez em que um roteirista novo assume a revista, desde Jason Aaron, em 2013. Thor #1 será publicado em 2020, logo, mais detalhes devem ser divulgados em breve.

A fim de que se saiba sobre tudo o que ocorre na New York Comic-Con, mantenha-se ligado na Torre de Vigilância.

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Tela Quente

Coringa é a experiência cinematográfica mais impactante do ano

Filmes bons entretém e filmes excelentes fazem isso e muito mais. Coringa é uma daquelas obras arrebatadoras deixando o espectador em um estado catatônico e eufórico após os créditos subirem. Poderia ser mais um estudo de personagem interessantíssimo fadado ao desinteresse do público, caso tivesse outro título. O próprio diretor Todd Phillips concorda que o filme não precisaria ser necessariamente sobre o maior vilão do Batman. Porém, Hollywood vive hoje em uma era repleta de filmes baseados em HQs e o público é atraído por heróis e vilões fantasiados (encare os fatos, quem não?). É certo que as intenções não se refletem em adaptação, mas sim, em tornar visível, uma tragédia sobre a psique humana.

Quem carrega o conto melancólico é Arthur Fleck, um homem com uma doença neurológica provocadora de risadas compulsivas. Ele trabalha como palhaço de placa para comprar remédios para a sua mãe. Ele quer ser um comediante, fazer as pessoas rirem, mas é rejeitado, mal tratado e violentado pela sociedade. Além disso, sua condição também é ignorada pelo sistema. Como tudo o que separa um homem da loucura é um dia ruim (nesse caso, uma vida), ele resolve revidar, tornando-se o Coringa. Com isso, ele inspira, por acidente, uma revolução contra Thomas Wayne e toda a elite de Gotham.

A forma como Coringa se inspira nas obras de Martin Scorsese era evidente desde as suas prévias. A direção de Phillips traz diversos planos semelhantes a Taxi Driver e O Rei da Comédia, mas nunca se torna uma cópia, ou homenagem forçada. O cineasta imprime um estilo próprio em sua direção. Como a maioria dos seus trabalhos consistem em comédias, Coringa caiu como uma luva para Phillips. Ele é um excelente diretor de atores e imprime uma certa subversividade na condução do humor, contraditório e pesado, encontrando nele, a carga dramática. Ele entende como ser caótico e ter domínio de seu espetáculo.

Mas existe um ingrediente especial conhecido como Joaquin Phoenix. Os trabalhos anteriores do ator são impressionantes, com bastante intensividade e tudo isso é entregue aqui, porém dessa vez, ele também entrega um resultado assustador. Sua performance passa por diversas fases durante a trama e próximo do final da obra, Phoenix é o próprio clímax. O que o difere das outras interpretações do Palhaço do Crime é, certamente, a humanidade. Já o vimos como alguém cômico, como anarquista, como gângster, mas nunca o vimos como uma pessoa. Aquilo que torna Coringa assustador é a proximidade emocional de Arthur com a plateia. Não é como olhar para uma tela, é como estar ao lado daquele homem trágico e dentro de sua mente.

Aliás é necessário comentar sobre a perfeição que é o roteiro de Phillips e Scott Silver, extremamente coeso, fornecendo todas as peças necessárias do desenvolvimento de seu protagonista e a sua queda à insanidade. A montagem por Jeff Groth também é extremamente importante para se situar na mente do personagem e questionar sobre o senso de realidade e ficção dentro da película. A cinematografia do Lawrence Sher é melancólica, claustrofóbica, deixa uma impressão fortíssima em quem assiste e a trilha sonora composta por Hildur Guðnadóttir, pautada por acordes extremamente agudos, quase como desafinação, é essencial para compôr a tragédia.

Coringa é um filme extremamente relevante, pois dá visibilidade a doenças mentais e denuncia a forma como são tratadas desumanamente pelo sistema. Talvez alguns considerem o último terço da obra, expositiva, mas ao meu ver, é um soco no estômago misturado com um choque de realidade aos 220 volts. É uma obra em que as gotas de humanidade restantes se secam justamente para lembrar a nós que ainda possuímos alguns desses pingos conosco. Às vezes é necessário filmar um circo pegando em fogo apenas para provocar uma reflexão e é exatamente a isso que, excelentemente, a produção se propõe.

Em suma, Coringa é um conto trágico, irônico, controverso, caótico, que tira o espectador do assento, o deixa trêmulo, espantado, entretido, chocado e faz com que seja para sempre, lembrado. É a experiência cinematográfica mais impactante do ano.

