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Primeiras Impressões | Nanbaka

A temporada de outubro já começou, mas estamos em novembro e eu ainda não postei nenhum “Primeiras Impressões“. O que seria desse Pagode sem o nosso querido Gabriel? Mas, antes tarde do que nunca, trago, outra vez, um negócio que podemos passar alguns minutos dando gostosas risadas por conta de trocadilhos com as cores laranja e preto. Só que dessa vez, a conexão com o seriado é a própria temática. Que apesar de parecer comum, não é, e por um simples motivo: Japonês ser um povo estranho.

Sabe Prison Break? Se você colocar uma peruca super extravagante em todas as pessoas carecas de lá, Nanbaka é mais ou menos o que você vai conseguir.
Eu acho, nunca vi Prison Break.
Baseado num mangá, esse show é tão excêntrico quanto a autora da obra. Ao conhecer Shou Futamata, você terá certeza que nada menos poderia sair de sua cabeça. A moça é tipo uma Lady Gaga japonesa.

Quando você compara com a autora, até que os personagens são bem realistas...
Quando você compara com a autora, até que os personagens são bem realistas…

Inclusive, “extravagante” é uma excelente palavra pra descrever esse anime como um todo. Eu poderia facilmente dar uma de Porchat e fazer uma postagem inteira falando “Extravagante! Extravagante! Extravagante! Extravagante! Extravagante!“, que as ‘primeiras impressões’ teriam sido passadas muito bem.

Apesar de não ser o fã mais assíduo do mundo quando o assunto são filmes hollywoodianos, um dos gêneros que eu gosto bastante são as “comédias policiais“: filmes que trazem toda aquela carga de ação estadunidense extremamente exagerada, com carros sendo arremessados em helicópteros, além de piadas sendo contadas no meio de tiroteios, e coisas do tipo. Poderia citar “Os Badboys” como exemplo, mas acredito que “Loucademia de Polícia” se encaixa melhor no que eu quero dizer.
Há claras diferenças no tipo de humor utilizado, mas Nanbaka é basicamente Loucademia de Polícia em japonês. E não sei vocês, mas pra mim, isso é sensacional!

A história se passa na Prisão de Nanba, que acaba sendo um personagem por si só. Digo isso pois em obras desse tipo, o que causa o efeito humorístico são as características peculiares dos personagens. Em qualquer show você percebe que seu elenco possui individualidades específicas, mas que nem sempre (quase nunca) são abordadas abertamente. A ambientação da Prisão, o sistema carcerário, os funcionários e suas formas de agir, acabam por dar ao próprio local uma personalidade que funciona como mote para piadas. Em um momento do episódio dois, o Supervisor (já falo dele) precisa ir à sala de sua chefe. Algo que parece uma situação comum, se torna cômica por conta da caracterização da Prisão de Nanba: ele pega um trem pra se locomover entre os blocos!

Já os personagens que são, de fato, pessoas, não ficam para trás de maneira alguma. Os quatro “Números” trazem para a atmosfera do anime um ar descontraído, e fazem isso muito bem. Diversas comédias falham em te fazer rir por simplesmente não conseguirem fazer o meio parecer propenso para tal. Há várias formas de contornar esse problema, e o próprio jeito de ser de seus protagonistas é a resposta de Nanbaka. E para balancear todo esse bem-estar, e para te lembrar que o anime ainda se passa dentro de uma prisão de segurança máxima, temos o Supervisor: único personagem careca da história, ele sim parece ter sido retirado na íntegra de Prison Break. Mas sua seriedade acaba no mesmo lugar onde a palhaçada dos prisioneiros começa, fazendo com que seu papel de Tsukkomi seja sempre bem colocado, e que é ainda mais acentuado pelo excelente trabalho do veterano Tomokazu Seki. Ah, e também temos a carcereira tsundere. Adorei ela.