Observação: Não levem crianças para assistir ao filme.

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Cinema

Mayhem! Aves de Rapina ganha o seu primeiro trailer

A Warner Bros. lançou o primeiro trailer do filme Aves de Rapina. Confira.

Cartazes também foram divulgados.

O elenco será formado por: Margot Robbie como Arlequina, Mary Elizabeth Winstead como Helena Bertinelli/Caçadora, Ewan McGregor como Máscara Negra, Jurnee Smollett-Bell como Dinah Lance/Canário Negro, Chris Messina como Victor Zsasz, Derek Wilson como Tim Evans, Rosie Perez como Renee Montoya, Charlene Amoia como Maria Bertinelli e Ella Jay Basco como Cassandra Cain.

Ele terá produção executiva da Margot Robbie, direção da Cathy Yan (Dead Pigs) e roteiro de Christina Hodson (Bumblebee e Batgirl). O filme estreia no dia 7 de fevereiro de 2020.

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Consoles Gameplay

Vivemos novamente a magia de The Legend Of Zelda: Link’s Awakening

The Legend Of Zelda: Link’s Awakening (2019) desponta timidamente em meio a tantos gigantescos mundos abertos (já até recentemente desbravados na própria série) e narrativas colossais cinematográficas no mercado de games, e ainda brinca deliciosamente com nosso sentimento de nostalgia sem parecer ultrapassado.

O jogo, que é um remake do original lançado para Game Boy em 1993 se trata de uma sequência direta dos acontecimentos do aclamado The Legend Of Zelda: A Link To The Past, lançado para Super Nintendo em 1991. E aqui vemos a Nintendo jogando seguro num campo que ela domina bem: Fazer Remake mantendo a essência do material original (e na maior parte das vezes até superando-o).

O respeito ao material original não é nem um pouco sutil e o jogo nem tampouco se propõe a isso, tudo o que você viu no original está aqui, o mapa, os acontecimentos, os personagens e até mesmos os chefões, tudo com uma repaginada gráfica de encher os olhos e melhorando tudo o que pode ser melhorado. Você reencontrará tudo e todos aqui, com exceção do local destinado ao acessório “Game Boy Camera” que podia ser acoplado ao portátil da época, e que hoje foi substuído pelo “Dungeon Maker” que desponta como uma das novidades apresentadas.

A trilha sonora agora está orquestrada e mais complexa, o combate também ganhou fluidez, precisão e mais camadas de complexidade com inimigos com movesets mais elaborados e modelados.

Usar itens agora está muito mais intuitivo e livre já que o Game Boy tinha apenas dois botões A e B de comando frontais, não sendo mais necessária uma verdadeira dança de itens secundários já que a espada e escudo agora possuem comandos fixos e não ocupam espaços de itens.

A direção de arte optou por uma apresentação mais “fofinha” que homenageia e casa muito bem com a proposta do jogo e sua visão isométrica muito bem pensada e conectada. É assustador pensar que o jogo base tinha quase tudo isso em 1993!

A história do jogo, para o espanto de muitos, não conta com o país de Hyrule e nem a participação da princesa Zelda e se foca somente nas aventuras de um Link naufragado em uma estranha ilha chamada Koholint cercada de mistérios, personagens cativantes e adoráveis, e perigo constante com objetivo definido desde o começo do jogo: Juntar os 8 instrumentos musicais e acordar o mítico “Wind Fish” que dorme em seu ovo e não permite, com seu imenso poder, que ninguém saia da misteriosa ilha.

Há também uma uma rica quantidade de auto referências com o universo da Nintendo, com direito a versões para Goombas, Kirby e outros, com momentos de plataforma que transitam bem e dão um toque mais divertido ainda ao game.

Mas não se engane! O jogo pode até parecer lindinho e alegre mas logo no começo tudo já é deixado a seu cargo, com poucas dicas e muitos segredos, podendo até não apresentar chefões muito desafiadores mas nessa compensação temos uma exploração muito recompensadora e necessária.

Além da campanha principal, e em muitos momentos dentro dela mesma, você ajudará os habitantes da ilha Koholint e irá desenvolver laços com estes simpáticos moradores.

O jogo, inclusive, possui um sistema de troca de itens muito similar ao utilizado em Donkey Kong Country 3: Double Trouble, clássico do Super Nintendo, onde era possível ir trocando itens antigos por outros com os habitantes (os irmãos ursos) do mundo apresentado na época, e que serão utilizados para o avanço de certas partes do jogo até a obtenção da recompensa final.