Falemos um pouco da parte artística da obra: o estúdio Satelight não nos deixa na mão, e apresenta uma animação super fluida, com cores vibrantes (que é extremamente necessário para o clima da obra, como citado no parágrafo anterior) e filtros em tudo que é lugar, de fazer inveja a qualquer filme do Zack Snyder.

No campo sonoro, temos uma OST muito bem colocada, com um sincronismo que eu não (ou)via há muito tempo. Todas as músicas tem uma pegada meio eletrônica-retrô, que combinam perfeitamente com a proposta do show. Tanto a arte como a sonoplastia nos fazem pensar em um joguinho de fliperama. Essa vibe é completa quando chegamos ao encerramento: “Nanbaka Datsugoku Riron♪!“, cantada pelos dubladores da obra.

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Enquanto a história pode não parecer importante ou relevante (e se eu fosse opinar, diria que não é mesmo), ela está guardada num potinho, como algo que tem potencial de ser uma agradável surpresa. Não criem esperanças porém, já que a comédia, que é o prometido pela obra, não precisa desse desenvolvimento para ocorrer. Eles apenas sugerem que existe uma trama por trás disso tudo… Mas que ninguém ali se importa com ela.

Foi uma estreia muito divertida, contrariamente aos péssimos boatos que tinha ouvido, e meu comedômetro marcou um 7/10 para esse início de Nanbaka. Vale a pena dar uma conferida, com toda certeza.

A série pode ser assistida na Crunchyroll, com novos episódios todas as Terças-feiras.

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Quadrinhos

Superman #10 | Veja as primeiras páginas do encontro entre Superboy e Robin

Em Superman #10 acontecerá um dos encontros mais esperados desde o começo do Rebirth. Pois será nessa edição aonde Jon Smith (Jonathan Kent) e Damian Wayne estarão juntos pela primeira vez.

A HQ será publicada em novembro, e terá um arco em duas edições com o título de “In Name of The Father”. Além de simbolizar o primeiro encontro, será o trampolim para a união do Superboy e do Robin para as aventuras da sua própria revista, intitulada Supersons. Os responsáveis por esse primeiro encontro serão Peter Tomasi e Patrick Gleason.

“Damian e Jon vão ser cautelosos um com o outro, e ao mesmo tempo, eles são crianças em seu próprio mundo. Eles são mais solitários do que você imagina” disse Tomasi ao site CBR. “Eles vão trabalhar juntos mas também estarão sempre em desacordo um com o outro. A criação, a genialidade deles vão causar diferenças entre a dupla”.

Peter Tomasi ainda falou da influencia dos pais sobre a pequena dupla:

“Eles terão as sombras de Batman e Superman nas suas costas. São dois ícones. E essa sombra vai trazer o peso da mitologia e da família de cada um” falou Tomasi. “Tanto o Superboy quanto o Robin sabem o que significa o peso dessa ‘sombra’. Mas veremos como cada um reage às influências e referências que os pais famosos trazem e como eles vão seguir em frente com suas próprias vidas. Ambos só querem provar para seus pais que eles são capazes e o que aprenderam”.

Peter Tomasi também ficará a cargo de Supersons. A HQ do Superboy e do Robin será publicada a partir de fevereiro.

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Quadrinhos

Justice League vs. Suicide Squad | Veja as primeiras artes da minissérie

 Foram divulgadas as primeiras imagens, ainda não finalizadas, da minissérie Justice League vs. Suicide Squad. O evento que colocará as duas equipes em batalha será publicado em dezembro e janeiro.

Na trama, Batman vai questionar a necessidade da Força Tarefa X, em um mundo onde a Liga da Justiça é uma realidade.  A minissérie terá seis edições, sendo que duas lançadas em dezembro deste ano e quatro em janeiro de 2017.

A DC Comics ainda divulgou a lista dos desenhistas e as suas respectivas edições trabalhadas. São eles:

Jason FabokJustice League vs. Suicide Squad #1
Tony S. Daniel Justice League vs. Suicide Squad #2
Jesus MerinoJustice League vs. Suicide Squad #3
Fernando PasarinJustice League vs. Suicide Squad #4
Robson RochaJustice League vs. Suicide Squad #5
Howard PorterJustice League vs. Suicide Squad #6

Os desenhistas se juntam ao roteirista Josh Williamson para o desenvolvimento das edições. Segundo Williamson, a minissérie vai explorar temas como corrupção e redenção. E terá uma parte da história será contada pelo ponto de vista da Nevasca. Há pouco tempo atrás, ficamos sabendo que a Nevasca vai fazer parte da nova Liga da Justiça da América. Mas detalhes AQUI.

 Justice League vs. Suicide Squad, também vai tratar de alguns mistérios que rondam com o Rebirth.

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Games PC

CS:GO | Cloud 9 campeã da ESL Pro League

A SK Gaming, equipe alemã composta inteiramente por brasileiros e considerada por muitos uma das melhores, ou até “a melhor” do mundo, apresentou um jogo inicial muito forte, altamente técnico e conquistou a torcida logo na primeira partida. 

A disputa começou no mapa Overpass com início favorável à equipe da Cloud9. Problemas de comunicação e de posicionamento foram os principais fatores que levaram a equipe americana a abrir nove pontos de vantagem sobre a SK. Entretanto os brasileiros reagiram e conseguiram um empate, e logo em seguida mantendo o bom desempenho, fecharam o placar a seu favor. 

Mas todo o bom desempenho que a SK Gaming apresentou, ficou para trás e no segundo mapa, na Mirage, a partida se equilibrou e a Cloud 9 vendo as oportunidades conseguiu sair na frente e empatar o jogo com uma vitória larga. No último mapa, Dust2, a Cloud9 abriu vantagem logo de início, colocou uma pressão gigantesca nas costas dos brasileiros, que mesmo reagindo no final, não conseguiram impedir a vitória dos americanos. 

SK; Overpass [19:17]

Cloud 9; Mirage [16:06]

Cloud 9; Dust2 [16:05]

 

 

ESL Pro League Season 4, é o torneio que reúne os melhores jogadores de Counter-Strike: Global Offensive do mundo. O evento ocorreu em São Paulo, no Ibirapuera.

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Quadrinhos

Justice League of America | Roteirista fala sobre o Lobo na equipe

Foi divulgada a nova equipe da Justice League of America depois da reformulação do Rebirth na DC Comics. A Torre de Vigilância já comentou sobre a nova equipe AQUI. Já tinham sido divulgados Vixen, Nevasca e os dois Eléktrons/Átomos (Ray Palmer e Ryan Choi) como membros da equipe. A grande novidade é que Canário Negro, Batman e o Lobo também estarão no time.

A nova formação da Justice League of America .

O roteirista Steven Orlando falou ao site Newsrama que o Lobo ainda continuará causando caos e destruição como sempre foi. Mas até o Flagelo do Universo tem o seu próprio código de conduta. O visual será o clássico do Maioral.

“A palavra dele é o que vale. Isso é importante. É uma das coisas que guiam a vida dele. Nós vamos ver um pouco do que existe por trás do personagem, não vamos amaciá-lo, mas dar mais profundidade ao cara que gosta de farra” disse Orlando. “Ele vai estar em uma equipe que o Batman faz parte, ele não vai explodir o cérebro das pessoas em todo lugar, mas isso não quer dizer que não vai causar conflito.”

A Canário Negro também estará na equipe.

Orlando também falou que o Batman vai continuar participando da Justice League tradicional, e que os eventos da Justice League of America vem de Liga da Justiça vs. Esquadrão Suicida, a adesão do Morcego surge a partir de uma conversa que ele tem com a Nevasca.