Como se trata de um game que já era a frente do seu tempo no ano de 1993, em 2019, Link’s Awakening não parece datado e há uma certa sensação de novidade, mesmo se tratando de um remake, devido a vários fatores que não tornam o jogo tedioso, nem sem ritmo. Há dungeons no melhor estilo “zeldinha clássico” cheias de segredos e agora com uma bússola mais eficaz, que apita em determinadas salas te informado que há algo ali.

Há, também, minigames, áreas secretas pelo mapa, colecionáveis espalhados (como as conchas secretas), missões secundárias e a clássica “capinada de matinho simulator” que vem desestressando players há várias gerações.

Nem tudo, porém, são flores.

A principal novidade do jogo, o Dungeon Maker, decepciona por ser bem limitado e “pré pronto”, sendo utilizadas cópias de salas de dungeons que você já visitou para construir uma dungeon “nova” que, inclusive só é compartilhada através de amiibos já que o jogo não faz upload das suas criações para outros playes, como vimos no sistema de Super Mario Maker.

O jogo também conta com algumas quedas de quadros em momentos em que a tela está muito cheia, que não chegam a impactar na diversão mas que são, de fato, perceptíveis, e muito possivelmente serão corrigidos com atualizações.

Para alegria de todos, os defeitos do game são uma parte muito pequena do pacote completo, que agrada e diverte muito mais do que decepciona.

O cuidado da Nintendo com suas franquias está mais uma vez evidenciado em um jogo para agradar várias gerações e combina perfeitamente com a portabilidade do seu console híbrido que também não faz nem um pouco feio na telona da TV.

PLATINA – OBRIGATÓRIO

The Legend Of Zelda: Link’s Awakening se destaca com uma jogabilidade fresca que brinca com nossas memórias afetivas mas não se apoia somente em nostalgia, se sustentando sem ceder às “novas fórmulas seguras” do mercado, mergulhando no passado e dando uma verdadeira aula de como se fazer um remake, e tudo, é claro, com diversão garantida do começo ao fim.

Agradecimentos ao Luiz Cláudio Andrade pela ajuda e desenvolvimento.

 

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Cinema

Ele voltou! Marvel Studios e Sony Pictures anunciam novo filme do Homem-Aranha com Tom Holland

Ele voltou! O The Hollywood Reporter anunciou que a Marvel Studios e a Sony Pictures irão produzir um novo filme do Homem-Aranha com Tom Holland no papel principal.

O novo longa-metragem do herói será lançado em 16 de Julho de 2021, sendo o primeiro ano da Marvel Studios a lançar 4 filmes.

”Estou muito emocionado em anunciar que a jornada do Homem-Aranha continuará no MCU. O Homem-Aranha é um ícone cuja a história atravessa todas as idades e público em todo o mundo. Ele também é o único herói com capacidade de habitar dois universos diferentes, de modo que a Sony continue desenvolvendo o seu próprio universo Aranha, você nunca sabe quais surpresas o futuro pode trazer. ” Afirmou Feige.

Também foi confirmado que o herói dará as caras em vindouras produções da Marvel Studios, sejam elas filmes ou séries.

Peter Parker e seus amigos viajam para a Europa nas férias de verão. Entretanto, os amigos mal poderão descansar – Peter terá que concordar em ajudar Nick Fury a descobrir o mistério das criaturas que causam desastres naturais e destruição em todo o continente. Diz a sinopse de Longe de Casa, o filme mais recente do herói.

Para futuras informações a respeito do Homem-Aranha e do seu universo, fique ligado aqui, na Torre de Vigilância.

*Créditos na imagem da capa.

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Cinema

Trio de Jurassic Park é confirmado em Jurassic World 3

Segundo informações da Deadline, a Universal Pictures está trazendo de volta os astros de Jurassic Park, Laura Dern, Sam Neill e Jeff Goldblum, para estrelarem Jurassic World 3.

Eles se unem a Chris Pratt e Bryce Dallas Howard no filme dirigido por Colin Trevorrow.

Steven Spielberg será o Produtor Executivo.

Laura Dern, Sam Neill e Jeff Goldblum participaram do primeiro filme de Jurassic Park, dirigido por Steven Spielberg, em 1993.

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Consoles Gameplay Games

Deadly Premonition Origins trás Horror e Nostalgia para o Nintendo Switch

Deadly Premonition Origins chegou ao Nintendo Switch como “versão definitiva” de Deadly Premonition Director’s Cut lançado para PS3 em 2013. Esta última era a versão melhorada do jogo original, Deadly Premonition que foi lançado para Xbox360 em 2010.