“O que aconteceu entre o Batman e a Nevasca mostram ao Bruce que o mundo mudou e o heroísmo tem que mudar com ele”, disse o escritor. “O Batman é uma pessoa que pensa que tudo está ao controle do seu polegar, mas mesmo ele tem um momento que percebe que precisa reconstruir,  que a mudança tem que ocorrer, ele tem que redefinir o heroísmo. E há pessoas que ele pode se cercar para ajudá-lo a fazer isso por si mesmo”.

Justice League of America começa a ser publicada em fevereiro e terá desenhos do brasileiro Ivan Reis.

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Cinema Games

Assassin’s Creed: O Filme | Novas cenas de bastidores

Baseado na série de games homônimos da UbisoftAssassin’s Creed: O Filme chega em janeiro ao Brasil, o papel principal foi confiado a Michael Fassbender que atua na pele de um assassino na Espanha do Século XV. E como já é corriqueiro dos games, o filme também mesclará cenas do passado, com cenas do presente.

Para aumentar a nossa curiosidade, a Fox Film divulgou um vídeo com os bastidores de Assassin’s Creed: O Filme

 

 

O elenco de Assassin’s Creed: O Filme inclui Marion Cotillard (O Cavaleiro das Trevas Ressurge), Jeremy Irons (Batman Vs. Superman: A Origem da Justiça), Brendan Gleeson, Michael Kenneth Williams, Ariane Labed e Callum Turner.

A direção é de Justin Kurzel, que já trabalhou com os mesmos Fassbender e Cotillard em Macbeth, de 2015. E apesar de nem ter estreado ainda, a expectativa dos investidores sobre a adaptação é tão boa, que inclusive já está sendo planejada uma sequência.

O longa-metragem tem data de estreia prevista para 5 de janeiro de 2017 no Brasil.

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Quadrinhos

Monsters Unleashed |Veja as capas da nova HQ da Marvel Comics

Foram divulgadas capas, algumas páginas inacabadas e artes de Monsters Unleashed. A nova HQ da Marvel Comics. E também um monstro inédito criado pelo desenhista Steve McNiven, um dragão criado especialmente para a minissérie.

A premissa da HQ é que todo monstro imaginável partirá para um ataque contra o Universo Marvel, e os super-heróis vão partir para o combate para defender seu mundo.

Dragão criado especialmente para a Monsters Unleashed

“Todo monstro que tem pelo menos 10 andares de altura e já criou caos e destruição no Universo Marvel nas últimas décadas vai aparecer” disse o editor-chefe Axel Alonso em entrevista ao site EW. “Nosso objetivo é fazer esses monstros serem gigantescos nas páginas também”.

O roteirista Cullen Bunn também comentou sobre a HQ: “Imagine algo como o Hulk. Só que em uma escala muito maior. Com a força destrutiva que essas criaturas têm, os heróis terão que se mover mais rapidamente. Serão monstros gigantescos que por onde passam causam destruição, sendo assim os heróis estarão em constante movimento. Não terão nenhum momento para tomar um fôlego”.

A Marvel Comics fazer uma HQ focada em monstros não é novidade. Nos anos 70, a Casa das Ideias, publicava quadrinhos com criaturas clássicas da ficção como Fankestein e Drácula, além de criações próprias como o Homem-Coisa. Esses publicações eram de grande sucesso na época.

Um time de desenhistas renomados foi escalado para Monsters Unleashed. Além do já citado Steve McNiven, fazem parte da área artística: Leinil Yu, Greg Land, Andy Kubert e Salvador Larocca. E as capas tem os desenhos de nomes de peso como Mike Mignola, Art Adams, Ed McGuinness, Bill Sienkiewicz e Sara Pichelli.

Homem – Coisa na Monsters Unleashed na década de 70 publicada pela Marvel Comics

 Proposta é que cada desenhista faça uma edição para que não cause atrasos na saga. Cada HQ terá 30 páginas, o que permitirá que os artistas usem do artifício do desenho de duas páginas completas. Podendo assim mostrar a grandiosidade das criaturas e os estragos que elas fazem.

“As pessoas estão acostumadas a verem os heróis lutarem contra os vilões. Aqui veremos como ambos os lados, momentaneamente, se unem, com todas as suas diferenças históricas, contra uma ameaça que pode destruir todo o Universo Marvel. É uma dinâmica interessante para se apresentar” comentou Axel Alonso.

Monsters Unleashed será publicada em cinco edições quinzenais a partir de janeiro de 2017 nos EUA.

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Consoles Gameplay Games PC

Análise | Battlefield 1

A Electronic Arts apostou forte em Battlefield 1, o novo shooter na primeira pessoa da DICE, e garante que este será o jogo mais inovador da franquia. O game está longe do foco dos seus concorrentes que buscam pensar como seria uma guerra futurista, com armas e gadgets hi-techs.

Battefield 1 surpreende ao trazer o amanhecer da guerra moderna, um regresso a clássica guerra que faz parte do imaginário de uma geração até os dias atuais.

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O que temos aqui é uma guerra mais rústica, antiquada e brutal e Battlefield 1 consegue aproveitar todos esses pontos e transformar sua experiencia em algo incrível.

O modo campanha do game tanto agradou como desagradou. Ao invés de contar uma única história, o estúdio optou por narrar vários pequenos contos. Desde um chofer inglês que se tornou condutor de blindados, até um mensageiro australiano que enfrenta Otomanos na sangrenta Batalha dos Dardanelos, ou se preferir uma assassina árabe responsável por pequenas missões de espionagem e lógico assassinatos, o enredo dos contos exploram diferentes “Histórias de Guerra”

O que mexeu com os jogadores foi o propósito dos contos funcionarem mais como um tutorial do que realmente uma campanha narrativa, o que ofusca qualquer potencial que as histórias teriam de nos emocionar e cativar, e elas realmente poderiam se não fossem jogadas ao relento.

Por outro lado a escolha por histórias independentes, pode ser considerado um acerto por parte do estúdio, mesmo as narrativas não sendo tão interessantes elas compensaram na tentativa de explicar que cada soldado encarou a guerra à sua própria maneira. Onde muitos simplesmente enlouqueciam nas trincheiras, outros entravam no conflito somente pelas glórias (medalhas), e existiam aqueles que lutavam pela família e entes queridos, além dos que eram forçados a participar, por meio de uma convocação.

A questão de oferecer experiências distintas. Ao contrário da maioria dos jogos de FPS, onde controla-se somente um personagem, em Battlefield 1 a campanha oportuniza a utilização de blindados, aviões, morteiros e metralhadoras. Vivencia-se uma guerra por completo. A excelente missão introdutória do game, consegue captar de maneira excepcional o drama dos envolvidos na guerra mudando constantemente nossa perspectiva de soldado para soldado, conforme eles vão perecendo em combate.

A campanha nos leva a diversos localidades históricas na França, Itália, Oriente Médio, etc. Cada um com suas características singulares. A tão famosa “Guerra de Trincheiras” também é apresentada e de forma bastante perspicaz.

E como não poderia deixar de ser, Battlefield 1 tem o mais bem elaborado sistema multiplayer para jogos de shooter dos últimos tempos. 

A Dice conseguiu criar uma experiência para muitos jogadores que certamente continuará divertida e interessante por muito tempo, assim como ainda é Battlefield 3 e 4. O estúdio implementou modos consistentes, divertidos e até muito bem balanceados, algo surpreendente, já que só teríamos um bom nivelamento com algumas semanas de jogatina.

A principal diferença entre Battlefield 4 e Battlefield 1, fica em sua ambientação, e nas armas que nós são oferecidas, além dos veículos e equipamentos que mudam completamente a dinâmica dos combates. Ao contrário do que acontece em Battlefield 4, em que a maioria das armas eram bastante semelhantes e algumas opções eram muito adversas das outras, em Battlefield 1 um dos maiores prazeres é experimentar e testar cada uma das poucas armas que temos, com pistolas, rifles, fuzis, e metralhadoras. Além disso, desta vez, ao contrário de liberação automática após a conquista de um determinado nível de experiência, os jogadores são premiados com moedas in-game. E com elas, é possível liberar uma arma, item, ou recurso, deixando a decisão de desbloquear primeiro aquele equipamento que mais agrada o jogador.