O jogo tem como protagonista o investigador do FBI Francis York, que foi designado para investigar um assassinato brutal em um macabro ritual em uma cidade do interior dos Estados Unidos.

Com claras influências de Twin Peaks e Silent Hill o jogo traz reflexões sobre a dualidade entre bem/mal como lados de uma mesma moeda e traz muitas perguntas que nem sempre são respondidas de um jeito bem peculiar.

O jogo é controverso desde o seu lançamento em toda comunidade gamer, e desponta como um survival horror de mundo aberto com propostas e execuções bem diferentes do convencional.

Na época em que o jogo original foi lançado as opiniões foram ferrenhamente divididas, pois vários aspectos dos jogos são visivelmente datados e em vários pontos você irá se perguntar se foi intencional ou não deixar o jogo assim, como por exemplo este bastante questionável menu de inventário:

Se já era considerado datado naquela época, temos as melhorias gráficas da versão de PS3, no entanto os gráficos do jogo não envelheceram nada bem e parecem mais antigos do que realmente são.

Por outro lado, o jogo traz um gameplay bem fora da curva com jogabilidade bem diferente de um survival convencional com pontuações variadas por performance, puzzles peculiares e cutscenes bizarramente interessantes, tudo aliado a uma boa trilha sonora.

A narrativa do game se constrói por meio dos diálogos entre Francis e os personagens da cidade de sanidade questionável e ao mesmo tempo bem lúcidos, como o próprio protagonista do jogo.

A perseguição de uma figura encapuzada deixa tudo mais eletrizante depois que ele engata e as coisas ficam mais emocionantes já que os próprios monstros causam reações variadas.

Apesar de algumas (várias) decisões de design bem questionáveis e gráficos e efeitos datados, o jogo é uma experiência à parte e deve ser apreciada como tal.

A excentricidade de como tudo vai sendo apresentado, mostrando os inimigos, as maletas clássicas (que funcionam de modo parecido aos baús da série Resident Evil para guardar e retirar itens) e suas características originais, como por exemplo, usar a habilidade “profiling” tentando enquadrar as pistas e prosseguir com a investigação são pontos bastante positivos. Dentro do Gameplay há até cards colecionáveis e é bem diferente do que estamos costumados a ver, convenhamos que isso é bastante louvável em meio a uma época de tantas fórmulas preestabelecidas.

Bronze- Jogável

Deadly Premonition Origins é uma experiência alternativa para àqueles que querem se aventurar em terrenos diferentes e peculiares do survival horror e cumpre bem esta missão, no entanto poderia ter tido um refinamento melhor em seu relançamento que não possui muita novidade em relação ao original senão as melhorias gráficas e de controle (Sem contarmos a característica de portátil do próprio Nintendo Switch).

Dito isto, o jogo ainda se destaca pela sua originalidade e visão única e excêntrica, possuindo uma narrativa convincente e intrigante com personagens críveis e bem desenvolvidos.

A Numskull Games, publisher europeia do jogo, está disponibilizando uma versão física de Deadly Premonition Origins com alguns brindes. Confira:

Agradecimentos à Numskull Games pela cópia digital do game, e ao Luiz Cláudio Andrade pelo desenvolvimento e ajuda.

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Quadrinhos

James Tynion IV será o novo roteirista da revista Batman

Há dois dias, o Bleeding Cool reportou que James Tynion IV será o novo roteirista da revista Batman. Agora é oficial! A DC Comics anunciou a nova equipe criativa ontem, durante o Batman Day. Além do roteirista, foi divulgado que Tony Daniel, Danny Mikki e Tomeu Morey ficarão responsáveis pela arte.

Apesar de já ter roteirizado outras histórias do Morcego, é a primeira vez em que Tynion assume o título principal:

“Eu adorei escrever Eterno, Detective Comics e Batman/Tartarugas Ninja. Entretanto, o meu desejo em contar uma história do Batman, focada no Bruce Wayne e não na família, me trouxe de volta à Batcaverna.” – Disse Tynion “Porque eu quero me aprofundar no Morcego e testar os seus limites. Quero contar uma história que abrace o horror, a elegância gótica de Gotham e me aprofundar em seus vilões.”

A nova equipe criativa fará sua estreia em Batman #86, com publicação prevista para janeiro. A fim de que se saiba sobre tudo o que acontece à Editora das Lendas, mantenha-se ligado na Torre de Vigilância.