E as armas e jogabilidade ainda continuam do jeito que os players gostam, não deixando de lado sua precisão e características marcante da série, como dominar o recuo e conhecer o equipamento, aspectos fundamentais para um bom gameplay.

E não somente de armas vivem os guerrilheiros, o jogador tem que se adaptar a cada blindado que se locomovem em velocidades diferentes, e controlar dirigíveis que são logicamente diferentes de aviões. E por fim,  os cavalos, estes não são muito “manobráveis”, costumam funcionar apenas para a locomoção rápida até um ponto específico, muito em virtude da impossibilidade de acessar todos os locais. São bem legais no começo, por serem uma novidade, mas acabam ficando de lado com o tempo.

VEREDITO:

Os combates são ótimos e continuam cadenciados, mas não menos explosivos. Eles apenas contam com um pouco mais de estratégia. Jogadores que entram no multiplayer apenas com a intenção de “matar” não serão muito úteis aqui. Battlefield 1 é um jogo onde o trabalho em equipe será o diferencial para conquistar a vitória.

Battlefield 1 não é apenas uma grande adição à série, ele chega como uma explosão ensurdecedora que terá impacto por muitos anos. O que temos em mãos é uma obra de compromisso. Uma obra-prima para os amantes e os que ainda não conhecem a saga, o que acho difícil de encontrar, apoiado por uma jogabilidade fantástica e imersão incrível. Visualmente deslumbrante e divertido de jogar, A DICE enviou um clássico instantâneo para levantar a moral que faltava para os FPS do momento.

Análise e Nota Torre de Vigilancia

Battlefield 1 foi lançado dia 21 de outubro de 2016, para PlayStation 4, Xbox OnePC

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Games PC

Campeonato Mundial | A superioridade coreana.

Todo ano nós afirmamos que a diferença de nível entre as equipes coreanas e as demais dentro de League Of Legends estão cada vez mais próximos. E neste Campeonato Mundial conseguimos presenciar cenas e acontecimentos históricos, tudo para provar o que pensávamos a respeito do espaço de nível entre certas equipes e jogadores.

Presenciamos uma INTZ cheia de energia, e conseguindo um resultado inimaginável ao ganhar da campeã chinesa, EDG – mas que infelizmente não passou da fase de grupos – vimos a equipe russa Albus NoX Luna vinda do Wildcard, fazer história e passar pela primeira fase. Entretanto, mesmo todo esse hype em cima de equipes fora do “eixo” não foi o bastante para que elas conseguissem bater de frente com as equipes coreanas, que mesmo com desempenhos pouco chamativos, provam sempre de uma maneira ou de outro que estamos errados ao afirmar que o nível de jogo coreano e das demais regiões está mais próximo.

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Todos sabíamos que o jogo entre ROX Tigers e SK Telecom T1 pelas semi-finais do Campeonato Mundial de League Of Legends seria incrível, todos já esperavam por partidas disputadíssimas e emocionantes. E o que vimos na sexta-feira foi um duelo do mais alto nível possível, exatamente como imaginávamos, com jogadas sensacionais, reviravoltas e desfechos sensacionais. Dentro do Madison Square Garden, a SKT manteve o roteiro que todos esperávamos, após vencer a ROX na final da LCK (Champions Korea) do Verão 2016 e também na final do Mundial 2015, eliminar a maior rival do seu caminho rumo ao tricampeonato seria uma tarefa não muito difícil.

O que vimos foi um início favorável para a SKT que ao decorrer dos jogos seguintes deixou escapar certas oportunidades e não conseguia encaixar a movimentação dentro do mapa. Porém ROX Tigers, conseguiu virar o placar para 2×1, com a escolha de Miss Fortune como suporte, o que surpreendeu desde comentaristas até os próprios jogadores, e deu um gosto especial para quem estava assistindo, mas a SKT conseguiu a vitória por 3×2, garantindo a vaga na final do Campeonato Mundial de League Of Legends 2016. E a pergunta que vai segui-los até o dia 29 de outubro será: “Alguém consegue parar a SK Telecom T1?”

Assista ao jogo completo:

Pelo segunda disputa de semi-final a Samsung Galaxy enfrentou o time da H2K Gaming, única equipe não-coreana restante no Campeonato Mundial de League Of Legends 2016. E se já não bastasse a equipe da SSG esmagou a H2K, e mostrou o motivo pelo qual a Coréia é o lar dos campeões.

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A princípio os mais pessimistas imaginavam que a H2K mesmo não avançando para a final, daria uma certa dor de cabeça a Samsung Galaxy. Logo de início vimos uma H2K rápida e objetiva, conquistando o primeiro abate, e forçando a equipe adversária a gastar alguns feitiços. E com o decorrer da partida notamos uma certa inexperiência por conta da H2K que mesmo com mais abates que a SSG, perdia em ouro e em objetivos conquistados. Algumas tomadas de decisões não foram boas para a equipe do Reino Unido, que por consequência deixou a Samsung conquistar a primeira partida. 

Os outros dois jogos foram quase que uma repetição do primeiro, a H2K se destacava mas rapidamente seu fogo era apagado pelos contra ataques massivos da Samsung Galaxy, não importava muito que a H2K ficasse à frente no placar de abates, quem sempre estava com o jogo nas mãos era a equipe coreana. Mesmo assim os europeus não desistiram e foram valentes, quase estavam encaminhando o jogo para uma virada ao tentar contestar alguns objetivos como o Barão dos coreanos, mas a Samsung já estava muito à frente, com muita vantagem nas três rotas, e esmagou os europeus conquistando um 3×0.

Assista ao jogo completo: 

Então a equipe da SK Telecom T1 tentará o seu tricampeonato e primeiro segundo título consecutivo, para isso terão que ganhar da mais concisa equipe do campeonato a Samsung Galaxy.

A final do Campeonato Mundial de League Of Legends 2016 vai ocorrer no dia 29 de outubro e será transmitido ao vivo pelo canal SporTV, com início às 20h30, e contará com a cerimônia de abertura além da disputa pela Taça do Invocador. A transmissão será a mesma da dos canais do YouTube e Twitch da LoL eSports BR,  com os narradores, comentaristas e analistas que você já está acostumado.

 

 

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Cinema

Han Solo: Uma História Star Wars | Donald Glover será Lando Calrissian no spin-off

Agora é oficial! O ator Donald Glover será oficialmente o jovem Lando Calrissian em Han Solo: Uma História Star Wars (título provisório).

Quem anunciou a novidade foi a Lucasfilm, confirmando os rumores de alguns meses onde o ator estaria sendo cotado para o papel.

O filme ainda não possui um título oficial, mas contará a história de Han Solo (Alden Ehrenreich) antes de se juntar à Aliança Rebelde.

Phil Lord e Christopher Miller estarão responsáveis pela direção do filme e comentaram o seguinte sobre a adição de Glover:

”Estamos com sorte em ter um artista tão talentoso como Donald e ele se encaixa perfeitamente no papel.”

A primeira dica sobre a história foi dada no comunicado de imprensa.

”Han Solo: Uma História Star Wars trará dois icônicos personagens da franquia de volta à tela grande, mas em um momento de suas vidas nunca antes exploradas. Este novo filme mostrará Lando em seus anos de formação como um canalha em ascensão no submundo da galáxia – anos antes dos eventos que envolvem Han, Leia e Darth Vader em O Império Contra-Ataca e sua ascensão como herói rebelde em O Retorno de Jedi.”

O spin-off será lançado em 2018.